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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Este pequeno ato pode ser a diferença para muitos anos adicionais de vida


Diversas pesquisas já descobriram que ficar sentado o dia todo é muito ruim para a nossa saúde.

Infelizmente, essa é a realidade de muitas pessoas, que possuem profissões que as obrigam a tais períodos sedentários.

Um novo estudo americano de grande alcance sugere que existe algo muito simples que podemos fazer, no entanto: levantar-nos da cadeira regularmente.

Esse ato pequeno pode fazer uma grande diferença, incluindo diminuir o risco de morte.

A teoria
De acordo com Keith Diaz, pesquisador do Departamento de Medicina da Universidade de Columbia (EUA) e principal autor do novo estudo, o comportamento sedentário não é apenas quanto tempo passamos sentados por dia.

“Estudos anteriores sugeriram que os padrões sedentários – se um indivíduo acumula tempo sentado através de vários trechos curtos ou menos longos de tempo – podem ter um impacto na saúde”, explica.

Para explorar ainda mais essa teoria, Diaz e seus colegas analisaram dados coletados por rastreadores de atividade usados em 7.895 adultos com mais de 45 anos, negros ou brancos.

Os participantes faziam parte de uma investigação nacional americana sobre raça e influências regionais nos riscos de derrame.

Os resultados
De acordo com os dados, 77% dos participantes passavam mais de 12 horas por dia sentados. Ao longo de um período médio de acompanhamento de quatro anos, 340 pessoas morreram, e a equipe calculou o risco de mortalidade para os diferentes padrões sedentários e o tempo sedentário total.

Os cientistas descobriram que havia um risco duas vezes maior de mortalidade em pessoas com o tempo mais sedentário, ou seja, que passavam mais de 13 horas por dia sentados, se levantando em períodos regulares de 60 a 90 minutos a cada vez, em comparação com aqueles com o tempo menos sedentário.

Os participantes que se levantavam a cada 30 minutos, pelo menos, tinham o menor risco de morte.

“Se você tem um emprego ou estilo de vida no qual você tem que se sentar por longos períodos de tempo, sugerimos fazer uma pausa de movimento a cada meia hora”, argumenta Diaz. “Essa única mudança de comportamento pode reduzir o seu risco de morte, embora não possamos dizer com precisão qual é a quantidade de atividade ideal”.

A pesquisa foi publicada na revista científica Annals of Internal Medicine. [NewAtlas]

por Natasha Romanzoti
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Por que as pessoas vivem mais nestes lugares?


Qual é o segredo da longevidade? Nos acostumamos a ver pessoas com 90, 100 ou até mesmo 110 anos contando na televisão como chegaram a essas idades, mas normalmente cada uma delas tem um “segredo” diferente: comer isso, não comer aquilo, caminhar todos os dias, tomar sol na medida certa etc.
Mas o que explica que certas regiões do mundo tenham tantos octagenários, nonagenários, centenários e supercentenários – aquelas pessoas que atingem os 110 anos? Pesquisando o assunto, o demógrafo belga Michel Poulain e o médico italiano Gianni Pes descobriram uma população com tais características na região da Barbaglia, na Sardenha, Itália. Desde então, as áreas do mundo onde as pessoas vivem vidas consideravelmente mais longas são conhecidas como “zonas azuis”.

Mais tarde, o pesquisador americano Dan Buettner começou a trabalhar para identificar outras áreas com altas taxas de longevidade e encontrou outras quatro zonas azuis:. Okinawa, no Japão; Icaria, na Grécia; Loma Linda, na Califórnia; e Península de Nicoya, na Costa Rica. Em todos esses lugares, há uma grande proporção de pessoas com idades avançadas, e cada área é caracterizada por características específicas que se relacionam com essa condição.

Na região de Barbaglia, localizada na região montanhosa da Sardenha, por exemplo, está a maior concentração mundial de centenários. Já a Ilha de Okinawa é habitada pelas mulheres mais velhas da Terra, enquanto a ilha de Icaria tem a população mais velha com os níveis mais baixos de demência senil. Loma Linda é o lar de uma comunidade de adventistas do sétimo dia cuja expectativa de vida é 10 anos maior em relação à média nos Estados Unidos, e em Nicoya está a segunda maior comunidade de centenários do mundo.

Para descobrir o segredo das zonas azuis, uma equipe composta por vários especialistas (médicos, antropólogos, demógrafos, nutricionistas, epidemiologistas) – e liderada pelo próprio Dan Buettner – viajou muitas vezes a estes lugares. Eles identificaram nove fatores gerais que explicam a longevidade, todos relacionados à dieta e ao estilo de vida:

9. Atividade física intensa e regular no desempenho das tarefas diárias. As pessoas que vivem nessas regiões não possuem o termo sedentário em seus dicionários

8. Ter um “ikigai” – uma palavra japonesa que é usada para definir nossas próprias “razões para ser” ou, mais precisamente, as razões pelas quais acordamos todas as manhãs

7. Redução do estresse, um fator que está intimamente ligado a quase todas as doenças relacionadas ao envelhecimento. Nas regiões estudadas, a redução do estresse significa interromper o ritmo normal da vida diária para dedicar tempo para outras atividades que fazem parte de hábitos sociais normais. Por exemplo, tirar uma soneca nas sociedades mediterrânicas, rezar no caso dos adventistas, a cerimônia do chá das mulheres em Okinawa, e assim por diante.

6. “Hara hachi bu” – um ensinamento confuciano que significa que não devemos continuar a comer até ficarmos cheios, mas apenas até 80% da nossa capacidade alimentar

5. Priorizar uma dieta rica em produtos à base de plantas. Carne, peixe e produtos lácteos podem ser consumidos, mas em quantidades mais baixas

4. Consumo moderado de bebidas alcoólicas, o que confirma a crença de que os bebedores moderados vivem vidas mais longas do que os não-bebedores

3. Participar de grupos sociais que promovam hábitos saudáveis

2. Participar de comunidades religiosas com práticas religiosas comuns

1. Construir e manter relacionamentos sólidos entre os membros da família: pais, irmãos, avós e outros.

É possível dizer que os 9 fatores de longevidade se enquadram em duas categorias: em primeiro lugar, manter um estilo de vida saudável – praticar exercícios de intensidade regular, incluir hábitos para “quebrar” o estresse diário, incluir plantas em nossas dietas, comer até estar satisfeito, e não cheio, e não beber excessivamente.

Em segundo lugar, integrar-se a grupos que promovam e apoiem essas “boas práticas”: família, comunidades religiosas, grupos sociais, etc. – tudo isso baseado em seu próprio “ikigai”, ou seja, sua própria “razão para viver” – os especialistas dizem que há também um “ikigai” coletivo que define os objetivos para cada comunidade, bem como os desafios a superar para alcançá-los.

A longevidade pode ser determinada pela genética, mas também é algo que pode ser alcançado através de práticas que nos fazem bem e podem nos levar não só a uma vida mais longa, mas também melhor. [Science Alert]

por Jéssica Maes
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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Beber moderadamente reduz em até 34% o risco de morte

© iStock O estudo concluiu que o consumo moderado do álcool está associado a uma redução de morte prematura de 13% em homens e 25% em mulheres e à probabilidade de morte por doença cardiovascular, houve uma diminuição de 21% em…

Boa notícia para quem não abre mão de um drink no final do dia. De acordo com um novo estudo da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e da Universidade Shandong, na China, o consumo regular moderado de bebida alcoólica pode ajudar as pessoas a viverem mais.

Depois de analisar dados de 333.247 americanos que participaram da pesquisa nacional de saúde entre os anos de 1997 e 2009, levando em conta os hábitos dos participantes em relação ao consumo de álcool, os pesquisadores concluíram que a ingestão moderada de bebidas alcoólicas pode reduzir o risco de morte prematura e por doenças cardiovasculares.

Os autores consideraram o consumo moderado como menos de 14 doses para homens e sete para mulheres por semana, sendo que uma dose equivale a 285 ml de cerveja, 120 ml de vinho e aproximadamente 30 ml de destilado.

Redução do risco
Ao longo dos anos, 34.754 participantes morreram de diversas causas. Entre eles, 8.947 mortes estavam relacionadas especificamente à doença cardiovascular e 8.427, ao câncer.

A partir desses dados, os cientistas chegaram a conclusão de que o consumo moderado do álcool estava associado a uma redução de morte prematura de 13% em homens e 25% em mulheres. Em relação à probabilidade de morte por doença cardiovascular, houve uma diminuição de 21% em homens e 34% em mulheres.

Consumo exagerado tem efeito contrário
Em contrapartida, os homens que bebiam quantidades acima do limite tinham 25% mais chances de morrer precocemente, de diversas causas, e 67% mais chances de morrer devido ao câncer. Nas mulheres, entretanto, esses riscos relacionados ao consumo excessivo não foram percebidos de forma significativa.

“Nosso estudo mostra que o consumo leve e moderado pode ter um efeito protetor contra doença cardiovascular, enquanto o consumo exagerado pode levar à morte”, disse Bo Xi, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade Shandong, na China, e principal autor do estudo, ao jornal on-line britânico The Telegraph. “Existe um equilíbrio delicado entre os efeitos benéficos e prejudiciais do consumo do álcool, que devem ser postos em evidência.”

Estudo rigoroso
No estudo, os participantes foram divididos em seis grupos baseados nos diferentes padrões de consumo de álcool: pessoas abstêmias; pessoas que, em geral, beberam pouco ao longo da vida; pessoas que costumavam beber, mas reduziram o consumo consideravelmente (menos de três doses por semana); pessoas que bebem com moderação (mais de três doses por semana, mas dentro do limite) e pessoas que bebem em excesso (mais de 14 doses por semana entre os homens e mais de sete entre as mulheres).

“Nós consideramos abordagens estatísticas rigorosas para abordar questões relatadas em estudos anteriores, como o viés da pessoa que se absteve a vida inteira, o fenômeno do paciente que decidiu parar de beber e o ajuste de possíveis fatores limitadores”, explicou Sreenivas Veeranki, professor de medicina preventiva e saúde comunitária da Universidade do Texas. “Ainda assim, existe uma relação proporcional entre o consumo de álcool e a mortalidade, então as pessoas devem beber com consciência.”

Idosos
Segundo os especialistas, as descobertas mostram que, para a maioria das pessoas idosas, os benefícios gerais do consumo do álcool podem superar o possível risco de câncer. Apesar de o consumo excessivo do álcool estar associado a uma série de problemas de saúde, inclusive o risco cardíaco, ele pode ter um efeito protetor contra doenças se consumido com moderação.

por Marina Felix
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sábado, 14 de maio de 2016

Não tomar sol é tão perigoso quanto fumar, diz estudo

A expectativa de vida de quem não toma muito sol diminui até dois anos


Pessoas que não fumam, mas também não tomam sol têm a mesma expectativa de vida de pessoas que fumam. É o que aponta uma pesquisa publicada na revista científica Journal of Internal Medicine realizada com 30 mil mulheres por cerca de 20 anos.

Este estudo indica que evitar o sol é um fator de risco de morte da mesma magnitude que fumar. Quando comparado a alguém que se expõe mais ao sol, a expectativa de vida de quem não toma muito sol pode diminuir até 2 anos e 1 mês.

Os pesquisadores do Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, responsáveis pelo estudo, notaram que mulheres que mulheres que tomam mais sol tem menos riscos de problemas cardiovasculares e doenças crônicas como diabetes e esclerose múltipla do que quem evita o sol.

Um ponto interessante do estudo é que os benefícios aumentam conforme a pessoa toma mais sol.

Infelizmente, nem tudo são flores, os pesquisadores afirmam que também houve um aumento na incidência de câncer de pele entre quem se expunha mais ao sol. "Contudo, o câncer de pele em pessoas que se expunham mais ao sol tinha um prognóstico melhor do que aquelas que tomavam menos sol", diz o Dr. Pelle Lindqvist, autor do estudo.

Diante de tudo isso, Lindqvist defende que a mulher não deve se expor nem demais e nem de menos ao sol. "Há tempos sabemos que existem três hábitos que são perigosos para a nossa saúde, são eles: fumar, sedentarismo e estar acima do peso. Agora, com esta pesquisa vimos que existe um quarto: evitar exposição ao sol", conta Lindqvist.

fonte:minhavida.com.br
imagem:www.lalarudge.com.br
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Descubra quais são as fases da vida que mais engordam

Fonte: Suadieta

Dicas para você superar todas elas sem traumas e nenhum quilinho a mais!


Você já reparou que quanto mais o tempo passa, mais difícil fica de emagrecer? E nem vem com esta historinha de que o organismo não funciona mais como antigamente, porque, por mais que seja verdade, a explicação para o aumento do peso não é apenas essa. Existem algumas fases da vida que realmente nos engordam, veja quais são elas e aprenda a fugir das tentações.

Fim da lancheira
Quando criança, enquanto a mãe prepara a merenda escolar é tão mais simples comer fruta e tomar apenas um iogurte. O problema é quando a gente entra na adolescência e passa a levar dinheiro para fazer altas compras na cantina. Se você ou o seu filho está passando por esta fase, nada deixar a vontade falar mais alto. O segredo é optar pelos salgados assados e pelos sucos, de preferência, naturais. Fique longe das frituras e do refrigerante.

Primeiro namorado
Nos três primeiros meses, com aquele clima de paixão arrebatadora, a gente chega até a perder peso, porque nada é mais importante do que pensar no seu namorado, nem mesmo comer. Mas, o tempo vai passando, e a sua vida agitada vai ficando de lado. O que vocês mais gostam de fazer? Sair para comer. E é aí que mora o perigo. A única saída é escolher restaurantes que ofereça tudo quanto é tipo de comida. Assim, você não passa por chata atrapalhando a alimentação dele e nem precisa abrir mão da sua dieta para curtir o romantismo. Lembre-se que homens realmente têm o metabolismo mais acelerado do que o de uma mulher.

Início da faculdade
Que atire a primeira pedra quem não começa a faculdade pensando nas chopadas que virão. Mas, com tanto chope, o resultado não poderia ser outro. A barriga aumenta na mesma proporção da curtição. A dica é sempre andar com uma barrinha de cereal ou um sanduíche na bolsa para não ficar só na agitação e esquecer de se alimentar. Quanto à bebida, escolha uns dois dias na semana para consumi-la. Vamos combinar que isso já está de bom tamanho, não é mesmo?

Casamento
Esta palavra tem diversos significados, dentre elas, “diversos quilos a mais”. A ciência ainda não explicou por que homens e mulheres ganham peso quando colocam a aliança na mão esquerda. Mas, na dúvida, vale a mesma lógica para quem está namorando. Se você for cozinhar em casa, tente variar nos pratos lights e pratos mais comuns. Uma boa saída é praticar atividades físicas juntos.

A chegada dos 30
É nesta faixa etária que a maioria das mulheres começa a perder massa muscular, o que faz com que o metabolismo fique mais lento do que o normal. Resultado: por mais que a quantidade de caloria ingerida seja a mesma, a quantidade de caloria queimada já estará defasada. A única saída é praticar exercício físico. Por mais que isso nunca tenha feito parte da sua vida, trate de se matricular em uma academia e renda-se aos benefícios da musculação.


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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Conheça os alimentos que estufam e aumentam o abdômen

Diante de um prato delicioso, ficamos tão atordoadas com a quantidade de sabores que acabamos por esquecer o ponto ideal que deveríamos parar de comer, por já estarmos satisfeitas.

Alguns estudos, pesquisas e opiniões de nutricionistas, nutrólogos e estudantes da ciência das dietas afirmam, portanto, que essa sensação pode ser amenizada com uma fórmula inovadora: a combinação dos alimentos.

Isso não quer dizer que, fazendo o mix ideal de alimentos, você pode largar a mão e comer uma quantidade muito acima do que deve, muito pelo contrário. O ideal é que você coloque pequenas quantidades no prato e coma devagar, mastigando minuciosamente cada grão de comida colocado em sua boca.

Para isso, concentre-se: desligue a TV, o rádio e a internet e deixe as discussões com a família e os amigos de lado. Não pense em problemas e “desplugue-se” do trabalho. O momento da comida deve ser um momento de total relax e paz interior – nem que para isso você tenha que ser atriz por alguns instantes.

Alguns tipos de comida, além de nos causar a sensação de abdômen estufado, podem prejudicar a nossa digestão. Por isso, fique atenta a certas combinações e avalie se o seu prato realmente é saudável para o seu processo digestivo.

Mantenha distância Nutrólogos e nutricionistas cada vez mais são procurados por causa de problemas digestivos, especialmente os que têm relação com o mau funcionamento intestinal. A ingestão diária de frituras, junkie-food, alimentos apimentados e embutidos em grande quantidade, como já sabemos, causam desconforto abdominal pela sensação de inchaço provocada.

Além disso, segundo o endocrinologista e nutrólogo Wilmar Accursio, alguns alimentos por si só já são lentamente digeridos, como é o caso do feijão, brócolis, pimentão e certas frutas, como maçã, pêra, ameixa vermelha, cereja e uva, que mesmo sendo nutricionalmente bons, podem provocar sensação de adbômen distendido, causar fermentação e levar a produção de gases.

Fora esses, ainda segundo Wilmar Accursio, há a lista dos alimentos "danosos" como açúcar refinado, gorduras (embutidos, bacon, carne de porco), queijos, chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas e, para muitas pessoas, até o pão e o leite. De acordo com Wilmar, muitas pessoas associam-se esses sintomas de “estômago estufado” ao ganho de peso, o que em muitos casos não é verdade. “O que a maioria das pessoas não sabe, é que esta situação, quando crônica, pode levar a sérias alterações da flora intestinal, e da absorção de nutrientes toxinas através dos intestinos”, afirma o médico.

A solução do especialista, portanto, seria combinar esses alimentos que nos levam a uma digestão mais “lenta” – desde que contenham bons valores nutricionais, como o caso do feijão, de certas verduras e das frutas – a certas quantidades de legumes com fibras, alimentos integrais, mel, frutas não fermentativas, arroz, batata, frango sem pele, peixes e gorduras de origem vegetal (óleo de girassol, azeite).

“Essencial também é a ingestão dos probióticos, lactobacilos e bifidobactérias vivos, através de iogurtes e lácteos ou de preparados específicos. Estes cuidados com nosso intestino e nossa flora são essenciais para a saúde geral e cada vez mais ouviremos informação sobre benefícios advindos desta estratégia, como prevenção de alguns tipos de câncer e de doenças cardiovasculares e manutenção de um sistema imunológico eficiente”, completa Wilmar.

Curiosidades: - Segundo o livro Magra e Poderosa, das autoras Rory Freedman e Kim Barnouim, o cafezinho que costumamos beber após as refeições, pode ser um forte vilão do acúmulo de peso e do desconforto abdominal por acentuar a acidez do estômago, o que pode prejudicar ainda mais o processo digestivo, tornando-o ainda mais lento e defeituoso. A solução para isso, segundo as radicais autoras, é uma só: a abolição do café da dieta. Simples!

- Alguns chás com efeito diurético, como o chá verde e o chá branco, podem aliviar esses sintomas. Porém, especialistas divergem opiniões quando o assunto é a hora mais adequada para ingeri-los. Apesar de a maioria acreditar que o mais eficaz é uma xícara após as refeições, uma nova gama de nutricionistas afirma que o interessante é tomar o chazinho meia hora antes das refeições, ou então, duas horas depois. Tudo isso desde que você não apresente intolerância à cafeína, claro, pois, esses chás contêm quantidades significativas dessa substância.

Novidade bombástica Seth Roberts, Ph.D., membro do conselho editorial da revista científica Nutrition e professor de psicologia na Universidade da Califórnia era um ex-obeso que se dedicou ao estudo de algumas dietas e questões da nutrição e da endocrinologia conseguir emagrecer. Os resultados foram muitos quilos a menos e a publicação do livro A Dieta de Shangrí-la, da editora Best Seller.

Um dos descobrimentos de Seth, após anos de pesquisa e de experimentações – sim, ele experimentou diversas dietas e tentativas absurdas – é que algumas comidas engordam por sua combinação e que os seus ingredientes, se fossem ingeridos aleatoriamente, não engordariam.

Em seu livro ele explicita a nova teoria, que se trata basicamente da questão dos sabores, ou seja, segundo Seth Roberts, um sanduíche de salame, mostarda e pão de queijo engorda bastante graças à associação forte de sabores que ele contém.

Essa combinação sabor-caloria, gera, portanto, muito mais ganho de peso. Na verdade, a moral da história é a seguinte: quanto mais sabor associado ao prato, mais ele vai engordar, graças à reação que isso desencadeia no nosso cérebro. Portanto, prefira comer um alimento de cada vez e, se possível, opte pelos que possuem menos sabor.

Em um capítulo de seu livro, Seth afirma que os alimentos de sabor fraco nunca se associam fortemente às calorias, o que faz com que eles engodem menos do que os outros.

Dicas Para amenizar a sensação de “barriga cheia”, tente ingerir alimentos com efeito diurético, que, além de tudo, são capazes de deixar o abdômen lisinho. Anote: abacaxi, alface, pepino e berinjela, que evitam a retenção de líquido. Água e produtos ricos em fibras também entram na lista.

Já os alimentos que apresentam maior facilidade em fermentar e dilatar o abdômen são: pimentão, repolho verde e roxo, couve flor, excesso de alho e cebola crua, goiaba, feijão, milho, lentilha e laticínios em geral em excesso.

Evite também tomar líquidos junto às refeições e ingira fruta, que pode ser uma maçã, antes dos demais alimentos.

Fonte : Planeta Mulher
Data : 2009-07-15

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