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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

'Viagra' feminino aprovado mas com vários alertas e restrições

O comprimido, aprovado esta madrugada nos EUA, fica sujeito a medidas de segurança rigorosas

Desde os anos 90, o comprimido azul tem movimentado milhares de milhões de euros e há muito que a indústria farmacêutica anseia replicar o êxito para o sexo feminino. O Addyi, que se propõe aumentar a líbido das mulheres, especificamente na pré-menopausa, foi finalmente aprovado nos EUA, mas envolto em rigorosas medidas de segurança.

Os alertas começam logo na caixa: tensão arterial perigosamente baixa e demaios, sobretudo se o comprimido for combinado com álcool. Os mesmos problemas podem ocorrer se for tomado juntamente com outros medicamentos prescritos frequentemente, como os vulgares antifúngicos.

O plano de segurança elaborado pela autoridade norte-americana do medicamento, a FDA, dita ainda que os médicos só possam prescrever o Addyi, nome comercial do flibanserin, após um processo de certificação online que requer aconselhamento aos pacientes sobre os riscos do medicamento. Também os farmacêuticos vão precisar de certificação para vender o comprimido e terão de lembrar as pacientes de que não poderão ingerir álcool.

No comunicado com que anunciou a aprovação do Addyi, a FDA acrescenta ainda que a toma, diária, deverá ser interrompida se não houver efeitos positivos no desejo sexual no prazo de oito semanas.

O medicamento agora aprovado já tinha sido rejeitado duas vezes, um facto que tem sido usado pelos que se opõem ao fármaco, alegando os efeitos secundários possíveis, que incluem ainda náuseas e tonturas.

"Não é um medicamento que se toma uma hora antes de ter relações sexuais. Tem de se tomar durante semanas e meses até ver algum benefício", argumenta Leonore Tiefer, psicóloga e terapueta sexual que organizou, no mês passado, uma petição para pedir à FDA que chumbasse, mais uma vez, o medicamento.

Há muito que a indústria farmcêutica tentava criar um comprimido para a falta de desejo sexual feminino, tentando influenciar desde corrente sanguínea ao sistema hormonal, mas sem sucesso. O flibanserin é o primeiro que atua diretamente no cérebro.

Às farmácias norte-americanas, o Addyi deverá chegar em meados de outubro, não havendo data prevista de introdução no mercado nacional.

fonte:visao.sapo.pt
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Viagra diminui flacidez e queima gorduras, diz jornal

Além de ajudar no desempenho sexual, o Viagra pode ter outro efeito benéfico nos homens: combate a flacidez e queima gorduras, segundo uma investigação citada pelo jornal Daily Mail.

Investigadores descobriram que o medicamento utilizado para o tratamento da disfunção eréctil (nos homens) converte células de gordura indesejável, e queima calorias em vez de armazená-las na cintura. De acordo com Alexandre Pfeifer, que liderou um estudo publicado no Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, o Viagra reduz o risco de doenças ligadas à obesidade.

Pfeifer e sua equipa analisaram o efeito do remédio em células de gordura de ratos, que se mostraram resistentes à obesidade mesmo quando alimentados com uma dieta rica em gordura. No ensaio que durou sete dias, o medicamento da Pfizer impediu que as células de “gordura branca” aumentassem.

Ainda assim, os efeitos do Viagra só podem ser comprovados com estudos adicionais, ressalva a fonte. "Estamos em fase de pesquisa básica, e todos os estudos foram realizados exclusivamente em ratos", acrescentou Pfeifer.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=611296
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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Mais 10 milhões de consumidores de Viagra

21 de junho de 2010
Veja.com - Por Natalia Cuminale


(Foto: Getty Images)
Antes absoluto no mercado dos medicamentos para combater a disfunção erétil, o pioneiro Viagra sofreu o primeiro golpe com a entrada de concorrentes como o Cialis e o Levitra, ambos em 2003, no mercado. Mas sua fabricante, a Pfizer, pode recolocar a pílula azul no topo justamente a partir desta segunda-feira, primeiro dia após o vencimento da patente do remédio, que permitirá a entrada dos genéricos no mercado.

Para antecipar a chegada dos novos concorrentes, a Pfizer anunciou, no último dia 8 de junho, a redução de 50% no valor do comprimido. Faz parte de uma estratégia que pretende amealhar 10 milhões de novos consumidores para o Viagra, a maioria vinda das classes C e D. "Nossa expectativa é trocar uma margem de lucro maior por uma quantidade maior de comprimidos vendidos. Estamos apostando em dois aspectos: mais pacientes poderão consumir o Viagra e o volume de uso por cada paciente também deve aumentar", explica Adilson Montaneira, diretor da unidade de negócios da Pfizer Brasil.
A estratégia da Pfizer não pareceu assustar as concorrentes. As fabricantes do Cialis, Levitra e Helleva não pretendem alterar o valor do comprimido após o anúncio da Pfizer. "Não vamos entrar em uma batalha de preços porque acreditamos que o nosso valor já está estabelecido no mercado", explica Luciano Finardi, diretor de marketing da Eli Lilly, líder no Brasil com o Cialis.
O Laboratório Cristália aposta ainda mais alto: a expectativa é que as vendas do medicamento Helleva aumentem 40% neste ano, apesar de toda a guerra na indústria e da chegada dos genéricos. "Não pretendemos baixar o preço do nosso produto. No ano passado, nós antecipamos essa ação da Pfizer abaixando o preço", diz Ogari Pacheco, presidente do laboratório. Segundo ele, as vendas cresceram 158% em relação ao ano anterior.
Cópias lucrativas - Apesar da forte concorrência entre os fabricantes de medicamentos para disfunção erétil, o mercado ainda é bastante promissor. No Brasil há entre 20 e 25 milhões de homens com algum grau de disfunção erétil, mas apenas 1,4 milhão faz algum tipo de tratamento.
Entre os fabricantes de genéricos, o clima é de suspense. O grupo EMS é o único laboratório autorizado a colocar o Viagra genérico nas farmácias. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o grupo detém oito registros de versões do Viagra - quatro para genéricos e quatro para similares.
Médicos já confirmaram que foram procurados pelo laboratório para a divulgação do Suvvia, que será o similar do Viagra, e já possui registro na Anvisa. "Estamos preparados para que o produto seja lançado de maneira rápida, para o Brasil inteiro, e para que tenhamos 50% desse mercado após o final do primeiro ano de comercialização do produto", diz Waldir Eschberger Júnior, vice-presidente de mercado da EMS.
A produção da cópia do Viagra também está no alvo de outras produtoras de genéricos. "Todas as empresas estão trabalhando para obter o registro do produto. Pelo tamanho do mercado e a importância do medicamento, é um produto de grande interesse das fabricantes de genéricos", diz Odnir Finotti, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró-Genéricos).
Por lei, o valor do genérico deve ser 35% mais baixo do que o medicamento de referência. "Todos os nossos dados mostram até o momento que, com a chegada do medicamento genérico, as vendas do produto dobram no primeiro ano", explica Finotti.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Jovens estão cada vez mais dependentes de medicamentos para melhorar o desempenho sexual

Dr. Ricardo de La Roca
Fonte: IG Jovem
Temos vivenciado um aumento significativo do número de adolescentes e adultos jovens que não conseguem mais ter uma relação sexual se não estiverem sob ação de medicamentos que melhoram o seu desempenho na hora H.

Não existe controle sobre a comercialização dessas drogas, que são facilmente são vendidas em farmácias ou até mesmo em barracas de camelôs, porém, o que muitas pessoas desconhecem ou simplesmente ignoram, é que esses remédios são recomendados apenas a homens que realmente têm problemas de ereção.

Tal “fenômeno” pode ser explicado por causa das mudanças comportamentais que levam meninos, inseguros com a sua sexualidade, literalmente a se viciarem em transar com a ajuda dos efeitos desses medicamentos, criando uma dependência difícil de largar, sem um tratamento psicoterapêutico.

O complexo quanto ao tamanho do pênis, a ejaculação precoce motivada por ansiedade, ou por uma situação mais que normal na vida de todo homem - que é a perda da ereção na hora H - levam jovens saudáveis a procurar, sem a orientação médica, essas drogas.

Como muitos jovens ainda não têm maturidade para perceber os riscos da dependência, ficam reféns de um remédio que só poderia ser usado com a prescrição de um medico. Somente um profissional é capaz de orientar sobre os perigos e os benefícios dessas medicações.

Uma vez dependentes, a avaliação urológica deverá ser feita para poder afastar causas orgânicas de uma disfunção sexual, e se tudo estiver normal, uma terapia é recomendada para que haja o fortalecimento de sua autoestima, a conscientização do problema que gerou essa dependência, e retorno a uma vida sexual plena, consciente, madura e equilibrada.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Viagra pode ajudar pessoas com distrofia muscular, avalia novo estudo


Marataízes


Globo
O sildenafil, princípio ativo do Viagra, pode ser útil para uma causa muito mais nobre do que a simples melhora da vida sexual entre idosos. Pesquisadores liderados por Christine Des Rosiers, do Instituto do Coração de Montreal (Canadá), ...
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Estudo: Viagra é eficiente contra distrofia muscular Diário Digital
AFP - Açoriano Oriental
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