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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Reposição hormonal natural

A menopausa é uma fase bem complicada na vida das mulheres. É o período em que se encerra o ciclo menstrual da mulher e ela para de ovular, ou seja, a mulher não é mais fértil depois que passa pela menopausa. Normalmente, a menopausa ocorre entre os 45 e 55 anos, mas em muitas mulheres esse processo pode ocorrer antes dos 45, sendo chamada de menopausa precoce, ou depois do 55, sendo chamada de menopausa tardia.

Esse período costuma vir acompanhado de muitos incômodos. O mais comentado entre as mulheres são os calores (ondas muito fortes de calor que vêm acompanhadas de suor intenso). Além de ser incômodo fisicamente, os calores trazem constrangimento.

Dentre os outros incômodos estão a irritabilidade, ressecamento vaginal, perda do desejo sexual, insônia, diminuição da atenção e da memória, perda de massa óssea (osteoporose), aumento do risco cardiovascular, alterações na distribuição da gordura corporal (é normal que a mulher ganhe peso nessa fase) e, em casos mais graves, pode ocorrer a depressão.

Nessa fase é importante que a mulher faça um acompanhamento com o seu ginecologista, e, se for o caso, deve procurar também uma ajuda psicológica. Somente o ginecologista poderá orientar o uso de hormônios sintéticos para tratar os sintomas. Nem todos os profissionais são adeptos a esse tipo de tratamento, pois podem trazer efeitos colaterais. Mas em alguns casos, a reposição hormonal é o mais indicado para a mulher na menopausa.

Aqui no Receita Natural, estamos sempre trazendo opções naturais para tratar diversas doenças. E para amenizar os sintomas da menopausa, temos hoje algumas dicas de reposição hormonal hormonal natural que pode ajudar as mulheres a passarem mais tranquilas por esta fase da vida.

Dicas naturais para reposição hormonal na menopausa

Alimentos à base de soja podem ajudar na reposição hormonal

A primeira coisa a ser ingerida nessa fase são os alimentos à base de soja. Ela é capaz de reduzir as chances de câncer de mama e também a osteoporose. A semente de linhaça é outro alimento que deve ser incluído na dieta. Ela pode ajudar a reduzir os sintomas da TPM, que causa muita irritabilidade, além de outros incômodos. O inhame é ótimo para combater o inchaço e a retenção de líquidos, situações comuns nesta fase da vida. Ele pode ser consumido em sopas e também em forma de suco.

Algumas plantas podem ser usadas para fazer essa reposição de hormônios naturalmente. Veja algumas receitas de chás.

Chá de Folhas de Amoreira
As folhas da amoreira ajudam a reduzir os calores da menopausa, por conterem fitoestrogênios que diminuem a oscilação hormonal na corrente sanguínea.

Para fazer o chá basta ferver 5 folhas de amoreira em 500 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Deve ser tomado diariamente, não ultrapassando a quantidade de 3 xícaras por dia.

Chá de Salva
A salva é uma erva que também pode ajudar a diminuir as ondas de calor, corrigindo os níveis hormonais.

Para fazer o chá adicione 10 g de folhas secas em 1 litro de água fervente. Coar após 10 minutos e tomar morno. Também deve ser tomado diariamente para se obter os resultados esperados.

Ginseng siberiano
Esta planta é indicada para evitar a depressão e diminuir o estresse. Tem propriedades calmantes, ao mesmo tempo que energiza o corpo, devolvendo a libido (desejo sexual) perdido nessa fase.

Pode ser feito o chá da planta. Basta ferver 1 cm da raiz em 200 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Tome 1 xícara diariamente.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 12 de novembro de 2017

Tratamentos naturais para cessar os sintomas da menopausa

Calorões e desconforto tem solução com produtos naturais! | Imagem: Reprodução

Conhecendo o problema
A menopausa é aquele período da vida das mulheres em que se encerram ciclos. A idade em que ocorre, varia de mulher para mulher, mas o fato é que acontece após o último ciclo menstrual da vida da mulher. Ainda há a menopausa cirúrgica, quando são retirados os ovários ou útero devido a problemas de saúde. É o sinal de que a vida reprodutiva acabou, de que o tempo passou e o corpo demonstra todas as mudanças.

Os ovários param a produção do estrogênio e isso causa sintomas, já que o corpo vai se adaptando aos poucos às alterações hormonais. São ondas de calor, palpitações, também há sintomas psicológicos, como depressão, irritabilidade, ansiedade, variações de humor, falta de concentração e alguns físicos, tais como secura vaginal e urgência em urinar.

Sendo um estágio natural e não uma doença, a menopausa não costuma ter um tratamento com medicamentos padrão, mas pode ter os sintomas aliviados com receitas caseiras de chás e produtos naturais.

Veja algumas opções para tratar esses incômodos da menopausa

PEPINO PARA OS CALORÕES: descasque um pepino grande, corte em rodelas e esmague bem, recolhendo o suco. Depois de coar, beber um copo do suco. Deve-se tomar um copo de suco de pepino por semana, até que cessem os calorões.

PARREIRA PARA CALORÕES: Ferva uma folha de parreira por cinco minutos em quatro xícaras de água. Aguarde esfriar e então beba uma xícara de manhã, uma xícara à tarde e outra antes de deitar à noite. Fazer isso até que cessem os calorões.

LOURO PARA CÓLICAS: Ferver uma folha verde ou seca de louro, por cinco minutos em duas xícaras de água. Beba uma xícara ao dia ou sempre que necessário.

ANGÉLICA: Ferva dois copos de água, coloque uma colher de sopa de folhas de angélica e deixe em infusão por vinte minutos, num recipiente tampado. Coe e beba três xícaras desse chá ao dia. Pode ser adoçado se preferir, ou com açúcar mascavo ou com mel.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Isoflavonas: Uma alternativa para o tratamento dos incômodos da menopausa


Atualmente, o principal foco de interesse dos produtos fotoquímicos se concentra no grupo das isoflavonas. As isoflavonas são substâncias vegetais, que podem atuar como estrogênios (fitoestrogênios) no corpo e tem funções protetoras.

Estes compostos possuem atividade estrogênica e uma grande variedade de propriedades biológicas que podem ter efeito sobre múltiplos processos bioquímicos e fisiológicos.

Embora as isoflavonas estejam amplamente distribuídas no reino vegetal, se encontram em concentrações relativamente elevadas nos legumes e, especificamente, na soja.

O tratamento do climatério e da menopausa com fitoestrogênios surge como possível alternativa para a terapia de reposição hormonal com estrogênios.

Nos últimos anos tem havido um enorme interesse pelos fitoestrogênios particularmente pelos potenciais benefícios para a saúde que uma dieta rica nesses compostos pode proporcionar sobre os processos que dependem dos hormônios.

Terapia De Reposição Hormonal
Atualmente, a maioria dos sintomas associados com a menopausa podem chegar a ser prevenidos com sucesso mediante a terapia de reposição hormonal, no entanto, este tratamento mediante a administração de estrogênios não está isento de riscos potenciais.

Estes riscos incluem a potenciação de tumores de endométrio ou mama ou alterações tromboembólicas, hepáticas e da vesícula biliar. Além disso, este tipo de terapia é contraindicada nos casos com antecedentes de tumores dependentes de estrogênio na mama ou no endométrio, hipertensão grave e diabetes, entre outros.

Devido aos mencionados efeitos colaterais, entre os quais também se incluem a presença de dores de cabeça e náuseas, muitas mulheres na pós-menopausa têm que abandonar a terapia de reposição hormonal (TRH).

Enquanto se segue debatendo sobre os benefícios e os riscos da TRH, aparece como possível alternativa a ingestão de suplementos de soja (ou isoflavonas) na na dieta.

As isoflavonas no tratamento da menopausa
O potencial papel dos suplementos de soja na dieta como alternativa para a terapia de reposição de hormonal tem sido sugerida a partir da observação de que as mulheres asiáticas, consumidoras de uma dieta rica em soja, têm uma incidência de sintomas menopáusicos muito menor em comparação com as mulheres ocidentais. Recentes estudos clínicos têm confirmado que as isoflavonas ajudam a mitigar estes sintomas menopáusicos.

Nos últimos anos têm sido publicados vários artigos científicos sugerindo que os fitoestrogênios ajudam no climatério.

Efeitos dos fitoestrogênios sobre a menopausa

*Reduzem a quantidade de ondas de calor.
*Previnem a perda de massa óssea associada com a osteoporose.
*Exercem um efeito preventivo contra as doenças cardiovasculares, ao reduzir os níveis de colesterol no sangue.
*Reduzem, potencialmente, a incidência de câncer de mama.


Como incorporar as isoflavonas na dieta habitual?
A dose diária recomendada de isoflavonas é de 60 a 80 mg por dia. Esta quantidade pode ser encontrada de forma tradicional em 140 gramas de tofu ou em meio litro de leite de soja.

Embora para a cultura ocidental o consumo de soja represente uma mudança completa nos hábitos alimentares, sua ingestão pode ser realizada graças ao concentrado de isoflavonas, uma fonte tão rica nessas substâncias que fornece ao corpo a dose diária necessária. Já existem medicamentos no mercado por isso você deve consultar o seu médico.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

domingo, 2 de julho de 2017

Proteína vegetal reduz o risco de menopausa precoce

Segundo um novo estudo, soja, folhas verdes, sementes e castanhas podem reduzir o risco de menopausa precoce em até 60%

Para evitar o risco de menopausa precoce, os pesquisadores recomendam a ingestão de 32,5 g de proteína vegetal por dia, ou 3 a 4 porções de alimentos como massas integrais, cereais, tofu e nozes, em uma dieta de 2000 calorias. (iStock/Getty Images)

De acordo com um novo estudo, publicado no periódico científico American Journal of Epidemiology, mulheres que comem tofu, soja e outros alimentos ricos em proteína vegetal podem ter o risco de menopausa precoce reduzido em até 60%. Quando surge antes dos 45 anos de idade, a menopausa pode elevar os riscos de doenças cardíacas, osteoporose e Alzheimer precoces.

Genética
Até então, especialistas acreditavam que a menopausa precoce devia-se a uma peculiaridade genética inevitável para algumas mulheres, particularmente aquelas que também tiveram puberdade precoce quando mais novas. No entanto, o novo estudo sugere que o risco de atingir a menopausa mais cedo pode ser reduzido com a partir de uma dieta rica em proteína vegetal.

Segundo os pesquisadores, as causas da menopausa precoce ainda não são amplamente compreendidas e, na maioria dos casos, os diagnósticos não os atribuem aos genes ou a auto-imunidade.

O estudo
Cientistas da Universidade Harvard e da Universidade de Massachusetts, ambas nos Estados Unidos, acompanharam cerca de 116.000 mulheres por duas décadas, de 1991 até 2011, quando todas atingiram a fase pós-menopausa. Aquelas cuja ingestão calórica incluía pelo menos 9% de proteínas vegetais, como alimentos integrais, tofu, soja, nozes e sementes, apresentaram 59% menos risco do que aquelas que tiveram 4% ou menos.

Proteína vegetal
Segundo os pesquisadores, pessoas vegetarianas são mais propensas a comer essa quantidade elevada de proteínas vegetais. No entanto, é possível se adaptar a esse nível, mesmo consumindo alimentos de origem animal. Entre as participantes, poucas realmente atendiam aos 9% do consumo capazes de reduzir o risco.

Porém, 20% das mulheres obtiveram 6,5% de suas calorias de proteína vegetal, o suficiente para reduzir o risco de menopausa precoce em 16% – em comparação às mulheres que tiveram apenas 4% do consumo diário total.

Menopausa precoce
A menopausa geralmente ocorre por volta dos 51 anos, quando o corpo começa a parar de produzir estrogênio e outros hormônios naturalmente, terminando a vida reprodutiva da mulher.

Os especialistas acreditam que a proteína vegetal, que é diferente da de origem animal, protege os ovários, reduzindo o esgotamento dos folículos, que são peça-chave para o processo reprodutivo. Eles ainda não sabem como isso funciona, mas esperam ser possível desenvolver formas de prevenção assim que surgirem mais estudos sobre o assunto.

“Uma melhor compreensão de como a ingestão de proteína vegetal está associada ao envelhecimento dos ovários pode identificar formas para que as mulheres modifiquem seu risco de menopausa precoce e condições de saúde associadas. Para uma mulher com uma dieta de 2000 calorias, isso equivale a 32,5 gramas de proteína vegetal por dia, ou três a quatro porções de alimentos ricos em proteína, como massas integrais, cereais, tofu e nozes.”, disseram os autores da pesquisa.

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vitamina D reduz risco de menopausa precoce, revela estudo

Segundo pesquisa da Universidade Harvard, o consumo de vitamina D e leite de vaca pode contribuir para retardar o processo

Os hormônios do leite também podem implicar no atraso do envelhecimento ovariano. (iStock/Getty Images)

Uma alimentação rica em peixes oleosos, como salmão, atum e sardinha, e ovos – ricos em vitamina D – pode evitar a menopausa precoce. De acordo com estudo publicado no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de vitamina D através de alimentos e suplementos pode reduzir o risco da menopausa antes dos 45 anos em até 17%. Já os alimentos ricos em cálcio mostraram uma redução de 13%.

Estudos anteriores já haviam sugerido que a vitamina pode retardar o envelhecimento dos ovários. Cerca de uma a cada dez mulheres enfrenta a fase da menopausa precoce – antes dos 45 anos -, aumentando os riscos de osteoporose, doenças cardíacas e diminuindo a fertilidade.

O estudo
Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, analisaram 116.430 mulheres que trabalharam na área da saúde durante duas décadas. Durante esse período, as participantes registraram sua dieta em cinco ocasiões e 2.041 mulheres entraram na menopausa.


Resultados

Os resultados, levando em conta peso e histórico de amamentação, revelaram que aquelas que consumiram maior quantidade de vitamina D apresentaram um risco 17% menor para a antecipação do período fisiológico do que as outras. Já o consumo de cálcio foi associado a uma redução de 13% na probabilidade de menopausa precoce.

Acredita-se que o consumo de cálcio relacionado a redução da menopausa precoce pode ser explicada pela quantidade de hormônios no leite de vaca, retardando as mudanças hormonais naturais da mulher.

Em relação à vitamina D, segundo os autores, existem boas evidências de que a substância acelere a produção de hormônios que retardam o envelhecimento ovariano e a idade em que a mulher perde a capacidade reprodutiva. Isso é importante pois a menopausa surge justamente quando a mulher não produz mais óvulos.

“Acreditamos que o cálcio poderia influenciar, também, a idade ovariana porque no leite está presente hormônios como a progesterona, que pode ajudar a reduzir esses riscos“, explicou Alexandra.

Nos Estados Unidos, leite e queijo são fortificados com vitamina D. Segundo os pesquisadores, foram os laticínios os principais alimentos que indicaram a redução do risco de menopausa precoce e o resultado poderia ser diferente em outros países. No entanto, mais pesquisas são necessárias para comprovar se a ingestão de suplementos de vitamina D realmente afeta o atraso da menopausa.

Menopausa precoce
“A menopausa precoce não só está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, osteoporose e Alzheimer, como pode afetar as chances de conceber anos antes do aparecimento dos sintomas”, disse Alexandra Purdue-Smithe, uma das autoras da pesquisa, ao Daily Mail.

Uma mulher que entra na fase da menopausa aos 43 anos, por exemplo, pode enfrentar problemas de fertilidade por volta dos 33 anos. “Estudos procuram por algo que possa reduzir esses riscos. E a dieta, que pode ser facilmente alterada, tem grande implicação na saúde da mulher.”

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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Osteoporose na menopausa: exercício previne mais que dieta

Estudo do Laboratório de Bioengenharia da FMRP mostra a importância da atividade física para a manutenção da densidade óssea

(AID/a.collectionRF/Thinkstock/Getty Images)

A ciência já comprovou a associação entre obesidade e o aumento da incidência de fraturas em mulheres que passaram pela menopausa. Há também muitas pesquisas que demonstram como uma alimentação adequada pode interferir na manutenção da massa óssea. Mas a descoberta mais recente é que alguns minutos diários na esteira podem fazer a diferença na qualidade dos ossos durante o climatério – principalmente quando se trata de prevenir a osteoporose, condição irreversível que atinge um terço das mulheres no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O achado é do Laboratório de Bioengenharia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). Os experts viram que, embora uma alimentação saudável seja, sim, importante na prevenção da fraqueza dos ossos, praticar atividade física é ainda mais determinante para se ver livre dessa encrenca.

De acordo com os pesquisadores, movimentar-se melhora a quantidade de minerais presentes nos ossos e a microarquitetura do osso trabecular – estrutura de aspecto esponjoso, responsável por cerca de 20% da composição do esqueleto humano.

A líder estudo, Ana Paula Macedo, avaliou aspectos como massa corporal, densidade óssea e resistência dos ossos ao impacto em dois grupos de ratos: sedentários e atletas, que praticavam corridas em esteiras. Nas duas turmas, uma parte dos animais recebeu uma dieta rica em gordura e a outra, um menu mais saudável.

A conclusão final foi que, apesar das dietas gordurosas diminuírem sensivelmente o conteúdo mineral ósseo, esse impacto negativo não foi tão grande quanto o impacto positivo gerado pela prática de exercícios. Então, de acordo com a pesquisadora, é possível, sim, dizer que “o treinamento físico melhora a microarquitetura óssea”. Está aí, portanto, mais um motivo para você deixar a preguiça de lado e começar a se mexer já!

fonte
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Menopausa: receita de chá com ervas variadas trata sintomas

A receita de chá do fitoterapeuta naturopata André Resende é capaz de tratar sintomas da menopausa, como: insônia e irritabilidade

A chegada da menopausa é inevitável na vida das mulheres. Tal evento ocorre devido à redução na produção dos hormônios responsáveis pelos ciclos menstruais e fertilidade da mulher. Os sintomas da menopausa normalmente aparecem entre os 45 e 55 anos de idade e variam de acordo com cada organismo.

Os sintomas da menopausa
Dentre os sintomas que confirmam a menopausa estão a menstruação irregular, ausência de menstruação por 12 meses seguidos, ondas de calor que começam de repente, suores noturnos intensos, irritabilidade, redução da libido, fadiga, secura vaginal, lapsos de memória, osteoporose, depressão, ansiedade, cansaço frequente, insônia, dentre outros.

Foto: depositphotos

Os sintomas e a sua intensidade variam de acordo com cada organismo. O tratamento desta condição pode ser feito com o uso de medicamentos receitados pelo ginecologista.

Outra opção que pode auxiliar no tratamento da menopausa é utilizar plantas e ervas medicinais. O fitoterapeuta e naturopata, André Resende, tem uma excelente receita de chá para tratar menopausa com sintomas como insônia e irritabilidade.

Chá para tratar menopausa
O chá para tratar menopausa do fitoterapeuta contém ingredientes como folhas de maracujá, amora, melissa, anis estrelado, camomila, cimicífuga e marapuama. Antes de conhecermos a receita deste remédio caseiro, veremos os benefícios de seus ingredientes.

Benefícios das folhas de maracujá
As folhas de maracujá são empregadas como aliadas no tratamento contra insônia e ansiedade, pois promovem relaxamento. Elas contêm substâncias que, ao entrar em contato com o sistema nervoso central, adquirem o poder de agir como antidepressivas, sendo um potente calmante natural.

Benefícios da amora
O chá de folhas de amora é recomendado para tratar dores de cabeça frequentes, insônia, alterações de libido, depressão e doenças nos rins e no fígado. Na mulher, este chá pode aliviar as dores das cólicas menstruais e os sintomas da TPM, além de amenizar as ondas de calor.

Benefícios da melissa
A melissa é conhecida por reduzir a ansiedade e o estresse, proporcionando o relaxamento e a qualidade do sono.

Benefícios do anis estrelado
O anis estrelado também possui efeito calmante, além de auxiliar no tratamento de cólicas, gastrites, gases, tosses, dentre outras condições de saúde.

Benefícios da camomila
Devido às suas propriedades, a camomila ajuda a acalmar e a relaxar, alivia o estresse, reduz a hiperatividade e ajuda no tratamento da ansiedade.

Benefícios da cimicífuga
De acordo com diversos estudos, a cimicífuga auxilia no tratamento dos sintomas neurovegetativos, como o surgimento de suores noturnos, ondas e calor frequentes, irritação e insônia.
Receita de chá para menopausa

A menopausa com insônia e irritabilidade pode ser tratada com o chá indicado por fitoterapeuta.
Confira a receita a seguir:

Ingredientes
1 punhado de folhas de maracujá;
1 punhado de cimicífuga;
1 punhado de amora;
1 punhado de melissa;
1 punhado de anis estrelado;
1 punhado de marapuama;
1 punhado de camomila;
1 litro de água.

Modo de preparo
Coloque 1 punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Tome uma xícara de chá, cinco vezes ao dia.

Por Débora Silva
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Benefícios e desvantagens do Óleo de Gergelim


Todos os alimentos possuem propriedades e benefícios para o nosso organismo e manutenção da nossa saúde, assim como para prevenir e tratar doenças. Apenas precisamos conhecê-los para aprender como consumi-los e desfrutar ao máximo de todos os benefícios e propriedades que podem oferecer. Hoje vamos falar sobre os benefícios, propriedades e desvantagens do consumo do óleo de gergelim para a saúde.

Com as modernidades que existem na cozinha e as inovações que tem cada um dos novos pratos que saem à luz, o óleo de gergelim cada vez está sendo mais ouvido, já que não apenas é um óleo que se liga muito bem com alimentos quentes e que pode ser tomado cru, mas que tem um sabor que muda o prato e lhe dá esse toque exótico e diferente que buscam os mais gourmets.

Sempre que você quiser dar um toque diferente à sua refeição, não hesite em recorrer ao óleo de gergelim, mas lembre-se que não apenas está dando sabor, mas que está proporcionando uma série de benefícios que te surpreenderiam. Continue a leitura.

Origem do Óleo de Gergelim:
Trata-se de um óleo vegetal, claro, proveniente das sementes de gergelim ou o que chamamos em algumas regiões, sésamo. Seu aroma sempre tem sido muito popular pelo quão picante era e esse aroma, é transferido para o óleo.

Sua origem é na Ásia, que é usado com muita frequência nos pratos dos países da região para dar aromas e para reforçar sabores dos pratos.
Especialmente em países como Coréia e China, o óleo de gergelim é usado em molhos para salada e, em seguida, se polvilham mais sementes de gergelim.

Sua cor é clara ou escura, dependendo se foi extraído o óleo das sementes já torradas ou não. O sabor é mais intenso quando o óleo de gergelim é escuro.

Benefícios do Óleo de Gergelim:
Claro, o óleo de gergelim, não apenas se encarrega de dar sabor, porque, como dissemos acima, tem uma série de propriedades que te proporcionam alguns benefícios incríveis.

Benefícios do Óleo de Gergelim
: Circulação. Ajuda a combater o colesterol ruim e os triglicerídeos, de maneira que previne a formação de coágulos, já que permite e faz com que a circulação seja contínua. Desta forma, ajuda a evitar trombos ou êmbolos que podem aparecer nos tecidos cerebrais.

Graças ao fato que permite a circulação, não haverá tanto inchaço nas mãos e pés, e as varizes melhorariam significativamente, já que evitaria o acúmulo e a obstrução do sangue nas veias, deixando como resultado dor nas pernas e uma aparência antiestética.

Ajuda a melhorar a hipertensão e é um aliado contra a arteriosclerose, que provoca o estreitamento e endurecimento das paredes das artérias.

Benefícios do Óleo de Gergelim: Dores. Ajuda a eliminar a dor de cabeça, mas para dores causadas por uma má circulação e vertigem causada por infecção ou qualquer condição de ouvido. Tem componentes analgésicos que podem combater a artrite reumatoide, onde os ataques de dor costumam ser fortes.

Pode ser consumido de maneira interna ou externa, por isso pode ser aplicado diretamente sobre a área dolorida e fazer uma massagem para que penetre, especialmente se existem dores musculares, entorses, tendinites… Sem dúvida, ajuda a aliviar a dor, evitando a inflamação dos tecidos.

Benefícios do Óleo de Gergelim
: Menopausa. Neste período, as mulheres experimentam sintomas que as alteram e que são muito variáveis, devido à perda de estrogênio. A isso, se unem as inflamações, ressecamento vaginal, dor de cabeça, alterações de temperatura, falta de desejo sexual… Neste tipo de casos, o óleo de sésamo ajuda a estimular o sistema e a libido das mulheres, através dos alimentos ou massagens com este óleo. Poderia ser considerado um autêntico afrodisíaco.

Benefícios do Óleo de Gergelim: Nervosismo. Ajuda a manter a calma e controlar a respiração e a mente, concentrando-a nos momentos em que mais precisa, como os estados de estresse, ansiedade, nervosismo… A calma pode chegar a ser tão completa que ajuda a controlar as fases do sono, devolvendo-te um sono reparador nos momentos em que você sofre de insônia.

Benefícios do Óleo de Gergelim: Antioxidantes. O óleo de sésamo é rico em vitamina E, que não apenas ajuda a conservar o óleo em perfeitas condições, mas que retarda os efeitos do tempo que se traduzem e se observam na velhice. Ajuda a prevenir tumores cancerígenos pelo corpo, porque não lhes dá um modo confortável para viver graças as suas propriedades antioxidantes e também previnem a calvície ou alopecia, melhorando seu crescimento e procurando manter o cabelo saudável e limpo, livrando-se de doenças como a caspa.

Desvantagens do Óleo de Gergelim:
Infelizmente, existem algumas contraindicações no momento de tomar o óleo de sementes de gergelim. Se você considerar os seguintes pontos, poderá desfrutar do mesmo.

Desvantagens do Óleo de Gergelim: Óleos Vegetais. Devido à proporção de óleos ômega 3 e ômega 6, que são muito diferentes neste óleo, o melhor é misturá-lo com outros óleos vegetais que sejam mais elevados em ômega 3, como o de soja que além de delicioso, combina perfeitamente com óleo de gergelim.

Desvantagens do Óleo de Gergelim: Diarreias. Se você tem algum problema de digestão onde o estômago está solto ou tem usado algum produto que ajuda a eliminar a constipação, o melhor é não tomar óleo de gergelim, porque multiplicaria seus efeitos e poderia estar em risco de desidratação.

Desvantagens do Óleo de Gergelim
: Alergias. Possui impurezas de outras frutas e podem não ser muito recomendáveis para aquelas pessoas que têm alergias a certas sementes e frutos secos.

Você pode tomar este óleo misturado com óleo de soja, de coco ou de oliva, colocando em seus pratos quentes e frios e dê um toque delicioso. Não utilize para fritar, porque não é muito compatível com esse tipo de calor. Caso contrário, você pode usá-lo para dar um toque exótico ao seu prato.

Como você pode ver, isso é tudo o que oferece o óleo de semente de gergelim. Além das possíveis contraindicações, que não deixamos para trás, porque seu sabor é excepcional e muda o sabor do prato, desde o primeiro segundo, dando um toque delicioso que desejará repetir.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Remédios com Rosas e Água de Rosas


A maioria das plantas possui algum tipo de propriedade ou benefício, seja para os cuidados de beleza ou para tratar e prevenir doenças. Hoje você vai conhecer algumas propriedades e benefícios das rosas e água de rosas, assim como utilizá-la na preparação de diferentes remédios caseiros.

Muitas pessoas nos perguntaram sobre as propriedades curativas das rosas, quais remédios com rosas podem elaborar e como se faz a água de rosas.
É importante notar, em primeiro lugar, que a rosa é um arbusto que pertence à família Rosaceae que pode chegar a medir até 2 metros de altura. Tem talos espinhosos e folíolos dispostos em grupos de cinco ou sete.

As folhas são lanceoladas e dentadas nas bordas e produzem flores de diferentes cores (vermelho, rosa, amarelo ou branco), perfumadas e com muitas pétalas. É protegida por muitos espinhos.

Existem diferentes variedades. As rosas Damascenas são de uma cor rosa pálido, as de cem folhas, de um rosa um pouco mais forte, e as francesas, de rosa forte; as três rosas “antigas” mais usadas na medicina e perfumaria.

A rosa é nativa da China e chegou à Índia e Pérsia por rotas comerciais, e de lá se espalharam para o Oriente Médio e Europa. O uso da rosa remonta desde os tempos antigos. Na Pérsia, se exportava o óleo de rosa damascena para perfumaria. Os gregos a utilizavam para se perfumar, evitar doenças e ungir os mortos.

Para seu cultivo, devem ser plantadas imediatamente após a colheita. Em caso de guardá-las, deve-se estratificar. Esta planta se adapta a qualquer tipo de solo e não requer nenhum cuidado especial, embora seja preciso ter cuidado com as doenças causadas por fungos e insetos. Para garantir de plantar a espécie correta, recomenda-se comprá-la de um comércio especializado.

É usada praticamente toda a planta, e cada parte é colhida em uma época determinada do ano. As raízes da rosa são colhidas no início da temporada de primavera. As folhas são colhidas no meio desta mesma temporada e as pétalas devem ser colhidas, antes da abertura das flores.

No mundo da culinária, da água de rosas se fazem coberturas, e com pétalas caramelizadas se decoram os bolos. A seguir detalhamos as propriedades das rosas e alguns remédios com rosas que podem ser preparados de forma caseira e natural.

Propriedades curativas das rosas:
As rosas das variedades mais conhecidas contêm óleo essencial com distintas substâncias químicas de aromas florais (até 300), além de taninos, glicosídeos e pigmentos.

Tudo isso proporciona ao óleo essencial de rosa propriedades anti-inflamatórias, adstringentes, tônico-hepáticas e tônico-digestivas. Por isso, é amplamente utilizado em massagens de aromaterapia para acalmar emoções, combater a depressão, aliviar a ansiedade, elevar o humor e reduzir o estresse e a tensão.

Também estabilizar as oscilações do estado de ânimo, especialmente se são relacionadas com a depressão pós-parto. Acalma os nervos e ajuda a superar a insônia. É importante saber que é necessário entre 50 e 100 flores para obter uma única gota de óleo de rosa.

Quanto à água de rosas é obtida por destilação e extração com solvente. Esta é usada por suas propriedades antissépticas, para limpar a pele e acalmar inflamações cutâneas, eczema ou acne.

Da mesma forma, é usada para a cicatrização de feridas e no caso de diarreia por sua propriedade adstringente e favorece a digestão de refeições pesadas. Também é usada como colírio para os olhos.

Remédios caseiros com rosas:

Remédio com rosas para tonificar a pele: Dilua 2 gotas de rosa, 4 gotas de incenso e 4 gotas de sândalo em 20 ml de óleo de jojoba. Embeba um algodão com esta preparação e aplique suavemente sobre a pele.

Remédio com rosas para glândulas inchadas: Faça gargarejos com um copo de conhaque misturado com três xícaras de água de rosas. Esta é preparada com quatro gotas de óleo de rosas se agitada bem em um litro de água quente.

Remédio com rosas para cicatrização: Ferva 2 punhados de folhas de rosa durante 15 minutos em 1 xícara de óleo de linhaça e deixe no sol por 40 dias. Embeba um pano de algodão limpo com esta mistura e aplique sobre a área afetada.

Remédio com rosas para hemorroidas externas: Ferva um punhado de folhas de rosas durante 15 minutos em uma xícara de óleo de linho ou de linhaça e deixe no sol por 30 dias. Embeba um algodão com esta mistura e aplique nas hemorroidas externas.

Remédio com rosas para aliviar os desconfortos pré-menstruais e da menopausa: Dilua 4 gotas de rosa, 3 gotas de néroli e 3 gotas de mandarim em 20 ml de óleo de amêndoa e realize uma massagem corporal.

Remédio com rosas para combater a ansiedade: Dilua 2 gotas de óleo essencial de rosa e 3 gotas de laranja em 10 ml de óleo de amêndoa e aplique uma massagem depois do banho.

Remédio com rosas para o estresse: Despeje um punhado de pétalas de rosa na água quente da banheira e tome um banho. Este remédio desaparece com o estresse quase que instantaneamente.

Remédio com rosas para inflamação da garganta, gengivas e boca: Deixe 1 grama de rosas vermelhas, outro de brancas, por nove dias em quatro litros de vinagre branco. Depois esprema, coe e guarde bem tampado. Faça gargarejos com uma colher de sopa deste vinagre em um quarto de litro de água.

Remédio com rosas para estrias: Coloque 150 gramas de cavalinha, 25 gramas de rosas, 10 gramas de laminaria, 1 grama de saponária, 1 gramas de hamamélis e 10 gotas de suco de limão em 1,5 litros de álcool 40° durante 28 dias em maceração. Coe e dilua em partes iguais com água. Aplique massageando duas vezes por dia.

Remédio tonificante de rosas para a pele oleosa: Coloque em uma panela com tampa 2 ½ xícaras de água destilada e 8 xícaras de pétalas de rosa no fogo e tampe. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe continuar fervendo por 1 hora. Retire do fogo e deixe descansar por 2 dias. Ferva novamente por 1 hora e deixe esfriar. Despeje 1/3 de xícara de vodca em uma garrafa. Coe a água de rosas, esmagando as pétalas em uma peneira, despeje esta infusão na garrafa e tampe. Embeba um algodão com esta mistura e passe sobre o rosto principalmente em áreas com acúmulo de gordura. Deixe agir por 10 minutos. Em seguida, passe um creme hidratante. Guarde este tônico na geladeira.

Remédio firmador de rosas para pele flácida: Misture 4 colheres de sopa de água de rosas com uma infusão de malva (2 colheres de sopa de malva em uma xícara de água). Adicione 2 colheres de sopa de vodka e misture bem. Em seguida, adicione 2 colheres de chá de pétalas de rosa e 1 gota de óleo essencial de rosas. Despeje a mistura em um frasco de spray e aplique sobre a pele de manhã e à noite.

Remédio com rosas para combater olheiras: Embeba um algodão com água de rosas (pode ser comprada em farmácias botânicas) e aplique suavemente sobre a pele debaixo dos olhos. Deixe no local por 15 minutos, lave a área com água fria e, em seguida, aplique um creme hidratante. Esse remédio regenera a pele e promove a circulação o que ajuda a reduzir as olheiras.

Remédio com rosas para anemia (xarope de fruta de rosa): Limpe os frutos frescos colhidos, retirando as sementes e os pelos. Prepare uma decocção forte e misture com mel ou açúcar. Cozinhe em fogo baixo até que o açúcar se dissolva. Coloque em pequenos recipientes de vidro, deixe esfriar e feche hermeticamente para conservar na geladeira. Tome 2 ou 3 colheres de sopa por dia.
Curiosidades sobre as rosas:

Com rosa eram elaboradas poções do amor, foi uma das plantas mais utilizadas em rituais de magia. A lenda popular diz que a rosa ajuda a espantar os maus espíritos e é boa contra o mau olhado.

Recomendações: É preciso usar luvas quando se colhe a rosa selvagem. As mulheres grávidas não devem tomar o óleo essencial de rosa selvagem durante as quatro primeiras semanas de gravidez.

fonte:saudedicas.com.br
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

10 Cuidados da pele na menopausa


A menopausa é uma etapa da vida que todas as mulheres passam e que causa alterações tanto em nível físico como psicológico, afetando diversas áreas de suas vidas e até mesmo sua aparência. Por isso, hoje queremos falar sobre os cuidados que requer a nossa pele durante a menopausa para que continue bela e radiante mesmo durante esta etapa da vida.

Você sabe quais são os 10 cuidados essenciais que precisa a nossa pele na menopausa? Contamos-te em nosso site de Saúde. Quando as mulheres chegam à menopausa ocorre em nosso corpo uma série de alterações hormonais que afetam tanto as nossas emoções como o nosso organismo.

No início desta fase apenas percebemos essas mudanças, mas ao longo do tempo nossa pele se vê mais envelhecida, menos luminosa e mais flácida. No entanto, não devemos ficar alarmadas porque, além de tratamentos, podemos recorrer a certos hábitos naturais e simples que atrasem notoriamente os efeitos da menopausa sobre a nossa pele.

Quais cuidados precisa a nossa pele na menopausa:
Para saber quais cuidados precisa a nossa pele na menopausa, preste atenção aos seguintes pontos:


-Proteger a pele do sol se tornará uma medida indispensável a partir de agora, e com proteger não queremos dizer não ver mais a luz do sol, muito pelo contrário! Deixe-se expor, mas com filtro solar adequado para seu tipo de pele e sem se exceder.
-Pelas manhãs acostume-se a lavar o rosto com água fria e sabão neutro. Em seguida, aplique óleo de rosa mosqueta em creme ou sozinho.
-A dieta é muito importante, a nossa pele fala do que comemos. Frutas e verduras são fundamentais nesta fase.
-A hidratação é essencial, utilizaremos cremes para o rosto e corpo.
-Precisamos beber muita água, pois vai ajudar a manter a pele hidratada firme.
-Temos que ir deixando o tabaco que faz com que nossa pele perca o brilho e a vitalidade.
-O tratamento que você usa deve ser específico para mulheres acima de 40 anos e o mais importante, temos que ser constantes. Uma vez que nos adaptemos a rotina fará o resto.
-Temos que esfoliar a pele regularmente para colaborar com a limpar dos poros, impurezas e células mortas.
-Todas as noites, temos que limpar o rosto, se usarmos maquiagem ou não.
-Praticar exercício nos ajudará, não apenas a manter o corpo em forma por dentro, mas também por fora já que ao colaborar com a melhora da circulação também ajuda a nossa pele a ter uma aparência radiante e suave.


fonte:saudedicas.com.br
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Consumo de cafeína piora as ondas de calor e suores noturnos da menopausa

O Consumo de cafeína piora as ondas de calor e suores noturnos da menopausa

A menopausa é uma etapa da vida pela qual todas as mulheres irão passar, algumas de forma tão confortável que nem mesmo a percebem e outras apresentam alguns sintomas muito desconfortáveis como as ondas de calor e os suores noturnos. Contamos-te hoje sobre um recente estudo realizado que chegou a conclusão que o consumo de cafeína piora as ondas de calor e os suores noturnos durante a menopausa.

Um novo estudo da Clínica Mayo, publicado online pela revista “Menopause”, descobriu uma relação entre o consumo de cafeína e as ondas de calor e suores noturnos desconfortáveis nas mulheres em pós-menopausa. No lado positivo, o estudo também revelou uma associação entre a ingestão de cafeína e menos problemas femininos com humor, memória e concentração durante a perimenopausa, que pode ser devido às conhecidas características da cafeína para produzir mais excitação e melhorar o humor e a atenção. O estudo é o maior realizado até agora sobre a cafeína e os sintomas da menopausa.

Para conduzir o estudo, os pesquisadores realizaram uma pesquisa, aplicando o “questionário de saúde de Menopausa”, o mesmo que consiste em uma avaliação integral da informação médica relacionada com a menopausa e inclui tanto hábitos pessoais como uma qualificação da presença e gravidade dos sintomas da menopausa. Os questionários foram respondidos por 2.507 mulheres que se apresentaram consecutivamente com problemas da menopausa na Clínica de Saúde Feminina da Clínica Mayo, em Rochester, entre 25 de julho de 2005 e 25 de julho de 2011. Foram analisados os dados de 1.806 mulheres que caíram dentro dos critérios de inclusão, e, em seguida, foram comparadas as classificações dos sintomas da menopausa daquelas que consumiam cafeína em comparação com aquelas que não o faziam.

Aproximadamente 85% da população dos Estados Unidos consome diariamente algum tipo de cafeína em uma bebida. Os sintomas vasomotores (ondas de calor e suores noturnos) são os mais comuns da menopausa e se apresentam em 79% das mulheres durante o período de perimenopausa e em 65% das que já passaram pela menopausa. Apesar da antiga crença de que a ingestão de cafeína agrava os sintomas vasomotores da menopausa, os cientistas questionaram esta hipótese devido ao vinculo positivo e negativo da cafeína com as ondas de calor.

“Embora estes resultados sejam preliminares, o estudo sugere que vale a pena restringir a ingestão de cafeína em mulheres na pós-menopausa que sofrem ondas de calor e suores noturnos desconfortáveis”, comenta a Dra. Stephanie Faubion, diretora da Clínica de Saúde Feminina da Clínica Mayo, em Rochester. “Embora os sintomas da menopausa, possam representar todo um desafio, existem muitas táticas com as quais é possível tentar controlá-los”.

Outras táticas que a Dra. Faubion recomenda são:

Estar consciente dos gatilhos, como alimentos picantes e bebidas quentes.

Além de restringir a cafeína, também é necessário limitar o álcool e o tabaco.
Vestir-se em camadas para pode retirar uma delas quando sentir calor.
Considerar adquirir produtos que permitem dormir fresca durante toda a noite, como lençóis e roupa de dormir que absorvem a umidade, ventiladores e travesseiros refrescantes.

Tente aplicar algumas táticas para controlar o estresse, tais como meditação, yoga, Tai Chi, acupuntura e massagem.

Manter-se dentro de um peso saudável, fazer exercícios regularmente e permanecer ativa.
Consulte seu médico sobre a terapia de reposição hormonal ou os medicamentos prescritos que não contêm hormônios para aliviar os sintomas.


fonte:http://www.saudedicas.com.br/noticias/o-consumo-de-cafeina-piora-as-ondas-de-calor-e-suores-noturnos-da-menopausa-1134738
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sábado, 3 de maio de 2014

Conheça os alimentos essenciais para ter saúde e bem-estar na menopausa

A nutricionista Amanda Buonavoglia fala sobre como deve ser a alimentação na menopausa. Você sabia que é preciso se preocupar com a dieta desse ponto de vista, já á partir dos 30 anos? Saiba isso e muito mais e tenha mais qualidade de vida nesse período em que muitas mulheres ficam mais vulneráveis tanto física quanto emocionalmente.



fonte:http://www.guiadanutricao.com/
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Ficar bonita e em forma...Mesmo após a menopausa

Com a aproximação dos cinquentas anos, você de repente ganha peso nos lugares errados? Você não está sozinha, não se preocupe! Todas as mulheres temem a menopausa, incluindo a sua influência sobre a silueta. Coxas com culote, barriga inchada, quadril com suas belas curvas ampliadas um pouco mais do que o desejado... Em antecipação destas alterações morfológicas e para controlá-las melhor, adote bons hábitos... no momento certo.

Desde a pré-menopausa, sua situação hormonal começa a mudar. Redução de estrogênio e menos progesterona: você vai sofrer de retenção de água e sal, assim como uma distribuição pouco vantajosa da gordura corporal. De fato, "após 50 anos, o índice de massa corporal (IMC) aumenta. As causas são muitas: diminuição dos gastos de energia, aumento da ingestão calórica, redistribuição da massa corporal", indica o Colégio Nacional Francês de Ginecologistas e Obstetras.

Não entre em pânico! Tratamentos baseados em progestágenos podem contrabalancear o efeito do estrogênio. E se você seguir um estilo de vida saudável, estes efeitos indesejáveis irão, se não eliminados, pelo menos diminuir.

O que é educação alimentar?

Sem obrigá-la a uma dieta rigorosa, mantenha uma boa educação alimentar: evite alimentos gordurosos e açucarados (um conselho também válido para todas as idades) e prefera as proteínas. Priorize o peixe - que é uma excelente fonte - e não se esqueça que os laticínios além de proteínas e cálcio, eles também fornecem os lipídios .... Mais importante, coma salada e verduras sem moderação.

Finalmente, algumas plantas podem ser um complemento alimentar. A bardana e o videira vermelha são conhecidas por favorecer a eliminação de resíduos e água. Esta última também é conhecido por seu papel de tônico venoso. Outros, como a palma (Opuntia ficus-indica) e o guaraná, ainda ajudam o corpo a queimar gordura.

fonte:http://www.criasaude.com.br/N20888/ficar-bonita-e-em-forma-mesmo-apos-a-menopausa.html
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Aposte no cardápio que espanta os sintomas da menopausa

Soja, peixes e aveia estão entre os alimentos que não podem ficar de fora

Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia, irritabilidade, entre outros sintomas, são característicos do período. O que caracteriza o período é a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, que costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos de idade. "Esses desconfortos podem fazer da menopausa uma das fases mais difíceis para a mulher nos campos emocional e físico. Mas uma dieta equilibrada e suplementos alimentares aliviam os sintomas", afirma a nutricionista Daniela Jobst.

Confira a seguir os alimentos que não podem ficar de fora do cardápio durante a menopausa. A nutricionista Daniela Cyrulin dá uma dica pontual para diminuir o calorão. "Tome uma xícara de chá feito com o galho de frutas vermelhas, como de amoras", recomenda.

Soja - Foto: Getty Images

Soja apaga o fogaréu
Os efeitos da soja no organismo das mulheres que enfrentam a menopausa, por exemplo, são bem conhecidos. Isso porque ela é rica em isoflavona, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas do fim da fertilidade por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais.

Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal. Três colheres de sopa de soja cozida ou uma fatia de tofu equivalem a 50 miligramas de isoflavonas, quantidade diária mínima para os efeitos aparecerem.

"O consumo das isoflavonas presentes na soja diminui a intensidade e a frequência dos calores, da sudorese, das irritações e até da insônia, sintomas típicos da menopausa", afirma a nutricionista Tarsia Tormena, da Unifesp.

Cálcio contra a osteoporose
Muitas mulheres sofrem de osteopenia, que significa a diminuição da densidade mineral dos ossos, e devem se prevenir contra a osteoporose. "Pra isso, devem-se ingerir alimentos ricos em cálcio, tais como leite e derivados, nabo, brócolis, folhas de mostarda e sardinha", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo.

A especialista também alerta para o cuidado na hora de consumir alimentos que dificultam ou diminuem a absorção do cálcio na mesma refeição, como os ricos em cafeína (café, chá preto e mate) ou os ricos em ferro (carne, frango, feijão). "Se comer carne no almoço, por exemplo, prepare um purê de batata sem leite", sugere.

Magnésio contra a irritação
Alimentos ricos em magnésio também são essenciais. A deficiência deste mineral no organismo resulta em fadiga e carência de enzimas envolvidas na produção de energia. Prova disso é que uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Inglaterra mostrou que os níveis deste mineral são mais baixos em pessoas que sofrem de depressão. As oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas) e peixes, como atum e salmão, são ricos nesse mineral.

Sardinha e aveia reduz a fadiga
Estes alimentos são ricos numa substância chamada coenzima Q10, um antioxidante que está envolvido com o processo de produção energética no nosso organismo. "A coenzima Q10 diminui seus níveis com a idade, e a suplementação desta, aumenta a energia, reduz fadiga, além de melhorar sistema imunológico e a textura da pele", explica a nutricionista Daniela Jobst.

Para diminuir o inchaço, diminua o sódio
Para reduzir as quantidades de sódio da alimentação, não basta somente diminuir o sal na comida, mas também diminuir a ingestão de produtos enlatados, conservas e industrializados. "Faça seu próprio molho de tomate em casa e se escolher for consumir conservas, como atum, azeitonas ou palmito, enxague-os em água antes de comer", recomenda a nutricionista Daniela Cyrullin.

Chá branco combate o acúmulo de gordura
O chá branco, mais rico em catequinas que o chá verde, tem um efeito antioxidante aumentado, potencializando funcionamento hepático, eliminação de toxinas do organismo e normalização de lipoproteínas (lavacolesterol). Suas substâncias antioxidantes também aumentam o metabolismo basal, auxiliando no controle do acúmulo de gordura visceral.

fonte:http://yahoo.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/14043-aposte-no-cardapio-que-espanta-os-sintomas-da-menopausa/
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Atividade física antes dos 40 ajuda a prevenir hipertensão na menopausa

Alerta foi feito pela pesquisadora Angelina Zanesco, da Unesp de Rio Claro. Especialistas estimam que até 80% das mulheres vão desenvolver a doença no climatério (divulgação)

Agência FAPESP – Especialistas em cardiologia estimam que até 80% das mulheres podem se tornar hipertensas após a menopausa. Para prevenir o problema, a prática de exercícios físicos precisa ser incluída na rotina por volta dos 40 anos de idade, muito antes da última menstruação acontecer.

O alerta foi feito pela pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Angelina Zanesco, que coordena uma pesquisa cujo objetivo é desvendar os mecanismos biológicos responsáveis pelo aumento da pressão arterial feminina nessa faixa etária.

Os primeiros resultados do estudo, que tem apoio da FAPESP, foram apresentados durante a 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia experimental (FeSBE), realizada entre os dias 21 e 24 de agosto em Caxambu, Minas Gerais.

“Muitas mulheres começam a se preocupar com a atividade física somente após os 50 anos, quando a barriga começa a crescer. Mas nossos resultados mostram que, para evitar o desenvolvimento da doença, a intervenção precisa ser feita antes que ocorram as mudanças metabólicas e hormonais da menopausa”, afirmou Zanesco.

Para chegar a tal conclusão, a equipe do Laboratório de Fisiologia Cardiovascular e Atividade Física da Unesp em Rio Claro (SP) avaliou em dois grupos de mulheres – pré e pós menopausa – o funcionamento do chamado sistema renina-angiotensina, um conjunto de peptídeos, enzimas e receptores envolvidos no controle da pressão arterial.

“O sistema renina-angiotensina é responsável por elevar a pressão arterial, principalmente por meio da constrição dos vasos sanguíneos, e isso tem uma importância fisiológica. No caso de um acidente com hemorragia ou de uma infecção generalizada, por exemplo, esse sistema impede que a pressão arterial caia demais e o indivíduo desmaie. Mas quando o mecanismo é ativado sem necessidade, acaba levando à hipertensão”, explicou Zanesco.

Os pesquisadores coletaram amostras de sangue de 42 mulheres com mais de 40 anos que ainda não estavam na menopausa e de outras 32 que já estavam havia pelo menos 12 meses sem menstruar.

“Para ter certeza de que a voluntária estava de fato na menopausa, medimos os níveis dos hormônios LH (hormônio luteinizante) e FSH (hormônio folículo estimulante), que são marcadores da falência ovariana”, explicou Zanesco.

Em seguida, mediram nos dois grupos os níveis plasmáticos da enzima conversora de angiotensina e de diversos peptídeos, como angiotensina 1, angiotensina II e a angiotensina 1-7. Os resultados mostraram que, de maneira geral, o sistema renina-angiotensina estava até 80% mais ativo no grupo de mulheres pós-menopausa quando comparados às mulheres na perimenopausa.

“Quando comparamos apenas as mulheres normotensas, pré e pós menopausa, não vemos grandes diferenças. Mas, quando comparamos as hipertensas, o aumento na atividade do sistema renina-angiotensina chega a 150%. Esses dados mostram que, se a mulher esperar a menopausa para mudar seu estilo de vida, pode ser um pouco tarde e esse sistema já estará ativado para causar uma patologia”, avaliou Zanesco.

Benefícios
Desde meados da década de 1990, diversos estudos têm mostrado os benefícios de exercícios aeróbicos no controle da pressão arterial. O efeito também foi comprovado no experimento feito com 40 mulheres – 29 normotensas e 21 hipertensas – no Laboratório de Fisiologia Cardiovascular e Atividade Física da Unesp.

Após dois meses de treinamento na esteira, que incluía três sessões de 40 minutos por semana, em ritmo moderado, houve redução da gordura abdominal de aproximadamente três centímetros. Além disso, a pressão arterial das normotensas caiu 4 milímetros de mercúrio e a das hipertensas, 7 milímetros de mercúrio.

“Seria o equivalente a descer de uma pressão de 13.2 para 12.5, por exemplo. É uma redução importante para um período tão curto e o suficiente para reduzir em 40% o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral”, afirmou Zanesco.

No momento, os pesquisadores tentam descobrir por meio de quais mecanismos biológicos a atividade física ajuda a regular a pressão. A primeira suspeita, que não se confirmou, estava relacionada à redução nos níveis de cortisol e de testosterona.

“Sabemos que o cortisol, o hormônio do estresse, é produzido e liberado pelo tecido adiposo visceral. Achávamos que reduzindo a gordura da barriga haveria redução no nível de cortisol, mas não foi o que observamos”, contou Zanesco.

Os níveis plasmáticos de testosterona – que já foi relacionada em estudos anteriores ao aumento da pressão arterial na menopausa – também ficaram inalterados após o período de treinamento físico.

“Agora vamos iniciar uma nova leva de experimentos e medir outros biomarcadores, como óxido nítrico e GMP (guanosina monofosfato) cíclico, que são agentes vasodilatadores”, contou.

Outra hipótese a ser investigada é a de que a atividade física estimula a liberação de enzimas antioxidantes, como superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), o que promoveria a redução do estresse oxidativo e ajudaria a reduzir a pressão arterial.

Por último, serão avaliados mediadores inflamatórios – como a proteína C reativa, produzida pelo fígado, e interleucinas produzidas pelo tecido adiposo visceral –, que podem ser a gênese do problema.

“Se conseguirmos entender os mecanismos da hipertensão nessa faixa etária poderemos encontrar meios para prevenir mais eficazmente o problema. Além de melhorar a saúde da população, isso reduziria muito os gastos do sistema de saúde”, avaliou Zanesco.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com a Diretriz Brasileira sobre Prevenção de Doenças Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas e a Influência da Terapia de Reposição Hormonal (TRH) da SBC e da Associação Brasileira do Climatério (Sobrac), até os 55 anos há um maior percentual de homens com hipertensão.

Dos 55 aos 74 anos, o percentual de mulheres é discretamente maior. Acima dos 75 anos, o predomínio no sexo feminino é significativamente superior. Os especialistas que formularam a diretriz estimam que cerca de 80% das mulheres, eventualmente, desenvolverão hipertensão na fase de menopausa.

De acordo com o levantamento Vigitel 2011 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira. A frequência da doença avança com o passar dos anos. Se entre 18 e 24 anos apenas 5,4% da população relatou ter sido diagnosticada hipertensa, aos 55 anos a proporção é 10 vezes maior, atingindo mais da metade da população (50,5%) estudada. A partir dos 65 anos, a mesma condição é observada em 59,7% dos brasileiros. Diferentemente dos dados apontados pela diretriz da SBC e da Sobrac, o Vigitel indica que a maior frequência de diagnóstico em mulheres ocorre em todas as faixas etárias.

fonte:http://agencia.fapesp.br/17863
Por Karina Toledo
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