Mostrando postagens com marcador câncer de ovários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador câncer de ovários. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Câncer de ovário: as novidades no tratamento desse grave tumor

Medicamentos mais precisos e aprimoramento da cirurgia dão esperança nos cuidados desse câncer agressivo


Apesar de não ser o mais comum, o câncer de ovário é o mais grave dos tumores ginecológicos. Constitui 4% de todos os tumores malignos do corpo humano, e se instala predominantemente em mulheres acima de 50 a 60 anos. A probabilidade de uma mulher desenvolver câncer de ovário durante a vida é de uma em 71. Devido a sua localização, o câncer de ovário tem um crescimento muitas vezes “silencioso” e com poucas manifestações clínicas. Por essas razões, a maioria dos casos de câncer de ovário só é diagnosticada quando as células malignas já se disseminaram pelo peritônio (membrana da cavidade abdominal que abraça as alças de intestino). Nesse momento, apesar da cirurgia radical e das drogas quimioterápicas, uma grande parte das mulheres não tem seu tumor curado e deve fazer sessões intermitentes de quimioterapia, o que as leva a um desgaste físico e psicológico em decorrência da doença e do próprio tratamento.

Nos últimos anos, estudos foram apresentados na busca de novos medicamentos não quimioterápicos, com a missão de melhorar os resultados em pacientes com câncer de ovário. Duas medicações, que atuam de modo parecido contra as células do câncer de ovário, impedindo que o DNA das células malignas seja restaurado após uma agressão, foram apresentadas. Esses remédios inibem uma proteína chamada (PoliADP ribose polimerase), que mantém a integridade do tumor e que, quando bloqueada, leva à morte das células tumorais. A primeira dessas medicações, chamada Olaparib, foi estudada em 265 pacientes que tiveram seu tumor recidivado após o tratamento inicial. Nesse estudo, as pacientes foram divididas em dois grupos: o primeiro recebeu Olaparib por via oral e o segundo, placebo. Pacientes que foram tratadas com o novo medicamento permaneceram o dobro do tempo sem ter sinais de piora da doença e, com a atualização dos dados, ainda aumento na sobrevida. O segundo remédio, administrado por via endovenosa, chama-se Iniparib e, segundo dois estudos do grupo de oncologia da Harvard, foi associada à redução do tumor em 25 a 65% das mulheres tratadas. Essas duas medicações, ainda em fase de estudos avançados e ainda não aprovadas, surgem como promissoras novas alternativas no tratamento de câncer de ovário recidivado pelas elevadas taxas de resposta, por apresentarem poucos efeitos colaterais, e por terem uma ação contra o tumor diferente das quimioterapias tradicionais.

Uma outra classe de drogas, um anticorpo que bloqueia a formação de vasos sanguíneos tumorais impedindo que nutrientes e oxigênio chegue ao tumor, também mostrou resultados otimistas em pacientes com tumores de ovário avançado. Essa droga, chamada Bevacizumab, administrada pela via endovenosa, foi avaliada no tratamento inicial em dois estudos comparativos (um americano e um europeu) que incluíram mais de 3000 pacientes com doença avançada e que demonstraram que essa nova droga combinada a quimioterapia retardou em meses a piora da doença. Resultados positivos desse composto combinado a um outro regime quimioterápico foram apresentados em estudo incluindo 484 pacientes que não responderam bem ao tratamento inicial e apresentavam ainda uma doença sensível a outros tratamentos quimioterápicos. Do mesmo modo, estudo com Bevacizumab combinado a quimioterapia na doença já resistente a outros tratamentos quimioterápicos mostrou benefício da combinação em relação à quimioterapia isolada em termos de postergar o tempo para a doença avançar e afetar a vida das pacientes.O Bevacizumab já está disponível em nosso meio e pode ser usado em casos específicos.

As técnicas cirúrgicas também vêm se aprimorando e, a partir destas, um número cada vez maior de pacientes tem seu tumor operado radicalmente. Em alguns desses casos, o tratamento quimioterápico feito dentro do abdômen tem sido associado, de acordo com vários estudos, com aumento das chances de cura.

Ou seja, nos últimos anos, grandes avanços foram alcançados com a missão de beneficiar as pacientes. Alguns deles já disponíveis no nosso meio. Os exemplos aqui relatados devem servir de estímulo para que as mulheres com câncer de ovário se mantenham firmes e esperançosas de que fronteiras até então tão distantes estão sendo conquistadas dia a dia.

Por: Fernando Cotait Maluf
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Saiba os sintomas do câncer de ovário

Sabemos que ter câncer não é uma situação fácil. Existem muitos tipos de câncer e, no caso das mulheres, a luta contra o câncer de ovário não é menor. Mesmo agora, enquanto você lê, existem milhares de mulheres em todo o mundo que sofrem de sintomas de câncer de ovário e nem sequer sabem disso. Por essas e outras razões, veremos como detectar esta doença para agir a tempo.

O que é câncer de ovário?
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer é a principal causa de morte em todo o mundo, pelo menos por ano 7,6 milhões de pessoas morrem.
No entanto, as mulheres têm de lidar com o câncer de ovário. Como você sabe, as mulheres têm dois ovários, do tamanho de uma amêndoa e são responsáveis pela produção de hormônios como o estrogênio.

Nos ovários pode chegar a formar tumores benignos, em alguns casos e em outros não. Se as células malignas são aquelas que formam o tumor, estamos diante de um caso de câncer de ovário.
Embora no mundo médico as causas ainda não estão claras sobre o câncer de ovário, existe o avanço da investigação científica para oferecer melhores tratamentos médicos.

Sinais de câncer de ovário:
Você sabe que os sintomas são sinais que seu corpo lhe dá para alertá-lo de que algo não está certo. Assim, muitas doenças podem ser tratadas com o cuidado que emprestam aos sintomas que você experimenta. Em muitos casos, os pacientes com um auxiliar de tratamento primário de detecção precoce de sintomas.
Embora o câncer de ovário não seja caracterizado por sintomas próprios, cada mulher experimenta sensações diferentes. Estes são alguns dos sinais de que você deve prestar atenção se eles ocorrem em uma base frequente ou simultaneamente:

Pressão abdominal
Inchaço
Indigestão persistente
Mudanças nos hábitos intestinais
Lombalgia
Anemia
Perda de peso
Persistente falta de energia
Micção frequente
Prisão de ventre
Falta de ar
Sangramento vaginal anormal

Quando consultar um médico?
Se você acha que passa por muitos desses sintomas e torna-se constante é hora de consultar um médico. O especialista irá avaliar o seu caso, seu histórico médico e, claro, se a sua família tem uma história de qualquer tipo de câncer.
Além disso, o médico irá realizar um exame de toque no abdômen para eliminar dúvidas sobre tumores ou secreções, em alguns casos exigem ultrassonografia, exames laboratoriais e biópsias.
Finalmente, na maioria dos casos, a cirurgia para reduzir e remover o tumor é o tratamento mais eficaz e depende sempre do diagnóstico do especialista.

fonte:http://www.saudedicas.com.br/doencas/saiba-os-sintomas-do-cancer-de-ovario-2513442
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

terça-feira, 14 de maio de 2013

Nova terapia promissora contra câncer de ovário

LAUSANNE - A equipe do CHUV, hospital universitário em Lausanne na Suíça , em conjunto com colegas norte-americanos, desenvolveu uma nova terapia contra o câncer de ovário. Este tratamento personalizado, combinado com a quimioterapia, pode estabilizar a doença durante meses ou anos.

O câncer de ovário em estágio avançado proporciona poucas chances a suas vítimas. A maioria tem uma recaída dentro de dois anos e morrem dentro de cinco anos, indicou quarta-feira (17/04) o Centro Hospitalar Universitário Vaudois (CHUV) em um comunicado.

Chefe do Departamento de Oncologia do CHUV desde o ano passado, o Dr. George Coukos é um dos especialistas mundiais em câncer de ovário. Com uma equipe da Universidade da Pensilvânia (EUA), onde ele já trabalhou, ele desenvolveu uma vacina derivada das próprias células dendríticas do paciente e uma imunoterapia em duas etapas, que revelou a sua eficácia em três quartos das mulheres que puderam se beneficiar.

Em um grupo de 31 mulheres, a vacina apenas ajudou a estabilizar ou pelo menos retardar a progressão da doença em 20 pacientes. Em um subgrupo, 11 mulheres foram testadas adicionalmente a uma segunda etapa de tratamento e foi observado em 8 dessas mulheres, a redução ou, pelo menos, estabilização de seus tumores.

Vacina bem tolerada

As células dendríticas são as células do sistema imunológico capazes de identificar potenciais inimigos e de transmitir essas informações para os linfócitos T que podem eliminá-los.

Com sua colega Lana Kandalaft, o Prof. Coukos pode manter vivas as células tumorais de pacientes após a cirurgia e isolar as células dendríticas. Estas células foram expostas aos antígenos do tumor e depois reinjetados aos nódulos linfáticos de pacientes, ao longo de um período de três meses e em combinação com um medicamento utilizado na quimioterapia.

Bem tolerada, esta nova vacina pode provocar uma resposta adequada das células T contra múltiplos antígenos da doença. Na segunda etapa do tratamento, os pesquisadores removeram as células T para reinjetar no corpo de pacientes depois de terem estimulado e desenvolvido no laboratório para aumentar a resposta imunitária contra o tumor.

Remissão completa

Uma experiência bem sucedida, na medida em que os linfócitos tinham sido "educados" pelas células dendríticas para atacar as células do tumor.

Dos 11 participantes da segunda etapa do tratamento, capaz de expandir ainda mais a resposta imune contra o alvo de certos antígenos, sete tiveram sua doença estabilizada. Para um participante pode-se até mesmo falar de remissão completa.

Na luta contra o câncer, vacinas capazes de educar o sistema imunológico vão desempenhar um papel fundamental, estima o Prof. Coukos, citado no comunicado. Tal abordagem, combinada com a quimioterapia, pode dominar certos mecanismos fundamentais usados pelo câncer para se propagar pelo corpo. Este trabalho foi parcialmente publicado na revista "OncoImmunology".

Criasaude, 22 de abril 17 de 2013 - © Hugo Felix - Fotolia.com
Fonte: http://www.criasaude.com.br/N20709/nova-terapia-promissora-contra-cancer-de-ovario.html
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Vírus da Herpes reprogramado pode inibir a metástase do câncer de mama e ovário

Pesquisa publicada na revista PLOS Pathogens aponta que uma versão geneticamente reprogramada do vírus do Herpes simplex (HSV) pode ser capaz de inibir a metástase do câncer de mama e de ovário. Nas últimas décadas houve um grande progresso na capacidade de tratar cânceres por diversos meios incluindo cirurgia, quimioterapia e radioterapia, ou uma combinação entre estas, porém muitos tratamentos prolongam a vida por um curto período de tempo ou estão associadas a uma baixa qualidade de vida.

Testes feitos com ratos durante essa pesquisa mostraram que o vírus se converteu em um agente terapêutico anticâncer e atacou células cancerosas da mama e do ovário que estavam se espalhando para outros locais do corpo. A pesquisadora Gabriella Campadelli-Fiume juntamente com outros estudiosos da University of Bologna, na Espanha, reprogramaram um vírus do herpes oncolítico. O vírus reprogramado já não infeta as células geralmente atacadas pelo vírus do tipo selvagem, nem causa patologias relacionadas ao herpes, porém em vez disso, funciona como uma arma específica contra células de tumor que expressam o oncogene HER-2.

“Vários laboratórios no mundo estão usando vírus como armas mais específicos contra as células cancerosas, chamados de vírus oncolíticos. As preocupações de segurança prevaleceram até agora, e todos os herpesvírus oncolíticos agora em ensaios clínicos são debilitados, eficazes apenas contra uma fração de tumores. Fomos os primeiros a obter um vírus do herpes reprogramado para entrar em células tumorais HER-2 positivas, incapazes de infectar qualquer outra célula, mas que conserva a capacidade mortífera do HSV do tipo selvagem”, aponta Campadelli-Fiume.

Para demonstrar a eficácia terapêutica do vírus reprogramado os pesquisadores deste estudo estabeleceram um novo modelo de metástases cancerosas humanas em ratos. Os resultados positivos obtidos no tratamento de metástase experimental demosntram uma promessa de que o HSV oncolítico é um bom candidato para se tornar um novo tipo de tratamento contra o câncer, e desta forma representa um passo fundamental no caminho para futuro ensaios clínicos.

fonte:http://www.corposaun.com/virus-da-herpes-reprogramado-pode-inibir-a-metastase-do-cancer-de-mama-e-de-ovario/22406/
Por Raphael
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.
Faça sua pesquisa
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nova Esperança contra o Câncer de Ovário

Um tipo de ecovirus (EV1) poderia ser um agente eficaz contra câncer de ovário, de acordo com a International Journal of Cancer.

Pesquisadores da Universidade de Newcastle, de New South Wales na Austrália, realizaram um experimento em modelo animal indica que o EV1 é capaz de destruir células cancerosas em tumores de ovário, abrindo certas possibilidades terapêuticas.

Os cientistas descobriram que o EV1 infecta e destrói as células no câncer de ovário humano sem danificar a superfície das células normais do ovário.

Tumores do ovário foram enxertados em camundongos e puseram também o EV1 nestes tumores. Rapidamente, ele reduziu o tamanho dos tumores e até os outros tumores distantes do local da injeção.

Também à administração abdominal de EV1 foi eficaz contra a proliferação dos casos de câncer de ovário enxertados na cavidade abdominal de ratos.

Os pesquisadores sugerem que, antes destes dados obtidos sobre o câncer de ovário, apresenta uma atraente alternativa terapêutica a tratamentos com cirurgia, seguida por quimioterapia.
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001544474142

Conteúdo de terceiros

O http://saudecanaldavida.blogspot.com/ sempre credita fonte em suas publicações quando estas têm como base conteúdos de terceiros, uma vez que não é do nosso interesse apropriar-se indevidamente de qualquer material produzido por profissionais ou empresas que não têm relação com o site. Entretanto, caso seja detentor de direito autoral sobre algo que foi publicado no saudecanaldavida e que tenha feito você e/ou sua empresa sentir-se lesados, ou mesmo deseje que tal não seja mostrado no site, entre em contato conosco (82 999541003 Zap) e solicite a retirada imediata.