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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?



O que é retinopatia diabética?
A retinopatia diabética é uma complicação microvascular que pode ocorrer no diabetes mellitus, afetando a retina, e que pode levar à perda total da visão, sendo a principal causa de cegueira entre adultos acima de 20 anos. A retinopatia diabética ocasiona rompimento dos vasos sanguíneos da retina, causando hemorragia e infiltração de gordura em seu interior. O diabetes tipo 1 causa complicações oculares mais frequentes e mais graves, mas o diabetes tipo 2, muito mais incidente, é responsável por um número maior de casos de pacientes com baixa visão em razão da retinopatia diabética.

Quais são os fatores de risco para a retinopatia diabética?
O tempo de duração do diabetes mellitus é o fator de risco mais importante para a retinopatia diabética. Após 20 anos de evolução do diabetes, esta complicação está presente em praticamente todos os pacientes com diabetes tipo 1 e em 50 a 80% dos pacientes com diabetes tipo 2. Um segundo fator de risco é o grau de hiperglicemia. Níveis normais ou perto no normal de açúcar no sangue previnem ou retardam o início da retinopatia diabética. Outros fatores de risco são a hipertensão arterial e a nefropatia. Também a gestação, bem como a puberdade e a realização de cirurgia de catarata são condições que podem promover avanço das lesões da retinopatia diabética. O uso de aspirina, por seu turno, não aumenta o risco de hemorragias. O efeito do fumo é controverso, mas deve-se evitar a obesidade, o consumo de álcool, a dislipidemia e o sedentarismo.

Como se instala a retinopatia diabética?
Nos pacientes com diabetes tipo 1, a retinopatia geralmente se instala após três a cinco anos de evolução da doença e raramente surge antes da puberdade. Em contrapartida, em pacientes com diabetes tipo 2, a retinopatia pode já estar presente em algum grau no momento em que for diagnosticado o diabetes.

Como o médico diagnostica a retinopatia diabética?
Um exame oftalmológico completo deve ser realizado no máximo cinco anos após o diagnóstico do diabetes e depois uma reavaliação deve ser feita a cada ano. Os pacientes com diabetes tipo 2 devem fazer uma avaliação oftalmológica no momento do diagnóstico. Mulheres diabéticas que desejem engravidar devem realizar, antes, uma avaliação oftalmológica completa e serem orientadas sobre o risco de desenvolvimento da retinopatia. As grávidas devem ser devidamente acompanhadas e monitoradas até um ano após o parto. Os exames do fundo de olho e da retina são essenciais para o diagnóstico da retinopatia diabética. Normalmente, usa-se fazer:

*Exame direto de fundo de olho: as pupilas devem ser dilatadas com um colírio para que o oftalmologista possa examinar visualmente o fundo do olho, com lentes de aumento acopladas a um aparelho chamado oftalmoscópio.
*Tanometria: uso de um aparelho para medir a pressão intraocular.
*Angiografia fluoresceínica: um corante especial é injetado no braço e minutos depois são tiradas fotografias da passagem dele pelos vasos da retina, permitindo ao oftalmologista fazer uma análise desses vasos.

Como evolui a retinopatia diabética?
O controle clínico do diabetes diminui muito o aparecimento da retinopatia diabética, mas todo paciente diabético deve ser acompanhado periodicamente pelo oftalmologista.

A retinopatia diabética em qualquer grau está associada ao aumento de risco de mortalidade cardiovascular.

A presença da retinopatia diabética está fortemente associada à nefropatia diabética, sendo, portanto, recomendável a avaliação da presença de doença renal diabética em indivíduos com retinopatia.

Como o médico trata a retinopatia diabética?
Se iniciado precocemente, o tratamento da retinopatia diabética apresenta bons resultados. Através da fotocoagulação a laser, as áreas comprometidas da retina podem ser cauterizadas, beneficiando a maioria dos pacientes. A vitrectomia é uma microcirurgia que visa remover os vasos anormais e corrigir o descolamento de retina. Atualmente, novas drogas, em cápsulas ou injetáveis dentro do globo ocular, estão sendo usadas com essas mesmas finalidades.

ABCMED, 2013. Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?. Disponível em: . Acesso em: 24 ago. 2016.
fonte
imagem:drqueirozneto.com.br
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Ômega-3 pode ajudar na prevenção da retinopatia diabética em indivíduos de meia-idade e idosos com diabetes tipo 2


A retinopatia diabética (RD) é uma complicação séria em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2. A retina é rica em ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa ω-3 (LCω3PUFAs), que são substratos para as oxilipinas, com propriedades anti-inflamatórias e anti-angiogênicas. Modelos experimentais reforçam a proteção contra RD com a ingestão de alimentos com LCω3PUFA, mas faltam dados clínicos.

No final de 2015, um estudo prospectivo dentro do ensaio clínico randomizado Prevención con Dieta Mediterránea (PREDIMED), testando dietas mediterrâneas suplementadas com óleo de oliva extra-virgem ou nozes versus uma dieta controle para a prevenção cardiovascular primária, foi conduzido em centros de cuidados de saúde primários na Espanha. De 2003 a 2009, 3.614 indivíduos, com idades entre 55 e 80 anos, com diagnóstico prévio de diabetes tipo 2, foram recrutados. Os dados completos estavam disponíveis para 3.482 participantes. Os pacientes precisavam cumprir a recomendação de ingestão dietética de LCω3PUFA de pelo menos 500 mg/dia, para a prevenção cardiovascular primária, tal como avaliado por um questionário de frequência alimentar validado.

O principal resultado foi a RD incidente exigindo fotocoagulação a laser, vitrectomia e/ou terapia anti-angiogênica confirmada por um comitê de julgamento externo.

Dos 3.482 participantes, 48% eram homens e a média de idade era de 67 anos. Um total de 2.611 participantes (75%) seguiu a recomendação dietética com LCω3PUFA. Durante um período de acompanhamento médio de 6 anos, foram documentados 69 novos eventos. Após ajustes para idade, sexo, grupo de intervenção, estilo de vida e variáveis clínicas, os participantes que cumpriram a recomendação LCω3PUFA no início do estudo (≥500 mg/dia) em comparação com aqueles que não cumpriram esta recomendação ( <500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis=""><500 mg/dia) apresentaram redução de relativamente 48% no risco de RD com risco para visão, com uma taxa de risco de 0,52 (IC 95%, 0,31-0,88; P=0,001). Esta associação foi ligeiramente mais forte para a ingestão de LCω3PUFA atualizada anualmente (risco relativo, 0,48; IC 95%, 0,28-0,82; P=0,007).
As conclusões mostram que indivíduos de meia-idade e idosos com diabetes tipo 2, que ingerem pelo menos 500 mg/dia de LCω3PUFA na dieta, facilmente alcançável com duas porções semanais de peixes oleosos, apresentam diminuição no risco de RD com risco de danos à visão. Os resultados estão de acordo com os resultados de modelos experimentais e com o atual modelo de patogênese da retinopatia diabética.

<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">fonte:<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">JAMA Ophthalmology, publicação online, de 18 de agosto de 2016 
<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">imagem:<500 0="" 2="" 48="" 500="" 95="" a="" acordo="" alcan="" anualmente="" apresentam="" apresentaram="" as="" associa="" atual="" atualizada="" com="" conclus="" da="" danos="" de="" dia="" diab="" diabetes="" dieta="" diminui="" dir="ltr" div="" duas="" duos="" e="" es="" est="" esta="" experimentais="" facilmente="" foi="" fonte:="" forte="" ic="" idosos="" imagem:oftalmologistacb.com.br="" indiv="" ingerem="" ingest="" lc="" ligeiramente="" mais="" meia-idade="" menos="" mg="" modelo="" modelos="" mostram="" na="" nese="" no="" o.="" o="" oleosos="" os="" p="0,007)." para="" patog="" peixes="" pelo="" por="" que="" rd="" redu="" relativamente="" relativo="" resultados="" retinopatia="" risco="" semanais="" style="text-align: left;" taxa="" tica.="" tipo="" trbidi="on" uma="" vel="" vis="">oftalmologistacb.com.br
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?

O que é retinopatia diabética?
A retinopatia diabética é uma complicação microvascular que pode ocorrer no diabetes mellitus, afetando a retina, e que pode levar à perda total da visão, sendo a principal causa de cegueira entre adultos acima de 20 anos. A retinopatia diabética ocasiona rompimento dos vasos sanguíneos da retina, causando hemorragia e infiltração de gordura em seu interior. O diabetes tipo 1 causa complicações oculares mais frequentes e mais graves, mas o diabetes tipo 2, muito mais incidente, é responsável por um número maior de casos de pacientes com baixa visão em razão da retinopatia diabética.

Quais são os fatores de risco para a retinopatia diabética?
O tempo de duração do diabetes mellitus é o fator de risco mais importante para a retinopatia diabética. Após 20 anos de evolução do diabetes, esta complicação está presente em praticamente todos os pacientes com diabetes tipo 1 e em 50 a 80% dos pacientes com diabetes tipo 2. Um segundo fator de risco é o grau de hiperglicemia. Níveis normais ou perto no normal de açúcar no sangue previnem ou retardam o início da retinopatia diabética. Outros fatores de risco são a hipertensão arterial e a nefropatia. Também a gestação, bem como a puberdade e a realização de cirurgia de catarata são condições que podem promover avanço das lesões da retinopatia diabética. O uso de aspirina, por seu turno, não aumenta o risco de hemorragias. O efeito do fumo é controverso, mas deve-se evitar a obesidade, o consumo de álcool, a dislipidemia e o sedentarismo.

Como se instala a retinopatia diabética?
Nos pacientes com diabetes tipo 1, a retinopatia geralmente se instala após três a cinco anos de evolução da doença e raramente surge antes da puberdade. Em contrapartida, em pacientes com diabetes tipo 2, a retinopatia pode já estar presente em algum grau no momento em que for diagnosticado o diabetes.

Como o médico diagnostica a retinopatia diabética?
Um exame oftalmológico completo deve ser realizado no máximo cinco anos após o diagnóstico do diabetes e depois uma reavaliação deve ser feita a cada ano. Os pacientes com diabetes tipo 2 devem fazer uma avaliação oftalmológica no momento do diagnóstico. Mulheres diabéticas que desejem engravidar devem realizar, antes, uma avaliação oftalmológica completa e serem orientadas sobre o risco de desenvolvimento da retinopatia. As grávidas devem ser devidamente acompanhadas e monitoradas até um ano após o parto. Os exames do fundo de olho e da retina são essenciais para o diagnóstico da retinopatia diabética. Normalmente, usa-se fazer:

Exame direto de fundo de olho: as pupilas devem ser dilatadas com um colírio para que o oftalmologista possa examinar visualmente o fundo do olho, com lentes de aumento acopladas a um aparelho chamado oftalmoscópio.
Tanometria: uso de um aparelho para medir a pressão intraocular.
Angiografia fluoresceínica: um corante especial é injetado no braço e minutos depois são tiradas fotografias da passagem dele pelos vasos da retina, permitindo ao oftalmologista fazer uma análise desses vasos.
Como evolui a retinopatia diabética?

O controle clínico do diabetes diminui muito o aparecimento da retinopatia diabética, mas todo paciente diabético deve ser acompanhado periodicamente pelo oftalmologista.

A retinopatia diabética em qualquer grau está associada ao aumento de risco de mortalidade cardiovascular.

A presença da retinopatia diabética está fortemente associada à nefropatia diabética, sendo, portanto, recomendável a avaliação da presença de doença renal diabética em indivíduos com retinopatia.

Como o médico trata a retinopatia diabética?
Se iniciado precocemente, o tratamento da retinopatia diabética apresenta bons resultados. Através da fotocoagulação a laser, as áreas comprometidas da retina podem ser cauterizadas, beneficiando a maioria dos pacientes. A vitrectomia é uma microcirurgia que visa remover os vasos anormais e corrigir o descolamento de retina. Atualmente, novas drogas, em cápsulas ou injetáveis dentro do globo ocular, estão sendo usadas com essas mesmas finalidades.


ABC.MED.BR, 2013. Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?. Disponível em: . Acesso em: 22 ago. 2013.


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terça-feira, 5 de março de 2013

Retinopatia Diabética

Novo estudo traz esperança portadores da doença que causa cegueira


A doença, provocada por portadores de diabetes melittus, é uma das principais causas de cegueira entre adultos. A diabetes acaba por afetar os vasos sanguíneos do olho, causando estreitamento, hemorragias e infiltração de gordura na retina.

Até então o tratamento cirurgico era o mais recomendado para os casos de retinoplatia diabética, mas um novo estudo pode trazer esperança para os portadores da doença. No estudo, realizado pela University Of Georgia College of Fharmacy, cientistas trataram ratos diabéticos com uma substância denominada estatina, que previne a deterioração de nervos da retina causada por radicais livres.

A retinoplatia diabética se caracteriza pelos sintomas: visão embaçada, cegueira noturna, visão dupla, perda de visão periférica, dificuldade de leitura e sensação de peso nos olhos. Para prevenir a doença é necessário um rigido controle da glicose sanguínea e da pressão arterial que também pode danificar os vasos sanguíneos da retina.

Por Yasmin Barcellos
fonte: http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&url_id=5165
imagem:tudiabetesmellitus.com
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domingo, 3 de julho de 2011

Retinopatia Diabética

Novo estudo traz esperança portadores da doença que causa cegueira

A doença, provocada por portadores de diabetes melittus, é uma das principais causas de cegueira entre adultos. A diabetes acaba por afetar os vasos sanguíneos do olho, causando estreitamento, hemorragias e infiltração de gordura na retina.

Até então o tratamento cirurgico era o mais recomendado para os casos de retinoplatia diabética, mas um novo estudo pode trazer esperança para os portadores da doença. No estudo, realizado pela University Of Georgia College of Fharmacy, cientistas trataram ratos diabéticos com uma substância denominada estatina, que previne a deterioração de nervos da retina causada por radicais livres.

A retinoplatia diabética se caracteriza pelos sintomas: visão embaçada, cegueira noturna, visão dupla, perda de visão periférica, dificuldade de leitura e sensação de peso nos olhos. Para prevenir a doença é necessário um rigido controle da glicose sanguínea e da pressão arterial que também pode danificar os vasos sanguíneos da retina.
Por Yasmin Barcellos
equipebemstar


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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Convivendo bem com o diabetes

No Brasil, 12 milhões de pessoas têm diabetes, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, sendo que cerca de 90% dos casos correspondem ao tipo 2 da doença. Os números crescem a cada ano, posicionando a diabetes e suas consequências como a quarta maior causa de morte no mundo, representando cerca de 3,8 milhões de óbitos anuais.

Falta de conhecimento do paciente sobre a doença e suas complicações, além da ausência de sintomas imediatos, são algumas das barreiras para o tratamento ideal.

A diabetes é uma doença de alta incidência que atinge proporções de uma epidemia. Uma vez diagnosticada, ela não tem cura, mas pode ser controlada. Entretanto, 76% dos diabéticos não conseguem manter as taxas glicêmicas adequadas e mais da metade (55%) realiza apenas uma consulta médica a cada seis meses, enquanto, em alguns casos, principalmente nos mais graves, recomenda-se até mais de uma consulta por mês.

Não controlar essa doença silenciosa significa estar mais exposto às suas graves consequências, que podem surgir em médio e longo prazos. A retinopatia diabética é um exemplo de consequência da diabetes e atinge cerca de 50% dos pacientes no Brasil, podendo causar cegueira. Além disso, 70% das amputações no País estão relacionadas à doença; de 10% a 20% dos pacientes vêm a óbito devido à insuficiência renal; e pessoas com o tipo 2 da doença têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco ou infarto em relação às que não têm diabetes.

Algumas das barreiras enfrentadas pelos diabéticos, que contribuem para a menor adesão ao tratamento, estão relacionadas a fatores demográficos, psicológicos e sociais. Dentre elas estão: baixo nível de educação, pouca conscientização sobre a doença e suas complicações, falta de comprometimento com o tratamento, ausência de sintomas e consequências imediatas, ansiedade, depressão, estresse e conflitos familiares.

O tratamento deve ser realizado de forma integrada. "Muitos pacientes têm dificuldades em adotar hábitos de vida saudáveis, seja na alimentação ou prática de atividades físicas. Há pacientes que consideram a sua diabetes controlada devido à falta de sintomas e param de seguir o tratamento medicamentoso prescrito pelo médico. Mas, por ser crônico, a diabetes precisa estar sempre controlada, para que o paciente previna as enfermidades associadas e preserve sua qualidade de vida", ressalta o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles.

http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1191&idedito=44&idmat=92117


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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Medicina ortomolecular é eficaz no tratamento de retinopatia diabética

Por Lais

A saúde é uma das maiores preocupações do ser humano e a sua busca por conhecimento nesta área parece não ter fim. A cada ano novas pesquisas surgem com resultados mais surpreendentes do que os encontrados anteriormente e até tornando procedimentos médicos obsoletos visando tratamentos mais eficazes, rápidos e com custo menor. São tantas descobertas que foram criados novos ramos da medicina para tratar as doenças de maneiras diferentes.
A medicina ortomolecular, por exemplo, é considerado um ramo alternativo da área da saúde que encara o paciente como um todo e encontra as soluções em substâncias e elementos naturais. “O corpo é como uma máquina, que precisa de manutenção constante para não dar defeito e suas peças necessitam estar em harmonia para funcionar adequadamente”, afirma J.H.Tamburini, especialista em Oftalmologia do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
O principal objetivo da medicina ortomolecular é estabelecer o equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. “Um exemplo é o tratamento da retinopatia diabética através de poderosos antioxidantes sob forma de manipulação ou de forma intravenosa, associado ao uso de medicação venosa e da ingestão de anti-angiogênicos, que potencializam o tratamento”, ressalta o especialista.
A retinopatia diabética é uma alteração na retina causada pelo diabetes. A doença origina radicais livres, que lesam o DNA e prejudicam todo o sistema vascular, principalmente os pequenos vasos localizados nos olhos, rins e coronárias. “Os olhos são prejudicados e as consequências vão desde visão borrada, perda repentina de visão e cegueira. A medicina tradicional trata a retinopatia com aplicação de raio laser, que traz melhoras temporárias e pode acelerar a evolução da catarata”, explica.
A vantagem de tratar a retinopatia diabética através da medicina ortomolecular é que as células sadias não são atingidas, o sistema vascular é beneficiado como um todo. A doença é estabilizada e não há o risco de desenvolver precocemente a catarata. “O tratamento é indicado principalmente na fase não proliferativa do diabetes. Quando a doença está mais avançada os resultados são menores”, esclarece Tamburini.
Serviço: José Henrique Tamburini
http://www.corposaun.com


sábado, 2 de abril de 2011

Médico alerta que cerca de 90% dos diabéticos podem desenvolver problemas de visão ao longo da vida

Uma das principais causas de cegueira no mundo é derivada da diabetes. A chamada retinopatia diabética afeta a grande maioria dos diabéticos. Segundo o doutor Fábio Gasparin, oftalmologista do HCO – Centro Completo de Oftalmologia, a retinopatia atinge cerca de 50% dos pacientes e após 30 anos de Diabetes o índice pode chegar até 90%. O médico garante: “A retinopatia diabética é uma alteração na retina. Os olhos possuem uma camada de vasos sanguíneos que possui a maior concentração de oxigênio do corpo humano, sendo por isto, o local onde os efeitos iniciais da doença se manifestam sob diversas formas”, explica.
A retina é uma camada de prolongamento dos nervos dos olhos, nos quais as células receptoras – que percebem a luz e enviam as imagens para o cérebro – ficam alojadas. “Ao serem lesionados, os vasos sanguíneos da retina podem vazar fluído ou sangue, causando distorções ou borrar as imagens.O diabetes também pode fazer com que haja um crescimento excessivo dos vasos em um momento mais avançado da doença”, aponta o médico.

Quais são os sintomas a que devemos ficar atentos?
Os sintomas da retinopatia diabética variam conforme o estágio da doença, mas os principais são visão borrada, flashes, moscas volantes e perda repentina da visão.
Segundo Dr. Fábio, o mais importante para evitar a perda visual é a prevenção, através do controle rigoroso do diabetes, que deve ser feito com o acompanhamento do endocrinologista.Todo paciente que descobre que tem diabetes deve procurar um oftalmologista para fazer o exame de fundo de olho.Quando já existem lesões oculares,a principal forma de tratamento é a fotocoagulação retiniana com laser e o uso de medicações intraoculares, de pendendo da gravidade do caso.” Quanto mais precoce o diagnóstico e a realização do tratamento na fase adequada, melhor o resultado e consequentemente a recuperação visual “ , afirma o especialista.
Por Lais
http://www.corposaun.com


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