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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Os incríveis benefícios de tomar água morna com vinagre de maçã e bicarbonato de sódio


O vinagre de maçã e o bicarbonato de sódio são muito usados pela medicina natural. Algumas vezes, isolados; outras, combinados. O fato é que os dois são ricos em propriedades medicinais. E muito fáceis de usar. O vinagre de maçã e o bicarbonato de sódio têm pH opostos. O primeiro é ácido. O segundo é alcalino. Essa oposição de pHs permite misturar os dois produtos e obter incríveis benefícios para a saúde. Muitas pessoas usam o bicarbonato de sódio para tratar a acidez estomacal. De fato, ele é muito efetivo para isso. No entanto, não é recomendável que ele seja usado por muito tempo, pois o consumo prolongado pode alterar o pH do estômago.

O vinagre de maçã ajuda a desintoxicar o organismo. Ele também é ótimo para revigorar o organismo, dando-nos muita energia. Possui vitaminas A e B, enzimas e minerais, como zinco, ferro, silício, cálcio, fósforo, potássio, magnésio e enxofre.

Principais benefícios por tomar morna água com vinagre de maçã e bicarbonato:

- Graças ao seu conteúdo de enxofre, ajuda a expulsar toxinas

- Melhora as funções do fígado, metabolizando melhor as gorduras

- Estimula o metabolismo, qualidade que a torna um excelente recurso para combater a obesidade

- Tem propriedades diuréticas, ajudando a eliminar o excesso de líquido

- Graças às suas enzimas, melhora a digestão

- Combate a prisão de ventre

- Ajuda a equilibrar a flora intestinal

- Ajuda a curar e a manter as gengivas saudáveis

- Trata gripe, resfriado e sinusite

- Combate tosse e dor de garganta

- Ajuda a reduzir colesterol, triglicérides e ácido úrico

- Previne cãibras

- Melhora a qualidade da pele

- Reduz a possibilidade de cálculos nos rins, vesícula e fígado

- Fortalece os dentes e combate cáries e tártaro

Como preparar a água com vinagre de maçã e bicarbonato

Como dissemos, vinagre de maçã e bicarbonato de sódio têm pH oposto, ou seja, um é alcalino e o outro é ácido. Ao combiná-los, alcançamos um pH equilibrado, nem ácido, nem muito alcalino. Dessa forma, conseguimos obter todas as propriedades dos dois sem acidificar nem alcalinizar demais o organismo - tanto a acidez como alcalinização excessiva são nocivas para o organismo. Bicarbonato de sódio sozinho, por exemplo, usado de forma excessiva, por ser extremamente alcalino, pode alterar o pH naturalmente ácido do estômago, o que não é bom, pois o ácido clorídrico do estômago precisa se manter equilibrado para que possamos digerir bem os alimentos.

Aqui está a receita da bebida que combina água morna com vinagre de maçã e bicarbonato de sódio:

Ingredientes
1 copo de água morna
1 colher (sopa) de vinagre de maçã orgânico
1 pitada de bicarbonato de sódio

Modo de preparo
O vinagre de maçã precisa ser de boa qualidade. Use um totalmente natural e orgânico. Coloque o vinagre e o bicarbonato em um copo com água e misture bem com uma colher. Beba três vezes por dia, uma hora antes da refeição. Depois de um tempo, após duas semanas de consumo, você pode diminuir e usar uma dose de manutenção: apenas uma vez por dia e em jejum.

Contraindicações: durante a gravidez ou se estiver tratando úlceras estomacais.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Gengivite é principal causa de perda dos dentes em idosos


De acordo com o Instituto de Pesquisa Dental e Craniofacial dos Estados Unidos (NIDCR), a cárie é a doença crônica mais comum entre pessoas acima dos 60 anos. Já a gengivite é a causa mais recorrente para a perda dos dentes – indicador sensível da saúde oral. Estudos revelam que, na maioria dos casos, a gengivite é resultado de falta de cuidados com a higiene bucal, com escovações e uso de fio dental diariamente. Por conta disso, muitos idosos ainda recorrem ao uso de dentaduras (próteses totais), que, além de alterar as feições do rosto, mudam para sempre o jeito com que a pessoa mastiga, causando limitações ao longo do tempo. Como muitos ainda não podem recorrer aos implantes, a melhor forma de evitar essa situação é investir na prevenção e cuidar bem dos dentes naturais.

Artur Cerri, diretor da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD, explica que a gengivite é uma doença periodontal que causa irritação, vermelhidão e inchaço da gengiva. Nos casos mais graves, a sustentação dos dentes fica comprometida e pode haver perdas. Cerri diz que a gengivite pode ser prevenida mediante escovação regular (mínimo de duas vezes ao dia), uso de fio dental e visitas regulares ao cirurgião-dentista. “É importante que todos se conscientizem, também, de que uma saúde bucal comprometida pode impactar diretamente o aspecto nutricional dos idosos. Nesse sentido, como um efeito dominó, há também perda de qualidade de vida, de bem-estar e autoestima”.

De acordo com o diretor da EAP, antes mesmo do surgimento da gengivite, um relevante problema que deve ser combatido é a boca seca, já que uma pessoa de 60 anos tem metade da quantidade de saliva de um jovem. Com a boca seca e desconfortável, a deglutição se torna mais difícil e a resistência bucal diminui, aumentando a dificuldade de mastigação. Quando essa condição passa despercebida e não é tratada a tempo, pode resultar na perda dos dentes. A síndrome da boca seca acelera o aparecimento de cárie, infecções bucais e, principalmente, gengivite – e compromete não só os dentes do idoso, como também sua saúde geral, já que ele passa naturalmente a comer menos e ingerir apenas alimentos macios ou líquidos.

“Trata-se de um ciclo vicioso que precisa ser interrompido. Ao controlar a síndrome da boca seca, conseguimos manter a saúde oral do paciente em ordem e evitar inflamações e infecções que levam a uma alimentação deficiente e, por conseguinte, comprometem sua disposição física e mental”. O especialista diz que, com o tempo, até mesmo o paladar pode sofrer alterações. Por isso, recomenda a esses pacientes uma excelente higiene oral, contando com enxágues bucais diversas vezes ao dia, além da ingestão de líquidos e de alimentos com alto teor de água. “O idoso deve cortar o alimento em pedaços pequenos, acrescentando, por exemplo, uma boa fatia de melancia, abacaxi, ou melão ao prato principal. Essa rotina controla os efeitos da boca seca durante as refeições e evita que o idoso passe a comer menos e fique com a musculatura oral enfraquecida. Quanto mais tempo puder permanecer com seus dentes naturais, tanto melhor para sua saúde e bem-estar”.

Na opinião de Artur Cerri, apesar de ter havido um aumento significativo nos cuidados de saúde bucal do brasileiro nos últimos dez anos, os idosos claramente ainda sofrem por problemas que podem ser evitados. “Evoluímos muito com relação ao acesso da população aos serviços de saúde bucal. O Brasil, inclusive, integra um grupo seleto de países que incluíram a saúde bucal no SUS – sistema de saúde de acesso universal e gratuito. O programa Brasil Sorridente resultou na criação de mais de mil Centros de Especialidades Odontológicas em todo o país. A APCD também tem se empenhado nesse sentido, realizando com sucesso a Campanha de Prevenção e Tratamento do Câncer de Boca. Ainda assim, são necessárias mais campanhas e ações que possibilitem aos idosos um tratamento bucal adequado e a recuperação da saúde”.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 30 de abril de 2017

Benefícios da Própolis

A ciência é muito importante em todas as áreas da vida. E na medicina não seria diferente! É através dos estudos que cientistas no muno inteiro descobrem prevenções e curas para vários tipos de doenças.

Em uma dessas pesquisas, constatou-se que a própolis, que é uma substância produzida pelas abelhas, serve para proteger a colmeia de vírus e bactérias. Por isso, foi verificado que ela atua como um antibiótico natural, capaz de combater uma série de doenças. E a partir dessas descobertas, a própolis passou a ser muito utilizada por suas propriedades medicinais.

Dentre os ingredientes que compõem a própolis, encontramos alguns minerais importantes, como: cálcio, ferro, magnésio, silício, bromo e zinco. Ela também contém bioflavonoides, que funcionam como antioxidantes. Essas substâncias são as grandes responsáveis pela ação antibiótica da própolis. Outra informação relevante é que a própolis facilita a absorção de vitamina A e vitaminas do complexo B.

Propriedades medicinais da Própolis

Devido a essas substâncias benéficas, a própolis possui diversas propriedades terapêuticas. Além de funcionar como antibiótico, ela também atua como analgésico, broncodilatador e cicatrizante. Por tudo isso, a própolis pode ser utilizada para tratar:

Extrato de Própolis

Gripes e resfriados;
Dores de garganta;
Tosses irritativas;
Amigdalite;
Rinite, sinusite, asma e bronquite;
Gengivite;
Estomatite;
Queimaduras;
Acnes;
Alergias.

A própolis ainda ajuda a reforçar o sistema imunológico, combate os radicais livres e previne o envelhecimento precoce. Com todos esses benefícios, vale a pena utilizar essas substância natural regularmente.

Como usar a Própolis

Por mais que a própolis seja um produto natural, não devemos exagerar nas quantidades. Além disso, é importante consultar um profissional para conhecer a quantidade indicada para o seu caso. Não consuma mais do que 60 gotas do extrato de própolis por dia, a não ser que essa seja uma indicação médica.

No mercado, é possível encontrar a própolis em diferentes formas, como: sprays, xaropes, comprimidos, pastilhas, balas, em gotas, dentre outras. Lembre-se de sempre procurar produtos de marcas conhecidas e evite os preparos caseiros. No caso do extrato, você pode consumir de 10 a 15 gotas diariamente, para garantir todos os benefícios da própolis sem prejudicar sua saúde.

Quem tem dificuldades para ingerir o própolis puro, pode adicioná-lo ao mel. Esta combinação é excelente para tratar as doenças relacionadas acima. Mas lembre-se que o mel não deve ser oferecido a crianças menores de 1 ano de idade, por conter toxinas que o seu organismo ainda não consegue eliminar.

Esta combinação de própolis com mel também é eficaz para tratar queimaduras na língua. É bastante comum que se queime a língua ao ingerir alimentos ou bebidas muito quentes, especialmente chás e café. Quando isso ocorrer, misture duas gotas de extrato de própolis a uma colher de sopa de mel. Coloque a mistura na boca, em contato com a língua, pelo máximo de tempo possível, e só depois engula. Enquanto o mel ajuda a amaciar e acalmar a mucosa da língua, o própolis possuí propriedades que ajudam na regeneração e cicatrização dos tecidos.

Pessoas que sofrem com as aftas podem pingar uma gota do extrato diretamente na ferida. A própolis alivia a dor e ajuda a melhorar mais rápido.

fonte
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Como fazer um enxague bucal caseiro

A saúde bucal é extremamente importante para o nosso bem-estar e saúde geral. Uma má higiene oral causa diversas condições incômodas e desconfortáveis que sem tratamento podem se tornar doenças crônicas, inclusive levando a perda dos dentes. Para ajudar a cuidar da sua higiene oral, os enxagues bucais podem ser de grande ajuda e a seguir trazemos algumas sugestões caseiras bastante eficazes.

O enxague é uma preparação amplamente utilizada após a escovação dos dentes. Muitas pessoas preferem fazer seus próprios bochechos caseiros, já que os comerciais contêm ingredientes químicos, como álcool etílico, que podem ressecar ainda mais a boca ou deixar a garganta seca.

Os enxagues bucais caseiros podem combater não apenas as bactérias que causam mau hálito, gengivite, doença periodontal, cárie dentária e as aftas e também podem ser usados para acalmar uma garganta irritada, rouquidão e até mesmo ajudam o sistema cardiovascular.

De acordo com pesquisas, os germes que causam desconforto nas gengivas (gengivite) penetram na corrente sanguínea e estimulam a formação de coágulos que causam ataques cardíacos e derrames. Daí a importância de usar os enxagues bucais de forma regular.

No entanto, o enxague não é uma invenção nova, já que o antigo sistema de cura indiano conhecido como Ayurveda, o usava, como remédio curativo, há milhares de anos.

A ayurveda acredita que um bochecho com óleos vegetais melhora o sono e aumenta o poder da mente, clareia os dentes e rejuvenesce as gengivas.

Plantas Usadas Para Fazer Enxagues Bucais Caseiros:

Gel de aloe vera. Esta planta é conhecida por ter propriedades antifúngicas e antibacterianas.

Óleo essencial de bergamota. Esta é uma fruta de cor amarela semelhante a um limão, mas com o tamanho de uma laranja. Seu óleo essencial possui propriedades antissépticas e calmantes.

Óleo da árvore do chá. O óleo da árvore do chá é outro grande curador de usos múltiplos devido as suas virtudes antibacterianas, antissépticas, antivirais e antifúngicas.

Manjericão. Esta é uma erva com um odor forte, mas doce. As pesquisas têm demonstrado que o óleo de manjericão é antiviral, antioxidante, antimicrobiano, e tem propriedades contra o câncer.

Canela. Esta especiaria contém antioxidantes e agentes antimicrobianos e, devido a isso, pode inibir o crescimento de bactérias.

Cravo. Contém propriedades antissépticas e antioxidantes. É importante observar que o óleo de cravo alivia a dor de dente quando aplicado a uma cavidade ou um dente com cárie.

Gengibre. Tem propriedades anti-inflamatórias.

Limão. O suco de limão é adstringente e contrai o tecido ao engolir e combate os germes.

Mel. O mel reveste a garganta e um antibacteriano leve.

Mirra. É altamente adstringente, é uma super-planta no combate a inflamação. Além disso, é antisséptica.

Receitas de Enxagues Bucais Caseiros:
Enxague para o mau hálito ou halitose: Despeje 1 a 2 colheres de chá de cravo em uma xícara de água que esteja quente. Realize vários enxagues depois da escovação.

Enxague para garganta dolorida ou rouquidão # 1: Misture 1 limão em uma xícara de água quente. Dissolva 1 colher de chá de sal em uma xícara de água quente e adicione uma colher de sopa de água oxigenada para matar os germes.

Enxague para garganta dolorida ou rouquidão # 2: Despeje em ½ xícara de água quente uma colher de chá de gengibre em pó; adicione o suco de ½ limão e 1 colher de chá de mel.

Enxague para garganta dolorida ou rouquidão # 3: Coloque 10 gramas de folhas de amora em 100 ml de água. Ferva durante 15 minutos. Coe, adoce com mel e use duas vezes por dia. As folhas de amora contêm tanino, que é tanto antisséptico como antifúngico.

Enxague para gengivite: Faça bochechos com clorofila. É necessário tê-lo na boca por cerca de cinco minutos aproximadamente. Isto ajuda a fortalecer as gengivas fracas e doentes e alivia a dor de dente.

Enxague para gripe (em seu início) # 1: Misture molho de Tabasco em água. O molho picante faz com que você transpire de forma rápida e abre as vias aéreas bloqueadas.

Enxague para gripe (em seu início) # 2: Adicione 2 colheres de chá de tintura de equinácea a uma xícara de água e faça bochechos e gargarejos várias vezes ao dia. Este enxague pode aliviar a dor de garganta própria da gripe e proporcionará ao seu sistema imunológico o reforço que necessita para combater a infecção.

Enxague para laringite: Despeje 1 colher de chá de tintura de mirra em 1 xícara de água. Faça bochechos e gargarejos várias vezes ao dia, pode ser necessário um pouco de esforço, mas funciona muito bem.

Recomendações:
Prepare uma mistura para cada uso. É melhor gastar um pouco e descartá-la do que deixá-la no recipiente, já que pode ser contaminada com bactérias.
Use água quente, tanto quanto você pode tolerar. As preparações frias não são eficazes.
Não engula o material. Você deve cuspir.

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Remédios para periodontite ou doença periodontal


Em muitas ocasiões negligenciamos os cuidados com os nossos dentes e a nossa saúde oral, mas esta é tão importante quanto qualquer outra parte do nosso corpo e merece os cuidados adequados. Existem muitas doenças que podem afetar os nossos dentes e a nossa gengiva, por isso eles precisam de cuidados constantes e habituais, já que essas condições além de desconfortáveis podem ser também muito antiestéticas.

A periodontite também é denominada doença periodontal. Define-se como uma inflamação das estruturas que rodeiam e suportam os dentes. Se não for tratada, pode progredir até a destruição da mandíbula. É uma das causas mais comuns de perda de dentes, assim como um fator de risco para doença cardíaca e parto prematuro com baixo peso ao nascer.

A gengivite é a etapa mais precoce da periodontite. Pode ser recorrente ou inclusive se tornar crônica. Se não for tratada adequadamente, pode evoluir para periodontite, uma inflamação do ligamento periodontal que mantém o dente sobre o osso.

A periodontite às vezes é denominada pyorrhea, ou secreção de pus. Algumas de suas causas afetam osso da mandíbula. Um caso claro de doença das gengivas que aparece de repente se conhece como doença das trincheiras, gengivite ulcerativa necrosante ou infecção de Vincent.

Deve-se a uma infecção causada por uma espiroqueta e um bacilo fusiforme. Atualmente é especialmente comum entre adolescentes e jovens adultos submetidos ao estresse, geralmente em épocas de provas. A inflamação que supõe esta doença pode se espalhar para os tecidos próximos do rosto e do corpo.

De longe a principal causa de periodontite é uma má higiene dental. O uso do fio dental e escovação diária regular costumam eliminar os restos de alimentos e bactérias que crescem na boca. Se a higiene é negligenciada, as bactérias se acumulam e formam uma placa bacteriana sobre os dentes e gengivas que, se não for removida, se mistura com a saliva e forma o tártaro.

O tártaro irrita a gengiva e faz com que os dentes encolham, abrindo espaços onde podem acumular se acumular ainda mais bactérias e placa. Este ciclo gradualmente aumenta a inflamação e a infecção.

Os mecanismos pelos quais as bactérias destroem o tecido na periodontite avançada ainda não são completamente compreendidos. Acredita-se que diversos produtos bacterianos que se estendem pelo tecido desempenham um papel na periodontite. As toxinas produzidas por algumas bactérias podem matar as células.

Alguns estudos mostram que a quantidade de endotoxina presente correlaciona-se com a gravidade da doença periodontal. Outros produtos bacterianos incluem enzimas proteolíticas, moléculas que digerem as proteínas que se encontram nas células causando desta forma a destruição celular.

A resposta imunitária humana também foi implicada na destruição do tecido: como parte de uma resposta imune normal, os glóbulos brancos invadem áreas de inflamação para destruir as bactérias. No processo de destruição das bactérias, o tecido periodontal também é destruído. Existem alguns fatores que contribuem para o desenvolvimento de periodontite.

Os fumantes têm dez vezes mais probabilidade do que aqueles não fumantes de apresentar periodontite. Os níveis hormonais favorecem o desenvolvimento de bactérias na boca. Assim, a gravidez, a puberdade, a menopausa e o uso de anovulatórios orais ou injetáveis pode criar um clima que facilita o desenvolvimento da periodontite.

Outros fatores são diabetes mellitus, escorbuto, pelagra, alergias, leucemia, doença de Crohn, AIDS, quimioterapia, deficiências nutricionais, deficiências de ácido clorídrico, radiação e exposição a metais pesados (mercúrio, arsênico, chumbo e níquel).

Os medicamentos que podem contribuir para o desenvolvimento da periodontite são fenitoína (controla as convulsões), ciclosporina (em pessoas que tenham sido submetidas a transplantes de órgãos) e bloqueadores dos canais de cálcio (estabilizam a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos).

Os principais sintomas da gengivite são avermelhamento e inflamação das gengivas, que sangram com facilidade; a dor costuma ser mínima. As pessoas com periodontite têm os mesmos sintomas, e também dor, perda de dentes e mau hálito. Podem aparecer abscessos e pus. A doença de Vincent inclui um início súbito de sintomas com dor, sangramento nas gengivas, mau hálito e uma mucosidade cinzento que cobre as gengivas.

Remédios Caseiros Para Periodontite:
Tome uma xícara diária de água com o suco de um limão fresco para o sangramento das gengivas e, após 30 minutos, passe pelas gengivas folhas de neem previamente lavadas.
Lave os dentes com uma mistura de bicarbonato de sódio e peróxido de hidrogênio para limpá-los completamente e combater a infecção.
Aplique diretamente gel de aloe vera sobre as gengivas para reduzir a dor e a inflamação.
Despeje 1 colher de sopa de vinagre de maçã em uma xícara de água e realize vários enxagues orais diários.
Massageie as gengivas com infusão de eucalipto, infusão de hamamélis ou o conteúdo de uma cápsula de vitamina E, esfregando com um dedo em um movimento circular ao longo da linha das gengivas durante 15 minutos diários.

Recomendações: Escovar os dentes diariamente, além de passar o fio dental após as refeições. A escova de dente deve ser substituída a cada mês, já que as bactérias tendem a se acumular neles; devem ser macias para evitar qualquer lesão para as gengivas.

Visite regularmente o dentista se você tem uma tendência a periodontite, a fim de controlar a saúde das gengivas e dos dentes. Um higienista dental deve limpar os dentes de forma regular, especialmente se houver uma tendência aumentada para formar placas bacterianas.

Consumir alimentos ricos em zinco, cobre, ácido fólico, vitamina E, selênio e vitamina A e outros betacarotenos, já que são muito úteis para retardar o aparecimento da periodontite, especialmente se a pessoa tem deficiências nutricionais. Também é recomendada a suplementação diária com coenzima Q10.

Consumir alimentos ricos em flavonoides (mirtilo, bagas de espinheiro-alvar, cebolas e uvas), pois reduzem a inflamação e fortalecem o tecido da gengiva.

Evite o consumo de alimentos processados, como açúcar, pão e cereais, contribuem para a formação de placas e deve, portanto, ser evitado, enquanto que os ricos em vitamina C devem ser consumidos diariamente (esta vitamina é importante para manter as gengivas saudáveis, e pode ser necessária sua suplementação).

Evite fumar, já que o tabaco reduz a absorção de vitamina C. Consuma suplementos de cálcio e magnésio para minimizar a perda óssea em periodontite progressiva.

fonte:saudedicas.com.br
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quinta-feira, 24 de março de 2016

Escovação errada causa problemas na gengiva


A placa dental formada por uma película incolor pode causar gengivite e periodontite.

O uso de fio dental e a escovação adequada após as refeições são fundamentais para evitar problemas na gengiva. A limpeza incorreta dos dentes pode ocasionar gengivite e periodontite. As doenças são causadas por uma placa incolor e aderente às superfícies dos dentes. Nelas estão as bactérias encontradas na flora bucal.

A gengivite é uma inflamação na gengiva causada pela liberação das toxinas das bactérias encontradas na placa dental. A doença causa sangramento gengival e altera a cor rósea para vermelho.

A periodontite é um estágio mais grave da gengivite. Ela causa o comprometimento das estruturas de suporte dos dentes. A doença provoca mal hálito, retração gengival e até perda dos dentes. Estudos apontam que não são apenas as pessoas mais velhas que sofrem com a doença. Adolescentes e jovens também não estão livres dela, desde que não façam uma higiene adequada dos dentes.

Os tratamentos indicados são controle da placa dental, remoção de tártaro, alisamento das raízes dos dentes e ida ao dentista a cada três ou seis meses. Em casos mais graves de periodontite é recomendado o tratamento cirúrgico.

fonte:fibromialgia.com.br
imagem:www.agemed.com.br
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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Por que gengivas sangram?

O que é gengivite?
As gengivas que sangram facilmente, espontaneamente ou pela passagem da escova de dente é um sintoma que denota que ela não está saudável.
Sangramento das gengivas é o início de uma mudança que poderia provocar a doença oral ou doença periodontal chamada periodontite.
O fenômeno do sangramento gengival (sangramento das gengivas) é normalmente acompanhado por um aumento do volume localizado ou generalizado das gengivas isto é, uma mudança de cor que faz com que as gengivas fiquem vermelhas e mais volumosas do que a normal. Este conjunto de mudanças é chamado Gengivite.

Experiências ao longo dos anos têm permitido descobrir que quando há gengivite, durante o sétimo dia dessa alteração parece estar presente o sangramento gengival.

Por que ocorre a gengivite?
A gengivite pode ocorrer como conseqüência do acúmulo de placa bacteriana e tártaro ou cálculo na gengiva. A placa e os cálculos são substâncias que são armazenados por grande quantidade de bactérias que são prejudiciais para as gengivas e para a saúde da boca em geral. Isto significa que a placa é na maior parte, na verdade, um tipo de matriz, onde as bactérias se acumulam.

Ao contrário do cálculo, ou tártaro, por si só, não produzem irritação dos tecidos da cavidade oral, mas contribui para a retenção e acumulação de placa bacteriana, uma vez que é uma substância rígida que adere aos dentes. O cálculo é na verdade o resultado de calcificação da placa bacteriana.

Fatores de risco para a gengivite
Estudos científicos têm mostrado que existe uma predisposição genética em algumas pessoas em desenvolver a gengivite, que é mais evidente no caso da periodontite, estádio mais avançado da doença.
Sem mencionar um fato que é muito importante, podemos dizer que o fator de risco de higiene bucal é essencial. Sem higiene bucal adequada e minuciosa é impossível lutar contra a placa e, portanto, não pode lidar com a gengivite.

Também tem sido demonstrado que existe uma relação estreita entre o consumo de tabaco e o aparecimento da gengivite.
Esta relação é especialmente em casos de consumo excessivo de tabaco, considerando-se o consumo excessivo de 20 cigarros por dia. Estudos demonstraram que o tabagismo de 20 ou mais cigarros por dia eleva o risco da gengivite equivalente a ausência de higiene oral.
Estresse ou estado de ansiedade também influencia negativamente a saúde bucal e predispõe gengivite desde o nosso sistema de defesa, nestes casos, que opera com menos eficiência.

Outro fator predisponente para a gengivite é a diabetes mal controlado. Nos últimos anos temos estudado a possibilidade de transmissão da doença da doença periodontal e da gengivite pelo beijo, concluindo que os casais que sofrem de doença periodontal têm um risco aumentado de 20% do sofrimento do que aqueles que não estão expostos a este fator.
Além destes fatores gerais que podem causar ou contribuir para a existência de gengivite, há uma série de fatores localizados na boca, que predispõem para esta alteração, tais como más posições dentárias ou alterações na estrutura ou forma dos dentes.

fonte:http://www.saudedicas.com.br/saude-dental/por-que-gengivas-sangram-3014046
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Como prevenir a gengivite


Como prevenir a inflamação das gengivas


A gengivite

A gengivite acontece quando pouco a pouco, os tecidos são profundamente atingidos e mesmo o osso onde o dente está implantado sofre uma redução. Quando mais de metade do suporte dentário é destruído, o dente começa a abanar. A gengivite começa na infância ou na adolescência: depois dos 9 anos, 50% das crianças têm já gengivite, Só rigorosas medidas de higiene oral (escovagem e uso de fio dental) limitam esse tipo de estragos. Acrescentemos que esses aborrecimentos também se dão quando os dentes estão mal alinhados ou demasiado distanciados. Daí a importância do controlo dentário e da eventual colocação de uma correcção na altura da formação da dentição definitiva, quando a criança tem entre 8 e 14 anos.

Como tratar a gengivite

Se a placa bacteriana não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (venenos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença da gengiva, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes e mandíbula/maxilar.

Os sintomas da gengivite

- Gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis que podem sangrar durante a escovagem;

- Recuo ou retracção da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada;

- Formação de bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida e placa, causando mau hálito frequente ou sentem gosto amargo na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.

Causas da inflamação: os germes

Os germes presentes na cavidade bucal produzem substâncias que atravessam a pele das gengivas onde esta é mais fina e permeável, que é na zona de ligação das gengivas aos dentes. Além disso, este aglomerado de microrganismos vivos e mortos solidifica, sob o efeito dos sais de cálcio elaborados pela saliva, e forma, desse modo, um depósito de tártaro. Estes processos fazem surgir, aos poucos, uma inflamação da gengiva ou gengivite. Os vasos capilares dilatam-se, a circulação do sangue altera-se, as gengivas ficam vermelhas, incham e sangram ao menor contacto.

fonte:http://www.vidadequalidade.org/como-prevenir-a-gengivite/
imagem:www.ijui.com
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