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domingo, 30 de abril de 2017

Benefícios da Própolis

A ciência é muito importante em todas as áreas da vida. E na medicina não seria diferente! É através dos estudos que cientistas no muno inteiro descobrem prevenções e curas para vários tipos de doenças.

Em uma dessas pesquisas, constatou-se que a própolis, que é uma substância produzida pelas abelhas, serve para proteger a colmeia de vírus e bactérias. Por isso, foi verificado que ela atua como um antibiótico natural, capaz de combater uma série de doenças. E a partir dessas descobertas, a própolis passou a ser muito utilizada por suas propriedades medicinais.

Dentre os ingredientes que compõem a própolis, encontramos alguns minerais importantes, como: cálcio, ferro, magnésio, silício, bromo e zinco. Ela também contém bioflavonoides, que funcionam como antioxidantes. Essas substâncias são as grandes responsáveis pela ação antibiótica da própolis. Outra informação relevante é que a própolis facilita a absorção de vitamina A e vitaminas do complexo B.

Propriedades medicinais da Própolis

Devido a essas substâncias benéficas, a própolis possui diversas propriedades terapêuticas. Além de funcionar como antibiótico, ela também atua como analgésico, broncodilatador e cicatrizante. Por tudo isso, a própolis pode ser utilizada para tratar:

Extrato de Própolis

Gripes e resfriados;
Dores de garganta;
Tosses irritativas;
Amigdalite;
Rinite, sinusite, asma e bronquite;
Gengivite;
Estomatite;
Queimaduras;
Acnes;
Alergias.

A própolis ainda ajuda a reforçar o sistema imunológico, combate os radicais livres e previne o envelhecimento precoce. Com todos esses benefícios, vale a pena utilizar essas substância natural regularmente.

Como usar a Própolis

Por mais que a própolis seja um produto natural, não devemos exagerar nas quantidades. Além disso, é importante consultar um profissional para conhecer a quantidade indicada para o seu caso. Não consuma mais do que 60 gotas do extrato de própolis por dia, a não ser que essa seja uma indicação médica.

No mercado, é possível encontrar a própolis em diferentes formas, como: sprays, xaropes, comprimidos, pastilhas, balas, em gotas, dentre outras. Lembre-se de sempre procurar produtos de marcas conhecidas e evite os preparos caseiros. No caso do extrato, você pode consumir de 10 a 15 gotas diariamente, para garantir todos os benefícios da própolis sem prejudicar sua saúde.

Quem tem dificuldades para ingerir o própolis puro, pode adicioná-lo ao mel. Esta combinação é excelente para tratar as doenças relacionadas acima. Mas lembre-se que o mel não deve ser oferecido a crianças menores de 1 ano de idade, por conter toxinas que o seu organismo ainda não consegue eliminar.

Esta combinação de própolis com mel também é eficaz para tratar queimaduras na língua. É bastante comum que se queime a língua ao ingerir alimentos ou bebidas muito quentes, especialmente chás e café. Quando isso ocorrer, misture duas gotas de extrato de própolis a uma colher de sopa de mel. Coloque a mistura na boca, em contato com a língua, pelo máximo de tempo possível, e só depois engula. Enquanto o mel ajuda a amaciar e acalmar a mucosa da língua, o própolis possuí propriedades que ajudam na regeneração e cicatrização dos tecidos.

Pessoas que sofrem com as aftas podem pingar uma gota do extrato diretamente na ferida. A própolis alivia a dor e ajuda a melhorar mais rápido.

fonte
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Descongestionante nasal: conheça o chá que trata sinusite e rinite

Ambas as doenças são relacionadas ao sistema respiratório, porém cada uma afeta uma área específica deste conjunto

Em épocas frias e secas, as pessoas costumam encontrar dificuldades em respirar. Este problema se agrava mais para quem possui problemas respiratórios, como é o caso dos pacientes diagnosticados com rinite e/ou sinusite. Tais doenças são comumente confundidas entre as pessoas e muitos ainda acreditam que são um único problema de saúde.

Diante desta falta de informação, é importante esclarecer quais são as diferenças entre estas condições. Além disso, o fitoterapeuta naturopata, André Resende, indica a preparação de um chá que serve para inalação e coloca um fim nestes problemas respiratórios.

Qual a diferença entre rinite e sinusite?
Ambas as doenças são relacionadas ao sistema respiratório, porém cada uma afeta uma área específica deste conjunto. Portanto, enquanto a rinite trata de uma inflamação no nariz, a sinusite é uma doença que atinge os seios da face deixando esta região inflamada. Os dois problemas causam incômodo e se não tratados com agilidade podem agravar o quadro clínico do paciente.

Foto: depositphotos

Entre os sintomas que surgem quando o paciente está com rinite estão: coriza, espirros, nariz entupido e coceira no nariz. Já no caso da sinusite, quando esta se apresenta na fase aguda, o indivíduo pode ter congestão facial, febre, nariz entupido, alterações no olfato, dor de cabeça, catarro amarelado e tosse. Inclusive, esta última, se não avançar pode causar pus e irritações nos olhos.
Receita caseira de descongestionante nasal

Ingredientes

1 punhado de sálvia folha;
1 punhado de hortelã;
1 punhado de eucalipto;
Meia colher (de café) de sal;
2 litros de água.

Modo de preparo e uso

Misture todos os ingredientes em um recipiente e coloque-os para ferver. Após entrar em ebulição, tire a panela do fogo e leve para o quarto com o objetivo de fazer inalação com o vapor deste chá. A dica é realizar este procedimento todas as noites, em um período de 10 dias até que você esteja completamente recuperado destes problemas respiratórios.
Por Katharyne Bezerra
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Especialista alerta que 80% dos casos de rinossinusites ocorrem após infecção


Atualmente tem se falado muito em rinossinusite, um termo utilizado para rinite e sinusite, já que são patologias em continuidade. Normalmente a rinite acontece sozinha, mas quem possui sinusite certamente terá rinite, alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.

Cerca de 80% dos casos de rinossinusites ocorrem após infecção das vias aéreas superiores virais ou quadro alérgico. Sinusites são infecções ou inflamações que ocorrem em cavidades ósseas presentes na face e compreendem os seios anteriores e seios posteriores, ligados à cavidade nasal por meio dos meatos médio e superior.

Segundo o especialista, alterações da mucosa nasal como rinite, gripe, resfriado e desvio de septo nasal são fatores predisponentes, assim como diminuições de resistência orgânica de várias origens. “Estima-se que mais de 40% do atendimento em Pronto Socorro seja por problemas do sistema respiratório, e destes, 10% envolvem rinossinusites. Acomete indivíduos de todas as idades, porém é mais severa em extremos de idade e pacientes imunodeprimidos”, explica o médico.

Entre os principais sintomas estão sensação de peso na face, dores de cabeça, corrimento nasal, obstrução nasal e eventuais espirros, além de desconforto na garganta, tosse seca e alterações na voz, em razão da presença de secreção que migra para a garganta.

O diagnóstico é feito pelo relato do paciente, exame físico da região, exames endoscópicos e eventualmente exames de imagem, como raios-x ou tomografia. O tratamento é à base de analgésicos, medicamentos para melhora da permeabilidade nasal e antibióticos específicos contra os agentes bacterianos causadores, se esta for a origem.

Para prevenir a rinossinusite é necessário manter uma boa hidratação, alimentação, permeabilidade nasal durante os episódios de gripes e resfriados, além de identificar e tratar fatores alérgicos e desvios septais obstrutivos.

“Os indivíduos que vivem em regiões frias ou com variações climáticas intensas devem ter cuidados maiores por estarem mais predispostos à doença”, orienta o Otorrinolaringologista.
Por Lais
http://www.corposaun.com



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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ajuda no tratamento da rinite alérgica





 
Rinite significa uma inflamação da mucosa (pele) que recobre as fossas nasais. Ela pode ter diversas causas, como infecções (gripes e resfriados), alergia, uso de medicamentos, gravidez etc.

No Brasil a prevalência de rinite alérgica é de aproximadamente 25 a 30%. Alergia é uma característica herdada pela pessoa. Ou seja, a pessoa nasce predisposta a desenvolvê-la. Esta reação caracteriza-se pela produção de um anticorpo denominado IgE.

Por razões ainda desconhecidas, a certa altura da vida (em geral na infância) o paciente passa a produzir este anticorpo contra algumas substâncias (alérgenos) como componentes da poeira doméstica (ácaros, fungos, restos de insetos, proteínas de animais (cão e gato)), polens etc. A isto chamamos sensibilização. Esta reação pode ser na pele, no nariz ou no pulmão. Caso ocorra no nariz teremos a rinite alérgica.

Observa-se nos pacientes alérgicos em fenômeno chamado marcha atópica. Esta se caracteriza pela migração do órgão onde os sintomas alérgicos aparecem. Em geral, os primeiros sintomas são na pele (dermatite atópica), que com o tempo tendem a diminuir, aparecendo então nas vias respiratórias (asma e rinite). Não necessariamente ista "marcha" ocorre em todos os pacientes.

No Brasil a rinite alérgica que predomina é a do tipo persistente, cujos sintomas (nariz entupido, espirros, coriza e coceira nasal) ocorrem por mais de 4 dias por semana e por mais de 4 semanas por ano. Os principais alérgenos envolvidos são os ácaros da poeira doméstica, fungos, antígenos de animais (saliva e secreção de glândulas) e baratas. Além disto, como os sintomas são agravados na presença de substâncias irritantes (fumaça de cigarro, odorizantes ambientais, cheiros fortes de perfumes, tintas, e etc.), estas também devem ser evitadas.

O tratamento clínico da rinite alérgica baseia-se em três pilares que vão sendo adicionados aos anteriores, a saber:
  • prevenção da sensibilização e higiene ambiental;
  • uso de medicamentos (sintomáticos e preventivos);
  • imunoterapia com alérgenos (vacinas anti-alérgicas).
A primeira forma de atuação contra as doenças alérgicas seria a redução do risco de sensibilização, ou seja, prevenir que a pessoa inicie a produção de IgE contra algum alérgeno. Uma vez sensibilizado, o objetivo passa a ser reduzir seu contato com as substâncias, para com isto diminuir os sintomas. Isto se deve ao fato de que a sensibilização, raramente reduz-se de forma espontânea. Alguns pacientes não param de ter sintomas quando realizam a higiene ambiental, contudo, nestes casos, a necessidade de medicação para eu controle será menor. Portanto, o conselho para aqueles que, apesar dos cuidados ambientais, ainda continuam a ter sintomas é de que devem continuar a tomá-los, e procurar um médico de sua confiança para que este possa indicar o melhor tratamento medicamentoso.

Medidas a serem adotadas para reduzir a chance de sensibilização:


  • evitar o tabagismo durante a gravidez e infância;
  • recomenda-se aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade. Não há necessidade de alimentação especial para a mãe durante este período;
  • evitar ambientes úmidos e com poluentes internos;
  • eliminar substâncias irritantes do meio ambiente.
Medidas a serem adotadas para prevenir ou minimizar as crises:

1. Redução de poeira doméstica e ácaros:

Medidas prioritárias:

  • lavar a roupa de cama semanalmente, se possível com água entre 55 e 60oC;.
  • encapar travesseiros e colchões com capas que impeçam a passagem da poeira e ácaros;
  • reduzir a umidade relativa do ar para, se possível, 50%.
Medidas adicionais:

  • usar aspiradores de pó, se possível, com filtro HEPA (High Efficiency Particulate Air Filter) ou equivalente. Colchões devem ser aspirados;
  • usar pano úmido para limpar as superfícies;
  • lavar cortinas com água entre 55 e 60oC;
  • remover carpetes e utilizar pisos que possam ser limpos com pano úmido;
  • evitar estofado de tecido, optando-se por aqueles de couro ou vinil;

  • remover brinquedos de pelúcia do quarto, quando possível, lavá-los com água entre 55 e 60oC. Alternativamente colocá-los no freezer, semanalmente;
  • substâncias acaricidas são efetivas desde que utilizadas regularmente;
  • ácaros não têm proteção contra a luz solar, portanto, coloque colchões, tapetes e travesseiros ao sol (por pelo menos 3 horas).
2. Medidas para reduzir o contato com antígenos de animais domésticos:

  • Não permitir a entrada de animais domésticos nos quartos.
  • Mantê-los fora de casa.
  • Se possível encontrar um novo lar para eles.
3. Medidas para evitar contato com baratas:

  • utilizar inseticidas apropriados;

  • remover fontes de comida;
  • fechar rachaduras e frestas no chão e teto;
  • reduzir a umidade ambiental.
4. Medidas para evitar contato com bolor:

  • utilizar desumidifcadores;
  • fazer a manutenção freqüente de equipamentos de ar condicionado;
  • remover carpetes e papéis de parede;
  • consertar vazamentos de água logo que apareçam.
Uso de medicamentos

Existem dois grandes grupos de medicamentos. O primeiro são os chamados sintomáticos, que como o próprio nome indica, controlam os sintomas, contudo ao serem interrompidos estes retornam.

Os medicamentos preventivos são utilizados por tempo prolongado com o objetivo de evitar o aparecimento dos sintomas e complicações associadas à rinite alérgica.

Imunoterapia com alérgenos

O objetivo da Imunoterapia com alérgenos (vacinas antialérgica) é reduzir a sensibilização do paciente, com isto reduzindo ou cessando a necessidade da utilização dos medicamentos.

Associação da rinite alérgica com outras doenças

Alterações no crescimento adequado da face podem surgir em qualquer condição onde exista obstrução da respiração pelo nariz. A rinite alérgica é uma das doenças que estão associadas ao desenvolvimento de alterações dentárias de oclusão, flacidez da musculatura da face, permanência de respiração bucal etc.

Alguns casos de inflamações e infecções de ouvido (otites) e seios da face (rinossinusite) podem estar relacionadas ao processo alérgico.

Como já comentado anteriormente, observa-se uma associação entre as doenças alérgicas. Um dos conceitos mais atuais sobre rinite e asma alérgicas é o de alergia de vias aéreas como um todo. Isto ocorre, pois a grande maioria dos pacientes com asma (em alguns estudos chegam a 100%) apresenta rinite sendo o inverso também verdadeiro. Os fatores que desencadeiam os sintomas são iguais para as duas doenças e os medicamentos utilizados são os mesmos (variando dose e forma de administração). Existem, ainda, evidências de que o correto tratamento da rinite alérgica pode reduzir a morbidade da asma. Portanto, o conceito atual é o de alergia de vias aéreas, onde os sintomas podem ser intensos tanto no nariz (rinite) quanto no pulmão (asma) ou em ambos simultaneamente.

Prof. Dr. João Ferreira de Mello Júnior

Professor Livre-Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

IMPORTANTE

* Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

* As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.


Fonte: Forl.org.br

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Rinite Alérgica

Você pode ter Rinite Alérgica, se...


Tiver vários espirros em sucessão,
especialmente pela manhã;

• Seu nariz escorrer, e ficar obstruído;

• Você ficar irritado com coceira no nariz,
nos olhos e no céu da boca;

• Seu olfato estiver ruim;

• Você tiver dores de cabeça
juntamente com outros sintomas semelhantes a estes.

O que é Rinite?

Rinite é uma inflamação das mucosas do nariz. Uma em cada 7 pessoas apresenta rinite alérgica, tanto adulto quanto criança. As rinites têm várias causas, desde resfriados, produtos químicos irritantes, até medicamentos e alergia. Os sintomas são muito parecidos entre todos os tipos de rinites e muita gente pensa que rinite alérgica é um resfriado que não passa nunca ou uma "sinusite" com dor de cabeça crônica.

Quais os tipos mais freqüentes?

A rinite medicamentosa é muito freqüente, pois as pessoas usam medicamentos no nariz sem orientação médica, sem saber quais os riscos que estão correndo. Muitos medicamentos usados no nariz podem causar rinite, ao invés de curá-la.

A rinite alérgica é muito comum, especialmente em cidades grandes, onde o ambiente é poluído e a poeira doméstica é abundante, e em locais úmidos, com mofo.

A rinite vasomotora e a rinite causada por irritantes são também muito comuns em cidades grandes, devido ao grande número de poluentes e aos agentes irritantes na atmosfera.

Existe um tipo especial de rinite alérgica, que é causada por pólens, conhecida como "febre do feno", embora não seja causada pelo feno, e não cause febre. Ela ocorre apenas em determinadas épocas do ano, quando existe a polinização das plantas. Esta forma de rinite alérgica é a mais comum nos estados do Brasil onde as estações do ano são bem definidas.

É contagiosa?

A rinite alérgica não é contagiosa, não passa de pessoa para pessoa com o convívio social ou íntimo. Os pais podem transmitir para os filhos através dos genes, das suas características familiares; por isso pais e filhos muitas vezes têm sintomas semelhantes.

Tem cura?

A rinite alérgica tem tratamento, mas não tem cura. Quem tem rinite alérgica pode viver sem sintomas, como qualquer um, quando a rinite for tratada corretamente.

O que piora?


Quanto mais se entrar em contato com
as substâncias que causam alergia,
piores são os sintomas. Os agentes
irritantes da atmosfera poluída
pioram muito os sintomas, assim
como substâncias químicas e produtos
de limpeza. Fumaça de cigarro,
inseticida, tintas, combustíveis e até
perfumes pioram a rinite alérgica.

Prevenção

A melhor maneira de tratar a rinite alérgica é a prevenção, com medidas para diminuir a presença de agentes alérgenos na sua casa. É preciso evitar sempre as substâncias que desencadeiam a crise de rinite.

Você precisa saber que O PAPEL MAIS IMPORTANTE NO TRATAMENTO DA RINITE ALÉRGICA É SEU e que, às vezes, pequenas medidas trazem grandes resultados.
• Evite a poeira doméstica e os ácaros;
• Evite agentes e substâncias irritantes.Para evitar a poeira doméstica:
• Retire tudo o que possa juntar poeira em sua casa;
• Tapetes, carpetes, cortinas grossas são locais para o alojamento de ácaros e poeira. Os pisos lisos são muito mais fáceis de limpar e não abrigam ácaros;
• Tapetes finos e pequenos, que possam ser lavados, são mais práticos. Cortinas leves, que possam ser lavadas, são as ideais;
• Passe sempre um pano úmido sobre os móveis e no chão — se possível, diariamente;
• Deixe os ambientes sempre abertos para arejá-los e para que o sol entre neles o maior tempo possível.

O quarto é o local mais importante

Você passa pelo menos 8 horas do dia no seu quarto dormindo, este é local mais importante de casa, e é o ambiente mais contaminado por ácaros.
O colchão deve ser forrado para impedir a passagem de poeira ou plástico, assim como os travesseiros. Os melhores travesseiros para os alérgicos são os de poliéster.
Use edredons, desde que não sejam de penas, em lugar de cobertores de lã, e lave-os a cada 10 dias.
Coloque as roupas no armário e
as de lã, em sacos plásticos
fechados.

Bichos de pelúcia armazenam
muita poeira; livre-se deles ou
lave-os a cada 10 dias.

Não permita nunca que animais de estimação entrem no quarto.
Paredes úmidas e frias, com vazamentos devem ser identificadas e os vazamentos devem ser reparados para eliminar a umidade. Lugares com mofo e manchas devem ser limpos.

Por que a poeira doméstica causa reações alérgicas?

Poeira no ambiente doméstico é a maior causa de nariz entupido e escorrendo, de coceira e espirros durante todo o ano. A poeira de casa também causa tosse e piora da asma.
A poeira de casa é uma mistura de muitos detritos. Ela contém bactérias, fungos, ácaros, que se alimentam de partículas de alimentos, de tecidos e de pele descamada de humanos e animais.
O ácaro é o principal agente na poeira que causa rinite alérgica. Ele é um inseto de oito patas, como uma aranha, e se alimenta de partículas de alimentos e pele humana. Os resíduos que ele produz também causam alergia nas pessoas. O ácaro gosta de ambientes quentes e úmidos, sem luz. Ele não sobrevive em lugares secos e ensolarados. Este inseto vive em lençóis, tapetes, carpetes, colchões, roupas, armários e bancos de automóveis, onde as condições são favoráveis. Os inseticidas normais não matam os ácaros.

Animais causam alergia?

Os animais são parte da nossa vida
cotidiana, são companheiros, guardas, dão
e recebem carinho. Infelizmente, pessoas
alérgicas devem se precaver quanto a
trazer animais para dentro de casa.

Os animais podem causar alergia através de sua saliva, urina ou caspa dos pêlos. Além disso, pêlos e penas acumulam ácaros.
Os melhores animais para alérgicos são peixes e tartarugas, que não têm pêlos ou penas.

Para evitar os agentes irritantes

Evite ambientes com pessoas fumando ou lugares enfumaçados. Se possível, ninguém
na casa deve fumar.

Evite contato com substâncias que
tenham cheiro forte (tintas,
querosene etc.).

Evite contato com as substâncias
que fazem mal para você.

Produtos de limpeza: use aqueles
que não fazem mal. Use perfumes
que não causam alergia ou não use
perfume. Evite substâncias em sprays.

Use máscara para fazer faxina ou deixe alguém que não tenha alergia fazê-la por você.
Não use produtos químicos ou combustíveis.

Conseqüências

A obstrução nasal da rinite pode causar outras conseqüências, como problemas de sono e roncos, desalinhamento dos dentes, otite média crônica, voz anasalada e sinusites.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Inimigo invisível

Espirros e nariz escorrendo são sintomas da rinite. Já a bronquite causa tosse com muco e a asma é caracterizada pela falta de ar ou dificuldade de respirar.
Com a chegada do inverno, cresce o número de pessoas que sofrem com as alergias respiratórias, uma doença hereditária que está relacionada ao sistema imunológico de cada pessoa. Mas a região e o ambiente onde as pessoas vivem também pode facilitar o desencadeamento de doenças respiratórias.
Um especialista deve ser consultado em caso de tosses constantes, dores no peito e nariz escorrendo, com freqüência. Na maioria dos casos, as causas das alergias podem ser controladas e os sinais da doença devem ser tratados para que ela não progrida. Em algumas situações, no entanto, é necessária a prescrição de medicamento antialérgico.
Já a asma não controlada é um caso mais grave e deve ser tratada com urgência. Enquanto a reação anafilática - que pode ser desencadeada por picada de insetos, medicamentos e ingestão de certos alimentos -, tem como sintomas: inchaço na região do rosto, dificuldade de respirar e tontura.
Por isso, os médicos alertam para a importância de minimizar os fatores de risco. Para quem sofre de alergias respiratórias, o ideal é procurar viver em sem umidade, ventilado, sem fungo e ácaro e sem poeira. Isso descarta o uso de espanadores, carpetes e bichos de pelúcia.
Fonte: Equipe Bem Estar

sábado, 27 de dezembro de 2008

Combata os ácaros e melhore a respiração

Aprenda a vencer a guerra contra os ácaros e se livre de vários problemas respiratórios com medidas simples, mas eficientes.
Os ácaros são pequenos aracnídeos,mas apesar do pouco tamanho,trazem grande preocupação,principalmente para aquelas pessoas que possuem problemas respiratórios,como asma,rinite,sinusite e etc.
Geralmente eles se escondem nas roupas de cama,como lençóis e cobertores e até mesmo nos travesseiros. Mas existe uma receita fácil para combater este “bichinho”.
Basta misturar uma parte de detergente líquido em quatro partes de óleo de eucalipto, deixar as roupas de cama de molho por cerca de meia-hora nessa mistura e depois lavá-las normalmente.
Em casos mais graves, recomenda-se não ter tapetes ou carpetes em casa e evitar deixar a casa sem ventilação por muitos dias, mesmo durante o inverno.
Por Marco de Cardoso

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

RINITE ALÉRGICA




A rinite alérgica é a manifestação mais comum dentre as doenças alérgicas. É uma doença crônica que pode surgir pela primeira vez em qualquer idade. Cerca de 10% da população mundial apresentam sintomas atribuíveis à mesma, porém é claro, que fatores climáticos e geográficos irão influenciar na sua incidência. Ambos os sexos são afetados na mesma freqüência, e se não tratada pode persistir por vários anos, causando bastante incômodos com faltas ao trabalho ou aulas e má qualidade de vida.

DIAGNÓSTICO :

SINTOMAS:

O diagnóstico é basicamente clínico, com associação de vários dos seguintes sintomas: salvas de espirros, coriza clara abundante, obstrução nasal e intenso prurido no nariz e nos olhos.

Tosse esta presente sempre que ocorre uma descarga pós-nasal de secreção no rinofaringe. Muitas vezes os sintomas que predominam são os oculares, com bastante coceira nos olhos além de vermelhidão e fotofobia.

Tais sintomas podem ocorrer apenas em determinadas épocas do ano(Rinite Alérgica Sazonal) em pessoas com alergia ao pólen de flores ou gramínias, ou estão presentes durante todo o ano (Rinite Alérgica Perene)quando a sensibilidade é devido a alergenos perenes como ácaros da poeira, ou ainda podemos ter uma associação das duas formas clínicas.

Variações diurnas na intensidade dos sintomas sugerem como causa alergenos intradomiciliares, e quando existe melhora nos fins de semanas, estamos diante de uma provável alergia ocupacional.

Ataques muito intensos, em geral são acompanhado de sintomas gerais, tais como: fraqueza, mal-estar, e muitas vezes cansaço muscular após longos períodos de espirros, não existindo nesses casos a presença de febre, o que sugeriria causa viral (Gripe)para esses sintomas.

SINAIS CLÍNICOS:

Características faciais típicas estão presentes em um grande número de portadores de rinite alérgica, tais como: olheiras, prega nasal horizontal(causada pelo freqüente hábito de coçar a narina com movimento para cima "saudação alérgica"), protusão do maxilar(face adenoidiana),entre outras.

O exame físico completo deve incluir a Rinoscopia Anterior, que mostra principalmente uma mucosa nasal pálida com abundante secreção clara, quando a rinite alérgica não apresenta complicações.

Em casos mais raros existirá a necessidade da colaboração de um otorrinolaringologista para a realização de um exame chamado Nasofibroscopia no intuito de melhor avaliar as fossas nasais.

EXAMES LABORATORIAIS:

Exames radiológicos e laboratoriais podem ajudar na confirmação do diagnóstico e/ou descartar a existência de complicações(sinusite e otite média).

Téstes Alérgicos ,Dosagem de IgE total, IgE específica para alergenos habituais(RAST),e Testes de Provocação Nasal poderão ser usados para confirmação do diagnóstico.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:

Várias doenças podem ser confundidas com a rinite alérgica,e portanto o diagnóstico diferencial é de fundamental importancia para um tratamento bem sucedido.

Deverão ser descartadas, entre outras as seguintes doenças: Rinite Vasomotora, Rinite Hormonal (hipotireoidismo, gestação e uso de anticoncepcionais),Rinite Medicamentosa(pelo uso contínuo de vasoconstritores nasais),tumores, ou alterações anatômicas, tais como desvio de septo, hipertrofia de adenóides, etc.

TRATAMENTO:

CONTROLE AMBIENTAL:

A prática do controle ambiental visa eliminar os fatores desencadeantes, o que é relativamente fácil com animais, muito difícil com poeiras e fungos e impossível com os pólens.

Nessas medidas de controle ambiental, deve o médico despender boa parte do tempo de consulta, pois certamente é um dos pontos mais importantes do tratamento.

TRATAMENTO FARMACOLÓGICO:

Anti-histamínicos sistêmicos são os medicamentos de eleição no tratamento da rinite alérgica. Novos anti-histamínicos não possuem os efeitos secundários importantes que existiam com esse grupo de medicamentos no passado.

Anti-histamínicos tópicos para uso intranasal têm se mostrado bastante úteis na prevenção de sintomas moderados à leves de rinite, apresentando baixa toxidade possibilitando maior segurança em grupo especiais de pessoas como nas grávidas.

Descongestionantes nasais fornecidos por via oral associado ou não à anti-histamínicos também podem ser úteis. Gotas oculares de simpaticomiméticos e anti-histamínicos ajudam no controle da conjuntivite alérgica.

Cromona administrado em "spray" nasal ou conjuntival 3 ou 4 vezes ao dia é benéfica e virtualmente livre de toxidade à curto e longo prazo.

Anticolinérgicos têm indicação na rinite vasomotora, mostrando bons resultados quando existe coriza importante, porém pode ser um bom coadjuvante no tratamento da rinite alérgica.

Corticosteróides Tópicos têm exelente ação sobre a mucosa nasal, nas rinites alérgicas e não alérgicas.O paciente submetido a esse tratamento deve ser avaliado sistematicamente, para prevenção de alguns efeitos colaterais raros com o uso dos mesmos.

Corticosteróides Sistêmicos são reservados para o tratamento das crises, quando houver insucesso de outras manobras terapêuticas, tomando-se sempre o cuidado de não menosprezar as contra-indicações e orientar o paciente a não usar por conta própria a medicação.

IMUNOTERAPIA ESPECÍFICA (VACINAS):

Podemos lançar mão da imunoterapia(Vacinas),naquelas pessoas que não têm seus sintomas controlados, mesmo com um controle ambiental bem feito e em uso de correto tratamento medicamentoso.,e que portanto apresentam sintomas intensos e duradouros com má qualidade de vida.

É imprescindível que este tratamento seja seguido por um especialista, que deverá confirmar o envolvimento de antígenos como ácaros e fungos do ar, como importantes desencadeantes dos sintomas no paciente em particular.

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