terça-feira, 11 de agosto de 2009

Alzheimer: Juntar exercício físico e dieta mediterrânica reduz risco até 60 por cento - estudo

Fonte: Expresso
Lisboa, 11 Ago (Lusa) - O exercício físico e a dieta mediterrânica podem, quando associados, reduzir até 60 por cento o risco da doença de Alzheimer, segundo um novo estudo hoje divulgado por uma revista médica norte-americana.

Estudos anteriores tinham já salientado, mas separadamente, os efeitos benéficos da actividade física e da dieta na redução do risco de contrair aquela doença neurodegenerativa, sendo este o primeiro a explorar a associação dos dois comportamentos.

"Muitas vezes, as pessoas que fazem exercício físico seguem também dietas saudáveis e vice-versa. Quisemos saber qual dos dois comportamentos implica menos riscos e se a junção dos dois os reduz ainda mais", afirmou o principal autor do trabalho, Nikos Scarmeas, professor de neurologia clínica no Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

O trabalho - publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) - envolveu uma amostra multiétnica de 1880 residentes no norte de Manhattan (Nova Iorque), com 77 anos de média de idade. Foram inquiridos sobre os seus níveis de actividade física e hábitos alimentares, e seguidos para escrutinar quais deles desenvolveram Alzheimer nos cinco anos e meio seguintes.

De acordo com as respostas sobre o exercício físico, os participantes foram divididos em três categorias: actividade vigorosa (jogging, por exemplo), moderada (caminhada, ciclismo) ou leve (golfe, jardinagem). Quanto à comida, as respostas foram classificadas em nove categorias alimentares que, em conjunto, compõem uma dieta de tipo mediterrânico.

Esta dieta caracteriza-se em termos gerais por um elevado consumo de peixe, vegetais, legumes, fruta, cereais e ácidos gordos mono-insaturados, relativamente poucos produtos lácteos, carne e gorduras saturadas, e consumo moderado de álcool.

O estudo constatou uma redução de 33 por cento no risco de Alzheimer nos indivíduos fisicamente activos e de 40 por cento nos seguidores da dieta mediterrânica. Foi observada ainda uma redução gradual de até 60 por cento do risco nos que praticavam muito exercício físico e tinham hábitos alimentares saudáveis.

"Aparentemente, quanto maior o desempenho em termos de exercício físico e dieta, mais baixo é o risco de Alzheimer", afirma o autor, acrescentando que até os mais baixos níveis de actividade física parecem estar associados a um efeito protector contra a doença.

No seu entendimento, "a conclusão é importante porque mostra que as pessoas podem ser capazes de alterar o seu risco de desenvolver Alzheimer se mudarem o estilo de vida através da dieta e do exercício".

Adverte todavia que se trata de um estudo epidemiológico, observacional, e que só um ensaio clínico poderá fornecer informação adicional para ajudar a esclarecer o papel desses comportamentos e revelar outros factores que possam também contribuir.

"Sabemos que parte da doença de Alzheimer está relacionada com alterações genéticas", afirmou. "Mas é possível que alterações não genéticas, como estilo de vida e o comportamento, afectem também a saúde do cérebro e o risco de desenvolver doenças cerebrais, como Alzheimer, talvez em combinação com a predisposição genética".

Tamiflu e Relenza podem ser nocivos para crianças

Remédios que combatem a gripe suína podem agredir mais do que beneficiar vítimas com até 12 anos
Da Redação, com Agência Estado

São Paulo não planeja adiar pela segunda vez a volta às aulas

Crianças de até 12 anos de idade não devem ser tratadas com os antigripais Tamiflu e Relenza. Segundo uma nova pesquisa publicada no British Medical Journal, os efeitos nocivos desses medicamentos podem ser maiores que os benefícios ao tratamento da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína.

De acordo com o médico Matthew Thompson, testes demonstraram que os antigripais reduzem em apenas 8% as transmissões entre crianças e "podem acarretar mais efeitos nocivos do que benéficos" a elas.

Especial Alimentos funcionais
Dicas da medicina preventiva

Em entrevista concedida à emissora britânica BBC, o médico disse que medicar crianças com Tamiflu ou Relenza reduz a duração da nova gripe, em média, em apenas um dia.

Na avaliação dele, que é um dos autores do estudo, trata-se de um benefício modesto para uma doença que dura aproximadamente uma semana. O Tamiflu e o Relenza, fabricados respectivamente pelas farmacêuticas Roche e GlaxoSmithKline, são os dois medicamentos mais amplamente prescritos para fazer frente à atual pandemia de gripe suína.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Perder peso bebendo leite?

Fonte:Emagrecer.tv
Já experimentou inúmeras dietas com inúmeros produtos, mas será que já experimentou com o leite? Foi levado a cabo um estudo por investigadores americanos que conclui que o cálcio contido no leite permitiria não apenas impedir um aumento de peso, mas iria sobretudo favorecer uma perda da massa de gordura.

São vários as dietas que não incluiem os iogurtes e os queijos. Mas isto é, pelos vistos, à luz deste novo estudo um erro, porque deveriam ocupar um lugar importante na nossa dieta!

O cálcio teria de facto efeitos benéficos relativamente aos problemas de sobrecarga ponderal. É a conclusão deste estudo desenvolvido junto de 54 mulheres com idade compreendida entre os 18 e os 31 anos durante dois anos.

Foram deste modo observados os efeitos do cálcio nas mulheres cujo contributo energético é em média de 1900 Kcal por dia. Foi constatado nas mulheres cuja alimentação correspondia no total a menos de 780 miligramas de cálcio um aumento da massa de gordura. As que consomiam à volta de 780 miligramas conseguiam ter um peso estável. Mais incrível ainda foi o facto de ter observado que as mulheres cujo contributos energéticos eram em média de 1 grama por dia emagreciam! O efeito parecia nais pronunciado quando a fonte de cálcio eram produtos lácteos.

Porém, as dietas a base de leite estão longe de constituirem a dieta ideal. As mulheres que participaram no estudo perderam peso, mas depois de um período de tempo relativamente longo. Além disso, os investigadores desconhecem o mecanismo de acção do cálcio no que diz respeito o peso. Todavia, caso a importância do cálcio seja confirmada por outros estudos, poderemos talvez um dia ver surgirem novos queijos e iogurtes!

Dieta do DNA – [nutrigenômica ou nutrigenética]

Fonte:Blog da dieta
Uma maçã por dia pode ser substituída por obscuros compostos moleculares e aminoácidos para afastar doenças, graças a um novo foco de investigação genética: a nutrigenômica ou popularmente conhecida como dieta do DNA.

A nutrigenômica olha o efeito da nutrição sobre as moleculas, ao nível genético. Esqueça a DDR (dose diária recomendada), as orientações gerais destinadas a toda a população. A nova pesquisa genética, em última instância, pode fornecer uma alimentação adaptada à sua composição genética.

A ciência há muito tempo se pergunta qual é a relação entre dieta e o metabolismo. Porque é que algumas pessoas têm uma dieta com alto teor de gordura porém não desenvolve uma doença cardíaca? Por que algumas pessoas com uma dieta moderada na quantidade de gordura, tem colesterol elevado?

Após os trabalhos do projeto genoma humano, os cientistas estarão equipados com as informações para responder a estas perguntas, e os resultados terão implicações fundamentais para a saúde.

Na realidade, o campo é tão promissor que a Universidade Rutgers criou uma posição de professor assistente de nutrigenômica. Dr. Mohammed Rafi atualmente desenvolve a criação de um laboratório de investigação e de uma equipe que irá analisar a dieta e o câncer.

Este é um projeto a longo prazo, mas alguns resultados de campo, serão explorados em um futuro próximo.

“Eu acredito que em cinco anos uma simples análise de sangue permitirá determinar se um indivíduo tem uma tendência a desenvolver doenças cardiovasculares”, disse Nancy Fogg-Johnson, da “Life Sciences Alliance”, que com o colega Alex Meroli, criou o termo nutrigenômica.

Dispositivos do tamanho de um celular já existem para a análise de DNA, que poderia ser utilizado para detectar se uma pessoa tem a susceptibilidade a doenças cardiovasculares.

Mais importante ainda, a nutrigenômica permitirá que esta informação poderá dizer quais alimentos têm um impacto positivo sobre a saúde de cada indivíduo, disse Fogg, Johnson.

A ideia é que os alimentos negativos, tais como gorduras saturadas, poderiam ser substituídos por aqueles que promovem um impacto positivo na redução do colesterol. Como comer aveia, em vez de um bife gorduroso, por exemplo.

Esta conclusão não necessita milhões de dólares para ser descoberta, mas a ciência ainda está no escuro sobre como os alimentos reagem com o corpo no nível molecular. A Nutrigenômica vai ligar os Holofotes.

Embora dietas e o DNA serão inicialmente relacionados de uma maneira ampla, a genética vai desempenhar um papel cada vez mais preciso na saúde preventiva.

Ainda vai levar um tempo, mas Fogg-Johnson diz que eventualmente a nutrigenômica será capaz de descobrir dietas que evitam ou retardam o aparecimento das doenças mais graves e generalizadas de hoje como o câncer ou doenças degenerativas como Alzheimer.

NUNCA ELIMINE TODA GORDURA DE SUA DIETA

Fonte:TioLuCamargo
Um indivíduo que deseja um definido e livre de gorduras, geralmente tem uma idéia de que para se chegar a este físico você deve eliminar as gorduras da sua dieta. E infelizmente ninguém pode culpá-lo disso. Aprenda porque eliminar a gordura da dieta é um erro e pode fazer com que uma pessoa ganhe mais gordura.

A anos somos bombardeados com a idéia de que dietas com pouca gordura são a única solução saudável para conquistar um corpo bonito e de que alguma forma as gorduras são um inimigo mortal do corpo humano.Ao chegar no mercado você vê muitos produtos com letreiros dizendo “Livre de Gorduras”, “0% de Gorduras”, etc.. Para você que aponta a gordura como o principal motivo do acúmulo de gordura e da flacidez aí vai um fato interessante:

Nos Estados Unidos, onde 7 a cada 10 indivíduos acima de 25 anos é considerado acima do peso, pesquisas afirmam que o consumo geral de gorduras pelo povo americano é relativamente baixo. Fato engraçado, como um povo que ingere pouca gordura é o um dos mais obesos ?

Simples: Dieta que focam na extrema restrição de gordura são contra produtivas e acabam gerando efeitos opostos ao desejado.

1) Dietas com baixa ingestão de gordura, geralmente são ricas em carboidratos

Uma grama de gordura contem 9 calorias(caloria = energia), quando você limita a ingestão de gordura, você terá uma maior necessidade de energia, o que provocará muito mais fome e como a grande maioria das pessoas acham muito mais fácil comer comidas ricas em carboidratos do que proteína, acabam por suprir essa necessidade calórica através dos carboidratos.

Repare: todos estes alimentos que são considerados saudáveis, como frutas, pães e etc, enquanto não tem gordura, são extremamente ricos em açúcar(frutose e açúcar refinado, respectivamente). O corpo precisa de glucose(açúcar) para realizar algumas funções do corpo, mas qualquer excesso irá gerar um acúmulo de gordura, isso sem estar ingerindo gordura.

2) Dietas com ingestão baixa de gordura, geram mais fome e desejos alimentares

Alimentos com teor baixíssimo em gordura, tendem a não satisfazer a fome, gerando futuros distúrbios e desejos alimentares. O que é o principal vilão das dietas, se a pessoa não estiver usando algum supressor de apetite, acaba por quebrar a dieta e comer algum alimento que estrague seu objetivo.

3) Dietas com com pouca gordura fazem a sua testosterona cair!

Todos sabemos que a testosterona tem um papel importantíssimo na reconstrução e aumento de massa muscular, e que níveis altos de testosterona propiciam em uma queda no acúmulo de gordura. A ingestão correta de gorduras ajuda na liberação dos principais hormônios do corpo, uma deficiência nessa ingestão pode resultar em uma queda nos hormônios.

4) Dietas com pouca gordura aumenta a taxa em que o corpo acumula gordura

O corpo humano é uma “máquina” extremamente complexa, e existem vários tipos de mecanismos de defesas prontos para entrar em ação caso o corpo perceba que algo fora da rotina está acontecendo.

Quando você reduz drásticamente a sua ingestão de gordura, o seu corpo percebe imediatamente e encara isso como uma ameaça, pois a gordura é uma importante fonte de energia para o corpo.

Como resultado, o corpo fará os ajustes necessários para suprir esta falta, ou seja, ocorrerá uma diminuição no metabolismo e um aumento nos hormônios que fazem com que o corpo acumule gordura.

5) Dietas pobres em gorduras não são saudáveis.

O seu corpo simplesmente precisa de gorduras para fazer com que o corpo funcione com saúde. As gorduras tem vários papeis importantes no corpo humano, incluindo no controle da insulina, desenvolvimento do cérebro e nervos, otimização do sistema imunológico, efeitos anti-inflamatórios, controlando as hemoglobinas das membranas das células e várias outras funções.

Por segurança, saúde e estética, sua dieta nunca deve ter menos de 10% de gordura somando os outros macronutrientes(proteína e carboidratos). Este valor é o mínimo, de 15 a 20% é o ideal.

Vale lembrar que nem todas as gorduras são boas, você não precisa evitar as gorduras saturadas(gorduras ruins) como o diabo foge da cruz, porém o exagero desse tipo de gordura, pode fazer mais mal do que bem para o corpo. Podendo gerar até problemas cardíacos.

O valor da alimentação saudável


Um pecado descrito na Bíblia não tem sido levado muito a sério nos dias de hoje. É a glutonaria, ou prática de comer excessivamente, muito além das necessidades nutricionais do ser humano. Evangélicos têm descoberto o valor da alimentação saudável e já há até dietas baseadas na Bíblia. O distúrbio, tratado como compulsão, tem levado muitas pessoas aos desajustes emocionais e acarretado uma série de doenças, como a obesidade e o temido diabetes. Pois agora, cada vez mais evangélicos têm dado atenção ao tema, estimulando bons hábitos alimentares e espiritualidade à mesa como forma de agradar ao Senhor.

“Só coma o necessário” é o lema da escritora americana Gwen Shamblin que, em seu best seller The Weigh Down Diet – que significa algo como “a dieta da contenção” –, aponta uma proposta de regime baseada na precaução que se deve ter para com a saúde, tanto física como espiritual. Se o princípio básico da dieta diz que o indivíduo pode comer de tudo desde que em doses moderadas, uma das fórmulas que ela encontrou para controlar as bocas mais compulsivas foram frases de impacto como “Deus está vendo tudo aquilo que você come”.

A receita parece estar dando certo, uma vez que tem levado milhares de americanos a repensar seus hábitos alimentares sob uma ótica cristã e aderir ao programa que intitula sua obra. Calcula-se que já haja mais de um milhão de adeptos ao programa. Segundo Gwen, quem come mais do que o organismo necessita, além de prejudicar a própria qualidade de vida, está incorrendo no pecado da gula. O remédio, então, é simples: “Não corra para a geladeira, mas para Deus”, orienta.

Já, no Brasil, engana-se quem pensa que os evangélicos também não se preocupam com aquela “gordurinha” indesejada e, mesmo que o costume de malhar nas academias de ginástica ou recorrer aos personal trainers ainda seja um tabu a ser quebrado pelos crentes, eles estão usando as ferramentas de que dispõem – calcadas, é claro, nos princípios bíblicos nos quais acreditam – para atingir seus objetivos.

Se para a grande maioria dos protestantes seguir dietas com disciplina religiosa é algo novo, os adventistas são uma exceção à regra e um modelo a ser seguido, por incorporarem às suas doutrinas cristãs a necessidade de uma alimentação bem balanceada – cuidado que, garantem, contribui para a vida espiritual, além de diminuir o risco de contrair doenças. Rígidos e determinados, eles quase não comem carne – de porco então, nem pensar –, evitam gordura, cafeína e condimentos, substituindo esse cardápio apetitoso, mas nada saudável, por frutas, verduras e cereais. “Gênesis 1.29 diz que a primeira ordenança após a Criação foi para comermos vegetais, sementes e frutas, porque os elementos da natureza são destinados a promover a vida em todas as dimensões de seu significado”, ensina Alvina da Silva Souza, nutricionista formada pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp) e especialista em obesidade e emagrecimento. “Ao buscar esse plano de equilíbrio na alimentação, estaremos respeitando a orientação divina e diversos aspectos propícios ao bem estar, como equilíbrio físico, emocional e espiritual”, comenta.

Os resultados de tanto rigor à mesa tem sido uma bênção: graças ao regime alimentar, a comunidade adventista já figurou em diversos artigos relacionados à saúde por apresentar altos níveis de longevidade. John Harvey Kellog (1852-1943), por exemplo, criador da famosa indústria de cereais Kellogs, viveu quase cem anos e figurou na lista dos dez melhores médicos do mundo em sua época (ver box). “Uma dieta equilibrada não só traz mais saúde como torna a pessoa mais apta para glorificar a Deus”, continua Alvina. Ela lembra o texto de I Coríntios 3.16 e 17, que diz que o corpo do crente é templo do Espírito Santo. “Então, devemos preservá-lo”, recomenda a nutricionista.

Equilíbrio
Para o bispo Robson Rodovalho, dirigente da Igreja Sara Nossa Terra, de Goiânia (GO), a alimentação de todo cristão deve ser pautada em cima de equilíbrio e do profundo entendimento de como funciona o corpo humano. “Nós somos uma máquina criada por Deus, mas as pessoas não entendem como é o funcionamento dessa estrutura. Nós nos alimentamos muito mais por uma herança e cultura familiar, que infelizmente no Brasil não é tão boa nem muito científica, mas bastante sazonal”, aponta. No entender do bispo, as pessoas não têm uma visão ampla do que representa a alimentação para o organismo, nem do que significa a busca do equilíbrio na alimentação. “Acho que todos precisam saber do que o corpo humano necessita, e conhecer os três grandes pilares da saúde: alimentação, descanso e exercício”, descreve. O líder lembra que as Escrituras desempenham um papel importante na busca desse equilíbrio. “A Bíblia contribui bastante, mas precisamos passar por um crivo cientifico e moderno, mesmo porque na era cristã havia algumas vantagens: eles não sofriam do estresse que temos hoje, não viviam sob as mesmas condições de vida do mundo moderno, o que lhes proporcionava uma alimentação bem diferente da nossa”, completa.

Belém, em hebraico, quer dizer “casa do pão”. E pão fresco consistia num dos alimentos básicos para a alimentação de Jesus, assim como outros produtos naturais, como queijo fresco feito com leite de cabra – animal responsável pela subsistência da maioria das famílias da época e pelo alto valor nutritivo de seus derivados. Não é de se estranhar, portanto, que o Filho de Deus e seus seguidores tivessem saúde e disposição suficientes para as longas jornadas a pé pela Terra Santa. O Nazareno e seus contemporâneos consumiam, basicamente, alimentos em seu estado natural e muitos vegetais – principalmente frutas, grãos, peixes e leguminosas –, além de pão integral e vinho, bebida que desempenhou um papel de destaque na humanidade ao longo dos séculos e que, nos dias de hoje, é saudada por suas propriedades benéficas ao organismo – se consumida com moderação, evidentemente.

“Jesus tinha uma alimentação perfeita”, afirma o médico e especialista em medicina preventiva Don Colber, em seu livro A Dieta de Jesus e Seus Discípulos (Editora Thomas Nelson). Além de traçar um panorama dos hábitos alimentares nos primórdios do Cristianismo, ele também apresenta um programa para perda de peso por meio de uma dieta baseada na Bíblia. Um dos objetivos ao escrever o livro, segundo o autor, é o de motivar seus pacientes, a maioria composta por católicos, a adotar uma alimentação mais saudável. Ele ainda compara o momento das refeições a um ritual sagrado, que deve ser realizado sem pressa. “Às vezes, Jesus passava a tarde toda num almoço”, lembra. Isso sem falar que um dos momentos cruciais de seu ministério, a última Ceia, se deu à volta de uma mesa.

Dois tipos de dietas, baseados nos estudos alimentares do passado, vêm ganhando força e conquistando muitos adeptos evangélicos nos Estados Unidos: são a Dieta de Jesus e a Dieta do Criador, ambas baseadas na maneira como o Senhor se alimentava e na busca da paz espiritual. Segundo o especialista em nutrição e autor do programa Dieta do Criador, Jordan Rubin, uma alimentação assim fornece muito mais vitaminas ao organismo, além de não provocar picos de açúcar no sangue, ao contrário do que acontece com os alimentos processados atualmente. Estudos mostram que esses picos são responsáveis pelo acúmulo de gordura no corpo. Além de controlar o que se deve comer, Rubin também afirma que uma oração antes das refeições apresenta sua parcela de contribuição. “Orar aquieta a mente e faz com que você preste mais atenção no que está comendo”, recomenda.

No Brasil, dietas com ligações espirituais ainda são vistas com certa desconfiança. “Uma alimentação equilibrada requer escolha e dedicação para formação de hábitos saudáveis. Acredito que a oração ajude nessa decisão mas, sem uma mudança de estilo, não fará muita diferença”, alerta Alvina da Silva Sousa. Já o bispo Rodovalho acredita que elas são positivas e trazem importante contribuição, mas diz se basear numa visão mais ampla e profunda a respeito do assunto. “Os evangélicos brasileiros buscam na Bíblia Sagrada, em todas as épocas e gerações, as respostas para a qualidade de vida. E as igrejas, embora não enfatizem muito a questão da dieta, têm uma preocupação e boa percepção de saúde”. Ele mesmo é autor do livro Vencendo a Obesidade (Editora Reino) que, além de trazer diversas dicas de alimentação, receitas e exercícios práticos e procura acabar com aquele mito de que, para se obter vitalidade, são necessárias fórmulas mágicas e tratamentos mirabolantes. Antes de tudo, segundo o autor, é preciso ter bom senso. “A saúde é um direito do homem, enquanto que a doença é uma anormalidade, fora de padrão e dos princípios estabelecidos por Deus”, conclui.

O homem dos sucrilhos
Natural da cidade de Tyrone, Michigan, o médico John Harvey Kellogg, tornou-se conhecido como um dos precursores da alimentação saudável. Nascido em berço adventista, ele se tornou superintentende do Adventist Battle Creek, instituto que tinha como premissa fazer uma reforma da saúde. Lá, exerceu a função de médico diretor e implantou um novo regime alimentar – além de ensinar aos pacientes, por métodos um pouco controversos, como levar uma vida saudável. Com o tempo, ele conseguiu fazer da instituição um dos alicerces para a implantação da teologia adventista, que incluía, entre outras disciplinas, a prática de exercícios ao ar livre e consumo de produtos naturais.

Sua entrada para a indústria de cereais surgiu a partir da sociedade firmada com o irmão, William. Embora não tivessem a intenção de transformar a atividade em um empreendimento de sucesso – o principal objetivo da dupla era prestar auxílio à Igreja –, os Kelloggs fizeram história. Hoje, no mundo todo, produtos com a sua marca, como os famosos flocos de milho, fazem sucesso. John escreveu diversos livros na área de medicina e saúde e foi um exemplo de que suas práticas davam certo, já que morreu aos 91 anos, idade das mais avançadas para sua época. Hoje, a Kellogg Food Company, com sede Washington, detém a patente de dezenas de produtos alimentícios e está presente em diversos países ao redor do mundo.

Titulo original: Cristãos descobrem o valor da alimentação saudável

Fonte: Revista Eclésia

Dieta verde

4 a kg a menos com dieta verde

Deixe o preconceito e o frio de lado! Inclua mais fibras no cardápio (leia-se frutas, verduras e legumes) e confira o resultado benéfico de seguir uma dieta saudável e natural. Dá para reduzir um manequim em um mês!

Por Fabiana Gonçalves


Quando o assunto é emagrecimento, infelizmente não existe nenhuma mágica, e sim disciplina no que você põe na boca. Ok! Você vai usar como desculpa que com as temperaturas caindo não há como seguir uma dieta à base de salada e frango grelhado. E tem toda razão, afinal, o corpo neste período pede alimentos quentes para aumentar a temperatura e, como consequência, elevar também o metabolismo.



Por outro lado, nos meses frios as pessoas deixam de lado os vegetais e as frutas e passam a se alimentar mais de alimentos quentes, porém, cremosos, gordurosos e porque não dizer, doces. Com isso, elas esquecem que uma dieta rica em vegetais, principalmente os verdes, são fontes de nutrientes essenciais ao organismo, além das fibras, que mantêm a fome - e a vontade de comer - a quilômetros de distância. "A alimentação rica em vegetais verdes fornece ao nosso corpo vitaminas, minerais, fibras e celulose, que são fundamentais para o equilíbrio das funções do organismo e previnem diversas doenças", afirma a médica nutróloga Valéria Goulart (SP).

Segundo ela, o consumo frequente de verduras como espinafre, alface, couve e brócolis são também, aliados importantíssimos da boa saúde, por causa dos diversos antioxidantes, tais como o betacaroteno, precursor da vitamina A, além do ácido fólico. "Um estudo publicado na Itália mostrou que o antioxidante luteína, encontrado principalmente na couve e no espinafre, é importantíssimo na prevenção de vários tipos de câncer", afirma a médica.

"Sem contar que as folhas verdes são ricas em ferro, cálcio, vitaminas A, C, K, além da vitamina B2. Enquanto as folhas mais verdes espessas possuem maior quantidade de carotenos e substâncias anticancerígenas, as verdes mais novas e macias possuem mais vitamina C", compara. "Porém, todas elas ajudam no emagrecimento, pois possuem muitas fibras que melhoram o funcionamento intestinal", define a Dra. Valéria Goulart.


Perda de peso gradativa

De vital importância para a saúde do organismo, os vegetais devem estar presentes em todas as nossas refeições diárias. Para incluí-los no seu cardápio de maneira variada, contamos com a ajuda da nutricionista Catarina de Freitas Stocco e sua equipe da Dietclin, Clínica de Nutrição e Saúde (PR).

A especialista, juntamente com as nutricionistas Fárida Nichele, Melissa Santos e Marines Silveira, elaborou um cardápio colorido e rico em vegetais verdes, com 1200 calorias diárias, que vai auxiliá-la a eliminar até 4 kg por mês, gradativamente e sem perder a saúde e (o melhor!) que pode ser seguido sem medo até você chegar ao peso ideal.

"Uma dieta saudável faz com que a pessoa elimine a gordura, e não os músculos, que são fundamentais ao corpo e ao metabolismo", afirma o médico endocrinologista Alfredo Halpern, chefe do Serviço de Endocrinologista do Hospital das Clínicas (SP) e membro da ABESO - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica. "Se aliar a alimentação com exercícios físicos regulares, o resultado mostrará que a cada quilo eliminado, diminuirá também cerca de 1 cm de medidas", exemplifica o Dr. Halpern.



Menor a compulsão, mais fácil o emagrecimento

Segundo Catarina Stocco, a vantagem de priorizar os alimentos saudáveis é que eles vão regular integralmente o metabolismo. "A pessoa emagrece com saúde, aprende a se reeducar a mesa, e ainda se torna menos ansiosa e compulsiva, principalmente porque esses nutrientes acabam suprindo as suas necessidades.

Quer dizer: essa dieta diminui a possibilidade de você atacar uma caixa de chocolates, porque nela existem alimentos funcionais que inibem a vontade de comer doce e outros carboidratos", afirma. Cereais e os grãos em geral (carboidratos complexos), assim como as fibras presentes nos vegetais e nas frutas, preenchem o estômago, saciam a fome por mais tempo e por isso ajudam a evitar essa ansiedade, já que liberam a insulina lentamente na corrente sanguínea.

Sem contar que quanto mais rica em verduras, legumes e frutas for a dieta, mais benefícios ela traz para o corpo como um todo. A começar porque ela desintoxica o organismo. E, por falar em limpeza, complemente a dieta com dois litros de água por dia. Quanto maior o número de cores no prato, maior será o número de nutrientes oferecidos ao organismo.

O mais interessante é misturar vegetais cozidos e crus, lembrando que quanto mais frescos eles estiverem, maior a quantidade de vitaminas. "Não é que uma verdura cozida tenha menos calorias do que a crua. O que diminui são os nutrientes. Aproveite para cozinhá-las no vapor e capriche nas ervas, sobretudo as frescas, como tempero. Elas realçam o sabor do prato sem precisar adicionar nenhum tipo de gordura", finaliza Catarina.



Escolha o cardápio do dia

Guilherme Alaïa

Café da manhã

Opção 1: 1/2 mamão papaia, suco de 1 lima da pérsia batido com 1 folha de couve, 1 fatia de pão integral com azeite de oliva.
Opção 2: 1 xícara (chá) de granola sem açúcar com leite de soja e 4 morangos picados.
Opção 3: 250 ml de leite de soja batido com 1 banana prata, 1 colher (sopa) de semente de linhaça e 1 colher (sopa) de quinoa.
Opção 4: 250 ml de suco de abacaxi sem açúcar batido com folhas de agrião e 1 colher (sopa) de farinha de linhaça, 1 fatia de pão integral, 1 colher (sobrem.) de mel.
Opção 5: 2 fatias de pão integral com 4 fatias de peito de peru, tomate e orégano, 1 xícara de chá verde, 1 fatia de melão com hortelã.
Opção 6: 1/2 abacate com 1 colher (sopa) de cacau em pó adoçado com 1 colher (chá) de mel e flocos de quinoa, 1 xícara de chá de hibisco.
Opção 7: 250 ml de suco de 1 maçã, 1 folha de couve e 1 colher (café) de gengibre picado, 1 fatia de pão de centeio com pasta de Tahine.


Lanche da manhã

1 maçã ou 1 banana ou 1 mexerica ou 250 ml de suco feito com 1 polpa de frutas vermelhas ou 5 damascos secos e 1 castanha-do-pará.


Almoço

Opção 1: salada de folhas de alface roxa com agrião, cenoura ralada e pepino à vontade, 1 prato (sobrem.) de couve refogada misturada com 1 col. (sobrem.) de semente de gergelim, 1 peito de frango grelhado, 2 col. (sopa) de arroz integral com cheiro-verde, 1 banana assada polvilhada com canela.
Opção 2: salada de folhas verdes variadas, palmito e rabanete em rodelas à vontade, 3 colheres (sopa) de champignon com milho, 3 colheres (sopa) de arroz com açafrão e cheiro-verde, 1 filé de peixe grelhado e 1 pêra.
Opção 3: salada de alface americana com palmito e tomates-cereja à vontade com 1 fatia de mussarela de búfala picada, 1 batata cozida coberta com 1 colher (sobrem.) rasa de manteiga, orégano e cheiro-verde a gosto, 1 bife grelhado (100 gramas), 1 taça de salada de frutas sem açúcar.
Opção 4: salada de rúcula com morangos picados, polvilhada com sementes de girassol, 3 colheres (sopa) de arroz integral, 1 filé de frango grelhado (100 gramas) com cheiro-verde, 1 fatia de abacaxi com hortelã.
Opção 5: salada de alface, agrião e 1 beterraba pequena cozida e fatiada em rodelas, 1 inhame cozido, 1 espetinho de carne com cebola e tomate, 1 prato (sobrem.) de jardineira de legumes, 1 mexerica ponkan.
Opção 6: salada de rúcula com tomate, champignon e ervilhas à vontade, 1 prato (sobrem.) de brócolis ao alho e azeite de oliva, 1 batata doce cozida, 1 peito de frango assado, 1 caqui.
Opção 7: salada de escarola com alface, repolho roxo e tomate à vontade, 1 bife à rolê, 3 colheres (sopa) de arroz selvagem, 1/2 manga picada.


Lanche da tarde

1 barra de cereal com castanha-do-pará ou 1/2 abacate com adoçante com 1 colher (sobrem.) de mel ou 1 banana prata com 1 colher (sopa) de flocos de quinoa real ou 1 polpa de açaí batido com 1 banana.




Jantar

Opção 1: 1 sanduíche com 2 fatias de pão integral, 1 colher (sopa) de patê de tofu com peito de peru, 2 rabanetes em rodelas finas, folhas de rúcula à vontade, 3 gomos de kani-kama, 1 colher (sopa) de salsa picada e sal a gosto, 250 ml de polpa de tangerina batida com água e adoçante.
Opção 2: 1 sanduíche com 1 fatia de pão árabe com 1 filé mignon cortado em tirinhas grelhado temperado com tomilho, folhas de agrião à vontade, 1 tomate em rodelas, 3 damascos secos picados, 250 ml de limonada.
Opção 3: 1 sanduíche feito com 2 fatias de pão integral, 2 fatias de peito de peru, folhas de hortelã e sementes de erva-doce a gosto, 250 ml de suco de polpa de amoras batido com água.
Opção 4: 1 sanduíche feito com 2 fatias de pão de centeio, 2 fatias de peito de peru, 1 colher (sopa) de cebola picada, 1 colher (sopa) de salsinha picada, 1 colher (chá) de mostarda, 4 fatias de maçã verde, 250 ml de polpa de acerola batido com água e adoçante.
Opção 5: 1 sanduíche feito com 1 pão de baguete, folhas de rúcula à vontade, 2 colheres (sopa) de ricota, 5 fatias de carpaccio, 1 colher (sobrem.) de pimenta verde, 1 colher (sopa) de uvas passas, 250 ml de suco de maracujá com água e adoçante.
Opção 6: 1 prato de sopa de ervilha e hortelã ou de aveia (ver receita).
Opção 7: 1 sanduíche com 1 baguete com gergelim integral, 1colher (sopa) de maionese light, 2 colheres (sopa) de atum, 1 tomate em rodelas, 1 colher (sopa) de milho, folhas de manjericão a gosto e 2 bolas de mussarela de búfala picadas, 250 ml de limonada suíça batida com 1 rodela de gengibre.



CEIA

1 xícara de chá de hortelã, melissa, erva-doce, camomila ou erva cidreira.




Receitas que aquecem o seu estômago

Sopa de ervilhas e hortelã


Rendimento: 4 porções

Ingredientes: 1/2 xícara (chá) de ervilhas congeladas, 1 colher (sopa) de azeite, 1 cebola picada, 3 colheres (chá) de ervas frescas, 1 caldo de galinha, 1 batata grande cortada aos cubos, 3 col. (sopa) de salsa picada, 3 col. (sopa) de folhas de hortelã picadas, 1 colher (chá) de pimenta-do-reino.

Modo de fazer
Aqueça o azeite em fogo médio, refogue a cebola por 3 minutos, até ficarem macias. Adicione o caldo de galinha e as batatas. Deixe ferver em fogo brando durante 10 minutos. Acrescente as ervilhas e deixe até ficarem tenras. Adicione a salsa, a hortelã e um pouco de água. Tempere com pimenta. Cozinhe em fogo médio por 3 minutos. Sirva em seguida com as folhas de hortelã.



Sopa de Flocos de aveia
Rendimento: 4 porções

Ingredientes: 4 colheres de sopa de flocos de aveia 1 colher de sopa de azeite de oliva 1 litro de água com 1 caldo de galinha (ou 1 sachê) 1 colher de sopa de salsa picada, sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de fazer
Numa panela, frite os flocos de aveia no azeite quente. Quando estiverem louros, regue-os com o caldo de galinha, mexendo sempre e deixe ferver até obter um creme homogêneo. Tempere com sal e pimenta. Distribua a salsa pelos pratos e regue com a sopa.





Não se esqueça de mexer o corpo

A prática regular de atividade física sempre é importante para auxiliar na perda e também no controle do peso, pois utiliza as calorias em excesso que de outra forma seriam armazenadas sob a forma de gordura. "Últimos consensos indicam que o ideal seria, pelo menos, 30 minutos de atividade física de intensidade moderada na maioria dos casos ou, se possível, todos os dias da semana", indica Valéria Goulart. É claro que para um emagrecimento maior, a recomendação é mesmo de 60 minutos ou mais de atividade física de intensidade moderada todos os dias.

"Mas se a pessoa é sedentária, deve começar a se exercitar por 30 minutos diários, nem que sejam três sessões de 10 minutos ou duas de 15 minutos ao longo do dia", orienta. É claro que dependendo da quantidade de peso que você precisa eliminar, pode ser que chegue uma hora em que não consiga emagrecer mais. "Neste caso, não adianta insistir na mesma dieta. É preciso procurar auxílio de um médico para auxiliar no emagrecimento completo, que pode ser apenas alterando o cardápio, aumentando a prática de exercícios ou os dois", lembra Valéria.

Fonte: Revista Plástica e Beleza

Conteúdo de terceiros

O http://saudecanaldavida.blogspot.com/ sempre credita fonte em suas publicações quando estas têm como base conteúdos de terceiros, uma vez que não é do nosso interesse apropriar-se indevidamente de qualquer material produzido por profissionais ou empresas que não têm relação com o site. Entretanto, caso seja detentor de direito autoral sobre algo que foi publicado no saudecanaldavida e que tenha feito você e/ou sua empresa sentir-se lesados, ou mesmo deseje que tal não seja mostrado no site, entre em contato conosco (82 999541003 Zap) e solicite a retirada imediata.