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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Quais são as causas do inchaço na barriga?

Veja o que pode estar causando o inchaço abdominal

O inchaço na barriga é uma sensação bastante comum para quem tem problemas de digestão. Quando nosso estômago produz gases em excesso, ele se dilata, causando o inchaço e também dores. Além disso, outros fatores e doenças podem acabar fazendo com que a região abdominal fique mais dura e dolorida. Para que você possa entender um pouco mais sobre a barriga inchada, explicaremos alguns desses fatores.

Antes de fazer um auto-diagnóstico procurando por informações na internet, sempre vale a pena procurar um médico que tem conhecimento do assunto. As causas de um problema de saúde podem ser essenciais para que uma doença seja adequadamente diagnosticada e não é simples assim para quem não tem experiência e estudo sobre o assunto. Assim, somente o especialista poderá dizer exatamente o que está causando o inchaço.

Abaixo seguem alguns dos principais problemas associados à barriga inchada:

Retenção de Líquidos
O nosso organismo precisa de líquidos para o funcionamento correto, mas alguns desequilíbrios podem fazer com que haja mais água nos vasos sanguíneos, causando o inchaço. Esse problema é conhecido como retenção hídrica e pode ser tratado com o uso de diuréticos.

Prisão de Ventre
A prisão de ventre ou intestino preso também causa o inchaço na região abdominal. Nesse caso, o responsável é o intestino que não elimina de forma adequada aquilo que não aproveitamos dos alimentos consumidos. A barriga pode ficar dura, dolorida e bastante inchada nestes casos. O ideal para contornar o problema é uma boa alimentação, rica em fibras e com muita água.

Inchaço Abdominal

Gases
A digestão normalmente gera gases, mas o problema pode ser agravado dependendo do tipo de alimento que consumimos e também das quantidades ingeridas. Tudo aquilo que fermenta durante a digestão costumam causar gases. Se você tem esse problema com frequência, vale a pena consultar um médico para saber se o seu sistema digestivo está bem.

Ansiedade
A ansiedade faz com que criemos um hábito estranho: engolir ar. Em dias mais estressantes tendemos a engolir grandes quantidade de ar, o que causa não só a barriga inchada como outros problemas como enjoo e dor abdominal. Nesse caso, a dica é apostar em chás digestivo com efeito calmante, como a hortelã e a camomila.

Intolerância à Lactose
A ingestão de lactose por quem tem intolerância leva à produção excessiva de gases, além de dores e diarreia. Se você tem tido esses sintomas com frequência e costuma consumir leite e seus derivados, procure um médico para saber se é realmente esse é o seu caso. A solução fica por evitar derivados do leite e alimentos que o contenham como ingrediente ou, pelo menos, utilizar leite sem lactose.
Doença Celíaca

A doença celíaca, causa pela dificuldade do organismo em digerir o glúten contido, principalmente, em cereais e derivados, também tem como sintoma o inchaço na região abdominal. Evitando os carboidratos que contém o glúten, o problema pode ser totalmente controlado.

Menstruação
Antes de menstruar, é muito comum que as mulheres sintam a região abdominal inchada. Isso ocorre por causa dos processos hormonais típicos do ciclo menstrual. Depois de alguns dias a barriga volta ao normal sem nenhuma referência ao problema anterior. Observe se este é seu caso.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Nove problemas de saúde que a massagem ajuda a tratar

Pessoas com estresse, dores e depressão estão entre as beneficiadas pela prática

Massagem é um termo geral para quando se manipula, pressiona ou esfrega a pele com o intuito de abordar músculos, tendões e ligamentos. Elas podem ser suaves ou demandar grande pressão, e são benéficas para ajudar no tratamento de diversas condições de saúde, desde que realizadas por um profissional qualificado e respeitando-se a condição do paciente. "A escolha do tipo de massagem passa em parte pela condição de saúde que a pessoa tem e em parte pelo que ela gosta ou deseja fazer", diz Cesar Abreu Akiho, fisiatra do Centro de Reabilitação do Hospital Sírio Libanês. "A massagem pode potencializar os ganhos do tratamento convencional, mas ela não pode substituí-lo, por mais que apresente resultados sozinha", completa o especialista. São diversos os problemas de saúde e doenças que a massagem pode auxiliar no tratamento, mas é importante lembrar que antes de procurar um massagista é preciso saber a causa do problema, ter um diagnóstico, pois, dependendo do que está ocasionando os sintomas manipular a região pode agravá-los. Conheça nove casos em que a massagem pode ajudar:

Circulação
Imagem do sistema circulatório humano - Foto: GettyImages

O fato da massagem movimentar certas partes do corpo, da pele, traz diversos benefícios, principalmente para a circulação, que pode ser beneficiada por diferentes tipos de massagem Isso porque "a massagem, em geral, ajuda na circulação e causa vasodilatação, melhorando o aporte sanguíneo", afirma o cirurgião vascular Eduardo Toledo Aguiar, diretor clínico da Spaço Vascular e professor livre-docente de Cirurgia Vascular da Universidade de São Paulo (USP).

Inchaço
O benefício de ativar a circulação contribui para a redução do inchaço (edema) da região massageada. "Para ativar a circulação a massagem deve ser realizada de modo que comprima a região massageada da extremidade para o centro do corpo. Desta forma é possível ativar o sistema linfático, atuando na movimentação dos líquidos para os coletores linfáticos principais, diminuindo o inchaço e desconforto das extremidades do corpo", explica Sidney Galego, cirurgião vascular do Hospital e Maternidade Brasil. Nestes casos, normalmente, é utilizada a drenagem linfática, que ajuda na redução da retenção de líquido, ativação da circulação sanguínea, combate à celulite e relaxamento corporal.

Tensão
Para que a massagem seja efetiva como tratamento auxiliar, é importante que se identifique a causa do problema. Mesmo nos casos de tensão, há diferença quando ela é ocasionada pelo estresse ou é uma tensão muscular. "A tensão muscular irá responder melhor à massagens mais profundas, com mais energia e pressão. No entanto, se for causada por estresse, a massagem relaxante pode ter um efeito mais satisfatório", explica o fisiatra Cesar Abreu Akiho, do Centro de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês.

Estresse e ansiedade
Um estudo publicado pelo jornal Depression and Anxiety mostrou que três meses após receber uma série de massagens de dez sessões os pacientes analisados apresentavam metade dos sintomas de ansiedade que tinham antes. E não é só para os adultos que os benefícios foram comprovados. Um estudo realizado pelas universidades americanas de Louisville e Utah mostrou que massagens terapêuticas em bebês prematuros podem diminuir o estresse que eles estão passando por conta dos cuidados necessários nas unidades de terapia intensiva, auxiliando no processo do seu desenvolvimento.

Dores nas costas
É importante ressaltar que a pessoa com dor nas costas jamais deve procurar tratamento com massagem antes de ter o diagnóstico da causa da sua dor para não acabar por atrapalhar o tratamento e até piorar os sintomas. "As dores nas costas que geralmente respondem melhor à massagem são as de origem mecânica e inespecífica, em que os exames não conseguem localizar a causa, que se aplica a maior parte das lombalgias", diz o fisiatra Akiho. Um estudo publicado no jornal Annals of Internal Medicine mostra que as massagens (estrutural ou relaxante) ajudam nas dores e na funcionalidade da movimentação de pessoas com dores crônicas na região baixa das costas mesmo seis meses após o tratamento. Os participantes receberam uma massagem semanalmente, com duração de uma hora cada.

Dores no corpo
Dores neurofaciais, dor de cabeça, dor nas pernas, dor muscular e várias outras podem ser beneficiadas ou não pela massagem, tudo depende da causa deste sintoma. Então, antes de procurar um massagista, por exemplo, é preciso ter o diagnóstico certo da causa, uma vez que dependendo da condição de saúde que está ocasionando a dor, a massagem pode agravar o quadro. "Se a pessoa tem uma infecção ou neoplasia, por exemplo, há o risco da doença se disseminar, se há uma aterosclerose das artérias cervicais o risco é de que com a manipulação uma placa acabar se soltando e causar um AVC e, se massagear uma perna com trombose, há o risco de embolia pulmonar", alerta Akiho. No demais, segundo o especialista, dores musculares normalmente reagem melhor a massagens mais vigorosas e profundas. Já as dores neurofaciais podem ser reduzidas com uma manipulação facial. Caso seja um atleta, a massagem pode ser realizada com movimentos rápidos.

Depressão
"Para que a massagem auxilie no tratamento da depressão é necessário que o paciente se sinta confortável durante a prática. Os estudos demonstram resultados semelhantes para os diversos tipos de massagem, das mais relaxantes até as que aplicam maior pressão, dependendo da vontade da pessoa", diz o fisiatra.

Insônia
Para quem tem insônia as massagens mais suaves e que promovem o relaxamento são mais indicadas. Bons exemplos são a massagem relaxante - que faz uso de movimentos deslizantes e leves, com uso de óleos aromáticos, o que proporciona uma sensação de conforto e descanso - e o shiatsu, que faz parte da medicina chinesa e promove o relaxamento, liberação dos pontos de tensão muscular e melhora da função dos órgãos internos.

fonte:minhavida.com.br
por Jéssie Panegassi
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Elimine o inchaço com oito mudanças na alimentação

Evitar o sal e comer proteínas ajuda a acabar com o desconforto

O inchaço pode ter muitas causas e ser inclusive sintoma de muitas doenças. Mas uma das principais razões para o incômodo é manter uma rotina de maus hábitos alimentares. A causa mais comum do inchaço é a retenção de líquidos, provocada pelo acúmulo excessivo de água no organismo, o que leva ao inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas. "Outras causas de inchaço são a flatulência, gerada pelo acúmulo de gases no corpo, e a prisão de ventre, que pode formar aquela barriguinha indesejada", diz a nutricionista Noadia Lobão, do Rio de Janeiro. Mas com os ajustes certos no cardápio é possível eliminar o desconforto. Veja logo abaixo quais sãos mudanças simples na alimentação para eliminar o inchaço.


Evite bebidas gaseificadas
Refrigerantes e outras bebidas gaseificadas devem ser evitadas por quem sofre de inchaço. "Esse gases dilatam o estômago, causando desconforto e a sensação de que estamos cheios", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Ela ressalva que esses gases proporcionam um inchaço temporário, que apenas agravam os sintomas que já sofrem com o problema. "No entanto, os refrigerantes são ricos em sódio, outro vilão da barriga inchada", diz. Para evitar esses efeitos, prefira sucos e água sem gás.

Fuja dos alimentos produtores de gás
Certos alimentos são mais difíceis para o nosso corpo quebrar e digerir, havendo a necessidade de o intestino fermentá-los para facilitar sua absorção. "Essa fermentação tem como resultado a produção de gases, que podem levar ao inchaço", diz a nutricionista funcional Camila Borduqui, da clínica Dr. Alan Landecker. Brócolis, repolho, couve-flor, couve-manteiga, couve de bruxelas, batata doce, ovo, feijão e leguminosas no geral, cebola, leite e alimentos ricos em açúcar são os maiores causadores de flatulência.

Apesar de favorecerem o inchaço, esses alimentos não devem ser eliminados da alimentação, pois são ricos em nutrientes e contribuem para uma dieta saudável. 'No entanto, pessoas que sofrem com flatulências devem moderar o consumo desses alimentos, visando melhorar a sensação de inchaço."

Reduza o sódio do cardápio
"Alimentos com muito sódio seguram a água no corpo, promovendo a retenção de líquido e causando a sensação de inchaço", explica a nutricionista Noadia Lobão. Dessa forma, o recomendado é não acrescentar sal a refeições prontas e evitar a ingestão de alimentos industrializados (biscoitos, sopas, macarrão instantâneo), embutidos e conservas.

Equilibre fibras e líquidos
"Uma dieta rica em fibras vai contribuir para o inchaço quando a ingestão de líquido não for adequada", diz a nutricionista Camila. Isso porque o excesso de fibras irá se concentrar no intestino e levar à prisão de ventre, outro agente causador de inchaços. Quando o consumo de fibras e líquidos está equilibrado, o efeito é inclusive contrário, favorecendo o trânsito intestinal e eliminando os inchaços. A quantidade mínima de fibras recomendada é de 30g por dia, combinada com a ingestão de dois litros de água em média. As fibras são encontradas em cereais, farelos, alimentos integrais, frutas e verduras.

Não exagere nas refeições
Além de nos deixar com aquela sensação de "estômago cheio", o que já é desconfortável, exagerar nas refeições pode contribuir para o inchaço porque sobrecarregam o trato gastrointestinal, dificultando a digestão. "Grandes refeições também podem distender nosso estômago, causando um efeito parecido com o de ingerir bebidas gaseificadas", diz a nutricionista Noadia.

Mastigue bem os alimentos
De acordo com Camila Borduqui, comer depressa faz com que você não mastigue direito os alimentos, atrapalhando a digestão. "Isso fará com que o bolo fecal chegue ao intestino sem estar adequadamente digerido, prendendo o intestino e causando o inchaço."

Incorpore proteínas magras à dieta
Proteínas com menor teor de gordura, como ovos, queijos magros, carne branca (aves e peixes) e soja podem agir como um diurético natural, ajudando o corpo a eliminar o excesso de água. "A água vai para onde ela é mais necessária, ou seja, onde tem menos, que é o caso das proteínas", diz a nutricionista Roseli. "Para serem digeridas, as proteínas geram subprodutos tóxicos ao organismo, como creatinina e ureia, que precisam ser eliminados pela urina, outro fator que pode ajudar a aliviar a retenção de líquidos", diz a nutricionista Noadia. "No entanto, é importante uma alimentação equilibrada e sem exageros, já que excesso de proteínas levará a superprodução desses componentes, que podem intoxicar o organismo", alerta.

Beba mais chá
As nutricionistas explicam que os chás ricos em cafeína fazem com que a pessoa sinta vontade de urinar com mais frequência, ajudando a eliminar o excesso de líquido e toxinas, reduzindo o inchaço e limpando o organismo. Os chás mais recomendados para essa finalidade são chá branco, chá verde, cavalinha, cabelo de milho, alfafa, hibisco, quebra-pedra e dente-de-leão.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15408-elimine-o-inchaco-com-oito-mudancas-na-alimentacao
por Carolina Serpejante
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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Drenagem na gravidez: Além das vantagens que proporciona ao corpo, a drenagem linfática estimula o bem-estar emocional


Muito mais do que um método estético, a drenagem linfática oferece efeitos benéficos para as gestantes durante a gravidez e depois do parto. A massagem, além de eliminar o excesso de líquidos retidos que provocam inchaços, promete ativar a circulação e combater possíveis dores musculares e as mudanças do corpo que acompanham as grávidas nos nove meses.

A drenagem linfática pode ser iniciada logo nas primeiras semanas de gestação. E além das vantagens que proporciona ao corpo, estimula o bem-estar emocional. A massagem ajuda a aprofundar o contato da gestante com a nova identidade corporal e fortalece o vínculo entre a mãe e o bebê. Também controla a ansiedade e estimula o relaxamento.

Clínicas, spas, hotéis e centros de beleza oferecem os serviços. Casa sessão dura em média uma hora. É bom, no entanto, o médico estar ciente desta opção. Comente com ele nas consultas de pré-natal. Com certeza, ele vai recomendar a continuação do tratamento no pós-parto.
www.fibromialgia.com.br

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