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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Vinho tinto faz bem? Saiba o que diz a ciência

Acredita-se que os polifenóis do vinho tinto (o resveratrol, em particular) podem ter benefícios singulares de proteção à saúde

O vinho é considerado um ingrediente indispensável na dieta mediterrânea, caracterizada por um cardápio saudável (iStock/Getty Images)

Faz alguns anos que o vinho tinto passou a ser apontado pela ciência como um protetor em potencial para a saúde de uma forma geral. Ao mesmo tempo, cresce o número de estudos científicos sugerindo que o álcool, mesmo que consumido em pequenas quantidades, pode fazer mal e está associado a uma série de doenças. A grande questão é: seria o vinho uma exceção? As informações são do programa Trust me I’m a Doctor (“Confie em mim, sou médico”), da rede britânica BBC.

Acredita-se que os polifenóis do vinho tinto (o resveratrol, em particular) podem ter benefícios singulares de proteção a ataques cardíacos, por exemplo. O álcool ajuda a evitar danos às artérias e inibe a formação de coágulos. Já o resveratrol, encontrado na casca da uva vermelha, tem ação vasodilatadora e aumenta o HDL, o colesterol bom, e diminui o LDL, o ruim.

Os benefícios do vinho para a saúde seriam em quantidades moderadas, é claro. Recomenda-se no máximo duas taças diárias para os homens e uma para as mulheres, pela diferença do organismo de cada um para a absorção do álcool. O consumo regular foi relacionado com longevidade e redução do endurecimento arterial.

Já se mostrou também que o resveratrol evita o desenvolvimento de tumores, protege os neurônios, é um forte antioxidante, ajuda a combater vírus e é um potente anti-inflamatório. A ciência tenta, inclusive isolar o resveratrol para que ele seja usado na prevenção de doenças.

Soma-se a isso o fato de que a bebida é considerada um ingrediente indispensável da dieta mediterrânea, caracterizada por um cardápio saudável, repleto de alimentos frescos e naturais como azeite, frutas, legumes, cereais, leite e queijo.

Apesar dos possíveis benefícios, o Cancer Research UK, o centro britânico de pesquisas para o câncer, alerta que é um erro tomar vinho tinto achando que isso fará bem à saúde.

fonte
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Este remédio antigo pode curar até 100 doenças


Todos buscamos melhorar a nossa saúde de várias formas, pois à medida que os anos passam, nos tornamos mais propensos a desenvolver uma grande quantidade de doenças que podem reduzir significativamente a nossa qualidade de vida.

Sabemos que, para ter uma boa saúde por muitos anos e desfrutar de uma longa existência, é fundamental manter um estilo de vida saudável que inclua uma boa alimentação, atividade física e outros bons hábitos que nos ajudem a manter um bom estado físico e mental. No entanto, também podemos proporcionar ao nosso organismo alguns benefícios extras, ao oferecer-lhe todas as substâncias das quais ele necessita para combater uma grande quantidade de doenças.

Esse benefício extra que podemos dar ao nosso corpo é possível graças a dois ingredientes muito poderosos que favorecem a nossa saúde, e que juntos podem ser a cura de até 100 doenças diferentes, relacionadas ao sistema respiratório, imunológico, cardiovascular, ao fígado, aos rins, ao sistema linfático, entre outros.

Em que consiste este poderoso remédio antigo?

Este remédio natural combina as propriedades do alho e do vinho tinto para criar uma bebida potente, que pode melhorar a saúde significativamente e prevenir uma grande quantidade de doenças.
Que benefícios o alho oferece para a saúde?

Remédio antigo com alho e vinho tinto


O alho cru é um alimento com propriedades antissépticas, fungicidas, bactericidas e depurativas, graças a um componente chamado de alicina, que é o responsável por combater uma grande quantidade de vírus e bactérias, além de limpar o organismo. Este alimento é rico em antioxidantes e tem a capacidade de prevenir e combater doenças, como o colesterol alto, a hipertensão arterial, as gripes e resfriados, problemas digestivos, infecções, má circulação sanguínea, entre outros.

Diversos estudos identificaram que o alho tem propriedades anticancerígenas, capazes de reduzir em até 50% o risco de câncer no estômago e em 66% o risco de câncer colorretal. Como conclusão, podemos dizer que o alho é um superalimento que nos ajuda a aumentar as defesas, prevenir o câncer, diminuir os riscos cardiovasculares e melhorar a saúde da pele.

Quais são os benefícios do vinho tinto para a saúde?


O vinho tinto é um alimento muito saudável, quando consumido em quantidades moderadas, sem exceder duas taças ao dia. Esta bebida tão famosa e tão valorizada em todo o mundo é rica em antioxidantes e possui uma grande quantidade de nutrientes que fazem bem ao organismo. Seus principais benefícios se devem ao seu alto conteúdo de resveratrol e flavonoides, que são poderosos antioxidantes que melhoram a saúde do coração, reduzem o colesterol, melhoram a circulação sanguínea, promovem a regeneração celular, contribuem para reduzir a obesidade, limpam o organismo, melhoram a função cognitiva e evitam o envelhecimento precoce, entre outros.

Vinho tinto é usado em remédio antigo
O vinho tinto também tem propriedades adstringentes, pode combater bactérias bucais associadas às cáries, tem ação anti-inflamatória, diminui as consequências de um estilo de vida sedentário e, em geral, ajuda a manter o organismo em boas condições.

Também há estudos que encontraram uma relação entre o consumo de quantidades moderadas de vinho tinto e a redução dos riscos de câncer. Este benefício está relacionado às suas altas quantidades de resveratrol, que ajudaria a reduzir o risco de câncer no pulmão, de mama e de próstata.
Como se prepara o remédio de alho e vinho tinto para melhorar a saúde?

Levando em conta todas as qualidades do alho e do vinho tinto, podemos afirmar que este poderoso remédio é um grande aliado da saúde, capaz de limpar o sangue, fortalecer o sistema imunológico, eliminar o colesterol ruim, melhorar a saúde cardiovascular, prevenir doenças, melhorar a saúde da pele, combater infecções, entre outros.

É importante destacar, entre todos os seus benefícios, que ele também funciona como um potente anticancerígeno, pois ambos os ingredientes têm propriedades que podem prevenir e combater o câncer.

Ingredientes
12 dentes de alho
1/2 litro de vinho tinto de boa qualidade

Como fazer?
Em primeiro lugar, você deve cortar cada um dos dentes de alho em quatro partes para, posteriormente, misturá-los com o meio litro de vinho tinto em um frasco de vidro.
O frasco deve ser muito bem fechado e guardado durante duas semanas, em um lugar da casa onde receba a luz do sol.
Durante estas duas semanas, deve-se agitar o frasco diariamente, duas ou três vezes ao dia.
Finalmente, depois de passado este período, deve-se coar o conteúdo do frasco e colocá-lo em outro recipiente ou garrafa escura. Deve-se mantê-lo assim e consumi-lo todos os dias.

Dose: tomar uma colher pequena desta bebida três vezes ao dia durante um mês seguido. O ideal é fazer uso deste remédio pelo menos 2 vezes por ano.

fonte:melhorcomsaude.com
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Resveratrol




Por Mariana Fantini

O resveratrol é um polifenol que está presente nas plantas para protegê-las contra pragas e bactérias. É encontrado, principalmente, nas cascas e sementes de uvas.

Desvendando a uva:

* Casca – está quase todo o resveratrol presente na fruta, os pigmentos responsáveis pela cor e antioxidantes que combatem o envelhecimento das células.
* Polpa – há compostos antioxidantes que combatem o envelhecimento das células, minerais e água.
* Sementes – depósito de tanino, um poderoso antioxidante.

Estudiosos relatam que o suco feito dessas uvas é um alimento funcional cheio de substâncias que ajudam a prevenir esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), reduzir riscos de diabetes, hipertensão, câncer e doenças do coração e também tem propriedades antiinflamatórias.
Como nosso organismo não acumula essa substância, a orientação para consumo de suco de uva diariamente seria de 1 copo de 150ml para mulheres e 2 copos para homens.

Não esqueça que o resveratrol sozinho não pode curar ou prevenir doenças, nem melhorar a qualidade de vida. É preciso aliar o consumo da substância a bons hábitos alimentares, prática de exercícios físicos e exames regulares com seu médico.
Por isso, consulte seu médico e nutricionista para auxiliá-lo!
http://www.dicasdenutricao.com
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

sábado, 29 de novembro de 2008

Estudo encontra pistas sobre o envelhecimento no vinho

Nicholas Wade

Uma nova percepção sobre os motivos do envelhecimento foi desenvolvida por cientistas que estão tentando compreender como o resveratrol, um ingrediente menor do vinho tinto, propicia melhor saúde e mais longevidade a ratos de laboratório. Eles acreditam que a integridade dos cromossomos é comprometida à medida que as pessoas envelhecem, e que o resveratrol funciona ao ativar uma proteína conhecida como sirtuin, que restaura a saúde cromossômica.

A constatação, publicada quinta-feira na versão online da revista Cell, deriva do trabalho de um grupo de pesquisadores liderado por David Sinclair, da Escola de Medicina de Harvard. O projeto é parte de um crescente esforço dos biólogos para compreender a sirtuin e outros poderosos agentes que controlam os comandos do metabolismo nas células vivas, como por exemplo a maneira pela qual elas controlam gorduras e sua resposta à insulina.

Os pesquisadores estão apenas começando a compreender como esses agentes funcionam e de que maneira se poderia manipulá-los, na esperança de que isso torne possível desenvolver medicamentos que reforcem a resistência a doenças e retardem o envelhecimento.

A Sirtris, uma empresa que Sinclair ajudou a criar, desenvolveu diversos produtos químicos que reproduzem o comportamento do resveratrol e são potencialmente mais adequados para a produção de medicamentos, já que ativam a sirtuin em dosagem muito menor do que a necessária para que o resveratrol o faça.

Este mês, um desses produtos químicos, de acordo com estudo publicado pela Cell Metabolism, se provou capaz de proteger contra a obesidade ratos de laboratório que são alimentados com dietas de alto teor de gordura, e ampliou sua resistência em testes físicos ¿ um efeito semelhante ao do resveratrol.

Ainda que a pesquisa pareça ser um campo bastante promissor, as questões sobre essa proteína ainda não estão nem de longe respondidas. O resveratrol é um agente poderoso, com muitos efeitos diferentes, apenas alguns dos quais são exercidos pela sirtuin.

Assim, medicamentos que ativem a sirtuin podem não ser um tônico tão esplêndido para os seres humanos quanto o resveratrol provou ser para os ratos de laboratório.

A nova constatação se relaciona à manutenção dos cromossomos, as moléculas gigantes de ADN que compõem o genoma. Cada célula tem cerca de dois metros de ADN contidos em seu núcleo, e ele porta as cerca de 20 mil instruções genéticas necessárias à operação do corpo humano.

Cada célula precisa oferecer acesso instantâneo a um punhado desses genes necessários especificamente àquele tipo de célula, mas também bloquear firmemente as ações dos demais genes, para evitar uma situação de caos.

O papel normal da sirtuin é ajudar a amordaçar todos os genes que uma célula precisa manter sob controle. Ela o faz mantendo a cromatina, a substância que envolve o ADN, enrolada de maneira tão apertada que a célula não consegue acesso aos genes subjacentes.

Mas a sirtuin desempenha outro papel crucial, que é deflagrado por emergências como uma interrupção em ambos os feixes de ADN de um cromossomo. Quando um feixe duplo se quebra, a sirtuin acorre ao local rapidamente a fim de ajudar a remendar os dois pedaços do cromossomo que se separaram. Mas nessa operação de salvamento, ela deixa seu posto, e os genes que vinha reprimindo podem voltar a agir, o que causa confusão.

Isso, sugerem Sinclair e seus colegas, pode ser uma causa fundamental no envelhecimento dos ratos de laboratório, e possivelmente dos seres humanos também.

O papel de repressão genética da sirtuin foi descoberto nos anos 80 por biólogos que estavam estudando o fermento, um organismo que costuma ser estudado com freqüência em laboratórios. Sinclair e Leonard Guarente, do Instituto de Tecnologia de Massachussets, descobriu em 1997 que a sirtuin também pode reparar certas formas de dano genômico no fermento, e ao fazê-lo prolonga a vida das células de fermento. Mas essa forma específica de dano não ocorre em células de mamíferos, o que suscita o enigma de por que sirtuin adicional faria bem a elas.

O novo relatório de Sinclair, caso confirmado, resolve esse problema ao demonstrar que a sirtuin manteve seu papel de reparo genético nos organismos mais elevados, mas esse reparo se concentra em um tipo diferente de dano genômico ¿o de interrupção nos feixes de ADN dos cromossomos.

As experiências do grupo ¿demonstram com muita elegância¿ que a sirtuin trabalha de maneira parecida nos mamíferos e no fermento, disse o Dr. Jan Vijg, do Colégio de Medicina Albert Einstein, em comentário publicado na revista ¿Cell¿. A questão agora passa a ser determinar se a sirtuin é um fator que favorece maior longevidade nos mamíferos, ele afirmou em mensagem de e-mail.

Ronald Evans, biólogo do Instituto Salk, disse que o novo relatório era instigante, mas não provava o caso de que o reposicionamento da sirtuin era uma causa direta de envelhecimento. Testes com ratos de laboratório geneticamente alterados para excluir o gene da sirtuin poderiam demonstrar se esses espécimes apresentariam sintomas de envelhecimento prematuro, como a idéia de Sinclair preveria.

Sinclair afirmou que concordava em que a hipótese quanto ao papel da sirtuin no envelhecimento não estava provada. "Tomamos o cuidado de não afirmar de maneira categórica que essa é uma causa do envelhecimento, mas com base em tudo que sabemos, não é uma má hipótese", disse.

Seria interessante testar o envelhecimento em ratos de laboratório desprovidos do gene da sirtuin, como Evans propôs, mas eles morrem cedo demais, disse Sinclair.

O pesquisador vem tomando grandes doses diárias de resveratrol desde que ele e seus colegas descobriram que o produto ativava a sirtuin, cinco anos atrás. ¿Continuo a usar, e me sinto muito bem¿, ele afirma. "Mas é cedo demais para determinar se pareço jovem para a idade que tenho".

Tradução: Paulo Migliacci

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