Mostrando postagens com marcador Ômega - 3. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ômega - 3. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de março de 2018

Conheça os peixes eficazes contra úlceras, artrite e câncer

Os peixes oleosos são, comprovadamente, benéficos à saúde. Devido a grande quantidade de ômega-3 e outras substâncias, podem prevenir várias doenças

A ingestão de peixes oleosos – ricos em ômega 3 – é uma das melhores maneiras já comprovadas para se manter uma alimentação saudável. Segundo aproximadamente 800 estudos, o consumo desse ácido graxo garante enormes benefícios à saúde, entre eles, a diminuição do risco de morte por doenças do coração, redução do risco de derrame e câncer, e auxilia no tratamento da artrite reumatoide, da colite ulcerativa, de problemas e inflamações na pele.

São também ricos em iodo, que é bastante eficaz na prevenção de câncer de mama, hipotireoidismo, ovários policísticos e ainda trabalha contra a fadiga, melhora o sistema imunológico e ajuda ainda na desintoxicação do organismo. Esses peixes ainda possuem um nível elevado de vitamina D. Tais benefícios circundam o desfavorecimento de doenças do coração, formação de coágulos no sangue e atuam como anti-inflamatórios.

Propriedades
Foto: Pixabay

A seguir, listaremos algumas das principais propriedades terapêuticas obtidas com o consumo desses peixes.


*Proteção contra alguns tipos de câncer – Segundo testes feitos em animais, os ácidos graxos ômega-3 são capazes de aumentar a resistência do organismo contra o câncer;

*Ajuda na colite ulcerativa – De acordo com experimentos recentes, realizados com algumas pessoas, foi observado que sete dentre dez dessas pessoas que ingeriram suplementos à base de óleos de peixe tiveram melhoras significativas. Nas mesmas, foi visto que o tratamento convencional não estava surtindo efeito.

*Bom contra a psoríase e a dermatite – Pacientes com dermatite e psoríase relataram que o óleo de peixe alivia a coceira, a esfoliação e a severidade em geral. Durante um estudo norueguês, de duração de 12 semanas, a quantidade de óleos obtidos de uma pequena porção diária desses peixes, ajudou substancialmente a moderar os casos de dermatite forte. Os que receberam placebo de azeite de oliva não apresentaram melhora.

*Diminui a pressão arterial, o colesterol e o nível de gordura – Dentre vários estudos, a ingestão de cavalinha enlatada três vezes por semana, durante duas semanas, reduziu os níveis de pressão sanguínea e colesterol.

*Ajuda contra a artrite reumatoide – Uma equipe de pesquisa sugeriu a ingestão de quatro a seis refeições com peixes oleosos por semana, pois foi descoberto que aqueles que sofrem de artrite reumatoide que consumiram esses peixes apresentaram articulações menos delicadas e menor necessidade de aliviar a dor. Esse resultado é dado graças à ação anti-inflamatória dos ácidos graxos.

*Reduz o risco de morte por ataque cardíaco – Durante um longo estudo holandês, homens que ingeriram peixes oleosos ou brancos, pelo menos duas vezes por semana, corriam menos risco de morrer de doenças do coração.

Quais os principais peixes oleosos?
Os peixes oleosos mais ricos e conhecidos são o salmão, a cavalinha, o arenque e a sardinha.

Quanto comer?
É aconselhável ingerir, pelo menos, duas refeições de peixe por semana, e que uma delas seja de peixes oleosos. Para mulheres, o ideal estimado é de 120 a 380 gramas, e para homens é de 150 a 480 gramas. Testes mostraram que mesmo pequenas quantidades de peixes oleosos são benéficas para a saúde.

Vale salientar que o óleo de fígado de bacalhau contém pouco ômega-3, mas é muito rico em vitaminas A e D. Ambas vitaminas podem se desenvolver no organismo, portanto, procure não consumir esse óleo em excesso, pois o mesmo pode causar uma overdose dessas vitaminas.

por Michelle Nogueira
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 10 de setembro de 2017

9 alimentos para deixar a imunidade nas alturas


Imunidade é o nome que damos à capacidade do organismo de se defender de invasores, no caso vírus, bactérias ou fungos que possam causar doenças. Quando ela está baixa, ficamos muito mais propensos a ter pequenas e grande infecções e quadros como gripes.

E aí, percebeu que sua imunidade anda em baixa? Uma ótima pedida é apostar em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. “Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico”, afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. “O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais”, completa.

A seguir, confira os melhores alimentos para sua imunidade e não deixe de inclui-los no seu prato:

1. Frutas cítricas
Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.

2. Vegetais verdes escuros
Alimentos como brócolis, couve, espinafre são ricos em ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, e também pode ser encontrado no feijão, cogumelos (como o shimeji e o shiitake) e a carne de fígado.

3. Alimentos ricos em zinco
Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico

4. Oleaginosas
Além de zinco, as nozes, castanhas, amêndoas e óleos vegetais (de girassol, gérmen de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade

5. Tomate
Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo. Esses compostos aceleram o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

6. Alimentos fonte de ômega-3
O ômega 3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.

7. Fontes de antioxidantes
A castanha-do-Pará e cogumelos (como o champinhom) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo

8. Gengibre
Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.

9. Pimenta
A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Leite e carne orgânicos são mais saudáveis em vários aspectos


Uma nova pesquisa internacional tem boas notícias para as pessoas que ainda estão gastando um pouco mais de dinheiro para comprar leite e carne orgânicos: estes produtos são mais saudáveis em vários aspectos do que os produtos convencionais.

Leite e Carne orgânicos razões principais para o seu consumo
“As pessoas consomem leite e carne orgânicos por 3 razões principais: um melhor bem-estar dos animais, impacto positivo sobre o meio ambiente que envolve a agricultura orgânica e os benefícios percebidos para a saúde. Mas se sabe muito pouco sobre o impacto na qualidade nutricional, daí a necessidade deste estudo”, disse o líder da equipe, Carlo Leifert, professor na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, em um comunicado de imprensa da universidade.

Diferença na produção de alimentos orgânicos
“Várias destas diferenças procedem da produção orgânica do gado, e se produzem por diferenças na intensidade da produção, com animais criados ao ar livre e alimentados com grama que produzem leite e carne que têm consistentemente mais ácidos graxos desejáveis, como os ômega-3, e menos ácidos graxos que podem promover as doenças cardíacas e outras doenças crônicas”, explicou.

Os pesquisadores revisaram estudos de todo o mundo. A análise contou com 196 estudos sobre o leite e 67 sobre a carne. Os pesquisadores descobriram que os produtos orgânicos proporcionam níveis mais elevados de ácidos graxos benéficos, minerais essenciais e antioxidantes.

Por exemplo, em comparação com os produtos convencionais, tanto o leite como a carne orgânicos oferecem 50% mais de ácidos graxos ômega-3, de acordo com o estudo. O leite orgânico também fornece 40% mais de ácido linoleico conjugado. O leite orgânico também tem concentrações ligeiramente mais elevadas de ferro, vitamina E e alguns carotenoides, revelou a pesquisa.

Mas o leite convencional tem 74% mais de iodo mineral essencial e ligeiramente mais selênio, indicaram os autores do estudo.

Carne orgânica
A carne orgânica tem um nível ligeiramente inferior de duas gorduras saturadas que estão associadas com um risco aumentado de doença cardíaca, diz o estudo. Os resultados da análise sugerem que começar a consumir leite e carne orgânicos poderia ajudar a aumentar a ingestão das pessoas de ácidos graxos importantes nutricionalmente, disseram os pesquisadores.

“Ômega-3 está associado com a redução de doenças cardiovasculares, com uma melhora do desenvolvimento e um melhor funcionamento do sistema imunológico”, comentou no comunicado de imprensa Chris Seal, professor de alimentos e nutrição humana na Universidade de Newcastle.

“É difícil obter o suficiente da dieta”, acrescentou Seal. “Nosso estudo sugere que a mudança para o orgânico poderia envolver uma melhora na ingestão desses nutrientes importantes”.

O estudo foi publicado na revista British Journal of Nutrition. Em um estudo anterior, a mesma equipe de investigação descobriu que as culturas orgânicas e os alimentos procedentes de culturas orgânicas têm até 60% mais de antioxidantes chave e alguns níveis inferiores de cádmio, um metal tóxico, do que as culturas convencionais.

“Temos demonstrado, sem dúvida, que existem diferenças na composição entre os alimentos orgânicos e convencionais,” disse Leifert. Vistos juntos, estes estudos “sugerem que começar a comer frutas, verduras, carne e produtos lácteos orgânicos forneceria algumas quantidades significativamente mais elevadas de antioxidantes alimentares e ácidos graxos ômega-3”, acrescentou.

Leifert disse que são necessários mais estudos para estimar melhor as diferenças na carne de diferentes animais de granja e com relação a muitos componentes nutricionalmente importantes (vitaminas, minerais, metais tóxicos e resíduos de pesticidas). Agora mesmo, disse ele, há muito poucos dados para fazer comparações.

“Mas o fato de que agora temos vários estudos de consumo de mães e filhos que vinculam a ingestão de alimentos orgânicos com um impacto positivo para a saúde mostra por que é importante investigar mais profundamente o impacto que tem sobre a saúde humana o modo como produzimos os nossos alimentos”, concluiu Leifert.

A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, e Sheepdrove Trust, uma instituição de caridade britânica que apoia a investigação na agricultura orgânica, financiaram em análise.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 9 de julho de 2017

Afinal, o que é o ômega 3?

É, talvez, o mais conhecidos de todos os ácidos graxos. Considerado como um nutriente essencial (por que não pode ser produzido pelo próprio organismo), é encontrado na natureza principalmente sob três formas: ácido alfa-linolênico (ALA), EPA e DHA. O ácido alfa-linolênico pode ser encontrado em produtos de origem vegetal, como a semente de linhaça, o agrião e diversos óleos vegetais. Já o EPA e o DHA pode ser encontrado em fontes animais, principalmente nos peixes. Elas que são as formas ativas do ômega 3, e quando há consumo de ácido alfa-linolênico, este é convertido a EPA e DHA pelo organismo.

Essa fama toda atribuída ao ômega 3 deve-se principalmente aos seus efeitos antiinflamatórios, principalmente no combate aos altos níveis de colesterol e de doenças cardiovasculares. O consumo adequado desse nutriente é capaz de aumentar os níveis de HDL e ao mesmo tempo diminuir os níveis de LDL, o que pode vir a prevenir a hipercolesterolmia e também as doenças cardiovasculares, anteriormente citadas.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Óleo de krill: a nova fonte de ômega-3

O óleo de krill, molusco abundante em águas polares do hemisfério sul, é uma fonte de ômega-3 superior àquele proveniente de peixes

Krill (iStockphoto/Getty Images)

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo e estão associadas a fatores de risco como altos níveis de colesterol, hipertensão arterial, diabetes e obesidade. Esses fatores de risco podem iniciar o processo inflamatório nas artérias, chamado aterosclerose, que leva à formação de placas que obstruem os vasos sanguíneos.

O colesterol LDL elevado (mau colesterol) está diretamente ligado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, de forma inversa, o aumento do colesterol HDL (bom colesterol) reduz o risco cardiovascular. O controle da inflamação arterial, seu processo inicial ou manutenção ao longo da vida, possui lugar de destaque nas medidas mais atuais na prevenção da aterosclerose. Nesse sentido, a redução dos níveis de triglicérides, que quando elevados aumentam a resposta inflamatória, é uma medida de consenso nas diretrizes de prevenção da doença cardiovascular.

A ingestão, por meio da alimentação, de gorduras saturadas, presentes em alimentos de origem animal e em óleos vegetais como o de palma, elevam os níveis de colesterol, principalmente o LDL e aumentam o risco cardiovascular. As gorduras insaturadas são divididas em monoinsaturadas e poli-insaturadas, sendo as principais os ômegas 3, 6 e 9. As gorduras monoinsaturadas, como o ômega-9 presente no óleo de oliva e de canola, ajudam a reduzir o LDL, principalmente quando utilizadas em substituição a gorduras saturadas. O ômega-6, poli-insaturado, está presente em óleos de soja, milho e canola, e é necessário para originar componentes importantes em muitas funções do organismo.

O ômega-3 é importante para o crescimento, visão e desenvolvimento cognitivo e também auxilia na proteção do sistema cardiovascular, aumentando os níveis de HDL, promovendo redução do nível sanguíneo de triglicérides e do colesterol LDL. A redução dos valores de triglicérides no sangue promove a diminuição do processo inflamatório. Pacientes com triglicérides elevados apresentam níveis aumentados de inflamação arterial.

Os ômega-3, basicamente são compostos pelos ácidos docosaexaenoico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA), de origem preferencialmente marinha, e pelo ácido alfa linolênico (ALA), de origem vegetal, esse último com baixa atuação direta na redução do processo inflamatório. O consumo terapêutico de EPA e DHA pode ser obtido através da ingestão de peixes ricos em ômega-3 ou através da suplementação por cápsulas.

A suplementação por cápsulas é uma forma de aumentar a ingesta de ômega 3, tentando atingir as doses de 1 a 3 gramas diárias associadas, na literatura medica, com redução efetiva do triglicérides sanguíneo. Inicialmente o ômega-3 encapsulado provinha de peixes marinhos, de águas geladas e profundas. Existia também a possibilidade de produção de ômega 3 a partir de algas cultivadas em fazendas marinhas. Na atualidade, desponta o ômega 3 originário do krill, molusco abundante no hemisfério sul, em águas polares.

O krill é um crustáceo marinho parecido com o camarão, mas muito pequeno, que serve de alimento para animais como peixes, focas e baleias. Ele é rico em proteínas e, assim como os peixes, também é uma fonte natural de ômega-3. O ômega-3 do krill difere do proveniente dos peixes por possuir uma absorção mais eficiente, o que significa que é possível obter resultados semelhantes com a ingestão de menor quantidade. Ele também contém antioxidantes naturais que, além de promoverem maior estabilidade aos componentes do óleo, também colaboram metabolicamente na redução dos processos inflamatórios.

Uma das dificuldades em utilizar o ômega-3 de origem animal nas prescrições médicas e nutricionais reside na baixa absorção intestinal e/ou na sua baixa dose por cápsula. Os pacientes, para efetivamente receberem as doses validadas na literatura científica, precisam ingerir de quatro a oito cápsulas diariamente. Com o óleo proveniente do krill, as doses podem ser reduzidas em até 60%.

A documentação efetiva da eficácia do óleo de krill, na literatura científica, vem sendo avaliada pelo Índice Ômega-3, utilizado em diversas publicações como método para quantificar diretamente a incorporação do ômega 3 pelas membranas da hemoglobina, que, comparativamente entre o animal e o de krill, mostra uma significativa superioridade do krill.

Na atualidade, a grande fronteira clínica consiste em documentar, além da maior absorção e incorporação celular do ômega 3 originário do krill, a sua efetiva redução do processo inflamatório e a relação com os eventos cardiovasculares de maior importância, como infartos e acidentes vasculares cerebrais.

Por Daniel Magnoni
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

5 Suplementos que Eliminam a Acne


A acne acontece porque algumas glândulas da pele começam a produzir sebo demais, o que serve de alimento para bactérias presentes na pele e obstrui os poros. Isso tudo gera inflamações: os famosos cravos e espinhas.

Além dos cuidados diários normais contra a acne, a alimentação também influencia bastante no aparecimento ou não da acne. Nesse sentido, caso você não esteja obtendo todos os nutrientes que precisa pela alimentação, existem alguns suplementos que podem fazer bastante diferença.

Quais os melhores suplementos para acne?


Vitamina A
Rica em antioxidantes, a vitamina A é ótima para a saúde da pele. Ela ajuda a tratar rugas, limitando a ação dos radicais livres. Os benefícios da vitamina A na pele incluem a diminuição de manchas da idade, estrias e acne.

Essa vitamina ajuda a pele na medida em que diminui a produção das glândulas sebáceas, tornando a pele menos oleosa e inibindo a formação da acne. A vitamina A possui substâncias chamadas rodoxinas, que participam ativamente da recomposição celular. Uma dose típica para tratar a acne seria 10.000 UI por dia. Saiba mais sobre a vitamina A.

Zinco
O zinco é uma substância muito eficaz para quem quer ter uma pele saudável. A razão que o zinco pode tratar a acne efetivamente é que ele auxilia na gestão hormonal no corpo (o desequilíbrio de hormônios frequentemente resulta em acne). Por conta de seu poder anti-inflamatório e antioxidante, esse nutriente atua na pele criando um ambiente inóspito para o crescimento das bactérias causadoras das espinhas, além de ajudar a acalmar uma pele irritada. O zinco também atua no controle da oleosidade da pele. Uma dose adequada para tratar a acne seria 20 mg por dia. Saiba mais sobre o zinco.

Selênio e Vitamina E
O selênio tem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos danos dos radicais livres. Ele ajuda a aliviar a irritação e atua na prevenção da acne. Porém, para tratamento da acne, é preciso ingerir o selênio juntamente com a vitamina E para melhorar a acne. A vitamina E é rica em antioxidantes e atua na regulação hormonal, evitando a acne. Uma dose adequada para tratar a acne seria 200 mcg de selênio e 400 UI de vitamina E por dia. Saiba mais sobre o selênio.

Vitamina C
A vitamina C fortalece a imunidade do corpo e protege a pele das radiações solares. Ela também tem um efeito anti-inflamatório, que ajuda a cicatrização e prevenção da acne. A vitamina C participa ativamente da produção do colágeno, uma das principais substâncias de sustentação da pele. É por isso que a deficiência desse nutriente pode levar à acne, assim como o seu consumo regular pode diminuir a incidência. Uma dose adequada para tratar a acne seria 500mg por dia. Saiba mais sobre a vitamina C.

Ômega 3
O ômega 3 é útil no tratamento e distúrbios da pele. Os ácidos graxos essenciais agem lubrificando o organismo, permitindo-o livrar-se de toxinas nos poros da pele. Esse tipo de gordura combate o envelhecimento e melhora a circulação do organismo. Ao melhorar a circulação, o ômega 3 faz com que nutrientes e oxigênio cheguem mais rápido à pele por meio do sangue. Ele também participa do processo de renovação celular, mantendo a pele sempre nova e limpa. Saiba mais sobre o Ômega 3.

Obs: O tratamento com as vitaminas e minerais deve ser feito pelo menos por 3 meses para ver os resultados.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Óleo de Linhaça: Para Que Serve e Como Prepará-lo em Casa


A semente de linho ou linhaça como é conhecida popularmente, pode ser consumida de diversas formas e o seu uso esta ligado principalmente ao desejo de perder peso. Além de ajudar a emagrecer de forma rápida e saudável a linhaça também oferece benefícios para outras condições de saúde, saiba mais lendo o nosso artigo.

Use óleo de linhaça para emagrecer. O óleo de linhaça é muito utilizado em dietas para emagrecer e tratar o fígado gordo. Isto é devido às muitas propriedades que tem e que você também pode aproveitar incorporando-o em sua dieta.
O Que é a Linhaça?

A linhaça é uma semente, precisamente da planta denominada linho (Linum usitatissimum). Esta semente tem um elevado conteúdo de ácidos graxos saudáveis ômega 3, que não é fácil de encontrar na natureza. Geralmente, para cobrir as necessidades básicas deste, recomenda-se consumir peixe, mas se você não gosta ou não quer fazê-lo por razões éticas, o linho ou a linhaça será o seu principal aliado.

Benefícios da Linhaça:
Os benefícios das sementes de linho são vários, você apenas tem que experimentá-las para ver os resultados. Mas não se esqueça de que essas sementes alteram o seu sistema digestivo, por isso podem te provocar reações indesejadas apenas começando a utilizá-las, como gases e cólicas. Se você notar que esses sintomas persistem desista do seu uso e consulte um médico.

São depurativas. Começar o dia consumindo sementes de linhaça é uma excelente escolha para certificar-se de limpar seu organismo e se manter saudável. Isso é graças ao seu teor de fibras.
São diuréticas. Graças ao seu teor de ácidos graxos te ajudarão a manter seus rins saudáveis.
São saciantes. Por serem ricas em fibras te ajudarão a perder peso, já que te farão se sentir cheio e já não comerá em excesso.

As sementes de linhaça também ajudam a manter seu corpo saudável, porque ajudam a:

Controlar a diabetes.
Regular a pressão arterial.
Reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Tudo isso é, mais uma vez, graças ao teor de fibras e ácidos graxos ômega 3.

Como Fazer Óleo de Linhaça:
Fazer o óleo de linhaça não é fácil, já que requer um processo longo e preciso, com equipamentos especiais para conseguir extrair o óleo das pequenas sementes.

Se você quiser, pode fazer um experimento caseiro e experimente elaborar o óleo de linhaça em sua casa, mas você verá que será muito mais fácil do que ir até a loja.

O que você precisa:

1 quilo de sementes de linhaça
Uma prensa
Filtro

Procedimento: Compre um quilo de sementes (leve em conta que em condições de fabricação ótimas é possível obter um pouco mais do que uma xícara de óleo).

Passe as sementes pela prensa para extrair o óleo. Se você quiser, pode adicionar calor para obter uma quantidade maior, embora isso possa afetar o resultado, se você aquecer muito.

Filtre o resultado para eliminar os restos de cascas. Esta é uma forma artesanal de preparar o óleo de linhaça, mas os resultados não costumam ser os melhores, você pode comprar óleo de linho, a preços acessíveis, apenas tem que olhar bem.

Onde Comprar o Óleo de Linhaça:
Se você preferir comprar o óleo de linhaça comestível você pode fazê-lo nos mercados de alimentos naturais, ervanárias e lojas de produtos saudáveis. Certifique-se de comprar o óleo de linhaça comestível, já que você também pode esbarrar com algo de uso industrial, o qual pode ser tóxico. Mas não se preocupe, você encontrará muito mais fácil o comestível do que o outro, sempre e quando se dirigir para lojas de produtos alimentícios.

Usos do Óleo de Linhaça:
O óleo de semente de linho não é a única maneira de incorporar essas sementes em sua vida, também existem outras opções que você deve conhecer. Já que é possível consumir a linhaça de muitas formas.

Sementes de linhaça. Você pode incorporá-las moídas em saladas e outros pratos ou incorporá-las em um copo de água para que soltem as mucilagens e beber. Esta é uma das melhores formas de usar as sementes de linho para emagrecer.

Farinha de sementes de linhaça. Não é a forma mais popular de usar a linhaça, mas se você quiser, pode experimentar. Use sozinha ou combinada com outras farinhas e prepare receitas saudáveis e cheias de nutrientes.

Cápsulas de linhaça. Se não te convencem as sementes, você também pode usar as cápsulas de linhaça, é ideal para incorporar suas propriedades de forma rápida e simples.

Óleo de linhaça. É usado para condimentar preparações e você pode fazer você mesmo.

Outros Óleos Que Você Deve Conhecer:
Óleo de Gergelim. É um clássico na alimentação do Oriente Médio. Não hesite em adicioná-lo as suas saladas e outros pratos, dará um toque único e especial.
Óleo de Coco. Não há muito a dizer sobre este óleo, além de ser delicioso como não poderia ser de outra forma, vindo do coco, tem muitas propriedades. É ideal para adicionar aos ensopados e outros pratos quentes.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

6 Alimentos que melhoram a circulação


A circulação sanguínea é essencial para o funcionamento normal do organismo e do processo de cura. Quando o fluxo de sangue é reduzido, você pode experimentar sensações alteradas, como o frio ou dormência, e sua capacidade de cicatrização é comprometida. Então, para cuidar da sua circulação e mantê-la boa você pode incluir alguns alimentos em sua dieta diária que oferecem muitos benefícios para a saúde, especialmente para a circulação sanguínea.

Os seres humanos são em grande parte o reflexo da forma como conduzem suas vidas, o que comem, que atividades realizam, como cuidam da saúde… Enfim, somos um todo de ações que realizamos todos os dias e que ao longo dos anos se refletem, principalmente, sobre a nossa saúde, tanto física como mental.

Não é de admirar que a cada dia se promovam mais os estilos de vida saudáveis, dado que o alto nível de estresse que envolve a vida moderna, principalmente nas grandes cidades tem aumentado significativamente os problemas de saúde associados a esta.

Os alimentos são os nutrientes necessários para que o organismo obtenha a energia para poder realizar as atividades diárias, estes, se você sabe como consumir, podem além de fornecer energia, nutrir órgãos e beneficiar processos no corpo que nos ajudarão a ter uma melhor saúde, e a circulação sanguínea, neste caso, não é exceção.

Problemas associados com a má circulação:
Este processo que se dá através de todo o corpo e que é essencial para a vida, pode ser afetado por problemas como hipertensão, obstrução venosa, veias varicosas, entre outros. É aqui onde uma alimentação equilibrada poderia fazer a diferença, existem alimentos que melhoram a circulação de forma significativa.

Por isso, é necessário, inclusive antes de apresentar esses problemas circulatórios, saber que existem alimentos que melhoram a circulação e procurar inclui-los constantemente em nossa dieta, a fim de evitar ou mitigar essas doenças quando já se produziram.

A seguir 6 alimentos que nos ajudam a melhorar a circulação:
Gengibre. Esta raiz tem sido muito utilizada por seus benefícios para a saúde, entre eles seu efeito anti-inflamatório e analgésico, também é um estimulante da circulação e colabora na eliminação do colesterol ruim, recomenda-se seu uso regular como uma especiaria ou em infusões feitas com a raiz fresca.

Alimentos ricos em vitamina C. Alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas, estas fortalecem as artérias e capilares, ajuda na eliminação de toxinas do organismo e colaboram na redução do colesterol no organismo, é claro que você deve procurar consumir esta vitamina a partir de fontes naturais, ou seja, frutas e evitar os concentrados que normalmente obtemos em lojas, já que estes são ricos em açúcares e conteúdo químico.

Melancia. Esta deliciosa fruta é rica em licopeno, um antioxidante que promove a circulação do sangue, também é diurética, assim colabora na eliminação de líquido retido nos tecidos, também previne a formação de coágulos. Tenha em mente que a melancia deve ser consumida fresca para adquirir seus benefícios.

Cúrcuma. É uma especiaria originária da Índia, gradualmente, vem ganhando fama em todo o mundo, não apenas por suas propriedades culinárias, já que também possui propriedades anti-inflamatórias e melhora a fluidez sanguínea no corpo.

Cereais Integrais. Cereais integrais, como aveia, trigo, arroz integral… São diversas as opções deste alimento que sempre deve estar incluído no consumo diário de dietas saudáveis, estes melhoram a eliminação de toxinas no corpo de maneira que também ajudam na circulação do sangue.

Ômega 3. Encontrado em alimentos como peixes e frutos secos, como nozes e amêndoas, isso reforça a capacidade dos vasos sanguíneos diante de estímulos e tornando-o um excelente aliado na circulação.

Alho. Consumir um dente de alho todas as manhãs em jejum é altamente benéfico, além dos efeitos antibióticos que este fornece, reforça a limpeza do sistema circulatório, e evita a acumulação de placas nas veias, colaborando assim na redução da obstrução venosa, principal causa do aparecimento de varizes.

Água. A água é um elemento essencial para a vida e é o melhor remédio que poderíamos consumir, é requerido pelo menos dois litros de água durante o dia para conseguir uma ótima limpeza do organismo.

Além disso, a água favorece a eliminação de líquido acumulado nos tecidos, o que ajuda a evitar a retenção dos mesmos, contribuindo assim para a circulação ótima.

São diversos os alimentos que melhoram a circulação, e que facilmente podemos incluir em nossa dieta diária.

O mais importante sempre será levar hábitos de vida saudável, evitar o álcool e tabaco, e praticar atividade física regular, isso juntamente com uma boa alimentação e um bom acompanhamento médico é vital para contar com uma boa saúde.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 4 de setembro de 2016

Linhaça para baixar a pressão arterial elevada


Existem sementes de ervas e plantas que possuem diferentes usos e propriedades, seja para os cuidados de saúde, beleza ou inclusive para culinária. No artigo de queremos te contar como a linhaça pode ser benéfica para reduzir a pressão arterial elevada, assim como para tratar importantes condições de saúde e como consumi-la para obter todos os seus benefícios.

À linhaça tem sido chamada de “a planta mais poderosa do planeta”. Um dos seus muitos benefícios para a saúde é fortalecer a saúde cardiovascular e ajudar a reduzir a pressão arterial elevada.

Benefícios da linhaça para o coração:
A linhaça não apenas serve para baixar a pressão arterial, também tem outros benefícios para a saúde do coração. Esta semente é boa para as várias condições que afetam o coração.

Para reduzir o colesterol. As pessoas com colesterol alto tem aproximadamente o dobro de risco de doenças cardíacas do que pessoas com níveis ideais. A Clínica Mayo recomenda incluir a linhaça em pó na dieta para reduzir os níveis de colesterol.

Para reduzir triglicérides. Um elevado nível de triglicérides no sangue contribui para a doença cardiovascular e aumenta três vezes o risco de morte por doença cardíaca. A linhaça é boa para reduzir os triglicerídeos.

Para baixar a pressão arterial elevada A hipertensão arterial é o principal fator de risco para derrames cerebrais. É também um importante fator de risco para ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e doença renal. A seguir explicamos melhor como pode a linhaça reduzir a pressão arterial.

Por que é boa a linhaça para reduzir a pressão arterial elevada?
Esta planta contém vários nutrientes e compostos que a tornam um super alimento, mas deve suas propriedades medicinais, principalmente a estes três:

Ácidos graxos ômega-3: a linhaça é rica em ácido alfa-linolênico, um ácido graxo ômega-3 essencial para o organismo que só pode ser obtido através dos alimentos. Estudos têm demonstrado que os ácidos graxos ômega-3 ajudam a reduzir a pressão arterial. Outra forma de conseguir este nutriente é mediante o peixe, mas para as pessoas que não gostam de peixe, esta semente é uma excelente opção.
Ligninas: de acordo com um artigo na revista “Nutrition Reviews” dietas ricas em ligninas podem reduzir os níveis de colesterol e triglicérides e baixar a pressão arterial elevada. As ligninas também protegem os vasos sanguíneos do dano inflamatório. Cabe notar que não foi comprovado que as ligninas encontradas na linhaça tenham todos esses efeitos. Em um estudo realizado comparando-a com sementes de gergelim, foram observados benefícios cardiovasculares apenas no gergelim.
Fibra: a fibra solúvel reduz o colesterol ruim. A fibra insolúvel reduz o risco de doença cardiovascular. Além disso, demonstrou-se que os alimentos ricos em fibras são bons para reduzir a pressão arterial elevada. A linhaça contém tanto fibras solúveis como insolúveis.

Como você pode comer a linhaça:
Em Pó. A melhor maneira de obter os benefícios para o coração da linhaça é adicionando-a em pó nas refeições, por exemplo, aos cereais, iogurte, salada ou pão. Muitos supermercados vendem, já moída, na área dos cereais. A recomendação geral é duas colheres de sopa de pó por dia.

Em Óleo. Outra maneira de consumir este alimento é mediante o óleo de linhaça. Este óleo pode ser usado tanto como adereço nas saladas ou pode ser comprado em suplemento em lojas de alimentos saudáveis. Neste caso siga as instruções no frasco.

Contraindicações: A linhaça tem um efeito como o do estrogênio no organismo, por isso deve ser evitada se a pessoa é propensa a câncer de mama, de útero ou câncer de ovário. As mulheres grávidas ou em período de lactação devem evitar, pelo mesmo motivo. Outro efeito colateral da linhaça é que pode interferir com medicamentos anticoagulantes, medicamentos para diabetes e controle de natalidade. Pessoas com obstrução intestinal ou doença inflamatória intestinal devem evitá-la por causa do seu alto teor de fibras.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Óleo de peixe previne prejuízos de dieta rica em gordura, indica estudo

A suplementação com óleo de peixe – rico em ácidos graxos da família ômega 3 – pode ajudar a prevenir problemas de saúde induzidos por uma dieta rica em gordura, entre eles diabetes e dislipidemia.

A conclusão é de um estudo feito com camundongos na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados da pesquisa, apoiada pela FAPESP, foram divulgados no The Journal of Physiology.

“Importante ressaltar que nosso modelo foi de prevenção, pois iniciamos a suplementação quando os animais estavam sadios. Atualmente, estamos investigando o efeito do óleo de peixe em animais já obesos e os resultados parecem ser diferentes”, contou Maria Isabel Cardoso Alonso-Vale, professora do Departamento de Ciências Biológicas da Unifesp.

Os experimentos foram conduzidos durante o mestrado e o doutorado de Roberta Dourado Cavalcante da Cunha de Sá, sob orientação de Alonso-Vale.

Os animais foram suplementados com óleo de peixe ao longo de 12 semanas. A partir da quarta, passaram a receber uma dieta considerada hiperlipídica: com 59% de gordura, contra 9% da dieta ingerida pelo grupo-controle.

“Os animais recebiam dois gramas de óleo de peixe por quilo corporal, três vezes por semana. Cada grama do óleo usado no estudo tem 540 miligramas de EPA (ácido eicosapentaenoico) e 100 miligramas de DHA (ácido docosahexaenoico). A proporção desses ácidos graxos poli-insaturados deve ser considerada para a obtenção do resultado”, comentou Alonso-Vale.

De acordo com dados da literatura científica, o EPA tem ação anti-inflamatória no organismo, induzindo a produção de substâncias conhecidas como prostaglandinas E3. Já o DHA é conhecido por sua ação antioxidante.

Resultados
No final das 12 semanas, o peso dos camundongos que receberam a dieta hiperlipídica e não foram suplementados havia aumentado em média 12 vezes. Além disso, os animais apresentavam intolerância à glicose, resistência à insulina, aumento nas taxas de glicemia e insulinemia de jejum e aumento nos níveis de colesterol total e de LDL (lipoproteína de baixa densidade, conhecida como “colesterol ruim”). Para piorar, os roedores obesos estavam comendo mais do que os outros animais e gastando um porcentual menor da energia ingerida.

Já no grupo que recebeu o óleo de peixe antes e durante o período de dieta hiper lipídica, o peso aumentou em média oito vezes – 30% menos – e não foram observadas alterações no metabolismo de glicose ou dislipidemia.

O passo seguinte foi avaliar, in vitro, parâmetros metabólicos associados ao desenvolvimento de resistência à insulina nas células adiposas oriundas do tecido adiposo visceral e subcutâneo. Cada tipo de adipócito (provenientes do tecido adiposo visceral e subcutâneo) foi avaliado.

Os resultados mostram que o alto consumo de gordura afeta esses dois depósitos corporais de maneira diferente – embora nos dois casos tenha sido observada a hipertrofia da célula adiposa, aumento no volume destas células e a perda de suas funções originais.

O adipócito do tecido subcutâneo, por exemplo, tem um importante papel na captação da glicose circulante. Essa capacidade foi reduzida pela dieta hiper lipídica em consequência de queda na expressão da proteína GLUT4, encontrada na membrana celular com a função de captar a glicose da circulação.

Além disso, foi observado no adipócito subcutâneo um aumento na expressão das citocinas pró-inflamatórias TNF-α (fator de necrose tumoral alfa) e IL-6 (interleucina 6). Por outro lado, houve queda na produção de adiponectina, molécula com ação anti-inflamatória e com importante papel na regulação do metabolismo de glicose e lipídios.

Já no adipócito do tecido visceral foi observado um aumento na lipólise, ou seja, na quebra da gordura armazenada em moléculas de ácidos graxos, que podem cair na circulação e contribuir para o desenvolvimento de dislipidemia. Diminuiu, por outro lado, a chamada lipogênese de novo – síntese endógena de ácidos graxos feita a partir de carboidratos. Esse mecanismo, que ajuda a evitar um excesso de glicose no organismo, ficou prejudicado. Houve ainda aumento na secreção das moléculas inflamatórias TNF-α, IL-6 e resistina.

“Dados da literatura sugerem que a inflamação crônica observada no tecido adiposo de indivíduos obesos estaria relacionada à infiltração de células do sistema imune, principalmente macrófagos, o grande responsável pela secreção das citocinas inflamatórias. Olhando para o adipócito isolado, nosso estudo mostrou que há inflamação independentemente da presença destas células no tecido”, disse Alonso-Vale.

A análise dos adipócitos dos animais que receberam dieta hiper lipídica e óleo de peixe concomitantemente mostrou que a suplementação foi capaz de prevenir todas as alterações metabólicas – tanto no tecido adiposo subcutâneo quanto no visceral.

“A suplementação com óleo de peixe, em conjunto com outras estratégias, pode ser uma boa medida de saúde pública para prevenir resistência à insulina e diabetes do tipo 2. Mas, claro, antes de um amplo uso em humanos seriam necessários outros estudos. É preciso estabelecer, por exemplo, a dose e a periodicidade mais adequadas, bem como o momento de se introduzir a suplementação”, avaliou Alonso-Vale.

O artigo Fish oil prevents changes induced by a high-fat diet on metabolism and adipokine secretion in mice subcutaneous and visceral adipocytes publicado em The Journal of Physiology pode ser lido em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1113/JP272541/full.

por Karina Toledo | Agência FAPESP
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Os Incríveis Benefícios do Ovo Para a Saúde



O ovo é um ingrediente bastante versátil na cozinha. Pode ser usado em muitos preparos, doces e salgados, e o que é melhor: é muito nutritivo. Suas propriedades podem ser encontradas na gema, que contém cerca de 90% de cálcio e ferro, enquanto a clara concentra as proteínas.

Então, se você não consome ovos diariamente, aqui vão 10 motivos para mudar seus hábitos e incluir este ótimo alimento na sua rotina.

Ovo, rico em proteínas e vitaminas
Curtir

1. É um dos alimentos mais nutritivos do mundo.

O ovo contém um pouco de cada nutriente que precisamos, tornando-o ideal para o consumo diário. Um ovo cozido tem:

Vitamina A (6% da IDR)

Ácido fólico (5% da IDR)

Vitamina B5 (9% da IDR)

Vitamina B12 (15% da IDR)

Fósforo (9% da IDR)

Selênio (22% da IDR)

IDR: Ingestão Diária Recomendada

O ovo também tem outras vitaminas, como D, E, K e B6, além de cálcio e zinco.

2. O colesterol do ovo não afeta o colesterol do sangue.
É verdade, os ovos têm um volume considerável de colesterol, e por um tempo já foi até considerado vilão de dietas saudáveis. Um ovo contém 212 mg de colesterol, quase o total de consumo diário recomendado, que é de 300 mg. Mas a boa notícia é que o ovo não aumenta o nível de colesterol no sangue. É claro que isso pode variar para cada indivíduo, mas, em geral, foi comprovado em uma pesquisa que, em 70% das pessoas, o consumo de ovo não aumentou o nível de colesterol no sangue. Porém, nos 30% restantes, houve um aumento do LDL, que é o colesterol ruim. Por isso, é importante ter cautela no consumo e consultar um nutricionista.


3. O ovo aumenta o HDL.
O HDL é o chamado colesterol bom, e o ovo o potencializa no organismo. Uma pesquisa mostrou que pessoas que consumiram dois ovos por dia em seis semanas tiveram aumento de 10% do HDL. Foi também comprovado que indivíduos com bom volume de HDL no organismo têm menos risco de ter doenças do coração, como infarto.

O consumo diário de ovo faz bem para a saúde

4. Ovos contém colina, um incrível e importante nutriente que poucos conhecem.
Este importantíssimo nutriente faz parte do complexo B de vitaminas. A colina ajuda na produção de membranas celulares e tem um importante papel nas moléculas do cérebro. No entanto, pesquisas mostraram de 90% da população dos Estados Unidos está consumindo menos ovos do que deveriam e, consequentemente, com falta deste nutriente. O ovo é uma das principais fontes de colina: uma única unidade contém mais de 100 mg.

5. O ovo consegue alterar o LDL e até diminuir o risco de doenças cardíacas.
Já foi citado aqui anteriormente que o LDL é o colesterol ruim, responsável por problemas no coração. No entanto, o que poucas pessoas sabem é que o existem subtipos de LDL, alguns formados por partículas grandes e outros por células menores e mais densas. Estudos mostraram que pessoas com níveis altos de células menores estão mais expostas a doenças cardíacas. A boa notícia a respeito do ovo é que, ao consumi-lo, ele consegue transformar essas partículas pequenas, que fazem mal à saúde, nas células maiores, e dessa forma diminui o risco de problemas no coração.

6. Ovos contém antioxidantes benéficos para os olhos.
A visão costuma ficar mais difícil com o avanço da idade. Porém, alguns nutrientes podem retardar esse processo degenerativo da visão. Luteína e zeaxantina são dois poderosos antioxidantes que fortalecem a reina dos olhos. Pesquisas mostraram que o consumo de 1 gema por dia durante 4 a 5 semanas aumentou o nível de luteína no sangue de 28% a 50%, e 114% a 142% de zeaxantina. E ainda tem mais: outros estudos mostraram que o consumo adequado desses antioxidantes podem reduzir o risco de catarata e degeneração macular, as doenças oculares mais comuns. Além disso, a vitamina A do ovo diminui os riscos de cegueira.

7. Ovos são ricos em Ômega 3.
Apesar de ter os mesmos nutrientes, a formação do ovo pode variar, pois depende da alimentação das galinhas e de como elas foram criadas. Galinhas criadas no pasto ou que tiveram alimentação rica em Ômega 3 tendem a passar esse nutriente para os ovos, que é mundialmente conhecido por diminuir o nível de triglicerídeos no sangue, um tipo de gordura muito perigosa que pode causar infarto.

Ovo contém ômega 3, proteína e vitaminas

8. Ovos são uma grande fonte de proteína, que ajuda a fortalecer o corpo.
A maioria de nós sabemos que o consumo diário de proteína é fundamental para uma boa saúde, mas a Ingestão Diária Recomendada talvez seja muito baixa para alguns indivíduos. O consumo diário de ovos é importante para o organismo, que absorve suas proteínas rapidamente. Ingerir uma quantidade adequada de proteína também ajuda na perda de peso, na formação de massa muscular, controla a pressão sanguínea e fortalece os ossos. Um simples ovo tem 6 gramas de proteína.

9. Reduz o risco de infarto.
O ovo foi apontado por anos como um grande vilão, em parte por causa da quantidade de colesterol. Porém, muitos estudos foram realizados para mudar isso. Um grande estudo realizado com 263.938 participantes mostrou que não há associação entre o consumo de ovos e o risco de infarto. Por outro lado, outro estudo revelou que pessoas com diabete que ingeriram ovos aumentaram o risco de infarto.

10. Ovos mantém a sensação de saciedade com poucas calorias.
Por ser rico em proteína, o ovo mantém a sensação de saciedade por mais tempo. Em um estudo realizado com 30 mulheres que estavam acima do peso, foi descoberto que comer ovos ao invés de pães no café da manhã as mantinham saciadas por mais tempo e, consequentemente, ingeriram menos calorias em 36 horas. O mesmo estudo mostrou que o consumo de um ovo no café da manhã resultou em uma significante perda de peso em 8 semanas.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sardinha contribui para a saúde do cérebro e controla o triglicérides

Alimento é rico em ômega 3, proteínas, cálcio, fósforo, selênio, vitamina B12 e D

A sardinha é uma boa fonte de proteínas de alto valor biológico, 100 gramas de sardinha crua apresentam 21 gramas de proteína. Ela é uma boa fonte de cálcio, especialmente quando consumida com as espinhas, fósforo, selênio, vitamina D, vitamina B12 e ácidos graxos ômega-3.

Quando não for possível comprar as sardinhas frescas, a enlatada pode ser uma opção. Os nutrientes como proteínas e minerais são mantidos. Porém as enlatadas apresentam algumas desvantagens como maior teor de sódio e a proteção interna das latas transfere bisfenol-A (toxina) para o alimento. As conservas em óleo preservam mais o ômega-3 que em água. Mas é importante escorrer bem o óleo da lata, pois em geral, são utilizados óleos refinados para a conserva. O ideal seriam peixes em conserva de azeite e em embalagem de vidro.

A American Heart Association recomenda que pessoas que não apresentem doenças cardiovasculares consumam peixes variados pelo menos duas vezes por semana, sendo a porção de aproximadamente 100 gramas de peixe cozido. E a AI (Adequade Intake, ingestão adequada) de ômega-3 estabelecida é de 1,6 g para homens e 1,1 g para mulheres. Em 30 gramas de sardinha enlatada em óleo, temos aproximadamente 300 mg de ácido graxos ômega-3.

O ômega-3 é fundamental para a saúde cerebral, crescimento e desenvolvimento. Ele é um anti-inflamatório que ajuda a reduzir o riso de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, câncer e artrite. O ômega-3 também pode beneficiar pessoas com diabetes, depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, declínio cognitivo, problemas de pele, asma, cólicas menstruais, TPM e menopausa.

O ômega-3 presente nas sardinhas ajuda a controlar os níveis de triglicérides sanguíneos e a vitamina B12 regula os níveis de homocisteína, que se estiverem elevados são fatores de risco para doenças cardiovasculares.

A sardinha é um dos poucos alimentos fonte de vitamina D. A vitamina D aumenta a absorção de cálcio pelo organismo e as sardinhas ainda apresentam boa quantidade de fósforo, outro mineral importante para os ossos.

Outro benefício da sardinha é ser um dos peixes com menores teores de contaminantes como o metilmercúrio.

Quem tem ácido úrico alto deve comer sardinhas com moderação, já que elas são ricas em purinas. As sardinhas também podem causar reação alérgica em algumas pessoas. E devem ser introduzidas com cautela na alimentação de crianças, além de serem alergênicas, pela presença de espinhas. Crianças e gestantes devem consumir no máximo 350 g de peixe por semana.

fonte:minhavida.com.br
por Patricia Bertolucci NUTRICIONISTA - CRN 5984/SP
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Invista nos alimentos aliados dos cabelos e unhas

Alimentos fontes de biotina, cálcio, vitamina C e outros nutrientes garantem a saúde das unhas e cabelos

Ingerir os alimentos certos ajuda a preservar a saúde dos seus cabelos e unhas. Isto ocorre porque eles possuem determinados nutrientes que proporcionam estes benefícios. A escolha dos alimentos certos pode prevenir enfraquecimento das unhas, queda de cabelos e até mesmo melhorar a espessura dos cabelos. A seguir, listamos 13 nutrientes que são aliados dos cabelos e unhas e apontamos quais são os alimentos ricos neles.

Fontes de biotina
Alimentos ricos em biotina aceleram o crescimento de unhas e cabelos - Foto: Getty Images

A biotina contribui para manter cabelos e unhas fortes e acelerar o seu crescimento. Os especialistas ainda não conseguiram entender muito bem como este benefício ocorre, mas acreditam que a biotina tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe o cabelo e a unha. "Unhas fracas que descamam com facilidade pode ser um sinal de deficiência desta vitamina. Se você também sofre de dermatite seborreica e queda de cabelo, definitivamente precisa caprichar na ingestão de biotina", orienta a nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki.

As principais fontes de biotina são: gema de ovo, couve, espinafre, couve-flor, repolho, pepino, alface, tomate, cenoura, cogumelos, cebola, amêndoa, noz, levedo de cerveja, salmão, sardinha, peito de frango e de peru, fígado bovino, leite de vaca e de cabra, queijos, morango, aveia, arroz integral, grãos integrais, leguminosas.

Fontes de cálcio
Fontes de cálcio são aliadas das unhas - Foto: Getty Images

O cálcio é essencial para a formação das unhas e cabelos. "Quando há uma deficiência de cálcio, os cabelos quebram com facilidade e as unhas perdem força e dureza, ficam ressecadas e podem apresentar fendas verticais que se abrem sempre no mesmo lugar", alerta Mazaracki.

Principais fontes de cálcio: leite e laticínios (queijo, iogurte e kefir), folhas verde-escuras (couve, brócolis, agrião e rúcula), repolho, quiabo, algas, semente de gergelim, soja, sardinha em lata e melado de cana.

Fontes de vitamina C
Vitamina C contribui para a produção de colágeno - Foto: Getty Images

A vitamina C também é muito importante para os cabelos e unhas. "Ela ajuda na produção do colágeno, que é uma das estruturas do fio de cabelo e das unhas, os principais nutrientes para formar o colágeno são a prolina e a vitamina C", explica o nutrólogo Roberto Navarro, especialista Minha Vida.

As principais fontes de vitamina C: frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí, goji berry, morango, kiwi.

Fontes de ferro
O ferro contribui para o transporte de oxigênio no sangue - Foto: Getty Images

Para cabelos e unhas não caírem é preciso que eles recebam oxigênio. O ferro está diretamente envolvido no transporte do oxigênio pelas hemácias, as células vermelhas do sangue. Então, é importante ter boas quantidades deste mineral para que o oxigênio chegue até o bulbo capilar e a matriz da unha. "Quando o nível de ferro está muito baixo, os cabelos caem e as unhas ficam fracas e quebradiças e podem surgir linhas verticais e palidez no leito ungueal", constata Mazaracki.

As principais fontes de ferro são: carne bovina, frango, atum, salmão, fígado e outras vísceras, carne de porco e carneiro, ovos, todos os feijões, pão integral, germe de trigo, açaí, beterraba, vegetais folhosos de cor verde-escura, uva-passa.

Fontes de proteínas
Proteínas ajudam a ter cabelos e unhas fortes - Foto: Getty Images

Parte da estrutura dos cabelos e unhas são os aminoácidos que vem das proteínas. Assim, ingerir fontes de proteínas ajuda a ter cabelos saudáveis e unhas fortes. As principais fontes de proteínas são: carnes, aves, pescados, frutos do mar, ovos, leite e derivados, quinoa e soja.

Fontes de vitamina A
Vitamina A é aliada de cabelos e unhas por ter ação antioxidante - Foto: Getty Images

A vitamina A se destaca pela forte ação antioxidante que proporciona. "Por isso, o nutriente ajuda a manter a saúde dos cabelos e unhas. Se suas unhas demoram pra crescer e sua pele tem tendência à dermatite, a deficiência de vitamina A pode ser a causa", conta Mazaracki.

As principais fontes de vitamina A são: fígado, ovos, frutas e vegetais amarelos, laranja e verde-escuros (os campeões são manga, melão, laranja, papaia, cenoura, abóbora, espinafre, couve, brócolis, batata-doce), leite integral, queijo, iogurte, manteiga, algas, peixes, frutos do mar.

Fontes de vitaminas do complexo B
Vitaminas do complexo B atuam no crescimento de cabelos e unhas - Foto: Getty Images

As diversas vitaminas do complexo B atuam no crescimento do cabelo e unhas e rejuvenescem o folículo piloso, estrutura em que o fio nasce. "Além de participarem como coenzimas, ou seja, coadjuvantes em várias reações químicas dentro do corpo, de maneira que os minerais essenciais para cabelos e unhas possam ser assimilados e utilizados pelo organismo", explica Mazaracki. Dentre as oito vitaminas do complexo B destacam-se a biotina, ácido pantotênico e folato.

As principais fontes de ácido pantotênico são: abacate, batata-doce, semente de girassol, miúdos, gema de ovo, levedo de cerveja, leguminosas, grãos integrais, germe de trigo, salmão.

As principais fontes de folato são: folhas verdes escuras (com ênfase para espinafre, brócolis, couve, alface, salsa), cereais integrais, feijões, cogumelos, fígado de galinha, abacate, manga, laranja, tomate, melão, banana, ovo, levedo de cerveja, germe de trigo.

Fontes de selênio e ômega 3
Entenda como o ômega 3 e o selênio são aliados dos cabelos e unhas - Foto: Getty Images

A combinação entre selênio e ômega 3 é ótima para a saúde do couro cabeludo. "Nossa pele tem uma proteção lipídica que é uma camada de gordura. O ômega 3 é a matéria prima que precisamos para a camada lipídica da pele", explica Navarro. Este ácido graxo também irá reduzir a inflamação do couro cabeludo.

Já o selênio tem ação antioxidante e por isso também irá reduzir a inflamação do couro cabeludo. "Este mineral também controla a oleosidade do couro cabeludo", constata Navarro.

Fontes de selênio e ômega 3: a melhor fonte dos dois nutrientes é o salmão. O ômega 3 também está presente nos demais peixes de águas frias e profundas e na chia e linhaça. Já o selênio pode ser encontrado nas oleaginosas, como nozes e amêndoas.

Fontes de enxofre
Fontes de enxofre contribuem para a formação do cabelo - Foto: Getty Images

O enxofre é um mineral que compõe a cisteína, que por sua vez é essencial para a formação do cabelo. As principais fontes de enxofre são: alho, cebola, repolho, brócolis, pimentão vermelho, couve-de-bruxelas, couve, alface, algas, raiz forte, nozes, ovos, leite, carne, peixe, frutos do mar, aves.

Fontes de silício
Fontes de silício melhoram a espessura do cabelo e das unhas - Foto: Getty Images

O silício tem ação estrutural, reforça e melhora a espessura do cabelo e das unhas. As principais fontes de silício são: batata-doce, arroz integral, linhaça, banana, aveia, uva-passa, manga, morango, alho-poró, feijão verde, grão de bico, amêndoa, pepino, aipo, aspargo, chá de cavalinha.

Outros nutrientes aliados
Veja outros nutrientes aliados das unhas e cabelos - Foto: Getty Images

Outros nutrientes benéficos para os cabelos e unhas são:
-Vitamina E, presente em: azeite de dendê e de oliva, ovos, germe de trigo, miúdos, verduras folhosas, abacate, manteiga, sementes oleaginosas, amendoim, feijões, aspargo.

-Iodo, presente em: todas as algas, peixes e frutos do mar (salmão, sardinha, ostra, marisco, camarão), sal iodado, ovos, aspargos, cogumelos, espinafre, gergelim, alho, couve, abobrinha.

-Manganês, presente em: abacaxi, semente de abóbora, linhaça, chia, tahini, nozes em geral, chocolate escuro, frutos do mar, pimenta vermelha.

fonte:minhavida.com.br
Por Bruna Stuppiello
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Conteúdo de terceiros

O http://saudecanaldavida.blogspot.com/ sempre credita fonte em suas publicações quando estas têm como base conteúdos de terceiros, uma vez que não é do nosso interesse apropriar-se indevidamente de qualquer material produzido por profissionais ou empresas que não têm relação com o site. Entretanto, caso seja detentor de direito autoral sobre algo que foi publicado no saudecanaldavida e que tenha feito você e/ou sua empresa sentir-se lesados, ou mesmo deseje que tal não seja mostrado no site, entre em contato conosco (82 999541003 Zap) e solicite a retirada imediata.