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sábado, 15 de abril de 2017

Dieta sem lactose pode afetar os ossos, diz estudo

Segundo cientistas britânicos, as dietas da moda que cortam leite e laticínios podem aumentar o risco de desenvolver osteoporose

Outros alimentos que são fonte de cálcio também podem estar em déficit na alimentação. (iStock/Getty Images)

Evitar derivados do leite faz bem? Segundo pesquisa da National Osteoporosis Society, do Reino Unido, dietas que cortam alimentos lácteos pode colocar em risco a saúde dos ossos, até mesmo em pessoas jovens, como informou a rede BBC.

O levantamento avaliou respostas de 2.000 pessoas, sendo 239 menores de 25 anos e 339 com idade entre 25 e 35 anos de idade. Os pesquisadores do estudo sugerem que muitos jovens têm buscado conselhos sobre nutrição entre blogueiros na internet e celebridades. Embora certas recomendações sejam boas, algumas pessoas têm se tornado um tanto quanto restritivas em relação à alimentação. Os resultados são preocupantes, mas a dieta sem lactose não é a única responsável. Outros alimentos que são fonte de cálcio também podem estar em déficit na alimentação dos participantes.

Saúde dos ossos
“A dieta no início da idade adulta é muito importante, pois quando chegamos nos vinte e tantos anos é tarde demais para reverter o dano causado pela má alimentação e deficiências de nutrientes”, disse Susan Lanham-New, chefe de nutrição da Universidade de Surrey e conselheira clínica na National Osteoporosis Society.

O hábito de fumar, a falta de exercício físico e o consumo de bebidas efervescentes ricas em ácido são fatores bastante prejudiciais à saúde dos ossos. Consumir alimentos ricos em cálcio e vitamina D, como produtos lácteos, vegetais de folhas verdes, salmão, sardinha, brócolis e feijão cozido, é particularmente importante antes dos 25 anos, de acordo com a pesquisa. Depois dos 50, metade das mulheres e um a cada cinco homens desenvolve osteoporose, condição óssea frágil que causa fraturas dolorosas nos pulsos, quadril e coluna.

Como prevenir? Produtos lácteos, como leite, queijo e iogurte, por exemplo, são a principal fonte de cálcio. O leite de vaca é a melhor fonte, sendo as versões desnatada e semi-desnatada ainda mais ricas, mas o de soja e de amêndoas também podem ser encontrados em versões fortificadas com cálcio. Sobre os queijos, a melhor escolha são as versões com baixo teor de gordura. No entanto, legumes, nozes, sementes, peixe e produtos de farinha branca também contêm cálcio.

Intolerância à lactose
Outra recente pesquisa da Food Standards Agency, agência de vigilância sanitária do governo britânico, mostrou que quase metade dos jovens entre 16 e 24 anos de idade diziam ter intolerância à lactose, em comparação com apenas 8% dos que tinham mais de 75 anos. Porém, apenas 24% tinham realmente sua condição diagnosticada por um médico.

Deficiência de cálcio
Para adultos, a quantidade de cálcio recomendada é de 700mg por dia, mas adolescentes entre 11 e 18 precisam de até 1000mg. Apesar disso, um quarto dos adolescentes no Reino Unido consomem menos do que 400mg de cálcio todos os dias, segundo as pesquisas sobre dieta. Para os especialistas, os níveis recomendados podem ser alcançados comendo três porções de leite por dia, como cereais com leite, um iogurte e um pequeno pedaço de queijo.

Cortar ou reduzir o consumo de laticínios pode ser saudável se outros alimentos atuarem como seus substitutos nutricionais. “Os derivados do leite tendem a fazer maior contribuição para a nossa ingestão de cálcio, sendo assim, precisa ser substituído por outras fontes, como pães, cereais, peixe, nozes, sementes e folhas verdes, bem como a escolha de leites vegetais alternativas fortificadas com cálcio”, explicou a porta-voz do estudo.

fonte
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sábado, 7 de novembro de 2015

Suplementos de cálcio não melhoram a saúde dos ossos

Dois novos estudos mostram que não existem evidências que o aumento do consumo do mineral seja capaz de aumentar a densidade óssea e previnir fraturas


Leite e regime
Os estudos não encontraram evidências entre um maior consumo de cálcio por meio da alimentação ou de suplementos e a redução da osteoporose e o aumento da densidade óssea(Digital Vision/Thinkstock/VEJA)
Aumentar o consumo de cálcio não melhora a saúde óssea e nem ajuda a reduzir o risco de fraturas em pessoas com mais de 50 anos. Inclusive, o consumo exagerado de suplementos pode causar diversos efeitos colaterais como problemas estomacais, pedras nos rins, constipação e até doenças cardiovasculares. É o que dizem dois novos estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, publicados na revista científica The BMJ.

Um dos estudos analisou os resultados de 59 pesquisas realizadas anteriormente sobre a relação entre o cálcio e a densidade óssea. De acordo com os cientistas, aumentar o consumo diário de cálcio, seja na alimentação ou por meio de suplementos, elevou em até 2% a densidade óssea. Entretanto, segundo a pesquisa, esse aumento não é suficiente para reduzir o risco de fratura. Por exemplo, as mulheres na pós-menopausa perdem, em média, 1% de densidade óssea por ano.

O segundo estudo analisou 40 pesquisas que relacionavam o consumo de cálcio por pessoas com mais de 50 anos e o impacto disso na ocorrência de fraturas. De acordo com os resultados, a ingestão da substância não aumentou nem reduziu o risco. Em relação à ingestão de suplementos, o estudo também não encontrou evidências consistentes que confirmem os benefícios para a saúde óssea.

"Não há associação entre o risco de fraturas e o consumo de cálcio por meio da alimentação e não existem estudos clínicos que mostrem que o aumento deste consumo previna fraturas. Quanto aos suplementos à base de cálcio, as evidências também são fracas e inconsistentes. O risco moderado de efeitos colaterais causados pela ingestão de cálcio em excesso parecem superar as pequenas reduções na perda da densidade óssea destas pessoas", escreveram os autores.

Diante dos resultados, o autores sugerem que sejam feitas alterações nas políticas públicas de saúde para que o aumento da ingestão diário de cálcio por meio de suplementos ou através de fontes alimentares deixe de ser recomendado. As diretrizes atuais indicam a ingestão de 1.000 a 1.200mg de cálcio diariamente para os idosos.

fonte:veja.abril.com.br
(Da redação)
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A osteoporose pode ser prevenida com exercícios

Doença silenciosa

A osteoporose, doença que atinge os ossos quando a quantidade de massa óssea diminui, pode ser prevenida com exercícios. Os ortopedistas recomendam a prática de exercícios resistidos regularmente. E como são esses exercícios resistidos? É um trabalho feito com sustentação de carga como andar, dançar, subir escada, esportes com raquetes e exercícios com peso, na musculação.

O treinamento de resistência envolve o uso de força muscular para aumentar a massa muscular e força óssea. O músculo desenvolvido vai agir protegendo os ossos, uma vez que a osteoporose desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. Apesar de excelentes para desenvolver a capacidade respiratória, a natação não atua no combate à doença.

O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis de estrógeno do organismo. O estrógeno é o hormônio feminino, também presente nos homens, mas em menor quantidade do que nas mulheres. Ele ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea. As mulheres são as mais atingidas pela osteoporose, pois na menopausa os níveis de estrógeno caem bruscamente.

Além da atividade física, é recomendada uma dieta rica com alimentos em cálcio, como leite e seus derivados, verduras (brócolis e repolho), camarão, salmão e ostras. A reposição hormonal após a menopausa também consegue evitar a osteoporose.
Equipebemstar
Por Carolina Abranches


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sábado, 17 de julho de 2010

Gelatina faz bem aos ossos, músculos e peles

Gelatina

Sem o colágeno, o tônus muscular sofre uma diminuição, atingindo a saúde dos ossos, pele, unhas e cabelos, deixando-os menos resistentes. Eles perdem a elasticidade, o brilho, reduzindo seu crescimento. Isso facilita o aparecimento de estrias, celulite, levando ao envelhecimento dos tecidos do corpo. A gelatina torna-se então um alimento importante na reposição do colágeno perdido ao longo dos anos.

O organismo começa a reduzir a produção de colágeno a partir dos 25 anos de idade. Aos 50, produz apenas 35% do colágeno necessário ao organismo. A substância reforça os tendões e ligamentos que unem os músculos aos ossos. A gelatina ajuda na nutrição desses tecidos, mantendo a hidratação e integridade das articulações. O alimento desempenha um papel importante na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose e osteoporose, além de ser isento de gorduras, colesterol e carboidratos.

A gelatina se apresenta de várias formas. Ela pode ser adquirida em folhas, em pó com sabor, ao natural ou em cápsulas. Mas há diferenças entre o produto comprado no supermercado para sobremesa e a gelatina vendida em casas de produtos naturais. Nessas últimas encontra-se o colágeno em pó, ou em cápsulas, que é o colágeno em sua forma pura. Já a gelatina que é vendida no supermercado possui colágeno em menor quantidade.

Fonte:Equipe Bem Star

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