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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Excesso de sódio na comida transforma coração em bomba-relógio
Evitar alguns alimentos ajuda a combater a hipertensão, que afeta 23,3% dos brasileiros
Um acordo do Ministério da Saúde com a indústria alimentícia prevê a redução gradual de sódio em diversas categorias de alimentos no Brasil. A lista inicial contém 16 variedades, que incluem massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. Agora, o ministro Alexandre Padilha detalhou as metas de mais sete alimentos, com foco em produtos muito consumidos pelo público infanto-juvenil: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados e as metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.
O objetivo é reduzir 1,6 mil toneladas de sódio nos alimentos preparados nos próximos cinco anos, para ajudar no combate a doenças crônicas no país agravadas pelo alto consumo de sódio, como hipertensão e doenças cardiovasculares. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2010, a hipertensão atingiu 23,3% dos brasileiros, sendo que as mulheres são mais vítimas da doença (25,5%) que os homens (20,7%). A pesquisa, feita junto ao Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP), também mostrou que o diagnóstico se torna mais frequente conforme a idade avança - 50% das pessoas com 55 anos ou mais apresentam quadro de pressão alta. Hoje, no entanto, sabe-se que o controle do consumo de sódio pode evitar que a pressão arterial suba além da conta.
A principal fonte de sódio é o sal de cozinha, mas ele está presente em muitos outros alimentos, sejam eles naturais ou industrializados, pois é um conservante natural. E o principal: não é por que o alimento é salgado que tem muito sódio. Uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia ouviu mais de 1.200 hipertensos e descobriu que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens dos alimentos. E 75% deles nem sequer lêem os rótulos. Isso porque o mineral fica camuflado.
A seguir, confira os novos produtos incluídos na lista do Ministério da Saúde e conheça outros alimentos campeões do sódio oculto.
Sódio escondido
Isoladamente o sódio não tem sabor, mas poucos sabiam disso. Geralmente os médicos costumam recomendar a redução do sal para as pessoas com hipertensão porque ele é a principal fonte de sódio. Para se ter uma ideia do quanto de sal tem em um alimento, é só multiplicar o valor do sódio no rótulo por 2,5. Um alimento com 500 mg de sódio representa 1,25 g de sal, por exemplo. No entanto, o sal não é a única forma de encontrarmos o mineral. Recentemente, a Anvisa chegou a discutir a opção de acrescentar aos rótulos a quantidade de sal, em vez da de sódio, porém, isso não foi levado a diante justamente por ter alguns alimentos que apresentam sódio, mas não sal, como é o caso do leite, por exemplo.
De acordo com dados da OMS, a população brasileira consome duas vezes mais sódio do que o recomendado. Para adultos hipertensos, o consumo diário do mineral deve ser de 4g, o equivalente a uma colher de sobremesa, enquanto para não-hipertensos, bastam 6g. "O sódio precisa estar em equilíbrio com o potássio, caso contrário pode desencadear doenças cardiovasculares. Além disso, como o mineral compete com o cálcio, o uso abusivo de sódio pode levar a menor absorção de cálcio, gerando problemas como osteoporose e raquitismo, entre outros", explica a nutricionista Eliane Cristina de Almeida, da Unifesp.
Por estar presente em muitos alimentos, o mineral acaba se tornando uma ameaça para a saúde organismo, na medida em que não conseguimos fazer um controle maior do quanto estamos consumindo. Se é difícil seguir esse padrão, podemos pelo menos, diminuir consideravelmente o consumo de sódio se aprendermos a olhar rótulos.
Maionese - Foto: Getty Images
Lista do Ministério da Saúde
Pão francês
Teor atual: 648mg/100g
Meta: 586mg/ 100g
Redução: 2,5% ao ano até 2014
Batata palha ou frita
Teor atual: 720mg/100g
Meta: 529mg/ 100g
Redução: 5% ao ano até 2016
Salgadinhos de milho
Teor atual: 1.288mg/100g
Meta: 747mg/ 100g
Redução: 8,5% ao ano até 2016
Bolos prontos
Teor atual: 463mg/100g
Meta: entre 204mg/100g e 332g/100g (varia conforme o tipo de bolo)
Redução: De 7,5% a 8% ao ano até 2014
Misturas para bolo
Teor atual: 568mg/100g
Meta: 334mg/100g (aerados) e 250mg/100g (cremosos)
Redução: De 8% a 8,5% ao ano até 2016
Biscoitos
Teor atual:1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados)
Meta: 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados)
Redução: 7,5% a 19,5% ao ano até 2014
Maionese
Teor atual: 1.567mg/100g
Meta: 1.052mg/100g
Redução: 9,5% ao ano até 2014
Outros alimentos
Pães de forma: 645 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Bisnaguinhas: 531 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Até 2014
Pães de forma: até 522 miligramas por 100 g (10% ao ano)
Bisnaguinhas: até 430 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Macarrão instantâneo
"Toda a praticidade do miojo esconde um teor nutritivo baixíssimo", alerta a nutricionista Maria Fernanda Cortez. Só o tempero contém cerca de 50% do valor diário de sódio em uma dieta de duas mil calorias. Atualmente, cada 100 gramas de macarrão instantâneo produzido no Brasil apresenta entre 2.036 e 4.718 miligramas de sódio. No Canadá, a média de sódio é de 926,9 miligramas a cada 100 gramas do produto.
Pão de forma
Os índices dos produtos brasileiros também são expressivamente maiores. Enquanto no Canadá a média varia de 361 a 526 miligramas de sódio a cada 100 gramas do alimento, no Brasil, a mesma quantidade do produto traz entre 437 e 796 miligramas.
Fast-food
Campeão absoluto, além de gorduroso e altamente calórico, os fast-foods podem conter até 80% da ingestão diária de sódio recomendada."Além de aumentar a gordura e o colesterol do organismo, o sódio em excesso presente nesses alimentos podem causar a retenção de líquido, problemas cardiovasculares, aumento nos riscos de hipertensão, de celulite e de inchaço no corpo", diz a nutricionista Eliana Cristina.
Comida congelada
O sódio conserva o alimento, na medida em que diminui a atividade da água, impedindo o crescimento e a proliferação de micro-organismos. Além disso, alimentos congelados costumam ter o mineral em grandes quantidades para realçar o sabor dos alimentos.
Salgadinho e biscoito
A criançada que se cuide, pois os salgadinhos e as bolachas recheadas estão com o teor de sódio cada vez mais alto, por causa dos aromatizantes e do fermento. "É preciso criar o hábito de ler os rótulos. Assim, podemos evitar de comprar aqueles alimentos que tem muita gordura e muito sódio", ensina a especialista da Unifesp.
Refrigerantes
Até mesmo os diet, light ou zero são ricos no mineral, pois reduzem o açúcar, mas a quantidade de sódio continua lá presente, em alguns casos até em doses maiores do que nos refrigerantes convencionais.
Cereal matinal
Os cereais matinais, principalmente infantis, são ricas fontes de sódio. "Uma porção de 30 gramas de cereal, pode conter mais de 200 mg de sódio. E como a quantidade de sódio para crianças de até três anos de idade é de 225 mg do mineral, é preciso olhar os rótulos com muita atenção e até suprimir a marca do cardápio", alerta a especialista.
Embutidos
Salsicha, salame, linguiça, mortadela, tudo muito gostoso e prático, mas ricos em sódio. Além da gordura desses alimentos, o mineral é basicamente necessário para a conservação destes tipos de alimentos. Consumir com moderação é o segredo.
Chocolate
Sobremesas também podem conter alto teor de sódio. O chocolate, em geral, também usa o sódio na conservação. Chocolate branco tem mais sódio do que o amargo e o a versão ao leite, mas todos os três tipos podem trazer danos a saúde se consumidos em excesso.
Carne bovina, leite e derivados
O sódio é bastante abundante em alimentos de origem animal. "A carne bovina, ovos, peixes, leite e derivados já apresentam uma boa quantidade de sódio. Por isso, o tempero e o consumo em excesso deve ser medido", explica Eliana Cristina de Almeida.
Alimentos naturais (feijão, cenoura, tomate, batata, acelga)
Não são só os industrializados e os alimentos de origem animal que contém sódio. É possível encontrar o mineral em alguns legumes, vegetais e frutas. Feijão, soja, batata, tomate e acelga são fontes de sódio, no entanto, a nutricionista diz que as quantidades são pequenas. "O nosso corpo precisa de sódio e esses alimentos já nos fornecem a quantidade que precisamos. Se ficássemos só com eles, nosso organismo já estaria bem abastecido", explica Eliana.
Um acordo do Ministério da Saúde com a indústria alimentícia prevê a redução gradual de sódio em diversas categorias de alimentos no Brasil. A lista inicial contém 16 variedades, que incluem massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. Agora, o ministro Alexandre Padilha detalhou as metas de mais sete alimentos, com foco em produtos muito consumidos pelo público infanto-juvenil: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados e as metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.
O objetivo é reduzir 1,6 mil toneladas de sódio nos alimentos preparados nos próximos cinco anos, para ajudar no combate a doenças crônicas no país agravadas pelo alto consumo de sódio, como hipertensão e doenças cardiovasculares. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2010, a hipertensão atingiu 23,3% dos brasileiros, sendo que as mulheres são mais vítimas da doença (25,5%) que os homens (20,7%). A pesquisa, feita junto ao Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP), também mostrou que o diagnóstico se torna mais frequente conforme a idade avança - 50% das pessoas com 55 anos ou mais apresentam quadro de pressão alta. Hoje, no entanto, sabe-se que o controle do consumo de sódio pode evitar que a pressão arterial suba além da conta.
A principal fonte de sódio é o sal de cozinha, mas ele está presente em muitos outros alimentos, sejam eles naturais ou industrializados, pois é um conservante natural. E o principal: não é por que o alimento é salgado que tem muito sódio. Uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia ouviu mais de 1.200 hipertensos e descobriu que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens dos alimentos. E 75% deles nem sequer lêem os rótulos. Isso porque o mineral fica camuflado.
A seguir, confira os novos produtos incluídos na lista do Ministério da Saúde e conheça outros alimentos campeões do sódio oculto.
Sódio escondido
Isoladamente o sódio não tem sabor, mas poucos sabiam disso. Geralmente os médicos costumam recomendar a redução do sal para as pessoas com hipertensão porque ele é a principal fonte de sódio. Para se ter uma ideia do quanto de sal tem em um alimento, é só multiplicar o valor do sódio no rótulo por 2,5. Um alimento com 500 mg de sódio representa 1,25 g de sal, por exemplo. No entanto, o sal não é a única forma de encontrarmos o mineral. Recentemente, a Anvisa chegou a discutir a opção de acrescentar aos rótulos a quantidade de sal, em vez da de sódio, porém, isso não foi levado a diante justamente por ter alguns alimentos que apresentam sódio, mas não sal, como é o caso do leite, por exemplo.
De acordo com dados da OMS, a população brasileira consome duas vezes mais sódio do que o recomendado. Para adultos hipertensos, o consumo diário do mineral deve ser de 4g, o equivalente a uma colher de sobremesa, enquanto para não-hipertensos, bastam 6g. "O sódio precisa estar em equilíbrio com o potássio, caso contrário pode desencadear doenças cardiovasculares. Além disso, como o mineral compete com o cálcio, o uso abusivo de sódio pode levar a menor absorção de cálcio, gerando problemas como osteoporose e raquitismo, entre outros", explica a nutricionista Eliane Cristina de Almeida, da Unifesp.
Por estar presente em muitos alimentos, o mineral acaba se tornando uma ameaça para a saúde organismo, na medida em que não conseguimos fazer um controle maior do quanto estamos consumindo. Se é difícil seguir esse padrão, podemos pelo menos, diminuir consideravelmente o consumo de sódio se aprendermos a olhar rótulos.
Maionese - Foto: Getty Images
Lista do Ministério da Saúde
Pão francês
Teor atual: 648mg/100g
Meta: 586mg/ 100g
Redução: 2,5% ao ano até 2014
Batata palha ou frita
Teor atual: 720mg/100g
Meta: 529mg/ 100g
Redução: 5% ao ano até 2016
Salgadinhos de milho
Teor atual: 1.288mg/100g
Meta: 747mg/ 100g
Redução: 8,5% ao ano até 2016
Bolos prontos
Teor atual: 463mg/100g
Meta: entre 204mg/100g e 332g/100g (varia conforme o tipo de bolo)
Redução: De 7,5% a 8% ao ano até 2014
Misturas para bolo
Teor atual: 568mg/100g
Meta: 334mg/100g (aerados) e 250mg/100g (cremosos)
Redução: De 8% a 8,5% ao ano até 2016
Biscoitos
Teor atual:1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados)
Meta: 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados)
Redução: 7,5% a 19,5% ao ano até 2014
Maionese
Teor atual: 1.567mg/100g
Meta: 1.052mg/100g
Redução: 9,5% ao ano até 2014
Outros alimentos
Até 2012: Início da redução
Massas instantâneas: até 1,9 grama por 100 gramas de alimento (30% do valor atual)Pães de forma: 645 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Bisnaguinhas: 531 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Até 2014
Pães de forma: até 522 miligramas por 100 g (10% ao ano)
Bisnaguinhas: até 430 miligramas por 100 gramas de alimento (redução de 10% ao ano)
Macarrão instantâneo
"Toda a praticidade do miojo esconde um teor nutritivo baixíssimo", alerta a nutricionista Maria Fernanda Cortez. Só o tempero contém cerca de 50% do valor diário de sódio em uma dieta de duas mil calorias. Atualmente, cada 100 gramas de macarrão instantâneo produzido no Brasil apresenta entre 2.036 e 4.718 miligramas de sódio. No Canadá, a média de sódio é de 926,9 miligramas a cada 100 gramas do produto.
Pão de forma
Os índices dos produtos brasileiros também são expressivamente maiores. Enquanto no Canadá a média varia de 361 a 526 miligramas de sódio a cada 100 gramas do alimento, no Brasil, a mesma quantidade do produto traz entre 437 e 796 miligramas.
Fast-food
Campeão absoluto, além de gorduroso e altamente calórico, os fast-foods podem conter até 80% da ingestão diária de sódio recomendada."Além de aumentar a gordura e o colesterol do organismo, o sódio em excesso presente nesses alimentos podem causar a retenção de líquido, problemas cardiovasculares, aumento nos riscos de hipertensão, de celulite e de inchaço no corpo", diz a nutricionista Eliana Cristina.
Comida congelada
O sódio conserva o alimento, na medida em que diminui a atividade da água, impedindo o crescimento e a proliferação de micro-organismos. Além disso, alimentos congelados costumam ter o mineral em grandes quantidades para realçar o sabor dos alimentos.
Salgadinho e biscoito
A criançada que se cuide, pois os salgadinhos e as bolachas recheadas estão com o teor de sódio cada vez mais alto, por causa dos aromatizantes e do fermento. "É preciso criar o hábito de ler os rótulos. Assim, podemos evitar de comprar aqueles alimentos que tem muita gordura e muito sódio", ensina a especialista da Unifesp.
Refrigerantes
Até mesmo os diet, light ou zero são ricos no mineral, pois reduzem o açúcar, mas a quantidade de sódio continua lá presente, em alguns casos até em doses maiores do que nos refrigerantes convencionais.
Cereal matinal
Os cereais matinais, principalmente infantis, são ricas fontes de sódio. "Uma porção de 30 gramas de cereal, pode conter mais de 200 mg de sódio. E como a quantidade de sódio para crianças de até três anos de idade é de 225 mg do mineral, é preciso olhar os rótulos com muita atenção e até suprimir a marca do cardápio", alerta a especialista.
Embutidos
Salsicha, salame, linguiça, mortadela, tudo muito gostoso e prático, mas ricos em sódio. Além da gordura desses alimentos, o mineral é basicamente necessário para a conservação destes tipos de alimentos. Consumir com moderação é o segredo.
Chocolate
Sobremesas também podem conter alto teor de sódio. O chocolate, em geral, também usa o sódio na conservação. Chocolate branco tem mais sódio do que o amargo e o a versão ao leite, mas todos os três tipos podem trazer danos a saúde se consumidos em excesso.
Carne bovina, leite e derivados
O sódio é bastante abundante em alimentos de origem animal. "A carne bovina, ovos, peixes, leite e derivados já apresentam uma boa quantidade de sódio. Por isso, o tempero e o consumo em excesso deve ser medido", explica Eliana Cristina de Almeida.
Alimentos naturais (feijão, cenoura, tomate, batata, acelga)
Não são só os industrializados e os alimentos de origem animal que contém sódio. É possível encontrar o mineral em alguns legumes, vegetais e frutas. Feijão, soja, batata, tomate e acelga são fontes de sódio, no entanto, a nutricionista diz que as quantidades são pequenas. "O nosso corpo precisa de sódio e esses alimentos já nos fornecem a quantidade que precisamos. Se ficássemos só com eles, nosso organismo já estaria bem abastecido", explica Eliana.
Por Andressa Basilio - atualizado em 14/12/2011
fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/11390-excesso-de-sodio-na-comida-transforma-coracao-em-bombarelogioInsulina degludec, nova insulina de longa ação, é útil para tratar o diabetes tipo 1 e diminui a hipoglicemia noturna
O tratamento intensivo com bolus de insulina melhora o controle glicêmico e reduz o risco de complicações associadas ao diabetes mellitus tipo 1. A insulina degludec é uma nova insulina de longa duração. O presente trabalho, publicado pelo The Lancet, comparou a eficácia e a segurança da insulina degludec e da insulina glargina, ambas administradas uma vez por dia, juntamente com insulina Aspart às refeições, em terapia para o diabetes tipo 1.
O desfecho primário foi de não inferioridade da insulina degludec em relação à insulina glargina, avaliado como uma redução na hemoglobina glicosilada (HbA1c) após 52 semanas.
De 629 participantes, 472 foram aleatoriamente designados para receberem insulina degludec e 157 para usar insulina glargina, todos foram analisados em seus respectivos grupos de tratamento. Em um ano, a HbA1c caiu 0,40% e 0,39%, respectivamente, com insulina degludec e insulina glargina. Dos participantes, 188 (40%) e 67 (43%) alcançaram meta de HbA1c inferior a 7%. As taxas de hipoglicemia foram semelhantes nos dois grupos. A taxa de hipoglicemia noturna confirmada foi 25% menor com degludec, quando comparou-se à insulina glargina. O total de eventos adversos graves (14 versus 16 eventos por 100 pacientes por ano de exposição) foram semelhantes para insulina degludec e insulina glargina.
Concluiu-se que a insulina degludec pode ser uma insulina basal útil para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, pois fornece controle glicêmico eficaz, reduzindo o risco de hipoglicemia noturna, que é uma grande limitação da terapêutica com insulina.
Fonte: The Lancet, volume 379, de 21 de abril de 2012
O desfecho primário foi de não inferioridade da insulina degludec em relação à insulina glargina, avaliado como uma redução na hemoglobina glicosilada (HbA1c) após 52 semanas.
De 629 participantes, 472 foram aleatoriamente designados para receberem insulina degludec e 157 para usar insulina glargina, todos foram analisados em seus respectivos grupos de tratamento. Em um ano, a HbA1c caiu 0,40% e 0,39%, respectivamente, com insulina degludec e insulina glargina. Dos participantes, 188 (40%) e 67 (43%) alcançaram meta de HbA1c inferior a 7%. As taxas de hipoglicemia foram semelhantes nos dois grupos. A taxa de hipoglicemia noturna confirmada foi 25% menor com degludec, quando comparou-se à insulina glargina. O total de eventos adversos graves (14 versus 16 eventos por 100 pacientes por ano de exposição) foram semelhantes para insulina degludec e insulina glargina.
Concluiu-se que a insulina degludec pode ser uma insulina basal útil para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, pois fornece controle glicêmico eficaz, reduzindo o risco de hipoglicemia noturna, que é uma grande limitação da terapêutica com insulina.
Fonte: The Lancet, volume 379, de 21 de abril de 2012
Arritmias cardíacas podem ser evitadas com o consumo de ômega-3
O ácido graxo tem o poder de reduzir problemas no coração
A arritmia cardíaca pode ser reduzida com o consumo de ômega-3. Um artigo publicado pela revista Circulation garante que o ácido graxo consegue evitar o problema.
A arritmia cardíaca é uma perturbação que altera a frequência e os batimentos do coração. Em muitos casos ela pode até a levar à morte.
Uma vez consumido regularmente, o ácido graxo encontrado no óleo de peixe diminui pela metade o risco de morte súbita causada por arritmias cardíacas. A substância é encontrada em peixes podendo ter sua intensidade variada de peixe para peixe.
O ritmo anormal do coração pode causar insuficiência cardíaca e até mesmo o derrame. A pesquisa que descobriu a importância do ácido graxo no controle da arritmia cardíaca durou 14 anos.
O que os cientistas descobriram foi que o consumo de peixes como salmão- ricos em ômega 3- diminuiu em 30% os riscos da doença.
imagem:outramedicina.com
Por Carolina Abranches
fonte:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=percapeso&url_id=4310Serotonina, saiba o que é e aprenda a controlar seu lado emocional.
Você é daquelas pessoas que sentem muita instabilidade no humor? Ou às vezes se sente desanimado, depressivo, ou até mesmo irritado ou agressivo? Talvez você não saiba, mas muitas vezes essas reações emocionais podem estar ligadas aos níveis baixos de neurotransmissores, como a serotonina.
O que é
A serotonina é um neurotransmissor liberado na sinapse e na circulação sanguínea, um processo que ocorre naturalmente no nosso corpo. Portanto não é encontrado nos alimentos, embora estes tenham um papel fundamental para que o corpo possa produzi-lo, especialmente um aminoácido chamado triptofano.
Mas para que o triptofano seja bem aproveitado pelo organismo na sinapse da serotonina, outros nutrientes são importantes como proteínas, minerais, ácidos graxos, vitaminas do complexo B e tirosina. Uma alimentação descontrolada, pode reduzir os níveis de serotonina e isso poderá afetar o humor, o apetite, o sono e até a sexualidade.
Além disso pode desencadear problemas emocionais como raiva, depressão e insônia, problemas que podem comprometer a forma que enfrentamos os desafios da vida. Para evitar isso, que tal colocar alimentos em sua dieta para garantir uma vida mais feliz e saudável e assim impulsionar o seu humor e reduzir sintomas de depressão, estresse e irritabilidade?
Alimentos que controlam as emoções
Triptofano: Leite e derivados, peru, soja e derivados, amendoim, amêndoas, ovos, carne, nozes, feijão, peixe.
Vitaminas do Complexo B: Arroz integral, frango, milho, levedura de ovos, folhas verdes, legumes, carne, nozes, ervilhas, sementes de girassol, banana, manga e aveia.
Minerais: Cálcio: Amêndoas, levedura de cerveja, folhas verdes, vegetais crucíferos, peixes com ossos, sementes de gergelim, tofu.
Magnésio: Vegetais de folhas verdes, arroz integral, gergelim, camarão, salmão.
Ácidos graxos essenciais: Ômega 3 do (óleos de peixes encontrados em cavala, salmão, sardinha, atum, óleo de noz, óleo de linhaça) e ômega 6: óleo de canola, frango, ovos, linho, óleo de semente de uva, óleo de cártamo, óleo de girassol, peru, trigo germe de óleo.
Ácido Fólico: Fígado de frango, lentilhas, feijão, feijão preto, grão de bico, laranjas, melão, morango, folhas verdes, brócolis, espinafre e aspargos
Serotonina e a balança
A serotonina é responsável por um verdadeiro equilíbrio do nosso corpo, ele pode afetar coisas inimagináveis como o apetite por exemplo. Afinal, o estresse e a ansiedade podem fazer que involuntariamente que o apetite e a gula aumente, comprometendo nosso peso.
Outra questão importante é que estudos revelaram que 90% de Serotonina é sintetizada no intestino. Não é a toa que dizem que “O intestino é nosso segundo cérebro” e portanto devemos estar mais atentos à qualidade nutricional das nossas refeições, para fornecer ao nosso cérebro, todos os nutrientes que ele precisa.
Comidas com alto índice glicêmico como massas, pães e batatas aumentam a serotonina instantaneamente, porém causa uma grande queda nos níveis de insulina e nos níveis de açúcar no sangue. Para algumas pessoas, o resultado pode ser uma verdadeira montanha russa de altos e baixos em relação ao humor.
A chave para ser feliz
Já deu para saber como a serotonina tem grande influência no nosso bem estar físico e mental. Manter o equilíbrio é a chave para ter qualidade de vida e felicidade. Além disso, a serotonina por ser uma reação química do nosso organismo, podemos obtê-la de outras formas, como atividade física ou coisas que nos traz bem estar como sexo, dançar, uma música que gostamos, estar em companhia de amigos.
fonte:http://www.dietaebeleza.com/
O que é
A serotonina é um neurotransmissor liberado na sinapse e na circulação sanguínea, um processo que ocorre naturalmente no nosso corpo. Portanto não é encontrado nos alimentos, embora estes tenham um papel fundamental para que o corpo possa produzi-lo, especialmente um aminoácido chamado triptofano.
Mas para que o triptofano seja bem aproveitado pelo organismo na sinapse da serotonina, outros nutrientes são importantes como proteínas, minerais, ácidos graxos, vitaminas do complexo B e tirosina. Uma alimentação descontrolada, pode reduzir os níveis de serotonina e isso poderá afetar o humor, o apetite, o sono e até a sexualidade.
Além disso pode desencadear problemas emocionais como raiva, depressão e insônia, problemas que podem comprometer a forma que enfrentamos os desafios da vida. Para evitar isso, que tal colocar alimentos em sua dieta para garantir uma vida mais feliz e saudável e assim impulsionar o seu humor e reduzir sintomas de depressão, estresse e irritabilidade?
Alimentos que controlam as emoções
Triptofano: Leite e derivados, peru, soja e derivados, amendoim, amêndoas, ovos, carne, nozes, feijão, peixe.
Vitaminas do Complexo B: Arroz integral, frango, milho, levedura de ovos, folhas verdes, legumes, carne, nozes, ervilhas, sementes de girassol, banana, manga e aveia.
Minerais: Cálcio: Amêndoas, levedura de cerveja, folhas verdes, vegetais crucíferos, peixes com ossos, sementes de gergelim, tofu.
Magnésio: Vegetais de folhas verdes, arroz integral, gergelim, camarão, salmão.
Ácidos graxos essenciais: Ômega 3 do (óleos de peixes encontrados em cavala, salmão, sardinha, atum, óleo de noz, óleo de linhaça) e ômega 6: óleo de canola, frango, ovos, linho, óleo de semente de uva, óleo de cártamo, óleo de girassol, peru, trigo germe de óleo.
Ácido Fólico: Fígado de frango, lentilhas, feijão, feijão preto, grão de bico, laranjas, melão, morango, folhas verdes, brócolis, espinafre e aspargos
Serotonina e a balança
A serotonina é responsável por um verdadeiro equilíbrio do nosso corpo, ele pode afetar coisas inimagináveis como o apetite por exemplo. Afinal, o estresse e a ansiedade podem fazer que involuntariamente que o apetite e a gula aumente, comprometendo nosso peso.
Outra questão importante é que estudos revelaram que 90% de Serotonina é sintetizada no intestino. Não é a toa que dizem que “O intestino é nosso segundo cérebro” e portanto devemos estar mais atentos à qualidade nutricional das nossas refeições, para fornecer ao nosso cérebro, todos os nutrientes que ele precisa.
Comidas com alto índice glicêmico como massas, pães e batatas aumentam a serotonina instantaneamente, porém causa uma grande queda nos níveis de insulina e nos níveis de açúcar no sangue. Para algumas pessoas, o resultado pode ser uma verdadeira montanha russa de altos e baixos em relação ao humor.
A chave para ser feliz
Já deu para saber como a serotonina tem grande influência no nosso bem estar físico e mental. Manter o equilíbrio é a chave para ter qualidade de vida e felicidade. Além disso, a serotonina por ser uma reação química do nosso organismo, podemos obtê-la de outras formas, como atividade física ou coisas que nos traz bem estar como sexo, dançar, uma música que gostamos, estar em companhia de amigos.
fonte:http://www.dietaebeleza.com/
Lente implantada na córnea traz solução para presbiopia
Lente implantada na córnea traz solução para presbiopiaFenômeno natural que ocorre com a visão a partir dos 40 anos, a presbiopia é a perda da capacidade de acomodação ocular, ou seja, o olho perde gradualmente a capacidade de focalizar as distâncias de longe, intermediárias e de perto.
Este é um desconforto que a ciência tem tentado corrigir através dos tempos. Muitas têm sido as soluções propostas, e cada uma tem suas peculiaridades e indicações. As lentes de contato com a tecnologia da monovisão ou as lentes multifocais têm beneficiado um grande número de pessoas.
No evento da Sociedade Americana de Cataratas e Cirurgia Refrativa, o ASCRS 2012, ocorrido entre 20 e 24 de abril, em Chicago, foi apresentada a última novidade na correção da presbiopia: a Lente de Implante Intra Estromal Corneal, denominada FLEXIVUE MICROLENS.
Segundo a oftalmologista Tania Schaefer, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria, esta lente já tem sua correspondente no Brasil, e conta com aprovação da ANVISA. “É uma lente de apenas 3 mm de diâmetro e 15 mile micras de espessura colocada no estroma corneal, com a finalidade de corrigir a presbiopia”, explica Tania. Segundo a oftalmologista, o implante desta lente é um procedimento que demanda a utilização do Fento Segundo Laser, um procedimento que consiste em fazer uma bolsa, que abrigará a lente em seu interior, mantendo-a estável e fixa no centro da córnea.
A oftalmologista Cinthia Oyama, membro da Sociedade Americana de Cirurgia Refrativa, reitera que esta lente não é retirada pelo paciente, como acontece com as lentes de contato. Trata-se de outra filosofia de adaptação. “Ela é fixa no interior da córnea, e não corre o risco de cair ou perder. No entanto, com a evolução do grau da presbiopia, o oftalmologista poderá substituí-la por outra de grau mais elevado, em um procedimento rápido e seguro”, destaca a médica.
Segundo as oftalmologistas, esta técnica de correção da presbiopia veio beneficiar os “Baby Boomers”, como são chamados os jovens presbitas, que não desenvolveram a catarata e por isto não estão habilitados a ter seu cristalino substituído por uma lente multifocal, que é a opção definitiva para a correção da presbiopia.
Existem indicações específicas para o implante destas lentes, que vão depender das condições de cada paciente, e apenas o exame oftalmológico define quem poderá ou não ser submetido a este procedimento.
Este é um desconforto que a ciência tem tentado corrigir através dos tempos. Muitas têm sido as soluções propostas, e cada uma tem suas peculiaridades e indicações. As lentes de contato com a tecnologia da monovisão ou as lentes multifocais têm beneficiado um grande número de pessoas.
No evento da Sociedade Americana de Cataratas e Cirurgia Refrativa, o ASCRS 2012, ocorrido entre 20 e 24 de abril, em Chicago, foi apresentada a última novidade na correção da presbiopia: a Lente de Implante Intra Estromal Corneal, denominada FLEXIVUE MICROLENS.
Segundo a oftalmologista Tania Schaefer, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria, esta lente já tem sua correspondente no Brasil, e conta com aprovação da ANVISA. “É uma lente de apenas 3 mm de diâmetro e 15 mile micras de espessura colocada no estroma corneal, com a finalidade de corrigir a presbiopia”, explica Tania. Segundo a oftalmologista, o implante desta lente é um procedimento que demanda a utilização do Fento Segundo Laser, um procedimento que consiste em fazer uma bolsa, que abrigará a lente em seu interior, mantendo-a estável e fixa no centro da córnea.
A oftalmologista Cinthia Oyama, membro da Sociedade Americana de Cirurgia Refrativa, reitera que esta lente não é retirada pelo paciente, como acontece com as lentes de contato. Trata-se de outra filosofia de adaptação. “Ela é fixa no interior da córnea, e não corre o risco de cair ou perder. No entanto, com a evolução do grau da presbiopia, o oftalmologista poderá substituí-la por outra de grau mais elevado, em um procedimento rápido e seguro”, destaca a médica.
Segundo as oftalmologistas, esta técnica de correção da presbiopia veio beneficiar os “Baby Boomers”, como são chamados os jovens presbitas, que não desenvolveram a catarata e por isto não estão habilitados a ter seu cristalino substituído por uma lente multifocal, que é a opção definitiva para a correção da presbiopia.
Existem indicações específicas para o implante destas lentes, que vão depender das condições de cada paciente, e apenas o exame oftalmológico define quem poderá ou não ser submetido a este procedimento.
Por Lais
fonte:http://www.corposaun.com/lente-implantada-na-cornea-traz-solucao-para-presbiopia/19767/quarta-feira, 2 de maio de 2012
Sintomas de Infecção Vaginal
Sintomas de Infecção Vaginal
Em geral, os sintomas de infecção vaginal são claros, há momentos em que a mulher que sofre não é suficientemente consciente de que pode ter uma infecção vaginal.
Para tentar aliviar os efeitos que poderiam ser gerados iremos abordar alguns dos sintomas e algumas medidas preventivas. Um dos primeiros sintomas é o desconforto na região genital. Este desconforto é geralmente definido por prurido e ardor, que são os primeiros sintomas que avisam que você pode ter algum tipo de infecção vaginal.
A estes acrescentam odor vaginal, entre outros sintomas característicos. Junto com isso, outro sintoma também comum é uma sensação de queimação ao urinar, juntamente com irritação ou até mesmo dor.
O último pode ocorrer se a infecção é mais aguda. De igual modo, também é comum que haja mudanças na secreção vaginal, sejam de uma cor esbranquiçada e compacta. Esses sinais citados são alguns dos principais sintomas de infecção vaginal, que, como você pode ver, são bem claros.
Se você notar algum destes sinais, a primeira coisa a fazer é consultar um médico para determinar se é uma infecção realmente o que você tem, e, neste caso, o nível da infecção, pois dependendo do tipo de organismo ou germe que é o culpado pela infecção, haverá um ou outro tratamento. Também é importante que não se automedique, e que você vá sempre a um o especialista.
Para prevenir a infecção você pode tomar uma série de medidas preventivas e intuitivas, tais como manter a área genital limpa, use sabão, não abuse dos dispositivos de proteção e use calcinha de algodão. Assim, você pode ajudar a prevenir o aparecimento de infecção vaginal.
fonte:http://www.saudedicas.com.br/dicas/sintomas-de-infeccao-vaginal-247672
Em geral, os sintomas de infecção vaginal são claros, há momentos em que a mulher que sofre não é suficientemente consciente de que pode ter uma infecção vaginal.
Para tentar aliviar os efeitos que poderiam ser gerados iremos abordar alguns dos sintomas e algumas medidas preventivas. Um dos primeiros sintomas é o desconforto na região genital. Este desconforto é geralmente definido por prurido e ardor, que são os primeiros sintomas que avisam que você pode ter algum tipo de infecção vaginal.
A estes acrescentam odor vaginal, entre outros sintomas característicos. Junto com isso, outro sintoma também comum é uma sensação de queimação ao urinar, juntamente com irritação ou até mesmo dor.
O último pode ocorrer se a infecção é mais aguda. De igual modo, também é comum que haja mudanças na secreção vaginal, sejam de uma cor esbranquiçada e compacta. Esses sinais citados são alguns dos principais sintomas de infecção vaginal, que, como você pode ver, são bem claros.
Se você notar algum destes sinais, a primeira coisa a fazer é consultar um médico para determinar se é uma infecção realmente o que você tem, e, neste caso, o nível da infecção, pois dependendo do tipo de organismo ou germe que é o culpado pela infecção, haverá um ou outro tratamento. Também é importante que não se automedique, e que você vá sempre a um o especialista.
Para prevenir a infecção você pode tomar uma série de medidas preventivas e intuitivas, tais como manter a área genital limpa, use sabão, não abuse dos dispositivos de proteção e use calcinha de algodão. Assim, você pode ajudar a prevenir o aparecimento de infecção vaginal.
fonte:http://www.saudedicas.com.br/dicas/sintomas-de-infeccao-vaginal-247672
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