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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Reposição hormonal natural

A menopausa é uma fase bem complicada na vida das mulheres. É o período em que se encerra o ciclo menstrual da mulher e ela para de ovular, ou seja, a mulher não é mais fértil depois que passa pela menopausa. Normalmente, a menopausa ocorre entre os 45 e 55 anos, mas em muitas mulheres esse processo pode ocorrer antes dos 45, sendo chamada de menopausa precoce, ou depois do 55, sendo chamada de menopausa tardia.

Esse período costuma vir acompanhado de muitos incômodos. O mais comentado entre as mulheres são os calores (ondas muito fortes de calor que vêm acompanhadas de suor intenso). Além de ser incômodo fisicamente, os calores trazem constrangimento.

Dentre os outros incômodos estão a irritabilidade, ressecamento vaginal, perda do desejo sexual, insônia, diminuição da atenção e da memória, perda de massa óssea (osteoporose), aumento do risco cardiovascular, alterações na distribuição da gordura corporal (é normal que a mulher ganhe peso nessa fase) e, em casos mais graves, pode ocorrer a depressão.

Nessa fase é importante que a mulher faça um acompanhamento com o seu ginecologista, e, se for o caso, deve procurar também uma ajuda psicológica. Somente o ginecologista poderá orientar o uso de hormônios sintéticos para tratar os sintomas. Nem todos os profissionais são adeptos a esse tipo de tratamento, pois podem trazer efeitos colaterais. Mas em alguns casos, a reposição hormonal é o mais indicado para a mulher na menopausa.

Aqui no Receita Natural, estamos sempre trazendo opções naturais para tratar diversas doenças. E para amenizar os sintomas da menopausa, temos hoje algumas dicas de reposição hormonal hormonal natural que pode ajudar as mulheres a passarem mais tranquilas por esta fase da vida.

Dicas naturais para reposição hormonal na menopausa

Alimentos à base de soja podem ajudar na reposição hormonal

A primeira coisa a ser ingerida nessa fase são os alimentos à base de soja. Ela é capaz de reduzir as chances de câncer de mama e também a osteoporose. A semente de linhaça é outro alimento que deve ser incluído na dieta. Ela pode ajudar a reduzir os sintomas da TPM, que causa muita irritabilidade, além de outros incômodos. O inhame é ótimo para combater o inchaço e a retenção de líquidos, situações comuns nesta fase da vida. Ele pode ser consumido em sopas e também em forma de suco.

Algumas plantas podem ser usadas para fazer essa reposição de hormônios naturalmente. Veja algumas receitas de chás.

Chá de Folhas de Amoreira
As folhas da amoreira ajudam a reduzir os calores da menopausa, por conterem fitoestrogênios que diminuem a oscilação hormonal na corrente sanguínea.

Para fazer o chá basta ferver 5 folhas de amoreira em 500 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Deve ser tomado diariamente, não ultrapassando a quantidade de 3 xícaras por dia.

Chá de Salva
A salva é uma erva que também pode ajudar a diminuir as ondas de calor, corrigindo os níveis hormonais.

Para fazer o chá adicione 10 g de folhas secas em 1 litro de água fervente. Coar após 10 minutos e tomar morno. Também deve ser tomado diariamente para se obter os resultados esperados.

Ginseng siberiano
Esta planta é indicada para evitar a depressão e diminuir o estresse. Tem propriedades calmantes, ao mesmo tempo que energiza o corpo, devolvendo a libido (desejo sexual) perdido nessa fase.

Pode ser feito o chá da planta. Basta ferver 1 cm da raiz em 200 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Tome 1 xícara diariamente.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Cloreto de magnésio: 5 benefícios do mineral para a saúde

Quando a pessoa tem deficiência de magnésio, suplemento pode trazer melhorias à saúde


O cloreto de magnésio é um dos principais suplementos do mineral magnésio, já que é o formato com que o mineral é melhor absorvido no corpo.

O magnésio é um mineral necessário em diversos processos e reações do organismo, como no uso dos músculos, respiração e até uso do cérebro. Tamanha importância se deve ao fato do magnésio se relacionar com a produção de energia das células. Por isso sua deficiência pode trazer muitas consequências ao corpo, como constipação, problemas no controle da glicemia, problemas cardiovasculares e até mesmo no sistema nervoso.

Por isso mesmo, muitas pessoas com problemas de saúde decorrentes da falta de magnésio podem se beneficiar com a suplementação desse nutriente, através do consumo do magnésio. No entanto, a substância não trará benefícios se a pessoa não tiver deficiência deste mineral.

Portanto, se você acredita que o cloreto de magnésio pode te ajudar, procure antes um médico ou nutricionista que possa analisar se você tem deficiência do mineral e se ele realmente poderá trazer melhoras para sua saúde.

Benefícios do cloreto de magnésio em estudo
Alguns estudos mostram que o cloreto de magnésio pode ser benéfico para algumas situações, como:

Tratamento da diabetes. A insulina, hormônio responsável por colocar a glicose para dentro das células, precisa do magnésio para ser produzida e também para ajudar na metabolização do açúcar. Quando ele não cumpre seu papel corretamente, a pessoa desenvolve um quadro de diabetes.Como pessoas com diabetes têm menos magnésio no organismo (ele costuma ser excretado com a glicose extra do sangue), estudos mostraram a suplementação de cloreto de magnésio em diabéticos melhorou a ação da insulina e consequentemente trouxe um melhor controle do quadro.

TPM e cólicas menstruais. O cloreto de magnésio pode ser eficiente para mulheres. Alguns estudos já mostraram que a suplementação do mineral pode reduzir a TPM e também as cólicas menstruais, se ele for tomado antes da menstruação. Mas não se sabe ainda ao certo o motivo dessa propriedade.

Redução de crises de asma. O magnésio parece ajudar quem tem asma, já que as crises são provocadas pela contração das paredes dos brônquios, estruturas que levam o ar para o pulmão, causando a falta de ar. Alguns estudos indicam que a suplementação com cloreto de magnésio ajuda a dilatar essas estruturas, evitando crises da doença.

Melhora da enxaqueca. O magnésio também tem o poder de relaxar os vasos sanguíneos, da mesma forma que relaxa os brônquios. Dessa forma, ele ajuda na enxaqueca, um tipo de dor de cabeça que ocorre justamente devido a contração e dilatação das veias do crânio.

Problemas de contração muscular em atletas. Pessoas que praticam muita atividade física podem perder magnésio no suor, e ele é extremamente importante para elas, já que possibilita a contração muscular. Portanto, atletas que suplementam cloreto de magnésio conseguem um rendimento melhor nos exercícios. Mas é importante ressaltar: isso não significa que o magnésio melhora a musculatura de quem não faz exercícios.

Cloreto de magnésio emagrece?
Não há evidências científicas de que o cloreto de magnésio possa ajudar a emagrecer. Ele realmente está envolvido no processo de quebra de gordura (chamado de lipólise), no entanto, para que a lipólise aconteça ela precisa primeiro de um estímulo, que normalmente é uma atividade física ou mudanças na dieta. Depois desse estímulo é que o magnésio atua, fazendo com que as células quebrem a gordura e a usem como energia.
Conclusão, o cloreto de magnésio pode até ajudar no emagrecimento, se houver deficiência do mineral, mas para isso ainda é preciso recorrer aos exercícios físicos e dieta balanceada.

Quem tem deficiência de magnésio?
O magnésio é um mineral que pode ser encontrado em diversos alimentos, portanto a alimentação costuma suprir este nutriente. No entanto, existem algumas pessoas mais propensas à carência de magnésio, como:

Pessoas com diabetes: principalmente os que tem a doença mal controlada, já que o magnésio acaba sendo excretado pelo organismo junto com a glicose que não é absorvida pelas célula
Pessoas que ingerem álcool em grandes quantidades: já que a substância impede a absorção do magnésio

Idosos: com a idade o estômago produz menos ácido clorídrico, por isso o magnésio acaba sendo menos absorvido
Pessoas com dietas pouco balanceadas: o magnésio está presente principalmente nas folhas verdes, portanto quem evita esses alimentos pode ter deficiência do nutriente

Alta ingestão de refrigerantes: o fosfato nas bebidas à base de cola inibe a absorção do magnésio

Uso de suplementos de cálcio
Mulheres que tomam anticoncepcionais ou fazem reposição hormonal de estrogênio
Pessoas que tomam laxantes ou diuréticos, medicamentos que fazem com que esse mineral seja excretado mais facilmente.

Contraindicações
O cloreto de magnésio não surtirá efeito se a pessoa não tiver deficiência de magnésio no seu organismo. Além disso, pessoas com insuficiência renal não devem consumir o cloreto de magnésio, já que elas têm dificuldade de excretar o mineral.

Efeitos colaterais
O magnésio em excesso pode causar diarreia, perda de apetite, queda de pressão e fraqueza muscular.

Quantidade recomendada
A quantidade diária recomendada de magnésio varia entre 500 e 1000 mg. Portanto, indica-se começar ingerindo 500 mg do cloreto de magnésio, mas diluindo essa dose ao longo do dia.

Como preparar o cloreto de magnésio
A melhor forma é comprar o cloreto de magnésio em pó e dilui-lo em água filtrada ou mineral. Você pode misturar duas colheres de sopa em um litro de água e consumir apenas 50 mil por dia, tomando uma colher de sopa por vez.

Como conseguir o magnésio naturalmente?
O magnésio pode ser encontrado em diversos alimentos. Sua maior fonte são os vegetais com folhas verdes, já que a clorofila é composta por magnésio. Mas ele também pode ser encontrado em boas quantidades em carnes e cereais e está presente de alguma maneira em quase todos os alimentos.

Fontes e referências
Nutrólogo Roberto Navarro (CRM-SP 78392), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)
Nutróloga Tamara Mazaracki (CRM-RJ 52301716), pós-graduada em medicina ortomolecular
Nutrólogo José Alves Lara Neto (CRM-SP 53895), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Cloreto de magnésio: 5 benefícios do mineral para a saúde

Quando a pessoa tem deficiência de magnésio, suplemento pode trazer melhorias à saúde

O cloreto de magnésio é um dos principais suplementos do mineral magnésio, já que é o formato com que o mineral é melhor absorvido no corpo.

O magnésio é um mineral necessário em diversos processos e reações do organismo, como no uso dos músculos, respiração e até uso do cérebro. Tamanha importância se deve ao fato do magnésio se relacionar com a produção de energia das células. Por isso sua deficiência pode trazer muitas consequências ao corpo, como constipação, problemas no controle da glicemia, problemas cardiovasculares e até mesmo no sistema nervoso.

Por isso mesmo, muitas pessoas com problemas de saúde decorrentes da falta de magnésio podem se beneficiar com a suplementação desse nutriente, através do consumo do magnésio. No entanto, a substância não trará benefícios se a pessoa não tiver deficiência deste mineral.

Portanto, se você acredita que o cloreto de magnésio pode te ajudar, procure antes um médico ou nutricionista que possa analisar se você tem deficiência do mineral e se ele realmente poderá trazer melhoras para sua saúde.

Benefícios do cloreto de magnésio em estudo
Alguns estudos mostram que o cloreto de magnésio pode ser benéfico para algumas situações, como:

Tratamento da diabetes. A insulina, hormônio responsável por colocar a glicose para dentro das células, precisa do magnésio para ser produzida e também para ajudar na metabolização do açúcar. Quando ele não cumpre seu papel corretamente, a pessoa desenvolve um quadro de diabetes. Como pessoas com diabetes têm menos magnésio no organismo (ele costuma ser excretado com a glicose extra do sangue), estudos mostraram a suplementação de cloreto de magnésio em diabéticos melhorou a ação da insulina e consequentemente trouxe um melhor controle do quadro.

TPM e cólicas menstruais. O cloreto de magnésio pode ser eficiente para mulheres. Alguns estudos já mostraram que a suplementação do mineral pode reduzir a TPM e também as cólicas menstruais, se ele for tomado antes da menstruação. Mas não se sabe ainda ao certo o motivo dessa propriedade.

Redução de crises de asma. O magnésio parece ajudar quem tem asma, já que as crises são provocadas pela contração das paredes dos brônquios, estruturas que levam o ar para o pulmão, causando a falta de ar. Alguns estudos indicam que a suplementação com cloreto de magnésio ajuda a dilatar essas estruturas, evitando crises da doença.

Melhora da enxaqueca. O magnésio também tem o poder de relaxar os vasos sanguíneos, da mesma forma que relaxa os brônquios. Dessa forma, ele ajuda na enxaqueca, um tipo de dor de cabeça que ocorre justamente devido a contração e dilatação das veias do crânio.

Problemas de contração muscular em atletas. Pessoas que praticam muita atividade física podem perder magnésio no suor, e ele é extremamente importante para elas, já que possibilita a contração muscular. Portanto, atletas que suplementam cloreto de magnésio conseguem um rendimento melhor nos exercícios. Mas é importante ressaltar: isso não significa que o magnésio melhora a musculatura de quem não faz exercícios.

Cloreto de magnésio emagrece?
Não há evidências científicas de que o cloreto de magnésio possa ajudar a emagrecer. Ele realmente está envolvido no processo de quebra de gordura (chamado de lipólise), no entanto, para que a lipólise aconteça ela precisa primeiro de um estímulo, que normalmente é uma atividade física ou mudanças na dieta. Depois desse estímulo é que o magnésio atua, fazendo com que as células quebrem a gordura e a usem como energia.

Conclusão, o cloreto de magnésio pode até ajudar no emagrecimento, se houver deficiência do mineral, mas para isso ainda é preciso recorrer aos exercícios físicos e dieta balanceada.

Quem tem deficiência de magnésio?
O magnésio é um mineral que pode ser encontrado em diversos alimentos, portanto a alimentação costuma suprir este nutriente. No entanto, existem algumas pessoas mais propensas à carência de magnésio, como:

Pessoas com diabetes: principalmente os que tem a doença mal controlada, já que o magnésio acaba sendo excretado pelo organismo junto com a glicose que não é absorvida pelas célula
Pessoas que ingerem álcool em grandes quantidades: já que a substância impede a absorção do magnésio
Idosos: com a idade o estômago produz menos ácido clorídrico, por isso o magnésio acaba sendo menos absorvido
Pessoas com dietas pouco balanceadas: o magnésio está presente principalmente nas folhas verdes, portanto quem evita esses alimentos pode ter deficiência do nutriente
Alta ingestão de refrigerantes: o fosfato nas bebidas à base de cola inibe a absorção do magnésio
Uso de suplementos de cálcio
Mulheres que tomam anticoncepcionais ou fazem reposição hormonal de estrogênio
Pessoas que tomam laxantes ou diuréticos, medicamentos que fazem com que esse mineral seja excretado mais facilmente.

Contraindicações
O cloreto de magnésio não surtirá efeito se a pessoa não tiver deficiência de magnésio no seu organismo. Além disso, pessoas com insuficiência renal não devem consumir o cloreto de magnésio, já que elas têm dificuldade de excretar o mineral.

Efeitos colaterais
O magnésio em excesso pode causar diarreia, perda de apetite, queda de pressão e fraqueza muscular.

Quantidade recomendada
A quantidade diária recomendada de magnésio varia entre 500 e 1000 mg. Portanto, indica-se começar ingerindo 500 mg do cloreto de magnésio, mas diluindo essa dose ao longo do dia.

Como preparar o cloreto de magnésio
A melhor forma é comprar o cloreto de magnésio em pó e dilui-lo em água filtrada ou mineral. Você pode misturar duas colheres de sopa em um litro de água e consumir apenas 50 mil por dia, tomando uma colher de sopa por vez.

Como conseguir o magnésio naturalmente?
O magnésio pode ser encontrado em diversos alimentos. Sua maior fonte são os vegetais com folhas verdes, já que a clorofila é composta por magnésio. Mas ele também pode ser encontrado em boas quantidades em carnes e cereais e está presente de alguma maneira em quase todos os alimentos.

Fontes e referências
Nutrólogo Roberto Navarro (CRM-SP 78392), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)
Nutróloga Tamara Mazaracki (CRM-RJ 52301716), pós-graduada em medicina ortomolecular
Nutrólogo José Alves Lara Neto (CRM-SP 53895), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Remédios com Rosas e Água de Rosas


A maioria das plantas possui algum tipo de propriedade ou benefício, seja para os cuidados de beleza ou para tratar e prevenir doenças. Hoje você vai conhecer algumas propriedades e benefícios das rosas e água de rosas, assim como utilizá-la na preparação de diferentes remédios caseiros.

Muitas pessoas nos perguntaram sobre as propriedades curativas das rosas, quais remédios com rosas podem elaborar e como se faz a água de rosas.
É importante notar, em primeiro lugar, que a rosa é um arbusto que pertence à família Rosaceae que pode chegar a medir até 2 metros de altura. Tem talos espinhosos e folíolos dispostos em grupos de cinco ou sete.

As folhas são lanceoladas e dentadas nas bordas e produzem flores de diferentes cores (vermelho, rosa, amarelo ou branco), perfumadas e com muitas pétalas. É protegida por muitos espinhos.

Existem diferentes variedades. As rosas Damascenas são de uma cor rosa pálido, as de cem folhas, de um rosa um pouco mais forte, e as francesas, de rosa forte; as três rosas “antigas” mais usadas na medicina e perfumaria.

A rosa é nativa da China e chegou à Índia e Pérsia por rotas comerciais, e de lá se espalharam para o Oriente Médio e Europa. O uso da rosa remonta desde os tempos antigos. Na Pérsia, se exportava o óleo de rosa damascena para perfumaria. Os gregos a utilizavam para se perfumar, evitar doenças e ungir os mortos.

Para seu cultivo, devem ser plantadas imediatamente após a colheita. Em caso de guardá-las, deve-se estratificar. Esta planta se adapta a qualquer tipo de solo e não requer nenhum cuidado especial, embora seja preciso ter cuidado com as doenças causadas por fungos e insetos. Para garantir de plantar a espécie correta, recomenda-se comprá-la de um comércio especializado.

É usada praticamente toda a planta, e cada parte é colhida em uma época determinada do ano. As raízes da rosa são colhidas no início da temporada de primavera. As folhas são colhidas no meio desta mesma temporada e as pétalas devem ser colhidas, antes da abertura das flores.

No mundo da culinária, da água de rosas se fazem coberturas, e com pétalas caramelizadas se decoram os bolos. A seguir detalhamos as propriedades das rosas e alguns remédios com rosas que podem ser preparados de forma caseira e natural.

Propriedades curativas das rosas:
As rosas das variedades mais conhecidas contêm óleo essencial com distintas substâncias químicas de aromas florais (até 300), além de taninos, glicosídeos e pigmentos.

Tudo isso proporciona ao óleo essencial de rosa propriedades anti-inflamatórias, adstringentes, tônico-hepáticas e tônico-digestivas. Por isso, é amplamente utilizado em massagens de aromaterapia para acalmar emoções, combater a depressão, aliviar a ansiedade, elevar o humor e reduzir o estresse e a tensão.

Também estabilizar as oscilações do estado de ânimo, especialmente se são relacionadas com a depressão pós-parto. Acalma os nervos e ajuda a superar a insônia. É importante saber que é necessário entre 50 e 100 flores para obter uma única gota de óleo de rosa.

Quanto à água de rosas é obtida por destilação e extração com solvente. Esta é usada por suas propriedades antissépticas, para limpar a pele e acalmar inflamações cutâneas, eczema ou acne.

Da mesma forma, é usada para a cicatrização de feridas e no caso de diarreia por sua propriedade adstringente e favorece a digestão de refeições pesadas. Também é usada como colírio para os olhos.

Remédios caseiros com rosas:

Remédio com rosas para tonificar a pele: Dilua 2 gotas de rosa, 4 gotas de incenso e 4 gotas de sândalo em 20 ml de óleo de jojoba. Embeba um algodão com esta preparação e aplique suavemente sobre a pele.

Remédio com rosas para glândulas inchadas: Faça gargarejos com um copo de conhaque misturado com três xícaras de água de rosas. Esta é preparada com quatro gotas de óleo de rosas se agitada bem em um litro de água quente.

Remédio com rosas para cicatrização: Ferva 2 punhados de folhas de rosa durante 15 minutos em 1 xícara de óleo de linhaça e deixe no sol por 40 dias. Embeba um pano de algodão limpo com esta mistura e aplique sobre a área afetada.

Remédio com rosas para hemorroidas externas: Ferva um punhado de folhas de rosas durante 15 minutos em uma xícara de óleo de linho ou de linhaça e deixe no sol por 30 dias. Embeba um algodão com esta mistura e aplique nas hemorroidas externas.

Remédio com rosas para aliviar os desconfortos pré-menstruais e da menopausa: Dilua 4 gotas de rosa, 3 gotas de néroli e 3 gotas de mandarim em 20 ml de óleo de amêndoa e realize uma massagem corporal.

Remédio com rosas para combater a ansiedade: Dilua 2 gotas de óleo essencial de rosa e 3 gotas de laranja em 10 ml de óleo de amêndoa e aplique uma massagem depois do banho.

Remédio com rosas para o estresse: Despeje um punhado de pétalas de rosa na água quente da banheira e tome um banho. Este remédio desaparece com o estresse quase que instantaneamente.

Remédio com rosas para inflamação da garganta, gengivas e boca: Deixe 1 grama de rosas vermelhas, outro de brancas, por nove dias em quatro litros de vinagre branco. Depois esprema, coe e guarde bem tampado. Faça gargarejos com uma colher de sopa deste vinagre em um quarto de litro de água.

Remédio com rosas para estrias: Coloque 150 gramas de cavalinha, 25 gramas de rosas, 10 gramas de laminaria, 1 grama de saponária, 1 gramas de hamamélis e 10 gotas de suco de limão em 1,5 litros de álcool 40° durante 28 dias em maceração. Coe e dilua em partes iguais com água. Aplique massageando duas vezes por dia.

Remédio tonificante de rosas para a pele oleosa: Coloque em uma panela com tampa 2 ½ xícaras de água destilada e 8 xícaras de pétalas de rosa no fogo e tampe. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe continuar fervendo por 1 hora. Retire do fogo e deixe descansar por 2 dias. Ferva novamente por 1 hora e deixe esfriar. Despeje 1/3 de xícara de vodca em uma garrafa. Coe a água de rosas, esmagando as pétalas em uma peneira, despeje esta infusão na garrafa e tampe. Embeba um algodão com esta mistura e passe sobre o rosto principalmente em áreas com acúmulo de gordura. Deixe agir por 10 minutos. Em seguida, passe um creme hidratante. Guarde este tônico na geladeira.

Remédio firmador de rosas para pele flácida: Misture 4 colheres de sopa de água de rosas com uma infusão de malva (2 colheres de sopa de malva em uma xícara de água). Adicione 2 colheres de sopa de vodka e misture bem. Em seguida, adicione 2 colheres de chá de pétalas de rosa e 1 gota de óleo essencial de rosas. Despeje a mistura em um frasco de spray e aplique sobre a pele de manhã e à noite.

Remédio com rosas para combater olheiras: Embeba um algodão com água de rosas (pode ser comprada em farmácias botânicas) e aplique suavemente sobre a pele debaixo dos olhos. Deixe no local por 15 minutos, lave a área com água fria e, em seguida, aplique um creme hidratante. Esse remédio regenera a pele e promove a circulação o que ajuda a reduzir as olheiras.

Remédio com rosas para anemia (xarope de fruta de rosa): Limpe os frutos frescos colhidos, retirando as sementes e os pelos. Prepare uma decocção forte e misture com mel ou açúcar. Cozinhe em fogo baixo até que o açúcar se dissolva. Coloque em pequenos recipientes de vidro, deixe esfriar e feche hermeticamente para conservar na geladeira. Tome 2 ou 3 colheres de sopa por dia.
Curiosidades sobre as rosas:

Com rosa eram elaboradas poções do amor, foi uma das plantas mais utilizadas em rituais de magia. A lenda popular diz que a rosa ajuda a espantar os maus espíritos e é boa contra o mau olhado.

Recomendações: É preciso usar luvas quando se colhe a rosa selvagem. As mulheres grávidas não devem tomar o óleo essencial de rosa selvagem durante as quatro primeiras semanas de gravidez.

fonte:saudedicas.com.br
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quinta-feira, 28 de abril de 2016

TPM: hormônios realmente afetam o humor?

Estrógeno é muito mais presente em mulheres e tem responsabilidade nas alterações

Entra mês, sai mês, lá vem menstruação, lá vai tensão pré-menstrual (TPM. Nem é preciso ser especialista, nem muito observador para perceber uma clara diferença: as mulheres têm muito mais alterações de humor do que os homens. E esta estreita relação humoral-hormonal, obviamente, tem tudo a ver com esta montanha russa de emoções.

O papel do estrógeno
O estrógeno é o principal hormônio feminino. É ele que, na época na puberdade transforma o corpo da mulher conferindo a ela as curvas femininas, com acúmulo de gordura em regiões específicas. Além disso, o estrógeno auxilia a maturação dos óvulos (ainda folículos nos ovários) preparando o corpo para uma futura gestação, e junto com a progesterona, faz com que o ciclo menstrual aconteça.

Mas o estrógeno não tem apenas um papel estrutural no nosso corpo. Ele também vai modelar o cérebro ao longo da vida, desde dentro do útero das mães, na adolescência e vida adulta. A ação dele, combinada com outros hormônios, vai determinar a diferença de comportamento básica entre homens e mulheres. Estudos avançados em neurociência demonstram que, apesar de homens e mulheres terem estrógeno agindo nos seus cérebros (homens bem menos que as mulheres) é justamente pela diferença de quantidade, mas também pela diferença nos receptores destes hormônios, que teremos diferentes respostas de comportamentos entre os sexos. Este é um campo de estudos que ainda começa a ser desvendado.

Estrógeno na TPM
Além dessa ação mais cerebral, nas mulheres o estrógeno está intimamente relacionado com o humor. É na TPM que ele mostra seus efeitos mais importantes. Quando falamos em TPM, os sintomas da redução do estrógeno próximos à menstruação estão relacionados à depressão, raiva sem razão, perda de concentração ou memória e sentimentos de menos valia.

E junte-se ao estrógeno a ação e outros hormônios do organismo: nosso conhecido hormônio cortisol, liberado na corrente sanguínea em períodos de maior estresse, os hormônios da tireoide... enfim, são vários ingredientes que devem estar na proporção correta para que a receita do humor esteja sempre equilibrada.

Tratando a TPM
Se é observada uma oscilação de humor no período da TPM, o primeiro passo é uma boa conversa com seu médico. Geralmente o ginecologista já pode identificar se haverá necessidade de tratamento. Uma das possibilidades é o uso dos anticoncepcionais de baixas doses, que pode evitar as oscilações hormonais maiores e com isso prevenir as alterações do humor. Em outros casos, O uso de antidepressivos ou ansiolíticos pode ser indicado.

fonte:minhavida.com.br
por Dra. Andressa Heimbecher Soares
Endocrinologia e Metabologia - CRM 123579/SP
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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Zinco: Mineral vital para sua saúde!


O zinco é um mineral fundamental no desenvolvimento e funcionamento do organismo, especialmente do sistema imunológico e reprodutor. Possui ação antioxidante e está envolvido na formação óssea e cicatrização, assim como no metabolismo das proteínas e carboidratos.

A deficiência de zinco pode provocar uma série de problemas, como atraso da maturação sexual e óssea, queda de cabelo, lesões na pele e aumento da suscetibilidade a infecções.

Porque devo dar uma atenção especial ao zinco?
O zinco melhora a imunidade: Dentre todas as vitaminas e minerais, é o micronutriente com maior efeito sobre o sistema imunológico. É capaz de reduzir a duração e a gravidade de uma gripe. O mineral também está envolvido na atividade de mais de 300 enzimas. É indispensável para um bom funcionamento celular e participa da síntese e degradação das proteínas, carboidratos e lipídios.

O zinco beneficia o sistema cardiovascular: A presença de zinco está ligada a um menor aperto nos vasos sanguíneos. Ele ajuda a regular substâncias envolvidas no controle da pressão. Também é essencial para a reparação de danos nos vasos causados pela oxidação do colesterol LDL. Com isso, o risco de aterosclerose cai.

O zinco ajuda prevenir o Alzheimer: O zinco integra uma enzima chamada superóxido dismutase, que nos protege do estresse oxidativo. Quando ela não está presente, o cérebro fica bastante vulnerável à ação dos radicais livres, fator que aumenta o risco de Alzheimer.
O zinco ajuda na depressão: Determinou-se em pesquisas com mulheres jovens que o nutriente melhora o quadro de depressão. Ao que parece, ele facilita certas sinapses (sinais trocados entre os neurônios), e isso afastaria os sintomas da melancolia intensa.

O zinco controla o diabetes: O mineral tem relação íntima com a estocagem e a liberação de insulina. A carência de zinco acelera o processo de resistência a esse hormônio, deixando-nos mais propensos ao diabetes. Ainda, a suplementação do mineral já provou exercer impacto positivo no controle da retinopatia diabética — quando o portador da doença tem a sua visão ameaçada.

O zinco ajuda na cicatrização: A deficiência de zinco prejudica a reparação do tecido cortado. Isso por quê o zinco participa da fabricação de colagenase, enzima responsável por produzir colágeno — uma espécie de cimento da pele. Não à toa, pomadas para cicatrização são feitas com essa substância.

O zinco é excelente para as grávidas: O zinco é tão crucial na fase de gravidez que a recomendação de ingestão sobe: passa de 8 para 11 miligramas por dia. O déficit materno da substância pode causar infecções intrauterinas, atrapalhar o desenvolvimento fetal e contribuir para o baixo peso do bebê ao nascer. O zinco auxiliaria a “segurar” a criança dentro da barriga até a 40ª semana de gestação, quando então seu corpinho já está pronto para encarar o mundo.

O zinco é bom para resfriados: Ao tomar zinco, no máximo 24h após a aparição dos primeiros sintomas de resfriado, diminuiu em 3 dias a duração dos sintomas, de acordo com um estudo clínico. A dose utilizada foi de 12,5 mg a 15 mg de zinco a cada 2–3 horas durante o período do resfriado. Pode-se dizer que o zinco reduz cerca de metade da duração dos sintomas do resfriado. Esse tratamento para resfriados não deve ser superior a 4 dias.

O zinco pode ajudar nos sintomas da TPM: Mulheres que consomem mais de 10 mg por dia de zinco parecem ter menos sintomas da TPM. No entanto, o estudo centrou-se sobre a influência do ferro na prevenção da tensão pré-menstrual. A dose diária de zinco (e outros minerais eficazes para o tratamento de TPM, tais como magnésio, ferro e cálcio) pode ser obtida através da dieta ou por meio de suplementos alimentares.

O zinco ajuda a tratar acne: Por usa ação em enzimas determinantes, o zinco tem ação anti-inflamatória contra a acne. O zinco também diminui a produção de sebo, um dos principais desencadeadores da acne, inibindo a 5-alfa-redutase enzima, responsável pela conversão de testosterona em di-hidrotestosterona.
Como obter o zinco?

O zinco não é produzido pelo nosso corpo e deve ser ingerido através da alimentação ou suplementação.

Alimentos ricos em zinco
Para manter níveis saudáveis de zinco, é importante incluir alimentos ricos em seu dia a dia. As principais fontes de alimentos com zinco são:


Ostras
Camarão
Carne Bovina
Carne de Frango
Peixe
Gérmen de trigo
Grãos Integrais
Castanhas
Cereais
Legumes e Tubérculos

Obs: Frutas e hortaliças em geral são pobres em zinco biodisponível.

Suplementação com zinco
Seu nível de zinco no sangue pode ser medido por um exame de sangue simples. Esse exame pode auxiliar também na identificação e diagnóstico de algumas doenças.

A recomendação diária oficial de zinco é de aproximadamente 8mg. A maioria dos suplementos vendidos em farmácias contêm doses compatíveis com essa recomendação. Porém, alguns especialistas acreditam que essas dose são muito baixas, especialmente para pessoas já deficientes e que querem voltar a níveis adequados. Por isso, existem também suplementos com doses de 30mg, 50mg e até mais, que geralmente são considerados seguros e são vendidos normalmente. Tendo dito isso, lembre-se que, assim como qualquer outra suplementação de vitaminas ou minerais, é importante não exagerar no uso.

fonte:http://belezaesaude.com/
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Sete benefícios da farinha de banana verde para a saúde

Alimento dá uma força na dieta e previne doenças cardiovasculares

Ganhando espaço nas prateleiras de lojas de produtos naturais, a farinha de banana verde é mais um aliado da alimentação saudável. Segundo o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo, essa farinha é rica em amido resistente, um nutriente que não é digerido no estômago, e sim no intestino delgado - e é nesse processo que reside boa parte dos benefícios desse produto. 

"Na banana verde encontramos de 55 a 93% de amido resistente entre o total de amidos da fruta, já o processo de amadurecimento faz com que ele seja convertido em açúcares, perdendo sua eficácia", diz. Para fazer a farinha, basta cortar a banana verde em rodelas finas e levar ao forno por volta de 30 minutos. Depois de secas, bata as rodelas no liquidificador. A quantidade de consumo recomendada é cerca de duas colheres por dia e você pode acrescentá-la a frutas, sucos ou iogurtes. Conheça os benefícios da farinha de banana verde para a saúde e a dieta:

banana verde - Foto Getty Images

Controla e previne o diabetes
De acordo com o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo, a farinha de banana verde é uma aliada para pessoas com diabetes por ser um alimento de baixo índice glicêmico. "Isso significa que a quantidade de glicose que esse alimento libera no sangue ao ser digerido ocorre de forma lenta e gradual, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados", explica. Por conta disso, o organismo preciso liberar uma quantidade menor de insulina para que a glicose seja corretamente absorvida pelas células, contribuindo para a prevenção do diabetes e ajudando no controle de quem já possui.

Melhora o trânsito intestinal
Pelo fato de ser digerida apenas no intestino delgado, o amido resistente da farinha é suscetível à fermentação pelas bactérias do colón. "Esta fermentação resulta na formação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que possuem um papel muito importante na nutrição das células intestinais", afirma o nutricionista Israel. Dessa forma, a farinha de banana verde estimula o desenvolvimento da flora intestinal, melhorando o seu funcionamento, ajudando na digestão e prevenindo problemas como prisão de ventre.

Ajuda a evitar câncer de intestino
O amido resistente presente na farinha de banana verde é digerido pelo nosso corpo como uma fibra insolúvel, e como tal auxilia no trânsito intestinal. "Ao melhorar o funcionamento do intestino, também atuamos no tratamento e prevenção de quadros como diarreia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino", afirma o nutricionista Israel.

Dá saciedade
"Por atuar como uma fibra, o amido resistente atrasa o tempo de absorção dos nutrientes pelas células intestinais, o que traz uma maior sensação de saciedade", explica o nutricionista Ricardo Zanuto, de São Paulo. Para quem está de dieta, a farinha de banana pode ser uma aliada, já que essa saciedade adia a fome e evita os lanches fora de hora.

Fortalece a imunidade
Pouca gente sabe, mas uma flora intestinal funcionando tem um importante papel na prevenção de doenças. De acordo com a nutricionista Cristina Grandjean, do Spa Fazenda Igaratá, em São Paulo, ao estimular o crescimento da flora intestinal benéfica, você intensifica sua capacidade de combater bactérias que entram em nosso organismo por meio da alimentação. "O amido resistente serve como alimento para as bactérias do intestino, que dessa forma se reproduzem com mais facilidade e ajudam a estimular o sistema imunológico."

Reduz os níveis de colesterol
Para entender o mecanismo de ação da farinha de banana verde na redução do colesterol, primeiro é preciso saber que muito do colesterol presente em nosso corpo é produzido pelo próprio fígado, para ajudar na digestão de gorduras. "Depois de ser usado na digestão dos alimentos, ele volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile", explica o nutricionista Israel. Se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, o colesterol não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis da substância no sangue. "A farinha de banana verde reduz a produção de colesterol pelo fígado e ainda auxilia na sua eliminação, impedindo que ele se acumule no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares."

Alivia os sintomas da TPM
A banana é rica em vitamina B6 e triptofano, substâncias necessárias na síntese de serotonina, um neurotransmissor que promove sensação de bem-estar. "Por conta disso e do seu teor de fibras, a farinha de banana melhora o humor e ajuda a diminuir ou até eliminar o inchaço e as cólicas", explica a nutricionista Cristina.

Ajuda na prevenção da osteoporose
O amido resistente da farinha diminui o pH intestinal quando digerido, favorecendo a absorção de alguns nutrientes, entre eles o cálcio. "Se aliarmos o consumo adequado de fibras e cálcio, facilitaremos a absorção desse nutriente, contribuindo para a prevenção da osteoporose", diz o nutricionista Israel. "Além disso, a banana é rica em fósforo, um mineral importante para a formação da matriz óssea que, consequentemente, auxilia no fortalecimento dos ossos", completa Ricardo Zanuto.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15976-sete-beneficios-da-farinha-de-banana-verde-para-a-saude
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Seu corpo aproveita o orgasmo mesmo após o sexo

O prazer passa rápido; mas há ganhos permanentes para a saúde e a beleza

Uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres, o orgasmo é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os médicos descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista. Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. A seguir, O especialista lista cinco dos principais benefícios que você usufrui quando mantém uma vida sexual ativa. "Mas vale lembrar que o orgasmo não deve ser visto como remédio ou uma obrigação. Dessa maneira, a cobrança e as pressões internas geram muitos problemas e nenhum benefício acaba sendo notado".

1. Alivia crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, use a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma o especialista.


2. Melhora o aspecto da pele
Quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

"O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade. É um momento de prazer que se prolonga por vários dias"

4. Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior .

5. Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida.

Orgasmos múltiplos
Após o orgasmo, o homem tem um período de latência em que, mesmo sendo estimulado, não tem ereção e consegue ficar excitado. Esta fase de latência varia, em tempo, de indivíduo para indivíduo e tende a ser mais longa com o passar dos anos. A mulher, por outro lado, pode ter uma fase de latência muito curta ou nem ter, o que possibilita os orgasmos múltiplos.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/5275-seu-corpo-aproveita-o-orgasmo-mesmo-apos-o-sexo
Por Camila Michel
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Oito benefícios do sexo para a saúde

Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:


Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.

Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.

Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/11730-oito-beneficios-do-sexo-para-a-saude
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quarta-feira, 6 de março de 2013

Os alimentos ricos em ferro e zinco na luta contra a TPM

NOVA YORK - Um estudo demonstrou que o consumo de alimentos vegetais ricos em ferro e zinco pode ajudar a aliviar e reduzir a tensão pré-menstrual (TPM). A tensão pré-menstrual é um conjunto de sintomas psicológicos, como depressão, e física como dores de cabeça. A TPM inclui cerca de 150 sintomas diferentes. Estima-se que 8-15% das mulheres em idade fértil são afetadas por esta condição.

Ferro de origem vegetal
Este estudo publicado no final de fevereiro de 2013, no American Journal of Epidemiology, revelou que as mulheres que consomem alimentos ricos em ferro de origem vegetal tiveram três vezes menos risco de desenvolver tensão pré-menstrual. Os vegetais ricos em ferro são: feijão, vegetais de folhas verdes ou spirulina (uma alga). O estudo incidiu 3.000 mulheres e foi realizado ao longo de 10 anos.

O risco de desenvolver a tensão pré-menstrual diminuiu significativamente entre as mulheres que consomiam mais de 20 mg de ferro por dia. O menor risco foi observado em mulheres que tomavam mais do que 50 mg por dia de ferro. No entanto, de acordo com a Sra. Bertone-Johnson, que participou do estudo, a ingestão diária máxima recomendada para mulheres em idade fértil é de 18 mg por dia. É importante não exceder a dose diária de ferro para evitar efeitos colaterais, muitas vezes perigosos para a saúde.

De acordo com os pesquisadores, o consumo de ferro (e outros minerais eficazes no tratamento da TPM, tais como zinco, magnésio e cálcio) pode ser feito por meio da alimentação ou através de suplementos. O estudo focou-se sobre o ferro a partir de fontes vegetais, também é preferível consumir suplementos alimentares com ferro a partir de fontes vegetais (isto é, o ferro não ligado ao heme, uma molécula encontrada no ferro de origem animal, tais como carne).

O efeito do ferro pode basear-se nos aumentos, graças a este mineral, dos níveis de serotonina no cérebro. Esta última molécula tem efeito positivo sobre alguns distúrbios psicológicos da TPM como a depressão.

É interessante saber que é fácil de medir os níveis sanguíneos de ferro através de um simples exame de sangue. O seu médico pode verificar os seus níveis de ferro no organismo, e se ele for baixo demais, pode prescrever suplementos alimentares, medicamentos que contenham ferro, ou melhor ainda, incentivá-lo a comer alimentos ricos em ferro.

Zinco
Este estudo americano também demonstrou que o consumo de zinco pode influenciar ositivamente a tensão pré-menstrual. As mulheres que consomem mais de 10 mg de zinco por dia parecem desfrutar do efeito favorável deste oligoelemento na TPM. Como o ferro, que não se deve consumir mais do que a dose diária recomendada para evitar os efeitos colaterais. Sabe-se que o zinco em excesso pode afetar a concentração de cobre no corpo.

De acordo com os pesquisadores, o consumo de zinco (e outros minerais eficazes no tratamento da TPM, tais como ferro, magnésio e cálcio) pode ser feito por meio da alimentação ou através de suplementos.

Conclusão
Para além do ferro e do zinco, outros estudos demonstraram no passado que o consumo de cálcio, magnésio, vitamina B6 e dos ácidos graxos essenciais podem ajudar no tratamento desta condição que afeta muitas mulheres.

Por Xavier Gruffat, farmacêutico, 04 de março de 2013 - © Svetlana Fedoseeva - Fotolia.com
fonte:http://www.criasaude.com.br/N19350/os-alimentos-ricos-em-ferro-e-zinco-na-luta-contra-a-tpm.html
imagem:www.mundodastribos.com
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Os sucos de frutas são poderosos aliados no combate as doenças

Saiba como prevenir a diabetes, o câncer de pele, a TMP, osteoporose, hipertensão e asma

Os sucos de frutas naturais são ótimos protetores do sistema imunológico. Eles atuam no organismo prevenindo contra as doenças. Os nutricionistas recomendam tomar pelo menos um copo de suco em jejum por dia. Além de ser um revigorante interno, ele ajuda a recuperar o desgaste diário.

Diabetes: É importante que o diabético escolha uma fruta que não eleve a glicemia. Para isso, é preciso acrescentar uma fibra a esse suco. A canela age reduzindo a glicemia. Corte uma maçã ao meio, acrescente uma fatia de abacaxi, 300 ml de água e uma colher de sobremesa de canela.

Asma: Misture quatro morangos, duas fatias de abacaxi e uma pitada de alecrim, 300 ml de água. Acrescente um galho de agrião.

Câncer de pele: Pique uma cenoura, corte o mamão papaia ao meio, quatro amoras, raspas de gengibre e 300 ml de água.

Hipertensão: Use 200 ml de suco de uva integral, uma goiaba e uma folha de couve picada.

TPM: Use duas fatias de mamão, uma colher de gengibre ralado, uma fatia de abacaxi e esprema uma laranja.

Osteoporose: Coloque uma banana, dez sementes de melão e o suco de uma laranja.

Equipe Bem Star
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