Mostrando postagens com marcador corpo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corpo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Óleo de coco: benefícios para o seu cabelo e corpo


O óleo de coco é uma substância extraída da fruta coco, que pode trazer benefícios para a alimentação, cuidados com a pele, cabelos e unha. O óleo de coco pode ser encontrado na forma refinada e extravirgem. 

O óleo de coco refinado é feito a partir do coco seco, e pode ter o uso de mais químicos para chegar a sua consistência. Já o extravirgem é feito com o coco fresco e com pouco ou nenhum uso de agentes químicos para a sua formulação. Normalmente o óleo de coco é encontrado em estado líquido em temperatura ambiente, ficando sólido e branco quando colocado em baixas temperaturas. Apesar de existirem cada vez mais indícios dos benefícios do óleo de coco na alimentação e usado de forma tópica, em cosméticos ou em seu estado natural, ainda não há consenso nas comunidades médicas e científicas sobre as suas propriedades: hidratante, antibacteriana, anti-inflamatória, antifúngica etc., além das contraindicações e riscos do seu uso. 

Mais estudos ainda são necessários para essas comprovações. Na alimentação o óleo de coco tem sido utilizado para auxíliar a para perda de peso, controlar o colesterol e melhorar a imunidade. Já no âmbito da estética, a substância, quando aplicada de forma tópica, ou seja, sobre pele ou cabelos, pode fornecer nutrientes para essas áreas do corpo. Isso porque quando o óleo de coco é ingerido, seus nutrientes não conseguem ser totalmente absorvidos pelo cabelo e pele. Sendo assim, se aplicado diretamente nessas regiões, a absorção dos nutrientes é mais rápida. O maior consenso sobre os seus benefícios é na hidratação, principalmente da pele e cabelos secos ou ressecados. 

Conheça os benefícios do óleo de coco para pele e cabelos: Óleo de coco para hidratar a pele É possível utilizar o óleo de coco para hidratar a pele basicamente de três formas: puro, misturando um pouco do óleo aos seus hidratantes ou utilizando produtos que contenham o óleo de coco na sua composição, que é a forma mais recomendada pelos dermatologistas. As peles mais secas ou ressecadas são as maiores beneficiadas, pois “o óleo é rico em ácidos graxos e vitamina E, propriedades que podem ser boas para a hidratação”, diz a dermatologista Carolina Reato Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Já para as peles oleosas ou acneicas, a dermatologista contraindica o seu uso, especialmente na face, por correr o risco de piorar a situação. Ela explica que o óleo de coco é capaz de fazer a hidratação ativa e passiva da pele, ou seja, é capaz tanto de hidratar a pele em si quanto de manter esta hidratação na pele através de uma película, que protegeria contra a perda de água. Nesse caso, essa película pode causar mais obstrução e piorar a acne neste tipo de pele.

fonte
imagem
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sábado, 13 de junho de 2009

Limite a gordura, senão...

Fonte:Revista Saúde

Emagreça com Saúde!
...você vai sentir mais fome ainda! Duvida? Pois foi isso o que descobriram grandes especialistas americanos em nutrição.
por Thais Cavalheiro

As 4 frutas que eliminam gordura
Jogo da gordura
8 passos para secar a barriga

Gordura sem controle é sinônimo de quilos extras, isso todo mundo sabe. A grande surpresa, embutida em um estudo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, é que o aumento de peso talvez não tenha a ver apenas e tão-somente com um maior consumo de itens gordurosos. Uma dieta rica nesses nutrientes e ainda por cima lotada de açúcar estimula uma proteína que leva a uma ingestão alimentar bem maior do que o normal, revelou a esta seção o líder da investigação, Dongsheng Cai, professor assistente do Departamento de Fisiologia daquela instituição americana.

A esta altura, você deve estar se perguntando: Será que é por isso que eu ainda tenho fome quando deveria me sentir saciado? Quem responde é Hai Zhang, também fisiologista e co-autor do trabalho: Sim, isso é bem possível, mas há muito o que pesquisar antes de fecharmos questão sobre esse ponto. Que fique claro: o aumento de apetite foi observado em cobaias. Mas acreditamos que essas análises, após o devido aprofundamento, possam ser transportadas para o homem , completa Dongsheng Cai.
A dupla de cientistas chegou à descoberta por acaso. O que eles investigavam, na verdade, eram novas pistas da chamada inflamação metabólica, um problema crônico que aparece com freqüência em várias doenças relacionadas à obesidade. É o caso, por exemplo, da dislipidemia, que é o aumento do mau colesterol, o LDL, e a diminuição daquele tipo que é benéfico, o HDL, conta o Dongsheng Cai. Quanto mais inflamação, maior o risco de formação e rompimento das placas de gordura no interior das artérias, a aterosclerose.

Em outras palavras, reduzir comidas gordurosas favorece também o coração. Além do mais, se existe a suspeita de que essa é uma medida capaz de desarmar o gatilho da fome, vale a pena investir naqueles alimentos que comprovadamente dão um chega-pra-lá na gula. É o caso das fibras, que estão, por exemplo, nos grãos integrais e nas frutas.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Comer rápido engorda

Fonte:Revista Saúde

Emagreça com Saúde!
A fome anda de mãos dadas com os quilos a mais. E não só porque se ingere mais comida, como você vai ver a seguir.
por Thais Cavalheiro

Você leva a primeira garfada à boca e começa a mastigar. Que delícia! O prazer de saborear um bom prato, porém, faz acelerar o ritmo da comilança. Eis a grande armadilha: não esperar pelo menos 20 minutinhos para que o cérebro entenda que você já está satisfeito. Só quando cai a ficha lá na massa cinzenta, é que entra em cena o PYY, o hormônio da saciedade. “Está mais do que comprovado: quem mastiga com calma, em vez de encarar as refeições como um rali de velocidade, certamente come porções menores”, informa o pesquisador Hiroyasy Isso, que investiga assuntos relacionados à obesidade no Departamento de Medicina da Universidade de Osaka, no Japão.

Em outras palavras, é uma questão de comportamento, conforme aponta seu estudo. Juntamente com seus colegas de equipe, Hiroyasy Isso recrutou 1.122 homens e 2.165 mulheres com idades entre 30 e 69 anos. Passou, então, a indagar sobre seus hábitos à mesa, levando em conta também o índice de massa corporal de cada um deles. Os estudiosos descobriram que praticamente a metade dos varões e um pouco mais da metade das voluntárias só paravam de comer após se sentirem completamente saciados. Em comum, eles compatilhavam este perfil: eram o que se pode chamar de comedores rápidos.

A etapa seguinte foi comparar esses dois grupos com os participantes que não iam com tanta sede ao pote, por assim dizer. Resultado: os homens e as mulheres que comeram até não ter mais um pingo de vontade tinham duas vezes mais probabilidade de chegar ao sobrepeso. Esse risco aumentava três vezes entre os que comiam até a satisfação total e ainda por cima o faziam rapidamente. “A combinação desses dois tipos de comportamento têm efeito considerável no ganho de peso”, conta Isso.

Nem só as atitudes à mesa, no entanto, explicam essa relação. “Sabemos que há um mecanismo genético que nos leva a comer além da conta como forma de garantir um suprimento de energia enquanto ela está disponível”, continua o cientista japonês. E ele finaliza: “Também contribui para o consumo desnecessário de calorias o fato de que muita gente hoje em dia come distraído, sem prestar atenção no que está pondo no prato.”

Bem, se você se identifica com esses casos, compare seu comportamento à mesa com o dos seus amigos ou familiares e responda francamente:

1. Você continua mordiscando petiscos ou pães do couvert depois de terminar a refeição só para acompanhar os outros?

2. Você mantém guloseimas à vista no escritório ou na sala de casa?

Bem, responder sim a uma só pergunta já indica que é preciso mudar de comportamento, sob pena de disparar o ponteiro da balança ladeira acima. E quanto ao peso da genética nessa história, ninguém aqui vai subestimá-la, mas já se sabe que o estilo de vida é capaz de ativar no nosso corpo os genes que previnem várias doenças – a obesidade entre elas. Mais um motivo para adotar hábitos saudáveis!

Conteúdo de terceiros

O http://saudecanaldavida.blogspot.com/ sempre credita fonte em suas publicações quando estas têm como base conteúdos de terceiros, uma vez que não é do nosso interesse apropriar-se indevidamente de qualquer material produzido por profissionais ou empresas que não têm relação com o site. Entretanto, caso seja detentor de direito autoral sobre algo que foi publicado no saudecanaldavida e que tenha feito você e/ou sua empresa sentir-se lesados, ou mesmo deseje que tal não seja mostrado no site, entre em contato conosco (82 999541003 Zap) e solicite a retirada imediata.