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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Reposição hormonal natural

A menopausa é uma fase bem complicada na vida das mulheres. É o período em que se encerra o ciclo menstrual da mulher e ela para de ovular, ou seja, a mulher não é mais fértil depois que passa pela menopausa. Normalmente, a menopausa ocorre entre os 45 e 55 anos, mas em muitas mulheres esse processo pode ocorrer antes dos 45, sendo chamada de menopausa precoce, ou depois do 55, sendo chamada de menopausa tardia.

Esse período costuma vir acompanhado de muitos incômodos. O mais comentado entre as mulheres são os calores (ondas muito fortes de calor que vêm acompanhadas de suor intenso). Além de ser incômodo fisicamente, os calores trazem constrangimento.

Dentre os outros incômodos estão a irritabilidade, ressecamento vaginal, perda do desejo sexual, insônia, diminuição da atenção e da memória, perda de massa óssea (osteoporose), aumento do risco cardiovascular, alterações na distribuição da gordura corporal (é normal que a mulher ganhe peso nessa fase) e, em casos mais graves, pode ocorrer a depressão.

Nessa fase é importante que a mulher faça um acompanhamento com o seu ginecologista, e, se for o caso, deve procurar também uma ajuda psicológica. Somente o ginecologista poderá orientar o uso de hormônios sintéticos para tratar os sintomas. Nem todos os profissionais são adeptos a esse tipo de tratamento, pois podem trazer efeitos colaterais. Mas em alguns casos, a reposição hormonal é o mais indicado para a mulher na menopausa.

Aqui no Receita Natural, estamos sempre trazendo opções naturais para tratar diversas doenças. E para amenizar os sintomas da menopausa, temos hoje algumas dicas de reposição hormonal hormonal natural que pode ajudar as mulheres a passarem mais tranquilas por esta fase da vida.

Dicas naturais para reposição hormonal na menopausa

Alimentos à base de soja podem ajudar na reposição hormonal

A primeira coisa a ser ingerida nessa fase são os alimentos à base de soja. Ela é capaz de reduzir as chances de câncer de mama e também a osteoporose. A semente de linhaça é outro alimento que deve ser incluído na dieta. Ela pode ajudar a reduzir os sintomas da TPM, que causa muita irritabilidade, além de outros incômodos. O inhame é ótimo para combater o inchaço e a retenção de líquidos, situações comuns nesta fase da vida. Ele pode ser consumido em sopas e também em forma de suco.

Algumas plantas podem ser usadas para fazer essa reposição de hormônios naturalmente. Veja algumas receitas de chás.

Chá de Folhas de Amoreira
As folhas da amoreira ajudam a reduzir os calores da menopausa, por conterem fitoestrogênios que diminuem a oscilação hormonal na corrente sanguínea.

Para fazer o chá basta ferver 5 folhas de amoreira em 500 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Deve ser tomado diariamente, não ultrapassando a quantidade de 3 xícaras por dia.

Chá de Salva
A salva é uma erva que também pode ajudar a diminuir as ondas de calor, corrigindo os níveis hormonais.

Para fazer o chá adicione 10 g de folhas secas em 1 litro de água fervente. Coar após 10 minutos e tomar morno. Também deve ser tomado diariamente para se obter os resultados esperados.

Ginseng siberiano
Esta planta é indicada para evitar a depressão e diminuir o estresse. Tem propriedades calmantes, ao mesmo tempo que energiza o corpo, devolvendo a libido (desejo sexual) perdido nessa fase.

Pode ser feito o chá da planta. Basta ferver 1 cm da raiz em 200 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Tome 1 xícara diariamente.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Estudiosos confirmam que Alimentos Variados é Prevenção Primária de Saúde


Prevenção Primária: Realizada no período de pré-patogênese, sendo que o conceito de promoção da saúde aparece como um dos níveis da prevenção primária definidos como medidas destinadas a desenvolver uma saúde ótima. Um segundo nível de prevenção primária seria a proteção específica contra agentes patológicos ou pelo estabelecimento de barreiras contra os agentes do meio ambiente. Este nível de prevenção está ligado a todas as ações que visam diminuir a incidência de uma doença na população, ou seja, desenvolvimento de ações que impeçam a ocorrência de determinada patologia na população. Inclui-se aqui a promoção à saúde e à proteção específica. Alguns dos exemplos são: vacinação, tratamento de água para consumo humano, uso de preservativos, mudanças nos hábitos de vida (incentivo a uma boa alimentação, realização de exercícios físicos).

As mudanças na estrutura da sociedade contemporânea e nos modos de vida dos grupos de indivíduos tiveram profundos impactos na saúde da população.


Hipertensão arterial, colesterol alto, consumo insuficiente de frutas, legumes e verduras, excesso de peso, inatividade física e tabagismo, como já vimos, são apontados como os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como as cardiovasculares e diversos tipos de câncer.

Quatro dos seis fatores apontados são claramente relacionados à alimentação.
As práticas alimentares estão intimamente ligadas a mudanças sociais, técnicas, biológicas, psicológicas, como também de poder e informação. Os fatores que determinam as escolhas na construção dos modos de vida estão freqüentemente fora do alcance do indivíduo, ou seja, muito além de sua opção pessoal. 

A experiência do dia-a-dia representa uma forma ativa de lidar com as opções, mas sua natureza é evidentemente variável, já afirmou o sociólogo inglês Anthony Giddens. 

O principal objetivo das políticas de saúde pública é oferecer à população as melhores condições para que desfrute muitos anos de vida saudável e ativa.
Para isso devem ser dadas condições para escolhas melhores quanto à alimentação.

Sob uma perspectiva de longo prazo, é necessário:
1) observar conhecimento e atitudes de indivíduos e coletividades;
2) identificar as causas de natureza social, econômica e cultural da situação de saúde da população;
3) identificar políticas públicas e iniciativas da sociedade que ajudem a enfrentá-las, buscando garantir maior equidade e melhores condições de saúde e qualidade de vida para os brasileiros;
4) abarcar as contribuições dos múltiplos setores da sociedade para gerar ações efetivas que resultem em melhoria da qualidade de vida em todas as etapas do ciclo vital.

Objetivos que implicam a garantia do direito humano à alimentação e da segurança alimentar e nutricional.


O baixo consumo de frutas, legumes e verduras está entre os 10 principais fatores de risco associados à ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, por isso o incentivo ao consumo desses alimentos tem sido priorizado. A OMS estima que até 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas anualmente no mundo se o consumo desses alimentos fosse adequado. 

Frutas, legumes e verduras na alimentação diária substituem a comida com altas concentrações de gorduras saturadas, açúcar e sal e fornecem ao organismo componentes protetores como carotenoides, vitaminas antioxidantes, compostos fenólicos, terpenóides, esteroides, índoles e fibras. Alguns compostos em especial, os agentes quimio preventivos, exercem ação protetora específica contra o desenvolvimento do câncer.

Muitos desses compostos químicos podem ser sintetizados em laboratório, mas a maioria está disponível nos alimentos: a soja, por exemplo, contém as isoflavonas; o licopeno está pronto no tomate; a luteína, no espinafre; a quercetina, na maçã; o revesratrol, na uva; as antocianinas, nas frutas vermelhas, como cereja, framboesa, amora.


por Aída Tovar Six
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

15 Melhores alimentos vasodilatadores


Uma das maneiras de melhorar o desempenho durante os exercícios e acelerar a recuperação no pós treino é através do uso de vasodilatadores, substâncias que, como o próprio nome já diz, dilatam a parede dos vasos sanguíneos.

Você pode obter esse efeito através do uso de suplementos específicos ou então optar pelo consumo de alimentos vasodilatadores, que ajudam a aumentar o fluxo sanguíneo de maneira natural.

Confira para que servem e quais são alguns desses alimentos vasodilatadores que podem colaborar para uma melhora no desempenho durante e após a atividade física.

O que são Alimentos Vasodilatadores?
A vasodilatação pode ser definida como a expansão (relaxamento) dos vasos sanguíneos, condição que favorece o envio de mais nutrientes para os músculos durante os exercícios e na recuperação pós-treino.

Uma das maneiras de estimular naturalmente a vasodilatação é através de um aumento no consumo de arginina, aminoácido precursor do óxido nítrico (NO2). Sintetizado regularmente pelo organismo, o óxido nítrico dilata a parede das artérias e aumenta o transporte de oxigênio, glicose, aminoácidos e outros nutrientes pela circulação.

Como resultado, há um maior volume de sangue chegando até os músculos e com isso você consegue treinar com mais intensidade (já que haverá mais oxigênio disponível e a fadiga tende a ser diminuída) e irá se recuperar mais rapidamente após os treinos.

Para que servem os alimentos vasodilatadores?
Ok, você já sabe que servem para dilatar os vasos sanguíneos, mas qual a utilidade desses alimentos para quem está preocupado com a saúde e a boa forma?

Simples: alimentos que relaxam a parede dos vasos sanguíneos melhoram a circulação e estimulam a chegada de nutrientes até os músculos, criando um estado anabólico que favorece a recuperação e o ganho de massa muscular.

Isso significa que você poderá treinar por mais tempo antes da chegada da fadiga muscular, e seu intervalo de descanso – entre as séries e também entre um treino e outro – será reduzido.

Como aumentar seu consumo de NO2
Embora você possa aumentar seus níveis de NO2 através de suplementos esportivos, a melhor maneira de incorporar a substância à sua dieta ainda é através do consumo de alimentos vasodilatadores naturais, como algumas verduras e legumes.

Como a arginina, os flavonoides e os nitratos são dilatadores naturais, fizemos uma lista com alimentos ricos nestes nutrientes para que você possa aumentar seus níveis de NO2 de maneira natural e sem precisar recorrer a suplementos caros.

Confira então os melhores alimentos vasodilatadores para aumentar suas taxas de NO2 em circulação na corrente sanguínea:

1. Beterraba
A beterraba é um dos melhores alimentos vasodilatadores para você incluir na sua dieta, pois além de nutritiva é barata e de fácil utilização. A raiz avermelhada é fonte de nitratos e citrulina, um aminoácido necessário para a síntese de arginina, outro aminoácido que é precursor do óxido nítrico.

Estudos indicam que um aumento na concentração de óxido nítrico na circulação está diretamente ligado a um maior relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos, resultando em um maior aporte de nutrientes para os músculos.

Além do oxigênio necessário para a contração muscular durante os exercícios, um fluxo sanguíneo aumentado melhora a oferta de aminoácidos, vitaminas e minerais necessários para o processo de reconstrução das microlesões musculares.

Tomar um copo de suco de beterraba com água cerca de 30 minutos antes do treino poderá ajudá-lo a enviar mais nutrientes para os músculos, melhorando não só o desempenho durante as séries como também a recuperação no pós-treino.

Em um estudo desenvolvido com ciclistas pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, pesquisadores observaram que o consumo de suco de beterraba foi responsável por um aumento de até 16% na distância percorrida pelos atletas durante os treinos.

2. Alho
Além de ser um excelente anti-inflamatório natural, o alho também pode ser um dos melhores alimentos vasodilatadores. Um estudo publicado em 2010 na Bratislavske Lekarske Listy afirma que o alho é capaz de gerar pequenas quantidades de sulfeto de hidrogênio, e esse processo pode levar à vasodilatação e também a uma melhora nos níveis de colesterol.

Como os efeitos do alho são cumulativos, a recomendação é incluir o tempero de maneira regular na dieta.

3. Espinafre
Assim como a beterraba, o espinafre é uma excelente fonte de nitratos, compostos que também atuam como precursores do óxido nítrico. Quando você consome uma porção de espinafre, a saliva da boca converte os nitratos em nitritos, que por sua vez serão convertidos em óxido nítrico pela ação do ácido gástrico no estômago.

Esse NO2 resultante é então utilizado pelo corpo para expandir e relaxar as paredes dos vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue para os tecidos – entre eles, os músculos, tendões e ligamentos.

4. Chocolate Amargo
Os chocolates com teor de cacau acima de 70% são uma ótima fonte de flavonoides, compostos químicos que também são necessários para a produção de óxido nítrico. Os flavonoides encontrados no cacau favorecem a atuação da oxido nítrico-sintetase, uma enzima que atua na produção de NO2.

Portanto, quanto maior o consumo de flavonoides, maior será a atuação da enzima, o que por sua vez irá aumentar as taxas de NO2 na circulação, favorecendo a vasodilatação.

Outros alimentos vasodilatadores ricos em flavonoides incluem as frutas vermelhas, ameixa, couve, espinafre, brócolis e soja.

5. Nozes
As sementes oleaginosas são ótimas fontes de arginina, e portanto também estimulam a produção de óxido nítrico. Certifique-se de incluir na sua dieta de 3 a 4 porções semanais de alimentos como amêndoas, castanha de caju e semente de girassol.

6. Melancia
Saborosa e refrescante, a melancia é também um dos alimentos vasodilatadores mais práticos e fáceis de serem consumidos. Seja fresca ou batida com água e gelo, a melancia pode entrar no seu cardápio diário como fonte de citrulina, o aminoácido que, como já vimos, é convertido em arginina e eleva indiretamente os níveis de óxido nítrico na circulação.

Outros benefícios da melancia: é diurética, ajuda a regular a pressão arterial é ainda é fonte de vitamina C, betacaroteno e licopeno, antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres que são gerados no dia a dia e também através da prática de atividade física.

7. Salsão
A planta mais conhecida dos brasileiros como ingrediente principal do tradicional salpicão é também um excelente vasodilatador natural. Isso porque o salsão contém 3–n–butil-ftalida, um composto químico que regula a produção de prostaglandinas.

Na circulação, as prostaglandinas dilatam as paredes dos vasos, o que significa que consumir mais salmão pode ajudá-lo a melhorar a circulação sanguínea. Além de utilizar a planta na forma de salada e nas sopas, experimente também acrescentar salsão ao suco detox ou então fazer um chá com os talos e folhas.

8. Soja
A soja pode estimular a produção de ácido nítrico de duas maneiras distintas, já que é fonte tanto de flavonoides quanto de arginina. E para quem está interessado em hipertrofia muscular, vale lembrar que a soja contém proteínas de alto valor biológico e pode ser uma alternativa às fontes de proteína mais comuns e caras, como as carnes vermelha e de frango.

9. Banana
De acordo com a Harvard Medical School, as bananas fazem parte da lista de alimentos vasodilatadores porque são ricas em potássio, mineral que ajuda a dilatar as paredes dos vasos sanguíneos através de um aumento na eliminação de sódio através da urina.

E consumir uma banana 30-40 minutos antes do treino irá garantir que você tenha mais força e energia para suas séries, uma vez que a fruta fornece uma boa quantidade de carboidratos.

10. Pimenta vermelha
Sabe aquela sensação de calor e rosto avermelhado que algumas pessoas sentem logo após comer pimenta vermelha? Pois é, uma das explicações é o fato da especiaria ser termogênica e “esquentar” a parede dos vasos, fazendo com que estes se dilatem.

Neste caso, a capsaicina, ingrediente responsável pelos benefícios da pimenta, melhora o fluxo sanguíneo e estimula o envio de mais oxigênio e aminoácidos para as fibras musculares.

11. Carne e Laticínios
Nós já vimos que a L-arginina é precursora do NO2, e algumas das melhores fontes do aminoácido incluem as carnes vermelha e de frango, ovos, leite e queijos. Para melhorar a vasodilatação sem exagerar nas calorias, opte pela carne com baixo teor de gordura e laticínios light.

12. Gingko Biloba
Embora não seja um vasodilatador potente, o Gingko biloba estimula levemente a produção de NO2 e pode melhor o fluxo sanguíneo de maneira indireta, favorecendo a chegada de mais nutrientes para o tecido muscular.

Estudos indicam que o consumo regular de Ginko biloba é particularmente benéfico para a circulação cerebral, uma vez que melhora a clareza do raciocínio e pode estimular tanto a memória quanto o bem estar como um todo.

13. Alimentos ricos em niacina
Conhecida como vitamina B3, a niacina dilata a parede dos vasos e estimula o fluxo sanguíneo. Os alimentos com maior concentração de niacina incluem o atum, salmão, carne de frango e de peru, amendoim, cogumelo, ervilha, sementes de girassol e abacate, e todos eles são portanto alimentos vasodilatadores.

14. Guaraná
Rica em cafeína, a planta de origem amazônica tem efeito vasodilatador e pode ser utilizada para melhorar tanto a atenção e o foco como também o desempenho muscular durante os treinos.

Ao contrário dos demais alimentos vasodilatadores, no entanto, o guaraná deve ser utilizado com moderação, uma vez que a cafeína atua diretamente no sistema nervoso central e pode causar uma série de efeitos colaterais.

15. Aspargos
Ainda pouco consumido no Brasil, o aspargo entra na lista porque é uma excelente fonte ácido nicotínico, um dos precursores da vitamina B3 (niacina). E, como vimos anteriormente, a niacina tem o potencial de relaxar as paredes das veias e artérias, melhorando o fluxo sanguíneo.
Dica

Você já viu que são vários os alimentos vasodilatadores que você pode incluir na sua dieta. No entanto, para obter todos os benefícios desses alimentos sem exagerar, a dica é consumir uma porção de cada um deles todos os dias, sempre alternando entre todos os componentes da lista.

Ou seja: ainda que espinafre e beterraba sejam bons vasodilatadores, você não precisa consumir somente estes dois alimentos durante dias a fio. Exemplo: experimente consumir suco de beterraba no café da manhã, soja ou carne no almoço e melancia à tarde.

Na manhã seguinte comece o dia com um suco de salsão, seguido por um almoço com frango temperado com alho e um lanche da tarde composto por dois quadradinhos de chocolate amargo. E assim siga sucessivamente.

Vale a pena ressaltar que, como estes alimentos provocam vasodilatação, você poderá apresentar uma diminuição nos valores da pressão arterial. Caso já seja suscetível à pressão baixa, converse com seu médico antes de aumentar seu consumo de alimentos vasodilatadores.
Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite - (no G+)

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Receitas de leites vegetais e seus benefícios para a saúde

Receitas de leites vegetais e seus benefícios para a saúde - Foto: Pixabay

Nem todo mundo pode ou gosta de consumir o leite animal. Neste contexto, os leites vegetais têm ganhado espaço como uma ótima opção para quem deseja diminuir o consumo de leite de vaca, para as pessoas intolerantes à lactose, para quem deseja emagrecer e para os veganos.

Os leites vegetais são bebidas ricas em nutrientes benéficos à nossa saúde, como fibras e minerais.

Receitas de leites vegetais
Leite de aveia
A aveia é um cereal rico em cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B e fibras. Devido às suas propriedades, este alimento auxilia no controle da glicemia, protege o coração e a circulação contra a aterosclerose e facilita o correto trânsito intestinal.

Para preparar o leite de aveia, basta seguir a seguinte receita:

Ingredientes:
– Quatro xícaras de chá de água;

– Duas xícaras de aveia em flocos.

Modo de preparo:
Deixe o cereal de molho na água por uma hora, depois bata no liquidificador e coe. O leite de aveia pode ser consumido em até três dias.

Leite de quinua
A quinua (ou quinoa) é rica em proteínas, fibras, aminoácidos e vitaminas que ajudam na manutenção da boa saúde da visão e da pele.

Para preparar o leite de quinua, basta seguir a seguinte receita:

Ingredientes:
– Duas colheres de quinua;

– 250 ml de água.

Modo de preparo:
Ferva as duas colheres de quinua em 250 ml de água e, assim que levantar fervura, desligue e bata a mistura no liquidificador. Coe em uma peneira fina e consuma o leite em até 48 horas.

Leite de soja
A soja contém fósforo, magnésio, ferro, cálcio, cobre e vários aminoácidos essenciais. Além disso, tem baixo índice glicêmico, é fonte de vitamina do complexo B e possui doze vezes mais proteína do que o leite de vaca.

A receita para o preparo do leite de soja é a seguinte:

Ingredientes:
– Uma xícara de chá de soja;

– Água.

Modo de preparo:
Cozinhe uma xícara de chá de soja na água por cinco minutos e, em seguida, deixe de molho por oito horas. Após isto, bata no liquidificador com mais cinco xícaras de chá de água, coe na peneira fina e deixe cozinhar por 30 minutos em fogo baixo.

Leite de amêndoa
As amêndoas são fontes de importantes nutrientes como magnésio, cálcio, vitaminas do complexo B e aminoácidos. Confira a seguir a receita do leite de amêndoa:

Ingredientes:
-Um copo de amêndoas;

– Quatro copos de água.

Modo de preparo:
Deixe um copo de amêndoas de molho em quatro copos de água, pelo período de 24 horas. Escorra a água e reserve. Depois, bata no liquidificador acrescentando água aos poucos e peneire a mistura. O leite de amêndoa pode ser conservado na geladeira por até três dias após o seu preparo.

Dicas
Os leites vegetais podem ser tomados em sua forma pura ou podem ser adoçados com melaço, açúcar mascavo e outros. Eles também podem ser batidos com frutas como mamão, banana, maçã, abacate e abacaxi.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/
Por Débora Silva
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sete mudanças de hábito que contribuem para baixar o colesterol

Escolher peixe em vez de carne, por exemplo, pode mudar o rumo da doença

Embora a palavra colesterol tenha adquirido um sentido pejorativo, ele é um tipo de gordura indispensável para o funcionamento do nosso metabolismo e está presente em todas as células do corpo. O problema é que existem dois tipos de colesterol: o HDL, chamado comumente de bom colesterol, e o LDL, o colesterol ruim. Em excesso, este último pode gerar diversas complicações para a saúde cardiovascular, podendo até levar à morte. Para evitar esses problemas, o Minha Vida reuniu sete dicas de hábitos que ajudam a prevenir ou - para aqueles que já receberam o diagnóstico - controlar a doença. Confira:

Azeite de oliva - Foto Getty Images

Optar pelo azeite de oliva
Embora seja calórico, com recomendação diária máxima estipulada em duas colheres de sopa, o azeite de oliva não só ajuda a diminuir o mau colesterol (LDL) como ainda aumenta o bom colesterol (HDL), explica o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração (Hcor), de São Paulo. Isso ocorre graças aos antioxidantes, como as gorduras monoinsaturadas e a vitamina E presentes no alimento.

Mas, apesar de fornecer esses e outros benefícios, como a capacidade de controlar o diabetes tipo 2, o azeite não deve ser a primeira opção na hora de preparar alimentos fritos. Neste caso, o mais recomendado é usar o óleo de soja, uma vez que ele mostra mais resistência à formação de compostos tóxicos quando aquecido.

Trocar a carne por peixe
Para alguns, a associação entre peixes e ácidos graxos ômega 3 é imediata. Mas será que você sabe por que eles são tão bem-vindos na dieta? Um dos motivos é o fato de eles serem uma gordura boa, do tipo insaturada, que reduz, portanto, os níveis de colesterol e triglicérides do sangue.

Além disso, como completa o cardiologista, eles ainda evitam a formação de coágulos que podem obstruir vasos, podendo causar um infarto. Ácidos graxos ômega 3 estão presentes em peixes, como salmão, truta e atum, e em outros alimentos, como linhaça, nozes, rúcula e milho.

Praticar exercícios
"Praticar exercícios físicos regularmente é uma maneira eficaz de aumentar a queima de gordura corporal, reduzindo o mau colesterol (LDL)", aponta Daniel Magnoni. Treinos frequentes também atuam na perda de peso e no controle do diabetes e da pressão alta, problemas que muitas vezes acompanham quem está com colesterol alto. Resumindo: você melhora a sua saúde e, de quebra, ainda entra em forma.

Consumir mais fibras
Fibras não podem ficar de fora do cardápio de quem tem colesterol. Primeiro porque elas diminuem a absorção de gorduras pelo organismo, reduzindo o nível de LDL. "O outro motivo é o fato de elas aumentarem a excreção de colesterol na forma de bile", esclarece o especialista.

Assim, prefira alimentos integrais e consuma frutas com a casca, sempre que possível. Outro conselho é preferir a fruta em seu estado natural, pois, quando aquecida, ela perde parte de suas fibras.

Largar o cigarro
Fumantes naturalmente têm mais chances de ter problemas cardiovasculares do que os não adeptos ao tabagismo. No caso de quem tem colesterol alto, entretanto, o cigarro ainda age acelerando o aparecimento da aterosclerose, acúmulo de substâncias gordurosas no interior das artérias. Ou seja, os riscos de entupimento de um vaso ficam ainda maiores, aumentando a probabilidade de má circulação e até de um infarto.

Adicionar aveia às refeições
Embora a ingestão de fibras, em geral, seja benéfica para combater e controlar o colesterol, a aveia desempenha um papel de destaque na luta contra essa doença. Isso porque ela promove a sensação de saciedade por mais tempo, melhora a circulação, controla a quantidade de açúcar do sangue e ainda diminui a absorção de gordura pelo corpo, explica o cardiologista.

Tudo isso ocorre graças a uma fibra chamada beta glucana, presente nesse alimento. Melhor ainda é saber que a aveia pode ser adicionada a diversas refeições que incluem frutas, massas e até saladas, realçando seu sabor.

Escolher alimentos à base de soja
Os alimentos à base de soja podem não ter o mesmo sabor da carne original ou do leite, mas a verdade é que, se bem preparados, eles podem ser tão gostosos quanto quaisquer outros. E mais: eles não só combatem o colesterol ruim como ainda aumentam o colesterol bom, conta Daniel Magnoni.

A soja também ajuda a controlar problemas hormonais em mulheres na menopausa e ainda criam uma barreira no organismo contra infecções. Use a criatividade e prepare refeições ricas nesse alimento.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/13642-sete-mudancas-de-habito-que-contribuem-para-baixar-o-colesterol
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

10 alimentos fonte de cálcio que não contém leite

Nutriente é fundamental para a saúde dos ossos e em processos de coagulação

Quando se fala em cálcio, instantaneamente nos lembramos do leite. Não é à toa. Ele é a principal fonte desse nutriente em nossa dieta. Vale lembrar, entretanto, que não é a única e aqueles que sofrem de alergia ao leite ou intolerância à lactose devem ficar atentos a isso. Mas, afinal, por que ele é tão importante? Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, o cálcio é fundamental, entre outras funções, para a formação da massa óssea, para a coagulação sanguínea e para a contração muscular. Ele explica também que a necessidade diária desse mineral varia conforme a idade, chegando a 1.200 miligramas por dia após os 50 anos. Para garantir o consumo recomendado, portanto, listamos outras boas fontes de cálcio que não contém leite:

Tofu - Foto Getty Images

Tofu
De acordo com o nutrólogo Roberto, o tofu apresenta maior quantidade de cálcio do que o leite. Enquanto 100 g de leite contém 100 mg de cálcio, em 100 g de tofu há 159 mg de cálcio. O problema, segundo o especialista é a biodisponibilidade. "Absorvemos melhor o cálcio de alimentos de origem animal do que os de origem vegetal", explica, Mesmo assim, esse derivado da soja é uma boa fonte do nutriente, assim como é rico em proteínas, fósforo e magnésio. Para completar, ele ainda oferece poucas calorias: apenas 70 kcal em 100 g.

Brócolis
O brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g, mas consumido desta maneira diminui a eficiência da tireoide, podendo até levar a um quadro de hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se ingerir o alimento cozido ou no vapor. "Ao submetê-lo ao cozimento, entretanto, ele perde cerca de 70% da quantidade inicial de cálcio, enquanto que, no vapor, ele perde cerca de 25% da quantidade inicial do nutriente", explica o nutrólogo Roberto. Prefira, portanto, consumir o brócolis no vapor e aproveite outros nutrientes, como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

Sardinha
"A sardinha, assim como outros peixes de água fria, é conhecida por ser fonte de uma gordura boa para o coração: o ômega 3", afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Atual Nutrição, em São Paulo. Mas o alimento, que pode ser consumido assado, grelhado ou até em patê, também é rico em cálcio. Cada 100 g de sardinha oferece 500 mg do mineral. O peixe também é um alimento de fácil digestão e altamente recomendado para atingir as recomendações diárias de ingestão das vitaminas A e D.

Espinafre
Alimento antioxidante e fonte de fibras, o espinafre também é rico em cálcio. Cada 100 g do vegetal contém 160 mg do nutriente. "Outra característica do espinafre é o alto teor de ferro que faz com que ele seja bastante indicado a pessoas que sofrem de anemia ferropriva", aponta a nutricionista Cátia. A hortaliça pode ser consumida sozinha em saladas ou lanches simples ou cozido.

Semente de gergelim
A semente de gergelim costuma ganhar destaque por atuar como coadjuvante na perda de peso graças a alta concentração de fibras, conhecidas por proporcionar saciedade. Entretanto, outros nutrientes, como o cálcio, também podem ser encontrados na semente: 400 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. Nutricionistas também a recomendam para regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides.

Soja
Alimento inseparável dos vegetarianos, a soja também se mostrou importante na dieta de mulheres na menopausa. "As isoflavonas, espécie de hormônio vegetal, nela presentes ajudam a diminuir as ondas de calor e outras alterações típicas dessa fase da vida feminina", explica o nutrólogo Roberto. O vegetal também é rico em cálcio, apresentando 90 mg do mineral a cada 100 g. Sua versão em farinha ou leite, entretanto, apresentam o nutriente em maior concentração. São 280 mg de cálcio a cada 100 g de farinha ou leite de soja.

Linhaça
Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio, mas, segundo o nutrólogo Roberto, é recomendado ficar atento a esse alimento por ser altamente calórico. Essa mesma quantidade oferece cerca de 490 calorias. "A linhaça também é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares", diz a nutricionista Cátia.

Grão de bico
"Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos da soja, exceto pela isoflavona", aponta o nutrólogo Roberto. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Aveia
Por não ser cara e oferecer maior quantidade de fibras dentre os cereais, a aveia não costuma ficar de fora do cardápio de quem está de dieta. "Um benefício de destaque do alimento, entretanto, é a diminuição do colesterol ruim (LDL)", lembra a nutricionista Cátia. O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos e misturado com mingau ou frutas.

Chia
Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia não podia ficar de fora da lista. Cada 100 g do alimento contém 556,8 mg do mineral. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16122-10-alimentos-fonte-de-calcio-que-nao-contem-leite
por Laura Tavares
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Aposte no cardápio que espanta os sintomas da menopausa

Soja, peixes e aveia estão entre os alimentos que não podem ficar de fora

Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia, irritabilidade, entre outros sintomas, são característicos do período. O que caracteriza o período é a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, que costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos de idade. "Esses desconfortos podem fazer da menopausa uma das fases mais difíceis para a mulher nos campos emocional e físico. Mas uma dieta equilibrada e suplementos alimentares aliviam os sintomas", afirma a nutricionista Daniela Jobst.

Confira a seguir os alimentos que não podem ficar de fora do cardápio durante a menopausa. A nutricionista Daniela Cyrulin dá uma dica pontual para diminuir o calorão. "Tome uma xícara de chá feito com o galho de frutas vermelhas, como de amoras", recomenda.

Soja - Foto: Getty Images

Soja apaga o fogaréu
Os efeitos da soja no organismo das mulheres que enfrentam a menopausa, por exemplo, são bem conhecidos. Isso porque ela é rica em isoflavona, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas do fim da fertilidade por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais.

Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal. Três colheres de sopa de soja cozida ou uma fatia de tofu equivalem a 50 miligramas de isoflavonas, quantidade diária mínima para os efeitos aparecerem.

"O consumo das isoflavonas presentes na soja diminui a intensidade e a frequência dos calores, da sudorese, das irritações e até da insônia, sintomas típicos da menopausa", afirma a nutricionista Tarsia Tormena, da Unifesp.

Cálcio contra a osteoporose
Muitas mulheres sofrem de osteopenia, que significa a diminuição da densidade mineral dos ossos, e devem se prevenir contra a osteoporose. "Pra isso, devem-se ingerir alimentos ricos em cálcio, tais como leite e derivados, nabo, brócolis, folhas de mostarda e sardinha", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo.

A especialista também alerta para o cuidado na hora de consumir alimentos que dificultam ou diminuem a absorção do cálcio na mesma refeição, como os ricos em cafeína (café, chá preto e mate) ou os ricos em ferro (carne, frango, feijão). "Se comer carne no almoço, por exemplo, prepare um purê de batata sem leite", sugere.

Magnésio contra a irritação
Alimentos ricos em magnésio também são essenciais. A deficiência deste mineral no organismo resulta em fadiga e carência de enzimas envolvidas na produção de energia. Prova disso é que uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Inglaterra mostrou que os níveis deste mineral são mais baixos em pessoas que sofrem de depressão. As oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas) e peixes, como atum e salmão, são ricos nesse mineral.

Sardinha e aveia reduz a fadiga
Estes alimentos são ricos numa substância chamada coenzima Q10, um antioxidante que está envolvido com o processo de produção energética no nosso organismo. "A coenzima Q10 diminui seus níveis com a idade, e a suplementação desta, aumenta a energia, reduz fadiga, além de melhorar sistema imunológico e a textura da pele", explica a nutricionista Daniela Jobst.

Para diminuir o inchaço, diminua o sódio
Para reduzir as quantidades de sódio da alimentação, não basta somente diminuir o sal na comida, mas também diminuir a ingestão de produtos enlatados, conservas e industrializados. "Faça seu próprio molho de tomate em casa e se escolher for consumir conservas, como atum, azeitonas ou palmito, enxague-os em água antes de comer", recomenda a nutricionista Daniela Cyrullin.

Chá branco combate o acúmulo de gordura
O chá branco, mais rico em catequinas que o chá verde, tem um efeito antioxidante aumentado, potencializando funcionamento hepático, eliminação de toxinas do organismo e normalização de lipoproteínas (lavacolesterol). Suas substâncias antioxidantes também aumentam o metabolismo basal, auxiliando no controle do acúmulo de gordura visceral.

fonte:http://yahoo.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/14043-aposte-no-cardapio-que-espanta-os-sintomas-da-menopausa/
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Soja preta queima gordura e previne doenças cardiovasculares

Conheça todos os benefícios dessa variação do grão tão famoso

Que a soja acrescenta diversos benefícios a nossa saúde, todos sabemos. Mas agora é possível aproveitar todas as proteínas, fibras e as isoflavonas tão conhecidas desse grão com alguns benefícios a mais - basta procurar por outra cor. Muito comum na Ásia, a soja preta é igualzinha a amarela por dentro, se distinguindo apenas pela casquinha escura que recobre o grão. E é nessa proteção que reside boa parte das novidades da soja preta para a nossa saúde. Por não ser muito diferente da soja que já conhecemos, sua recomendação de consumo diária é a mesma - duas colheres de sopa por dia, aproximadamente. "Ela pode ser consumida crua, em saladas, patês, sopas e até cozida da mesma forma que o feijão, inclusive nas mesmas medidas", diz a nutricionista Maria Elisa Yaemi Jo, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Aqui no Brasil é mais fácil encontrar a soja preta em forma de farinha, que também apresenta os mesmos benefícios e pode ser consumida da mesma maneira, podendo inclusive ser acrescentada em sucos e iogurtes. Confira as novidades que a soja preta oferece:


Elimina a barriga
A soja preta possui um arsenal de combate às gordurinhas - pelo menos é o que afirma um estudo feito pela Universidade Católica da Coreia do Sul. O trabalho, que foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, mostra que as antocianinas, fitoquímico que confere o pigmento escuro à soja preta, é capaz de agir nas células que armazenam gorduras em nosso corpo e favorecer o emagrecimento. "A antocianina ajuda na produção de uma substância que queima a gordura armazenada nessas células, levando ao emagrecimento", afirma a nutricionista Maria Elisa Yaemi Jo, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Além disso, a soja preta também é rica em fibras, e sua digestão reduz a produção de insulina. "Além de regular as quantidades de glicose no seu sangue, a insulina também é responsável por impedir que a gordura abdominal seja quebrada com eficiência", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Dessa forma, quanto menos insulina seu corpo produzir de uma vez, mais fácil será queimar a gordura acumulada no abdômen.

Previne doenças cardiovasculares
De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, as antocianinas presentes na soja preta impedem que o colesterol em nosso sangue sofra uma oxidação. "Quando o colesterol oxida, ele ganha o poder de obstruir os vasos sanguíneos, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares, como hipertensão e derrames", aponta o especialista.

Ajuda no tratamento do diabetes
São vários os mecanismos da soja preta que ajudam no tratamento e prevenção do diabetes, a começar pelo seu alto teor de fibras, que controla os níveis de glicose do sangue, evitando picos de insulina e ajudando no controle do diabetes. "Além disso, o acúmulo de gordura abdominal é um dos fatores de risco para diabetes, a redução proporcionada pelas antocianinas também ajudaria na proteção contra a doença", diz a nutricionista Maria.

Fórmula antirrugas
"Tanto a soja preta quanto a amarela são ricas em antioxidantes chamados de fitoesteróis, porém a versão escura contém de cinco a sete vezes mais dessa substância", diz o nutrólogo Roberto Navarro. Esses antioxidantes são importantes aliados na prevenção do envelhecimento precoce, sendo seus brotos inclusive utilizados na fabricação de cremes para rugas na Ásia e Europa. "Mas a ingestão da soja preta também é eficiente para aproveitar seus benefícios para a pele", diz a nutricionista Maria.

Protege do câncer
Uma outra pesquisa, desenvolvida também pela Universidade Católica da Coreia do Sul e publicada no US National Library of Medicine, demonstrou que as antocianinas podem ser capazes de desenvolver uma importante ação no combate ao câncer. De acordo com os cientistas, as antocianinas podem induzir as células cancerosas a se autodestruírem. "Os antioxidantes abundantes na soja preta também ajudam na destruição dos radicais livres, substâncias presentes em nosso corpo relacionadas a um maior risco de câncer."

Atua na saciedade e no funcionamento do intestino
Por ser uma boa fonte de fibras, a soja preta estimula a mastigação e diminui o esvaziamento gástrico, ajudando na saciedade. Além disso, as fibras também ajudam na produção de bactérias benéficas para o intestino, estimulando o desenvolvimento da flora intestinal e melhorando o funcionamento do órgão, prevenindo problemas como prisão de ventre.

Conserva melhor os nutrientes
O nutrólogo Roberto explica que esse pigmento preto que reveste a soja forma uma espécie de casca no grão, o que ajuda a conservar melhor seus nutrientes quando ela é cozida ou assada, por exemplo. "Portanto, ela se torna uma opção melhor do que a soja amarela se a intenção for incluir em receitas quentes, como feijoada ou sopas", diz o especialista.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16127-soja-preta-queima-gordura-e-previne-doencas-cardiovasculares
por Carolina Gonçalves
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Oito alimentos negros que você deve incluir na dieta

Embora não seja atrativa na panela, cor pode turbinar sua dieta

No mundo na moda, a cor preta é conhecida por ser básica, clássica, indispensável em qualquer guarda-roupa. Entretanto, na cozinha, essa cor costuma ter um peso negativo, indicando que um alimento não está fresco - mas essa associação está prestes a mudar. Existem frutas, cereais e leguminosas com essa coloração tão características e que escondem diversos benefícios. Por exemplo, o arroz negro é menos calório e tem mais fibras que o arroz integral que costumamos comprar. Em alguns casos, a cor intensa indica que aquele alimento possui uma alta concentração de determinado nutriente, como antioxidantes. Conheça esse novo cardápio e veja por que o preto é o novo verde da culinária saudável:


Feijão preto
Muito comum no prato dos brasileiros, o feijão preto é rico em magnésio e tem mais fibras que qualquer outro tipo de feijão. "Quando comparamos com o tipo carioca, o feijão preto ganha também em quantidade de ferro, sendo importante na alimentação diária para combater a anemia", afirma a nutricionista Tatiana Branco, da Nutri Action Assessoria e Consultoria Nutricional. Além disso, quando consumido junto com o arroz, o feijão preto se torna uma proteína de alto valor biológico, já que o arroz contém nutrientes que ajudam na absorção das proteínas vegetais contidas na leguminosa.

Soja preta
Apesar de não ser muito diferente da soja amarela em quantidade de nutrientes, a soja preta tem um ponto de destaque - ela é rica em antioxidantes, principalmente as antocianinas. "Elas consideradas o maior e o mais importante grupo de pigmentos solúveis em água, encontrada em plantas e amplamente consumidas em vegetais, frutas e vinho tinto", explica o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo. As antocianinas, bem como outros flavonoides, protegem nosso organismo de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, inflamações, infecções virais e obesidade. De acordo com uma tese da bromatóloga Diana Figueiredo de Rezende, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), a soja preta apresentou atividade antioxidante 50 a 70% maior que a amarela.

Lentilha preta
Mais comumente encontrada na Ásia, a lentilha preta é uma excelente fonte de proteínas, além de rica em fibras, ferro e ácido fólico, fundamental na formação neurológica durante a gestação. "A lentilha preta não apresenta grandes diferenças em relação às lentilhas de outras colorações", explica a nutricionista Tatiana. Entretanto, seus benefícios já valem para dar uma cor nova ao seu cardápio.

Gergelim preto
O preto tem mais vitamina A e cálcio que a variedade creme, além de compostos fenólicos. "Esses compostos tem a capacidade de sequestrar radicais livres e constituem fonte de antioxidantes naturais, sendo que a capacidade do gergelim preto é significativamente maior", explica o nutricionista Israel. Além disso, o gergelim preto tem um valor calórico menor, quando comparado com sua variedade mais clara.

Chá preto
"O chá preto tem as mesmas propriedades de uma xícara de café", declara a nutricionista Tatiana. Dentre as variedades de chá, o preto é o mais rico em cafeína, por isso não deve ser tomado muito tarde para não interferir no sono. Por ser uma substância vasodilatadora, a cafeína do chá preto pode dificultar o acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos. "A melhor forma de fazê-lo é esquentar a água até iniciar a fervura e apagar o fogo, colocar a erva na água deixando descansar por cinco minutos com uma tampa abafando o recipiente", explica o nutricionista Israel. "O ideal é a bebida ser tomada entre as refeições - quente ou fria - e seu consumo deve ser feito logo após o preparo, pois ele pode perder suas propriedades", completa a nutricionista Tatiana.

Arroz negro
Ele não é muito comum em nossa mesa por conta do preço mais salgado, mas você poderia considerar consumi-lo de vez em quando. "A versão escura do arroz tem 20% a mais de proteínas e 30% mais fibra em relação ao integral", ressalta a nutricionista Tatiana. Com um sabor exótico, o arroz negro tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos e substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e câncer.

Jabuticaba
"Ainda que preliminares, estudos afirmam que a jabuticaba é rica em polifenois, incluindo antocianinas, flavonoides, acido fenólico e taninos", afirma o nutricionista Israel. Essa composição é muito parecida com a das uvas, e seu principal benefício é retardar o envelhecimento celular, combatendo os radicais livres. Uma porção de jabuticabas corresponde a sete unidades, sendo um ótimo lanche da tarde ou mesmo uma sobremesa.

Amora
Poderoso antioxidante, a amora tem alta concentração de polifenois e vitamina C. "Uma porção de amora (100g) possui de 8 a 27 mg de polifenois e 13 mg de catequinas, sendo ótimos aliados contra o envelhecimento celular", explica a nutricionista Tatiana. Mas as amoras oferecem muito mais do que a 39ª posição de alimentos com maior poder antioxidante. "Ela possui um composto chamado 4-4-hidroxifenilbutano, que tem estrutura química semelhante ao da capsaicina e sinefrina, ambos adjuvantes no processo de diminuição do percentual de gordura corporal", afirma o nutricionista Israel. Ainda que este benefício não esteja 100% comprovado, estudos indicam que esse composto pode sim trazê-lo ao nosso organismo.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16688-oito-alimentos-negros-que-voce-deve-incluir-na-dieta
por Carolina Gonçalves
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