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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Suplementação de Selênio e câncer de próstata


Um estudo chamado SELECT (Selenium and Vitamin E Cancer Prevention Trial) iniciado em 2001 avaliou se a suplementação diária com Selênio e Vitamina E traziam algum benefício relacionado à prevenção do Câncer de Próstata quando administrados em homens com mais de 50 anos.

Em setembro de 2008 foram publicados os primeiros resultados mostrando que após cinco anos e meio de acompanhamento não foi evidenciado nenhum benefício na utilização destas duas substâncias objetivando a prevenção do câncer de próstata. Naquele momento os participantes foram orientados a não mais fazerem a referida suplementação.

A vitamina E e o Selênio presentes em uma dieta saudável já nos proporciona a quantidade necessária destas substâncias, não sendo necessário uso adicional de ambas. A vitamina E é encontrada em ervilhas, nozes, na castanha do Pará e no azeite. Já o Selênio é encontrado na castanha do Pará, no ovo e no feijão.

Tá bom! E qual é a novidade então?
O que temos de novo é que um estudo denominado ”Selenium Supplementation and Prostate Cancer Mortality’’ publicado no Journal of the National Cancer Institute em dezembro de 2014. Ele mostrou os seguintes resultados após acompanhar 4459 homens diagnosticados com câncer de próstata não metastático no período de 1988 até 2010:

– Neste período de acompanhamento 965 mortes ocorreram sendo 226 (23,4%) devido ao câncer de próstata e 267 (27,7%) devido a doenças cardiovasculares.

– Avaliando estes resultados o estudo demonstrou que a mortalidade entre pacientes já tratados de câncer de próstata não metastático que estavam fazendo suplementação diária com Selênio na dose maior que 140 microgramas por dia apresentaram uma chance duas vezes e meia maior de morrer de câncer de próstata quando comparados àqueles que não faziam tal suplementação.

Se já sabíamos desde 2008 com o estudo SELECT que não havia benefício algum em se fazer suplementação com Selênio para prevenção do câncer de próstata agora sabemos também que aqueles pacientes que já foram tratados de Câncer de Próstata apresentam maior risco de morrer desta doença quando fazem suplementação com Selênio.

Preste atenção!
O estudo é bem claro e específico em demonstrar o prejuízo da suplementação de Selênio, na dose maior ou igual a 140 microgramas /dia, em pacientes já tratados de Câncer de próstata não metastático.

O Selênio presente em nossa dieta diária, encontrado nos alimentos que ingerimos, não é suficiente para atingir esta dose. Mais importante: precisamos dele na quantidade diária necessária. Até mesmo os multivitamínicos que usamos no dia a dia tem uma dose inferior a 55 microgramas por dia, que é a dose máxima permitida pelo RDA, órgão americano que regulamenta a necessidade diária de várias substancias para o nosso organismo.

Fica então a recomendação para os pacientes já tratados de câncer de próstata que não utilizem suplementos cuja composição apresente mais de 55 microgramas de Selênio por dose diária.

Referências:
1. Selenium Supplementation and Prostate Cancer Mortality J Natl Cancer Inst. 2014 Dec 12;107(1):360
2. Effect of Selenium and Vitamin E on Risk of Prostate Cancer and Other Cancers: The Selenium and Vitamin E Cancer Prevention Trial (SELECT) JAMA. 2009 Jan 7;301(1):39-51

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Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

5 Suplementos que Eliminam a Acne


A acne acontece porque algumas glândulas da pele começam a produzir sebo demais, o que serve de alimento para bactérias presentes na pele e obstrui os poros. Isso tudo gera inflamações: os famosos cravos e espinhas.

Além dos cuidados diários normais contra a acne, a alimentação também influencia bastante no aparecimento ou não da acne. Nesse sentido, caso você não esteja obtendo todos os nutrientes que precisa pela alimentação, existem alguns suplementos que podem fazer bastante diferença.

Quais os melhores suplementos para acne?


Vitamina A
Rica em antioxidantes, a vitamina A é ótima para a saúde da pele. Ela ajuda a tratar rugas, limitando a ação dos radicais livres. Os benefícios da vitamina A na pele incluem a diminuição de manchas da idade, estrias e acne.

Essa vitamina ajuda a pele na medida em que diminui a produção das glândulas sebáceas, tornando a pele menos oleosa e inibindo a formação da acne. A vitamina A possui substâncias chamadas rodoxinas, que participam ativamente da recomposição celular. Uma dose típica para tratar a acne seria 10.000 UI por dia. Saiba mais sobre a vitamina A.

Zinco
O zinco é uma substância muito eficaz para quem quer ter uma pele saudável. A razão que o zinco pode tratar a acne efetivamente é que ele auxilia na gestão hormonal no corpo (o desequilíbrio de hormônios frequentemente resulta em acne). Por conta de seu poder anti-inflamatório e antioxidante, esse nutriente atua na pele criando um ambiente inóspito para o crescimento das bactérias causadoras das espinhas, além de ajudar a acalmar uma pele irritada. O zinco também atua no controle da oleosidade da pele. Uma dose adequada para tratar a acne seria 20 mg por dia. Saiba mais sobre o zinco.

Selênio e Vitamina E
O selênio tem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos danos dos radicais livres. Ele ajuda a aliviar a irritação e atua na prevenção da acne. Porém, para tratamento da acne, é preciso ingerir o selênio juntamente com a vitamina E para melhorar a acne. A vitamina E é rica em antioxidantes e atua na regulação hormonal, evitando a acne. Uma dose adequada para tratar a acne seria 200 mcg de selênio e 400 UI de vitamina E por dia. Saiba mais sobre o selênio.

Vitamina C
A vitamina C fortalece a imunidade do corpo e protege a pele das radiações solares. Ela também tem um efeito anti-inflamatório, que ajuda a cicatrização e prevenção da acne. A vitamina C participa ativamente da produção do colágeno, uma das principais substâncias de sustentação da pele. É por isso que a deficiência desse nutriente pode levar à acne, assim como o seu consumo regular pode diminuir a incidência. Uma dose adequada para tratar a acne seria 500mg por dia. Saiba mais sobre a vitamina C.

Ômega 3
O ômega 3 é útil no tratamento e distúrbios da pele. Os ácidos graxos essenciais agem lubrificando o organismo, permitindo-o livrar-se de toxinas nos poros da pele. Esse tipo de gordura combate o envelhecimento e melhora a circulação do organismo. Ao melhorar a circulação, o ômega 3 faz com que nutrientes e oxigênio cheguem mais rápido à pele por meio do sangue. Ele também participa do processo de renovação celular, mantendo a pele sempre nova e limpa. Saiba mais sobre o Ômega 3.

Obs: O tratamento com as vitaminas e minerais deve ser feito pelo menos por 3 meses para ver os resultados.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Saiba quais são os alimentos que desenvolvem o cérebro das crianças

Alguns alimentos são imprescindíveis para induzir o cérebro a se desenvolver. Inclua eles no dia-a-dia do seu filho

Sabe aquela preocupação típica em oferecer sempre o melhor para os filhos? Pois bem, ela pode ser percebida com ainda mais relevância entre os pais de primeira viagem. Esses cuidados incluem a saúde, integridade física, alimentação, diversão e educação.

Talvez a questão da saúde chame ainda mais atenção entre eles, sobretudo nos primeiros anos de vida. Para gozar de boa saúde, o foco principal deve estar compreendido na alimentação, pois ela é capaz de proporcionar tudo que o corpo humano precisa para se desenvolver forte e saudável.

Falando nesse ponto em específico, alguns alimentos são imprescindíveis para que o cérebro seja induzido a se desenvolver dentro dos parâmetros.
Saiba quais são os alimentos que desenvolvem o cérebro das crianças

Foto: depositphotos

Sendo assim, preste atenção na lista de alimentos que você pode incluir na alimentação do seu filho para fazer com que ele desfrute de todos os benefícios possíveis.
Para o desenvolvimento cerebral

Além de compor uma dieta saudável, ideal para todo o ser humano, os alimentos saudáveis e naturais são responsáveis por proporcionar uma série de vantagens para o desenvolvimento do corpo. Em se tratando do cérebro, eles podem ajudar a memória, concentração e, no futuro, o desempenho escolar.

Peixe
Foto: Pixabay

Nesse sentido, o que acha de começar pelo peixe? O alimento é rico em ômega 3 e demais proteínas. Essas substâncias ajudam a proteger o cérebro e desenvolver a memória das crianças. Na lista, podem ser destacados o salmão, sardinha e atum. Além desses, qualquer outro tipo de peixe oferece os mesmos benefícios.

Aveia
Foto: Pixabay

O alimento possui uma grande quantidade de fibras, proteínas e gorduras boas. Isso garante que as crianças tenham mais energia e disposição para enfrentar as tarefas do dia-a-dia, sobretudo aquelas que estão relacionadas ao cérebro. Ela faz parte da lista de alimentos indispensáveis para a saúde do cérebro e coração.

Castanha-do-Pará
Foto: Pixabay

Para o desenvolvimento da função cognitiva, o ideal é contar com a ajuda de alguns oleaginosos. Entre os mais comuns, destaque para a castanha-do-pará, nozes, castanha-de-caju, avelã e amêndoas. Elas são ricas em proteínas, fibras e gorduras boas que fazem bem à saúde.

Ovo
Foto: Pixabay

Para ajudar no desenvolvimento das células da memória, nada melhor do que poder contar com a ajuda das proteínas existentes no ovo. Para usá-lo de acordo, basta inseri-lo no café da manhã. Ele é rico em vitaminas A, B, D e E, sais minerais como Ferro, Zinco, Fósforo, Potássio, Manganês e Selênio.

Vegetais verdes
Foto: Pixabay

Os vegetais verdes são ricos em vitaminas A, B, C, K, ácido fólico, minerais, cálcio, ferro, fitoquímicos e fibras essenciais para o bom funcionamento do organismo. Além de prevenir o aparecimento de várias doenças, esses alimentos também auxiliam na saúde do cérebro de uma criança.

Além do mais, outros nutrientes essenciais com propriedades antioxidantes, que ajudam no crescimento das células cerebrais, também estão presentes nos vegetais verdes.

Por Robson Merieverton
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Selênio: Um mineral que aumenta a fertilidade


A alimentação nos fornece os diferentes nutrientes que o nosso organismo precisa para se manter saudável e em bom funcionamento, por isso é importante conhecermos os alimentos que contém determinados nutrientes para saber como consumi-los em nossa dieta diária para fornecer a quantidade que o corpo necessita. Estudos apontam que o selênio é um mineral que aumenta a fertilidade e a seguir te contamos mais sobre o assunto.

Sabe-se que certos alimentos podem ajudar a aumentar a fertilidade. Por exemplo, os produtos lácteos e carboidratos complexos ajudam a promover a ovulação de maneira regular, enquanto os antioxidantes que se encontram em frutas e verduras aumentam consideravelmente a fertilidade. Mas isso não é tudo, já que diversos estudos confirmam que outro nutriente pode ser útil quando se busca um bebê.

Cientistas australianos determinaram que uma ingestão suficiente de selênio poderia melhorar significativamente as chances de engravidar.

Quando os pesquisadores examinaram as células do ovário das mulheres submetidas à fertilização in vitro, descobriram que aquelas que haviam elevado os níveis de selênio em sua dieta tinham mais probabilidade de engravidar do que aquelas que não.

Aparentemente, este mineral, que atua como um antioxidante e desintoxicante pode desempenhar um papel crucial para criar um ambiente mais saudável para os óvulos.

As mulheres em idade fértil precisam de 55 microgramas de selênio por dia, e o número sobe para 60 mcg durante a gravidez e 70 mcg se estiver amamentando.

É possível obter essas doses consumindo uma porção de peixe ou carne, presunto, camarão, carne de vaca ou de aves.

Como selênio é um mineral que se encontra comumente na carne, as mulheres que são vegetarianas ou vegans devem tomar cuidado especial de incorporá-lo com outros alimentos para garantir sua fertilidade e saúde.

Muitos vegetais e cereais fornecem selênio, como é o caso da castanha do Brasil, macarrão enriquecido, arroz integral cozido, feijões, cereais fortificados, aveia cozida, etc.

Se você está tentando engravidar, e as coisas parecem não funcionar, esta informação poderia ser de grande ajuda. Nunca é demais consultar um nutricionista e revisar a dieta para comprovar se você está ingerindo a dose adequada de selênio.

fonte:saudedicas.com.br/
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Líquido de resto do pirarucu pode curar má digestão do leite

Divulgação

Cientistas brasileiros transformam restos do pirarucu em líquido proteico capaz de enriquecer alimentos para quem tem intolerância à lactose

As carcaças do pirarucu, hoje descartadas após a retirada dos filés do peixe, podem virar matéria-prima para a indústria alimentícia. Cientistas brasileiros criaram uma maneira de transformar os restos de carne em uma substância líquida chamada hidrolisado proteico de pirarucu, capaz de enriquecer alimentos com baixo teor de proteína, como pães, cereais e biscoitos. O líquido também pode ser usado em alimentos para pessoas que não digerem a proteína do leite.

A técnica consiste em transformar esses restos de carne com o uso de enzimas, que geram reações químicas e resultam em um líquido com mais de 70% de proteína. A tecnologia é resultado de parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) com a Universidade Federal do Amazonas e já está disponível para a produção e comercialização. O pedido de patente já foi feito ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

O especialista em ciência de alimentos Rogerio Souza de Jesus, pesquisador do Inpa, conta que quando a manta do pirarucu é retirada para a venda, sobra grande quantidade de carne presa aos ossos que é jogada fora. “Em um pirarucu de tamanho médio, com cerca de 60 quilos, sobram mais ou menos 3 quilos de carne, não dá para desperdiçar isso”, diz Rogério, lembrando que a comercialização do animal tem crescido muito desde o início do manejo da espécie na Amazônia.

O pescado é uma fonte saudável de proteínas, lipídios, vitaminas A, D e do Complexo B e minerais como cálcio, fósforo, ferro, cobre e selênio. Segundo o pesquisador, é possível fazer o hidrolisado com outros peixes para aproveitar esses nutrientes, mas para isso são necessários novos estudos, pois cada espécie precisa de uma enzima específica.

Rogério de Jesus também contou que é possível retirar o odor de peixe do hidrolisado, que não altera o sabor dos alimentos e pode entrar como ingrediente em diversas formulações.

fonte:noticias.terra.com.br
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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sardinha contribui para a saúde do cérebro e controla o triglicérides

Alimento é rico em ômega 3, proteínas, cálcio, fósforo, selênio, vitamina B12 e D

A sardinha é uma boa fonte de proteínas de alto valor biológico, 100 gramas de sardinha crua apresentam 21 gramas de proteína. Ela é uma boa fonte de cálcio, especialmente quando consumida com as espinhas, fósforo, selênio, vitamina D, vitamina B12 e ácidos graxos ômega-3.

Quando não for possível comprar as sardinhas frescas, a enlatada pode ser uma opção. Os nutrientes como proteínas e minerais são mantidos. Porém as enlatadas apresentam algumas desvantagens como maior teor de sódio e a proteção interna das latas transfere bisfenol-A (toxina) para o alimento. As conservas em óleo preservam mais o ômega-3 que em água. Mas é importante escorrer bem o óleo da lata, pois em geral, são utilizados óleos refinados para a conserva. O ideal seriam peixes em conserva de azeite e em embalagem de vidro.

A American Heart Association recomenda que pessoas que não apresentem doenças cardiovasculares consumam peixes variados pelo menos duas vezes por semana, sendo a porção de aproximadamente 100 gramas de peixe cozido. E a AI (Adequade Intake, ingestão adequada) de ômega-3 estabelecida é de 1,6 g para homens e 1,1 g para mulheres. Em 30 gramas de sardinha enlatada em óleo, temos aproximadamente 300 mg de ácido graxos ômega-3.

O ômega-3 é fundamental para a saúde cerebral, crescimento e desenvolvimento. Ele é um anti-inflamatório que ajuda a reduzir o riso de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, câncer e artrite. O ômega-3 também pode beneficiar pessoas com diabetes, depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, declínio cognitivo, problemas de pele, asma, cólicas menstruais, TPM e menopausa.

O ômega-3 presente nas sardinhas ajuda a controlar os níveis de triglicérides sanguíneos e a vitamina B12 regula os níveis de homocisteína, que se estiverem elevados são fatores de risco para doenças cardiovasculares.

A sardinha é um dos poucos alimentos fonte de vitamina D. A vitamina D aumenta a absorção de cálcio pelo organismo e as sardinhas ainda apresentam boa quantidade de fósforo, outro mineral importante para os ossos.

Outro benefício da sardinha é ser um dos peixes com menores teores de contaminantes como o metilmercúrio.

Quem tem ácido úrico alto deve comer sardinhas com moderação, já que elas são ricas em purinas. As sardinhas também podem causar reação alérgica em algumas pessoas. E devem ser introduzidas com cautela na alimentação de crianças, além de serem alergênicas, pela presença de espinhas. Crianças e gestantes devem consumir no máximo 350 g de peixe por semana.

fonte:minhavida.com.br
por Patricia Bertolucci NUTRICIONISTA - CRN 5984/SP
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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Invista nos alimentos aliados dos cabelos e unhas

Alimentos fontes de biotina, cálcio, vitamina C e outros nutrientes garantem a saúde das unhas e cabelos

Ingerir os alimentos certos ajuda a preservar a saúde dos seus cabelos e unhas. Isto ocorre porque eles possuem determinados nutrientes que proporcionam estes benefícios. A escolha dos alimentos certos pode prevenir enfraquecimento das unhas, queda de cabelos e até mesmo melhorar a espessura dos cabelos. A seguir, listamos 13 nutrientes que são aliados dos cabelos e unhas e apontamos quais são os alimentos ricos neles.

Fontes de biotina
Alimentos ricos em biotina aceleram o crescimento de unhas e cabelos - Foto: Getty Images

A biotina contribui para manter cabelos e unhas fortes e acelerar o seu crescimento. Os especialistas ainda não conseguiram entender muito bem como este benefício ocorre, mas acreditam que a biotina tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe o cabelo e a unha. "Unhas fracas que descamam com facilidade pode ser um sinal de deficiência desta vitamina. Se você também sofre de dermatite seborreica e queda de cabelo, definitivamente precisa caprichar na ingestão de biotina", orienta a nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki.

As principais fontes de biotina são: gema de ovo, couve, espinafre, couve-flor, repolho, pepino, alface, tomate, cenoura, cogumelos, cebola, amêndoa, noz, levedo de cerveja, salmão, sardinha, peito de frango e de peru, fígado bovino, leite de vaca e de cabra, queijos, morango, aveia, arroz integral, grãos integrais, leguminosas.

Fontes de cálcio
Fontes de cálcio são aliadas das unhas - Foto: Getty Images

O cálcio é essencial para a formação das unhas e cabelos. "Quando há uma deficiência de cálcio, os cabelos quebram com facilidade e as unhas perdem força e dureza, ficam ressecadas e podem apresentar fendas verticais que se abrem sempre no mesmo lugar", alerta Mazaracki.

Principais fontes de cálcio: leite e laticínios (queijo, iogurte e kefir), folhas verde-escuras (couve, brócolis, agrião e rúcula), repolho, quiabo, algas, semente de gergelim, soja, sardinha em lata e melado de cana.

Fontes de vitamina C
Vitamina C contribui para a produção de colágeno - Foto: Getty Images

A vitamina C também é muito importante para os cabelos e unhas. "Ela ajuda na produção do colágeno, que é uma das estruturas do fio de cabelo e das unhas, os principais nutrientes para formar o colágeno são a prolina e a vitamina C", explica o nutrólogo Roberto Navarro, especialista Minha Vida.

As principais fontes de vitamina C: frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí, goji berry, morango, kiwi.

Fontes de ferro
O ferro contribui para o transporte de oxigênio no sangue - Foto: Getty Images

Para cabelos e unhas não caírem é preciso que eles recebam oxigênio. O ferro está diretamente envolvido no transporte do oxigênio pelas hemácias, as células vermelhas do sangue. Então, é importante ter boas quantidades deste mineral para que o oxigênio chegue até o bulbo capilar e a matriz da unha. "Quando o nível de ferro está muito baixo, os cabelos caem e as unhas ficam fracas e quebradiças e podem surgir linhas verticais e palidez no leito ungueal", constata Mazaracki.

As principais fontes de ferro são: carne bovina, frango, atum, salmão, fígado e outras vísceras, carne de porco e carneiro, ovos, todos os feijões, pão integral, germe de trigo, açaí, beterraba, vegetais folhosos de cor verde-escura, uva-passa.

Fontes de proteínas
Proteínas ajudam a ter cabelos e unhas fortes - Foto: Getty Images

Parte da estrutura dos cabelos e unhas são os aminoácidos que vem das proteínas. Assim, ingerir fontes de proteínas ajuda a ter cabelos saudáveis e unhas fortes. As principais fontes de proteínas são: carnes, aves, pescados, frutos do mar, ovos, leite e derivados, quinoa e soja.

Fontes de vitamina A
Vitamina A é aliada de cabelos e unhas por ter ação antioxidante - Foto: Getty Images

A vitamina A se destaca pela forte ação antioxidante que proporciona. "Por isso, o nutriente ajuda a manter a saúde dos cabelos e unhas. Se suas unhas demoram pra crescer e sua pele tem tendência à dermatite, a deficiência de vitamina A pode ser a causa", conta Mazaracki.

As principais fontes de vitamina A são: fígado, ovos, frutas e vegetais amarelos, laranja e verde-escuros (os campeões são manga, melão, laranja, papaia, cenoura, abóbora, espinafre, couve, brócolis, batata-doce), leite integral, queijo, iogurte, manteiga, algas, peixes, frutos do mar.

Fontes de vitaminas do complexo B
Vitaminas do complexo B atuam no crescimento de cabelos e unhas - Foto: Getty Images

As diversas vitaminas do complexo B atuam no crescimento do cabelo e unhas e rejuvenescem o folículo piloso, estrutura em que o fio nasce. "Além de participarem como coenzimas, ou seja, coadjuvantes em várias reações químicas dentro do corpo, de maneira que os minerais essenciais para cabelos e unhas possam ser assimilados e utilizados pelo organismo", explica Mazaracki. Dentre as oito vitaminas do complexo B destacam-se a biotina, ácido pantotênico e folato.

As principais fontes de ácido pantotênico são: abacate, batata-doce, semente de girassol, miúdos, gema de ovo, levedo de cerveja, leguminosas, grãos integrais, germe de trigo, salmão.

As principais fontes de folato são: folhas verdes escuras (com ênfase para espinafre, brócolis, couve, alface, salsa), cereais integrais, feijões, cogumelos, fígado de galinha, abacate, manga, laranja, tomate, melão, banana, ovo, levedo de cerveja, germe de trigo.

Fontes de selênio e ômega 3
Entenda como o ômega 3 e o selênio são aliados dos cabelos e unhas - Foto: Getty Images

A combinação entre selênio e ômega 3 é ótima para a saúde do couro cabeludo. "Nossa pele tem uma proteção lipídica que é uma camada de gordura. O ômega 3 é a matéria prima que precisamos para a camada lipídica da pele", explica Navarro. Este ácido graxo também irá reduzir a inflamação do couro cabeludo.

Já o selênio tem ação antioxidante e por isso também irá reduzir a inflamação do couro cabeludo. "Este mineral também controla a oleosidade do couro cabeludo", constata Navarro.

Fontes de selênio e ômega 3: a melhor fonte dos dois nutrientes é o salmão. O ômega 3 também está presente nos demais peixes de águas frias e profundas e na chia e linhaça. Já o selênio pode ser encontrado nas oleaginosas, como nozes e amêndoas.

Fontes de enxofre
Fontes de enxofre contribuem para a formação do cabelo - Foto: Getty Images

O enxofre é um mineral que compõe a cisteína, que por sua vez é essencial para a formação do cabelo. As principais fontes de enxofre são: alho, cebola, repolho, brócolis, pimentão vermelho, couve-de-bruxelas, couve, alface, algas, raiz forte, nozes, ovos, leite, carne, peixe, frutos do mar, aves.

Fontes de silício
Fontes de silício melhoram a espessura do cabelo e das unhas - Foto: Getty Images

O silício tem ação estrutural, reforça e melhora a espessura do cabelo e das unhas. As principais fontes de silício são: batata-doce, arroz integral, linhaça, banana, aveia, uva-passa, manga, morango, alho-poró, feijão verde, grão de bico, amêndoa, pepino, aipo, aspargo, chá de cavalinha.

Outros nutrientes aliados
Veja outros nutrientes aliados das unhas e cabelos - Foto: Getty Images

Outros nutrientes benéficos para os cabelos e unhas são:
-Vitamina E, presente em: azeite de dendê e de oliva, ovos, germe de trigo, miúdos, verduras folhosas, abacate, manteiga, sementes oleaginosas, amendoim, feijões, aspargo.

-Iodo, presente em: todas as algas, peixes e frutos do mar (salmão, sardinha, ostra, marisco, camarão), sal iodado, ovos, aspargos, cogumelos, espinafre, gergelim, alho, couve, abobrinha.

-Manganês, presente em: abacaxi, semente de abóbora, linhaça, chia, tahini, nozes em geral, chocolate escuro, frutos do mar, pimenta vermelha.

fonte:minhavida.com.br
Por Bruna Stuppiello
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Linhaça fortalece o coração e controla o colesterol

A semente dourada tem sabor mais suave e digestão melhor do que a marrom

Já imaginou se existisse um alimento capaz de proporcionar inúmeros benefícios, nas mais diversas fases da vida, ajudando na prevenção e combate de inúmeras patologias, do rejuvenescimento das células até mesmo prevenção e combate ao câncer? Pois acredite, esse alimento existe e atende pelo nome de linhaça.

Utilizada no oriente desde a antiguidade, essa pequena e poderosa semente já era sinônimo de proteção, estando presente nas tumbas do Egito, rituais religiosos e no tratamento de ferimentos. Com o passar dos anos e o avanço da tecnologia, pesquisas comprovaram a eficácia da semente do linho para proteger a saúde de quem a consome.

A nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, orgânicos e para bem-estar, explica que a linhaça é riquíssima em componentes com efeitos benéficos à saúde: fibras, ômegas 3 e 6 (ácidos graxos), lignanas (fitoestrógenos), vitaminas A, E, B1, B6, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Com sabor que lembra a castanha, é uma opção sem glúten para fornecer esses nutrientes. Este alimento funcional é capaz de ajudar o sistema imunológico, reduzir o envelhecimento celular e diminuir o risco de algumas doenças.

A linhaça é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom).

Existem dois tipos de semente de linhaça: marrom e dourada. A linhaça marrom, nativa da região mediterrânea, já está adaptada ao solo brasileiro e ao clima quente e úmido. Apresenta casca um pouco mais dura e resistente, o que pode diminuir a biodisponibilidade dos seus nutrientes. A linhaça dourada cresce em climas mais frios. Geralmente é importada do Canadá. Tem a casca mais fina e seu sabor é mais suave do que o da linhaça marrom. "Estudos já demonstram que não existe diferença significativa na atividade antioxidante e quantidade de nutrientes nos dois tipos de linhaça", explica Flávia Morais.

Dicas de Consumo
Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal. Um modo fácil de quebrar as sementes é passá-las levemente em um liquidificador. Guardar em pote bem fechado, de preferência de vidro opaco, no refrigerador, e ao abrigo da luz por até três dias Também pode ser utilizada no último cozimento do feijão ou sopa.

Na rotina alimentar as sementes podem ser adicionadas a iogurtes, saladas, sucos, vitaminas e sopas. "Para aproveitar todos os benefícios que a linhaça oferece, as sementes devem ser trituradas. Elas podem ser adicionadas em sucos ou vitaminas, por exemplo. Outra opção é germiná-las. A farinha pode ser usada em receitas de pães e massas, em geral para aumentar sua quantidade de fibra", ratifica a nutricionista do Mundo Verde.

É possível também substituir o óleo ou gordura de uma receita por óleo de linhaça. Outra substituição interessante é trocar 1 ovo por 3 colheres (sopa) de linhaça, para dar liga ou consistência. Use em panquecas, bolos e bolinhos. Colocar 3 colheres de sopa de semente de linhaça em ½ copo de água, deixar de molho por 4 horas e adicionar na receita em substituição ao ovo. Em geral, a ingestão recomendada de linhaça é de 3 colheres de sobremesa ao dia.

Principais Ações da Linhaça no Organismo
Ácidos Graxos: Destacam-se por seu potencial preventivo. Reduzem o colesterol total e o LDL, e a pressão arterial confirmando seu efeito cardioprotetor. O óleo de linhaça é fonte de ALA (ácido alfa linoléico) que previne a hipercolesterolemia, trombose e ainda reduz a agregação plaquetária. O ômega 3 inibe a formação de mediadores pró-inflamatórios. A ingestão do óleo é uma alternativa para o tratamento de deficiência lacrimal. Reduz a inflamação ocular, alivia, ainda, sintomas da artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla e lúpus. Indicado para peles secas, manchas, acne, espinhas e eczema. Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico. Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico. É ainda coadjuvante no tratamento da depressão, melhora as funções mentais de idosos e de pessoas com problemas de conduta (esquizofrenia). Estudos demonstram que o ômega 3 presente na linhaça atua na prevenção de demência e mal de Alzheimer. O óleo de linhaça prensado a frio é fonte de vitamina E, uma vitamina antioxidante importante para manter a qualidade do óleo e evitar a oxidação/perda do ALA.

Lignanas: Desempenham importante papel no equilíbrio hormonal. Contribui para a manutenção da saúde óssea e também na redução de risco de câncer hormônio dependente. Auxiliam no combate aos sintomas da TPM e menopausa, e a prevenir o surgimento de câncer de mama. Também têm efeito protetor contra câncer de próstata. Pesquisas mostram que a linhaça é o principal alimento fonte de lignanas.

Fibras: Auxiliam no controle da glicemia e das taxas de colesterol sanguíneo, diminuindo o risco de diabetes e doenças coronarianas. Previnem e reduzem o risco de câncer coloretal e a incidência de obesidade. Ajudam na digestão e no bom funcionamento do intestino.

Proteínas: A proteína encontrada na semente de linhaça é uma boa fonte de arginina, glutamina e histidina, aminoácidos relacionados ao fortalecimento do sistema imunológico.

Para Todos os Gostos
Semente: Grão intacto, fonte de ômegas 3 e 6, lignanas e fibras. Para que estes nutrientes possam ser absorvidos deve ser triturada ou moída. Lembrando que os ômegas se oxidam facilmente, então depois de triturada a linhaça deve ser guardada em pote bem fechado, opaco e sob refrigeração por até três dias. A semente também pode ser germinada e adicionada a sucos verdes.

Farinha: É obtida através das sementes de linhaça moídas. Boa fonte de fibras. Se a farinha for parcialmente desengordurada, terá menor teor de ômegas 3 e 6 (gorduras) e de lignanas se comparada à semente inteira.

Óleo: É extraído da prensa das sementes de linhaça, rico em ômega 3 e ômega 6. Prefira os 100% integrais e naturais, obtidos por uma única prensagem a frio, sem aditivos ou solventes. A exposição ao calor, à luz e ao oxigênio provoca oxidação dos óleos, por isso é importante escolher os não refinados embalados em garrafas à prova de luz (opacas).

Cápsulas: Uma forma de suplementar a dieta com ômega 3. O óleo de linhaça é encapsulado, tornando mais prática sua administração. Como qualquer alimento encapsulado, precisa de registro no Ministério da Saúde que garanta sua qualidade.

A linhaça ainda pode ser encontrada na composição de barras de cereais, biscoitos, bolos, granolas.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/4540-linhaca-fortalece-o-coracao-e-controla-o-colesterol
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Alimentos antioxidantes

Como eles ajudam na perda de peso

Você certamente já ouviu falar deles e dos inúmeros benefícios que trazem à saúde. Por isso, vale a pena entender como eles agem no corpo.

Radicais livres x Antioxidantes
Os radicais livres são moléculas produzidas naturalmente pelo organismo durante processos como respiração e produção de energia. Essas moléculas reagem com componentes do corpo, podendo causar diversos danos à saúde. Para evitar e neutralizar a ação dos radicais livres, o organismo produz moléculas chamadas antioxidantes. No entanto, o problema acontece quando ocorre um excesso de radicais livres e a quantidades de antioxidantes naturais são insuficientes para neutralizar a sua ação, contribuindo dessa maneira, para o envelhecimento precoce e até mesmo o surgimento de várias doenças.

Antioxidante x Perda de peso
A relação entre os antioxidantes e o controle do peso também é conhecida. Algumas dessas substâncias têm ação anti-inflamatória. Ou seja, além de combater os radicais livres, diminuem a inflamação no corpo. E quanto menos inflamado, o organismo responde melhor ao processo de emagrecimento.

Por isso, para potencializar o emagrecimento, vale aumentar a quantidade de alimentos com ação antioxidantes consumidos. Veja abaixo as principais substâncias antioxidante e onde encontrá-las:

Licopeno
Está em alimentos de cor vermelha como o tomate, melancia, morango, goiaba, pitanga, beterraba.

Betacaroteno
Encontrado em alimentos de cor amarelo-laranja como a cenoura, abóbora, mamão, damasco, manga, batata-doce

Flavonoides
Encontrado em alimentos como o chá verde, brócolis, salsa, suco de uva integral, nozes e chocolate amargo.

Vitamina A
Presente em alimentos como fígado, gema de ovo, leite, manteiga, folhas verde-escuras, frutas e hortaliças de cor amarela e laranja

Vitamina C
Está nas frutas cítricas (laranja, kiwi, acerola, abacaxi, entre outras), tomate e pimentão.

Vitamina E
Encontrada em alimentos como óleos vegetais, gema de ovo, frutas oleaginosas, gérmen de trigo e manteiga.

Selênio
Disponível em cereais integrais, leite, manteiga, pão integral, aveia, salmão, camarão e oleaginosas.

Cobre
Achado em alimentos como fígado, nozes, leguminosas e cereais integrais.

Zinco
Está no leite, queijos, ovos, fígado, leguminosas, farelo de trigo, carnes e nozes.


Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3: 35001/P

fonte:http://www.dietaesaude.com.br/temas/alimentacao/16687-alimentos-antioxidantes
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Inclua no cardápio sete nutrientes para amenizar os sintomas da asma

Magnésio e vitamina D estão na lista de recomendações dos especialistas

Um simples vento gelado já pode ser suficiente para a crise de asma atacar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 16 milhões de brasileiros sofrem com essa inflamação crônica, que dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias e provoca tosse, chiado no peito e sensação de falta de ar. Segundo o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo, nenhum alimento pode isoladamente prevenir ou piorar as crises, mas existem nutrientes que ajudam nosso sistema respiratório a funcionar melhor e podem ajudar na prevenção. Inclua as sete opções abaixo no seu cardápio - sugeridas por especialistas - e aumente a sua imunidade!


Vitamina D
"A falta dessa vitamina no organismo pode contribuir para o aumento da massa muscular nos brônquios, fazendo com que eles se contraiam mais, tornando a respiração mais difícil", explica a nutricionista Hellen Fernandes, consultora da farmácia de manipulação Galgani, em Belo Horizonte. Também é comum a pessoa com asma ser deficiente em vitamina D porque o uso de corticoides para o tratamento da asma pode diminuir os níveis desse nutriente, sendo necessária a suplementação. "Até o momento, a vitamina D só deve ser suplementada em asmáticos com deficiência confirmada por exame de laboratório e a dose ideal de reposição será receitada pelo médico", diz o alergista Marcelo. Boas fontes de vitamina D são gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes, como cavala, salmão e arenque.

Magnésio
A nutricionista Hellen explica que o magnésio promove o relaxamento muscular em períodos de crise de asma. "A ingestão por meio da dieta vai facilitar a broncodilatação, melhorando o quadro respiratório e as funções pulmonares", afirma. Oleaginosas, leguminosas, cereais integrais, frutos do mar, vegetais e folhas verde escuras são boas fontes desse nutriente.

O mineral também pode ser usado no tratamento de crises graves de asma - em versão intravenosa ou inalatória - porque ajuda a aliviar o broncoespasmo, mas sempre com supervisão médica. "O magnésio é usado sempre para complementar o tratamento padrão com broncodilatadores e corticoides", explica o alergista Marcelo.

Vitamina A
Além de fortalecer o sistema imunológico, a vitamina A regula o crescimento e a regeneração de vários tipos de tecidos e células do trato respiratório. "Esse nutriente regula a função pulmonar, ajudando na produção de muco para expelir partículas, deixando nosso pulmão menos vulnerável a infecções", explica a nutricionista Hellen. As principais fontes de vitamina A são fígado, ovo, manteiga, talos de verduras e legumes amarelos e vermelhos, como a cenoura.

Vitamina C
Segundo um estudo publicado no periódico Clinical and Translational Allergy e desenvolvido pela Universidade de Tanta, no Egito, e a Universidade de Helsinki, na Finlândia, descobriu que a vitamina C pode melhorar a respiração de crianças com sintomas moderados de asma. Os efeitos benéficos da ingestão diária de vitamina C foram mais significativos em crianças com idades entre sete e oito anos. "A ingestão de vitamina C ameniza a inflamação e estabiliza a liberação de histamina - substância vasodilatadora responsável pelas crises de asma", afirma a nutricionista Hellen.

A especialista também conta que é comum portadores de asma apresentarem uma deficiência na vitamina, mas a ingestão é recomendada somente por meio da dieta. "Não há evidências que incentivem o uso de suplementação de vitamina C nos portadores de asma", afirma o alergista Marcelo. Boas fontes de vitaminas C são acerola, laranja, limão e kiwi.

Selênio
Poderoso antioxidante, o selênio ajuda a eliminar os radicais livres que foram produzidos pelo processo inflamatório da crise de asma, evitando quedas bruscas na imunidade do portador da doença. O selênio pode ser encontrado em oleaginosas e cereais integrais.

Vitamina E
Assim como o selênio, a vitamina E é um antioxidante que ajuda nos processos inflamatórios desencadeados pela crise de asma. "Alguns estudos mostraram que gestantes com deficiência nessa vitamina apresentaram mais riscos de ter filhos com asma", explica o alergista Marcelo. Gérmen de trigo, óleos vegetais, gema de ovo e vegetais folhosos são fontes de vitamina E.

Ômega 3
"A ingestão de ômega 3 irá inibir a produção de prostaglandinas, uma substância broncoconstritora associada a alergias respiratórias", diz a nutricionista Hellen. Por conta disso, esse nutriente combate as inflamações e melhora a função respiratória. Peixes de água fria, canola, linhaça e gérmen de trigo são boas fontes de ômega 3.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15291-inclua-no-cardapio-sete-nutrientes-para-amenizar-os-sintomas-da-asma
por Carolina Serpejante
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Os sete alimentos que combatem a ansiedade


Hoje em dia, é difícil não andarmos constantemente nervosos com algo ou sem paciência para com as pessoas e determinadas situações. Cada vez parece estar mais difícil manter a calma.

Se é das pessoas a quem estão constantemente a dizer que é ansiosa, tenha cuidado, pois isso vai provocar um reboliço nas suas emoções.

Se ainda não parou para pensar que a sua alimentação tem influência no seu estado emocional, nunca é tarde, pois pode ter a certeza que tem. De facto, existem alguns alimentos que contêm aminoácidos e vitaminas essenciais que atuam diretamente diminuindo o stress, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de seratonina, que é responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento.

Não perca tempo e conheça os sete alimentos que combatem a ansiedade. Faça a sua lista e vá ao supermercado, pois nada será melhor do que levar a vida de uma forma mais tranquila.


Lista de alimentos
O primeiro alimento que aconselhamos é a alface, pois é uma ótima opção para aliviar os sintomas de irritação. Mas não deixe o talo de lado, pois contém latucina, uma substância que funciona como calmante.


Para quem não sabe, a banana contém uma grande quantidade de potássio, carboidrato, magnésio e biotina, que estimulam o sono e irão ajudar a que se durma as famosas oito horas necessárias para realmente descansar. De facto, foi realizado um estudo por investigadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas que veio comprovar que a banana ajuda no combate à depressão, aliviando os sintomas de ansiedade. É graças ao alto teor de triptofano que a fruta carrega que também vai ajudar na produção de serotonina.

Outro alimento que também contém potássio é o espinafre, além de ácido fólico. Ambos vêm contribuir na prevenção da depressão. Isto já para não falar no facto de que ingerir espinafre influencia na regularização do sistema nervoso.

Por serem ricos em zinco e selênio, os frutos do mar são mais um dos sete alimentos que combatem a ansiedade pois atuam no cérebro, diminuindo o cansaço e a própria ansiedade. Além desta capacidade, os frutos do mar também são boas fontes tanto de proteína como de gordura saudável, o famoso Ômega 3, que é essencial para o bom funcionamento do coração.

Sendo conhecida por ser rica em vitamina C, além de cálcio e também vitaminas do complexo B, a laranja é outro dos sete alimentos que combatem a ansiedade. De fato, vários estudos já comprovaram que a vitamina C diminui a secreção de cortisol, uma hormona libertada pela glândula adrenal em resposta ao stress e à ansiedade, também responsável por transmitir o stress para todas as partes do corpo. Assim, o consumo de laranja vem promover o bom funcionamento do sistema nervoso, aumentando a sensação de bem-estar. A melhor forma de a consumir é mesmo com um belo sumo.

O mel não é apenas doçura. Para quem não sabe, o mel vem influenciar a produção de serotonina, um neurotransmissor que está intimamente ligado às mudanças de humor.

O último dos sete alimentos que combatem a ansiedade é o tomate. Por ser rico em vitamina B6 e vitamina C, a sua ingestão vai combater a irritação. O que é bastante positivo, já para não falar no baixo custo que tem e praticidade do consumo.

fonte:http://www.vidadequalidade.org/os-sete-alimentos-que-combatem-a-ansiedade/
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