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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Micose de unha: tire suas dúvidas sobre o tratamento

Alguns fatores podem fazer com que essa dermatite demore mais tempo para ser curada

A micose de unha é uma dermatose incômoda e antiestética que afeta os pés, principalmente, mas que pode também estar presente nas mãos. Trata-se de uma infecção por fungos que se alimentam da queratina, presente na pele e unhas. Em geral, o paciente primeiro adquire a micose na planta dos pés e, após um período variável de tempo, devido às condições favoráveis para o desenvolvimento desses fungos (sapatos fechados tornam o ambiente quente e úmido), eles acabam por atingir também as unhas.

O problema em relação a essa doença é que o tratamento é longo (média de 12 meses para os pés e quatro meses para as mãos) e os resultados demoram a serem percebidos, levando muitas pessoas a desistirem de se tratar. Além disso, alguns pacientes apresentam condições que dificultam o seu tratamento, o que prolonga ainda mais este período. Elaboramos este post com dicas do que fazer para evitar a reinfecção e sinais de que a sua micose de unha é de tratamento mais complicado.

Como reconhecer o problema?
A micose de unha geralmente se manifesta com manchas brancas na superfície ou embaixo da unha, espessamento da pele sob a unha e da lâmina ungueal em grau variável. Além disso, alterações da coloração podem acompanhar os achados anteriores, variando do branco-amarelado ao acastanhado e até preto. Sempre que observar esse tipo de alteração nas unhas é aconselhável procurar o dermatologista para iniciar rapidamente o tratamento, uma vez que a doença mais avançada tende ser mais difícil de tratar. O melhor tratamento vai ser indicado pelo médico dermatologista e pode consistir de medicações orais, locais ou uma associação de ambas.

Quais os sinais de que o tratamento vai demorar mais?
Os sinais mais importantes que indicam uma maior dificuldade para tratar a onicomicose são: a doença está na lateral da unha e chega até a região da cutícula, intenso descolamento da unha em relação ao leito e quando temos unhas muito espessadas.

Além disso, pacientes que apresentem um crescimento mais lento das unhas - devido a problemas como: hipotireoidismo, doença vascular periférica, diabetes ou simplesmente idade avançada - têm uma maior suscetibilidade para o surgimento da infecção e, uma vez presente, uma maior dificuldade no seu tratamento.

Pacientes do sexo masculino, imunossuprimidos e com doenças associadas que impedem o tratamento oral, também terão uma maior dificuldade de tratamento. Os fungos dermatófitos são mais facilmente eliminados que as leveduras e estas, por sua vez, do que os bolores. Portanto, o tipo de fungo que está envolvido também ajuda a estimar o tempo de tratamento e o que esperar dele.

O que fazer para evitar a reinfecção?
Após fazer o tratamento da micose, é importante tomar alguns cuidados: secar bem os pés antes de calçar os sapatos, limpá-los muito bem e deixá-los no sol, usar talcos antifúngicos para evitar a contaminação e ficar atento a qualquer sinal de retorno da doença.

fonte:http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/17513-micose-de-unha-tire-suas-duvidas-sobre-o-tratamento
imagem:remedioparamicosedeunha.com
Escrito por:Tatiana Gabbi - Dermatologia
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

18 dicas protegem o corpo de micoses durante o verão

Calor e umidade aumentam as chances de micoses nessa estação....

Escrito por: Bhertha Tamura....

Dermatologia
foto: Especialista Minha Vida....

Assim como em meu último artigo, pretendo abordar algumas doenças bastante comuns no verão. O calor, o sol, a umidade, a tendência pessoal e até mesmo a mudança nos hábitos de higiene durante as tão desejadas férias, que nos levam ao convívio em ambientes diversos facilita o desenvolvimento de algumas doenças, entre elas as micoses ("pano branco", outros tipos de micose de pele e unhas), desencadeamento do herpes simples, infecções dos pelos (foliculites), queimaduras por "plantas" e parasitoses.

O "pano branco" ou a pitiríase versicolor, pode se apresentar como manchas brancas no corpo, especialmente no pescoço, ombros, costas, peito e pode progredir para o abdômen e raramente para a raiz das coxas. Essas manchas podem ter cores diferentes, como marrom, rosa, vermelho e por isso é chamado versicolor.

Muitas vezes o paciente percebe tais feridas apenas no verão quando ele se expõe ao sol. As áreas com micose não bronzeiam, primeiro pela presença da própria micose como por produtos que o fungo "libera" e somente então o paciente percebe que apresenta a lesão. Por isso, chamamos esse tipo de irritação também de micose de praia ou da piscina. Esta variedade extremamente comum deve ser tratada de preferência antes da exposição solar, já que após o bronzeamento, a pele precisa de um maior tempo para que sua cor se torne homogênea.

Toalhas usadas por mais de uma pessoa ou mal lavadas, equipamentos profissionais como botas, luvas, roupas ou calçados de outras pessoas, tesouras e lixas são outros focos de micoses.

Com relação à micose, é importante observar a higiene dos animais domésticos, chuveiros de clubes, lava-pés das piscinas, saunas, ou ao andar descalço em qualquer outro tipo de piso úmido ou público. Toalhas usadas por mais de uma pessoa ou mal lavadas, equipamentos profissionais como botas, luvas, roupas ou calçados de outras pessoas, alicates de unhas e de cutículas, tesouras e lixas de unhas são outros focos de micoses caso não estejam esterilizados.

Separei algumas medidas higiênicas simples que ajudam no processo de cura e previnem a infecção das micoses em geral:
Micose do corpo:

- Secar cuidadosamente o corpo após o banho.
- Evitar o excesso de calor e o acúmulo de umidade nas áreas afetadas.
- Usar roupas largas e bem ventiladas, evitando roupas justas e sintéticas.
- Usar um talco absorvente e agradável uma ou duas vezes ao dia.
- Não usar toalhas ou roupas emprestadas.
- Depois do banho certifique-se que entre os dedos, virilhas e outras dobras estejam bem secos.
- Escolha sempre roupas íntimas de fibras naturais como o algodão, pois as sintéticas prejudicam a transpiração.
- Procure não ficar muito tempo com a roupa de banho molhada.
Micose dos pés:

- Secar cuidadosamente os pés, especialmente entre os dedos após o banho (se já estiver infectado, separar a toalha e lavá-la adequadamente após o uso).
- Evitar meias de lã, sintéticas ou de algodão que mantenham os pés úmidos por longo tempo. Escolha as meias leves e as troque diariamente ou até mais frequentemente se transpirar muito.
- Usar sandálias ou sapatos que permitam a ventilação. Quanto usar calçados fechados, exponha-os ao sol após o uso. Os piores calçados para se usar são aqueles que abafam muito o pé, como tênis, borracha etc.
- Usar um talco absorvente entre os dedos.
- Evitar caminhar sem calçados em locais públicos de alta circulação, usar sandálias ou chinelos.
- Não usar toalhas, roupas, calçados ou chinelos emprestados.

Micose das unhas:

- Usar instrumentação de manicure esterilizada, de preferência tenha o seu próprio material (alicate de unha e de cutículas, lixa).
- Evitar manter úmidos os dedos secá-las totalmente inclusive entre os dedos usando um secador de cabelo.
- Incluir os cuidados para micose dos pés (para micose de unha dos pés).
- Não usar toalhas, luvas emprestadas.
fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/12662-18-dicas-protegem-o-corpo-de-micoses-durante-o-verao?utm_source=news_mv&utm_medium=saude&utm_campaign=299054

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domingo, 8 de março de 2009

O tratamento de Micose de Unha

Fonte/ www.achetudoeregiao.com

O tratamento de uma micose de unha é geralmente demorado e necessita, juntamente com um bom medicamento, de sua colaboração ativa e persistente. O tratamento pode ser feito com comprimidos de compostos antimicóticos ou antifúngicos, e/ou mediante aplicação de um esmalte com composto antifúngico. Caso seu médico optar pelo tratamento com esmalte, atente para estas orientações ao tratamento de micose de unha. Estas informações são importantes sobre como usar esmaltes terapêuticos.

O crescimento de uma nova unha geralmente requer um longo tempo. Portanto, tenha paciência, mesmo que decorridas algumas semanas de tratamento e você não tenha observado nenhuma melhora aparente. Uma unha normal e sadia cresce cerca de 2 mm por mês. Para que a sua unha doente possa recuperar- se integralmente, é preciso que você faça uso de esmalte terapêutico para unhas, com freqüência constante e regular, conforme indicado pelo seu médico, ou seja. Durante o primeiro mês, dia sim, dia não
durante o segundo mês, duas vezes por semana (às quartas feiras e aos domingos) e;
do terceiro até o sexto mês, uma vez por semana (aos domingos)

Antes da primeira aplicação do esmalte terapêutico recomenda- se cortar a unha, o mais rente possível, com alicate ou tesoura apropriada.Com uma lixa grossa, lixar a unha o máximo possível, ate atingir a sua parte boa e sadia. O restante da unha ficara então mais fino. As lixas utilizadas nas unhas afetadas não devem ser utilizadas em unhas sadias. Aplique, em seguida, uma fina camada do esmalte terapêutico sobre a unha doente, sendo suficiente uma ou duas pinceladas.

Forma-se então uma fina camadade esmalte sobre a superfície da unha com micose. Para eliminar a micose é suficiente uma camada homogênea do esmalte, que
não precisa ser grossa nem muito brilhante.Uma vez por semana toda a camada de esmalte deverá ser retirada das unhas com micose, usando-se lencinho umedecido com álcool que acompanha o frasco ou com algodão embebido em removedor de esmalte. Apos limpar a unha, deve-se remover da mesma, através de lixamento, todo material estranho depositado em sua superfície. Quando houver borragem ou descascamento da camada de esmalte na superfície da unha, e suficiente renovar o local com uma passagem do pincel com esmalte terapêutico para unhas.

A mulher preocupada com sua estética não precisa deixar de usar o esmalte cosmético para unhas de sua preferência durante o tratamento com esmalte terapêutico.

Após secagem da camada do esmalte terapêutico espalhado sobre a unha com micose, conforme orientado acima, esta camada poderá ser recoberta por outra, superposta, do esmalte cosmético, sem perda do efeito terapêutico da medicação.

O Tratamento a base de fluconazol tem sido muito usado por dermatologista com sucesso.

Um antimicótico ou antifúngico é um agente que previne ou inibe a proliferação dos fungos ou os destrói. Ou mata os germes de trigo, contra quaisquer infecção.

Nunca se automedique sempre procure um bom profissional.

Proteja-se da micose

Fonte/Revista Saúde
Calor e umidade: eis o ambiente ideal para a proliferação de fungos, microorganismos que podem se alojar na pele e nas unhas, causando infecções incômodas e resistentes. Aprenda a barrar esses hóspedes indesejáveis durante o verão, época em que eles deitam e rolam
por Suzel Tunes

Só a bela e perfeita bailarina da música de Chico Buarque é que não tem “coceira, berruga nem frieira”. Na vida real todo mundo pode ser vítima dos fungos causadores de micoses, especialmente nos dias quentes. E a frieira, também chamada de pé-de-atleta, é uma das mais comuns. Basta observar a pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo laboratório Janssen-Cilag. Ela constatou que metade da população tinha algum tipo de doença nos pés. E o principal diagnóstico (62,8% desse grupo) era o de infecção fúngica.

Os especialistas costumam classificar as tais infecções fúngicas em superficiais ou profundas. As primeiras são endêmicas, isto é, ocorrem quando as condições ambientais — calor, umidade, pouca luz e presença de matéria orgânica — favorecem o crescimento de fungos. Já as micoses profundas, em geral oportunistas, acometem pessoas que apresentam grave deficiência imunológica. É o caso de pacientes de câncer, aids ou os internados em unidades de terapia intensiva, alvos fáceis de microorganismos que podem invadir órgãos internos e causar altos índices de mortalidade. “Em média os óbitos chegam a 40%, mas, nos casos mais graves, 70% dos infectados acabam morrendo”, revela a infectologista Maria Luiza Moretti, professora da Universidade de Campinas, no interior paulista. Segundo ela, essas infecções invasivas vêm aumentando nos últimos anos, fruto paradoxal da eficácia da Medicina no tratamento de doenças graves. Explica-se: a maior sobrevida e o tempo prolongado em ambiente hospitalar elevam o risco de infecções. Felizmente têm surgido novos medicamentos antifúngicos que tendem a reduzir o número de vítimas fatais.

As micoses superficiais — que atingem pele e unhas — em geral não trazem maiores riscos para a saúde da imensa maioria da população. O que não quer dizer que dispensem atenção. “Elas comprometem a qualidade de vida e devem, sim, ser tratadas”, enfatiza Maria Luiza.

Uma micose começa como um problema estético que, de imediato, afeta a vida social. Coceira, inflamação ou escamação da pele e deformação nas unhas são sintomas comuns. Se não for tratada adequadamente, pode ficar bastante incômoda e dolorosa. Nos pés, por exemplo, são a porta de entrada para infecções bacterianas, o que piora o quadro. O desconforto chega a interferir no andar, causando problemas ortopédicos. Os diabéticos devem ter um cuidado especial, pois são particularmente suscetíveis a ferimentos e infecções graves.

Para descartar a possibilidade de alergias e até hanseníase, o primeiro passo é procurar um dermatologista, que deve colher material para exame micológico. “Só assim será possível identificar com segurança o tipo de fungo e prescrever o tratamento mais eficaz”, afirma a dermatologista Carmélia Reis, chefe do Laboratório de Micologia do Hospital Universitário de Brasília. Nem pense em automedicação. Em geral é desastrosa, pois o bicho fica mais resistente, o que dificulta a cura. Alguns tipos de micose são tratados em poucos dias com o uso de cremes antifúngicos. Porém, certos fungos, especialmente os que afetam as unhas, são duros na queda. O tratamento é via oral — longo e caro, infelizmente.

“Cada comprimido custa em torno de 8 reais e são necessários dois por dia durante quatro a seis meses”, alerta Carmélia. Ficar com o maiô molhado o dia inteiro e andar descalço na praia ou na piscina são hábitos de verão que fazem da pele o paraíso dos fungos. Nos homens são comuns micoses na virilha. As mulheres sofrem com a candidíase na região vaginal. Por isso, após o banho enxugue bem o corpo, principalmente nas dobras, como as regiões sob as mamas, e entre os dedos.

Alguns tipos de fungo habitam o organismo humano sem maiores problemas. Porém, se eles se multiplicam anormalmente, a coisa se complica. Isso acontece não só quando as condições ambientais são inadequadas, mas também se houver queda de resistência imunológica. Outra hipótese (os estudos não são conclusivos) é a da predisposição genética. Esse é o caso da Candida albicans, agente da candidíase, que pode ser encontrada naturalmente no intestino humano. Na maioria das micoses de pele e unhas, o fungo é adquirido após contato com o chão de um vestiário contaminado, com toalhas ou roupas de uma pessoa infectada ou por meio de instrumentos de manicure não esterilizados. O contágio em salões de beleza, aliás, é bastante comum, alerta a médica Carmélia Reis. Não basta esterilizar cortadores, tesouras e alicates. Reaproveitar lixas de unha, espátulas ou palitos de madeira também causa o problema. “O ideal é levar o próprio material de casa e não retirar totalmente a cutícula, que protege as unhas”, recomenda a dermatologista.

Algodão é melhor que náilon

As fibras naturais, como o algodão, deixam a pele respirar e não retêm suor. Por isso são as mais indicadas para roupas íntimas e meias. A mesma preocupação vale para os calçados. Evite os que abafam muito os pés ou os façam transpirar, como os tênis e as sandálias de plástico. O ideal é não usar o mesmo sapato por dois dias seguidos e guardá-lo em local arejado. E quem gosta de jardinagem deve usar luvas para evitar contaminação por fungos existentes no solo. Tomando cuidados tão simples quanto esses é possível aproveitar as delícias do nosso calor tropical sem risco de carimbar a pele com os vestígios das chatíssimas micoses.

Couro cabeludo

Esse tipo de micose é raro em adultos, mas altamente contagioso em crianças. Forma áreas arredondadas com falhas no cabelo, escamação da pele e coceira. Requer tratamento por via oral. A caspa não é uma micose, mas a descamação serve de alimento para o fungo Pityrosporum ovale.

Boca

A levedura Candida albicans, causadora da candidíase, afeta geralmente as mucosas. A infecção bucal, chamada de sapinho, é comum em bebês, produzindo placas brancas de aspecto cremoso, muito dolorosas. Na região vaginal, os sintomas são coceira, queimação e secreção branca ou amarelada.

Costas

Micose de praia, nome popular da pitiríase versicolor, é causada pelo fungo Malassezia furfur, um habitante natural da pele. Apesar do nome, não é na praia que se pega esse fungo. O calor e a oleosidade provocam sua multiplicação e fazem surgir manchas que variam do branco ao castanho, tornando-se mais evidentes com o bronzeamento.

Virilha, dobras, sob as mamas, entre os dedos

Lesões de cor avermelhada, escamação e coceira costumam ser os sinais das micoses cutâneas superficiais. Elas são provocadas por uma imensa variedade de fungos e atingem os locais que retêm maior calor e umidade.



Pé-de-atleta, ou frieira, costuma causar coceira, descamação intensa, fissuras na pele, inflamação e bolhas nas laterais dos pés e, sobretudo, entre os dedos. E pode abrir caminho para infecções bacterianas.

Unha

Dependendo do tipo de fungo, essa micose pode manifestar-se como um espessamento, deformação ou mudança de coloração da unha. Às vezes ela fica quebradiça ou se descola do dedo. É uma das mais resistentes.


Nem bichos, nem plantas

Foi num reino à parte — chamado fungi — que os cientistas resolveram classificar esses seres microscópicos que se dividem em bolores (pluricelulares) e leveduras (unicelulares). Encontrados no meio ambiente, em animais e seres humanos, precisam de calor e umidade para se desenvolver. Os que vivem sobre a pele humana alimentam-se de gordura ou da proteína queratina, a principal constituinte de pele, unhas e cabelos. Existem mais de 200 mil tipos de fungo, dos quais cerca de 100 causam micoses. A ciência que os estuda é a micologia — do grego mykes, fungo.

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