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sábado, 8 de julho de 2017

3 boas razões para substituir a cerveja pelo vinho

Especialista em harmonizações listou bons motivos para você dar uma chance para o vinho

(Plateresca/Thinkstock)

São Paulo – A cerveja é de longe a bebida alcoólica mais consumida no Brasil. Assim como o futebol, ela é também considerada paixão nacional. Mas, de uns tempos para cá, outra bebida tem roubado a cena e conquistado o paladar dos brasileiros: o vinho, seja ele tinto, branco, espumante ou até de mesa.

De acordo com os últimos dados divulgados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o Brasil ocupa a posição de número 20 no ranking global dos países com o maior consumo per capita da bebida. Por aqui, dois litros de vinho são consumidos por pessoa anualmente.

Outro dado interessante comprova o quanto a bebida vem se popularizando no quesito venda. Nos últimos cinco anos, a comercialização de vinhos finos e espumantes brasileiros e importados no mercado interno cresceu mais de 16%.

Segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), no ano passado, mais de 128 milhões de litros de vinho foram vendidos no Brasil. Em 2011, esse número era de pouco mais de 110 milhões de litros.

Estatisticamente, a competição entre o consumo de cerveja e de vinho no país é desleal. O brasileiro bebe em média 80 litros de cerveja por ano, de acordo com dados da Euromonitor. O Brasil é o 17º país entre os maiores consumidores da bebida no mundo.

Para o sommelier Rodrigo Bertin, no entanto, é possível diminuir a distância entre o consumo de uma e outra bebida no mercado brasileiro. Segundo o especialista, existem sim razões para substituir a cerveja pelo vinho. “Trata-se de uma bebida muito mais flexível do que a maioria das pessoas pensam”, afirma.

A pedido de EXAME.com, Bertin listou três bons motivos para você dar uma chance para o vinho. Confira a seguir:

Beber mais por menos
Muita gente acha que a cerveja é muito mais em conta do que um vinho, porém isso nem sempre é verdade. “Cada taça de vinho corresponde a um copo grande de chope e uma garrafa de vinho rende em média seis taças, o valor que você gastará para beber seis chopes será muito mais alto do que para consumir uma garrafa de vinho”, explica o sommelier.

Ainda de acordo com Bertin, é preciso derrubar o mito de que vinho bom é vinho caro. “Não, vinho bom é aquele que você gosta de beber e existem ótimos opções a menos de 30 reais”, afirma.

Combina com qualquer prato
Cerveja combina com petisco, com churrasco, com pastel e feijoada. E o vinho também! “As pessoas associam o vinho a comidas sofisticadas e momentos especiais, mas ele pode sim acompanhar qualquer prato do seu dia a dia, desde o almoço em família até o futebol com os amigos”.

Segundo o especialista, o vinho não dá aquela sensação de estufamento e barriga cheia que a cerveja proporciona. “O vinho ainda possui propriedades adstringentes que ajudam na digestão de comidas muito gordurosas, como carnes e frituras”, diz o especialista.

Jogando a favor da saúde
Já foi comprovado cientificamente que o vinho também é um ótimo aliado da saúde. De acordo com o sommelier, a bebida possui propriedades antioxidantes, ajuda no bom funcionamento do coração e ainda possui ação antienvelhecimento.

“Em se tratando do combate à obesidade, o vinho também é muito mais benéfico, isso porque ele possui mais calorias, porém a quantidade de consumo de vinho se comparado com a cerveja é muito menor”, afirma Bertin.

Por Daniela Barbosa
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

10 coisas que você não sabia sobre a cerveja


Além de ser fabricada há milênios, a cerveja é febre não só na Alemanha com a Oktoberfest, mas em muitas outras partes do mundo, inclusive na América. Aliás, há a festa tradicional em Blumenau, em Santa Catarina. Os brasileiros também são grandes fãs. Então, antes de comemorar, que tal aprender um pouco sobre essa bebida alcoólica tão popular?


10) Do que é feita a cerveja?

É estranho, mas se alguém perguntasse o que uma garrafa de cerveja contém, a resposta seria: flores, fungos, grãos e principalmente água. Muito de seu sabor vem do lúpulo, que são flores de videira cultivadas, que parecem mini-pinhas de margaridas. O álcool da cerveja vem de cereais, geralmente cevada, que é transformada em malte (ou colocada para germinar) e, em seguida, imersa em água para extrair seus açúcares. Esses açúcares tornam-se o jantar das leveduras, minúsculos fungos unicelulares que excretam álcool. As leveduras geralmente são filtradas de cervejas comerciais antes de elas serem engarrafadas, mas deixam marcas (e sabores) para trás. Surpreendentemente, a cerveja contém pelo menos 62 proteínas, 40 delas provenientes da levedura. Essas proteínas são fundamentais para formar a espuma da cerveja.

9) Propriedades anti-câncerígenas

O lúpulo, que dá o gosto amargo à cerveja e seu aroma frutado, é um poderoso combatente do câncer. O lúpulo é uma melhor fonte de antioxidantes do que o vinho tinto, o chá verde e os produtos de soja. A fonte é xanthohumol, um composto encontrado somente no lúpulo. Porém, você teria de beber cerca de 450 litros de cerveja por dia para ver algum benefício na sua saúde. Não daria certo, né? Pesquisadores esperam passar a propriedade anti-câncer do lúpulo para um remédio.

8 ) Bebida feminina

Seres humanos e leveduras têm trabalhado em conjunto durante milênios para criar “poções” saborosas. Seis milênios antes de Cristo, os antigos sumérios descobriram a arte da fermentação. Por volta do século 19 a.C., foram inscritas receitas de cerveja na forma de um hino a Ninkasi, a divindade feminina da cerveja. Outras culturas ao redor do mundo desenvolveram cerveja de forma independente, mas o trabalho de fabricação da cerveja sempre foi das mulheres. Tenenit, a divindade egípcia da cerveja, era do sexo feminino, como era a deusa Zulu (África) da cerveja, Mbaba Mwana Waresa. Entre o povo Wari, do antigo Peru, as mulheres de elite fabricavam a cerveja. Séculos mais tarde, as mulheres dominaram a cena cervejeira européia. Só no final de 1700 a cerveja se tornou uma bebida predominantemente masculina.

7) Quem bebe cerveja hoje?

Hoje, a cerveja é a bebida preferida dos homens. Nos EUA, dos 67% dos adultos que bebem álcool, 54% dos homens e 27% das mulheres põe a cerveja no topo da lista. Destilados são igualmente preferidos por ambos os sexos. Mas a bebida número um para as mulheres é o vinho, uma tendência em grande parte impulsionada pelas mulheres de 50 anos. A cerveja é mais popular entre os jovens (18 a 34 anos), sendo que metade deles lista a cerveja como bebida alcoólica preferida.

6) Cerveja não é só para beber

Existem muitos usos alternativos para a cerveja. Por exemplo, os cozinheiros a usam para dar sabor ao molho de churrasco, temperar pão ou umedecer frango grelhado. Mas isso não é nada comparado com a ideia de John Milkovisch. A partir de 1968, ele passou 18 anos revestindo o exterior de sua casa com latas de cerveja amassadas, transformando-as em franjas. Milkovisch morreu em 1988, e sua casa agora é um museu. Comece a beber uma cerveja agora se quiser tentar fazer uma cerca dessas em sua casa.

5) Misturas acidentais

Gosta da cerveja tipo lager? Agradeça aos cervejeiros bávaros da Idade Média. Sem seus ajustes genéticos acidentais, essa cerveja clara e leve poderia não existir. A cerveja lager surgiu quando eles começaram a fermentar a cerveja ale (mais amarga) no inverno. A levedura da cerveja, Saccharomyces cerevisiae, não fermentava bem em temperaturas frias, e sobreviveu por hibridação com outra levedura, S. bayanus, que cresce melhor nesse clima. A mistura resultou na S. pastorianus, agora usada em cervejas lager do mundo inteiro.

4) Gosto ruim? Muita luz na cerveja

Embora muitas pessoas culpem a idade ou a refrigeração prolongada quando uma cerveja não está com gosto bom, na verdade é a luz que estraga a bebida. A cerveja tem compostos de lúpulo sensíveis à luz. A exposição prolongada à luz pode provocar uma reação nesses compostos, levando ao gosto ruim. É por isso que a cerveja é normalmente armazenada em garrafas “protetoras” marrons ou verdes.

3) Cerveja é bom para os ossos…

Todo mundo sabe que a cerveja não é bem a melhor coisa para a saúde, mas ela contém pelo menos um ingrediente bom: silício. Duas cervejas podem proporcionar um nível saudável diário de silício, importante para a saúde óssea. As cervejas com muita cevada maltada e lúpulo são as têm mais silício. Lagers e cervejas de trigo são as menos ricas em silício.

2) …mas ruim para a cabeça

O álcool tem todos os tipos de efeitos desagradáveis no corpo, desde sono interrompido a desidratação, o que pode fazer você se sentir terrível no dia seguinte: famosa ressaca. Mas agradeça esse sentimento horroroso, porque a ressaca pode ser a maneira da natureza forçar a moderação no consumo, já que o álcool pode ser mortal. As consequências de beber demais, a longo prazo, incluem doenças do fígado e risco aumentado de câncer. Os bebedores têm um risco de câncer de esôfago sete vezes maior do que abstêmios. Os riscos de câncer de estômago, cólon e reto, fígado, pâncreas, pulmão e próstata também são maiores.

1) Porque as bolhas da cerveja flutuam para baixo?

Não, você ainda não estava bêbado. Talvez estivesse, mas não estava imaginando coisas, se percebeu que as bolhas da cerveja parecem desafiar as leis da física, flutuando para baixo, em vez de para cima. Por causa das “paredes” do copo de vidro, as bolhas de cerveja flutuam com mais facilidade no centro do copo. Conforme elas sobem, puxam o líquido da superfície. Quando as bolhas se juntam à espuma, esse líquido desce para as laterais do vidro, arrastando bolhas menores para baixo com ele. Como toda cultura inútil, os pesquisadores utilizaram câmera lenta para descobrir o “mistério”. Uma boa maneira de ganhar uma aposta de bar. [LiveScience]

fonte
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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Receita para um bom coração: uma cerveja por dia


Não faltam pesquisas que falam do benefício do álcool para a saúde. E, enquanto muitos estudos sugeriram que um copo de vinho podia prevenir doenças cardíacas, uma nova análise indica que alguns desses mesmos benefícios podem ser colhidos também a partir de uma cerveja.

Os pesquisadores analisaram 16 estudos envolvendo mais de 200.000 participantes e constataram que o risco de doença cardíaca para os bebedores moderados de cerveja – que bebem cerca de 500 mililitros por dia – é 31% menor, em média. E, como no caso do consumo do vinho, o risco aumentou com o aumento da ingestão de álcool.

Segundo especialistas, o álcool em moderação pode aumentar o HDL, que é o colesterol bom, e quanto maior o HDL, mais protegidas as pessoas estão contra doenças cardíacas.
Os cientistas também disseram que pequenas quantidades de álcool parecem ter um efeito benéfico sobre as plaquetas do sangue e sobre a inflamação, entre outros efeitos na saúde.

Beber cerveja pode até ter alguns benefícios que o vinho não tem. Cerveja contém mais água, e como algumas pessoas se sentem inchadas ao beber, elas podem achar mais fácil beber moderadamente cerveja.

Há sempre a possibilidade de que fatores além das bebidas alcoólicas sejam responsáveis pelos benefícios, mas os pesquisadores tentaram controlar para estes fatores.

Uma possibilidade em estudos com o vinho, por exemplo, é que os bebedores de vinho têm mais probabilidade de estar seguindo a dieta mediterrânea, que também foi ligada a uma melhor saúde do coração. Essa dieta envolve comer legumes, grãos integrais e azeite de oliva, e relativamente pouca carne vermelha.

Tal como acontece com o vinho, pegar o hábito de beber uma cerveja por dia simplesmente para tentar ter uma saúde cardíaca melhor não é recomendado.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas não têm consciência do limite de “beber moderadamente”, que é um copo para mulheres, e dois para os homens por dia.

Se as pessoas forem além da moderação, poderão experimentar potencialmente efeitos negativos na saúde. Enquanto as pessoas metabolizam o álcool de maneira diferente, a regra geral é de que uma bebida por dia é um comportamento saudável; além disso, você está aumentando o risco de efeitos negativos na saúde.[LiveScience]

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cerveja pode aliviar a dor melhor do que Tylenol


Se você precisava de uma desculpa para abrir uma cerveja geladinha, um novo estudo sugere que algumas cervejas ajudam a aliviar dor com mais eficiência que remédios para dor vendidos sem receita na farmácia. O estudo foi conduzido por Dr. Trevor Thompson, da Universidade de Greenwich (Reino Unido), e publicado na revista The Journal of Pain.

Isso acontece porque elevar a quantidade de álcool no sangue para 0.08% (cerca de três ou quatro latinhas) aumenta a tolerância a dor significativamente. O resultado foi observado ao analisar 18 estudos sobre os efeitos de álcool em uma pessoa com dor.

A conclusão de Thompson é que o álcool funciona como um analgésico eficiente que “traz reduções clinicamente relevantes das classificações da intensidade da dor”. Isso não é muito surpreendente, já que o álcool é usado como anestésico desde o início dos tempos, mas o que impressiona no estudo é a revelação de que este poder é mais alto que remédios como paracetamol.

O estudo não significa que as pessoas devem tomar quatro latas de cerveja sempre que tiverem uma dor de cabeça, mas frisa essa característica do álcool. [Lifehacker]

por Juliana Blume
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Happy hour liberado. Tomar cerveja todos os dias faz bem ao coração

Estudo concluiu que o consumo de 330 ml diários (pouco menos de uma lata) da bebida para mulheres e 660 ml (pouco menos de duas latas) para os homens seria o suficiente para diminuir o risco de doenças cardiovasculares

Essa é a evidência mais antiga do cultivo de cevada na China – acreditava-se ter começado 1.000 anos depois (Thinkstock/VEJA/VEJA)

Mais um bom motivo para o happy hour: uma pesquisa mostrou que beber uma quantidade moderada de cerveja diariamente pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares em 25%. O estudo, publicado recentemente na revista científica Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Disease, concluiu que o consumo de 330 ml diários (pouco menos de uma lata) da bebida para mulheres e 660 ml (pouco menos de duas latas) para os homens seria o suficiente para diminuir o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial.

Para chegar a esta conclusão, pesquisadores do Instituto Neurológico Mediterrâneo, na Itália, revisaram 150 estudos sobre o assunto. Eles também descobriram que, a menos que se tenha alguma pré-disposição para doenças relacionadas ao consumo de álcool ou algum tipo de dependência da substância, a ingestão diária dessa quantidade não aumenta o risco de demência, câncer e outras doenças.

De acordo com os autores, o álcool e outros químicos presentes na bebida são responsáveis por esse efeito positivo. A cerveja contém altos níveis de antioxidantes – compostos que eliminam químicos nocivos à saúde -, além de minerais, como fósforo, iodo, magnésio e potássio e uma baixa quantidade de açúcar.

Eles ressaltam, contudo, que beber em excesso ou em binge (consumir pelo menos cinco doses de bebida alcoólica, no caso dos homens, ou quatro doses, no caso das mulheres, no período de duas horas) continua sendo uma prática contraindicada. Nesse caso, a bebida está relacionada a prejuízos para a saúde.

(Da redação)
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domingo, 23 de outubro de 2016

Entenda por que a cerveja sem álcool é aliada da atividade física

Rica em antioxidantes, vitaminas e minerais, a cerveja sem álcool é aliada antes e depois do treino, afirma novo estudo

Para quem gosta da bebida, a cerveja sem álcool pode ser uma boa opção para o pós-treino, já que é isotônica, rica em vitaminas e sais minerais, pouco calórica e possui carboidratos que fornecem a energia necessária nesse momento. (iStockphoto/Getty Images)

Boa notícia para os amantes de cerveja, mas que evitam bebê-la no dia a dia devido ao fator alcoólico e à quantidade de calorias. A versão sem álcool, além de benéfica para a saúde, é menos calórica e pode até ser aliada da atividade física. Elaborada com os mesmos ingredientes naturais da versão tradicional – água, malte, lúpulo e levedura -, a cerveja sem álcool é rica em antioxidantes, vitaminas do complexo, ácido fólico e sais minerais. Além disso tem propriedades isotônicas (fornecimento de água e sais minerais perdidos no suor) e apenas 90 calorias, em comparação com as 160 da versão alcoólica.

O lúpulo é o grande responsável pelos benefícios à saúde presentes na cerveja. É nele que estão os polifenóis, antioxidantes poderosos encontrados também no chocolate e em frutas como uva, morango e frutas vermelhas, que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce na melhora da geração de energia dentro das células. Um litro de cerveja sem álcool contém de 400 a 800 miligramas de polifenóis, dosagem suficiente para esse efeito protetor.

Já as leveduras são responsáveis pela presença das vitaminas do complexo B e do ácido fólico. As primeiras contribuem, por exemplo, para a geração de energia nas células. Sua falta no organismo nos deixa cansados e sem energia. Já o ácido fólico é extremamente importante para a manutenção das funções cognitivas.

Por mais inusitado que pareça, quando falamos de cerveja sem álcool estamos falando de uma bebida comum e tão natural quanto outras que não contêm álcool, como suco de frutas. As pessoas tomam tanto refrigerante e sucos industrializados, com aditivos químicos que não trazem nenhum benefício para a saúde, e muitas vezes nem cogitam beber uma cerveja sem álcool que é natural, hidratante, não tem aditivos químicos e tem muitos nutrientes”, afirma a nutricionista Alessandra Luglio.

Cerveja pós atividade física
A bebida também é uma boa opção para o pós-treino. “Ela é hidratante (95% de sua composição é água), rica em vitaminas e sais minerais e contém carboidratos, que são importantes para fornecer energia para o corpo nesse momento”, complementa Alessandra.

Por Giulia Vidale
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Você sabia que a cerveja faz bem a saúde? Confira

Ter a autorização de um médico para tomar aquela cervejinha, talvez, fosse tudo que você estava precisando ouvir.

Duas pesquisas feitas pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e na Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, mostraram que consumir o álcool, de maneira moderada, pode ajudar a aumentar o colesterol e fazer muito bem para a saúde cardiovascular.

Mas provavelmente você deve estar se queixando sobre “desde quando ter o colesterol alto é algo saudável?” Por isso, primeiro vamos entender quando ter um índice alto de colesterol pode ser algo prejudicial ou não para a saúde.

Foto: Pixabay

Colesterol bom x colesterol ruim
A princípio vamos entender a diferença entre o LDL (Low-density lipoprotein) e HDL ( High-density lipoprotein). É aconselhável manter os níveis do primeiro sempre baixos, pois eles aumentam significativamente o risco de várias doenças no sistema cardiovascular.

É ele o responsável por “transportar” o colesterol, levando-o até o fígado para que seja absorvido. Mas altos índices de LDL, conhecido como “colesterol ruim”, podem acabar se acumulando nas artérias e causando vários tipos de danos.

Já o HDL pode ajudar a melhorar a saúde cardiovascular. São essas taxas que irão ajudar a eliminar o excesso do colesterol presente no seu organismo. Ou seja, ter níveis de HDL mais altos faz bem para a saúde e, de quebra, ajuda a reduzir o LDL.

O álcool pode aumentar o colesterol bom
O álcool pode ser uma ótima maneira de ajudar a elevar esse “colesterol do bem”. Mas é claro, o segredo para o sucesso é saber usar o ingrediente de forma moderada.

O indicado para homens com mais de 50 anos é nada mais que 700ml de cerveja por dia. Homens mais velhos e todas as mulheres não devem consumir mais do que essa dosagem diária.

Outros tipos de bebidas podem ajudar a aumentar os níveis de triglicerídios, como o vinho e o licor. Procure beber, no máximo 125 ml por dia.

O consumo do álcool em excesso pode trazer grandes males para a saúde, como aumento na gordura do fígado ou danos cerebrais, circulatórios e dependência.

Por isso, beber 12 latas de cerveja no final de semana para compensar o que não bebeu durante a semana, não adianta. Isso só irá surtir um efeito contrário e acabar gerando um grande mal para o organismo.

Por Ana Ligia
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