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sábado, 16 de setembro de 2017

Estes são os 6 sintomas que podem ser o sinal de um câncer de pele


No Brasil, 25% de todos os tumores malignos são causados pelo câncer de pele. A maneira mais fácil de diagnosticar a doença é visitando um dermatologista ou identificando os sintomas. Pensando nisso, trouxemos alguns sinais emitidos pelo corpo quando a pessoa está sofrendo com esse tipo de câncer. Antes de apresentar a nossa lista, é importante saber que a pele branca é mais propensa ao problema do que a pele negra. Isso acontece porque a pele clara produz menos melanina, que é um protetor solar natural. Ou seja, quanto mais melanina um indivíduo possui, mais protegido ele estará.

Agora veja os sintomas e tenha bastante atenção:

- Excesso de sardas
As pessoas com sardas, geralmente os ruivos de olhos claros, também têm maior probabilidade de desenvolver câncer de pele. O motivo é o mesmo: a pouca produção de melanina, que gera sensibilidade à luz do sol.

- Pintas espalhadas no corpo
Você tem muitas pintas no corpo?. Pode ser genética, como também as primeiras manifestações de câncer de pele.

- Pintas concentradas numa parte do corpo
Observe principalmente as áreas que têm mais contato com o sol, como os ombros. Se em seus ombros há grande concentração de pintas, procure um médico.

- Alteração nas pintas
Observe se suas pintinhas estão mudando de cor ou tamanho. Mas isso também não quer dizer que toda pinta em relevo e com mais de uma cor seja sinal de câncer. O mais perigoso é a alteração acompanhada de coceira e sangramento.

- Pele com tonalidades diferentes
Algumas pessoas têm a pele com diferentes tonalidades. Isso pode ser genético, mas também é possível que seja o indicativo de um câncer de pele. Procure um médico para fazer o exame.

- Queimaduras solares
Nos seis primeiros anos de vida, um ser humano precisa ser superprotegido do sol. Caso contrário, os riscos de doenças de pele dobram. Se você se expôs muito ao sol na infância, ou até mesmo na adolescência, é bom procurar um dermatologista. Algumas crianças ficam tanto no sol que acabam despelando e criando bolhas – isso é muito perigoso.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Pesquisa conclui que protetores solares podem causar câncer - E agora?


Você se protege do sol usando protetor solar?
A gente também!

Mas tem algo sobre os protetores solares que você provavelmente ainda não sabe. E é uma coisa muito séria.
De acordo com pesquisa publicada pelo jornal inglês The Independent, a probabilidade de morrer pelo uso desse produto é maior do que pela exposição ao sol. A análise foi feita com 30.000 mulheres voluntárias durante mais de duas décadas. O resultado foi que a taxa de mortalidade entre aquelas que evitam o sol com protetor solar era quase o dobro das que passam o verão sem proteção alguma. Talvez você esteja questionando essa descoberta, mas a gente explica o que os cientistas descobriram.
O protetor bloqueia a capacidade do corpo de absorver vitamina D, que é tão presente nos raios solares. A carência dessa vitamina resulta em problemas gravíssimos.

Para você ter ideia da gravidade, 85% dos americanos têm deficiência de vitamina D. E nos últimos anos tem aumentado muito o número de pessoas com câncer, doenças cardiovasculares, osteoporose, artrite e inflamações no intestino.

Coincidência?!?
A importância da vitamina D é enorme e seus benefícios são vários, como:

1. Manutenção da saúde dos ossos e dentes (o corpo precisa de vitamina D para absorver cálcio)

2. Melhoria na saúde do sistema imunológico, cérebro e sistema nervoso

3. Equilibra os níveis de insulina e auxilia o controle de diabetes

4. Melhoria na função pulmonar e na saúde cardiovascular

Infelizmente, como podemos ver a partir desse estudo, o câncer de pele tão temido por muitos, por exemplo, pode se desenvolver mesmo que você passe protetor solar.

Outro estudo, desta vez divulgado pela Câncer Research Avoindance mostrou que um pouco de vitamina D presente no sangue ajuda a proteger o corpo contra queimaduras do sol e também o câncer de pele.

No artigo "Eu peço desculpa, mas não concordo: um dermatologista que não tem medo de se sentar na praia e ficar exposto ao sol", publicado no The New York Times, o dr. Bernard Ackerman afirma que a conexão entre o melanoma (câncer de pele) e a exposição direta ao sol ainda não está confirmada. No entanto, ele aconselha que evitemos o sol forte para proteger a pele do envelhecimento, especialmente no caso das pessoas com pele clara.
Para o médico, porém, é um erro evitar completamente o sol e usar protetor solar.
O dr. Bernard também atestou que um câncer de pele geralmente ocorre em lugares que não ficam muito expostos ao sol.

No livro da dra. Elizabeth Plourde, "Sun blocks-- Biohazard: Alleviate as Hazardous Waste", publicado em 2011, ela documentou as principais ameaças desse produto tão vendido nas farmácias e mercados. Ele não apenas é perigoso para as pessoas, como também para o meio ambiente. Esse produto contém muitas substâncias químicas que podem causar tumores e desregular o sistema endócrino. Além disso, os protetores poluem os recursos hídricos, incluindo mares, rios e água potável. Se você não sabe, 97% dos americanos têm substâncias tóxicas do protetor solar no sangue. O que os pesquisadores aconselham é um bom banho de sol, mas com moderação e sem o uso de protetor solar.

Assim você estará garantindo a absorção de vitamina D.

Referências:
http://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/major-study-...

http://www.mercola.com/Downloads/bonus/vitamin-d/report.aspx

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21733837

http://www.nytimes.com/2004/07/20/health/i-beg-to-differ-a-dermatologist...

http://www.faim.org/sunscreen-as-biohazard

https://www.ewg.org/sunscreen/report/the-trouble-with-sunscreen-chemicals/

http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/seasonal-affective-disorde...

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domingo, 2 de julho de 2017

Melanina sintética pode ser protetor solar natural no futuro

Pesquisadores desenvolveram nanopartículas que, apesar de imitarem a melanina, também protegem o DNA contra os danos dos raios solares

Protetor solar (iStock/Getty Images)

A radiação solar é a principal responsável pelos casos de câncer de pele, o mais frequente no Brasil, correspondendo a 30% de todos os tumores malignos registrados, segundo dados do Instituto do Câncer (Inca). Até o momento, os principais aliados contra o sol são o protetor solar e roupas que protegem a pele. Mas, já pensou se houvesse algo natural que protegesse nossa pele? Pois cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, já estão trabalhando nisso, segundo informações do site especializado Scientific American.

A aposta dos pesquisadores são nanopartículas que imitam a melanina, pigmento escurecedor (que dá cor à pele) que age como defesa primária natural do corpo contra danos ao DNA induzidos pelos raios UV. De acordo com a pesquisa, publicada no início do ano na versão on-line da revista científica ACS Central Sciences, esse elemento, produzido em laboratório, poderia ser usado para o desenvolvimento de proteções de uso tópico mais eficazes, assim como possíveis tratamentos para doenças de pele caracterizadas pela deficiência de melanina, como albinismo e vitiligo.

O estudo
Para criar essas nanopartículas, os pesquisadores banharam dopamina, um químico sinalizador encontrado no cérebro e em outras partes do corpo, em uma solução alcalina. Esse passo produziu nanopartículas semelhantes à melanina, com “conchas” e núcleos feitos de polidopamina, um polímero à base de dopamina.

Em seguida, essas partículas foram encubadas em queratinócitos humanos – células da pele que absorvem os melanócitos, que produzem, armazenam e transportam melanina -, que absorveram as nanopartículas sintéticas e, como acontece com a natural, as distribuíram ao redor de seu núcleo.

Fator de proteção celular
Após esse procedimento, os queratinócitos que continham melanina sintética foram expostos à radiação UV por três dias. Os resultados mostraram que 50% dessas células sobreviveram após esse período, enquanto apenas 10% dos queratinócitos humanos “naturais” sobreviveram.

Isso significa que as nanopartículas que imitam a melanina não só foram transportadas e distribuídas na célula como a melanina natural, mas também protegeram o DNA celular.

O próximo passo será determinar como funciona esse mecanismo de absorção das nanopartículas pelos queratinócitos. Para Suhair Sunoqrot, cientista biofarmacêutico na Universidade da Califórnia em Berkeley, que não estava envolvido no estudo, “entender essa interação nanopartículas-pele trará melhores conhecimentos sobre sua eficácia como protetor solar ou tratamento tópicos” para doenças de pele.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Beber suco de laranja pode aumentar o risco de câncer de pele em 25%, diz pesquisa polêmica


Os médicos descobriram uma ligação entre certas formas de frutas cítricas e melanoma (câncer de pele), a forma mais mortal da doença.

Os que comeram toranja, pelo menos três vezes por semana, tiveram um risco 41% maior de desenvolver melanona, em comparação com aqueles que nunca comeram a fruta, descobriram os pesquisadores. Por outro lado, não houve nenhuma ligação entre o risco de melanoma com laranjas inteiras ou o suco da toranja.

Os investigadores ressaltam que o estudo ainda não prova que frutas cítricas causam câncer de pele, eles simplesmente observaram uma relação. Mas é possível que certos compostos em alimentos cítricos possam causar melanoma, disse o autor sênior do estudo, Abrar Quershi, dermatologista na Universidade de Brown e no Rhode Island Hospital, nos EUA.

De acordo com o especialista, frutas cítricas contêm psoralenos e furocumarinas, compostos químicos fotoativos, que tornam a pele mais sensível ao Sol. Quershi e sua equipe usaram dados de mais de 63.000 mulheres no Estudo de Saúde das Enfermeiras e 41.000 homens no Health Professionals Follow-up Study, ambos de meados dos anos 1980 a 2010 – órgãos britânicos.

De 2 a 4 anos, as pessoas eram convidadas a responder questionários detalhados sobre sua dieta e hábitos de vida, relacionando eventos com o diagnóstico de melanoma. Eles responderam a perguntas sobre a frequência com que consumiam toranja, laranjas, e seus respectivos sucos. O total destas quatro categorias foi considerado uma estimativa do 'consumo cítrico global’, embora não inclua outras frutas cítricas, como limões e limas.

Ao longo de mais de 20 anos de acompanhamento, os pesquisadores notaram 1.840 casos de melanoma. Eles descobriram que pessoas que comiam frutas cítricas de duas a quatro vezes por semana, tinham risco 10% maior de melanoma, quando comparadas a pessoas que comiam menos de duas vezes por semana. Quanto maior o consumo, maior era o risco

As pessoas que comiam as frutas mais que 1,5 vezes por dia, em média, tinham um risco 36% maior de desenvolver melanoma. De todas as frutas cítricas, a toranja parecia ter a mais forte associação com a doença de pele.

Mesmo contando com quantidades variáveis ​​de exposição ao sol e localização geográfica dos participantes do estudo, a ligação entre frutas cítricas e câncer de pele ainda era forte, disse Qureshi. Ele acrescentou que mais pesquisas são necessárias para confirmar a conexão, fornecendo qualquer diagnóstico.

No estudo, pacientes que consumiam um copo de suco de laranja, pelo menos uma vez ao dia, possuíam o risco 25% maior de desenvolver câncer de pele, de acordo coma Health Day.

"Nós não estamos recomendando que o consumo destes alimentos mudem, pois eles são importantes para a saúde global”, disse ele à Reuters. "No entanto, até que aprendamos mais sobre estas furocumarinas, aqueles que consomem frutas cítricas frescas regularmente, deve ser extremamente cuidadosos com a exposição ao sol, e, dependendo de suas atividades ao ar livre, devem usar protetores solares apropriados, chapéus e roupas adequadas”, acrescentou.

Os resultados foram publicados no Journal of Clinical Oncology. A cada ano, 132 mil casos de melanoma ocorrem em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Taxas de melanoma estão aumentando e os principais fatores que predispõem as pessoas ao desenvolvimento do câncer estão ligados à exposição recreacional ao Sol e histórico de queimaduras solares.

Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / ABC
fonte
por Bruno Rizzato
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terça-feira, 9 de setembro de 2014

O que é câncer de pele?

Sempre que ouvimos ou lemos a palavra câncer, já ficamos um pouco assustados. Afinal, essa é uma das doenças que mais mata no mundo e os meios de tratamento nem sempre são eficazes. No entanto, em relação ao câncer de pele, vale destacar que cerca de 97% dos casos podem ser tratados. Por isso, é muito importante que as pessoas conheçam mais sobre o problema e aprendam a preveni-lo e diagnosticá-lo precocemente.

Câncer de Pele - Em caso de dúvida, procure um médico!

Entendendo a Doença
O câncer de pele é o câncer mais comum, com 60% de toso os casos. Ele é um tumor formado pela produção anormal e desordenada das células da pele. A forma mais perigosa é conhecida como melanoma, mas representa somente 5% dos casos. Já o tipo mais comum – cerca de 75% dos casos – é o carcinoma basocelular e é bem menos agressivo.

No Brasil, estima-se que 100 mil novos casos da doença ocorram anualmente. 1/3 dessas pessoas tem histórico de câncer de pele na família, segundo o Instituto Nacional do Câncer. Diferentemente dos outros tipos de câncer, o de pele atinge a população mais jovem (entre 20 e 35 anos) e até mesmo crianças e adolescentes.

Causas do Problema
Como vimos, os fatores genéticos são preponderantes para o aparecimentos do câncer de pele, mas existe uma outra causa de grande relevância: a exposição ao sol. Pessoas que tomam muito sol ao longo da vida sem a devida proteção estão bem mais propensas a desenvolver os tumores. Além disso, o fumo pode dobra o risco de câncer de pele, revelando que a precaução pode ser uma excelente forma de evitar o problema.

Autoexame
As manchas que aparecem em nossa pele são indicativos que algo errado está ocorrendo. Por isso, os dermatologistas aconselham que as pessoas sempre observem pintas, verrugas e sinais. Elas se tornam perigosas quando:

mudam de cor;
sofrem alterações no tamanho;
se tornam desformes;
perdem o contorno.

Quem quer evitar o aparecimento do câncer, deve apostar no uso diário do protetor solar. Ele precisa ser usado mesmo em dias nublados e repassados várias vezes para manter a proteção. Um bom produto com fator 30 é o suficiente, desde que seja usado corretamente.

Fonte: http://natural.enternauta.com.br/doencas/o-que-e-cancer-de-pele/
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Testes de medicamentos contra cancro da pele têm resultados 'animadores'


Resultados de testes internacionais de dois medicamentos contra o cancro da pele em estágio avançado foram considerados "animadores e impressionantes" por cientistas, avança a BBC Brasil, citada pelo portal Terra.

Os dois tratamentos visam garantir que o sistema imunológico humano reconheça e ataque os tumores.

Os remédios experimentais, chamados pembrolizumab e nivolumab, bloqueiam os caminhos biológicos que o cancro usa para "se disfarçar" e evitar ser percebido pelo sistema imunológico.

As descobertas foram divulgadas na Conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, em Chicago (EUA), que encerrou esta terça-feira.

Sobrevivência
O melanoma em estágio avançado, um cancro da pele que se espalhou para outros órgãos, é uma doença de tratamento difícil.

Até há poucos anos, a taxa de sobrevivência a esta doença era de cerca de seis meses.

Num teste realizado com 411 paciente avaliando o pembrolizumab, 69% dos pacientes sobreviveram por pelo menos um ano.

O remédio, que costumava ser chamado de MK-3475, também está a ser testado contra outros tipos de tumores que usam o mesmo mecanismo de bloqueio dos ataques do sistema imunológico.

David Chao, oncologista consultor da fundação Royal Free NHS de Londres, está a realizar os testes em pacientes com o melanoma e com cancro do pulmão.

"O pembrolizumab parece ter o potencial para ser uma mudança de paradigma na terapia contra o cancro", disse.

Um dos pacientes de Chao, Warwick Steele, de 64 anos, recebeu infusões do pembrolizumab a cada três semanas desde Outubro de 2013.

Antes de o tratamento começar, ele mal conseguia andar, porque o melanoma tinha-se espalhado e atingido um dos seus pulmões. Steele começou a ter dificuldades para respirar.

"Eu cansava-me simplesmente por ficar em pé e, literalmente, estava exausto demais até para fazer a barba. Mas agora sinto-me de volta ao normal e posso fazer jardinagem e compras", afirmou.

Exames aos seus pulmões revelam que, depois de apenas três doses, o medicamento parece ter removido completamente o cancro do órgão.

Terapia combinada
O outro medicamento, o nivolumab, foi testado em combinação com um outro fármaco já existente e licenciado, o ipilimumab.

Em teste realizado com 53 pacientes, a taxa de sobrevivência foi de 85% depois de um ano e 79% depois de dois anos.

John Wagstaff, professor de oncologia médica na Faculdade de Medicina de Swansea, na Grã-Bretanha, participa nos testes realizados com os dois medicamentos.

"Estou convencido de que este é um avanço no tratamento do melanoma. O teste ainda está 'cego', então ainda não sabemos quais tratamentos os pacientes estão a receber, mas observei algumas respostas espectaculares", afirmou.

Para Peter Johnson, chefe clínico da Cancer Research UK, ONG britânica especializada em pesquisa sobre o cancro, é "animador ver a variedade de novos tratamentos que estão surgindo para pessoas com melanoma em estágio avançado".

Mas os médicos pedem cautela. Os resultados divulgados ainda estão na chamada Fase I, o que significa que são testes em estágio inicial.

Os testes mais abrangentes, da Fase III, ainda estão a ser realizados e envolvem diversos hospitais britânicos. Apenas quando os resultados desses testes estiverem prontos, dentro de cerca de um ano, os médicos poderão ter certeza dos benefícios dos novos tratamentos.

Como acontece com todos os medicamentos, os tratamentos experimentais têm efeitos secundários. Warwick Steele, por exemplo, relatou que teve suores nocturnos e até chegou a sentir uns "apagões" rápidos durante o tratamento.

Mas, para Steele, valeu a pena e agora os médicos estão a tratar apenas desses sintomas.

Fonte: BBC Brasil/Terra
http://saude.terra.com.br/testes-de-remedios-contra-cancer-de-pele-tem-resultados-animadores.html
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Conheça os tipos de câncer de pele


O câncer de pele é aquele tipo de câncer que como o nome sugere se forma na pele, este nome de câncer de pele engloba vários tipos diferentes de câncer que vamos detalhar neste artigo, mas é necessário conhecer em primeiro lugar como é a nossa pele para poder compreender os tipos de câncer de pele.

A pele protege o corpo contra infecções, lesões, contra o calor e contra os danos provocados pelos raios ultravioletas.

Camadas da Pele:
Na pele se distinguem duas camadas principais, que são a epiderme e a derme.

Epiderme: É a camada superior da pele, e é composta principalmente de células escamosas, e debaixo destas, em uma camada mais profunda da epiderme, se encontram as células basais, espalhadas entre estas últimas, as células chamadas melanócitos, que se encontram dispersas entre as células basais.

Derme: Está localizada abaixo da epiderme e contém vários tipos de células e estruturas, como os vasos sanguíneos, os vasos linfáticos e as glândulas.

Células cancerígenas
O câncer começa nas células, que são os componentes básicos que formam os tecidos, em estado normal, as células crescem e se dividem para formar novas células à medida que o corpo precisa delas, já que as células normais envelhecem e morrem, e são substituídas por novas células.

Às vezes, esse processo não sai como deveria, e as novas células se formam quando o organismo não precisa delas, e as células velhas ou danificadas não morrem como deveriam, causando um acúmulo de células adicionais, resultando em uma massa de tecido chamada de tumor.

Tipos de câncer de pele
O câncer de pele recebe o nome de acordo com o tipo de células que se tornam malignas, sendo os seguintes, os tipos de câncer mais comuns são:

Câncer de pele de células escamosas:
Este câncer começa nas células de mesmo nome, e é o tipo mais comum de câncer de pele em pessoas com pele escura, sendo encontrado em lugares que não estão no sol, como as pernas ou pés; no entanto, em pessoas com a pele branca, o câncer de pele de células escamosas geralmente ocorre em partes da pele que foram expostas ao sol, como a cabeça, rosto, orelhas e pescoço.

Câncer de pele de células basais:
Começa na camada de células basais da pele, e geralmente ocorre em áreas que foram expostas ao sol, e, normalmente, em pessoas com pele clara.

Melanoma:
O melanoma começa nos melanócitos, mas pode ocorrer em qualquer superfície da pele. Nos homens, é muitas vezes encontrado na pele da cabeça, pescoço ou entre os ombros e as cadeiras. Nas mulheres, às vezes se encontra na pele das extremidades inferiores ou entre os ombros e as cadeiras.

Este tipo de câncer é raro em pessoas com pele escura e quando isso acontece, é normalmente encontrado sob as unhas das mãos e as unhas dos pés, nas palmas das mãos ou solas dos pés.

fonte:http://www.saudedicas.com.br/doencas/cancer/conheca-os-tipos-de-cancer-de-pele-1730343
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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Consumo de cafeína está associado ao menor risco de carcinoma basocelular de pele, em artigo do Cancer Research

Estudos em animais sugerem que a administração de cafeína ajuda a prevenir o desenvolvimento do câncer de pele de células escamosas, ou carcinoma basocelular, mas há limitados estudos epidemiológicos sobre a associação entre o consumo de cafeína e o risco para o câncer de pele.

Usando dados do Nurses' Health Study and the Health Professionals Follow-up Study, foram examinados prospectivamente os riscos de carcinoma basocelular (CBC, 22.786 casos), carcinoma espinocelular (CEC, 1.953 casos) e melanoma (741 casos) em relação à ingestão de cafeína. Após análises estatísticas, a quantidade de ingestão de cafeína de todas as fontes alimentares foi inversamente associada ao risco de CBC. Em comparação com o quintil mais baixo, o quintil mais alto tinha o menor risco. A associação inversa significativa também foi encontrada entre o consumo de café com cafeína e o risco de CBC. Em comparação com os indivíduos que consumiam menos de uma xícara por mês de café com cafeína, as mulheres que consumiram mais de três xícaras por dia tinham o menor risco e o risco relativo para os homens foi de 0,90. A cafeína de outras fontes alimentares (chá, refrigerantes do tipo cola e chocolate) também foi inversamente associada ao risco de CBC. O consumo de café descafeinado não foi associado a uma diminuição semelhante no risco de CBC. Em contraste, o consumo de cafeína não foi associado ao menor risco de CEC ou de melanoma.

As conclusões sustentam que o consumo de cafeína em homens e mulheres é inversamente associado ao risco de CBC.

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Consumo de café pode reduzir o câncer de pele

A conclusão é de um estudo americano

Pesquisas feitas em ratos concluíram que o consumo diário de café reduz o risco de câncer de pele, o basalioma. O estudo foi comandado por cientistas americanos e publicado em revistas científicas dos Estados Unidos.

A explicação é que a cafeína age como uma espécie de unguento, diminuindo assim o risco de câncer de pele. A pesquisa descobriu que as mulheres são as maiores beneficiadas com a cafeína na prevenção do câncer de pele.

Mulheres que bebiam mais de três xícaras de café por dia corriam 20% menos risco de desenvolver carcinoma de célula basal, em comparação com as que bebiam menos de uma xícara de café em um mês.

Já os homens não são tão beneficiados com a cafeína, concluíram os estudiosos. Os que consomem café têm apenas 9% de risco em comparação às mulheres.

Segundo os médicos, embora o carcinoma basocelular seja uma forma menos letal da doença e que raramente é fatal, esse câncer de pele possibilita o desenvolvimento de outros tipos da doença.
imagem:cafeconversa1.blogspot.com
Por Carolina Abranches
fonte:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&url_id=4516

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