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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Os incríveis benefícios de tomar água morna com vinagre de maçã e bicarbonato de sódio


O vinagre de maçã e o bicarbonato de sódio são muito usados pela medicina natural. Algumas vezes, isolados; outras, combinados. O fato é que os dois são ricos em propriedades medicinais. E muito fáceis de usar. O vinagre de maçã e o bicarbonato de sódio têm pH opostos. O primeiro é ácido. O segundo é alcalino. Essa oposição de pHs permite misturar os dois produtos e obter incríveis benefícios para a saúde. Muitas pessoas usam o bicarbonato de sódio para tratar a acidez estomacal. De fato, ele é muito efetivo para isso. No entanto, não é recomendável que ele seja usado por muito tempo, pois o consumo prolongado pode alterar o pH do estômago.

O vinagre de maçã ajuda a desintoxicar o organismo. Ele também é ótimo para revigorar o organismo, dando-nos muita energia. Possui vitaminas A e B, enzimas e minerais, como zinco, ferro, silício, cálcio, fósforo, potássio, magnésio e enxofre.

Principais benefícios por tomar morna água com vinagre de maçã e bicarbonato:

- Graças ao seu conteúdo de enxofre, ajuda a expulsar toxinas

- Melhora as funções do fígado, metabolizando melhor as gorduras

- Estimula o metabolismo, qualidade que a torna um excelente recurso para combater a obesidade

- Tem propriedades diuréticas, ajudando a eliminar o excesso de líquido

- Graças às suas enzimas, melhora a digestão

- Combate a prisão de ventre

- Ajuda a equilibrar a flora intestinal

- Ajuda a curar e a manter as gengivas saudáveis

- Trata gripe, resfriado e sinusite

- Combate tosse e dor de garganta

- Ajuda a reduzir colesterol, triglicérides e ácido úrico

- Previne cãibras

- Melhora a qualidade da pele

- Reduz a possibilidade de cálculos nos rins, vesícula e fígado

- Fortalece os dentes e combate cáries e tártaro

Como preparar a água com vinagre de maçã e bicarbonato

Como dissemos, vinagre de maçã e bicarbonato de sódio têm pH oposto, ou seja, um é alcalino e o outro é ácido. Ao combiná-los, alcançamos um pH equilibrado, nem ácido, nem muito alcalino. Dessa forma, conseguimos obter todas as propriedades dos dois sem acidificar nem alcalinizar demais o organismo - tanto a acidez como alcalinização excessiva são nocivas para o organismo. Bicarbonato de sódio sozinho, por exemplo, usado de forma excessiva, por ser extremamente alcalino, pode alterar o pH naturalmente ácido do estômago, o que não é bom, pois o ácido clorídrico do estômago precisa se manter equilibrado para que possamos digerir bem os alimentos.

Aqui está a receita da bebida que combina água morna com vinagre de maçã e bicarbonato de sódio:

Ingredientes
1 copo de água morna
1 colher (sopa) de vinagre de maçã orgânico
1 pitada de bicarbonato de sódio

Modo de preparo
O vinagre de maçã precisa ser de boa qualidade. Use um totalmente natural e orgânico. Coloque o vinagre e o bicarbonato em um copo com água e misture bem com uma colher. Beba três vezes por dia, uma hora antes da refeição. Depois de um tempo, após duas semanas de consumo, você pode diminuir e usar uma dose de manutenção: apenas uma vez por dia e em jejum.

Contraindicações: durante a gravidez ou se estiver tratando úlceras estomacais.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Adeus, agulhas: lentes com sensores podem medir o diabetes

Por meio da análise da lágrima do paciente, o dispositivo é capaz de monitorar o nível de açúcar ou a quantidade de ácido úrico em seu sangue

O equipamento ainda está em fase de testes, mas deve chegar ao mercado com um valor menor que os procedimentos comuns (Oregon State University/Divulgação)

Os diabéticos e outros pacientes que precisam coletar sangue todos os dias para realizar algum exame sabem como são doloridos esses procedimentos. Porém, uma pesquisa publicada nesta terça-feira (4), no periódico científico da American Chemical Society, apontou uma possível solução para tornar esses processos (bem) menos invasivos. Trata-se de uma lente de contato equipada com um sensor biométrico capaz de aferir o nível de glicose no sangue do paciente.

Os sensores são alocados à uma lente de contato comum e transparente. Assim, eles conseguem monitorar os sinais biológicos (glicemia, ácido úrico) do indivíduo apenas por meio da análise de suas lágrimas. “Nosso objetivo é detectar os biomarcadores nas lágrimas e não no sangue do paciente, o que torna a tecnologia muito menos invasiva”, diz ao site de VEJA o engenheiro americano Gregory Herman, da Universidade do Estado do Oregon, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.

De acordo com Herman, os sensores das lentes possuem uma enzima sensível à glicose. Dessa forma, cada vez que o dispositivo está na presença de açúcar, sua enzima se modifica. Isso permite que os cientistas acompanhem o níveis de glicose dos pacientes apenas monitorando a lente.

Inicialmente, a tecnologia foi desenvolvida para aferir somente as taxas de glicemia no sangue. Porém, as pesquisas se expandiram para que o dispositivo também monitore outros sinais biológicos como ácido úrico, colesterol, dentre outros. “Durante as pesquisas, descobrimos também que podemos alterar a química do dispositivo para termos um sensor de ácido úrico, importante biomarcador de doenças renais”, exemplifica o pesquisador.

As lentes ainda estão em fase de testes, mas, de acordo com o estudo, a tecnologia — que deve ser mais barata que os procedimentos comuns — pode ser produzida em escala industrial desde que haja apoio das empresas. “Já estamos buscando colaborações com a iniciativa privada. Uma vez que conseguirmos tal apoio, acredito que as lentes e os sensores podem chegar ao mercado com rapidez e serão relativamente baratos”, antecipa o pesquisador.

Por Carla Monteiro
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sábado, 3 de setembro de 2016

Ácido úrico alto: Conheça os sintomas e como tratar

Dor nas Articulações

O nosso organismo produz naturalmente o ácido úrico. Por isso, todas as pessoas possuem alguma quantidade dessa substância presente no sangue. O que é considerado como um problema é a elevação nos índices do ácido.
O que é ácido úrico? Como ele aumenta?

As proteínas fazem parte da nossa alimentação diária. Uma dessas proteínas ingeridas é a purina, que é quebrada durante a digestão por uma enzima conhecida como xantina oxidase. Parte das purinas é aproveitada após a quebra pelo organismo e o que resta é transformado em ácido úrico. O ácido permanece em nosso sangue até ser filtrado pelos rins e eliminado por meio da urina.

Dessa forma, existem três fatores que podem fazer com que os níveis de ácido úrico se elevem:

-algo no organismo fez com que a produção de ácido úrico aumentasse;
-a eliminação do ácido úrico pelos rins tem sido insuficiente;
-quando o uso de algum medicamento interfere nos índices da substância.

Nesses casos, dizemos que ocorreu uma hiperuricemia, ou seja, que os índice de ácido úrico no sangue estão acima do desejado. Os valores de referência são:

Feminino : 2,4 a 5,7 mg/dL
Masculino: 3,4 a 7,0 mg/dL

Quando esses limite são ultrapassados, o ácido úrico contribui para a formação de minúsculos cristais de urato de sódio. Esses cristais são semelhantes a pequenas agulhas, que podem se depositar nas articulações, sob a pele, nos rins ou em outros lugares do corpo. São eles os responsáveis pelas dores típicas da gota, além de outros sintomas da elevação do ácido úrico no sangue.

Importante: um estudo feito recentemente pelo Instituto do Coração de São Paulo concluiu que os índices altos de ácido úrico no sangue podem estar relacionados com episódios de acidentes cardiovasculares. Por isso, prevenir e controlar o problema é tão importante.

Sintomas da Hiperuricemia
Existem também casos de ácido úrico baixo, mas hoje vamos falar somente pelos casos de hiperuricemia. Quando os cristais de urato de sódio se depositam nas articulações, o principal sintoma são as dores fortes, mais comuns nos membros inferiores (joelhos, tornozelos, calcanhares, dedos do pé), equivalente a uma crise de artrite.

A gota é uma das consequência da elevação dos índices de ácido úrico, mas isso não quer dizer que todas pessoas que sofrem com a hiperuricemia terão o problema. A gota acomete mais os homens adultos e está ligada a fatores genéticos hereditários.

Os índices elevados de ácido úrico também podem atacar o funcionamento dos rins, levando à formação de cálculos renais e até mesmo à insuficiência renal. Nesses casos a hiperuricemia pode se tornar mais grave, exigindo vários cuidados por parte do paciente.

Dor nas articulações é um dos sintomas do ácido úrico alto

Diagnóstico
A pessoa que apresenta alguns dos sintomas relatados acima deve procurar um médico para que as causas seja averiguadas. Quando o ácido úrico alto é descoberto precocemente, é possível evitar que o problema se agrave com medidas adequadas e tratamento médico. Para um diagnóstico correto, é preciso que o paciente faça um exame de sangue com medição da concentração de ácido úrico no sangue. O exame exige um período de oito horas de jejum para ser realizado e deve ser conduzido por um laboratório de confiança. Os valores de referência são os mencionados acima, mas é preciso que um médico analise os resultados para um quadro mais geral do problema.

Tratamento
O tratamento adequado deve ser indicado por um médico. De um modo geral, é prescrita ao paciente uma dieta com baixa ingestão de purina. Além disso, podem ser indicados medicamentos que ajudem a diminuir a produção de ácido úrico pelo organismo, como o alopurinol, ou drogas que facilitem a excreção por meio da urina (probenecide e sulfinpirazona). Em alguns casos, ambos são indicados pois a pessoa pode ter os dois problemas: produção de ácido úrico em excesso e dificuldade para excretá-lo.

Os portadores do distúrbio devem ainda evitar situações muito estressantes, que costumam contribuir para a elevação do ácido úrico no sangue. Medicamentos diuréticos e anti-inflamatórios também devem ser evitados pois podem ser os responsável pelo aumento dos índices de ácido úrico no organismo.

Dieta para quem tem ácido úrico alto
A alimentação é fundamental, pois, como vimos, o ácido úrico é produzido a partir das proteínas. A dica é procurar um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio com menor quantidade de purina e alimentos que ajudem na eliminação do ácido úrico.

Carnes, frutos do mar, miúdos e alguns tipos de peixe, como sardinha e salmão, são as principais fontes de purinas presentes em nossa alimentação. Por essa razão, esses alimentos devem ser consumidos em pequenas quantidades por quem tem ácido úrico alto.

Estudos mostram também que alimentos derivados do leite, como queijo e iogurtes, podem favorecer a eliminação do ácido úrico por meio da urina. Eles devem ser incluídos na dieta, mas sem exageros. Além desses cuidados, é importante que todo o cardápio seja balanceado para controlar a hiperuricemia e outros problemas relacionados.

Dicas:
-Beba muita água todos os dias pois ela ajuda o organismo a eliminar o ácido úrico;
-Os alimentos mais saudáveis, como frutas, verduras e leite, são mais indicados;
-Evite alimentos industrializados;
-Diminua o consumo de bebidas alcoólicas, sobretudo a cerveja (que contém purina);
-Não faça uso de medicamento sem acompanhamento médico.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sardinha contribui para a saúde do cérebro e controla o triglicérides

Alimento é rico em ômega 3, proteínas, cálcio, fósforo, selênio, vitamina B12 e D

A sardinha é uma boa fonte de proteínas de alto valor biológico, 100 gramas de sardinha crua apresentam 21 gramas de proteína. Ela é uma boa fonte de cálcio, especialmente quando consumida com as espinhas, fósforo, selênio, vitamina D, vitamina B12 e ácidos graxos ômega-3.

Quando não for possível comprar as sardinhas frescas, a enlatada pode ser uma opção. Os nutrientes como proteínas e minerais são mantidos. Porém as enlatadas apresentam algumas desvantagens como maior teor de sódio e a proteção interna das latas transfere bisfenol-A (toxina) para o alimento. As conservas em óleo preservam mais o ômega-3 que em água. Mas é importante escorrer bem o óleo da lata, pois em geral, são utilizados óleos refinados para a conserva. O ideal seriam peixes em conserva de azeite e em embalagem de vidro.

A American Heart Association recomenda que pessoas que não apresentem doenças cardiovasculares consumam peixes variados pelo menos duas vezes por semana, sendo a porção de aproximadamente 100 gramas de peixe cozido. E a AI (Adequade Intake, ingestão adequada) de ômega-3 estabelecida é de 1,6 g para homens e 1,1 g para mulheres. Em 30 gramas de sardinha enlatada em óleo, temos aproximadamente 300 mg de ácido graxos ômega-3.

O ômega-3 é fundamental para a saúde cerebral, crescimento e desenvolvimento. Ele é um anti-inflamatório que ajuda a reduzir o riso de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, câncer e artrite. O ômega-3 também pode beneficiar pessoas com diabetes, depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, declínio cognitivo, problemas de pele, asma, cólicas menstruais, TPM e menopausa.

O ômega-3 presente nas sardinhas ajuda a controlar os níveis de triglicérides sanguíneos e a vitamina B12 regula os níveis de homocisteína, que se estiverem elevados são fatores de risco para doenças cardiovasculares.

A sardinha é um dos poucos alimentos fonte de vitamina D. A vitamina D aumenta a absorção de cálcio pelo organismo e as sardinhas ainda apresentam boa quantidade de fósforo, outro mineral importante para os ossos.

Outro benefício da sardinha é ser um dos peixes com menores teores de contaminantes como o metilmercúrio.

Quem tem ácido úrico alto deve comer sardinhas com moderação, já que elas são ricas em purinas. As sardinhas também podem causar reação alérgica em algumas pessoas. E devem ser introduzidas com cautela na alimentação de crianças, além de serem alergênicas, pela presença de espinhas. Crianças e gestantes devem consumir no máximo 350 g de peixe por semana.

fonte:minhavida.com.br
por Patricia Bertolucci NUTRICIONISTA - CRN 5984/SP
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Suco de graviola – Benéfico e refrescante

A graviola (Annona muricata) é uma planta de pequeno porte originária da região das Antilhas, muito utilizada na fabricação de sucos, doces e sorvetes. O fruto desta árvore apresenta um formato oval, com a casca de cor verde e com pequenas elevações (“espinhos”). O seu sabor é parecido ao da fruta do conde e da banana. A parte interna do fruto é formada por uma polpa branca de sabor adocicada, apresentando, também, muitas sementes de coloração preta.

Suco de graviola – Benéfico e refrescante - Foto: Reprodução

A graviola possui elevado teor de fibras, vitaminas, fósforo, cálcio, gorduras boas e demais propriedades benéficas. O suco feito com este fruto é muito benéfico e refrescante, sendo altamente recomendável incluí-lo no cardápio para manter um estilo de vida saudável. Conheça melhor os benefícios proporcionados pelo suco de graviola:

Os benefícios do suco de graviola
Propriedades anticancerígenas: o suco de graviola possui antioxidantes em sua composição, substâncias que ajudam a evitar a formação de tumores.

Antienvelhecimento: a quantidade de vitamina C presente no suco de graviola tem ação antioxidante, retardando o processo de envelhecimento, além de estimular o funcionamento do sistema imunológico.

Tratamento para a hipertensão: a quantidade de potássio presente na graviola age como diurético no organismo, podendo reduzir a pressão arterial.
Devido ao elevado teor de fibras presentes na graviola, o suco preparado com o fruto pode auxiliar no tratamento de cálculos intestinais, na redução do ácido úrico, no aumento do apetite e na constipação.

O suco de graviola é indicado para tratar avitaminose C e excesso de líquido no organismo. Para este caso, basta juntar, no liquidificador, pedaços das frutas com um pouco de água (o suficiente para dar um copo de suco). O indicado é tomar dois copos de suco ao dia, repetindo o tratamento pelo tempo necessário à cura.

Sugestão de receita de suco de graviola
Veja a seguir uma sugestão de receita de preparo de um delicioso, benéfico e refrescante suco de graviola.

Ingredientes:

– 1 litro de água filtrada;
– 1 graviola de tamanho médio;
– 1 xícara de café de açúcar ou a gosto;
– 10 cubos de gelo.

Modo de preparo:
Retire a casca da graviola e bata no liquidificador com ½ litro de água para retirar as sementes. Coe e reserve em uma jarra. Após isso, acrescente o açúcar e os cubos de gelo, de acordo com a sua preferência.

fonte:remedio-caseiro.com
Por Débora Silva
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Tratamento para o excesso de ácido úrico no sangue

Gota- uma das consequências do ácido úrico em excesso - Imagem: Reprodução

A hiperuricemia, ou excesso de ácido úrico no sangue é causada por algumas disfunções orgânicas, que ocasionam sua retenção no sangue e tecidos.

A presença do ácido úrico no sangue é normal, ele é gerado através da quebra de moléculas de proteínas dos alimentos ingeridos. Parte dele é excretada pelos rins e intestinos, a não ser quando a pessoa tem dificuldade em eliminá-lo ou o produz em excesso, aí podem ocorrer consequências, como a gota e até cálculos renais.

Quais as causas do aumento de ácido úrico no sangue?
Existem alguns defeitos genéticos que podem prejudicar a ação de uma enzima necessária para a excreção do ácido úrico, por isso, os níveis desse ácido aumentam. Mas não apenas isso, alguns outros fatores podem também contribuir para esse aumento:


algumas doenças renais;
leucemia;
anemia hemolítica;
consumo de álcool, principalmente a cerveja;
dietas rígidas demais ou jejuns prolongados;
ingestão excessiva de alimentos ácidos;
uso de diuréticos e anti-inflamatórios;
dietas ricas em alimentos ricos em purinas (substâncias que fazem parte das proteínas).

O excesso de ácido úrico no sangue pode ter como sintomas reações características na pele, como coceiras, descamações, bolha, vermelhidão e até feridas. As micoses, assim como as frieiras, podem se complicar com o aumento dos níveis desse ácido.

Quais as consequência?
Uma das principais consequências é o surgimento da gota, uma doença hereditária, onde o ácido úrico se deposita nos tecidos das articulações e pode até mesmo destruí-los. Isso não significa que todas as pessoas que tem excesso de ácido úrico terão esse problema, que atinge mais os homens do que as mulheres, mas, se houver a predisposição genética, um dos sintomas iniciais da gota são as dores nas articulações, por isso, é bom ficar atento! Essa dor, que surge principalmente no dedão do pé, pode se estender aos joelhos, cotovelos, mãos e ombros.

O ácido úrico também pode se acumular em cristais nos rins e esses cristais formam os terríveis cálculos renais, ou pedras. Além disso, estudos mostraram que o ácido é capaz de aumentar em 3,5 vezes os riscos de um adulto ter calcificações nas artérias do coração, um potencial 10 a 12 vezes maior de acontecer um infarto e morte súbita.

Como é o tratamento?
Embora não exista cura para esse problema, apesar de alguns medicamentos para serem usados fora das crises em casos mais graves, pode-se controlar os níveis, especialmente com cuidados para evitar os fatores agravantes ou desencadeantes do quadro de hiperuricemia. Além disso, em casos graves, há medicamentos específicos, que são usados fora dos períodos de crises.

Quem já sofre de gota deve evitar o consumo das bebidas alcoólicas, em especial a cerveja, que contém maior quantidade de purina do que as outras. As bebidas colaboram para a formação de cristais de ácido úrico, que entram nas articulações.

Alimentos que podem e quais não devem ser consumidos

ALIMENTOS A SEREM EVITADOS:
Peixes e frutos do mar, como: sardinha, ovas de peixe, camarão, salmão, bacalhau, ostra, truta, marisco.
Aves, como: peru e ganso.
Carnes: miúdos (fígado, coração, rim, língua,vitela, bacon, cabrito, carneiro)
Bebidas alcoólicas.
A ingestão de gorduras deve ser evitada também, mas cuidado com as carnes magras, já que são as maiores fontes de purinas e ácido úrico!

Alguns grãos secos, como o feijão, ervilha, lentilhas e grão-de-bico, devem ser esquecidos por alguns dias e depois voltar à dieta gradativamente. Também inicialmente, devem ser evitados os aspargos, espinafre, champignon e couve-flor, fermento biológico e a levedura de cerveja, o pão consumido não deve ser fresco, nem quente, de preferência deve ser “dormido” e até torrado.

Após a dieta ser regulada por alguns dias, ainda há alguns remédios naturais que se pode fazer uso:

Faça um suco com pepino, cenoura e beterraba e tome, preferencialmente, em jejum.

Amasse dois dentes de alho e deixe-os repousando em um copo de água por seis horas. Coe e tome três vezes ao dia ou tome duas cápsulas de alho, duas vezes ao dia.

Substitua um desjejum por semana pela ingestão de melancia, durante algumas semanas. A água contida na melancia ajuda a excretar o ácido úrico e limpa os filtros renais.

Prepare uma infusão com 3 colheres de sopa de chapéu-de-couro e malva misturados em 1 litro de água fervente. Este chá deve ser bebido de duas a três xícaras ao dia, durante a primeira semana.

Prepare, na segunda semana, uma infusão com os chás de hortelã e bardana misturados, usando 3 colheres de sopa para 1 litro de água. Beba de duas a três xícaras ao dia.

Durante a terceira semana, o chá a ser preparado é uma mistura de salsaparrilha e dente-de-leão. Nas mesmas quantidades dos anteriores.

Na quarta semana, deve-se tornar a fazer a infusão da primeira semana. Deve-se alternar sucessivamente por dois meses.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/
Por Daiane Silva
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terça-feira, 21 de julho de 2015

Ácido Úrico alto: Sintomas dieta e tratamento

O nosso organismo produz naturalmente o ácido úrico. Por isso, todas as pessoas possuem alguma quantidade dessa substância presente no sangue. O que é considerado como um problema é a elevação nos índices do ácido.

O que é acido úrico? Como ele aumenta?
As proteínas fazem parte da nossa alimentação diária. Uma dessas proteínas ingeridas é a purina, que é quebrada durante a digestão por uma enzima conhecida como xantina oxidase. Parte das purinas é aproveitada após a quebra pelo organismo e o que resta é transformado em ácido úrico. O ácido permanece em nosso sangue até ser filtrado pelos rins e eliminado por meio da urina.

Dessa forma, existem três fatores que podem fazer com que os níveis de ácido úrico se elevem:

algo no organismo fez com que a produção de ácido úrico aumentasse;

a eliminação do ácido úrico pelos rins tem sido insuficiente;
quando o uso de algum medicamento interfere nos índices da substância.

Nesses casos, dizemos que ocorreu uma hiperuricemia, ou seja, que os índice de ácido úrico no sangue estão acima do desejado.

Os valores de referência são:
Feminino : 2,4 a 5,7 mg/dL
Masculino: 3,4 a 7,0 mg/dL

Quando esses limite são ultrapassados, o ácido úrico contribui para a formação de minúsculos cristais de urato de sódio. Esses cristais são semelhantes a pequenas agulhas, que podem se depositar nas articulações, sob a pele, nos rins ou em outros lugares do corpo. São eles os responsáveis pelas dores típicas da gota, além de outros sintomas da elevação do ácido úrico no sangue.
Importante: um estudo feito recentemente pelo Instituto do Coração de São Paulo concluiu que os índices altos de ácido úrico no sangue podem estar relacionados com episódios de acidentes cardiovasculares. Por isso, prevenir e controlar o problema é tão importante.

Dor nas articulações é um dos sintomas do ácido úrico alto

Sintomas da Hiperuricemia
Existem também casos de ácido úrico baixo, mas hoje vamos falar somente pelos casos de hiperuricemia. Quando os cristais de urato de sódio se depositam nas articulações, o principal sintoma são as dores fortes, mais comuns nos membros inferiores (joelhos, tornozelos, calcanhares, dedos do pé), equivalente a uma crise de artrite.
A gota é uma das consequência da elevação dos índices de ácido úrico, mas isso não quer dizer que todas pessoas que sofrem com a hiperuricemia terão o problema. A gota acomete mais os homens adultos e está ligada a fatores genéticos hereditários.
Os índices elevados de ácido úrico também podem atacar o funcionamento dos rins, levando à formação de cálculos renais e até mesmo à insuficiência renal. Nesses casos a hiperuricemia pode se tornar mais grave, exigindo vários cuidados por parte do paciente.

Diagnóstico
A pessoa que apresenta alguns dos sintomas relatados acima deve procurar um médico para que as causas seja averiguadas. Quando o ácido úrico alto é descoberto precocemente, é possível evitar que o problema se agrave com medidas adequadas e tratamento médico. Para um diagnóstico correto, é preciso que o paciente faça um exame de sangue com medição da concentração de ácido úrico no sangue. O exame exige um período de oito horas de jejum para ser realizado e deve ser conduzido por um laboratório de confiança. Os valores de referência são os mencionados acima, mas é preciso que um médico analise os resultados para um quadro mais geral do problema.

Tratamento
O tratamento adequado deve ser indicado por um médico. De um modo geral, é prescrita ao paciente uma dieta com baixa ingestão de purina. Além disso, podem ser indicados medicamentos que ajudem a diminuir a produção de ácido úrico pelo organismo, como o alopurinol, ou drogas que facilitem a excreção por meio da urina (probenecide e sulfinpirazona). Em alguns casos, ambos são indicados pois a pessoa pode ter os dois problemas: produção de ácido úrico em excesso e dificuldade para excretá-lo.
Os portadores do distúrbio devem ainda evitar situações muito estressantes, que costumam contribuir para a elevação do ácido úrico no sangue. Medicamentos diuréticos e anti-inflamatórios também devem ser evitados pois podem ser os responsável pelo aumento dos índices de ácido úrico no organismo.

Dieta para quem tem Ácido Úrico alto
A alimentação é fundamental, pois, como vimos, o ácido úrico é produzido a partir das proteínas. A dica é procurar um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio com menor quantidade de purina e alimentos que ajudem na eliminação do ácido úrico.

Carnes, frutos do mar, miúdos e alguns tipos de peixe, como sardinha e salmão, são as principais fontes de purinas presentes em nossa alimentação. Por essa razão, esses alimentos devem ser consumidos em pequenas quantidades por quem tem ácido úrico alto.

Estudos mostram também que alimentos derivados do leite, como queijo e iogurtes, podem favorecer a eliminação do ácido úrico por meio da urina. Eles devem ser incluídos na dieta, mas sem exageros. Além desses cuidados, é importante que todo o cardápio seja balanceado para controlar a hiperuricemia e outros problemas relacionados.

Dicas:
Beba muita água todos os dias pois ela ajuda o organismo a eliminar o ácido úrico;
Os alimentos mais saudáveis, como frutas, verduras e leite, são mais indicados;
Evite alimentos industrializados;
Diminua o consumo de bebidas alcoólicas, sobretudo a cerveja (que contém purina);
Não faça uso de medicamento sem acompanhamento médico.

fonte
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Como baixar o ácido úrico no sangue naturalmente

O ácido úrico é uma substância produzida naturalmente pelo organismo que surge por meio da quebra das moléculas de purina, que é uma proteína encontrada em alimentos, por meio da ação da enzima xantina oxidase. As purinas, após o uso, são degradadas e transformadas em ácido úrico que, em partes, é eliminado pelos rins.

O sangue armazena parte desse ácido úrico e, em níveis normais, deve estar entre 2,4 e 6,0 mg/dL em mulheres e entre 3,4 e 7,0 mg/dL em homens. Os valores podem ser encontrados por meio de um exame de sangue.

Foto: Reprodução

O que causa?
Quando elevado, o nível de ácido úrico pode aumentar os riscos de desenvolvimento de acidentes cardiovasculares, além da formação de pequenos cristais de urato de sódio – com formato semelhante ao de uma pequena agulha – que acabam ficando depositados em diversos lugares do corpo como as articulações, os rins e sobre a pele.

Entre os sintomas desse excesso estão os surtos realmente dolorosos de artrite aguda devido ao depósito dos cristais em articulações. Há também, nos rins, a formação dos cálculos renais e insuficiência renal aguda ou crônica.

Como tratar?
É preciso que, antes de tudo, você siga o tratamento médico. Siga as orientações do médico e consuma os alimentos indicados por ele, sempre cortando o que for solicitado também. Existem medicamentos caseiros que podem ajudar a combater problemas com excesso de ácido úrico. Confira abaixo.

Beterraba
Para preparar esse medicamento, use 80g de beterraba, 80g de cenoura, 80g de pepino e 20g de agrião. Bata todos os ingredientes em uma centrífuga e consuma em seguida o suco para que não sumam as propriedades. Consuma diariamente pela manhã em jejum. O medicamento deve, em 3 semanas, resolver o problema.

Limão
Outro medicamento pode ser preparado com ½ xícara de folhas de agrião, 2 colheres de sopa de cenoura ralada, suco de 1 limão e uma colher de sopa de mel. Amasse as folhas em um recipiente e bata com a cenoura, o suco de limão e o mel. Cubra a mistura com um pano por aproximadamente 6 horas. Coe em seguida, sempre espremendo bem. Consuma uma colher de sopa a cada 5 horas.

Alimentos e indicações
Quem tem problemas com ácido úrico deve evitar alguns alimentos como anchovas, sardinha, carne, caldos de carne, coração, mexilhão, frutos do mar, pães doces, bebidas alcoólicas – principalmente a cerveja – aspargo, feijão, lentilha, frituras, refrigerantes, bolachas, entre outros alimentos embutidos e com açúcares e gordura.

Os alimentos permitidos são aqueles que ajudam a tornar o sangue menos ácido como a maçã, pera, banana, laranja, melão, pão branco, brócolis, cenoura, tomate, alface, berinjela, beterraba, couve, cebola, chocolate, ovos, nozes, gelatina, leite, queijo, entre outros.

É essencial, no entanto, que você siga as orientações médicas e que beba bastante água, mantenha uma dieta saudável, consuma leite e derivados – pois estes ajudam a melhorar a eliminação de ácido úrico –, além de ser importante você manter sob controle a obesidade e a hipertensão.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/como-baixar-o-acido-urico-no-sangue-naturalmente/
por Por Natália Petrin
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Transbordamento de ácido úrico

imagem:corposaun.com
Gota
Quando existe um aumento do nível de ácido úrico no organismo, substancia proveniente da degradação de proteínas, o excesso fica depositado nos tecidos e nas articulações.
O resultado? Inflamação e dor.
É a popular gota, problema mais comum nos homens entre 30 e 40 anos. Uma das causas da doença é o consumo exagerado de alimentos ricos nessa substancia, como miúdos, carnes vermelhas, salmão e sardinha.
Outra explicação é a de que ela não é eliminada pelos rins. Distúrbios metabólicos também associam-se ao mal. O tratamento começa com antiinflamatórios. Depois indica-se remédios que eliminam o excesso ou impedem que se forme acido úrico, diz o reumatologista Wilson Cossermelli, de São Paulo.
Recomenda-se reduzir a ingestão de alimentos fartos na substancia.
Revista Saúde é Vital nº 185


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domingo, 26 de dezembro de 2010

Como baixar o ácido úrico

Muitas pessoas sofrem com o ácido úrico, uma substância produzida no fígado derivada do metabolismo da purina. Veja abaixo como baixar o ácido úrico através de uma boa alimentação.

Fatores de riscos

* Obesidade.
* Hipertensão.
* Trauma.
* Longos períodos de jejum.
* Consumo de álcool.
* Ingestão de alimentos ricos em purina.
* Uso de certos medicamentos.
Alimentos ricos em purina (devem ser evitados)

* Carnes.
* Peixes e frutos do mar.
* Aves.
* Bebidas alcoólicas.
Alimentos com baixo teor de purina (podem ser consumidos)

Leite, chá, café, chocolate, queijo amarelo magro, ovo cozido, cereais, macarrão, fubá, batata, arroz branco, milho, mandioca, sagu, vegetais, frutos secos, doces e frutas.
regimesedietas.com


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