sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Esta é a chave para você fortalecer a cartilagem, os ligamentos e os joelhos!


Você sofre com dores nos joelhos?
Só quem teve inflamação ou lesão nessa parte do corpo sabe o quanto é ruim o incômodo na hora de caminhar, pular, levantar ou fazer qualquer outro movimento com as pernas. A situação, às vezes, é tão séria que muita gente acaba largando o esporte preferido por não conseguir suportar a dor. E as cirurgias são complicadas e nem sempre resolvem o problema.

Trouxemos uma receita que com certeza ajudará no tratamento. Afinal, com dor não é possível ter a qualidade de vida que tanto prezamos. Trata-se de uma bebida à base de aveia, abacaxi, canela e aveia. Ela é muito rica em nutrientes, como vitamina C, magnésio, silício e bromelina, que são encontrados no abacaxi. A bromelina tem propriedade anti-inflamatórias e, por isso, ajuda a reduzir dores musculares e articulares, especialmente as causadas por intensa atividade física.

Além disso, o abacaxi é rico em vitamina C, que auxilia na prevenção de várias doenças dos ossos e tem propriedades anti-inflamatórias. E também possui manganês, que ajuda os ossos, o metabolismo de gorduras e carboidratos, assim como a absorção de cálcio e a regulagem do açúcar no sangue. Esta receita, em resumo, vai fortalecer os tendões e os ligamentos dos joelhos. E, como consequência, vai ajudar a aliviar a dor e outros problemas localizados nessa parte do corpo.

INGREDIENTES
250 ml de água
1 xícara de flocos de aveia
40 gramas de mel
2 xícaras com pedaços de abacaxi em cubos
1 copo de suco de laranja
Meia colher (chá) de canela em pó
40 gramas de amêndoas esmagadas

MODO DE PREPARO
Ferva a água e acrescente a aveia durante o cozimento , sem parar de mexer. Espere esfriar. Em seguida, prepare um suco – bata, no liquidificador, o abacaxi, o mel, as amêndoas, o suco de laranja e a canela. Feito isso, misture o mingau ao suco e bata de novo no liquidificador. Tome imediatamente.
Se quiser, coloque alguns cubos de gelo.

Importante: hipertensos devem fazer sem a canela em pó.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Parasita da malária nas Américas é mais diverso do que se imaginava

Pesquisadores descobrem que populações americanas de Plasmodium vivax são tão diversas geneticamente quanto no Sudeste da Ásia, onde a transmissão da doença é mais intensa ( imagem: CDC/ Steven Glenn )

Agência FAPESP – As populações americanas de um dos principais parasitas causadores da malária, Plasmodium vivax, são tão diversas geneticamente quanto as encontradas no Sudeste Asiático, onde a transmissão da malária é muito mais intensa.

Como o plasmódio humano mais comum, o Plasmodium falciparum, apresenta baixa diversidade genética nas Américas quando comparado com outras regiões, achava-se que o mesmo ocorreria com o P. vivax. Mas não foi o que mostrou um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com colegas do Rio de Janeiro, Uruguai e Reino Unido. Os resultados foram publicados na revista PLOS Neglected Tropical Diseases.

“Descobrir que as populações de P. vivax nas Américas são mais diversas do que as do Plasmodium falciparum foi surpreendente. Se aceitarmos a hipótese de que tanto o P. falciparum como o P. vivax chegaram às Américas após a colonização europeia, a expectativa seria encontrar níveis de diversidade genética relativamente semelhantes nas duas espécies, que teriam passado por um intenso gargalo populacional durante a sua ‘migração’ para o Novo Mundo. Mas não é isso o que ocorre”, disse o coordenador da pesquisa, Marcelo Urbano Ferreira, professor do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

Ao chegar ao continente americano, o P. vivax parece ter retido muito mais da diversidade preexistente (que havia na África, por exemplo) do que o P. falciparum.

“Uma explicação possível é que as populações de P. vivax que chegaram às Américas tiveram uma origem geográfica mais ampla, incluindo África, Europa e talvez Ásia, do que as populações de P. falciparum que recebemos, que são predominantemente africanas, mas isso ainda precisa ser demonstrado”, disse Urbano Ferreira.

O estudo foi feito a partir da análise de nove genomas do parasita P. vivax coletados no noroeste do Brasil, país que responde por 37% dos casos de malária no continente americano. Os nove sequenciamentos foram comparados às sequências existentes de outros 84 parasitas coletados no Brasil e em outros países.

A diversidade genética da população de P. vivax no Brasil se mostrou semelhante às do Camboja e da Tailândia, países do Sudeste Asiático em que a transmissão de malária é, em média, mais elevada do que no Brasil.

O trabalho incluiu a coleta de amostras de sangue nas localidades de Acrelândia, no leste do Acre, e Remansinho, no sul do Amazonas, próximas às fronteiras com o Peru e a Bolívia. Nas amostras de nove adultos foi constatada a presença de P. vivax.

A partir das amostras, os protozoários foram separados, seu DNA isolado e parcialmente sequenciado. A esses dados foram acrescentadas no universo de amostragem sequências nucleares genômicas de outras 75 amostras preexistentes de parasitas provenientes do Brasil (2), Peru (23), Colômbia (31) e México (19), obtidas em bancos internacionais de genes.

Todo esse material nuclear foi comparado à procura de marcadores de diferenciação (no caso, polimorfismos de nucleotídeo simples, ou SNPs) capazes de estabelecer a diversidade entre os protozoários amostrados.

O estudo apontou que a diversidade genética encontrada na população de P. vivax no Brasil é similar à encontrada em outros países das Américas.

O estudo do genoma nuclear de P. vivax foi feito com três populações americanas. “Por enquanto, temos dados genômicos de parasitos de somente quatro países das Américas. Mesmo em cada país, não temos uma amostragem ampla. Certamente há um grande número de linhagens circulando nas Américas, muito além de três, mas por causa da intensa recombinação genética a que a maioria delas está exposta essas linhagens não são estáveis. A recombinação genética logo gera novas variantes ‘recombinantes’ que circulam no continente. Muito provavelmente, não temos linhagens clonais sendo transmitidas ao longo de várias gerações de parasitos”, disse Urbano Ferreira.

O estudo da diversidade genética de P. vivax nas Américas busca pistas sobre a origem da diversas linhagens, ou populações, americanas.

“É uma pesquisa em andamento. Por enquanto, os dados disponíveis [tanto nossos como de outros grupos de pesquisa] sugerem que as Américas receberam populações de P. vivax tanto da África como da Europa e Ásia. Há também a possibilidade de uma contribuição da Oceania, a ser ainda confirmada. Os genomas mitocondriais são muito úteis nesses estudos, mas certamente precisamos de mais genomas nucleares completos para fazer inferências mais definitivas”, disse Urbano Ferreira.

Linhagens muito antigas podem ter chegado às Américas e, dependendo da magnitude da migração (quantos indivíduos migraram), podem ter perdido pouca diversidade nesse trajeto.

Entre as possíveis regiões de origem do plasmódio, há linhagens que podem ter sido trazidas ao Brasil por imigrantes italianos e espanhóis no século 19, onde a malária era endêmica até meados do século 20.

“A diversidade de P. vivax no Brasil é grande, dado o histórico de mais de 300 anos de tráfico negreiro, uma das fontes de entrada do parasita no país. Mas no Brasil houve muitas entradas em tempos diferentes, como quando do início da chegada dos imigrantes no século 19”, disse Thaís Crippa de Oliveira, doutoranda no ICB-USP e primeira autora do artigo publicado na PLOS Neglected Tropical Diseases.

Segundo Ferreira, seria simplista supor que, necessariamente, toda a diversidade atual nas populações de plasmódios das Américas tenha sido gerada nos últimos 500 anos. Isso só seria verificado caso a migração envolvesse um “efeito do fundador” – ou seja, se somente uma ou pouquíssimas linhagens tivessem chegado aqui e se todos os plasmódios atualmente existentes no continente fossem descendentes dessas primeiras linhagens.

Os pesquisadores estão trabalhando atualmente com uma nova amostra de plasmódios, colhidos por Oliveira em uma única comunidade ao longo de 12 meses de estudo.

A análise dos genomas completos desses parasitos permitirá avaliar os níveis de variação genética de populações de P. vivax ao longo do tempo e inferir alguns mecanismos – por exemplo, migração e recombinação – que contribuem para essa variação.

O artigo Genome-wide diversity and differentiation in New World populations of the human malaria parasite Plasmodium vivax, de Thais C. de Oliveira, Priscila T. Rodrigues, Maria José Menezes, Raquel M. Gonçalves-Lopes, Melissa S. Bastos, Nathália F. Lima, Susana Barbosa, Alexandra L. Gerber, Guilherme Loss de Morais, Luisa Berná, Jody Phelan, Carlos Robello, Ana Tereza R. de Vasconcelos, João Marcelo P. Alves e Marcelo U. Ferreira, pode ser lido em https://doi.org/10.1371/journal.pntd.0005824.

fonte
por Peter Moon
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Isto não tem preço: uma colherinha por dia recupera a memória, protege as artérias e elimina a impotência!


Vamos falar agora de uma raiz muito especial. E mais do que isso: vamos ensinar como consumi-la corretamente. O ginseng é um milenar remédio natural. Ele tem a aparência de um ser humano em miniatura e é reconhecido mundialmente como um grande energizante. A raiz pode ser encontrada em farmácias, lojas de produtos naturais ou em mercados de alimentos saudáveis. É possível também adquiri-lo na internet, mas é preciso ter cuidado: é muito comum a falsificação dele.

Algumas das virtudes de ginseng são:

– Fornece vitamina B1, B2, E e C, ferro, manganês e cálcio

– É um anti-inflamatório natural

– Melhora a circulação sanguínea

– É um protetor das artérias

– Melhora a memória e previne a perda progressiva dela

– Dissolve coágulos sanguíneos

– Alivia dores de cabeça

– Estimula o cérebro e previne a ocorrência de microinfartos no órgão

O ginseng também é usado para melhorar a concentração.

Pode ajudar no tratamento de depressão, ansiedade, estresse e melhorar o humor.

Além disso, ajuda em casos de doença de Alzheimer de demência senil.

Mas não acabou: a raiz pode ser a solução natural para a impotência sexual masculina.

Um estudo, na Coreia do Sul, feito em mais de cem homens diagnosticados com o problema, mostrou que um medicamento natural à base de ginseng pode combater a disfunção erétil em algumas semanas. Neste novo estudo, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, selecionaram 119 homens com disfunção erétil moderada. O grupo foi dividido em dois: metade tomou quatro comprimidos de extrato de ginseng por dia e a outra parte tomou placebo. Depois de oito semanas, os pesquisadores observaram melhora usando a escala conhecida como Índice Internacional de Disfunção Erétil.

Os resultados, publicados na Revista Internacional de Pesquisa em Impotência, mostraram uma melhora significativa na função sexual do grupo que tomou ginseng. No relatório, os pesquisadores disseram que o extrato de ginseng melhorou todos os aspectos da função sexual. Tudo isso mostra que o ginseng é uma boa alternativa para melhorar a vida sexual dos homens. Recomenda-se, no caso de suplementos, 120mg por dia em três doses divididas de 40mg. Não se pode, porém, exagerar.

Doses muito altas de ginseng podem levar à hiperatividade e à insônia. Além disso, deve-se evitar o consumo perto da hora de dormir. Também não é recomendado o consumo por crianças e adolescentes.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
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Impotência sexual chega aos mais jovens

Um em cada quatro homens com a disfunção tem menos de 40 anos

Rio - Papo firme. Se você sofre de impotência sexual incapacidade de obter ereção adequada para relação amorosa não precisa se desesperar e, muito menos, ficar cabisbaixo, pois esse distúrbio é mais comum do que se imagina. A disfunção erétil afeta 15 milhões de brasileiros, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela é mais frequente em quem tem entre 40 e 69 anos, mas já atinge também os jovens. Um em cada quatro homens com incapacidade de manter a rigidez peniana durante o ato sexual tem menos de 40 anos.

Vida desregrada e noites mal dormidas contribuem para o mau desempenho sob os lençóis - Divulgação

A alteração dos níveis da testosterona, o mais importante hormônio masculino, que atua sobre a força, a libido e o desempenho sexual, é a principal causa do problema. A produção de testosterona pode ser alterada por várias condições clínicas, entre elas, obesidade, sedentarismo, doenças hepáticas, renais, de tireoide, diabetes, depressão, tabagismo e alcoolismo.

Após os 40 anos, o corpo passa a produzir menos hormônio. "Essa redução é gradual e os sintomas são cada vez mais presentes entre a população de menos idade", alertou o médico Maurício Bungerd Forneiro, da Sociedade Americana de Endocrinologia, autor do livro 'Vida e Prazer Após os 50'. Levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia revela que 42% dos brasileiros temem o distúrbio.

O distúrbio que atrapalha o desempenho sexual atinge 15 milhões de brasileiros - Divulgação

Outros fatores contribuem para a impotência juvenil, desde agentes químicos em comidas processadas, até a ansiedade de encontros casuais. Para se evitar o transtorno, a manutenção de uma vida mais regrada e saudável é primordial. Dormir bem, praticar exercícios, evitar automedicação, tratar adequadamente o diabetes e enfermidades vasculares são algumas recomendações.

A disfunção erétil pode ser sinal de doença física ou psicológica, que provocam estresse, tensão no relacionamento e baixa da autoestima. Pacientes devem ser avaliados cuidadosamente. Medicamentos e dispositivos auxiliares, como injeções intra-cavernosa, bombas de vácuo (pouco usadas atualmente), próteses penianas maleáveis e infláveis, e revascularização podem ser prescritos.

Em contrapartida, o brasileiro está vivendo mais. Pelo menos até 75 anos. E a terceira idade, ou melhor idade, hoje, não quer só passear com netos. Quer aproveitar ao máximo o lado bom da vida, incluindo o sexo. Com os avanços da medicina, com mais medicamentos aliados no tratamento da impotência nessa faixa etária, além da alimentação correta, exercícios físicos e mentais, os idosos estão redescobrindo o prazer do sexo.

"Isso ainda é tabu. O sexo, que não é sinônimo de penetração, mas de carinho, troca de olhares, beijos, dança, por exemplo, na terceira idade, pode ser libertador e prazeroso. A escolha está em abraçar o conformismo e a possível rejeição ou levar a vida com criatividade, prazer e alegria", destacou a geriatra Yara Vargas. "O idoso não deve buscar o desempenho do jovem, mas descobrir novas formas de satisfação. Sem esquecer os preservativos", declarou.

A geriatra Yara Dantas ensina aos idosos sobre como garantir saúde física e mental para que o sexo seja prazeroso. "É preciso descobrir novas formas de prazer", diz. - Divulgação

Teste
Uma importante ferramenta para identificar baixos níveis de Testosterona Biodisponível é o 'Questionário ADAM', desenvolvido pela Universidade de St. Louis, nos Estados Unidos, e aplicado em todo o mundo.

*A testosterona é o mais importante hormônio masculino e atua sobre a força muscular, a libido e o desempenho sexual.

Faça o teste ao lado e descubra como está a sua testosterona:

1. Tem observado diminuição da libido?

2. Tem se sentido fraco, com falta de energia?

3. Percebe redução da força muscular?

4. Perdeu altura ou peso?

5. Sente diminuição da alegria de viver?

6. Fica triste ou mal-humorado com frequência?

7. Percebe que as ereções têm sido menos vigorosas?

8. Tem diminuído atividades esportivas?

9. Sente sonolência após o jantar com frequência?

10. Tem percebido que seu desempenho profissional tem piorado?

Resultado: Caso a resposta seja SIM para pelo menos 3 perguntas, seu nível de testosterona pode estar baixo. É recomendado que se procure um médico.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: Eduardo Bertero, urologista e chefe do departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
por Francisco Edson Alves
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Conheça os benefícios dos alimentos rico em fibras

Durante muito tempo a ciência acreditou que as fibras alimentares era totalmente desnecessárias para o organismo humano, já que não conseguimos digeri-la. No entanto, estudos realizados nas últimas décadas começaram a perceber que, apesar de não serem digeridas, as fibras desempenhavam funções importantes.

Conhecendo as Fibras
Toda fibra alimentar tem origem vegetal. Por definição, a fibra é o polissacarídeo armazenado na célula da planta. Ela está no grupo dos carboidratos, mas, como dissemos, não podem ser quebradas pelas enzimas digestivas do organismo humano. Por isso, as fibras não são fonte de energia (calorias).

A melhor maneira de consumir fibras é por meio de alimentos de origem vegetal (legumes, folhas, frutas, cereais e etc.) crus e com a casca. Quanto mais esses itens são processados, ou seja, quando perdem suas principais características naturais, menor é quantidade de fibras.

Dois tipos de fibras

Fibra alimentar
As fibras podem ser classificadas em 2 tipos:
fibras solúveis – são aquelas que absorvem água durante o processo de digestão;
fibras insolúveis – não se unem às moléculas de água no organismo.
Hoje em dia, a ciência reconhece que cada um desses tipos desempenha funções específicas. As fibras solúveis se juntam à água formando uma espécie de substância gelatinosa. Esse gel impede a absorção de gorduras e açúcares durante a digestão. Essas substâncias ficam “coladas” no gel criado pelas fibras e são eliminadas pelo organismo através das fezes.
Já as fibras insolúveis têm papel fundamental no bom funcionamento do intestino. Elas contribuem para que o bolo fecal se torne mais pesado, facilitando o trânsito pelo intestino.

Lista de benefícios
Por causa dessas funções, o consumo das fibras traz uma série de benefícios para a saúde, que vão desde o emagrecimento até a prevenção de doenças. Vamos listar esses efeitos benéficos:

*Ajuda no controle do colesterol alto, porque dificulta absorção de gorduras pelo organismo;
*Também regula os níveis de açúcar no sangue, sendo indicada para quem tem diabetes;
*Como não são calóricas e aumentam a sensação de saciedade, as fibras são ótimas para quem deseja perder peso;
*O consumo de cerca de 30g de fibras diariamente reduz pela metade o risco de câncer de mama;
*Estudos mostram ainda que a ingestão regular de alimentos ricos em fibras diminui a incidência da doença pulmonar obstrutiva crônica;
*As fibras previnem o aparecimento de doenças cardiovasculares como o infarto;
A presença de fibras no estômago e no intestino estimula a proliferação de bactérias benéficas para a *digestão e para o nosso sistema imune.

Importância para o emagrecimento
O sobrepeso não é um problema apenas estético, mas também uma questão de saúde. Por isso, é fundamental que estejamos sempre atentos à nossa alimentação. O segredo para manter o corpo saudável está na escolha dos alimentos. Hoje em dia, comemos muitas comidas calóricas, gordurosas e pouco nutritivas, o que leva ao aumento do número de obesos.
Em contrapartida, a ingestão de alimentos menos prejudiciais é fundamental. As fibras estão entre os nutrientes essenciais para a manutenção do peso. Como dissemos, elas ajudam a aumentar a sensação de saciedade, além de dificultarem a absorção de açúcares e gorduras. Os alimentos integrais são excelentes opções, além, é claro, das frutas e verduras, que devem ser consumidos crus e com a casca.

Muita Água
E não basta só comer fibras. Para que elas ajam de modo benéfico no organismo, é preciso consumir muita água durante o dia. A água, além de desempenhar várias funções essenciais no organismo, é responsável por umedecer o bolo fecal, facilitando o trânsito intestinal.
As fibras solúveis, aquelas que formam um gel absorvente no aparelho digestivo, também precisam de água para atuarem positivamente.
O indicado é beber pelo menos 2 litros de água todos os dias, além das frutas, verduras e outros alimentos que já possuem água em sua composição. Os chá e sucos, sempre comentados aqui no Receita Natural, são outras opções para hidratar o corpo e favorecer a ação das fibras alimentares.

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Transformar gordura ruim em gordura boa? Cientistas dizem saber como


Há gordura boa e gordura ruim em nossos corpos. A boa gordura ajuda a queimar calorias, enquanto a gordura ruim acumula calorias, contribuindo para ganho de peso e obesidade. Agora, uma nova pesquisa na Washington University School of Medicine, nos EUA, identificou uma maneira de converter gordura ruim e gorda em gordura boa – pelo menos em camundongos.

Os resultados aumentam a perspectiva de desenvolver tratamentos mais eficazes, em pessoas, para obesidade e diabetes relacionados ao ganho de peso.

A gordura ruim, conhecida como gordura branca, armazena calorias em nossas barrigas, quadris e coxas. Em contraste, a gordura marrom, encontrada perto de nossos pescoços e ombros, queima calorias através de um processo que gera calor.

Os pesquisadores descobriram que o bloqueio da atividade de uma proteína específica na gordura branca desencadeou um processo que fez a gordura começar a se tornar gordura bege, um tipo de gordura entre a branca e a marrom. Bloquear a proteína para criar gordura bege fez com as células de gordura aquecerem e queimarem calorias. “Nosso objetivo é encontrar uma maneira de tratar ou prevenir obesidade”, disse o autor, Irfan J. Lodhi. “Nossa pesquisa sugere que, visando uma proteína da gordura branca, podemos converter gorduras ruins em um tipo de gordura que combate a obesidade”.

A gordura bege foi descoberta em humanos adultos em 2015. Embora seja quase como um intermediário entre a gordura branca e a gordura marrom, Lodhi, professor assistente de medicina na Divisão de Endocrinologia, Metabolismo e Pesquisa Lipídica, diz que ela funciona mais como uma gordura marrom e pode proteger contra a obesidade.

Sua equipe realizou uma série de experimentos em camundongos, criando uma cepa genética de animais que não produziam a proteína chave em suas células brancas de gordura. Esses ratos tinham mais gordura bege e eram mais magros do que seus colegas, mesmo quando comiam a mesma quantidade de alimento que outros ratos. Eles também queimaram mais calorias.

“Os ratos geralmente têm níveis muito baixos da proteína, chamada PexRAP, em sua gordura marrom”, disse ele. “Quando colocamos os camundongos em um ambiente frio, os níveis de proteína também diminuíram na gordura branca, permitindo que a gordura se comporte mais como gordura marrom. O frio induz gorduras castanhas e bege a queimar energia armazenada e produzir calor”.

Quando o time de Lodhi bloqueou a PexRAP nos animais, os ratos transformaram gordura branca em gordura bege. A obesidade e o sobrepeso vêm aumentando a níveis preocupantes no Brasil nos últimos anos. Esses achados sugerem que, se as terapias puderem ajudar a converter a gordura ruim em gordura boa, esses números podem começar a diminuir.

Lodhi disse que se a proteína PexRAP pudesse ser bloqueada com segurança em células brancas de gordura em seres humanos, as pessoas podem ter mais facilidade em perder peso. “O desafio será encontrar formas seguras de fazer isso sem causar uma sobreaquecimento ou desenvolver uma febre, mas os desenvolvedores de remédios agora têm um bom alvo”, argumenta ele. [Medical Xpress]

fonte
por Jésssica Maes
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Varizes - O que nós temos em nossas mãos pode eliminar todas as varizes das suas pernas em 3 meses!


As varizes são extremamente desagradáveis e causa de muitos desconfortos. Ninguém gosta de tê-las.

Elas ocorrem com maior frequência em pessoas que ficam em pé por longos períodos. No caso das mulheres, os sintomas tendem a piorar durante o período menstrual e a gravidez.

Se você tem varizes, vamos ensinar agora nove receitas naturais que vão ajudar a eliminá-las:

1. ALHO
Corte seis dentes de alho em lâminas finas e misture-os com três colheres (sopa) de azeite extravirgem de oliva e três colheres (sopa) de suco puro de limão. Agite a mistura e coloque em um recipiente de vidro. Feche bem e deixe repousar por 12 horas. Passado esse tempo, aplique a solução de alho com massagens circulares nas áreas onde há varizes.

2. ARGILA VERDE (vende em lojas de produtos naturais)
Dissolver quatro colheres (sopa) de argila verde em um copo de água. Misture bem e aplique todas as noites como uma compressa sobre a parte afetada, deixando agir até secar. Em seguida, lave com água morna e sabão.

3. BABOSA
Misture em um recipiente de vidro três colheres (sopa) da baba/gel da babosa, uma cenoura ralada (bem fininha) e uma colher (sopa) de vinagre de maçã para obter uma pasta. Depois, use essa pasta como uma máscara, aplicando-a nas pernas, onde houver varizes, e deixe descansar por cerca de 20 minutos.

4. CASTANHA-DA-ÍNDIA
Ferva por 5 minutos um copo de água. Despeje sobre essa água uma colher (sopa) de castanha-da-índia moída. Cubra e deixe esfriar. Beber duas copos por dia durante três meses. Esta solução ajuda a melhorar a elasticidade dos vasos sanguíneos e fortalece as válvulas venosas. Recomenda-se que não seja consumida por gestantes, mulheres no período de amamentação, crianças e durante um tratamento com anticoagulantes. Você encontra a castanha-da-índia em boas lojas de produtos naturais.

5. CASTANHA-DA-ÍNDIA E ALECRIM
Você vai precisar de:

150 ml de álcool 96°
4 colheres (sopa) de alecrim fresco (40 g)
4 colheres (sopa) de castanha-da-índia (40 g)
2 garrafas de vidro escuro

A preparação é simples: para começar, esterilize a garrafa que vai armazenar a receita. Depois de seca e devidamente esterilizada (esta etapa é muito importante: a garrafa tem que estar limpíssima), coloque nela os ingredientes. Comece pelas ervas e finalize com o álcool, que deve cobrir bem o alecrim e a castanha-da-índia. Feche bem a garrafa e leve-a para repousar em um lugar seco e escuro por duas ou três semanas. Nesse período, agite o frasco diariamente. Finalizado o tempo de espera, coe e transfira o líquido para outra garrafa de vidro escura e também bem higienizada. Aplicar realizando uma massagem suave onde houver varizes. Sempre que possível, use-o antes de dormir para obter melhores resultados. Ele também é ótimo para tratar dores. Ele pode ser sempre aplicado quando sentimos alguma dor nas articulações ou músculos. Se mantido em local fresco e escuro, este remédio pode durar até um ano.

6. CAVALINHA
Coloque duas colheres (sopa) de cavalinha (uma planta medicinal que vende em lojas de produtos naturais) em uma xícara de água fervida e deixe repousar. Beba este chá diariamente, apenas uma xícara.

7. GENGIBRE
Coloque em uma tigela, de preferência de vidro, uma xícara de água fervente. Adicionar duas colheres (sopa) de gengibre ralado (se ele estiver fresco, será melhor). Tome 1 xícara desta bebida todos os dias.

8. VINAGRE DE MAÇÃ
Aplique sobre a parte afetada uma esponja embebida com vinagre de maçã. Faça isso duas vezes por dia, todos os dias, por um mês. Durante o tratamento, tome duas colheres (sopa) de vinagre de maçã em um copo de água duas vezes por dia. Use um bom vinagre de maçã, de preferência orgânico (encontra-se em boas lojas de produtos naturais).

9. ÓLEO DE COCO
Sabia que o óleo de coco pode ser usado como um ótimo tratamento para varizes?. Massageie um pouco dele na área afetada, de três a seis vezes ao dia, até que você começar a obter os resultados desejados.

IMPORTANTE
Evite o consumo de alimentos processados (salsicha, presunto, salame…), industrializados e cheios de açúcar durante o tratamento. Lembre-se de que você estará fazendo um tratamento para melhorar o sangue e, por consequência, a circulação. Alimentos industrializados diminuirão a eficácia do tratamento.

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