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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fobias. Tipos, sintomas e tratamentos

A fobia é um forte medo ou temor, de uma coisa ou evento, que está fora de proporção com a realidade da situação. Conheça os principais tipos de fobia e seus sintomas.

Fobia, um medo fora do comum. Pavor
by Roberto M.

Quais são os sintomas da fobia?
A pessoa que tem fobia por alguma coisa ou situação, ficará ansiosa ou angustiada ao chegar perto ou entrar em contato com a situação temida. Além disso, poderá também, ter um ou mais sintomas físicos desagradáveis. Estes podem ser, por exemplo, aceleração do ritmo cardíaco, palpitações, sensação de mal estar, agitação (tremor), sudorese, boca seca, dor no peito, um "nó no estômago", e respiração rápida.

Os sintomas físicos são, em parte, causados pelo cérebro, que envia uma grande quantidade de mensagens, através dos nervos, para várias partes do corpo, quando a pessoa está ansiosa. Sem contar que, na ansiedade, há a liberação de hormônios do estresse (como a adrenalina) na corrente sanguínea. Estes podem, também, atuar sobre o coração, músculos e outras partes do corpo para causar inúmeros sintomas desagradáveis.
Quando se tem fobia, a pessoa fica ansiosa e angustiada apenas pensando na situação temida. Ela acaba evitando a situação o máximo possível e isso pode restringir sua vida e causar sofrimento.

OS DIFERENTES TIPOS DE FOBIA
1 - Transtorno de ansiedade social
Também conhecida como fobia social é, possivelmente, a fobia mais comum.
O indivíduo que tem transtorno de ansiedade social, torna-se muito preocupado com o que as outras pessoas podem pensar dele, ou como “os outros” podem julgá-lo.
Portanto, ele terá medo de se relacionar, ou de se expor frente a outras pessoas, especialmente estranhos.
Terá sempre medo de agir de uma forma embaraçosa ou humilhante, e de que as outras criaturas pensem que ele seja estúpido, inadequado, fraco, tolo, louco, etc.
Tentará, tanto quanto possível, evitar as situações de relacionamento humano.

2 - Agorafobia
Esse tipo de fobia também é muito comum. Muitas pessoas pensam que a agorafobia significa um medo de lugares públicos e espaços abertos. Mas isso é apenas parte dela. Quem tem agorafobia tende a ter uma série de medos de vários lugares e situações.
Por exemplo, pode ter medo de:
- Entrar em lojas, multidões e lugares públicos.
- Viajar em trens, ônibus ou aviões.
- Estar em uma ponte ou elevador.
- Estar em um cinema, restaurante, etc., onde não há saída fácil.

Mas todos eles resultam de um medo subjacente, ou seja, o medo de estar em um lugar onde a ajuda não estará disponível facilmente, ou onde haja o sentimento de que pode ser difícil de escapar para um lugar seguro (geralmente, sua própria casa).
Os agorafóbicos, quando se encontram em um lugar temido, ficam ansiosos e angustiados e sentem um intenso desejo de sair.
Para evitar esse mal estar, eles, normalmente, ficam dentro de suas casas durante a maior parte ou na totalidade do tempo.

3 – Outras fobias específicas
Há muitas outras fobias de coisas ou situações específicas.
Por exemplo:
- O medo de espaços confinados ou de ficar preso (claustrofobia).
- O medo de certos animais.
- Medo de injeções ou agulhas.
- Medo de vomitar.
- O medo de ficar sozinho.
- Medo de asfixia.
- O medo do dentista.
- Medo de voar de avião.
- Medo de insetos (borboleta, barata).
No entanto, existem muitos outros, alguns bastante raros.

TRATAMENTO DAS FOBIAS
O tratamento mais eficaz para esse tipo de patologia é a terapia cognitivo-comportamental (TCC).
Medicação antidepressiva também ajuda em muitos casos.

1 - Terapia cognitivo-comportamental
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) ajuda a mudar certas maneiras de pensar, sentir e se comportar. É um tratamento útil para vários problemas de saúde mental, incluindo fobias.

- A terapia cognitiva baseia-se na ideia de que certas formas de pensamento podem desencadear, ou acelerar, certos problemas de saúde mental, tais como ansiedade, depressão e fobias. O terapeuta ajuda a entender os padrões de pensamento atuais. Em particular, para identificar quaisquer ideias ou atitudes prejudiciais, inúteis e falsas que possam deixar a pessoa ansiosa. O objetivo principal é mudar os modos de pensar, para evitar essas ideias. Além disso, para ajudar os padrões de pensamento tornarem-se mais realistas e úteis.

- A terapia comportamental tem como objetivo alterar quaisquer comportamentos que sejam prejudiciais ou inúteis.
Quando se tem alguma fobia, há uma má resposta na presença do objeto temido, advindo a ansiedade e a fuga. O terapeuta ajuda a mudar isso. Várias técnicas são usadas, dependendo das condições e das circunstâncias.
Por exemplo, para a agorafobia, o terapeuta, geralmente, ajuda a enfrentar as situações temidas, um pouco de cada vez.

Um primeiro passo pode ser ir para uma curta caminhada, a partir de sua casa, com o terapeuta, que dá apoio e aconselhamento.
Com o tempo, uma caminhada mais longa pode ser possível, e, em seguida, uma caminhada para lojas, em seguida, uma viagem em um ônibus, etc.

O terapeuta pode ensinar a controlar a ansiedade no enfrentamento das situações e lugares temidos. Por exemplo, usando exercícios de respiração profunda.
Esta técnica de terapia comportamental é chamada de terapia de exposição, onde o paciente será exposto, gradualmente, cada vez mais às situações temidas, e aprendendo a lidar com isso.

- A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma mistura dos dois, onde há o benefício de mudar ambos, os pensamentos e os comportamentos.
TCC geralmente é feita em sessões semanais de cerca de 50 minutos cada, durante várias semanas. O paciente tem que ter um papel ativo, e são dadas lições de casa entre as sessões. Por exemplo, pode ser solicitado manter-se um diário dos pensamentos que ocorrem durante a ansiedade das crises.
Nota: ao contrário de outras formas de tratamentos falados (psicoterapia), a Terapia cognitivo-comportamental não olha para os acontecimentos do passado. A TCC pretende lidar com os processos de pensamento e/ou comportamento atuais, e ajuda a alterá-los sempre que necessário.

2 - Medicamentos antidepressivos
Estes são comumente usados ​​para tratar a depressão, mas também ajudam a reduzir os sintomas de fobias (principalmente agorafobia e fobia social), mesmo para quem não esteja deprimido. Eles funcionam por interferência com os neurotransmissores cerebrais, tais como a serotonina, que podem estar envolvidos nas causas dos sintomas de ansiedade.

- Os antidepressivos não funcionam imediatamente. Demora de 2 a 4 semanas antes de seu efeito ajudar na diminuição da ansiedade. Um problema comum é que algumas pessoas param o medicamento depois de uma semana por não sentirem nenhum benefício, mas, ainda, é muito cedo para dizer se a medicação está funcionando ou não.
- Os antidepressivos não são calmantes e, geralmente, não são viciantes.
- Existem vários tipos de antidepressivos, cada um com vários prós e contras e que diferem nos efeitos colaterais possíveis. Entretanto, inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) são os mais comumente usados ​​para transtornos de ansiedade e fobia. Exemplos de ISRS são escitalopram e sertralina.

- Nota: após a primeira partida de um antidepressivo, em algumas pessoas, o sintoma de ansiedade pode se tornar pior por alguns dias antes de começar a melhorar. O médico deverá manter um controle nas primeiras semanas de tratamento para ver como será a resposta do paciente.
Haverá casos em que a combinação de TCC com antidepressivo SSRI pode funcionar melhor do que qualquer tratamento isolado.

3 - Benzodiazepinas
As benzodiazepinas, tais como diazepam, são por vezes chamados de tranquilizantes menores, mas podem ter efeitos secundários graves. Eles costumam funcionar bem para aliviar os sintomas da ansiedade. O problema é que eles são viciantes e podem perder o efeito se usados por mais do que algumas semanas. Eles também podem dar sonolência.
Por conseguinte, eles não são um tratamento útil de longo prazo das fobias. No entanto, tratamentos rápidos, ou até mesmo uma dose única, pode ser útil para uma fobia que ocorre raramente. Por exemplo, quem tem medo de voar em um avião, uma pequena dose pouco antes de um voo pode ajudar.

Não utilize jamais tratamentos sem que seja por uma indicação de profissionais da área(saúde) o acima escrito são meras informações sobre o assunto.

fonte: Patient.co.uk – Trusted medical information and support.
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terça-feira, 25 de junho de 2013

Os remédios naturais contra fobias

A fobia é um medo irracional em direção a algo. Você tem sintomas que podem ser administrável ou tão angustiante que podem perturbar a vida diária.
As fobias mais comuns são claustrofobia (medo de espaços fechados), agorafobia (medo de espaços abertos) e acrofobia (medo de altura). 

Fobias podem dizer respeito a objetos, pessoas ou situações e causam um reflexo inconsciente para evitar a repetição de uma experiência desagradável.
Os sintomas variam de uma sensação de pânico ou terror, incapacidade de se concentrar, o desejo de fugir de uma situação ou resposta física incontrolável, como tremores ou tonturas.

Se você sofre de algo assim, não se desespere: há vários remédios alternativos (homeopáticos, flores e aromaterapia) que podem ajudar. Outro tipo de medicamento que iremos apresentar.

Homeopatia para ajudar pessoas com fobias
A homeopatia pode ajudar as pessoas com fobias com tratamentos adaptados às suas necessidades. Estes tratamentos podem incluir os seguintes componentes:
Argento (nitrato de prata)
O nitrato de prata pode ser para aqueles que têm medo de alturas ou sofrem de confusão geral e ansiedade.
Fósforo
O fósforo é geralmente recomendado para aqueles que têm medo do escuro ou de ficar sozinha.
Gelsemium
Gelsemium é dado aos joelhos fracos ou se você tem um medo enorme de se apresentar em público.
Acônito
Acônito pode ser dado para aqueles com medo da morte ou cuja mente está quase paralisada de medo.
Arnica
A arnica é recomendada para medos relacionados ou causados por um acidente.
Os remédios florais ajudam a equilibrar estados mentais negativos e emoções. Os tratamentos variam de acordo com o estado mental do indivíduo e podem incluir:
Mimosos
Os mimosos é por medo de certas situações, como estar atrasado para o trabalho, por insetos ou coisas como aranhas.
Trêmulo
Trêmulo se pode recomendar para uma causa específica em quadros de ansiedade.
Castanha vermelha
Você pode ajudar aqueles que temem pela segurança de outro indivíduo.
Pedra Rosa
Ele geralmente é dado quando medos (não importa o que) se tornam terror ou pânico.
Acrimônia
A Acrimônia é um remédio eficaz para as pessoas que estão ansiosas e se preocupam muito, mas tendem a esconder seus sentimentos, enganando a todos.
Aromaterapia
Os óleos essenciais podem ser úteis no tratamento de fobias, ajudam a liberar a tensão e induzir uma sensação de calma. Pode ser usado durante o banho ou num vaporizador, entre outras coisas. Alguns recomendados para uso são bergamota, camomila, gerânio, jasmim, lavanda, manjerona e erva-cidreira.
Sempre consulte um profissional
Além de todas as boas soluções que fornece a homeopatia, óleos essenciais e aromaterapia, lembre-se sempre que, quando se trata de fobias, o mais importante é sempre procurar o aconselhamento de um profissional. Lembre-se que o aqui descrito deve ser um complemento ao parecer, não um substituto.

fonte: http://www.saudedicas.com.br/saude-geral/os-remedios-naturais-contra-fobias-1211518
imagem:www.ruadireita.com
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sábado, 16 de abril de 2011

Quem tem medo de altura poderá ser curado com comprimido de hormônio




Você tem medo de subir em lugares altos? Um trauma de infância que passou a virar fobia e prejudicar a sua vida? Calma, pois um tratamento pode ir além da sala do psicólogo. Cientistas na Universidade de Basel, na Suíça afirmam que comprimidos de hormônio do estresse, o cortisol, podem ajudar pessoas a superar o medo de altura.

Cerca de 40 pacientes foram submetidos à terapia comportamental junto com comprimidos de cortisol e placebos, todos os participantes sofriam de medo de altura. Após as análises foi possível detectar que o cortisol junto com a terapia comportamental apresentou uma grande redução do medo.


“Apesar do resultado, é importante destacar que o cortisol é um corticoide com efeitos numerosos e disseminados no organismo, promovendo alterações no metabolismo proteico, lipídico e de carboidratos, além de atuar na retenção de líquidos e na manutenção normal de vários sistemas, incluindo cardíaco, renal, endócrino entre outros”, explica o farmacêutico, tutor do Portal Educação, Ronaldo de Jesus Costa. O tutor ainda completa dizendo que “no futuro o uso deve ser muito bem avaliado”.

Durante o tratamento, os 40 pacientes que participaram da pesquisa sofriam de vertigens e, durante uma semana, tiveram três sessões da terapia de confrontação de seu medo. O grupo foi dividido e uma metade recebeu um comprimido de cortisol uma hora antes da sessão de terapia, a outra metade recebeu um comprimido de placebo. Os pacientes eram em seguida expostos a situações de medo de altura por meio de realidade virtual.

Os traumas foram medidos no período de três a cinco dias depois da terapia e um mês depois da última exposição à situação de medo. A análise do medo dos pacientes foi feita por meio de questionários e sensores colocados na pele. Aqueles que receberam comprimido de cortisol mostraram uma diminuição significativa no nível de ansiedade, em comparação com os pacientes que receberam o placebo.
Por Lais
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A diferença entre medo e fobia

Fonte: Yahoo
Por Adriana Bifulco
São Paulo, 26 (AE) - Você tem medo de escuro ou passa tremendamente mal só de ver a figura de uma barata na página de um livro? Então saiba então que as duas situações são bastante distintas.

De acordo com Rita Calegari, chefe do departamento de psicologia do Hospital São Camilo-Pompeia, na zona oeste da capital paulista, medo é uma reação de autopreservação. "Ele não deve ser combatido e eliminado. É desejável, saudável e importante para nossa sobrevivência", explica.

Existem, no entanto, aqueles que não têm medo. "Trata-se de um transtorno de humor, seus portadores são bipolares (têm duas polaridades: uma de depressão e outra de agitação psicomotora). A pessoa perde a noção do medo e do perigo", avisa Luiz Gonzaga Leite, chefe do departamento de psicologia do Hospital Santa Paula, em São Paulo, e doutor em psicologia pela PUC-SP.

Já a fobia, segundo Rita, é semelhante ao medo, mas nela existe um nível de ansiedade que interfere na vida cotidiana da pessoa. "Muitos que sofrem de fobia não a interpretam como doença, mas como falha do caráter e da personalidade. O fóbico reconhece que seu medo é excessivo, mas não consegue controlá-lo", enfatiza.

Rita explica que a fobia envolve transtorno de ansiedade em algum nível. De acordo com a profissional, para tratar tanto esse mal quanto a Síndrome do Pânico são necessários medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos. "A Síndrome do Pânico é um transtorno involuntário. O indivíduo tem um mal-estar súbito, que envolve taquicardia, sudorese, tremores, vertigens e sensação de desmaio. É um mal de difícil diagnóstico, pois até a pessoa chegar ao hospital, esses sintomas já passaram. Ela faz exames que não apontam nada. Essa síndrome provoca um grande impacto na rotina do paciente, pois ele não tem como prever quando vai acontecer".

Rita complementa que, tanto na Síndrome do Pânico quanto nos casos de fobia, o tratamento é feito com ansiolíticos e antidepressivos, além de terapia.

Perfil - Leite esclarece que as fobias atingem 10% da população. Na maioria das vezes, ele adverte, os fóbicos são inteligentes, responsáveis, sensíveis, com certa tendência a serem detalhistas e controladores. "Essas pessoas passaram, em algum momento de suas vidas, por alguma experiência de morte. São indivíduos metódicos, sistemáticos e controladores", diz Rita. "Eles têm ideia de controle através de rituais, gestos, tiques, não conseguem nomear o que estão sentindo. Eles criam rituais e acreditam que estão dominando a situação", acrescenta Leite.

De acordo com Rita, muitas vezes esses transtornos surgem diante de algum fato estressante que ocorre na vida do paciente. "Por isso é importante não desprezar sintomas, quanto antes o problema for diagnosticado, melhor.

As fobias mais comuns

1. Claustrofobia - mede de lugares fechados, como ambientes pouco ventilados, túneis, elevadores e até equipamentos de ressonância magnética e de tomografia;

2. Eritrofobia - medo de sangue;

3. Agorafobia - medo de lugares cheios de gente como shoppings centers, locais de shows, ruas de comércio e estádios;

4. Hidrofobia - medo de água, de entrar no mar e em piscinas;

5. Glossofobia - medo de falar para plateias;

6. Amaxofobia - medo de andar de carro;

7. Hipsiofobia - medo de altura;

8. Medo de animais domésticos, como gato e cachorro;

9. Medo de insetos ou animais peçonhentos;

10. Fobia social - É facilmente confundida com timidez. A pessoa tem medo de se expor, evita contato social e estar em evidência. Esses indivíduos têm dificuldade de envolvimento amoroso. Trata-se de uma timidez patológica;

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