terça-feira, 24 de maio de 2011

Abacate pode estar nas dietas de emagrecimento

Agência Estado



Durante anos essa deliciosa fruta teve fama de vilã. Gostosa sim, mas engorda. Recentes pesquisas, no entanto, estão demonstrando que o abacate reduz em 40 % o ICM (índice de massa corporal) e pode sim, estar presente nas dietas de emagrecimento.

Quem tirou do abacate a fama de vilão foi o ácido oleico, a mesma gordura boa presente no azeite de oliva. O ácido oléico, que se encontra na polpa do abacate, aumenta a sensação de saciedade e baixa o índice glicêmico da refeição, o que resulta em menos gordura no corpo. Se for consumido na hora de dormir, intensifica a ação do GH (hormônio do crescimento), que tem o pico de produção à noite. Em adultos, o GH ajuda a formar músculos e faz o organismo ajudar a gordura estocada como fonte de energia.

Para conseguir esse efeito é preciso consumir 2 colheres de sopa (no máximo três) da fruta pura, sem açúcar ou adoçante, antes de ir para a cama.

Rico em vitaminas A e E e beta-sitosterol, ele também é bom para a pele, pois ajuda a combater acne, ruga e celulite. As substâncias anti-inflamatórias presentes na fruta ainda reduzem o risco de desgaste na cartilagem (tecido que protege as articulações), segundo uma pesquisa publicada na revista científica Osteoarthritis and Cartilage.
Por Yasmin Barcellos
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Estudo revela que a qualidade de vida dos pacientes artríticos é afetada pela doença



Um novo estudo publicado na edição on line do Arthritis Care & Research relata que a qualidade de vida dos pacientes adultos que sofrem com artrite reumatóide é inferior à de vida de adultos com a mesma idade, que não apresentam a doença. O estudo revela que tanto a saúde física, quanto a saúde mental são seriamente afetadas pela artrite reumatóide.
No estudo realizado por Sylvia Furner da Escola de Saúde Pública da Universidade de Illinois em Chicago, dados do Behavioral Risk Factor Surveillance System (BRFSS) foram comparados com a o índice de qualidade de vida dos adultos americanos com e sem artrite.

O BRFSS é um banco de dados das secretarias estaduais de saúde que reúne dados sobre qualidade de vida, demográficos e informações sobre os fatores de risco comportamentais de uma amostra representativa de adultos nos EUA. Questões relacionadas com a artrite reumatóide são incluídas na pesquisa anual nos anos ímpares, e o estudo de Furner usou dados de 2003, 2005 e 2007. Mais de 1 milhão de entrevistados foram incluídos na análise, durante o período de 3 anos do estudo.

Dos 27% entrevistados que relataram ter artrite reumatóide declararam um estado de saúde pior em comparação aos 12% dos participantes sem artrite. O número médio de dias de saúde física abalada (7 vs.3), de saúde mental afetada (5 vs.3), o total de dias insalubres (10 versículo 5), e os dias com atividades limitadas (4 vs.1) foi maior para indivíduos com artrite do que para aqueles sem a doença.

A análise mostrou que os valores para os cinco índices que avaliam a qualidade de vida foram 2-3 vezes piores em pessoas com artrite, em comparação com aqueles sem a doença. E dentre o grupo de pacientes com artrite reumatóide, os indivíduos que eram fisicamente ativos apresentaram índices de qualidade de vida significativamente melhores em comparação com aqueles que estavam inativos. Além disso, quem tinha artrite e conseguiu permanecer ativo apresentava menor probabilidade de relatar problemas de saúde graves.
Por Lais
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Vuvuzela pode espalhar doenças, diz estudo

Torcedores podem contaminar outros com gripe ou tuberculose, segundo pesquisadores.
24 de maio de 2011 | 8h 30

As vuvuzelas, cornetas que ficaram famosas na Copa do Mundo de 2010, não apenas causam poluição sonora como podem espalhar doenças, afirmaram especialistas.

Segundo estudo realizado pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, um breve sopro na vuvuzela cria uma espécie de chuva de saliva semelhante a um espirro, que viaja a uma intensidade de quatro milhões de gotas por segundo.

De acordo com o estudo, publicado pelo site de compartilhamento científico PLoS One, em lugares onde há multidões, uma pessoa soprando uma vuvuzela pode infectar várias outras com doenças transportadas pelo ar como gripe ou tuberculose.

"Assim como em tosses ou espirros, é preciso adotar medidas para evitar a transmissão da doença, e pessoas com doenças infecciosas devem ser orientadas a não tocar vuvuzelas perto de outras", disse a doutora Ruth McCerney, autora do estudo.

A equipe de McCerney investigou os danos potencialmente causados pela vuvuzela usando um aparelho a laser, para medir quantas gotas eram produzidas por cada soprada de oito voluntários.

O experimento mostrou que, em média, 658 mil partículas pulmonares eram expelidas do instrumento por cada litro de ar. As gotas eram lançadas na atmosfera a uma velocidade de quatro milhões por segundo.

Em comparação, quando os voluntários apenas gritavam, eram produzidas 3.700 partículas por litro, em uma velocidade de sete mil por segundo.

Críticos da vuvuzela já haviam dito que o instrumento é antisocial e inseguro, porque, quando tocado por milhares de pessoas simultaneamente, gera um som semelhante ao de um avião decolando.

Organizadores das Olimpíadas de Londres em 2012 estão avaliando se proibem ou não o uso da corneta.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Peso interfere diretamente na pressão arterial


O peso para controlar a pressão arterial e mantê-la em níveis saudáveis é mais importante do que estar em forma. É o que sugere uma pesquisa da Universidade do Texas Southwestern Medical Center, nos Estados Unidos.

O estudo descobriu que pessoas com sobrepeso ou obesas estão mais propensas a ter uma pressão arterial sistólica – o número mais alto em uma leitura de pressão arterial. Mas a forma daqueles com um índice de massa corporal (IMC) elevado teve apenas um pequeno impacto sobre a pressão arterial.

De acordo com o estudo, as pessoas que estão tentando diminuir o risco de pressão alta devem concentrar-se em perder peso da forma mais eficaz que puderem, segundo os autores, e que o aumento da aptidão física deve ser um objetivo secundário.

Susan Lakoski, cardiologista e uma das autoras do estudo, disse que a obesidade é um indicador tão forte de pressão arterial ou risco de hipertensão que ter um peso corporal normal é realmente o que vai conduzir a pressão arterial ao invés do nível de aptidão.
Um em cada três adultos norte-americanos tem a pressão arterial elevada – acima de 140/90 – incluindo mais da metade daqueles com mais de 55 anos. A pressão arterial elevada coloca uma pessoa em maior risco de derrame, ataque cardíaco e doença renal.

Os pesquisadores analisaram dados de aproximadamente 35 mil pacientes, principalmente homens brancos, recolhidos ao longo dos últimos 20 anos na Clínica Cooper em Dallas, Texas. Quando o paciente chegou na clínica, o médico mediu sua composição corporal, pressão arterial e níveis de aptidão.

Para determinar a forma dos pacientes, os médicos cronometraram quanto tempo eles poderiam manter um ritmo confortável a pé em uma escada rolante em diferentes velocidades e inclinações.

Depois os autores compararam o IMC, os níveis de aptidão e a pressão arterial sistólica de todos os pacientes para ver se as três medidas estavam ligadas. Entre os participantes, o IMC mais elevado foi associado um aumento da pressão arterial sistólica, uma correlação que foi encontrada muitas vezes no passado.

Lakoski afirma que a aptidão física é importante para a saúde global e de mortalidade e ter excesso de peso e sedentarismo é ruim.
Por Mondarto
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domingo, 22 de maio de 2011

Mais conforto na aplicação de insulina

O rodízio dos locais e pontos de aplicação de insulina é um dos ítens fundamentais para garantir uma aplicação segura e eficaz.

Com a realização do rodízio é possível prevenir deformidades no tecido subcutâneo.

Essas deformidades prejudicam a absorção de insulina tornando-a lenta e irregular e com isso provocam alterações no níveis glicêmicos e hiperglicemia.

Orientações para o planejamento do rodízio
Considere o número de aplicações, horários, atividades diárias, exercícios físicos e profissão;

Organize as aplicações de insulina evitando as regiões que serão mais utilizadas em alguma atividade ou exercício físico, pois a insulina será absorvida mais rapidamente provocando primeiro hipoglicemia e posteriormente hiperglicemia. Ex. evite aplicar na coxa e andar de bicicleta;

Divida as regiões em pequenas áreas com distância de 2 ou 3 dedos entre elas;

A cada aplicação na mesma região, use um ponto diferente, só retorne no mesmo ponto após 14 dias, pois este é o período necessário para a cicatrização;

Aproveite o momento da aplicação para apalpar a região, se você sentir algum ponto endurecido, não faça a aplicação no local até que volte ao normal.

Sugestões para o planejamento do rodízio

Se você faz uma aplicação ao dia
Escolha uma região de sua preferência, alternado entre os pontos de aplicação.


Se você faz duas aplicações ao dia
Escolha duas regiões de sua preferência, uma para cada horário, alternado entre os pontos de aplicação.


Se você faz quatro ou mais aplicações ao dia
Utilize todas as regiões recomendadas para autoaplicação, fixando uma região para cada horário e alternado entre os pontos de aplicação.
Fonte: Centro BD de Educação em Diabetes

http://www.bd.com/brasil/periodicos/bdbomdia/pdf/bdbomdia_ed16.pdf


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Alimentos que ativam o bom humor

Quem procura qualidade de vida sabe que um dos segredos está na alimentação. O que comemos é a balança para a manutenção da saúde, disposição física, boa forma e até para equilibrar o humor.

Segundo nutricionistas, algumas substâncias encontradas nos alimentos têm a capacidade de melhorar e até estimular o sistema nervoso. É o caso do mel e também dos carboidratos, por exemplo, que têm a capacidade de aumentar a produção de serotonina, susbtância responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O chocolate provoca efeito semelhante, funcionando como um calmante em situações difíceis. Já o chá preto, café, refrigerantes e guaraná em pó são contra-indicados, pois são produtos ricos em cafeína, o que faz a ansiedade aumentar. Gorduras saturadas e álcool também devem ser consumidos em pequenas doses. Eles interferem na atividade neural, provocando fadiga e raciocínio lento.

ALGUMAS DICAS:

Alface
Ameniza a irritação; a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.

Banana
Diminui a ansiedade; age como calmante garantindo um sono tranqüilo. É rica em carboidratos, potássio e magnésio e possui vitamina B6, que ajuda a dar "pique" no organismo.

Mel e carboidratos em geral
Melhoram a sensação de prazer e bem-estar. Estimulam a produção de serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. Espinafre e brócolis: Previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células e principalmente para o desenvolvimento fetal. Estabilizam a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B.

Peixes e frutos do mar
Diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio que agem no cérebro.

Jabuticaba
Rica em ferro, vitamina C, vitaminas do complexo B e carboidratos, a jabuticaba ajuda a combater a anemia, além de aumentar as defesas do organismo. Age como antidepressivo e reanima, pois fornece energia.

Laranja
Promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um relaxante muscular e ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. Tem substâncias hidratantes e é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B.

Ovos
Garantem o bom humor. São ricos em tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), ácido fólico e acetilcolina. Sua falta leva à apatia, ansiedade e perda de memória.

Uvas
Melhoram o funcionamento do sistema nervoso. Atuam como antioxidantes e retardam o envelhecimento precoce. Possuem boas doses de vitaminas do complexo B, C, flavonóides e carboidratos.

Castanha-do-pará
Auxilia na diminuição do estresse melhorando a depressão. Rica em selênio, um agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.

Pimenta
Leva à sensação de euforia. Diminui o estresse, melhorando a depressão, e contém capsaicina (responsável pelo sabor ardido) que estimula as terminações nervosas da língua, aumentando a produção de endorfina. Para o humor, as melhores pedidas são a pimenta-de-cheiro, a vermelha, a malagueta e a comari.

Chocolate
Este é o que tem maior impacto sobre o humor. Possui açúcar, agindo como calmante no cérebro agitado. Contém tirosina, substância que estimula a produção de serotonina. Uma unidade de bombom é suficiente.

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Dietas que beneficiam a prevenção de asma e alergias

Um grupo de pesquisadores realizou uma análise de ensaios nos quais foi realizada uma avaliação dos efeitos da deficiência de nutrientes como selênio, zinco, vitaminas A, C, D e E, assim como o consumo de frutas e verduras para determinar qual é a influência da alimentação e suplementação na prevenção de enfermidades alérgicas e asma em crianças. Os resultados obtidos relevam os benefícios da dieta mediterrânea e a ingestão regular de certas vitaminas.

Para obter os dados deste estudo foram analisados dados de ensaios recompilados das bases MEDLINE, EMBASE, Global Health, AMED, CAB, Cochrane Library, LILACS, TRIP, CINAHL, Isi Web of Science e BIOSIS, desde janeiro de 1988 até maio de 2009. Foram analisados casos de crianças de até 16 anos.

Sobre a base da análise de 62 estudos se encontrou uma associação entre o baixo nível plasmático de vitamina A e o desenvolvimento da asma, em comparação com pacientes não asmáticos. Além disso, identificou-se que as dietas maternas ricas em vitaminas D e E durante a gravidez tiveram efeitos protetores que permitiram prevenir o desenvolvimento de ruídos na criança. Também se identificou que o consumo da dieta mediterrânea diminuiu as incidências de ruídos persistentes.

O consumo de frutas e verduras levou a dados que até certo ponto se mostraram contraditórios. Não houve associação entre as dietas ricas em vitamina C ou selênio e a redução da incidência de asma. Adicionalmente, identificou-se uma relação entre baixos níveis plasmáticos de zinco e o desenvolvimento de ruídos, mas não foi possível verificar esta relação devido a heterogeneidade dos dados encontrados.

Graças aos estudos realizados pelo grupo de alergias e pesquisa respiratória da Universidade de Edinburg, se identificou claramente que a ingestão regular de vitaminas A, D e E assim como a dieta mediterrânea poderia favorecer a prevenção da asma, ainda que os especialistas indicam que seria necessário realizar estudos em grande escala para avaliar estas associações de forma adequada.
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