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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O Poder saciante do Ovo


Os alimentos fornecem os nutrientes que o nosso organismo precisa para funcionar corretamente, assim como proporcionam benefícios para a nossa saúde de acordo com o consumo que fazemos deles. O ovo é um dos alimentos envolvidos em mitos e dúvidas sobre o seu consumo, especialmente quando se trata dos níveis de colesterol. Hoje você vai conhecer algumas das suas propriedades benéficas e sobre o seu poder de saciedade em nossa dieta.

Um dos maiores problemas para perder peso se encontra na ansiedade por comer, no problema que sofremos quando comemos muito, mas sem nos satisfazermos.

Este inconveniente é o que muitas vezes nos impede de perder peso e nos sentirmos melhor com nós mesmos, por isso é muito importante descobrir aqueles alimentos que possuem um alto poder de saciedade, ou seja, que podem nos ajudar a emagrecer sem passar fome.

Entre eles se encontra o ovo, um alimento que tem sido muitas vezes criticado e tratado como um elemento prejudicial para a saúde, quando na verdade pode se converter em uma parte importante da nossa dieta.

O ovo possui características muito positivas, ao contrário do que sempre se tem acreditado. Durante muito tempo, tem sido afirmado que o ovo pode aumentar o risco de sofrer graves doenças cardíacas, além de colesterol, aterosclerose e outras doenças, embora diversos estudos tenham se encarregado de limpar sua imagem e de demonstrar todos os seus benefícios.

Em primeiro lugar um ovo de tamanho médio não fornece mais do que 70 kcal, enquanto que nos oferece uma grande quantidade de nutrientes.

Entre eles encontramos proteínas de alta qualidade e em grande quantidade, até 6,5 gramas por cada unidade, gorduras saudáveis, especialmente concentradas na gema e com predominância das gorduras insaturadas, e um alto teor de minerais, como ferro, fósforo, sódio ou zinco, e vitaminas solúveis em gordura, A, D, E e outras do grupo B.

Como se isso não bastasse, o ovo possui um grande poder de saciedade, por isso, nos sentiremos mais cheios mais facilmente se incluirmos este alimento na nossa alimentação de forma regular.

O consumo de ovos pode nos ajudar a evitar uma ingestão de calorias em excesso e, portanto, a prevenir o sobrepeso e a obesidade, por isso recomenda-se comer uma porção de três ovos por semana para crianças e quatro ou cinco para os adultos, enquanto que se realizamos alguma atividade física que nos mantenha ativos podemos chegar a consumir até sete ovos por semana.

O ideal seria incluir um ovo cozido em nosso café da manhã para que a sensação de fome demore mais para chegar e possamos realizar um almoço e uma refeição mais controlada, enquanto que também tem surgido nos últimos tempos dietas cujo componente principal é o ovo e que têm objetivo a perda de peso através do seu alto poder de saciedade.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os Usos do leite de magnésia: Propriedades e benefícios


Muitos de nós já ouvimos falar sobre o leite de magnésia, mas realmente sabemos do que se trata e para que é utilizado. Trata-se de um medicamento muito conhecido pelos benefícios que oferece para o estômago, mas muito, além disso, possui muitas outras propriedades e benefícios para a saúde e o tratamento de condições.

Quando ouvimos esse termo, na verdade terminamos por não saber exatamente o que é. Apenas se trata de um líquido parecido com o leite e que é algo químico. Até agora, a lógica do ser humano. Mas nos adentrando mais, podemos descobrir que o leite de magnésia é um produto que começamos a ter em muitos lares, já que ajuda o intestino a funcionar como deveria.

Mas, como em Saúde Dicas nós gostamos de ir um pouco mais além, fizemos uma pesquisa de informação que você vai adorar, porque conhecerá os usos do leite de magnésia, propriedades e benefícios.

Usos do leite de magnésia:
Para conseguir o leite de magnésia, basta ir a uma farmácia ou drogaria. Trata-se de um líquido viscoso de cor esbranquiçada cuja composição se baseia em hidróxido de magnésio, hipoclorito de cálcio, cloro e água. Se parece com leite, mas não significa que se usa como tal, continue lendo e descubra como você pode usar.

Usos do leite de magnésia: Propriedades:
Nós encontramos propriedades que não suspeitaríamos que se encontravam aqui.

1. Fonte de vitaminas, particularmente vitaminas A e C, que são necessárias para o sistema imunológico e a pele. E embora em menor medida haja, também tem vitaminas do tipo B.

2. Minerais. Por conseguinte, o leite de magnésia, pode chegar a ser muito nutritivo, pela quantidade de magnésio e cálcio que tem apenas uma colher de sopa. E, claro, também têm outros minerais, entre eles, a presença de fósforo. Muito bom para o cérebro.

3. Tabela nutricional. Se você estiver em uma dieta, não se preocupe, é muito pobre em carboidratos, apenas tem ácidos graxos e os açúcares também são bastante escassos. Você notará o sabor adocicado, mas apenas tem calorias, além disso, você não vai utilizá-lo para fazer um batido.

Os Usos do leite de magnésia: Benefícios:

São muitos os benefícios que fornece o leite de magnésia. Passamos a enumerá-los para que você conheça todos eles.

É um laxante bastante forte graças à fibra.
Ajuda a manter a pele hidratada graças à vitamina A em sua composição.
Desodorante e controla a sudoração.
Ajuda a regenerar as feridas e alivia as queimaduras na pele e a pele irritada após a exposição ao sol, uma cirurgia, uma depilação… Alivia as dores próprias de uma dermatite em bebês.
Fortalece o cabelo, fazendo com que os folículos pilosos fiquem cravados no couro cabeludo. Se você tem cabelos oleosos, ajuda a mantê-lo mais limpo.
Aumenta as defesas e graças à quantidade de vitamina C que possui em seu conteúdo, já que o torna perfeito para fortalecer o sistema imunológico e suas defesas.

Usos do leite de magnésia: Como aplicá-lo:
Se você quer fortalecer as defesas, ter o efeito laxante e manter a pele hidratada, apenas tem que tomá-lo de acordo com as indicações do frasco, algumas colheradas.

Se você também quiser manter a pele limpa, desinfetar feridas, clarear áreas do corpo ou fortalecer o cabelo, basta aplicar leite de magnésia em uma almofada de algodão e passá-lo pela área afetada com pequenos toques.

Como você pode ver, o leite de magnésia tem propriedades e benefícios importantes. Não apenas se trata de um medicamento bom para o estômago e suas digestões, mas também é um aliado para diferentes desconfortos e condições que apresentamos. Alguma vez você já utilizou o leite de magnésia? Conte-nos sua experiência e como te ajudou.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Líquido de resto do pirarucu pode curar má digestão do leite

Divulgação

Cientistas brasileiros transformam restos do pirarucu em líquido proteico capaz de enriquecer alimentos para quem tem intolerância à lactose

As carcaças do pirarucu, hoje descartadas após a retirada dos filés do peixe, podem virar matéria-prima para a indústria alimentícia. Cientistas brasileiros criaram uma maneira de transformar os restos de carne em uma substância líquida chamada hidrolisado proteico de pirarucu, capaz de enriquecer alimentos com baixo teor de proteína, como pães, cereais e biscoitos. O líquido também pode ser usado em alimentos para pessoas que não digerem a proteína do leite.

A técnica consiste em transformar esses restos de carne com o uso de enzimas, que geram reações químicas e resultam em um líquido com mais de 70% de proteína. A tecnologia é resultado de parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) com a Universidade Federal do Amazonas e já está disponível para a produção e comercialização. O pedido de patente já foi feito ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

O especialista em ciência de alimentos Rogerio Souza de Jesus, pesquisador do Inpa, conta que quando a manta do pirarucu é retirada para a venda, sobra grande quantidade de carne presa aos ossos que é jogada fora. “Em um pirarucu de tamanho médio, com cerca de 60 quilos, sobram mais ou menos 3 quilos de carne, não dá para desperdiçar isso”, diz Rogério, lembrando que a comercialização do animal tem crescido muito desde o início do manejo da espécie na Amazônia.

O pescado é uma fonte saudável de proteínas, lipídios, vitaminas A, D e do Complexo B e minerais como cálcio, fósforo, ferro, cobre e selênio. Segundo o pesquisador, é possível fazer o hidrolisado com outros peixes para aproveitar esses nutrientes, mas para isso são necessários novos estudos, pois cada espécie precisa de uma enzima específica.

Rogério de Jesus também contou que é possível retirar o odor de peixe do hidrolisado, que não altera o sabor dos alimentos e pode entrar como ingrediente em diversas formulações.

fonte:noticias.terra.com.br
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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Conheça o sal do Himalaia e seus diversos benefícios

Saudável e rosado, ele tem ganhado cada vez mais espaço nas cozinhas do mundo


Já há algum tempo somos bombardeados com informações negativas a respeito da utilização do sal, que muitas vezes é chamado até de veneno. Quando consumido em excesso, pode causar diversas doenças, como hipertensão e problemas cardíacos, além de problemas como a retenção de líquidos, estrias, celulites, e também atrapalhar o ganho de massa muscular e a absorção de cálcio pelo organismo (interferindo no crescimento de crianças e adolescentes).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que sejam consumidos de 5 gramas (g) a 6 g de sódio (presente no cloreto de sódio, o sal de cozinha) por dia. Enquanto isso, brasileiros consomem diariamente, em média, 12 g por dia, ou seja, o dobro do aconselhado! Muitas vezes, acabamos por consumir mais do que o necessário por nos esquecermos que muitos dos alimentos que consumimos já contêm o sódio em sua composição química (principalmente por ser um ótimo conservante). Quando nos alimentamos, cerca de 75% do sódio total já se encontrava presente no alimento, e ainda assim adicionamos uma pitadinha de sal aqui e outra ali. Mesmo na água engarrafada que compramos nos mercados e até as presentes nos galões possuem teores diferenciados de sódio.

Mas a visão de que o sal é apenas um vilão é um mito. Ele é essencial à nossa saúde e alimentação, atuando no equilíbrio da água de nosso corpo e na entrada e saída de nutrientes e de outras substâncias de nossas células, sendo indispensável para a nossa saúde e para o bom funcionamento do organismo. Além disso, o sódio também controla funções vitais, como os batimentos cardíacos, contrações musculares e transmissão de impulsos nervosos. Ainda há diversos distúrbios causados pela deficiência de iodo (que é adicionado ao sal de cozinha) no organismo. O iodo previne problemas como a surdez, o bócio, abortos prematuros e hipotireoidismo.

Como o sal de cozinha convencional, apesar de trazer benefícios, traz também malefícios consequentes, um modelo diferente (mas bem antigo) vem fazendo bastante sucesso nos últimos tempos: é o sal do Himalaia.

O sal do Himalaia
Por volta de 200 milhões de anos atrás, no Himalaia, o bater das ondas do mar nas montanhas gerou uma camada de sal cristalizado, que foi coberta por lava e assim permaneceu intocada e preservada, protegida de todos os poluentes vindos da superfície. Por esse motivo, acredita-se que o sal do Himalaia seja o sal de maior pureza encontrado no planeta.

O que o faz especial?
Bem, além dos 200 milhões de anos de preservação, o sal do Himalaia possui propriedades impressionantes.

De composição ampla, ele apresenta o número incrível de 84 minerais e elementos diferentes, o que confere a ele uma cor rosada. Alguns destes minerais são o cloreto de sódio, sulfato de cálcio, potássio e magnésio; todos encontrados e absorvidos facilmente pelo organismo.

O sal comum de cozinha tem a maioria de seus minerais retirados, restando apenas o cloreto e o sódio. Em seguida ele é branqueado e limpo com produtos químicos, para então ser aquecido a temperaturas elevadas. O iodo que é adicionado é, quase sempre, sintético. Além disso, o sal de cozinha é também tratado com agentes antiaglomerantes, o que muitas vezes faz com que nossos organismos não o absorvam corretamente, formando depósitos de sal nos órgãos.

Já o sal do Himalaia não sofre todo esse processo de refinamento. Ele é extraído e lavado manualmente, tornando-o ainda mais puro.

Há ainda quem diga ainda que ele possui um poder maior de acentuar o sabor dos alimentos, e que ativa as papilas gustativas mais eficientemente que o sal de cozinha. Além disso, apesar de ser vendido por um custo muito mais elevado que o sal convencional, é necessária uma menor quantidade de sal do Himalaia para salgar a comida.

Benefícios surpreendentes
Além de possuir os mais de 80 minerais que, além de serem importantes ao organismo, são facilmente absorvidos por ele, o sal rosa do Himalaia possui outras propriedades positivas, de acordo com algumas fontes (veja mais aqui, aqui e aqui):

Contribui para a saúde vascular;

• Auxilia em funções respiratórias;

• Promove o equilíbrio do potencial hidrogeniônico (pH) no interior das células;

• Reduz sinais de envelhecimento;

• Promove padrões de sono saudável;

• Prevenção de cãibras musculares;

• Hidratação;

• Fortalecimento dos tecidos ósseos;

• Redução da pressão arterial;

• Melhora a circulação;

• Desintoxica o organismo de metais pesados.

Como usar?
Além dos benefícios citados anteriormente, ele é também vantajoso para quem necessita reduzir o consumo de sódio em sua dieta, pois um mesmo volume de sal de cozinha e de sal do Himalaia, quando comparados, apresentam porções diferentes de sódio em sua composição:

• 1 colher de chá de sal de cozinha comum tem aproximadamente 1500 mg de sódio;

• 1 colher de chá de sal do Himalaia tem aproximadamente 480 mg de sódio.

Onde comprar?
Ainda não é possível entrar em qualquer mercado para comprar o sal do Himalaia, porém ele pode ser encontrado em algumas lojas físicas de produtos naturais ou comprado pela internet.

Outros usos

Luminárias
O sal do Himalaia é também utilizado na fabricação de luminárias, que além de serem muito bonitas, ainda melhoram a qualidade de ambientes fechados.

São vendidas na forma de bulbos, com uma peça única do sal que envolve a lâmpada (como estas), ou de cestos contendo várias unidades menores de cristais de sal rosa, que ficam sobre a lâmpada .

As luminárias de sal do Himalaia (mais precisamente a combinação entre a luz e o sal do Himalaia) são ótimas geradoras de íons negativos, que são gerados na natureza por meio dos raios, quedas d’água e ondas marinhas, sendo esse um dos motivos para as pessoas geralmente se sentirem bem, renovadas e refrescadas depois de chover ou quando visitam a praia.

Ao passo que as luminárias geram íons negativos, aparelhos eletrônicos como computadores, televisores e micro-ondas geram íons positivos, contribuindo para o desenvolvimento de alergias e problemas de sono. Os íons negativos gerados pelas luminárias possuem a capacidade de neutralizar os íons positivos, ajudando a purificar o ar.

Além disso, o sal é uma substância higroscópica, ou seja, possui a propriedade de atrair água para sua superfície. Isso somado ao calor proveniente da lâmpada faz com que a água evapore rapidamente, mantendo a umidade do ambiente. Os íons negativos são gerados durante o processo de evaporação dessa água.

Banhos
Os banhos com cristais de sal do himalaia promovem o equilíbrio entre a acidez e a alcalinidade do organismo. Basta adicioná-lo à água morna em seu banho de banheira.

Muitas pessoas podem se beneficiar a partir da substituição do sal comum de cozinha pelo sal rosa do Himalaia, suprindo as necessidades do organismo de uma forma mais saudável.

Você pode verificar ainda 18 dicas para reduzir a ingestão de sódio clicando aqui. Além do sal do Himalaia e do sal de cozinha comum, há ainda diversos tipos de sal para preparar alimentos, como o sal marinho, o sal negro e muitos outros; cada um com diferentes quantidades de minerais e diferentes propriedades, porém todos demandam ainda o consumo moderado.

Em princípio, não há contra-indicações ao uso do sal do Himalaia, porém, como mencionado, o consumo excessivo de qualquer alimento nunca é recomendado, e isso inclui o sal rosa. Portanto, bom senso e moderação são imprescindíveis!

fonte:ecycle.com.b
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Chia: você conhece os benefícios dessa semente?

Rica em diversos nutrientes ela é aliada da dieta

Você já ouviu falar na chia? A sementinha era uma das principais fontes de alimentação dos povos andinos da era pré-colombiana. Era cultivada no México e na Guatemala e consumida principalmente pelos Maias e Astecas para aumentar a resistência física. Hoje, vem sendo estudada e diversos são os benefícios encontrados relacionados ao seu consumo. Conheça abaixo quais são os principais nutrientes e benefícios que o consumo de chia irá proporcionar para a alimentação:

Fibras
Em contanto com líquidos, a semente de chia após aproximadamente 30 minutos começa a formar o gel, característica das fibras solúveis. Este gel, ou gelatina, provoca um atraso no esvaziamento gástrico, o que leva a maior sensação de saciedade. Além disso, o gel formado aumenta o volume do bolo fecal, facilitando a eliminação das fezes e melhorando o funcionamento do intestino.

Ômega 3
A chia oferece uma grande concentração de ômega 3, substancia fundamental para a manutenção da saúde cardiovascular. Esse tipo de gordura do bem diminui os níveis de triglicérides, aumenta os níveis de HDL e diminui o risco de problemas cardiovasculares.

Proteínas
A chia possui maior quantidade de proteínas quando comparada a outros cereais como o milho, o arroz, a aveia e o trigo. Por isso, pode ser uma ótima opção para praticantes de atividades físicas, já que a semente ajuda na manutenção de massa muscular.

Vitaminas e minerais
A chia é fonte de vitaminas do complexo B, fundamentais para o bom funcionamento do nosso sistema nervoso. Além disso, possui diversos minerais como o cálcio, fósforo, magnésio, potássio, zinco, ferro e cobre. O cálcio presente na chia ajuda na formação da massa óssea, evitando a osteoporose. E o ferro, pode ser um ótimo aliado no combate de anemias.

Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde
CRN3: 35001/P
fonte:dietaesaude.com.br
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Descubra oito motivos para incluir o feijão na dieta

O grão é aliado do emagrecimento e age até na prevenção do câncer

Ele faz falta no prato dos brasileiros e é o primeiro a despertar saudade no caso de quem visita um país do exterior. Não bastante o sabor delicioso e a variedade de combinações possíveis no preparo, o feijão ainda é muito bem visto por especialistas da saúde. No relatório do Sistema Vigitel do Ministério da Saúde, o feijão aparece na lista de fatores de proteção contra câncer e outras doenças crônicas. Já o Guia Alimentar para a População Brasileira (BRASIL, 2005) recomenda a ingestão de, pelo menos, uma porção diária de feijão ou outra leguminosa, como ervilha seca, lentilha e soja. A boa reputação deve-se à grande quantidade de nutrientes que o alimento possui, resultando em benefícios para a dieta e para o corpo todo. Quer saber o que seu corpo ganha a cada porção? Os especialistas contam com detalhes.

Fonte de proteínas
Descubra oito motivos para incluir o feijão na dieta
Feijão na tigela - Foto: Getty Images

As proteínas vegetais que o feijão fornece são formadas por aminoácidos chamados lisinas. "Como o corpo humano não consegue produzir esse tipo de proteína sozinho, é preciso incluir o feijão e outros alimentos na dieta que forneçam esse nutriente", afirma a nutricionista Juliana Menezes, de São Paulo. Ela conta que as proteínas são essenciais para a saúde dos tecidos do corpo (osso, pele, órgãos e músculos).

No entanto, a nutróloga e reumatologista Sylvana Braga, de São Paulo, lembra que o feijão não pode ser a única fonte de proteínas da dieta. "As melhores fontes do nutriente são carnes em geral e laticínios", afirma. De acordo com a Tabela de Composição Química dos Alimentos da Unifesp, 100 gramas de feijão cozido apresentam 8,6 gramas de proteína. Já 100 gramas de peito de frango cozido possuem 31 gramas ? uma diferença e tanto!

Ajuda a prevenir cáries
O casamento de arroz e feijão proporciona uma dose diária de flúor que pode ajudar no controle de cáries nos dentes, segundo um estudo da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp (SP). Os pesquisadores acreditam que esses alimentos absorvem o flúor presente na água tratada que costumamos utilizar para o preparo. Esse mineral fica concentrado na saliva de quem consome o arroz e o feijão, aumentando a proteção dos dentes.

Controle do peso
Inserir o feijão em uma dieta balanceada pode ajudar no emagrecimento. É preciso moderação no consumo, já que o alimento é rico em carboidratos e pode engordar - 100 gramas apresentam 22 gramas do nutriente, semelhante à quantidade encontrada no arroz (28 gramas). Mas o feijão leva vantagem por ter boas quantidades de fibras: 6,4 gramas na mesma porção. "Depois de ingeridas, essas fibras formam um gel e permanecem mais tempo no estômago, aumentando a sensação de saciedade", explica Juliana Menezes. Dessa forma, você vai demorar mais para sentir fome.

Contra o intestino preso
As fibras são famosas por aumentarem o volume das fezes, dando um empurrãozinho para o intestino funcionar melhor. A nutricionista Juliana ainda traz mais um benefício: as fibras solúveis presentes no feijão servem de base para a formação de substâncias chamadas ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). "Eles fornecem energia para que as células do intestino desempenhem bem as suas funções", afirma.

Diabetes
Esta é mais uma vantagem das fibras do feijão: fazer com que a glicose presente nos alimentos seja absorvida aos poucos. "Dessa forma, não há picos de hiperglicemia e o paciente de diabetes consegue manter a glicemia estável por mais tempo", explica Juliana Menezes.

Previne câncer e doenças degenerativas
"O feijão é fonte de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes que ajudam a reduzir o risco de alguns tipos de câncer, doenças degenerativas e problemas cardiovasculares", afirma a nutricionista Mariana Exel, do Hospital Samaritano de São Paulo. Ela também conta que as fibras do feijão ajudam a combater a obesidade e controlar os níveis de colesterol e de glicemia do sangue - problemas que aumentam as chances de doenças crônicas.

Fonte de minerais
Por ser rico em ferro, o feijão é uma das principais armas do combate à anemia ferropriva, que é a diminuição do número de células vermelhas (hemoglobina) do sangue causada pela falta do mineral. "Sem hemoglobinas, o sangue não consegue transportar oxigênio para que as células do corpo produzam energia", afirma Mariana Exel. O grão também contém boas quantidades de zinco e magnésio. O primeiro é importante para inúmeras reações químicas que ocorrem no organismo e a sua falta pode causar desde problemas de memória e até convulsões. "Já o magnésio é fundamental para a saúde dos ossos, músculos, cérebro e sistema nervoso", conta a nutricionista do Hospital Samaritano.

Vitaminas do complexo B
Entre as vitaminas presentes no feijão, há destaque para o folato, também chamado de ácido fólico e vitamina B9. "Esse nutriente é muito importante durante a gestação para evitar deformidades no feto", afirma Mariana Exel. Segundo a nutricionista, a falta dessa vitamina pode causar alterações de humor e até anemia, com sintomas parecidos ao da anemia ferropriva, como cansaço e fraqueza. Uma porção de 100 gramas de feijão contém aproximadamente 130 microgramas de ácido fólico.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15282-descubra-oito-motivos-para-incluir-o-feijao-na-dieta
por Letícia Gonçalves
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terça-feira, 9 de abril de 2013

A Importância dos Minerais


Os minerais são necessários para cada função vital do nosso corpo, desde as batidas do coração, à divisão celular e multiplicação do DNA até a composição dos fluidos sanguíneos, formação do sangue e dos ossos. Além disso os minerais são extremamente necessários para o equilíbrio do PH.


Alguns exemplos do que a carência de minerais pode causar:

Cálcio: doenças dos ossos, osteoporose, unhas, ossos e dentes fracos, problemas cardíacos, câncer, distúrbios do sistema nervoso.
Ferro: cansaço, falta de apetite, palidez, dores de cabeça.
Magnésio: fraqueza, insônia, alterações de comportamento, dificuldade de aprendizado,pressão alta, estresse.
Fósforo: ossos fracos, crescimento lento, deficiência das funções cerebrais, queda do desempenho sexual.
Sódio: tonteira, câimbra, apatia (principalmente para esportistas).
Potássio: constipação, dores nas juntas e nos ossos, taquicardia, acne na adolescência.
Cobre: lesões cardiovasculares, degeneração dos nervos, baixa imunidade.
Manganês: fraqueza muscular, diminuição da função metabólica, depressão, perda de memória.
Zinco: problemas na próstata, deficiência imunológica, TPM.
Cromo: diabetes, hipoglicemia, arteriosclerose, TPM.
Enxofre: deficiência óssea, muscular, nas unhas e principalmente nos cabelos.
Molibidênio: câncer de esôfago, impotência sexual.
Selênio: baixa no sistema imunológico, TP, envelhecimento precoce.

Ph – Potencial de Hidrogênio

Os fluidos corporais de pessoas saudáveis tendem a sermais alcalinos – alto Ph – ou neutros e os fluidos corporais de pessoas doentes são ácidos – baixo Ph.

Quando nosso corpo se torna ácido (baixo Ph), uma insuficiência de oxigênio nas nossas células nos leva a doenças e envelhecimento acelerado, pois nossas células necessitam de oxigênio para expelir toxina.

Não encontrando reserva de minerais o corpo vai então retirar o cálcio e minerais dos nossos ossos, dentes ou quaisquer tecidos, na tentativa de manter o Ph do corpo em 7,5 ou ligeiramente alcalino.

O estado alcalino é necessário para o crescimento, funcionamento e recuperação celular. Já foiprovado que o câncernão se desenvolve em solução alcalina, pois aí se encontra um alto nível de oxigênio (Cause and Prevention of Câncer, Biochern Zeits, 152: 514-520).

imagem: maisequilibrio.terra.com.br
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domingo, 20 de março de 2011

Como está o seu consumo de selênio?

Mineral protege contra doenças e ajuda o sistema imunológico

O selênio é um mineral que deve fazer parte da nossa dieta. É classificado como um elemento "traço", pela pequena quantidade necessária a cada dia.

Dentro do organismo humano, o selênio participa da criação das selenoproteínas, compostos químicos com propriedades antioxidantes que fazem parte do metabolismo do iodo na glândula tireóide..

As selenoproteínas também atuam na defesa do organismo auxiliando a modulação do sistema imunológico.

Na defesa do organismo, o elemento auxilia na produção de células T e B e de imunoglobinas M e G, e também na atividade dos neutrófilos. Os pacientes com HIV respondem melhor aos tratamentos com a presença do selênio. Além disso, ele diminui a incidência de cânceres em geral.

Sua suplementação é eficaz na inibição do crescimento das células cancerosas da próstata, mama e melanoma, levando-as à morte celular. É um excelente efeito preventivo de câncer de pele para aqueles que se expõem muito a luz solar.

Estudos realizados por Dutra e Marchini, em 1998, mostraram a importância do micronutriente para uma enzima que protege as células contra a agressão dos radicais livres.

Ele melhora a ação antioxidante que atuam em diversos órgãos como coração, fígados e rins. Já estudos de Beckett e Arthur, de 2005, correlacionam a deficiência de selênio com baixos níveis de T3 (hormônio tireoidiano) no sangue.

O mineral é encontrado, principalmente, na castanha do Brasil, cogumelos, brócolis,couve, cebola, alho, peixes e grãos. Sua fonte pode variar ou ser insuficiente de acordo com a quantidade de água do solo.

Na China, por exemplo, o solo é pobre no elemento, o que se relaciona com a alta taxa de mortalidade pela doença cardíaca de Keshan, que é caracterizada pelo aumento do coração.
FONTE: SITE G1/ MAXPRESSNET.COM.BR


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