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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Um único ingrediente para tratar dores nas articulações, inchaço, diabetes e depressão

Você muito provavelmente já ouviu falar do cloreto de magnésio. Quem já tomou esse medicamento natural sempre fica impressionado com os seus maravilhosos resultados. Não é por menos.

O cloreto de magnésio produz equilíbrio mineral, impulsiona os órgãos e suas funções, como os rins, para eliminar o ácido úrico. Recupera as articulações, purifica o sangue, revitaliza o cérebro, rejuvenesce e conserva a juventude até alta idade. A água de cloreto de magnésio é a melhor forma de consumir este remédio natural. Não compre em cápsulas, que, além de mais caro, não tem a eficiência desta receita. Qualquer boa loja de produto natural vende o cloreto de magnésio. Um pacotinho de 33 gramas é baratinho, custa entre R$ 5,00 e R$ 10,00. Mas tem que ser o cloreto de magnésio PA (a sigla significa "puro para análise").

O PA aparece na embalagem quando é esse tipo de cloreto de magnésio. Ele não vicia o organismo, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção por caírem as reservas de magnésio. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados com o consumo da água de cloreto de magnésio.

A dose é um copinho de café, conforme a idade.



A tabela abaixo facilita:

Idade:

- de 10 a 40 anos: metade de uma dose pela manhã

- de 40 a 70 anos: uma dose pela manhã

- de 71 em diante: uma dose pela manhã e outra à noite

Seus principais efeitos são:

- Previne esclerose múltipla

- Previne gripes

- É um excelente reforço para o tratamento contra o câncer

- Previne o acúmulo de gordura localizada

- Combate a obesidade

- Atrasa o envelhecimento

- Ajuda a controlar o diabetes

- Elimina a prisão de ventre

- Cura hemorroidas e problemas de próstata

- Ajuda a curar artrite, artrose, reumatismo, bico de papagaio, esporão e problemas nas articulações, inclusive nos joelhos

- Fortalece o sistema nervoso

COMO PREPARAR A ÁGUA DE CLORETO DE MAGNÉSIO

Use uma água pura, sem cloro e, se possível, também sem flúor. Dissolva numa jarra 33 gramas de cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada. Depois de bem misturado, colocar em uma jarra de vidro (não use recipiente de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade (ver tabela acima).

O cloreto de magnésio é contraindicado em casos de diarreia e de insuficiência renal. E o uso exagerado (grandes doses) pode causar náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Para um consumo mais seguro do cloreto de magnésio, consulte seu médico antes.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Um só ingrediente para combater dores nos ossos, diabetes, ansiedade, depressão e prisão de ventre.


Você muito provavelmente já ouviu falar do cloreto de magnésio. Quem já tomou esse medicamento natural sempre fica impressionado com os seus maravilhosos resultados. Não é por menos. O cloreto de magnésio produz equilíbrio mineral, impulsiona os órgãos e suas funções, como os rins, para eliminar o ácido úrico. Recupera as articulações, purifica o sangue, revitaliza o cérebro, rejuvenesce e conserva a juventude até alta idade.

A água de cloreto de magnésio é a melhor forma de consumir este remédio natural. Não compre em cápsulas, que, além de mais caro, não tem a eficiência desta receita. Qualquer boa loja de produto natural vende o cloreto de magnésio. Um pacotinho de 33 gramas é baratinho, custa entre R$ 5,00 e R$ 10,00. Mas tem que ser o cloreto de magnésio PA (a sigla significa "puro para análise").

O PA aparece na embalagem quando é esse tipo de cloreto de magnésio. Ele não vicia o organismo, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção por caírem as reservas de magnésio. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados com o consumo da água de cloreto de magnésio.

A dose é um copinho de café, conforme a idade.

A tabela abaixo facilita:
Idade:

- de 10 a 40 anos: metade de uma dose pela manhã

- de 40 a 70 anos: uma dose pela manhã

- de 71 em diante: uma dose pela manhã e outra à noite

Seus principais efeitos são:

- Previne esclerose múltipla

- Previne gripes

- É um excelente reforço para o tratamento contra o câncer

- Previne o acúmulo de gordura localizada

- Combate a obesidade

- Atrasa o envelhecimento

- Elimina a prisão de ventre

- Cura hemorroidas e problemas de próstata

- Ajuda a curar artrite, artrose, reumatismo, bico de papagaio, esporão e problemas nas articulações, inclusive nos joelhos

- Contribui para o controle do diabetes

- Melhora o funcionamento do sistema nervoso

COMO PREPARAR A ÁGUA DE CLORETO DE MAGNÉSIO

Use uma água pura, sem cloro e, se possível, também sem flúor. Dissolva numa jarra 33 gramas de cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada. Depois de bem misturado, colocar em uma jarra de vidro (não use recipiente de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade (ver tabela acima).

O cloreto de magnésio é contraindicado em casos de diarreia e de insuficiência renal.

E o uso exagerado (grandes doses) pode causar náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal.

Para um consumo mais seguro do cloreto de magnésio, consulte seu médico antes.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 23 de março de 2014

Vida sedentária aumenta o risco de artrite e artrose

Fisioterapia traz o alívio dos sintomas que nunca somem totalmente

Dores constantes e dificuldade para realizar simples atividades do dia-a-dia. Muito comentadas e pouco conhecidas, a artrite e a artrose são doenças que atingem as articulações, provocando forte incômodo na hora da locomoção, além de dores intensas diante de qualquer movimento.

A vida sedentária, segundo a fisioterapeuta Fernanda Elhiage, do Studio Conceitos, esta por trás do aparecimento da maioria dos casos das doenças. "Os dois problemas surgem por uma degeneração da cápsula articular, responsável pelo movimento", explica. "O sedentarismo diminui a atividade destas cápsulas até que elas deixam de responder aos estímulos. Mas outras questões podem contribuir para o aparecimento da artrose e da artite, como excesso de peso, idade avançada e falta de fisioterapia depois de algumas cirurgias", afirma a especialista.

O excesso de exercícios físicos sem orientação também aumenta os riscos. Isso porque os treinos aumentam o desgaste articular, gerando as doenças. A dificuldade de locomoção e a dor ao realizar movimentos simples indicam que é hora de procura ajuda de um médico (pode ser um reumatologista ou um ortopedista). Os exames mais comuns para o diagnóstico são testes articulares, além da ressonância magnética e do raio X, que confirmam se está acontecendo alguma degeneração na cápsula articular.

Artrite
O tratamento inclui fisioterapia como principal ferramenta e alguns remédios para aliviar as dores e a inflamação. Isso porque a artrite, além da degeneração, provoca a inflamação da articulação já a artrose é um problema crônico, ou seja, há apenas alívio e controle dos sintomas, sem a cura. "A artrite causa dores mais agudas, enquanto a artrose é mais discreta e, aos poucos, faz o paciente sentir dificuldade de locomoção, tornando-se uma doença crônica", explica Fernanda Elhiage.

Vale lembrar que os casos graves só melhoram com cirurgia para refazer o desgaste da cápsula articular, o que não dispensa as sessões de fisioterapia no controle das dores e reeducação dos movimentos. Para se prevenir das doenças é preciso deixar a vida sedentária de lado, mas também não exagerar nos exercícios físicos. "A pratica de exercícios físicos orientados, os alongamentos e uma alimentação adequada para não levar ao excesso de peso são atitudes que ajudam a prevenir a doença, inclusive na terceira idade", diz a fisioterapeuta.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/4964-vida-sedentaria-aumenta-o-risco-de-artrite-e-artrose
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terça-feira, 16 de abril de 2013

Células-tronco estão sendo usadas contra artrose no joelho

Tratamento inovador pode vir a evitar as cirurgias de implante de prótese


A Pontifica Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) está testando o implante de células-tronco no joelho para tratar a artrose, doença degenerativa que desgasta a cartilagem das articulações. As células usadas estão sendo retiradas do corpo do paciente e depois cultivadas em laboratório.


Os três pacientes que participaram da pesquisa inicial tiveram 85% de melhora na dor depois de seis meses de aplicação. As células-tronco utilizadas são de melhor qualidade e maior número, o que garante a eficácia do resultado.

O uso da nova técnica pode vir a evitar o uso de próteses no joelho, que é o tratamento mais comum que até então vem sendo usado no tratamento da artrose. Existe ainda a cirurgia de microfratura, em que são realizados pequenos buracos no osso próximo a cartilagem danificada pela artrose, a fim de liberar as células-tronco presentes na medula óssea e para promover a regeneração da cartilagem.

Esse tratamento, no entanto, é mais indicado para lesões menores, em vista do número de células-tronco que são liberadas ser pequeno.

Por Yasmin Barcellos
fonte:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=percapeso&url_id=4558
imagem:www.dicasdesaude.info
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terça-feira, 17 de abril de 2012

Musculação age no tratamento de sete doenças crônicas

Entenda como o treino alivia os sintomas de problemas como diabetes e artrite

Pensou em esculpir o corpo e ganhar formas bem definidas, a musculação logo surge como alternativa. Mas os benefícios desse tipo de atividade ultrapassam a estética: portadores de doenças crônicas, como osteoporose e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), apresentam melhora nos sintomas e ganham qualidade de vida com os treinos regulares. "Em alguns casos, o exercício pode até diminuir a dependência de medicamentos" afirma o fisiologista do esporte Raul Santo, professor da Faculdade São Judas Tadeu (SP).

O cuidado fundamental é conversar com seu médico antes e entender as limitações do seu corpo para execução de um treino seguro, sem risco de lesões. A seguir, você descobre sete doenças que têm os sintomas amenizados quando o aluno deixa a preguiça de lado e começa a levantar pesinhos, pelo menos, três vezes por semana.
Estudos recentes mostram que a musculação pode ser muito vantajosa para o portador de diabetes. "Isso porque as contrações musculares repetidas estimulam componentes da membrana celular. Isso faz com que as proteínas celulares carreguem mais facilmente a glicose para dentro da célula. Além de controlar o nível de açúcar no sangue, o exercício pode, a longo prazo, diminuir a dependência da suplementação de insulina", afirma o fisiologista.
Hipertensão

O hipertenso tem os vasos sanguíneos mais resistentes, o que exige esforço redobrado do coração para conseguir mandar o sangue para todos os tecidos do corpo. O exercício com pesos - com carga leve à moderada - leva à formação de novos capilares sanguíneos. "Isso diminui resistência periférica dos vasos e a sobrecarga ao coração. E ainda aumenta a oferta de nutrientes, hormônios e oxigênio aos tecidos", afirma o médico do esporte. Se bem feita, a atividade ajuda no controle da doença e diminui a pressão arterial em repouso.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Quem tem DPOC sabe que o enfraquecimento da musculatura é muito comum. Isso acontece porque a oferta de oxigênio aos músculos é limitada, já que a respiração é difícil. "A musculação ajuda a reverter a perda de massa muscular e de quebra pode melhorar a restrição pulmonar, já que o músculo treinado capta o oxigênio com mais facilidade", afirma o educador físico Ivaldo Larentis, especialista em musculação.
Osteoporose

A tração que o músculo exerce sobre o osso quando é realizado o movimento da musculação estimula o remodelamento ósseo. "Ocorre um aumento da produção de células ósseas, da fixação de cálcio e da densidade do osso", afirma o educador físico Gustavo Neves Abade, treinador de corrida e condicionamento físico da Assessoria Branca Esportes - São Paulo. Mas o exercício merece atenção e orientação adequada, já que há risco de fraturas se o peso colocado estiver acima da capacidade do praticante.
Obesidade

Todo indivíduo com obesidade sabe que deve fazer exercícios aeróbios. Mas muitos acabam deixando a musculação para depois de emagrecer. Gustavo explica que associar a musculação ao treino aeróbio pode trazer benefícios até para o processo de emagrecimento. "O fortalecimento que a musculação proporciona ajuda a fazer atividades aeróbias mais potentes por mais tempo, acelerando a queima de calorias. Além disso, músculos fortes consomem mais energia e aumentam o metabolismo basal, obrigando o corpo a consumir mais calorias para se manter".

Artrose

Quem tem artrose sofre com a diminuição e a fraqueza dos músculos que ficam ao redor da articulação comprometida. Exercícios bem direcionados de musculação ajudam a recuperar essa região, com a hipertrofia e o fortalecimento, melhorando diretamente o caminhar e a qualidade de vida dos pacientes, que passam a sentir menos dores.
Artrite reumatoide

O indivíduo que tem artrite reumatoide precisa de fortalecimento muscular para preservar a articulação afetada. As consequências da doença, como a dificuldade para andar, podem ser atenuadas com o treino. Mas é preciso muito cuidado ao praticar esse exercício, já que mal dosado ele pode aumentar a atividade inflamatória da articulação. "Lembre-se de consultar o seu médico, medicar-se adequadamente e fazer o exercício com muita cautela" orienta Raul Santo.

Por Manuela Pagan - publicado em 07/03/2012
fonte:http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/14832-musculacao-age-no-tratamento-de-sete-doencas-cronicas
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terça-feira, 27 de julho de 2010

Nutricionista fala dos benefícios da gelatina para saúde e beleza

27, julho, 2010
Fonte: www.abril.com.br
Foto: Ormuzd Alves
Foto: Ormuzd Alves


Saborosa, refrescante e fácil de preparar, a gelatina foi tratada, durante muitos anos, como um alimento destinado às crianças. Mas após diversos estudos, especialistas afirmam que ela traz benefícios para a saúde de pessoas de todas as idades, atuando, por exemplo, como uma importante fonte de colágeno, uma proteína que contribui para o fortalecimento das unhas, articulações, cabelos e, também, para a hidratação da pele e dos intestinos.

Consumida regularmente, a gelatina auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. O alimento tem propriedades que fortalecem os ossos e previnem o organismo de doenças como artrose e osteoporose. Além disso, a gelatina consegue “frear” o processo que dá origem à flacidez da pele, intensificada com o avanço da idade.

De acordo com pesquisas de diversos institutos, por volta dos 25 anos nosso corpo começa a diminuir a produção de colágeno e por este motivo a substância deve ser encontrada em outras fontes. “Combinada com outros alimentos, a gelatina pode ajudar muito no combate ao envelhecimento. Com os níveis de colágeno em dia, a pele adquire mais firmeza, consegue se manter hidratada e corre menos risco de ficar marcada por rugas, além de manter unhas e cabelos mais fortes”, afirma Flávia Sguario, nutricionista funcional da Paraná Clínicas Planos de Saúde.

Para aumentar os benefícios, Flávia sugere que o alimento não seja consumido como única fonte de proteína, mas sim, complementando a ingestão de proteínas que têm outras origens, encontradas, por exemplo, nas carnes, nos ovos e no feijão. “A gelatina pode ser consumida, principalmente, como sobremesa ou nos lanches, fazendo parte de uma dieta balanceada, mesclada com outras fontes de proteínas, de carboidratos e de gorduras”, completa.
(Por Monique dos Anjos)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Artrite e a Artrose

Fonte: Equipe Bem Estar
A artrite e a artrose são algumas das doenças das articulações mais comuns no Brasil, afetando cerca de 40 milhões de pessoas em nosso país. E a atividade física é uma ferramenta importante para enfrentar este problema.

A artrite e a artrose são dores causadas por falhas nas cartilagens das pontas dos ossos.

Quando existe uma falha na cartilagem, um osso encosta com outro, provocando as dores.

É aí que entram os exercícios físicos. Uma rotina de malhação ajuda a fortalecer não só os músculos,mas também os ossos, gerando mais resistência na massa óssea.

Assim, com músculos e ossos mais fortes, ficamos menos propensos a sermos afetados por falhas na cartilagem. E caso estas já tenham ocorrido, a prática de atividade física vai fortalecer a ossatura, equilibrando assim a perda nas cartilagens.

Exercícios como caminhada, corrida, dança e também a musculação,são boas recomendações para reduzir a perda óssea que provoca artrite e artrose.

Por Marco de Cardoso

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tratamento não-invasivo pode evitar cirurgias ortopédicas

TECNOLOGIA ADIA CIRURGIA

Tratamento não-invasivo pode evitar cirurgias ortopédicas e ainda garantir melhor qualidade de vida a jovens e idosos.

Quem sofre de hérnia de disco, artrose e tendinite vai respirar aliviado ao saber que não precisa, necessariamente, se submeter a uma cirurgia.

Algumas clínicas de ortopedia de ponta já oferecem tratamentos não-invasivos bastante eficientes, como a PST (Pulsed Signal Therapy). A terapia é baseada em sinais eletromagnéticos pulsados e vem sendo usada tanto na prevenção, como no tratamento de diversas doenças articulares.

“Ao aliviar esse tipo de sofrimento debilitante, o organismo reagirá positivamente com uma melhor função, mobilidade e musculatura. Ao voltar a ter uma articulação ou tendão saudável, o paciente poderá adiar ou ainda evitar a cirurgia ortopédica”, diz Lafayette Lage, médico ortopedista especialista em Medicina Esportiva e Quadril.

Lage explica que fatores como idade, excesso de peso, doenças e lesões articulares provocadas pela prática de esportes acabam alterando o campo elétrico existente em todas as articulações, comprometendo os processos de regeneração das cartilagens, ossos, músculos, tendões e ligamentos.

“O que a PST faz é reproduzir um campo elétrico equivalente ao do organismo, enviando pulsos eletromagnéticos à articulação afetada e estimulando o metabolismo e a atividade das células das cartilagens.

A perda da cartilagem é interrompida e o processo biológico de reparo dos tecidos é reativado, diminuindo a dor e aumentando a mobilidade. O local afetado volta a funcionar sem dor, adiando ou até mesmo evitando a intervenção cirúrgica”, diz o especialista.



Fonte: Dr. Lafayette Lage, médico ortopedista especialista em Medicina Esportiva e Quadril, diretor da Clínica Lage Ortopedia de Ponta (www.clinicalage.com.br)

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