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sábado, 9 de setembro de 2017

O que é anemia ferropriva?

Existe uma noção equivocada de que toda anemia é causa pela carência de ferro no organismo. No entanto, a anemia se refere a diversos problemas relacionados à falta de nutrientes no geral e não apenas um específico.
No caso da falta de ferro, dizemos que a anemia é ferropriva. Ela é bastante comum em pessoas de todas as idades, mas sobretudo em crianças e gestantes. Quando a anemia aparece, é fundamental que ela seja tratada adequadamente para evitar complicações mais sérias.

Importância do Ferro
A carência de ferro é um problema sério porque esse nutriente está ligado a funções importantes do organismo. Ele participa da produção dos glóbulos vermelhos que compõem o sangue e, por isso, há uma relação entre hemorragias e o desenvolvimento da anemia ferropriva.
As hemácias (também chamadas de glóbulos vermelhos) são as responsáveis por levar oxigênio dos pulmões para todas as células do corpo humano. Se há baixa de ferro, a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue se reduz e essa função fica prejudicada. Esse processo explica os principais sintomas da anemia.

Hemácias

Quando falta ferro, os níveis de hemácias no sangue caem

Causas
As principais causas para o surgimento da anemia ferropriva são: carência de ferro na alimentação, parasitas que se alojam no intestino, gravidez, parto ou amamentação. Quando a pessoa passa por algum processo hemorrágico ou cirurgia com alta perda de sangue a anemia também pode ocorrer devido à baixa de hemoglobinas no sangue.
Algumas pessoas têm mais risco de sofrerem com a anemia por falta de ferro. As principais são as mulheres em idade fértil, crianças, idoso, adolescentes ou pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica. Porém, como foi dito antes, qualquer pessoa pode ter a doença caso não consuma quantidades adequadas de ferro ou tenha algum tipo de dificuldade para absorver o nutriente.

Sintomas
Os sinais de que a pessoa está com carência de ferro costumam ser os seguintes:
pele pálida
cansaço
perda de apetite
apatia
palpitação
taquicardia
unhas e cabelos quebradiços
Em estágios mais graves, a pessoa também pode apresentar dificuldade para respirar por causa falta de hemoglobinas para transportar o oxigênio pelos células. Nas crianças, é possível observar dificuldade no aprendizado e maior ocorrência de infecções.

Tratamento da anemia
Quando a anemia ferropriva é diagnosticada por meio de exame de sangue, o médico deve, primeiramente, procurar descobrir o que está causando a carência de ferro no organismo e tentar corrigir esse problema. O paciente também deve melhorar seu consumo de ferro com dieta adequada e suplementação com sulfato ferroso.
Essas duas medidas costumam ser suficientes para contornar a doença em alguns meses. No entanto, é fundamental que o indivíduo continue seguindo as recomendações mesmo depois que o exame de sangue mostrar que a doença cedeu.

Alimentação adequada
A alimentação é fundamental não só para tratar a anemia ferropriva como também para preveni-la. Nos alimentos consumidos por nós, seres humanos, existem dois tipos diferentes de ferro: o heme, encontrado em carnes vermelhas, ovos e fígado; e o ferro não-heme, comum em vegetais de cor verde escura, alguns tipos de leguminosas, como o feijão, e frutas.
É importante salientar que o ferro do tipo heme é melhor absorvido pelo nosso organismo e, por isso, dietas vegetarianas podem levar à anemia. Ingerir alimentos que contenham ferro juntamente com proteínas e vitamina C ajuda a melhorar a absorção do nutriente.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Se você tem diabetes: o chá desta planta vai normalizar a sua glicose rapidamente


Esta planta é maravilhosa.Ela é rica em propriedades e é capaz de realizar muitas curas.Fácil de encontrar em muitos lugares, é uma importante fonte de vitaminas, minerais, clorofila e ácidos orgânicos.

Contém potássio, um mineral que, além de aumentar a micção, diminui o apetite e é muito bom para as pessoas que sofrem de obesidade devido à compulsão por comida. É anti-inflamatória, expectorante, adstringente, tônica. Tem muitos aminoácidos, aminas, esteróis, acetofenona, hidrocarbonetos, óleos voláteis, sitosteróis, ácido acético, ácido pantotênico, ácido fólico, clorofila...
Enfim, é uma planta extremamente rica e benéfica.

De que planta estamos falando?

Isso mesmo, estamos falando da poderosíssima urtiga. Seu chá é extremamente benéfico para quem tem diabetes. Três xícaras dele diariamente regula rapidamente os níveis de açúcar no sangue. E não é só isso, ele tem muito mais utilidades. Por exemplo, elimina os vírus e infecções bacterianas. Ajuda a fortalecer o sistema imunológico e combate anemia, fadiga, estafa e outros efeitos do estresse.

Existem diversos tipos de urtiga e todos são medicinais.

A planta é fácil de encontrar em vários quintais, mas seu manejo exige cuidado (colhida com luvas e depois colocada para secar), pois o contato com a pele pode causar reação alérgica. Por isso o ideal é comprar um pacotinho das folhas secas de urtiga em lojas de chá ou produtos naturais, pois neste estado já não há mais risco de irritações na pele.

Como fazer o chá
Ingredientes
1 colher (sopa) das folhas secas
1 litro de água

Modo de preparo
Leve a água a ferver e deixe por aproximadamente 3 a 4 minutos, esperando pela ebulição (formação das bolhinhas) para retirar do fogo. Adicione as folhas e tampe a panela. O chá deve repousar por no mínimo dez minutos antes de poder ser consumido. Consuma três xícaras por dia. É recomendado adoçar com mel para facilitar a ingestão.

No caso de diabéticos, aconselha-se o adoçante estévia (cuidado: compre uma estévia pura). O chá é contraindicado para grávidas.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Batata-doce combate diabetes - aqui estão mais 11 motivos para você consumi-la todos os dias!


Você sabia que a batata-doce, principalmente a de casca roxa, é super-rica em antioxidantes?Além disso, ela possui um excelente valor nutricional.Neste post, vamos mostrar como a batata-doce pode ser excelente para melhorar a sua saúde.Vem com a gente:

1-Tem açúcares naturais: a batata-doce contém açúcares naturais, o que permite a diminuição da resistência à insulina em diabéticos.
Outra vantagem é que ela regula os níveis de açúcar no sangue.

2-Facilita a digestão: a batata-doce é rica é fibras dietéticas, o que melhora a digestão, previne o câncer de cólon e combate a constipação.

3- Melhora o sistema respiratório: este maravilhoso alimento contém carotenoides, que são responsáveis pela produção da vitamina A, regenerando o sistema respiratório.
Assim, qualquer pessoa que tem dificuldades para respirar, até mesmo os fumantes, devem consumir batata-doce.

4- Contém vitamina D: para quem não sabe, a vitamina D é boa para os ossos, dentes, coração, pele, glândulas da tireoides e energia do corpo. Quer mais?
A batata-doce também tem vitamina B6, que diminui o risco de ataque cardíaco, derrame e doenças degenerativas.

5- Combate o estresse: a batata doce reduz o impacto do sódio, regula a pressão sanguínea e equilibra os eletrólitos. Além disso, o potássio garante a saúde dos tecidos e o relaxamento dos músculos, reduz o inchaço, cólica, fornece energia, regula os batimentos cardíacos e os sinais nervosos, aumenta o fluxo de oxigênio, regula a quantidade de água no corpo e age contra o estresse.

6- Protege contra o câncer, bom para o cabelo e combate artrite: na batata-doce, o betacaroteno age como antioxidante, evitando artrite, gota, asma, câncer de mama, de pulmão e diminui os efeitos do envelhecimento. Ah, também estimula o crescimento dos cabelos e combate a caspa.

7- Contribui para uma gravidez saudável: as gestantes devem comer batata-doce para o garantir o bom desenvolvimento do feto, já que ela é rica em ácido fólico.

8- Contém vitamina C: todos nós sabemos que esta é uma vitamina essencial para o funcionamento de todo o corpo, além de contribuir para a produção de colágeno, excelente para a pele os ossos.

9- Combate a anemia: como é rica em ferro, a batata doce produz células vermelhas e brancas no sangue, combatendo a anemia.

10- Limpa a pele: basta passar em sua pele a água que foi usada no cozimento da batata-doce. A consequência são poros limpos e uma rosto sem irritações. O bom de tudo, quando o assunto é o cuidado da pele, é que a vitamina E, presente na batata-doce, melhora a aparência do rosto, evitando rugas e combatendo olheiras.

11- Previne cólicas e TPM: o ferro e o manganês presentes na batata-doce acalmam o corpo e combatem os sintomas pré-menstruais.

12- Rica em vitaminas: pela vasta quantidade de vitaminas essenciais para o bom funcionamento do organismo, nós devemos consumir bastante batata-doce. No entanto, se você já teve cálculos renais, é bom conversar com um nutricionista ou um médico antes de consumir batata-doce.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Anemia perniciosa


Tenho aprofundado meus estudos em carências nutricionais, e uma que me intrigou foi a da famosa B12, sua fonte é de origem animal e sua falta é gritante no organismo,então resolvi fazer essa matéria para informar ...hoje muitos são vegetarianos e de linhas que não fazem utilização de proteínas animais de espécie alguma,eu respeito totalmente acho que cada um tem seus motivos,suas crenças...e aí onde entra essa questão da B12 no organismo,é preciso uma suplementação para que tudo fique em ordem,eu sei que há fatores que influenciam para que não haja nada com a saúde como trabalhos meditativo,vibrações e muita coisa legal, conheço bem essa busca transformadora e curativa ,mas talvez nem todos consigam ir caminhando bem nesse caminho,dai uma suplementação pode ajudar bastante...vale a pena saber um pouco mais.

O que é anemia perniciosa?
A anemia perniciosa, também chamada anemia macrocítica, anemia perniciosa congênita, anemia perniciosa juvenil ou anemia por deficiência de vitamina B12 é uma doença autoimune que leva a uma redução dos glóbulos vermelhos por deficiências de absorção da vitamina B12 no intestino delgado.
A deficiência de vitamina B12 é frequente entre as pessoas idosas, atingindo prevalência superior a 20%, entretanto suas manifestações clínicas iniciais são sutis

HISTÓRICO
Em 1948, o isolamento da vitamina B12 do fígado marca um grande passo no tratamento da anemia perniciosa e outros tipos de anemia macrocítica, supondo-se ser a vitamina idêntica ao “fator extrínseco”. Seu emprego por via oral é eficiente graças à presença do “fator intrínseco” existente no suco gástrico normal, indispensável para sua absorção.
A Vitamina B12 constitui fator essencial ao crescimento de diversas espécies animais, achando-se envolvida como uma substância intermediária na formação dos glóbulos sanguíneos, da bainha dos nervos e várias proteínas.
A vitamina B12 é absorvida no trato intestinal por mecanismos ativos ou de difusão passiva, dependendo do fator intrínseco, que é uma enzima mucoprotéica, presente na secreção gástrica.Consumo de remédios como ácidos acetilsalicílicos, anti-inflamatórios, reduzem a produção dessa proteção que é o fator intrínseco dificultando a absorção da B12.
A vitamina B12 é um fator importante no metabolismo dos ácidos nucleicos, essencial para o funcionamento correto de todas as células do organismo, especialmente do trato gastrointestinal, tecido nervoso e medula óssea.
Algumas outras doenças também podem aumentar o risco da anemia perniciosa, como a doença de Addison, a miastenia gravis e a diabetes tipo 1, entre outras. A anemia perniciosa congênita, em que os bebês não produzem o fator intrínseco, pode ser hereditária, por um distúrbio autossômico recessivo, mas isso é muito raro.


FONTES
A vitamina B12 esta presente nos alimentos proteicos de origem animal, especialmente nas vísceras, leite cru, ovos ,carnes. Essas características fazem com que alimentações vegetarianas radicais não ofereçam vitamina B12. Dessa maneira, os vegetarianos precisam obter a vitamina B12 de fontes não-dietéticas, sendo que muitos deles tomam regularmente injeções ou comprimidos de vitaminas B12.
A síntese da vitamina B12não é realizada por animais ou plantas, somente certos microrganismos são capazes de sintetizá-la. Os humanos são incapazes de sintetizar esta vitamina e, portanto, completamente dependentes da dieta para sua obtenção.

ALGUMAS CAUSAS POSSÍVEIS
Defeito na absorção pelo trato gastrointestinal, causado por gastrite atrófica, enfraquecimento do revestimento interno do estômago;úlceras.
Fatores hereditários e histórico familiar para anemia perniciosa;
Doença celíaca;
Acidúria metilmalônica, uma doença hereditária que atinge o metabolismo e que provoca o acúmulo de ácidos no organismo;
Homocistinúria, um distúrbio genético que afeta os olhos, a coagulação sanguínea e até mesmo os ossos,
Cirurgia bariátrica,
Tratamento da tuberculose com base no ácido para-aminosalicílico,
Má nutrição na infância;
Pouco consumo de proteínas de origem animal.
E ainda , mulheres grávidas que não se alimentarem corretamente durante os meses de gestação podem dar à luz a filhos com anemia perniciosa congênita. Os bebês com este tipo de anemia perniciosa não produzem o fator intrínseco ou, então, não são capazes de absorver a vitamina B12 corretamente.
Há a suspeita, ainda, de que a ausência do fator intrínseco possa estar relacionada a uma doença autoimune, na qual os anticorpos que deveriam proteger nosso corpo de agentes invasores acabam por destruir células e tecidos saudáveis do organismo por engano.


RISCOS
Apesar de poder surgir em qualquer pessoa de qualquer parte do mundo, a incidência maior de anemia perniciosa ocorre no norte da Europa e em países escandinavos. Além disso, a doença costuma aparecer depois dos 30 anos de idade, mas também pode surgir antes, principalmente em crianças (anemia perniciosa juvenil). Este tipo da condição atinge as crianças antes de elas atingirem os três anos de idade.
Além disso, outras doenças também podem aumentar o risco de uma pessoa vir a desenvolver anemia perniciosa, como:
Doença de Addison-Distúrbios da tireoide, como hiperparatireoidismo- hipopituitarismo
Miastenia grave-Amenorreia-Diabetes-Disfunção nos testículos-Vitiligo.

SINTOMAS
Algumas pessoas com anemia perniciosa não apresentam sintomas, ou os sinais são muito brandos e às vezes podem nem ser notados. E são:
Diarreia-Constipação-Fadiga-Perda de apetite-Palidez-Déficit de atenção e outros problemas de concentração-Dificuldade para respirar-Língua inchada ou avermelhada-Sangramento na gengiva.
Além disso, permanecer por longos períodos de tempo com níveis baixos de vitamina B12 pode causar danos ao sistema nervoso e ao surgimento de outros sinais e sintomas, como:

Confusão mental, Depressão, Perda de equilíbrio, Dormência e formigamento nas mãos e nos pés.

COMPLICAÇÕES
A anemia perniciosa pode alterar os resultados dos exames sanguíneos da bilirrubina, do colesterol, da gastrina e da fosfatase alcalina. A mulher que tenha níveis baixos de vitamina B12 pode ter um resultado falso positivo do esfregaço de Papanicolau porque a deficiência dessa vitamina afeta a aparência das células epiteliais.
Os pacientes com anemia perniciosa têm maior tendência a apresentar pólipos e câncer gástricos.
Havendo uma ingestão exagerada dessa vitamina, ocorre a excreção por via urinária

TRATAMENTO
Você deve consultar um médico se apresentar sintomas que possam estar relacionados à deficiência de vitamina B12 no organismo. Fique atento, também, aos sintomas decorrentes de longos períodos sem as quantidades necessárias desta vitamina no corpo.Pode buscar ajuda e orientação sobre suplementação e alimentação com Nutricionistas.

Fontes de Pesquisa
Apostilas ,livros e arquivos
DUTRA-DE-OLIVEIRA,J.E. MARCHINI,J.S.Ciência Nutricionais.1ºed. São Paulo:
SAVIER,1998.FRANCO. Guilherme.Tabela de composição química dos alimentos. 9ºed. São
Paulo: ATHENEU, 2003.VERRASTRO.Therezinha. Hematologia e hemoterapia; fundamentos de morfologia, fisiologia, patologia e clínica. 1ºed. São Paulo: ATHENEU, 2005.file:///C:/Users/Usuario/Downloads/1547-5584-2-PB.pdf

http://www.abc.med.br/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anemia-perniciosa
por Aída Tovar Six
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Combata a prisão de ventre tomando chá de ameixa


A prisão de ventre é um problema muito comum entre os homens e mulheres de diversas idades. Dieta desequilibrada, estresse, hormônios desregulados, falta de água no organismo, pouca prática de exercício físico, entre tantos outros motivos podem desencadear uma prisão de ventre.

A melhor forma de se combater e prevenir a constipação intestinal é através de receitas naturais. E um dos melhores remédios caseiros para liberar o intestino é o chá de ameixa.

Diversas frutas e verduras podem ajudar a regular o intestino fazendo com que ele trabalhe melhor, mas aquela que trará um resultado melhor e mais rápido será a ameixa.

Combata a prisão de ventre tomando chá de ameixa
Foto: Pixabay

A ameixa é uma fruta rica em fibras, carboidrato, sódio, magnésio, potássio e vitamina A e C. Além de ser ideal para quem sofre de problemas de prisão de ventre, a bebida ainda ajuda a combater à anemia, doenças respiratórias, diminui os níveis do colesterol ruim, fortalece o sistema imunológico e emagrece.

Chá das folhas da ameixa

Ingredientes
2 colheres (de sopa) da folha da ameixa;
1 litro de água.

Modo de preparo
Coloque a água para ferver e adicione as folhas de ameixa. Quando a fervura for atingida, desligue o fogo e abafe a bebida por 10 minutos. Consuma duas xícaras por dia.

Chá de ameixa

Ingredientes
3 ameixas pretas;
1 xícara (de chá) de água.

Modo de preparo
Retire as sementes da ameixa. Coloque a fruta na xícara com água. Amasse as ameixas e coloque-as em repouso durante uma noite. No dia seguinte, pegue a xícara e misture bem até que forme uma mistura homogênea. Ponha essa mistura para ferver e depois, consuma a bebida. Procure beber esse chá em jejum.

Por Ana Ligia
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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Remédios com Rosas e Água de Rosas


A maioria das plantas possui algum tipo de propriedade ou benefício, seja para os cuidados de beleza ou para tratar e prevenir doenças. Hoje você vai conhecer algumas propriedades e benefícios das rosas e água de rosas, assim como utilizá-la na preparação de diferentes remédios caseiros.

Muitas pessoas nos perguntaram sobre as propriedades curativas das rosas, quais remédios com rosas podem elaborar e como se faz a água de rosas.
É importante notar, em primeiro lugar, que a rosa é um arbusto que pertence à família Rosaceae que pode chegar a medir até 2 metros de altura. Tem talos espinhosos e folíolos dispostos em grupos de cinco ou sete.

As folhas são lanceoladas e dentadas nas bordas e produzem flores de diferentes cores (vermelho, rosa, amarelo ou branco), perfumadas e com muitas pétalas. É protegida por muitos espinhos.

Existem diferentes variedades. As rosas Damascenas são de uma cor rosa pálido, as de cem folhas, de um rosa um pouco mais forte, e as francesas, de rosa forte; as três rosas “antigas” mais usadas na medicina e perfumaria.

A rosa é nativa da China e chegou à Índia e Pérsia por rotas comerciais, e de lá se espalharam para o Oriente Médio e Europa. O uso da rosa remonta desde os tempos antigos. Na Pérsia, se exportava o óleo de rosa damascena para perfumaria. Os gregos a utilizavam para se perfumar, evitar doenças e ungir os mortos.

Para seu cultivo, devem ser plantadas imediatamente após a colheita. Em caso de guardá-las, deve-se estratificar. Esta planta se adapta a qualquer tipo de solo e não requer nenhum cuidado especial, embora seja preciso ter cuidado com as doenças causadas por fungos e insetos. Para garantir de plantar a espécie correta, recomenda-se comprá-la de um comércio especializado.

É usada praticamente toda a planta, e cada parte é colhida em uma época determinada do ano. As raízes da rosa são colhidas no início da temporada de primavera. As folhas são colhidas no meio desta mesma temporada e as pétalas devem ser colhidas, antes da abertura das flores.

No mundo da culinária, da água de rosas se fazem coberturas, e com pétalas caramelizadas se decoram os bolos. A seguir detalhamos as propriedades das rosas e alguns remédios com rosas que podem ser preparados de forma caseira e natural.

Propriedades curativas das rosas:
As rosas das variedades mais conhecidas contêm óleo essencial com distintas substâncias químicas de aromas florais (até 300), além de taninos, glicosídeos e pigmentos.

Tudo isso proporciona ao óleo essencial de rosa propriedades anti-inflamatórias, adstringentes, tônico-hepáticas e tônico-digestivas. Por isso, é amplamente utilizado em massagens de aromaterapia para acalmar emoções, combater a depressão, aliviar a ansiedade, elevar o humor e reduzir o estresse e a tensão.

Também estabilizar as oscilações do estado de ânimo, especialmente se são relacionadas com a depressão pós-parto. Acalma os nervos e ajuda a superar a insônia. É importante saber que é necessário entre 50 e 100 flores para obter uma única gota de óleo de rosa.

Quanto à água de rosas é obtida por destilação e extração com solvente. Esta é usada por suas propriedades antissépticas, para limpar a pele e acalmar inflamações cutâneas, eczema ou acne.

Da mesma forma, é usada para a cicatrização de feridas e no caso de diarreia por sua propriedade adstringente e favorece a digestão de refeições pesadas. Também é usada como colírio para os olhos.

Remédios caseiros com rosas:

Remédio com rosas para tonificar a pele: Dilua 2 gotas de rosa, 4 gotas de incenso e 4 gotas de sândalo em 20 ml de óleo de jojoba. Embeba um algodão com esta preparação e aplique suavemente sobre a pele.

Remédio com rosas para glândulas inchadas: Faça gargarejos com um copo de conhaque misturado com três xícaras de água de rosas. Esta é preparada com quatro gotas de óleo de rosas se agitada bem em um litro de água quente.

Remédio com rosas para cicatrização: Ferva 2 punhados de folhas de rosa durante 15 minutos em 1 xícara de óleo de linhaça e deixe no sol por 40 dias. Embeba um pano de algodão limpo com esta mistura e aplique sobre a área afetada.

Remédio com rosas para hemorroidas externas: Ferva um punhado de folhas de rosas durante 15 minutos em uma xícara de óleo de linho ou de linhaça e deixe no sol por 30 dias. Embeba um algodão com esta mistura e aplique nas hemorroidas externas.

Remédio com rosas para aliviar os desconfortos pré-menstruais e da menopausa: Dilua 4 gotas de rosa, 3 gotas de néroli e 3 gotas de mandarim em 20 ml de óleo de amêndoa e realize uma massagem corporal.

Remédio com rosas para combater a ansiedade: Dilua 2 gotas de óleo essencial de rosa e 3 gotas de laranja em 10 ml de óleo de amêndoa e aplique uma massagem depois do banho.

Remédio com rosas para o estresse: Despeje um punhado de pétalas de rosa na água quente da banheira e tome um banho. Este remédio desaparece com o estresse quase que instantaneamente.

Remédio com rosas para inflamação da garganta, gengivas e boca: Deixe 1 grama de rosas vermelhas, outro de brancas, por nove dias em quatro litros de vinagre branco. Depois esprema, coe e guarde bem tampado. Faça gargarejos com uma colher de sopa deste vinagre em um quarto de litro de água.

Remédio com rosas para estrias: Coloque 150 gramas de cavalinha, 25 gramas de rosas, 10 gramas de laminaria, 1 grama de saponária, 1 gramas de hamamélis e 10 gotas de suco de limão em 1,5 litros de álcool 40° durante 28 dias em maceração. Coe e dilua em partes iguais com água. Aplique massageando duas vezes por dia.

Remédio tonificante de rosas para a pele oleosa: Coloque em uma panela com tampa 2 ½ xícaras de água destilada e 8 xícaras de pétalas de rosa no fogo e tampe. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe continuar fervendo por 1 hora. Retire do fogo e deixe descansar por 2 dias. Ferva novamente por 1 hora e deixe esfriar. Despeje 1/3 de xícara de vodca em uma garrafa. Coe a água de rosas, esmagando as pétalas em uma peneira, despeje esta infusão na garrafa e tampe. Embeba um algodão com esta mistura e passe sobre o rosto principalmente em áreas com acúmulo de gordura. Deixe agir por 10 minutos. Em seguida, passe um creme hidratante. Guarde este tônico na geladeira.

Remédio firmador de rosas para pele flácida: Misture 4 colheres de sopa de água de rosas com uma infusão de malva (2 colheres de sopa de malva em uma xícara de água). Adicione 2 colheres de sopa de vodka e misture bem. Em seguida, adicione 2 colheres de chá de pétalas de rosa e 1 gota de óleo essencial de rosas. Despeje a mistura em um frasco de spray e aplique sobre a pele de manhã e à noite.

Remédio com rosas para combater olheiras: Embeba um algodão com água de rosas (pode ser comprada em farmácias botânicas) e aplique suavemente sobre a pele debaixo dos olhos. Deixe no local por 15 minutos, lave a área com água fria e, em seguida, aplique um creme hidratante. Esse remédio regenera a pele e promove a circulação o que ajuda a reduzir as olheiras.

Remédio com rosas para anemia (xarope de fruta de rosa): Limpe os frutos frescos colhidos, retirando as sementes e os pelos. Prepare uma decocção forte e misture com mel ou açúcar. Cozinhe em fogo baixo até que o açúcar se dissolva. Coloque em pequenos recipientes de vidro, deixe esfriar e feche hermeticamente para conservar na geladeira. Tome 2 ou 3 colheres de sopa por dia.
Curiosidades sobre as rosas:

Com rosa eram elaboradas poções do amor, foi uma das plantas mais utilizadas em rituais de magia. A lenda popular diz que a rosa ajuda a espantar os maus espíritos e é boa contra o mau olhado.

Recomendações: É preciso usar luvas quando se colhe a rosa selvagem. As mulheres grávidas não devem tomar o óleo essencial de rosa selvagem durante as quatro primeiras semanas de gravidez.

fonte:saudedicas.com.br
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Farinha de maracujá é a melhor amiga da dieta


Que o maracujá é uma delícia, todo mundo sabe. Mas o que pouca gente conhece é a sua porção "amiga da dieta". Isso mesmo! A nutricionista da rede de academias Alta Energia, Maria Andrezza Carmo de Abreu Fernandes, explica que a casca fruta dá origem a uma farinha que tem sido muito falada nos últimos anos por conter substâncias emagrecedoras, baixar taxas de açúcar no sangue e também por ser um ótimo bloqueador de gordura, pois impede ou interrompe a absorção da gordura presente nos alimentos, levando à perda de peso. Além disso, ela também faz uma faxina no organismo, equilibrando o metabolismo do corpo.

Farinha de maracujá é a melhor amiga da dieta

A substância responsável por esse efeito é a pectina, uma fibra encontrada em grande quantidade na parte branca da entrecasca do maracujá. A farinha, contém 20 % desta fibra. "No estômago a pectina se transforma em um gel não digerível, proporcionando a sensação de saciedade. Dessa forma, mais satisfeita, você consegue diminuir a ingestão de comida se sentindo bem alimentada com uma porção menor de alimento e a sensação de saciedade é prolongada", observa Maria Andrezza. A pectina também ajuda a reduzir a ação do colesterol, pois se liga à gordura, fazendo com que ela seja eliminada no final da digestão.

E, por falar em digestão, as fibras dão uma mãozinha e tanto no processo. Além disso, elas servem de alimento para as bactérias boas presentes na flora intestinal. Mas nem só de fibras vive o ser humano! É bom lembrar que, numa dieta onde a ingestão delas é elevada, a água deve ser a principal aliada. Ela faz com que o intestino funcione bem, para que se alcance todos os benefícios que a fibra proporciona ao organismo. Caso contrario poderemos ter uma constipação intestinal.

Entre os nutrientes encontrados na farinha de maracujá estão quatro que merecem destaque: a niacina (vitamina B3), que auxilia na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago; o ferro, que ajuda na prevenção da anemia e dá energia; o cálcio, queridinho dos ossos e dentes e o fósforo, que dá um up na memória, atua na oxigenação das células e na circulação.

Farinha de maracujá é a melhor amiga da dieta

Para quem se animou e quer mesmo colher os benefícios da farinha de maracujá, a indicação é de uma a duas colheres de sopa, diariamente, nas principais refeições (almoço e jantar). "Assim, estaríamos auxiliando a lentificar a absorção da glicose e retardando a entrada no açúcar na célula após as grandes refeições", pontua a nutricionista. No entanto, é necessário ter acompanhamento profissional para esse tratamento.

A farinha de maracujá também pode ser polvilhada em sobremesas, dissolvida em sucos, batida com frutas e iogurtes. tamanha versatilidade só tem um adendo: jamais a leve ao fogo. "A exposição ao calor pode alterar sua estrutura e seu valor nutricional", alerta Maria Andrezza.

A especialista ressalta que uma informação nova e importante é que a casca do maracujá é rica em crisina. "A crisina apresenta atividade fitoestrogênica, antioxidante e ansiolítica. Considerada uma isoflavona anabólica, pelo seu efeito antiestrógeno, impedindo a conversão da testosterona em estrogênios. Junto com a redução dos níveis de testosterona, a conversão pode causar sintomas irritantes, como ocorre com alto índice de estrogênios, como o surgimento de mamilos sensíveis ou mudanças nos órgãos masculinos", diz.

A crisina é, por isso, utilizada juntamente com os precursores ou os estimuladores da testosterona como o extrato de Tribulus terrestris, ou, ainda, o DHEA (dehidroepiandrosterona) para inibir o processo nocivo de transformação da testosterona em estrogênios associados ao envelhecimento e à feminização dos homens. "Ela também possui alto potencial antioxidante, o que tem sido demonstrado através da sua habilidade para inibir a xantina oxidase e consequentemente suprime a formação de ácido úrico e de certas espécies reativas de oxigênio. A crisina também pode inibir, sob certas condições, a peroxidação lipídica", esclarece Maria Andrezza.

Segundo a nutricionista, atletas e body-builders utilizam a crisina para alcançar resultados mais expressivos. Os indivíduos que apenas pretendem o aumento da sua testosterona e a redução dos estrogênios, adaptam o uso da crisina em função dos resultados obtidos. "A crisina presente na farinha do maracujá aumenta o efeito catabólico do exercício se associada a alimentos com vegetais crucíferos como brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas ou couve", finaliza.

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/farinha-maracuj-melhor-amiga-da-dieta.html
Por Carolina Mouta | Yahoo Contributor Network
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Conheça o que é que é anemia

A anemia é uma doença que afeta a qualidade e a quantidade de glóbulos vermelhos (ou eritrócitos) no sangue. Ela pode ocorrer por diversos fatores.

Um dos tipos de anemia é aquela caracterizada pela ausência de nutrientes que são utilizados na produção de elementos dos glóbulos vermelhos, como o ferro (anemia ferropriva), vitamina B12 ou ácido fólico (anemia perniciosa ou megaloblástica). 

Outro fator é a excessiva perda de sangue, como em hemorragias. Determinadas doenças infecciosas e auto-imunes, além de substâncias tóxicas, podem ocasionar destruição das células vermelhas do sangue, levando à anemia hemolítica.

Defeitos genéticos também são causa de anemia como a anemia falciforme, na qual os glóbulos vermelhos têm um formato anormal (semelhante a uma foice). Doenças enzimáticas, como deficiência da glicose-6-fosfato desidrogenase, defeitos nas membranas dos eritrócitos, talassemias (deficiências que levam à redução da síntese de globinas da hemoglobina), também causam anemia.

Pessoas com alimentação carente têm risco de desenvolver anemia por falta de nutrientes. Grávidas necessitam de uma quantidade maior de vitaminas e minerais. Pessoas com perda constante de sangue também entram no grupo de risco.

Os sintomas dessa doença são caracterizados por fadiga, palidez na pele, dores de cabeça, vertigens, palpitações, esplenomegalia, icterícia, etc. O diagnostico é normalmente feito com testes laboratoriais de sangue, com a dosagem de vitaminas, glóbulos vermelhos e outros elementos.

Quando não tratada, a anemia pode levar a complicações neurológicas e também insuficiência renal, no caso da anemia hemolítica. Os tratamentos variam de acordo com o tipo de anemia. Normalmente recomenda-se ingestão de nutrientes (ferro, ácido fólico, vitamina B12), interromper o uso de agentes que possam causar hemólise ou ainda terapia com imunoglobulinas no caso de doença auto-imune. É importante sempre manter uma dieta balanceada, com ingestão adequada de vitaminas e minerais para se evitar anemias carenciais.

Entrevista com Dr. Rafano, médico conselheiro do Criasaude.com.br

Como é que a taxa para definir uma anemia é diferente para cada grupo de pessoa?

Na verdade, esta taxa depende principalmente da diferença significativa que afeta o metabolismo do ferro observada em homens, mulheres e crianças.

De fato, a mulher necessita de mais ferro do que o homem, principalmente por causa da perda de sangue fisiológica dos ciclos menstruais e aumento da necessidade durante a gravidez. Em crianças, os critérios de diagnóstico baseiam-se na idade e exigem o uso de uma régua específica, tendo em conta o peso e altura, também por causa do metabolismo diferente e, em particular, da necessidade de ferro.

Assim, falamos de anemia em homens quando a hemoglobina for inferior a 14g/dl com um hematócrito inferior a 42%, ou quando a contagem de células vermelhas do sangue é inferior a 4,5 milhões por litro. Nas mulheres, a anemia é constatada diante a um valor menor que 12g/dl de hemoglobina com um hematócrito inferior a 37%, ou frente a uma contagem de glóbulos vermelhos do sangue menor do que 4.000.000 por litro.

Você pode nos contar sobre os diversos exames realizados para diagnosticar a anemia, bem como exames complementares?

O exame clínico irá procurar determinar a cor da conjuntiva e da pele (que estarão pálidos em caso de anemia), trofismo cutâneo (que irá informar quanto tempo há anemia). Ele também deve procurar sinais de doenças causadoras de anemia, por exemplo: hipotensão, sudorese e falta de ar em estado de choque hemorrágico, icterícia ou esplenomegalia (baço dilatado) em casos de hemólise ...

Em termos biológicos, a investigação inclui primeiro o hemograma completo, com contagem de glóbulos vermelhos e plaquetas. Além disso, o esfregaço de sangue periférico é um teste simples de ser realizado, mas muito importante, pois permite já ter uma ideia da causa da anemia: o resultado pode dizer se é um déficit de produção ou um excesso de destruição de glóbulos vermelhos. A dosagem de vitamina B12, ferro, ácido fólico e ferritina são rotina. Então, realiza-se uma biópsia da medula óssea e um mielograma, se os testes anteriores não tiverem encontrado uma etiologia clara. Esta análise irá permitir a detecção de uma anormalidade da maturação de células vermelhas do sangue (e também de outras células do sangue).

Quando você vê um paciente, o que rapidamente te leva a suspeitar de anemia?

A palidez um dos principais sintomas que deve fazer você pensar em anemia. No entanto, os sintomas são muito inespecíficos, a história do paciente (anamnese) desempenha um papel crucial na suspeita de anemia, aumentando a noção de hemorragia significativa, fadiga sem explicação com dor de cabeça, zumbido...

Que conselho adicional você daria a uma pessoa anêmica, como na alimentação, por exemplo?

O conselho que você forneceu em seu artigo já está bastante completo, eu só quero enfatizar a ingestão de uma grande quantidade de alimentos ricos em ferro, incluindo chocolate, carne vermelha e outras carnes.

fonte:http://www.criasaude.com.br/N2248/doencas/anemia.html
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Conheça os benefícios da vitamina A para a beleza, dieta e saúde

A vitamina A é muito importante para o bom equilíbrio do organismo. O nutriente favorece a beleza e saúde. Confira mais sobre o assunto abaixo.

Contra espinhas
Um derivado da vitamina A, chamado de isotretinoína, é um dos aliados na guerra contra as espinhas. Essa substância interfere no funcionamento das glândulas sebáceas, explica o dermatologista Joaquim Mesquita Filho, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Então, elas passam a secretar menos sebo, o que contribui para diminuir a oleosidade cutânea e afastar a acne.

Mas as mulheres em idade fértil devem ficar atentas, pois o tal composto, mesmo extraído de matriz tão vitaminada, pode causar malformação fetal. Antes de tomar a medicação é importante realizar exames para descartar gravidez e ainda verificar como está o fígado, e aqui o recado é para os homens também. É que o metabolismo da droga acontece ali.

Sem anemia!
Basta falar de anemia que já se pensa em carência de ferro. "Afinal, as hemoglobinas, moléculas que transportam o oxigênio no sangue, são constituídas por ele", explica, logo de cara, Sandra Fátima Menosi Gualandro, professora de hematologia e hemoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a USP. Portanto, sem o famoso mineral que participa do transporte de oxigênio, literalmente falta ar para as células trabalharem, o que costuma resultar em tonturas, abatimento e até palpitações. Entretanto, essa estrela não faz todo o seu show sozinha — muito longe disso.

Na Universidade de Brasília (UnB), a nutricionista Fabiani Beal observou que, em ratos, a ausência de vitamina A implica menos ferro no sangue. O trabalho é tão contundente que será publicado no British Journal of Clinical Nutrition, um dos principais periódicos científicos da área de nutrição. Durante o estudo, Fabiani constatou que a tal vitamina interfere em genes que ativam a produção de substâncias envolvidas no metabolismo do ferro.

Só para citar um exemplo, privar-se da protagonista desta matéria culmina em uma produção enorme do hormônio chamado hepsidina. "Quando há excesso dessa substância, o organismo entende que há pouco ferro disponível e, então, o retém nos tecidos, impedindo seu aproveitamento na corrente sanguínea", explica Fabiani. Traduzindo: a falta de vitamina A impede que o mineral seja bem utilizado, mesmo quando o cardápio está cheio dele.

Investigando a anemia
"O paciente precisa investigar a verdadeira causa da anemia. Não adianta ficar suplementando a alimentação com ferro sem tratar outras eventuais deficiências nutricionais", alerta Fernanda Ribeiro Rosa, nutricionista da UnB que averiguou justamente os potenciais efeitos nocivos de uma carga elevada do mineral combinada com pouca vitamina A. A descoberta é preocupante: o quadro acima, em que o ferro vai se acumulando cada vez mais nos tecidos, resulta em um aumento no corpo de radicais livres, moléculas instáveis que aceleram o envelhecimento e contribuem, entre outras coisas, para o aparecimento de males como diabetes e câncer.

Alimentação equilibrada é a palavra chave
Como não adianta encher o prato com fontes de ferro sem se preocupar em ingerir a quantidade correta de vitamina A, procure ter uma alimentação variada em todas as refeições. "As carências nutricionais quase sempre estão associadas entre si, ampliando e potencializando as consequências ruins de uma deficiência isolada", reforça o pedido Abykeyla Tosatti, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo.

Consumo diário
O consumo diário deve ser de 900 microgramas de vitamina A para os homens e de 700 para as mulheres. "É possível alcançar uma ingestão adequada com alimentos como fígado bovino e ovos", exemplifica o nutricionista Alexandre Rodrigues Lobo, pesquisador do Laboratório de Minerais em Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. E, vale destacar, alimentos de origem animal costumam ser os campeões em concentração desse nutriente tão procurado.

Ampliando os horizontes nutricionais
Só que não dá para se valer do fígado e do ovo todo santo dia — principalmente se você é vegetariano ou se não aprecia o sabor dessas opções. A solução é, de novo, diversificar e apostar em vegetais como a cenoura, a abóbora, a manga, o damasco, o caqui e até as folhas verde escuras. "Consumindo de cinco a oito porções de frutas, legumes e verduras por dia, você certamente atingirá os valores adequados", garante a nutricionista Fabiani Beal.

Uma pitada de gordura cai bem!
Para potencializar a absorção da vitamina A desses vegetais, procure comê-los junto com uma pitada de gordura, de preferência insaturada — azeite na receita é sempre uma boa pedida para ajudar o organismo a aproveitá-la. E o melhor: a vitamina A não se perde durante o cozimento, o que amplia as opções do seu cardápio, não é mesmo?

Para coração e ossos fortes
Uma façanha descoberta e, diga-se, tem tudo a ver com a fase de crescimento é a participação da vitamina na formação do colágeno. É que essa proteína tem papel fundamental na constituição do esqueleto. Funciona como uma espécie de rede sobre a qual se depositam minerais como o cálcio e o fósforo, descreve a endocrinologista Gláucia Mazeto, professora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em Botucatu.

Gláucia falou sobre o assunto no congresso da Sociedade Brasileira de Nutrição e mencionou trabalhos que relacionam o nutriente ao combate a osteoporose. Alguns estudos, entretanto, mostram que o excesso também pode levar a fraturas, porque diminui a densidade mineral óssea, revela. Culpa da suplementação mal orientada. Então, fica o recado: cápsulas de vitamina A, só com supervisão de um especialista.

Merece ainda atenção a dica de esmerar-se no consumo de verduras, frutas e legumes, que, inclusive, oferecem uma potente sinergia de substâncias antioxidantes. Aliás, eis outra célebre função da vitamina A: ela impede danos causados pelo excesso de radicais livres, aquelas moléculas capazes de fazer o maior estrago nas artérias. Quando nossos vasos estão livres de oxidação, o sangue flui e o risco da formação de placas diminui. Sorte do coração!

Protege contra doenças pulmonares, respiratórias e aumenta a imunidade
O nutriente surpreende os cientistas pela capacidade de preservar os tecidos pulmonares e isso é comprovado por trabalhos científicos que despontam a todo instante. Um deles, publicado na revista Respiratory Cell and Molecular Biology, da Sociedade Americana Torácica, prova que a substância atua na regeneração de alvéolos, pequenas estruturas dos pulmões responsáveis pelas trocas gasosas.

Outros estudos relacionados ao aparelho respiratório revelam que o nutriente também atenua inflamações nos brônquios, como a asma e a DPOC, ou doença pulmonar obstrutiva crônica, mal comum entre fumantes. E, como se fosse pouco, a super vitamina atua no sistema imune. Ela é essencial para nossas defesas, garante a nutricionista Bianca Chimenti, da Nutrociência Assessoria em Nutrologia. Daí, quando os níveis estão o.k., cai o risco de encrencas, como resfriados e gripes.

A professora Andréa Ramalho conta que o nutriente desempenha papel chave na produção de linfócitos e dos chamados natural killers, grupos celulares que combatem micro organismos indesejáveis. Por isso, a falta da vitamina compromete a imunidade e favorece infecções, afirma Andréa.

Atua no controle do peso
As últimas descobertas em torno desse nutriente têm tudo para mudar completamente o conceito de quem acha que, no máximo, ele é bom para os olhos. É que a vitamina A acaba de ser apontada como a mais nova aliada contra a obesidade. Estudos recentes mostram sua relação com a leptina, o hormônio da saciedade, anuncia a nutricionista Andréa Ramalho, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sem que a pessoa se dê conta, a deficiência, segundo as pesquisas, pode ser o estopim para aqueles ataques irrefreáveis de gula.

Não bastasse conter os exageros à mesa, a substância ainda está envolvida em outro mecanismo ligado ao acúmulo de quilos extras. Quando os teores de vitamina A estão aquém das necessidades, as células de gordura, ou adipócitos, se multiplicam com maior facilidade. Não só aumentam de quantidade, mas também de tamanho porque, só para piorar, se o nutriente some temporariamente do prato, cada adipócito passa a estocar mais e mais gordura e incha além da conta. A saída para conter essa expansão exagerada é incluir no cardápio de todo dia uma boa variedade de vegetais de tons alaranjados.

Quantos benefícios contém a vitamina A! Para aproveitá-los da melhor maneira possível consulte um médico e um nutricionista que lhe prescreverão uma dita com os níveis adequados do nutriente de acordo com as características e necessidades de seu organismo.

Revista Saúde
fonte:http://www.guiadanutricao.com/2013/12/vitamina-a-dieta-saude.html
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Fármaco brasileiro mostra bons resultados contra anemia falciforme

Molécula híbrida desenvolvida na Unesp de Araraquara une benefícios da talidomida e da hidroxiureia sem apresentar os efeitos tóxicos das drogas originais

Agência FAPESP – Um fármaco desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) para aliviar os sintomas da anemia falciforme une os benefícios da talidomida e do quimioterápico hidroxiureia – já usado no tratamento crônico da doença – sem apresentar os efeitos tóxicos das drogas originais.

A molécula, patenteada com o nome Lapdesf1, mostrou bons resultados em ensaios com camundongos feitos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os cientistas das duas instituições buscam agora parceria com a indústria farmacêutica para a realização dos primeiros testes em humanos.

“A pesquisa representa um avanço para o tratamento da anemia falciforme, considerada uma doença extremamente negligenciada, e ajudará a diminuir vários sintomas presentes nos pacientes, como dor e inflamação”, disse o pesquisador da Unesp de Araraquara Jean Leandro dos Santos, que atualmente trabalha no aperfeiçoamento da molécula em projeto de pesquisa ("Otimização, síntese e avaliação farmacológica de novos candidatos a fármacos para tratamento dos sintomas da anemia falciforme") apoiado pela FAPESP.

A anemia falciforme é uma das doenças hereditárias mais prevalentes no Brasil e estima-se que existam mais de 50 mil afetados. Comum em populações afrodescendentes, é causada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína presente nas hemácias – glóbulos vermelhos do sangue – que ajuda no transporte do oxigênio.

A mutação faz com que as hemácias assumam a forma de foice depois que o oxigênio é liberado aos tecidos. Em baixas tensões de oxigênio, as células se tornam deformadas, rígidas e propensas a se agregarem, ou seja, a formar uma massa celular que adere ao endotélio e dificulta a circulação sanguínea – processo conhecido como vaso-oclusão.

Além de inflamação crônica, o processo vaso-oclusivo pode causar necrose em vários tecidos e crises de dor intensa. É comum o aparecimento de úlceras nas pernas, descolamento de retina, priapismo (ereções prolongadas e dolorosas), acidente vascular cerebral, infartos, insuficiência renal e pulmonar. A doença também compromete os ossos, as articulações e tende a se agravar com o passar dos anos, reduzindo a expectativa de vida dos portadores.

A hidroxiureia é hoje uma das drogas mais usadas no tratamento da anemia falciforme por ser capaz de aumentar a produção de um outro tipo de hemoglobina, conhecida como hemoglobina fetal (mais presente no período de vida uterina). Altos níveis de hemoglobina fetal diminuem a polimerização das hemácias defeituosas e reduzem o risco de vaso-oclusão.

Como qualquer quimioterápico, porém, a hidroxiureia apresenta efeitos adversos. Além de causar náuseas, dores abdominais e de cabeça, tonturas, sonolência e convulsões, pode ainda diminuir a produção de células da medula óssea. Também pode afetar as células reprodutivas e levar à infertilidade.

Já a talidomida, inicialmente usada como sedativo e antiemético (contra náuseas), foi retirada do mercado em todo o mundo nos anos 1960 depois de provocar uma epidemia de recém-nascidos com malformações. Foi posteriormente reintroduzida nos anos 1990 para tratamento de câncer, hanseníase, lúpus e Aids. No Brasil, o uso da talidomida é controlado e a droga é produzida por laboratórios públicos e fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Santos, no caso da anemia falciforme, a talidomida é interessante por seus efeitos anti-inflamatórios. “Nós aproveitamos da talidomida a subunidade responsável pelos efeitos anti-inflamatórios benéficos e acrescentamos à molécula o mecanismo de ação da hidroxiureia, relacionado à capacidade de doar óxido nítrico – mediador responsável pelo aumento da hemoglobina fetal. Nos ensaios de toxicidade feitos até o momento, o Lapdesf1 não apresentou nenhum dos efeitos negativos dos fármacos originais”, disse.

O desenho inicial da molécula foi realizado ainda durante o mestrado de Santos, sob a orientação da professora Chung Man Chin, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR) da Unesp de Araraquara. Os resultados foram publicados em 2011 no Journal of Medicinal Chemistry.

Durante o doutorado de Santos, realizado com Bolsa da FAPESP, o grupo aperfeiçoou a molécula para que fosse possível modular a velocidade de doação de óxido nítrico. Os dados foram divulgados em 2012 também no Journal of Medicinal Chemistry.

Testes pré-clínicos
Depois que experimentos preliminares in vitro comprovaram o potencial terapêutico do Lapdesf1, o grupo da Unesp firmou parceria com os pesquisadores do Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) da Unicamp para a realização de ensaios em camundongos modificados geneticamente para desenvolver um quadro muito parecido com a anemia falciforme.

Os ensaios, conduzidos pelas pesquisadoras Carolina Lanaro e Carla Penteado, estão sendo realizados no âmbito de um Projeto Temático coordenado na Unicamp pelo professor Fernando Ferreira Costa.

“Os ensaios foram feitos no laboratório da Georgia Regents University, nos Estados Unidos, pois os pesquisadores de lá tinham o modelo animal mais adequado para esse tipo de teste”, contou Penteado.

Cerca de 20 roedores, ao completar 3 meses de idade, foram divididos em dois grupos. Metade foi tratada com o Lapdesf1 durante dois meses. A outra metade recebeu apenas placebo.

“No grupo tratado, a quantidade de hemoglobina fetal dobrou após esse período – resultado semelhante ao obtido com a hidroxiureia. Já a quantidade de citocinas inflamatórias havia diminuído mais de 70% – efeito semelhante ao obtido com a dexametasona (corticoide também usado contra inflamação). Nenhum dos animais apresentou efeitos adversos”, disse Penteado.

Enquanto aguarda a possibilidade de iniciar os primeiros ensaios em humanos, o grupo da Unicamp tenta desvendar in vitro e por meio de novos testes com animais o mecanismo exato de atuação do novo medicamento. Os resultados devem ser publicados em breve.

Novas possibilidades

Santos e Man Chin, por sua vez, continuam trabalhando no aperfeiçoamento da molécula. Em outro projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP, os pesquisadores selecionaram três variações do fármaco sintetizadas durante a pesquisa de doutorado e acrescentaram elementos capazes de causar um outro efeito muito interessante para o tratamento da anemia falciforme: inibir a agregação das plaquetas.

“Introduzimos entre as duas subunidades da molécula – a da talidomida e a da hidroxiureia – um espaçador que também tem uma atividade biológica. Metaforicamente, seria como colocar um mola para unir duas bolas. Esse espaçador foi usado para melhorar o reconhecimento das substâncias pelos receptores biológicos”, explicou Santos.

Testes preliminares feitos in vitro e em camundongos mostraram que a nova versão do fármaco mantém as propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, doadoras de óxido nítrico e também foi eficaz para impedir a agregação das plaquetas – o que deve reduzir ainda mais o risco de vaso-oclusão.

Santos ainda coordena outro projeto de pesquisa, financiado pela FAPESP e pela farmacêutica GlaxoSmithKline, cujo objetivo é desenvolver uma droga que apresente o mesmo potencial terapêutico do Lapdesf1, mas que não tenha semelhança estrutural com a talidomida. O projeto está em andamento e conta com a participação dos pesquisadores da Unesp e Unicamp.

fonte:http://agencia.fapesp.br/17725
Por Karina Toledo
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