sexta-feira, 20 de abril de 2012

Azeite contra a Osteoporose (Óleo de Oliva)

Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos — muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. “Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer.
E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção.

“A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.

Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. “Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. “Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. “Esses compostos impedem que os radicais livres — moléculas que provocam danos às células — oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.

” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal. Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a
saciedade e reduzindo o apetite.

A oleuropeína — voltamos a falar dela — tem participação no pelotão antiinflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia — dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.

Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes .

Dra. Maria Dora Ruiz Temoche
imagem:redesupermaxi.com.br
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Dieta mediterrânea aumenta a longevidade

Estudo britânico diz que a alimentação daquela região é excelente para o coração
A alimentação do Mediterrâneo, rica em cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes, leite e derivados, vinho e azeite, frutas e hortaliças é perfeita para a saúde. A constatação é de uma pesquisa publicada no British Medical Journal.

De acordo com o estudo, esses alimentos, somados a uma taça de um bom vinho, são fontes de antioxidantes que combatem o câncer, doenças cardíacas e ajudam a retardar o processo de envelhecimento.

A dieta mediterrânea se caracteriza pela abundância desses alimentos que são pobres em ácidos graxos saturados, mas é rica em carboidratos e fibra. A grande vantagem além de proteger o coração e evitar o câncer é retardar os danos ao cérebro causados pelo envelhecimento e, assim, aumentar a longevidade.
imagem:vilamulher.terra.com.br
Por Carolina Abranches
fonte:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=percapeso&url_id=4297

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Será a pipoca mais saudável do que as frutas e os vegetais?

Muitas vezes quando ia ao cinema com as crianças acabava sempre comendo pipoca. E isso me trazia um sentimento de culpa!

Porém, para minha surpresa, nunca poderia imaginar que na verdade o que estava fazendo era bem saudável.

Um novo estudo realizado na Universidade de Scranton coloca a pipoca em um novo status. Confesso que fiquei chocado ao aprender que a pipoca na verdade contém mais polifenóis (poderosos antioxidantes) do que frutas e vegetais.

Os pesquisadores observaram que os polifenóis são mais concentrados na pipoca porque ela é só 4% de água. Já em frutas e vegetais esse número sobe para 90% fazendo com que os polifenóis sejam diluídos.

Outro fato surpreendente do estudo revela que as casquinhas amarelas arredondadas são justamente a parte que possui maior concentração, tanto de polifenóis como de fibras.

Todas essas informações tão valiosas e o fato de que a pipoca é um grão integral não processado, levaram os pesquisadores a uma declaração audaciosa: “a pipoca pode ser o lanche perfeito!”.

Muitas pessoas só comem a metade da porção de grãos integrais aconselhada por dia. E uma porção de pipoca fornece 70% da recomendação diária desses grãos. Portanto, a pipoca pode ser um bom recurso para preencher essa falta.

Claro que o ideal é que a pipoca não seja feita com óleo vegetal hidrogenado. É muito importante que você dê preferência ao óleo de coco ou à manteiga.

Para melhor estímulo nutricional proveniente deste lanche prefira a pipoca normal e não a de microondas que tem o dobro de calorias e muito mais conservantes.

Atenção! A pipoca não substitui as frutas e os vegetais na sua alimentação. Afinal, eles são bem mais ricos em vitaminas e minerais.

Então, pare de sentir-se culpado por se deliciar com aquela pipoca espetacular na hora do seu lanche.

Referência bibliográfica:
“Popcorn: The Snack With Even Highere Antioxidants Level Than Fruits and Vegetables”. Science Daity (Sciencedaily.com)
fonte:http://www.drrondo.com/pipoca-mais-saudavel

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Alimentos Indicados Para os Diabéticos

Alimentos para os diabéticos

A diabetes é a produção deficiente de insulina no organismo. A insulina é a substância que converte açúcar em energia. Ou seja se o corpo não consegue transformar a glicose em energia, esse açúcar fica acumulado no sangue, o que favorece a concentração de gorduras nas parede das artérias. Existe vários problemas relacionados, a diabetes afeta o coração, esta doença pode comprometer a saúde de gestantes, a boca, a pele, os pés, olhos e os rins.

Alimentação:

Alimentação tem um papel fundamental nos caso de diabetes, é importante saber o que comer e o que não comer. Aposte nos alimentos como: aveia, arroz integral, cevada e trigo-sarraceno.

Aveia – A aveia é rica em nutrientes como vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, E, K, biotina, folato, cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio, potássio, selênio, zinco, fibra, proteína e hidratos de carbono.

Benefícios - A principal característica da aveia é um composto de fibra solúvel, chamado de beta-glucano (um tipo de açúcar que pode diminuir a quantidade de glicose na corrente sanguínea). Esta composição faz dela um alimento benéfico para quem sofra de desequilíbrios de açúcar no sangue. A aveia fortalece também o sistema imunitário e reduz o LDL (colesterol ruim). A aveia contém ainda compostos antioxidantes que evitam os danos causados pelos radicais livres, proporcionando proteção contra o câncer e doenças cardíacas.

Cevada – A cevada é uma fonte de nutrientes essenciais para uma boa saúde, como vitaminas do complexo B, vitamina E e K, betacaroteno, folato, bem como cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio, manganés, potássio, zinco, fibra, proteína e hidrato de carbono.

Benefícios - A cevada é uma excelente fonte de hidratos de carbono de libertação lenta, além disso a cevada ajuda estabelecer os níveis de açúcar no sangue, evitando assim quebras súbitas de energia e a necessidade de açúcar. Por ser rica em vitamina do complexo B, aumentam a energia e combatem o stress, e num composto de fibra solúvel, o beta-glucano, que baixa os níveis de colesterol.

Arroz Integral - O arroz integral contém nutrientes importantes, como a B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), B9(ácido folico), ferro, fosforo, magnésio, potássio, fibras, proteínas, antioxidantes. O arroz integral tem camadas da semente,os quais são; farelo, gérmen que proporciona maior valor do que o arroz branco.

Benefícios - O arroz integral, fornece mais de um quinto de calorias consumidas e é uma das maiorias fontes de alimentos disponíveis. Segundo a filosofia macrobiótica, o arroz integral é o alimento mais equilibrado. Quando consumido regularmente, pode ajudar a melhorar a depressão, provavelmente devido o ser teor de vitamina B e de magnésio, nutrientes estes que acalmam e fortalece o sistema nervoso. Ajuda também a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e constitui um alimento excelente para convalescentes. Opte sempre pelo o arroz integral do que o arroz branco, porque o arroz branco são retirada grande parte das vitaminas do complexo B e seu teor de minerais, bem como toda fibra dietética.

Trigo-Serraceno – É um grão rico em vitaminas do complexo B, vitamina E, K, folato, cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio, manganés, potássio, selénio, zinco, fibra e proteína.

Benefícios - Este grão de sabor único mistura-se bem com sementes mais macias e é maravilhoso para fortalecer os vasos sanguíneos e equilibra a circulação. Este trigo é indicado para quem tem intolerância ao glúten. O seu principal atributo reside no seu elevado teor de rutina (vitamina P), um composto bioflavonóide que ajuda a fortalecer os vasos capilares. Melhora também problemas circulatórios, como gragilidade capilar e a tensão arterial elevada. O trigo-sarraceno pode também responder à intolerância à glicose, ajudando a equilibrar o nível de açúcar.

Observações:
Todas as informações, dicas e sugestões contidas neste blog serve apenas com caratér informativo. Elas não substituem o acompanhamento dos profissionais da saúde.

Fonte de Pesquisa:
O Poder Curativo dos Alimentos - Michael T. Murray
Top 100 alimentos que curam – Paula Bartimeus
101 Alimentos Que Podem Salvar a Sua Vida – David Grotto
Guia Dos Alimentos Vegetais – Jean-Claude Rodet

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Arroz integral ajuda a perder barriga

Comer quatro colheres de arroz integral todos os dias reduz a gordura abdominal, além de prevenir doenças
A casca do arroz integral é rica em fibras e ajuda na queima das gorduras abdominais
Foto: Dreamstime

O que difere o arroz integral do branco é a casca que envolve o grão. Pode parecer bobagem, mas essa sutil diferença é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Essa casca carrega consigo uma série de benefícios, que vão desde o controle do diabetes até a redução da gordura abdominal, conclusão de um estudo realizado pela Universidade Tufs, do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. Segundo especialistas, é importante comer quatro colheres de sopa bem cheias de arroz integral todo dia!
Só traz benefícios!

Comer arroz integral ajuda na dieta, previne doenças cardiovasculares e diabetes - e ainda melhora o humor!

Ajuda a secar a barriga
Sua casca é rica em fibras, e isso ajuda a diminuir a barriga. O processo é simples: como formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água, as fibras tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Assim, é possível reduzir em até 10% a gordura visceral.

Tira a fome
Comer arroz integral ajuda a regular o intestino, aumenta a sensação de saciedade e, com isso, disfarça a fome!

Faz bem para o coração
Ingerir o alimento também diminui o risco de doença cardiovascular, explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo.

Dá maior sensação de bem-estar e beleza
O arroz integral contém ainda metionina, um aminoácido precursor da serotonina, que proporciona bem-estar. É por isso que o alimento também age como um antidepressivo natural. E tem mais: ele ainda auxilia na redução do colesterol, evita queda de cabelo e hidrata pele e unhas.

Reportagem: Karla Precioso - Edição: MdeMulher
Conteúdo do site ANAMARIA
fonte:http://mdemulher.abril.com.br/dieta/reportagem/dietas/arroz-integral-ajuda-perder-barriga-682291.shtml

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Consumo de peixe beneficia a saúde do coração da mulher

As mulheres que comem menos pescado têm mais chances de desenvolver problemas cardiovasculares

Mulheres que consomem peixe têm o coração protegido de doenças cardiovasculares. A descoberta é de uma pesquisa da Dinamarca publicada na revista da Associação Americana do Coração.

O estudo analisou 49 mil mulheres com idade média de 30 anos durante um período de oito anos. O que se constatou foi que as mulheres que consomem peixes como bacalhau, salmão, arenque ou cavala, têm o coração mais protegido do que aquelas que não comem peixes.

Isso porque esses peixes são os mais ricos em ômega 3, um ácido-graxo poliinsaturado que protege o coração e o sistema vascular. Os médicos recomendam que o consumo de peixe pelas mulheres seja de pelo menos duas vezes na semana.


imagem ilustrativa:radioprogressoam.com.br
Por Carolina Abranches

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