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sábado, 3 de junho de 2017

Cientistas criam antibiótico ‘mágico’ contra bactérias resistentes

Cientistas adicionaram três modificações à vancomicina para torná-la 1.000 vezes mais potente. Composto pode ser arma eficaz contra resistência bacteriana

(Foto/iStock)

Cientistas americanos deram ‘superpoderes’ a um antibiótico chamado vancomicina. O medicamento sofreu três modificações que aumentaram 1.000 vezes a potência do medicamento, algo que os cientistas esperam que seja uma arma eficaz na luta contra bactérias super-resistentes. Os detalhes do novo antibiótico foram descritos em um estudo publicado na última edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo os autores, o composto foi capaz de matar as versões resistentes a antibióticos de bactérias responsáveis por infecções urinárias, meningites e endocardites.

Superbactérias
O estudo foi conduzido pelo químico Dale Boger do Instituto de Pesquisa Scripps, nos Estados Unidos, que utilizou a vancomicina por sua fórmula original ser uma das mais eficazes no combate a infecções bacterianas. Esse medicamento é prescrito há sessenta anos e apenas recentemente foram registrados casos de bactérias resistentes a ele. Segundo o pesquisador, isso sugere que esses seres tiveram um “trabalho duro” para superar o mecanismo de ação original do antibiótico, que desestabiliza o modo como as bactérias constroem a parede celular.

Estudos anteriores de Boger e colegas já haviam demonstrado que era possível adicionar duas modificações à substância para torná-la mais potente. O novo estudo descreve uma terceira alteração, que interfere na parede celular bacteriana de maneira inédita e aumenta 1.000 vezes a atividade do medicamento — isso significa que os médicos precisam de doses bem menores para combater as infecções.

A nova versão da vancomicina foi testada no combate a bactérias do gênero Enterococcus, responsáveis por endocardite, meningite, infecção urinária, entre outras, com sucesso. Ela foi capaz de matar tanto as formas originais desses microrganismos quanto as resistentes à vancomicina comum. A inovação torna a nova droga o primeiro antibiótico a ter três mecanismos independentes de ação, o que faz com que tenha grande eficácia no combate às superbactérias.

Os organismos simplesmente não conseguem encontrar uma maneira de superar os três mecanismos. Mesmo que bactérias contornem um deles, elas seriam mortas pelos outros dois”, disse Boger, em comunicado.


Resistência bacteriana

Agora os pesquisadores querem sintetizar a vancomicina modificada utilizando menos etapas no laboratório – atualmente são trinta. Para Boger, essa é a parte fácil do projeto quando comparada ao desafio de conceber o composto. Mesmo que o processo não seja simples, o pesquisador acredita que o potencial de salvar vidas dessa nova fórmula faz sua fabricação muito valiosa.

Fabricar essa molécula é importante, mesmo no cenário atual, caso a falha de antibióticos continue”, disse o cientista.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resistência bacteriana é uma das maiores ameaças à saúde global, à segurança alimentícia e ao desenvolvimento, com importantes doenças ficando cada vez mais difíceis de se tratar já que os antibióticos se tornam menos eficazes.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sábado, 15 de abril de 2017

Saiba por que sapatos sujos são uma ameaça à sua saúde

Pesquisadores de três universidades identificaram bactérias prejudiciais a saúde nas solas dos sapatos, que podem se multiplicar dentro de casa

No entanto, não só os sapatos apresentam riscos, mas também as bolsas e nécessaires, que são muitas vezes apoiadas no piso e em superfícies de banheiros públicos. (IStock/Getty Images)

Você tem o hábito de tirar os sapatos antes de entrar em casa? Caso não tenha, você deveria incorporar esse hábito ao seu dia a dia. Segundo pesquisadores da Universidade de Houston, Universidade do Arizona e Universidade Baylor, nos Estados Unidos, não tirar os sapatos antes de entrar em casa pode expor você e sua família a um risco aumentado de doenças causadas por bactérias trazidas da rua para dentro de casa pelas solas dos sapatos. Em casa, esses microrganismos multiplicam-se nos pisos e carpetes e estão relacionados a problemas de saúde que vão desde diarreia até câncer.

Os estudos
É incrível o quanto as pessoas andam durante o dia, e toda essa caminhada traz consigo os germes“, disse Kevin Garey, professor na Universidade de Houston, nos Estados Unidos Junto com uma equipe de pesquisadores, ele analisou a prevalência do coliforme Clostridium difficile, que pode causar dores no estômago e diarreia, em 2.500 amostras de sapatos. Cerca de 26,4% das amostras apresentaram resultado positivo para o coliforme.

Em outro levantamento, realizado pela Universidade do Arizona, também nos Estados Unidos, foram detectados 421.000 tipos diferentes de bactérias nos sapatos. Os coliformes, presente nas fezes humanas, foram rastreados em 96% dos sapatos analisados pela pesquisa. Já um estudo realizado pela Universidade Baylor, nos EUA, mostrou que as pessoas que viviam nas proximidades de estradas asfaltadas com alcatrão de hulha, líquido escuro derivado do carvão, tinham um maior risco de contrair câncer devido as toxinas levadas pelos sapatos.


Bolsas e necessaires

No entanto, não só os sapatos apresentam riscos, mas também as bolsas e necessaires, que são muitas vezes apoiadas no piso e em superfícies de banheiros públicos. Em outubro do ano passado, especialistas britânicos do Departamento de Microbiologia da Universidade Metropolitana de Londres descobriram que esses acessórios podem conter altos níveis de bactérias potencialmente letais. Os testes de laboratório mostraram que com mesmo com apenas seis meses de uso, esses utensílios são já podem conter bactérias como a Salmonella, que causa intoxicação alimentar, e Cronobacter, que pode causar meningite em adultos e crianças.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Adolescente morre ao contrair superbactéria no Espírito Santo

O Staphylococcus aureus está presente na pele humana, mas existe um risco de infecções graves ao atingir a corrente sanguínea. Entenda como age a bactéria

A estudante Lara Furno, morreu após contrair uma super bactéria em Vitória, Espírito Santo (Facebook/Lara Furno/Reprodução)

Lara Furno, uma adolescente do Espírito Santo, morreu na madrugada do último domingo, um dia antes de completar 15 anos, após contrair uma bactéria resistente a medicamentos. A garota estava internada desde quinta-feira no Hospital da Unimed Vitória, quando sofreu duas paradas cardiorrespiratórias. Dias antes da internação, Lara havia sido atendida duas vezes, recebendo pela primeira vez o diagnóstico de rinite e, na segunda, de bronquite. De acordo com a família, ao ser internada, a garota apresentava frequência cardíaca acelerada e a extremidade dos dedos roxos, por consequência da falta de oxigenação.

A superbactéria
A bactéria, no caso, é o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA, sigla em inglês), que pode causar problemas independente de sua resistência à antibióticos, de acordo com Artur Timerman, chefe do serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos. “Essa bactéria está presente na pele humana e até mesmo na mucosa nasal. A rinite pode favorecer a cultura dessa bactéria em até 20 vezes, mas isso não é necessariamente um problema”, explica. São as opções reduzidas de antibióticos que a torna resistente e não sua capacidade de se multiplicar.

As infecções na pele são as mais comuns, por ser sua porta de entrada. No entanto, o risco está na penetração pela corrente sanguínea e outros órgãos. Ela tem capacidade de invadir o organismo e espalhar toxinas com maior rapidez do que as outras – por isso é considerada uma superbactéria. O surgimento de pequenas lesões na pele pode propiciar a entrada, podendo causar infecções fulminantes em alguns pacientes, como foi o caso da adolescente.
Uso de antibióticos

A transmissão é feita pelo contato entre as pessoas, principalmente pelas mãos e objetos compartilhados, e muito frequente em hospitais. “Infelizmente, o Staphylococcus faz parte do dia a dia da prática médica. Não é incomum”, conta Timerman. O uso indiscriminado de antibióticos também pode ser uma das causas pela qual infecções causadas pela bactéria tem sido cada vez mais relatadas. Uma vez resistente, a bactéria se dissemina na comunidade.

Prevenção
O risco de doenças em pessoas saudáveis é muito baixo, mas ela pode acontecer. “A infecção depende de uma série de fatores, tanto das características da bactéria quanto do paciente e sua suscetibilidade imunológica. Nosso organismo é um campo minado”, explica o infectologista. No entanto, não há motivo para pânico. É possível prevenir a contaminação com simples cuidados básicos de higiene, principalmente se houver machucados na pele: lavar as mãos, alimentos e feridas é essencial.

O caso de Lara
“É de contaminação comunitária. Está na rua. Não é um surto. É azar mesmo. É uma bactéria muito resistente, que atinge principalmente vias aéreas e vai se disseminando pelo corpo e causa um choque séptico (sepsemia). E por causa disso ela faleceu”, contou à Gazeta Online o irmão da adolescente e estudante de medicina, Felipe Furno.

Por Marina Felix
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

OMS cobra novos antibióticos para combater 12 superbactérias

Agência da ONU teme uma era"pós-antibióticos", na qual infecções comuns e pequenas feridas voltarão a ser fatais

Sem ação dos governos, 'os novos antibióticos que precisamos urgentemente não serão desenvolvidos a tempo', alerta Marie-Paule Kieny, assistente do diretor-geral da OMS (Thinkstock/VEJA/VEJA)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda-feira uma lista de 12 famílias de bactérias resistentes aos tratamentos atuais e instou o desenvolvimento de novos antibióticos para combatê-las. Segundo a agência da ONU, o risco para a saúde é “crítico” no caso de três famílias de bactérias, resistentes inclusive aos antibióticos mais recentes e que causam a maioria das infecções hospitalares.

A escarlatina, uma infecção bacteriana causada por estreptococos do grupo A, atinge principalmente crianças com idade entre 5 e 12 anos. Os sintomas incluem dor de garganta, dor de cabeça, febre e uma textura áspera e vermelha da pele na região do peito e do estômago, que pode se espalhar para outras partes do corpo.

Os chamados “patógenos prioritários” provocam infecções no sangue, nos pulmões, no cérebro e no trato urinário que podem ser fatais. “A resistência aos antibióticos está crescendo, e estamos ficando rapidamente sem opções de tratamento”, disse Marie-Paule Kieny, assistente do diretor-geral da OMS. “Se deixamos este assunto para as forças do mercado, os novos antibióticos que precisamos urgentemente não serão desenvolvidos a tempo.”

Era pós-antibióticos
A OMS insta os governos a incentivarem o financiamento público e privado para lutar contra estas “superbactérias”. A agência da ONU alertou anteriormente para o risco de uma era”pós-antibióticos”, na qual infecções comuns e pequenas feridas voltarão a ser fatais.

As bactérias destacadas pela OMS foram selecionadas, entre outros critérios, segundo o grau de severidade das infecções que causam, a facilidade com que se propagam e quantos antibióticos eficazes restam para combatê-las.

A lista está dividida em três categorias, segundo sua prioridade: crítica, alta e média. A primeira inclui superbactérias resistentes aos antibióticos carbapenêmicos, último recurso para infecções potencialmente mortais que com frequência se propagam em hospitais, asilos e entre pacientes que precisam de respiradores e cateteres. A segunda e terceira categorias incluem bactérias que causam doenças mais comuns, como gonorreia e salmonela.

(Com AFP)
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Superbactéria resiste a todos os antibióticos usados nos EUA e mata mulher


Uma mulher do estado americano de Nevada morreu em setembro do ano passado de uma infecção causada por uma superbactéria que resistiu a todo tipo de antibióticos usados nos EUA. O incidente, que veio à tona somente neste mês, é parte do crescente problema de resistência aos antibióticos, que, segundo estimativas, causará 10 milhões de mortes em 2050.

“Eu acho que é preocupante. Nós dependemos há muito tempo apenas de antibióticos cada vez mais novos. Mas, obviamente, as bactérias podem muitas vezes desenvolver resistência mais rápido do que podemos criar novos antibióticos”, alerta Alexander Kallen, médico da divisão de promoção de qualidade de cuidados de saúde do Centro de Controle de Doenças e Prevenção, nos EUA.

“As pessoas continuam me perguntando quão perto estamos de cair no precipício”, diz o Dr. James Johnson, professor de medicina de doenças infecciosas da Universidade de Minnesota, nos EUA. A queda a que ele se refere é o dia em que as bactérias resistentes aos medicamentos serão capazes de superar o arsenal mundial de antibióticos. As infecções comuns seriam então intratáveis. A resposta de Johnson não é nada animadora: “Nós já estamos caindo do penhasco, já está acontecendo, as pessoas estão morrendo, está aqui, agora. Claro, vai piorar, mas já estamos lá”, aponta.
Superbactérias

Esse tipo de bactéria é conhecida como “superbactéria”, e pertencem a uma família de bactérias resistentes aos antibióticos. Em casos como a mulher de Nevada, que estava infectada com Klebsiella pneumoniae, resistente aos 26 antibióticos usados no tratamento, o termo “superbactéria dos pesadelos” foi cunhado porque esta superbactéria em particular foi resistente até mesmo a antibióticos desenvolvidos como um último recurso contra a infecção bacteriana.

Um relatório britânico estima que, globalmente, 700.000 pessoas morrem a cada ano de infecções que são resistentes aos medicamentos. Em muitos desses casos, a resistência da infecção foi descoberta muito tarde, talvez antes que uma última droga eficaz, finalmente, fosse ministrada. Em países pobres, os antibióticos mais novos e mais caros não estão disponíveis.

O caso de Nevada é diferente. A resistência foi descoberta cedo no tratamento, mas mesmo as drogas vistas como a última linha de defesa não funcionaram. A mulher descrita no relatório estava na casa dos 70 anos e foi tratada em um hospital na cidade de Reno. Cerca de dois anos atrás, em uma visita prolongada à Índia, ela quebrou um fêmur, de acordo com o relatório. A mulher teve várias hospitalizações na Índia por causa de infecções, diz o Dr. Lei Chen, do Distrito de Saúde Washoe County, em Reno, e um dos autores do relatório.

Quando a paciente foi internada no hospital de Reno, os profissionais de saúde descobriram que a amostra de bactérias testada era resistente a uma classe de antibióticos chamados carbapenemas – enterobactérias resistentes a carbapenem. “Antes, poderíamos nos apoiar nos carbapenemas, e eles poderiam confiavelmente varrer as bactérias”, diz Johnson. “Este caso quebrou até mesmo a nossa última grande arma”.

A hospitalização mais recente da mulher para a infecção na Índia tinha sido em junho de 2016. Ela foi internada em um hospital em Reno, em agosto, e funcionários do departamento de saúde do estado foram notificados que ela tinha CRE. “Os resultados do laboratório mostraram que ela era resistente a todos os 14 medicamentos testados”, diz Chen. Outros testes no laboratório do CDC mostraram resistência a 26 antibióticos. Ela morreu em setembro de falência múltipla de órgãos e septicemia. “Esta foi a minha primeira vez que vimos um padrão tão resistente”, diz Chen.

Precauções e ações
As infecções de CRE são mais comuns na Índia e no Sudeste Asiático. As razões não são claras, mas todas as infecções se espalham mais facilmente em partes do mundo com instalações sanitárias inadequadas. O Dr. Randall Todd, diretor de epidemiologia e preparação para a saúde pública no Distrito de Saúde do Condado de Washoe, diz que todos os hospitais deveriam dobrar esforços preventivos, incluindo um histórico de viagem. “É importante que os prestadores de cuidados de saúde e os hospitais tenham em mente que o nosso mundo está encolhendo”, diz ele. “Quando alguém entra, é importante saber onde estiveram no mundo”.

Então, se CRE ou outras infecções resistentes são diagnosticadas, o hospital pode tomar precauções apropriadas, como isolar o paciente, e imediatamente iniciar testes de laboratório para tentar encontrar um antibiótico eficaz.

Mas neste caso, não havia nenhum antibiótico eficaz. “E nós vamos ver mais destes, de gota em gota, que vai virar um chuvisco constante e depois uma tempestade” prediz Johnson. “É assustador, mas é bom ficarmos com medo se isso motiva a ação”.

A ação necessária é usar sabiamente os antibióticos, tanto em pessoas quanto em animais, de modo que as cepas de bactérias não tenham chance de desenvolver resistência, diz o especialista. Além disso, continuar as pesquisas sobre o desenvolvimento de novos antibióticos. “Temos algumas novas drogas chegando, então há esperança”, diz ele. Mas, à medida que novos antibióticos se tornam disponíveis, “precisamos usá-los seletivamente”, aponta. [Science Alert, NPR]

por Jéssica Maes
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domingo, 11 de dezembro de 2016

Usa secador de mãos no banheiro? Cuidado, ele transmite até o H1N1

Segundo um novo estudo, as máquinas de ar quente ou secadores com jato de ar espalham até 1.300 vezes mais bactérias e vírus do que toalhas

Um estudo realizado por pesquisadores ingleses mostrou que máquinas que secam as mãos à base de jatos de ar espalham, em média, 60 vezes mais germes do que as máquinas comuns de ar quente e 1300 vezes mais do que as toalhas de papel. (iStock/Getty Images/Getty Images)

Embora seja uma alternativa mais sustentável em relação às toalhas, as máquinas de ar quente ou os secadores com jato de ar espalham até 1.300 vezes mais bactérias, vírus e fungos em relação às toalhas descartáveis. A conclusão é de um estudo publicado no periódico científico Journal of Applied Microbiology.

No experimento, pesquisadores da Universidade de Westminster, na Inglaterra, passaram as mãos, que estavam protegidas por luvas, em uma solução líquida que continha o vírus MS2. Em seguida, foram testados três métodos de secagem: toalhas de papel, máquinas de ar quente e secadores com jatos de ar.

Os resultados mostraram que, ao secar as mãos com a toalha, o vírus espalhou por uma área até 25 cm ao redor de onde estava. Já as máquinas de ar quente ejetaram o vírus a 75 cm de distância. As máquinas de jatos de ar espalharam o vírus por impressionantes 3 metros. Além disso, os jatos de ar espalham, em média, 1 300 vezes mais do que as toalhas de papel.

A máquina de jato de ar também espalha maior quantidade de vírus. Um estudo mostrou que as toalhas de papel diminuíam em 24% a quantidade de bactéria na pele, enquanto os jatos de ar aumentavam em 117% o número de microrganismos.

(Da redação)
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Saiba o que acontece quando você não troca de calcinha todos os dias; é assustador!

Veja o que pode acontecer se você não trocar suas roupas íntimas diariamente.Sempre troque de calcinha todo dia. Sempre troque de calcinha todo dia.

Trocar a roupa íntima diariamente é algo essencial para conservar a saúde íntima em dia. Também não devemos deixar de lado alguns cuidados na hora de lavar as nossas peças íntimas. Isso é necessário para que centenas de bactérias e fungos não se multipliquem e acabem afetando e trazendo danos ao nosso organismo.

As infecções que afetam o trato urinário costumam estar mais presente no sexo feminino, e muitas vezes o tratamento é rápido e simples, desde que a mulher procure ajuda médica assim que notar algo de errado com o seu corpo. Essas infecções podem surgir no rim, bexiga, uretes (tubos que levam a urina dos rins até a bexiga) e até mesmo na uretra. Agora, imagina o quanto é prejudicial usar a mesma calcinha ou cueca todos os dias? Quais danos essa atitude poderia trazer para a sua saúde? Pensando nisso, reunimos alguns dos problemas que podem chegar para quem insiste em manter esse hábito nada higiênico, acompanhe:

Cheiros desagradáveis
Não realizar uma higiene adequada diariamente vai fazer com que os seus órgãos genitais comecem a apresentar um mau cheiro, então, imagine usar a mesma roupa íntima por dias e dias, isso vai te trazer inúmeros constrangimentos e problemas de saúde.

Nossos órgãos genitais podem mandar “mensagens” através do cheiro, sugerindo que está faltando ar fresco ou que você precisa dar mais atenção à higiene do local. Lembre-se que essa parte do nosso corpo é altamente sensível, e por isso exige atenção redobrada. Não deixe de tomar um bom banho e usar uma roupa íntima limpinha, isso vai evitar que você ou outras pessoas sintam um cheirinho desagradável e ainda impedirá que fungos e bactérias se reproduzam em seu organismo.

Infecção urinária
As infecções no trato urinário podem chegar devido ao acúmulo de bactérias nos órgãos genitais, principalmente se você decidir usar a mesma roupa íntima por muito tempo. Essa atitude pode fazer com que partículas fecais se instalem no tecido da peça, abrindo caminho para que germes entrem em seu organismo e tragam sérios problemas a sua saúde. Para evitar que isso aconteça, é necessário que você lave as suas roupas íntimas diariamente, de preferência com água quente e sabão neutro.

Você pode desenvolver erupções cutâneas e feridas
A falta de higiene pode trazer vários problemas, e um deles é o aparecimento de feridas em seus órgãos genitais. Logicamente que isso tem tratamento, mas certamente você não vai deixar isso acontecer para depois ir procurar um especialista. O aparecimento de feridas indica que as bactérias que estão instaladas no local já estão começando a “trabalhar”, e não vão parar até que você expulse-as. Feridas na região íntima apresentam muita coceira e podem ser um indicativo de que algo mais grave pode acontecer, então não deixe que isso prossiga e procure um ginecologista o mais rápido possível.

Você pode ter bactérias e leveduras
As bactérias podem aparecer devido ao acúmulo de suor que costuma se instalar nas roupas íntimas ou também, quando usamos uma roupa de banho molhada por muitas horas ou dias. As bactérias e leveduras escolhem ambientes úmidos para se multiplicarem, por isso devemos optar por roupas íntimas de algodão, que oferecem uma maior circulação de ar e não retém mais calor e suor, diferente das peças de nylon, que podem colaborar com o surgimento de bactérias e levedura, fazendo com que você sinta inúmeros desconfortos e coceiras.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Leite de diabo-da-tasmânia mata superbactérias


Segundo uma nova pesquisa da Universidade de Sydney, na Austrália, o leite de demônios-da-tasmânia poderia oferecer uma arma útil contra superbactérias resistentes a antibióticos.

O marsupial, também conhecido como diabo-da-tasmânia, produz um leite que contém peptídeos importantes capazes de matar bactérias de infecções difíceis de tratar.

Especialistas acreditam que o animal evoluiu este “coquetel” para ajudar sua prole a crescer mais forte.

Os peptídeos do diabo-da-tasmânia parecem semelhantes aos encontrados no leite de outros marsupiais, como gambás e coalas, o que significa que estes animais também são dignos de ser estudados.

Tratamento
Os cientistas querem chegar a novos tratamentos que imitem os peptídeos. Eles têm digitalizado o código genético do diabo-da-tasmânia, a fim de recriar os compostos que combatem as infecções.

A doutoranda Emma Peel, que trabalhou na pesquisa, disse ter encontrado seis peptídeos importantes.

Experimento
Os pesquisadores acreditam que marsupiais são bons para estudar porque seus bebês têm que prosperar em um ambiente relativamente sujo.

Mães diabo-da-tasmânia dão à luz depois de apenas algumas semanas de gravidez. A pequena prole, em seguida, passa os próximos quatro meses em uma bolsa.

A equipe de Sydney recriou os seis peptídeos encontrados no leite do animal, e os testou em 25 tipos de bactérias e seis tipos de fungos.

Um dos peptídeos sintéticos – Saha-CATH5 – pareceu ser particularmente eficaz em matar a superbactéria Staphylococcus aureus resistente à meticilina.

Também conseguiu matar outra bactéria resistente, chamada Enterococcus resistente à vancomicina, bem como fungos Candida, vulgarmente envolvidos em infecções da pele.

Importante
Os especialistas concordam que precisamos urgentemente de novos medicamentos para combater infecções resistentes a tratamentos.

Uma revisão recente da Organização Mundial da Saúde alertou que, em 2050, superbactérias podem matar uma pessoa a cada três segundos em todo o mundo, a menos que medidas imperativas sejam tomadas. [BBC]

por Natasha Romanzoti
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Veja bactérias evoluindo resistência a antibióticos perante seus olhos


Pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) e do Instituto de Tecnologia Technion-Israel (Israel) produziram um vídeo de cair o queixo que mostra bactérias conforme elas sofrem mutações para se tornar resistentes a antibióticos.

O novo estudo, publicado na conceituada revista científica Science, é a primeira demonstração de grande escala de como as bactérias reagem a doses cada vez maiores de remédio, e como exploram a seleção natural darwiniana para se adaptar e até mesmo prosperar dentro dos medicamentos destinados a matá-las.

“O que mais me surpreendeu é que pudemos ver a evolução acontecendo na nossa frente”, disse um dos coautores da pesquisa, Michael Baym, pós-doutorando na Universidade de Harvard, ao portal Gizmodo.
O problema

A cada ano, cerca de 700.000 pessoas morrem em todo o mundo por conta de infecções bacterianas incuráveis. Superbactérias resistentes a antibióticos podem matar mais de 10 milhões de pessoas até meados do século 21, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Por causa desse grave problema que enfrentamos atualmente, os cientistas queriam analisar melhor como as mutações acontecem para as bactérias se tornarem resistentes aos remédios.

Para isso, eles usaram uma placa de Petri gigante, apelidada de “Microbial Evolution and Growth Arena” (em português, “Arena de Crescimento e Evolução Microbial”), ou MEGA. É uma plataforma retangular com 60 centímetros de largura e 1,20 metro de comprimento, cheia de ágar, uma substância derivada de algas usada para facilitar o crescimento microbiano.

A bactéria usada no estudo foi a Escherichia coli.

O método
A placa MEGA foi dividida em várias seções, cada uma das quais saturada com diferentes doses de antibióticos. As extremidades da plataforma não continham antibióticos, permitindo que as bactérias se desenvolvessem; essas áreas representaram a linha de partida.

As seções interiores adjacentes continham uma pequena quantidade de antibiótico, apenas o suficiente para matar a E. coli. Mais para dentro da placa, cada seção posterior tinha um aumento de dez vezes na dose. No cerne do prato, havia 1.000 vezes mais antibióticos em comparação com as áreas de menor dose.

Pelas próximas duas semanas, os pesquisadores observaram e filmaram as bactérias, enquanto umas morriam e outras se adaptavam às condições cada vez mais venenosas localizadas nas fronteiras de seus perímetros imediatos. O vídeo resultante mostra literalmente o processo darwiniano em trabalho, um fenômeno normalmente invisível para o olho humano.




Filme de terror
Com o tempo, as bactérias se espalharam até chegarem a uma concentração potente de antibióticos para além da qual não podiam crescer – até que mutantes armadas com o conjunto específico de características necessárias para combater o veneno finalmente emergiram.
Isso em muitos casos não demorou muito. Em cada nível de concentração do antibiótico, um pequeno segmento de bactérias se adaptava às condições hostis, como resultado de sucessivas alterações genéticas acumuladas.

Uma vez instaladas na nova seção da MEGA, essas populações minúsculas mutantes resistentes eram capazes de crescer. Quando chegavam a próxima seção da placa, o padrão se repetia. Os descendentes deste primeiro grupo de mutantes eram capazes de mover-se para áreas preenchidas com concentrações mais elevadas de antibióticos. Eventualmente, várias linhagens de mutantes passaram a competir pelo mesmo espaço, com cepas vencedoras se movendo para áreas com doses mais elevadas de drogas.

No décimo primeiro dia, as bactérias tinham migrado todo o caminho para a mais elevada concentração de droga, no centro da MEGA. Estas mutantes resistentes foram capazes de sobreviver a um antibiótico conhecido como trimetoprim a uma dose 1.000 vezes maior do que a que matou seus ancestrais. Algumas bactérias adquiriram uma capacidade 100.000 vezes maior de afastar ciprofloxacina, um outro antibiótico comum.

“Foram capazes de evoluir mais de mil vezes a resistência ao trimetoprim em 11 dias – que é quase o limite de saturação da droga”, disse Baym. “Simplificando, não havia nenhuma maneira de dissolver droga suficiente para matar essas bactérias”.

É importante ressaltar que todas as bactérias mutantes foram contidas e todos os materiais descontaminados após o uso.

Importância
As observações do estudo mostraram que mutações iniciais levaram a um crescimento mais lento nas bactérias. Isso sugere que elas não são capazes de crescer a velocidades ideais enquanto estão se adaptando.

Mas, uma vez que se depararam com uma imunidade fortuita, o processo de crescimento retornou a taxas normais.

Além disso, as mutantes mais aptas nem sempre eram as mais rápidas. As bactérias mais bem sucedidas ficaram para trás enquanto as estirpes mais fracas eram forçadas a lidar com as doses de drogas intensas nas linhas de frente.

“Graças a necessidade de migrar para sobreviver, vimos uma dinâmica surpreendente pela qual o mais forte não necessariamente ganhava, em vez daqueles que eram bons o suficiente e próximos o suficiente da nova área para superar mutantes nominalmente superiores apenas por serem mais rápidos”, disse Baym. “No entanto, em todos os casos, vimos que esta acumulação sucessiva de mutações foi capaz de evoluir a níveis extremamente altos de resistência a antibióticos em um tempo relativamente curto”.

No futuro, os pesquisadores querem utilizar a placa MEGA para estudar patógenos específicos e ajudar médicos a descobrir como eles desenvolvem resistência a quais antibióticos. [Gizmodo]

por Natasha Romanzoti
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Novo antibiótico seria capaz de combater bactérias mais resistentes

Cientistas americanos descobriram novos compostos. Um deles é capaz de matar germes nocivos que causam doenças, como a tuberculose.


Cientistas americanos anunciaram que encontraram um novo antibiótico com capacidade para combater superbactérias. A última descoberta de um grupo de antibióticos foi há 27 anos. E durante esse tempo, muitas bactérias sofreram mutações que as deixaram mais resistentes para vários remédios.

Cada punhado de terra contém bilhões de micróbios, bactérias invisíveis a olho nu. E 99% dessas bactérias não podem ser cultivadas em laboratório. Mas os cientistas da Universidade Northeastern, de Boston, inventaram um método para cultivá-las no próprio solo. E assim descobriram compostos que pelos métodos tradicionais não poderiam ser encontrados.

Um deles, apresentado na edição desta quinta-feira (8) da revista científica Nature, é o antibiótico teixobactina, capaz de matar germes nocivos que causam doenças, como a tuberculose. Em testes feitos em camundongos, o novo antibiótico destruiu esses germes e também as chamadas superbactérias, resistentes aos antibióticos atuais.

Uma das principais vantagens da teixobactina é que, segundo os cientistas, ela dificulta muito o desenvolvimento das bactérias resistentes. Esse novo antibiótico, eles dizem, tem o potencial de ter uma vida útil muito longa, de mais de 30 anos.
“O mais surpreendente”, diz o doutor Lewis, responsável pela pesquisa, “É que não encontramos nenhuma resistência das bactérias ao novo antibiótico”.

Ainda vai levar pelo menos cinco anos até que os testes com humanos sejam feitos e o antibiótico possa ser aprovado para uso. Mas a descoberta abre caminho para vencer a resistência bacteriana, um dos maiores obstáculos ao avanço da medicina.

fonte:http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/01/novo-antibiotico-seria-capaz-de-combater-bacterias-mais-resistentes.html
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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Micróbios da flora intestinal humana são de apenas 3 famílias

Descoberta pode levar a testes simples das reações de diferentes grupos de pessoas a dietas ou medicamentos específicos



No intestino humano vivem cerca de 100 bilhões de micróbios. Eles formam a chamada flora intestinal, que tem o papel fundamental de converter comida em energia e proteger o organismo humano contra o ataque de patógenos. Um grupo de cientistas liderados por Peer Bork, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular, na Alemanha, descobriu que esses micróbios são muito mais parecidos entre si do que se imaginava. Mais especificamente, podem ser classificados em apenas três grupos.

Essas três "famílias" de flora intestinal funcionam como tipos sanguíneos: cada pessoa pertence a uma e não há relação dessa família com nacionalidade, dieta ou etnia. “A comunidade científica sempre ressaltou a diferença entre as pessoas logo uma classificação simples não era esperada”, explicou Bork ao iG.

A descoberta dos três grupos, chamados de Bacteroides, Prevotella e Ruminococcus, em homenagem aos grupos de bactérias que dominam as “três famílias”, possibilita testar hipóteses simples como: qual a reação de diferentes grupos de pessoas dietas ou medicamentos específicos?

“Acredito que, em breve, seremos capazes de classificar pacientes em grupos que respondem diferentemente a uma determinada dieta ou têm um diferente mecanismo de metabolismo de drogas", disse o brasileiro Gabriel Fernandes, que participou do estudo enquanto estava na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e atualmente é pesquisador da Universidade Católica de Brasília.

"Ainda não sabemos o que leva a formação desses grupos, uma vez que hábitos nutricionais, idade, Índice de massa Corpórea (IMC) não estão diretamente associados [a eles], porém alguns genes estão ligados a essas características. A identificação desses enterotipos pode ser utilizada para diagnóstico e, quem sabe, prognóstico de diversas doenças humanas, já que em nossa microbiota encontramos genes relacionados a câncer colorretal, obesidade, diabetes, dentre outras”, afirmou.

O que os cientistas não sabem, ainda, é se uma pessoa pode mudar de um grupo para o outro durante a vida. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (20) na revista Nature.
Alessandro Greco, especial para i G São Paulo | 20/04/2011 14:05
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sábado, 19 de março de 2011

O lado nutritivo e saudável do iogurte

O iogurte é um dos alimentos que possui mais nutrientes que consumimos no nosso dia a dia. Para o seu cotidiano ou para uma vida saudável, o Iogurte deve se destacar na mesa do café da manhã e no lanche entre as refeições. O iogurte tem uma composição parecida com à do leite e contém praticamente os mesmos nutrientes necessários para nossa saúde, como o fósforo e o cálcio que são essenciais para a manutenção dos ossos e dos dentes, contêm também minerais, vitaminas e proteínas que são parcialmente pré-digeridas por ação das bactérias lácteas, é por isso que o iogurte permite uma melhor digestão dos nutrientes.

A fermentação é a melhor parte do iogurte porque é o processo em que o leite é transformado em iogurte. Neste processo de fermentação a lactose é transformada parcialmente em ácido láctico, que vai facilitar a assimilação em pessoas que são intolerantes à lactose.

O iogurte contém bactérias lácteas vivas presentes que auxiliam na regeneração da flora intestinal, inibe a ação das bactérias patogênicas, que ajuda a proteger naturalmente contra as infecções gastrointestinais. Essas bactérias são consideradas de origem nociva, pois elas também promovem a estimulação do sistema imunológico.

O iogurte natural é um alimento necessário para a saúde e é uma opção econômica já que pode ser feito em casa, sem ser preciso o uso da iogurteira. Fermentado a partir de leite de origem animal ou vegetal. O resultado dessa fermentação do leite apresenta diversos benefícios de bactérias que se responsabilizam pelo bom funcionamento da flora intestinal e de todo o organismo.

É importante saber que os benefícios do iogurte estão nas bactérias e não no leite. É importante também uma dieta de probióticos. Com o uso da alimentação industrializada fazemos pouco o uso de bactérias que beneficiam o organismo. O grande consumo de carnes contendo antibióticos enfraquece a flora intestinal e isso favorece a multiplicação de bactérias nocivas. E assim diversas doenças se associam a baixos níveis de bactérias benéficas no organismo como à acne, alergias, infecções respiratórias, baixa imunidade entre outras.

Quem consome iogurte se beneficia reduzindo o colesterol, melhorando a digestão dos carboidratos e melhorando o funcionamento do intestino, minimizando alergias e intolerâncias alimentares, reforçando a imunidade, minimizando de infecções por fungos e etc.
http://www.guiabrasilblog.com/os-beneficios-do-iogurte-natural/


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Inspirados em baleias, cientistas criam capa antibacteriana

29/12/2010 - 11:21



Tecido que revestirá equipamentos médicos imita pele de animais marinhos

(Pixland)


Cientistas de Cingapura desenvolveram uma nova forma de evitar a propagação de infecções hospitalares. E a descoberta foi inspirada no sistema de proteção natural dos golfinhos e das baleias-piloto. A pele desses animais marinhos possui uma propriedade antibacteriana que os pesquisadores buscaram imitar ao produzir uma "pele" sintética em laboratório. O material deverá ser utilizado para revestir equipamentos médicos, evitando assim as infecções hospitalares.

"Com milhões de anos de experiência, a natureza produziu algumas das mais sofisticadas e adaptáveis formas de vida. Há melhor professor de engenharia do que a Mãe Natureza?", disse Low Hong Yee, diretora do consórcio A*STAR's Industrial Consortium On Nanoimprint, responsável pelo desenvolvimento do estudo.

A tecnologia utilizada na produção da capa antibactérias chama-se nanoimpressão. Por meio da técnica, os cientistas são capazes de reproduzir texturas naturais em materiais sintéticos. O novo método possui ainda uma vantagem em relação às técnicas tradicionais para evitar a contaminação por bactérias: não utiliza substâncias prejudiciais à saúde, como radiação UV, íons de metal e outros componentes químicos tóxicos.
veja.abril.com.br



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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Anvisa confirma 12 casos de superbactéria em Minas

27/10/2010 às 07:22
Jornal de Uberaba

O Estado de Minas Gerais teve 12 casos de superbactéria KPC confirmados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de agosto de 2009 a julho de 2010. Segundo a Anvisa, os casos em Minas foram registrados de agosto de 2009 até julho de 2010. A Anvisa salienta que este número não caracteriza um surto.
Segundo a assessoria de imprensa, estas notificações foram feitas diretamente na Anvisa pelo hospital. Questionada pela reportagem do JORNAL DE UBERABA, a assessoria de imprensa afirmou que nenhum caso é de Uberaba. "Todos os casos aconteceram em apenas um hospital, que preferiu fazer as notificações direto na Anvisa. Nem a Secretaria Estadual de Saúde (SES) sabia dos casos, por isso não fala em casos oficiais", diz a assessoria, reforçando que não se trata de Uberaba.
Vale lembrar que recentemente boatos davam conta de que o município teria um caso da superbactéria, que foi negado pelo próprio hospital e pela Gerência Regional de Saúde de Uberaba. Mesmo assim ainda é possível encontrar na Internet que o município registrou um caso da KPC.
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), afirmou que não recebeu nenhuma notificação da bactéria KPC. A Secretaria afirmou que enviou nota para os hospitais, a fim de que eles comuniquem sobre qualquer caso de infecção pela superbactéria, mas nenhuma unidade relatou notificações. Inclusive o JU divulgou na semana passada o alerta técnico da SES.
Após a divulgação dos 12 casos pela Anvisa, a SES soltou um comunicado: "A SES esclarece que as Enterobactérias produtoras da enzima KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) são comuns em ambientes hospitalares, onde podem gerar infecções. A SES-MG informa que não foi registrado nenhum caso de infecção causado pela enzima KPC e que não houve notificação de óbito. Sendo assim, a SES descarta a possibilidade de um surto.
Além de Minas, a Anvisa tem quatro casos registrados de Goiás, três em Santa Catarina e três casos no Espírito Santo. Em todos os Estados, as informações se referem ao período que vai de agosto de 2009 a julho de 2010. Nenhum destes quatro Estados citados registrou mortes causadas pela superbactéria.
Já em São Paulo e no Distrito Federal houve registro de óbitos. Segundo a Anvisa, São Paulo teve 70 casos de contaminação, com 24 mortes e Distrito Federal teve 183 infecções e 18 mortes.

Maria das Graças Salvador


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sábado, 23 de outubro de 2010

Anvisa amplia medidas de combate a superbactéria

23 de outubro de 2010 | 0h 00
O Estado de S.Paulo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicará na próxima semana uma resolução que torna obrigatória a notificação de infecções hospitalares pela superbactéria KPC para as vigilâncias epidemiológicas de Estados e municípios.

O texto também exigirá que as salas de atendimento médico de hospitais públicos e privados tenham frasco com álcool-gel. As adaptações deverão ser feitas em até 60 dias após a publicação da norma no Diário Oficial.

Segundo a Anvisa, o Estado de São Paulo registrou a morte de 24 pacientes contaminados pela superbactéria KPC entre julho de 2009 e outubro de 2010.

Nesse período, a também registrou casos de superbactéria em outros seis Estados e no Distrito Federal: 183 no DF (18 mortes), 24 no Paraná, 18 na Paraíba, 12 em Minas Gerais, 4 em Goiás, 3 no Espírito Santo e 3 em Santa Catarina. Mas os números devem ser maiores, pois há subnotificação.

"É um dever notificar. Qual é a consequência pra quem não notifica? É fazer parte de um sistema com base de dados frágil", comentou Dirceu Barbano, diretor executivo da Anvisa. "Há o dever estabelecido, mas, ao longo do tempo, não fomos capazes de estabelecer uma dinâmica de obrigatoriedade", afirma.

Os casos da KPC, observou Barbano, ocorrem em ambiente hospitalar, com pacientes de quadro de saúde debilitado. "As infecções são resultado de uma série de fatores, como as condições do paciente e o ambiente no qual ele se encontra. Quanto mais precárias as estruturas, as condições em que as equipes de saúde trabalham, mais precárias serão as condições em que os pacientes serão atendidos."

Apesar do número de notificações, Barbano minimizou os efeitos da superbactéria. "Os casos de infecções hospitalares com KPC não representam episódio excepcional em relação ao histórico", comentou. O diretor disse que as medidas adotadas nos casos de KPC são aquelas típicas de prevenção e controle, consideradas padrões. "Existem outros micro-organismos que são tão ou até mais prevalentes."


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terça-feira, 4 de novembro de 2008

As mãos das mulheres têm mais variedade de bactérias que as dos homens

Da France Presse

WASHINGTON, 4 Nov 2008 (AFP) - A palma da mão da mulher tem uma variedade maior de bactérias do que a palma da mão dos homens e todos os indivíduos têm uma quantidade maior deste microorganismo do que se pensava até agora, segundo um estudo divulgado nos Estados Unidos.

Com uma poderosa técnica para detectar a seqüência genética, pesquisadores da Universidade de Boulder, Colorado, determinaram que uma mão típica contém cerca de 150 espécies diferentes de bactérias estabelecidas, indicou o biólogo Noah Fierer, co-autor destes trabalhos.

Embora estes pesquisadores tenham identificado mais de 4.700 espécies diferentes de bactérias nas 102 mãos humanas dos 51 participantes do estudo, apenas cinco foram observadas em todas as mãos sem exceção, destacaram.

"A quantidade elevada de distintas espécies detectadas nas mãos dos participantes da pesquisa foi uma grande surpresa, assim como o fato de que as mãos das mulheres têm maior diversidade de bactérias que as dos homens", indicaram os cientistas, cujo trabalho foi publicado pelos Anais da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Os cientistas acreditam que o PH da pele pode desempenhar um papel na maior diversidade bacteriana das mãos femininas, já que os homens têm a pela mais ácida. Outros estudos mostraram que a fauna microbiana é menos diversa em ambientes mais ácidos.

A diferença entre os dois sexos pode ser explicada também pelo fato de as mãos do homem e da mulher não produzirem a mesma quantidade de suor.

Além disso, as mulheres usam mais frequentemente cremes hidratantes e cosméticos que os homens. A espessura da epiderme e a produção hormonal também são diferentes entre os sexos.

Segundo os pesquisadores, a palma da mão direita e a da esquerda, na mesma pessoa, compartilham em média apenas 17% das variedades de bactérias.

Os 51 voluntários -estudantes da Universidade de Colorado- têm em comum apenas 13% em média das espécies de bactérias que habitam em suas mãos.

O estudo também mostrou que as distintas bactérias não foram afetadas pela lavagem regular das mãos das pessoas estudadas.

Enquanto algumas espécies bacterianas eram menos numerosas após a lavagem das mãos, outras eram mais numerosas, destacaram os autores, destacando que lavar as mãos regularmente com um sabão antibactericida é bom para a saúde.

"A grande maioria das bactérias que vivem na pele da palma de nossa mão são patogênicas e algumas até desempenham um papel protetor contra a invasão de patogênicos", explicou Rob Knight, outro co-autor do estudo.

terça-feira, 25 de março de 2008

Intoxicação Alimentar


Depois do resfriado, a intoxicação alimentar é a infecção mais comum, afligindo aproximadamente 90 milhões de pessoas.
Ao todo, mais de 250 doenças podem ser espalhadas por meio da contaminação de alimentos. A expressão “intoxicação alimentar” é atualmente aplicada a qualquer doença (na maioria das vezes, gastroenterite, mas ocasionalmente complicações do sistema nervoso) resultante da contaminação dos alimentos por vírus ou por bactéria. As bactérias, incluindo aquelas que podem provocar doenças por meio da contaminação de alimentos, estão espalhadas por toda parte. Elas podem causar doenças, porque multiplicam- se rapidamente dentro do corpo (infecção bacteriana) ou devido às toxinas que podem produzir (intoxicação bacteriana). Embora o calor destrua as bactérias dos alimentos, algumas toxinas, como por exemplo as que são produzidas por organismos estafilococos, não se alteram com o calor. A contaminação por parasitas, provenientes de carnes e de peixes crus ou mal cozidos, também pode causar intoxicação alimentar. Graças às normas rígidas que controlam o processamento de alimentos e ao uso de aditivos, doenças provocadas por uma adulteração deliberada de alimentos é coisa do passado.
Existem diversas oportunidades de contaminação na trajetória entre a colheita, o processamento, a embalagem, o transporte e a venda dos alimentos. A maioria dos casos de intoxicação alimentar ocorre por contaminação bacteriana, geralmente devido a falhas no manuseio e no preparo dos alimentos, quer em casa, nos restaurantes ou nos distribuidores de alimentos. Na maioria dos casos, os microrganismos responsáveis são Escherichia coli, Listeria monocytogenes, cepas da Salmonella e Staphylococcus aureus.
SINTOMAS TÍPICOS
Geralmente, a intoxicação alimentar provoca náusea, vômitos, diarréia, cãibras, dores de cabeça e, algumas vezes, febre e prostração. A infecção pode ser grave para pessoas vulneráveis, principalmente bebês e crianças, pessoas com doenças crônicas (inclusive Aids e outros distúrbios do sistema imunológico) e idosos. Chame um médico se alguém que você conhece apresentar sintomas de intoxicação alimentar. Entretanto, a maioria dos casos se resolve sem precisar de ajuda médica.
O botulismo é uma forma rara, mas grave, de intoxicação alimentar causada por uma neurotoxina presente no C. botulinum. Entre os sintomas decorrentes de danos aos nervos e aos músculos estão: visão dupla, dificuldade de falar, mastigar, engolir e respirar. Qualquer um desses sintomas requer imediato atendimento médico.
O corpo elimina sozinho, pelos vômitos e pela diarréia, os organismos que causam a intoxicação alimentar. Por mais desagradáveis que sejam, o melhor é deixar a natureza seguir seu caminho. Não sobrecarregue o sistema digestivo com alimentos até que ele consiga se recuperar. Evite a perda de líquidos bebendo suco de maçã diluído em água ou chá fraco.
Quando tiver certeza de que seu organismo se recuperou, reintroduza os alimentos da dieta BRAT (sigla em inglês para banana, arroz, purê de maçã e torrada) aos poucos (ver Diarréia). Depois, volte a comer outros alimentos leves e evite frutas por alguns dias.
PRECAUÇÕES SIMPLES
Alimentos de origem animal são os mais suscetíveis a contaminações. Os músculos de um animal saudável não têm bactérias, mas são um ótimo meio para a proliferação de colônias de bactéria durante o manuseio e o processamento. A pele impede a penetração de bactérias na carne de um animal vivo, mas os microrganismos conseguem penetrar quando a carcaça é cortada. As carnes recobertas com pele, como as aves, são as que mais tendem a se estragar, porque as bactérias permanecem na pele, apesar da lavagem cuidadosa após o abate.
Atenção ao manusear carne, peixe, frutos do mar e principalmente aves. Lave bem as mãos com água quente e sabão antes de começar o preparo e repita a operação sempre que necessário durante o processo. Não se esqueça de tirar os anéis e verificar se as unhas estão limpas antes e depois do preparo.
VOCÊ SABIA?

OS ANTIBIÓTICOS PODEM PROLONGAR OS SINTOMAS
Provavelmente, seu médico não irá prescrever antibióticos para a grande maioria das causas de intoxicação alimentar. Os antibióticos podem prolongar a diarréia, e, na verdade, manter o organismo mais tempo dentro do seu corpo.
Use água quente e sabão para lavar bem as superfícies como tábuas de corte e bancadas.Nunca deixe que alimentos cozidos entrem em contato com uma superfície em que haja resquícios de alimentos crus. Lave bem as travessas e utensílios usados para preparar carnes ou aves cruas antes de usar para preparar carnes ou outros alimentos cozidos. Sempre lave e desinfete bem o termômetro de carne após o uso.
Sempre mantenha alimentos crus longe de outros alimentos, e separe os alimentos ricos em amido dos laticínios, para evitar que um contamine o outro. Guarde os alimentos crus em recipientes fechados.
Lave a esponja com água quente e sabão após o uso. Isso evita que as bactérias se espalhem.
Mantenha os alimentos refrigerados. Se não pretende consumir o alimento logo após o preparo, ponha-o na geladeira ou no refrigerador. Nunca deixe um alimento por mais de duas horas exposto a temperaturas entre 7 e 60 °C, que são ideais para a proliferação de bactérias.
Jogue fora qualquer alimento malcheiroso ou sem cor. É impossível ver ou cheirar a maioria das bactérias que pode fazer você ficar doente. Provar um alimento é muito perigoso e você não conseguirá dizer se está ou não estragado. Algumas bactérias, como algumas variedades da E. coli, se presentes, podem fazer você ficar doente. Por isso, na dúvida, jogue fora!
GERMES BONS E GERMES MAUS
Talvez seja estranho que a bactéria e a levedura usada na fermentação possam produzir alimentos saudáveis, ao passo que alguns dos seus parentes causam inúmeras doenças. A bactéria benéfica (por exemplo Lactobacillus acidophilus e bifiduspresentes em alguns iogurtes) inibe o crescimento de organismos indesejáveis, destruindo representantes potencialmente perigosos das famílias Clostridium, Bacillus e Streptococcus.
QUAL É O AGRESSOR?
Se apresentar sintomas de intoxicação alimentar, tente lembrar-se do que comeu de diferente, pois isso pode ajudar a descobrir a bactéria responsável. Se tiver febre, ou se os sintomas persistirem por mais de alguns dias, consulte seu médico.
MICRORGANISMOS
SINTOMAS
CAMPYLOBACTER JEJUNI


Normalmente a infecção decorre do
contato com animais infectados ou alimentos contaminados (em muitos casos, carne de aves cruas ou mal cozidas).
Febre, náusea, dores abdominais e diarréia, que pode apresentar traços de sangue. Geralmente, os sintomas vêm e vão. Pode haver um inchamento do fígado e do baço.
CLOSTRIDIUM BOTULINUM (BOTULISMO)


Alimentos enlatados em casa, produtos
enlatados mal esterilizados e verduras,
legumes, frutas, peixes e condimentos
contaminados. Menos freqüentemente,
pode ser encontrado na carne de boi, de
porco, de aves, laticínios, mel não-pasteurizado e no alho guardado no óleo.
Entre 18 e 36 horas, visão dupla e
dificuldade de coordenação dos músculos,
inclusive os músculos da mastigação,
da deglutição, da respiração e da fala.
Um enfraquecimento muscular progressivo
e uma paralisia podem levar à
insuficiência respiratória e à morte.
CLOSTRIDIUM PERFRINGENS


Geralmente, os surtos estão associados
a carnes contaminadas.
Diarréia grave, dor abdominal, inchaço da
barriga e flatulência entre 8 e 24 horas.
ESCHERICHIA COLI (E. COLI)


Carne mal cozida ou leite não-pasteurizado. A maioria dos casos foi atribuída à carne moída contaminada,
mas alguns poucos casos foram relacionados com rosbife malpassado.
Diarréia com sangue e vômitos. Nos casos
graves, convulsões, paralisia e até mesmo
morte. Os sintomas se manifestam dentro
de 24 a 48 horas. Os pacientes podem
requerer internação hospitalar.
LISTERIA MONOCYTOGENES


Organismos encontrados no solo e no
trato intestinal de seres humanos, animais,
pássaros e insetos. Geralmente, a infecção se dá após a ingestão de laticínios e de verduras e legumes crus contaminados.
Os adultos podem contrair meningite, com
dores de cabeça, torcicolo, náusea e vômitos. Às vezes, pode ocorrer inflamação dos olhos e dos nódulos linfáticos. Em casos raros, há um comprometimento cardíaco. Muitas vezes, os sintomas se manifestam no prazo de 8 a 24 horas.
SALMONELLA


Carne contaminada, aves mal cozidas,
leite, ovos e seus derivados crus.
Entre 12 a 48 horas, náusea, dor abdominal,
diarréia, vômitos e febre. Os sintomas
normalmente duram de 1 a 4 dias.
STAPHYLOCOCCUS AUREUS


Geralmente, disseminado por pessoas
com infecções cutâneas que transmitem
o organismo ao manusear certos alimentos, como massas, carne processada etc. A intoxicação é causada
por uma toxina e não uma bactéria.
No prazo de 2 a 8 horas, forte náusea e
vômitos. Pode haver, também, diarréia,
cólicas abdominais, dores de cabeça e
febre. Choque, prostração e desequilíbrio
eletrolítico podem ocorrer nos casos
mais graves.
TRICHINELLA


Carne de porco crua ou mal cozida de um animal que comeu carne contaminada. Entre 24 a 48 horas, febre e diarréia,
com dores e problemas respiratórios.

Fonte: www.selecoes.com.br/alimentos

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