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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Estudiosos confirmam que Alimentos Variados é Prevenção Primária de Saúde


Prevenção Primária: Realizada no período de pré-patogênese, sendo que o conceito de promoção da saúde aparece como um dos níveis da prevenção primária definidos como medidas destinadas a desenvolver uma saúde ótima. Um segundo nível de prevenção primária seria a proteção específica contra agentes patológicos ou pelo estabelecimento de barreiras contra os agentes do meio ambiente. Este nível de prevenção está ligado a todas as ações que visam diminuir a incidência de uma doença na população, ou seja, desenvolvimento de ações que impeçam a ocorrência de determinada patologia na população. Inclui-se aqui a promoção à saúde e à proteção específica. Alguns dos exemplos são: vacinação, tratamento de água para consumo humano, uso de preservativos, mudanças nos hábitos de vida (incentivo a uma boa alimentação, realização de exercícios físicos).

As mudanças na estrutura da sociedade contemporânea e nos modos de vida dos grupos de indivíduos tiveram profundos impactos na saúde da população.


Hipertensão arterial, colesterol alto, consumo insuficiente de frutas, legumes e verduras, excesso de peso, inatividade física e tabagismo, como já vimos, são apontados como os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como as cardiovasculares e diversos tipos de câncer.

Quatro dos seis fatores apontados são claramente relacionados à alimentação.
As práticas alimentares estão intimamente ligadas a mudanças sociais, técnicas, biológicas, psicológicas, como também de poder e informação. Os fatores que determinam as escolhas na construção dos modos de vida estão freqüentemente fora do alcance do indivíduo, ou seja, muito além de sua opção pessoal. 

A experiência do dia-a-dia representa uma forma ativa de lidar com as opções, mas sua natureza é evidentemente variável, já afirmou o sociólogo inglês Anthony Giddens. 

O principal objetivo das políticas de saúde pública é oferecer à população as melhores condições para que desfrute muitos anos de vida saudável e ativa.
Para isso devem ser dadas condições para escolhas melhores quanto à alimentação.

Sob uma perspectiva de longo prazo, é necessário:
1) observar conhecimento e atitudes de indivíduos e coletividades;
2) identificar as causas de natureza social, econômica e cultural da situação de saúde da população;
3) identificar políticas públicas e iniciativas da sociedade que ajudem a enfrentá-las, buscando garantir maior equidade e melhores condições de saúde e qualidade de vida para os brasileiros;
4) abarcar as contribuições dos múltiplos setores da sociedade para gerar ações efetivas que resultem em melhoria da qualidade de vida em todas as etapas do ciclo vital.

Objetivos que implicam a garantia do direito humano à alimentação e da segurança alimentar e nutricional.


O baixo consumo de frutas, legumes e verduras está entre os 10 principais fatores de risco associados à ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, por isso o incentivo ao consumo desses alimentos tem sido priorizado. A OMS estima que até 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas anualmente no mundo se o consumo desses alimentos fosse adequado. 

Frutas, legumes e verduras na alimentação diária substituem a comida com altas concentrações de gorduras saturadas, açúcar e sal e fornecem ao organismo componentes protetores como carotenoides, vitaminas antioxidantes, compostos fenólicos, terpenóides, esteroides, índoles e fibras. Alguns compostos em especial, os agentes quimio preventivos, exercem ação protetora específica contra o desenvolvimento do câncer.

Muitos desses compostos químicos podem ser sintetizados em laboratório, mas a maioria está disponível nos alimentos: a soja, por exemplo, contém as isoflavonas; o licopeno está pronto no tomate; a luteína, no espinafre; a quercetina, na maçã; o revesratrol, na uva; as antocianinas, nas frutas vermelhas, como cereja, framboesa, amora.


por Aída Tovar Six
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quinta-feira, 19 de março de 2015

Nutricionista fala sobre os benefícios da melancia para a saúde

A nutricionista Alana Sampaio fala sobre os benefícios da melancia para a saúde. 

Para começar trata-se de uma fruta riquíssima em água auxiliando na hidratação do organismo. Também possui o licopeno que combate o envelhecimento precoce e o câncer de próstata.Você sabia que a casca da melancia possui muitas fibras que ajudam a combater o colestrol e a diabetes

Saiba como aproveitar a fruta em sua totalidade evitando o desperdício e favorecendo sua saúde.



fonte:http://www.guiadanutricao.com/2015/03/melancia-dieta-outono-2015.html
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Alimentos antioxidantes

Como eles ajudam na perda de peso

Você certamente já ouviu falar deles e dos inúmeros benefícios que trazem à saúde. Por isso, vale a pena entender como eles agem no corpo.

Radicais livres x Antioxidantes
Os radicais livres são moléculas produzidas naturalmente pelo organismo durante processos como respiração e produção de energia. Essas moléculas reagem com componentes do corpo, podendo causar diversos danos à saúde. Para evitar e neutralizar a ação dos radicais livres, o organismo produz moléculas chamadas antioxidantes. No entanto, o problema acontece quando ocorre um excesso de radicais livres e a quantidades de antioxidantes naturais são insuficientes para neutralizar a sua ação, contribuindo dessa maneira, para o envelhecimento precoce e até mesmo o surgimento de várias doenças.

Antioxidante x Perda de peso
A relação entre os antioxidantes e o controle do peso também é conhecida. Algumas dessas substâncias têm ação anti-inflamatória. Ou seja, além de combater os radicais livres, diminuem a inflamação no corpo. E quanto menos inflamado, o organismo responde melhor ao processo de emagrecimento.

Por isso, para potencializar o emagrecimento, vale aumentar a quantidade de alimentos com ação antioxidantes consumidos. Veja abaixo as principais substâncias antioxidante e onde encontrá-las:

Licopeno
Está em alimentos de cor vermelha como o tomate, melancia, morango, goiaba, pitanga, beterraba.

Betacaroteno
Encontrado em alimentos de cor amarelo-laranja como a cenoura, abóbora, mamão, damasco, manga, batata-doce

Flavonoides
Encontrado em alimentos como o chá verde, brócolis, salsa, suco de uva integral, nozes e chocolate amargo.

Vitamina A
Presente em alimentos como fígado, gema de ovo, leite, manteiga, folhas verde-escuras, frutas e hortaliças de cor amarela e laranja

Vitamina C
Está nas frutas cítricas (laranja, kiwi, acerola, abacaxi, entre outras), tomate e pimentão.

Vitamina E
Encontrada em alimentos como óleos vegetais, gema de ovo, frutas oleaginosas, gérmen de trigo e manteiga.

Selênio
Disponível em cereais integrais, leite, manteiga, pão integral, aveia, salmão, camarão e oleaginosas.

Cobre
Achado em alimentos como fígado, nozes, leguminosas e cereais integrais.

Zinco
Está no leite, queijos, ovos, fígado, leguminosas, farelo de trigo, carnes e nozes.


Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3: 35001/P

fonte:http://www.dietaesaude.com.br/temas/alimentacao/16687-alimentos-antioxidantes
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Substitua o tomate do cardápio sem perder o licopeno

Antioxidante que previne câncer pode ser encontrado em outros alimentos

O aumento do preço do tomate tem sido um dos assuntos mais comentados nas últimas semanas. Mas ao contrário do que se imagina, a mudança não afeta somente o bolso ou a mesa dos brasileiros. Reduzindo ou eliminando o consumo de tomate do dia a dia, a ingestão de licopeno também pode ficar comprometida. "Integrante do grupo dos carotenoides, o licopeno é uma substância com alto poder antioxidante, ganhando destaque, principalmente na prevenção do câncer de próstata", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Mas seus benefícios também são observados na prevenção de outros tipos de tumores e na proteção contra doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Cada 100 g de tomate maduro podem fornecer de 3,1 a 7,7 mg de licopeno. Vale lembrar, entretanto, que o nutriente é melhor absorvido após ter passado por aquecimento, como acontece no preparo do molho de tomate. Consumi-lo com um pouco de gordura também é fundamental para o processo, sendo recomendado temperar uma salada de tomates com azeite, por exemplo. Se pensa em economizar no consumo de tomate, que tal investir em outras fontes de licopeno? Como não há uma recomendação diária específica de ingestão da substância, especialistas recomendam comer um pouquinho de cada opção abaixo, totalizando 100 g de alimento.


Cenoura
Segundo a nutricionista Thatyana Freitas, da clínica Stesis, em São Paulo, a cenoura também é uma boa fonte de licopeno. Cada 100 g do alimento oferecem cerca de 3,4 mg do nutriente. "O alimento ganha destaque ainda por ser rico em vitamina C, que reforça a imunidade, e vitamina E, poderoso antioxidante que combatem radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e desenvolvimento de doenças degenerativas", aponta. Dica importante: o processo de cozimento reduz as calorias da cenoura de 45 para 32,5, levando-se em conta 100 g do alimento.

Abóbora
Carboidratos, proteínas, fibras, pouquíssima gordura e muitos minerais. Esta é a composição nutricional da abóbora. Agora, entretanto, vale buscar o alimento pela quantidade de licopeno que ele oferece. "Cada 100 g contêm 1,6 mg do nutriente, em média", aponta a nutricionista Thatyana. As sementes da abóbora ainda são ricas em fitoestrógeno, uma espécie de hormônio vegetal, que atua na inibição dos sintomas da menopausa e da TPM. Já na cozinha, o alimento pode ser cozido, assado, refogado ou até mesmo no vapor.

Melancia
Apesar de ser composta basicamente por água (92%), a melancia também é uma fruta cheia de nutrientes. Vitamina A, vitamina C e vitaminas do complexo B são garantia com a ingestão desse alimento. Assim, ela previne infecções, combate radicais livres e ainda protege a pele e a visão. Aposte nela também para ingerir licopeno, recomenda o nutrólogo Roberto. Cada 100 g oferecem aproximadamente 3,6 mg do nutriente.

Caqui
A cor avermelhada do caqui não nega. Ele é rico em licopeno. Um pedaço de 100 g da fruta oferecem cerca de 3,5 mg desse tipo de carotenoide. O caqui ainda é fonte de fibras, auxiliando no bom funcionamento do intestino, e frutose, que promove a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de prazer. Por conta disso, entretanto, ele deve ser consumido com moderação especialmente por quem sofre de diabetes. O ideal é comer a fruta in natura. O suco precisa ser tomado imediatamente após o preparo e perde parte das vitaminas C e E nele presentes.

Goiaba
"Goiaba é uma ótima fonte de vitamina C, fibras e licopeno", afirma o nutrólogo Roberto. Ingerir 100 g do alimento é garantia de aproximadamente 5 mg do nutriente. Outros benefícios obtidos são prevenção da acidez estomacal, fortificação dos ossos e dentes, redução do colesterol e prevenção de doenças cardíacas.

Mamão
Um dos alimentos mais citados quando o assunto é intestino preso, o mamão também é ótima fonte de licopeno, aponta o nutrólogo Roberto. Uma porção de 100 g de mamão contém cerca de 2,6 mg de licopeno. Vitamina A, vitamina C, folato e potássio são outros nutrientes nele encontrados. Aproveite a casca do alimento para amaciar carnes mais duras, pois graças à enzima papaína, há quebra de moléculas de proteína dessas fibras.

Pitanga
Rica em vitamina A, C e vitaminas do complexo B, além de cálcio, ferro e fósforo, a pitanga também pode ajudar na substituição do tomate. Cada porção de 100 g de pitanga contém por volta de 3,8 mg de licopeno. O consumo da fruta já foi associado a menor risco de doenças cardiovasculares, hipertensão e até câncer. Na culinária é usada em sucos, doces, vinhos, molhos, geleias e bolos.

por Laura Tavares
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Alimentos vermelhos

As cores dos alimentos vêm conferir-lhes propriedades nutricionais específicas, pelo que é importante que em todas as refeições o nosso prato esteja e seja bem colorido.

Os alimentos vermelhos obtêm a sua cor dos pigmentos naturais de plantas, chamados de licopeno e antocianinas. O licopeno é um poderoso anti-oxidante que se encontra no tomate, melancia e toranja rosa. As antocianinas são também um poderoso anti-oxidante que está presente nos morangos, framboesas e uvas pretas ou encarnadas.


Benefícios dos alimentos vermelhos
Os benefícios para a saúde dos alimentos vermelhos é que o licopeno reduz o risco de ataques cardíacos e de certos tipos de cancro, principalmente o da próstata. Pensa-se que a antocianina melhora a saúde do coração e do metabolismo do corpo. Outras razões para consumir alimentos vermelhos é que tanto os frutos como os legumes vermelhos contêm determinados flavonoides com propriedades antioxidantes e que reduzem inflamações.

A cor vermelha das frutas é sinónimo de que poderosos antioxidantes se encontram no alimento. Eles têm uma ação imuno estimulante, excelente para o sistema circulatório, pois evita problemas cardíacos e inibe a formação de coágulos sanguíneos. Já o ácido elágico, por seu lado, previne alterações celulares causadas pelos radicais livres, que podem levar ao cancro, bem como a outras doenças degenerativas.

Muitos dos frutos vermelhos são ricos em vitamina C e ácido fólico. O mirtilo, esse fruto vermelho que é muitas vezes esquecido, contém antocianinas, para além de taninos que protegem as células das bactérias. Por outro lado, na Medicina Chinesa os alimentos vermelhos estão associados ao coração.

Os mais conhecidos exemplos de alimentos vermelhos são as maças vermelhas, a beterraba, o repolho roxo, as cerejas, o mirtilo, a toranja rosa, uvas encarnadas, os pimentos vermelhos, as romãs, as batatas, os morangos, as framboesas, os rabanetes e a goiaba, para não falar no tomate e melancia.

De facto, a melancia e a goiaba, para além do morango, são importantes fontes de licopeno, uma substância que confere a cor vermelha às frutas, evitando o surgimento de doenças cardiovasculares, devido ao seu poder de redução do LDL, o mau colesterol.

Mas engane-se quem achar que os alimentos vermelhos, e especial as frutas, apenas têm capacidades antioxidantes. A cereja, por exemplo, mais conhecida como o enfeite no topo do bolo ou do sorvete, quando é consumida fresca, poderá trazer muitos outros benefícios, contando com os seus principais nutrientes, que são os ácidos naturais.

Qualquer alimento vermelho ou avermelhado contém boas quantidades de vitamina C (apesar de esta ser mais conhecida nas laranjas, por exemplo) que, a par do ferro que têm presente em si, é uma grande aliada no combate à anemia. O ferro ainda vem auxiliar no armazenamento e transporte de oxigénio dentro da célula.

Há que ainda lembrar o cálcio. Ele participa na formação e manutenção da massa óssea do corpo, ao passo que a vitamina A é a vitamina que mantém a saúde da pele e dos olhos. Estes são dois dos principais nutrientes dos alimentos vermelhos.

fonte:http://www.vidadequalidade.org/alimentos-vermelhos/
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Conheça os sete melhores nutrientes para a saúde e beleza de sua pele

Muito se fala sobre a importância da alimentação para manutenção do peso e a prevenção de doenças, mas o que nem todo mundo sabe é que ela influencia até mesmo a sua aparência. Consumir grandes quantidades de açúcar, por exemplo, pode levar à má oxigenação celular e, consequentemente, ao envelhecimento precoce. Felizmente, também é possível contar com uma grande variedade de nutrientes que estimulam a produção de colágeno da pele e combatem radicais livres, impedindo a degeneração celular. Conheça quais são eles e onde é possível encontrá-los.

Conheça os sete melhores nutrientes para a saúde e beleza de sua pele

1- Licopeno
Poderoso antioxidante, o licopeno está presente em alimentos de cor vermelha, como a melancia, a goiaba e, principalmente, o tomate. "Ele potencializa a ação das enzimas que combatem radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Além disso, estudos mostram que ele pode ser um eficaz protetor contra os raios solares. Prefira investir em molhos e extratos de tomate, pois o nutriente é melhor absorvido quando cozido ou processado.

2- Betacaroteno
"Assim como o licopeno, o betacaroteno faz parte da família dos carotenoides e é o principal precursor da vitamina A", afirma a nutricionista Daniela Cyrulin, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. Ele pode ser encontrado em alimentos amarelados ou alaranjados, como cenoura, abóbora e batata-doce. Sua principal atuação é como antioxidante, combatendo alterações celulares que poderiam levar ao envelhecimento da pele. A vitamina A, por sua vez, auxilia na restauração de lesões da pele e equilibra a produção de secreções das glândulas sebáceas, o que dificulta o entupimento ou a inflamação dos poros, que poderia causar espinhas.

3- Ômega-3
Muita gente não sabe, mas a gordura insaturada é fundamental para ter uma pele bonita. "A deficiência desse nutriente deixa a pele ressecada, pois ela não é lubrificada adequadamente sem gordura', explica a nutricionista Nathália Grijó Guedes, da clínica Nutri Action, em Santos. Ela recomenda consumir peixes, como salmão e atum, além de alimentos como a castanha do Pará e amêndoas. Todas essas opções são ricas em ômega-3, uma gordura poli-insaturada.

4- Proteínas
A ingestão de proteínas é fundamental para a produção de colágeno. Para serem aproveitadas pelo organismo, entretanto, elas precisam ser quebradas em pequenas unidades chamadas aminoácidos. "Os alimentos que possuem maior variedade de aminoácidos que o nosso corpo não consegue produzir são as carnes, o leite e ovos", explica o nutrólogo Roberto. Por isso, vale a pena incluir porções desses itens no cardápio. Para vegetarianos, o que mais se aproxima desses alimentos é a soja. Também é possível aumentar a oferta desses nutrientes consumindo o tradicional arroz com feijão que, juntos, constituem uma refeição altamente nutritiva.

5- Flavonoides
Flavonoides são substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias que podem ser encontradas em frutas secas, no chá verde, na uva e até no chocolate amargo. "Esses nutrientes agem sobre as enzimas que combatem os radicais livres, impedindo a deterioração celular", explica o nutrólogo Roberto. Eles ainda são fundamentais para a absorção de vitamina C, que estimula a produção de colágeno. Esta, por sua vez, pode ser encontrada em frutas cítricas, como a laranja e o limão.

6- Probióticos
Probióticos são alimentos que possuem micro-organismos vivos em sua composição. Tal característica faz com que ele ajude a repor as bactérias benéficas no corpo, o que indiretamente leva a uma melhora da pele como um todo. "Pessoas com problemas gastrointestinais estão mais propensas a sofrer com acne e outros problemas de pele", aponta a nutricionista Nathália. Boas fontes de probióticos são iogurtes e leites fermentados.

7- Vitamina E
"A vitamina E é um antioxidante que está presente em vegetais de cor verde escuro, como o espinafre, a couve e o agrião", afirma a nutricionista Nathália. Ela protege as células da ação dos radicais livres, impedindo o envelhecimento precoce da pele. Além disso, o nutriente auxilia na ação da vitamina A, importante para a formação da camada de gordura natural da pele. Óleos vegetais também são boas fontes, como o de soja, cártamo e girassol, mas eles não podem ser submetidos a altas temperaturas para não perder parte da vitamina.

Inclua esses alimentos e nutrientes em sua dieta e ganhe além de saúde e boa forma, uma pele de cetim. Para maiores informações consulte um dermatologista e um nutricionista.

Fonte: Minha Vida
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Comer tomate reduz o risco de derrame

WASHINGTON - Comer tomates reduziria significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC), diz um estudo finlandês publicado segunda-feira (8 de outubro) nos Estados Unidos. Este fruto é rico em licopeno, um poderoso antioxidante.

A pesquisa publicada na revista "Neurology", uma publicação da Academia Americana de Neurologia, indica que as pessoas com os mais altos níveis de licopeno no sangue tinham 55% menos chances de sofrer um derrame do que aqueles com menores níveis sanguíneos deste antioxidante.

O estudo foi conduzido na Finlândia, em 1031 homens com idade entre 46 e 65 anos. O nível de licopeno no sangue foi medido no início do estudo e os participantes foram seguidos durante uma média de 12 anos, durante os quais 67 sofreram um acidente vascular cerebral.

Entre os 258 homens com os mais baixos níveis de licopeno no sangue, 25 tiveram um derrame e entre os 259 com os mais altos níveis deste antioxidante, apenas 11 sofreram.

Os resultados foram ainda mais convincentes quando os pesquisadores levaram em conta que o AVC provocado por um coágulo de sangue, e não hemorragia.

Assim, os participantes com os mais altos níveis de licopeno tiveram um risco 59% menor de ter um acidente vascular cerebral devido a um coágulo de sangue que os participantes com os melhores níveis.

"Esta pesquisa reforça as virtudes de uma dieta rica em frutas e vegetais, que reduzem o risco de derrame", diz Jouni Karppi da Universidade de Kuopio na Finlândia, o principal autor do estudo.

O estudo também analisou os níveis sanguíneos dos antioxidantes alfa-caroteno, beta-caroteno, alfa-tocoferol (uma forma de vitamina E) e vitamina A (retinol), e não encontraram nenhuma ligação independentemente do seu nível, com um menor risco de acidente vascular cerebral.

Criasaude: 14 de outubro de 2012, © auremar - Fotolia.com fonte:
http://www.criasaude.com.br/N16100/comer-tomate-reduz-o-risco-de-derrame.html
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