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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Isto não tem preço: uma colherinha por dia recupera a memória, protege as artérias e elimina a impotência!



Vamos falar agora de uma raiz muito especial. E mais do que isso: vamos ensinar como consumi-la corretamente.

O ginseng é um milenar remédio natural. Ele tem a aparência de um ser humano em miniatura e é reconhecido mundialmente como um grande energizante. A raiz pode ser encontrada em farmácias, lojas de produtos naturais ou em mercados de alimentos saudáveis. É possível também adquiri-lo na internet, mas é preciso ter cuidado: é muito comum a falsificação dele.

Algumas das virtudes de ginseng são:

– Fornece vitamina B1, B2, E e C, ferro, manganês e cálcio
– É um anti-inflamatório natural
– Melhora a circulação sanguínea
– É um protetor das artérias
– Melhora a memória e previne a perda progressiva dela
– Dissolve coágulos sanguíneos
– Alivia dores de cabeça
– Estimula o cérebro e previne a ocorrência de microinfartos no órgão

O ginseng também é usado para melhorar a concentração. Pode ajudar no tratamento de depressão, ansiedade, estresse e melhorar o humor. Além disso, ajuda em casos de doença de Alzheimer de demência senil. Mas não acabou: a raiz pode ser a solução natural para a impotência sexual masculina. Um estudo, na Coreia do Sul, feito em mais de cem homens diagnosticados com o problema, mostrou que um medicamento natural à base de ginseng pode combater a disfunção erétil em algumas semanas.

Neste novo estudo, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, selecionaram 119 homens com disfunção erétil moderada. O grupo foi dividido em dois: metade tomou quatro comprimidos de extrato de ginseng por dia e a outra parte tomou placebo. Depois de oito semanas, os pesquisadores observaram melhora usando a escala conhecida como Índice Internacional de Disfunção Erétil. Os resultados, publicados na Revista Internacional de Pesquisa em Impotência, mostraram uma melhora significativa na função sexual do grupo que tomou ginseng.

No relatório, os pesquisadores disseram que o extrato de ginseng melhorou todos os aspectos da função sexual. Tudo isso mostra que o ginseng é uma boa alternativa para melhorar a vida sexual dos homens. Recomenda-se, no caso de suplementos, 120mg por dia em três doses divididas de 40mg.

Não se pode, porém, exagerar. Doses muito altas de ginseng podem levar à hiperatividade e à insônia.
Além disso, deve-se evitar o consumo perto da hora de dormir. Também não é recomendado o consumo por crianças e adolescentes.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Limão e gengibre - Limonada de gengibre para regular a pressão arterial e prevenir infarto


O suco de limão com gengibre é um excelente diurético natural que ajuda a diminuir a pressão arterial.

Além de ser muito rico em potássio, quando se mistura o limão com o gengibre tem ação vasodilatadora, e esse relaxamento das veias ajuda as artérias a dilatar, fazendo que o sangue flua melhor e com menor pressão. Já o alho tem ação antitrombótica, ajudando a diminuir a probabilidade de formação que coágulos de sangue prevenindo não só as tromboses como também problemas graves, como infarto ou AVC, por exemplo.

Devido à grande ação vasodilatadora do gengibre, o efeito de alguns medicamentos utilizados no tratamento da pressão arterial pode ser potenciado, baixando em excesso a pressão arterial. Dessa forma, antes de utilizar este remédio natural é importante consultar o cardiologista ou o médico que está orientando o tratamento.

Ingredientes
3 limões
1 dente de alho
1 copo de água
1 colher (de sopa) de gengibre
Mel a gosto

Modo de preparo
Retirar todo o suco de limão com a ajuda de um espremedor e triturar os dentes de alho e o gengibre. Depois adicionar todos os ingredientes no liquidificador, bater bem e adoçar a gosto com o mel.
Este suco deve ser ingerido cerca de 3 vezes por dia, no intervalo das refeições.
Além deste suco, os alimentos diuréticos também ajudam a baixar a pressão alta.

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terça-feira, 6 de junho de 2017

Anvisa proíbe lotes de medicamento contra infarto e AVC

Irregularidades nos lotes do medicamento genérico bissulfato de clopidogrel 75mg foram comunicados pela empresa fabricante Actavis Farmacêutica

Os lotes suspensos do medicamento bissulfato de clopidogrel 75mg têm validade de agosto de 2017 a novembro de 2018. (Thinkstock/VEJA/VEJA)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e comercialização em todo o país de lotes do medicamento genérico bissulfato de clopidogrel 75mg fabricada pela empresa Actavis Farmacêutica. Em resolução publicada nesta segunda-feira, a agência comunicou que os 45 lotes do produto mostraram resultados laboratoriais insatisfatórios, apresentando possível risco à saúde.

O medicamento em questão age na prevenção de infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com a Anvisa, a própria empresa fabricante alertou sobre os desvios nos testes de qualidade e comunicou recolhimento voluntário. Os lotes suspensos do medicamento bissulfato de clopidogrel 75mg comprimido revestido em blíster de alumínio plástico incolor são das versões com 14, 28 e 100 unidades e têm validade de agosto de 2017 a novembro de 2018.

Confira os lotes suspensos

Bissulfato de Clopidogrel 75mg comprimido revestido em blíster de alumínio plástico incolor com 100 unidades:

12256 Ago/17
12265 Ago/17
12323 Ago/17
12432 Out/17
12444 Out/17
12497 Dez/17
12645 Jan/18
12646 Jan/18
12678 Jan/18
12775 Mar/18
12776 Mar/18
12434 Out/17
12915 Mai/18
12916 Mai/18
13037 Jul/18
13090 Jul/18
13178 Jul/18
13179 Jul/18
13375 Nov/18
13416 Nov/18
13417 Nov/18
12255 Ago/17
12567 Out/17
12585 Out/17

Bissulfato de Clopidogrel 75mg comprimido revestido em blíster de alumínio plástico incolor com 28 unidades:

12486 Out/17
12496 Dez/17
12677 Jan/18
12754 Mar/18
12774 Mar/18
23798 Mar/18
12845 Mar/18
12872 Mar/18
12914 Mai/18
12928 Mai/18
13004 Mai/18
13005 Mai/18
13087 Jul/18
13089 Jul/18
13256 Jul/18
13180 Jul/18
13181 Ago/18
13366 Out/18
13379 Nov/18
13415 Nov/18
Bissulfato de Clopidogrel 75mg comprimido revestido em blíster de alumínio plástico incolor com 14 unidades:

12322 Ago/17

Posicionamento da empresa

A empresa fabricante não foi localizada até o fechamento desta nota.

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Este simples truque pode salvar a vida de quem está tendo um derrame!


Uma agulha pode salvar a vida de um paciente que está tendo um acidente vascular cerebral (AVC), o popular derrame.Isso é o que garante uma técnica herdada da milenar medicina chinesa.

Tem muito artigo por aí na internet dizendo que esta técnica não funciona, que é um absurdo, uma mentira.

No entanto, esses artigos foram escritos por pessoas sem nenhum conhecimento sobre medicina chinesa.

A sangria periférica é um dos mais antigos procedimentos de um dos ramos da medicina chinesa - a acupuntura.

Para um ocidental não iniciado, esta terapia pode parecer estranha e sem fundamento.

Mas o agulhamento em pontos periféricos do corpo (como os dedos) é explicado como um método de se ajustar o fluxo de qi nos vasos.

Os estudiosos da medicina chinesa acreditam que algumas gotas de sangue saindo de um ou mais pontos periféricos têm efeitos significativos.

Enfim, antes de criticar, leia, estude, e não se baseie na medicina ocidental.

Esta técnica pertence a outra medicina, muito mais antiga e com mais de 5 mil anos.

Além do mais, não é para substituir o auxílio médico.

É para usar enquanto esse auxílio não chega.

E que mal fará um simples furo de agulha nos dedos?

Quando alguém está sofrendo um acidente vascular cerebral, são necessários primeiros socorros de emergência.

Deve-se procurar um médico imediatamente.

Enquanto o auxílio não chega, estas dicas herdadadas da antiga medicina chinesa podem ajudar:
1. Segure a agulha no fogo para esterilizá-la e usá-la para picar a ponta de todos os 10 dedos.

Não há necessidade de perfurar um ponto específico (como na acupuntura); deve-se fazer apenas um furinho a poucos milímetros da unha.

2. Realize os furos de modo que o sangue saia.

3. Se o sangue não começar a sair, aperta a área para que ele possa fluir.

4. Quando todos os 10 dedos começarem a sangrar, espere alguns minutos e você vai ver que a vítima pouco a pouco melhorará.

5. Se a boca da vítima estiver deformada ou torcida, massageie as orelhas dela até que fiquem vermelhas, para que o sangue possa chegar a elas.

6. Em seguida, fure a parte mais macia das orelhas com a agulha, até cair duas gotas de sangue de cada uma.

Poucos minutos depois, a boca não estará mais deformada.

7. Mesmo a vítima retornando ao normal, leve-a para ser atendida e examinada em uma emergência.

Esta técnica, apesar de tão simplória, é muito séria, pois vem de uma medicina com mais de 5 mil anos de existência.

Mas, repetimos, é para ser usada em casos de suspeita de derrame apenas enquanto o atendimento médico não chega.

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Tipo sanguíneo está relacionado a risco de infarto, indica estudo

Pessoas com sangue do tipo A, B e AB têm mais chances de sofrerem doenças do coração do que as com tipo sanguíneo O

Pessoas com sangue do tipo O teriam risco menor de problemas cardíacos (IStock/Getty Images)

Cientistas identificaram que pessoas com o tipo sanguíneo A, B ou AB têm 9% mais chances de sofrerem acidentes cardiovasculares do que pessoas com o sangue do tipo O. A pesquisa foi apresentada no último domingo, no IV Congresso Mundial de Insuficiência Cardíaca Aguda, organizado pela Sociedade Europeia de Cardiologia, e ainda será publicada em uma revista científica. Segundo a cientista Tessa Kole, da University Medical Centre Groningen, na Holanda e líder do estudo, como a evidência apareceu em estudos de caso, é necessário que se façam maiores pesquisas sobre o tema. “Se a relação de causa for confirmada, ela pode ter implicações importantes para a medicina personalizada”, disse Tessa, em menção ao modelo médico que leva em conta o contexto genético de cada paciente.

Na pesquisa foram analisados os dados de mais de 1,3 milhão de pacientes descritos em nove estudos publicados anteriormente, com 23 mil ocorrências e fatalidades cardiovasculares, como infarto do miocárdio (ataque cardíaco), doença arterial coronariana, cardiopatia isquêmica e insuficiência cardíaca. Correlacionando a incidência das ocorrências com os tipos sanguíneos, de maneira proporcional, os cientistas identificaram que pessoas que não tem o sangue do tipo O são mais propensas a desenvolverem doenças do coração.

A equipe ainda não identificou elo exato entre o tipo sanguíneo e o risco de acidentes cardiovasculares, mas possíveis explicações estão sendo estudadas. Uma delas é que tipos sanguíneos A, B e AB têm maiores concentrações de uma proteína de coagulação relacionada a trombose, chamada de Fator de von Willebrand e de uma proteína ligada a inflamação, a Galectin-3.

Tipo sanguíneo
O tipo sanguíneo é determinado pelo conjunto de anticorpos e antígenos presentes nas células do sangue. Essa característica é genética, sendo formada pela combinação entre os tipos sanguíneos do pai e da mãe. Pesquisas anteriores já indicavam uma relação entre tipos sanguíneos e doenças. Em 2012, um estudo identificou que pessoas com sangue do tipo A têm são mais suscetíveis a infecções por rotavírus. Em 2013, cientistas descobriram que ter sangue A, B ou AB pode aumentar em até 20% o risco de desenvolver trombose. Em 2015, verificou-se que pessoas com sangue do tipo O estão mais protegidas contra o Alzheimer.

“No futuro, o tipo sanguíneo deve ser considerado na avaliação de risco para a prevenção cardiovascular, assim como o colesterol, idade, sexo e pressão arterial. Pode ser que as pessoas do grupo sanguíneo A devem ter um limiar de tratamento inferior para hipertensão, por exemplo. Precisamos de mais estudos para validar se o excesso de risco cardiovascular em portadores de grupos sanguíneos A, B e AB pode ser passível de tratamento”, afirmou a pesquisadora Tessa Kole.

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Anti-inflamatórios aumentam risco de infarto, diz estudo

Segundo estudo, o uso do ibuprofeno aumenta o risco de parada cardíaca em 30%, enquanto o consumo do diclofenaco pode aumentar a incidência em 50%

Anti-inflamatórios podem aumentar o risco de doenças cardíacas quando ingeridos em grandes doses (iStock/Getty Images)

Um novo estudo publicado recentemente pela revista científica European Heart Journal apontou que medicamentos utilizados para combater dores e inflamações podem colocar em risco a saúde do coração. A pesquisa apontou que o uso dos anti-inflamatórios não-esteroides, conhecidos pela sigla AINEs, diclofenaco e ibuprofeno está associado a um aumento no risco de infarto.

Não é a primeira vez que essa categoria de remédios é relacionada à ocorrência de eventos cardíacos graves. Em setembro passado, outro levantamento associou os AINEs a um risco aumentado de insuficiência cardíaca. Para o estudo atual, os pesquisadores analisaram as paradas cardíacas registradas na Dinamarca em um período de nove anos, entre 2001 e 2010. Do total de 29 mil pessoas que sofreram uma parada cardíaca, 3 mil delas haviam utilizado um anti-inflamatório desse tipo até 30 dias antes do ataque — o que equivale a 12% do total. O levantamento mostrou que os mais consumidos naquele país antes do evento cardiovascular eram o ibuprofeno (51%) e o diclofenaco (21%).

O estudo apontou ainda que o aumento do risco de parada cardíaca com o uso do ibuprofeno supera os 30%, enquanto o uso do diclofenaco pode aumentar a incidência em 50%. Os especialistas alertam que aqueles que têm diagnóstico de doença cardiovascular, como hipertensão, devem ter cuidado redobrado.

“Permitir que esses medicamentos sejam adquiridos sem receita médica e sem qualquer conselho ou restrição envia uma mensagem ao público que eles estão seguros”, disse Gunnar Gislason, coautor do estudo em uma nota reproduzida pela Sociedade Europeia de Cardiologia. “Nosso estudo reforça a evidência de efeitos cardiovasculares adversos dos AINEs e confirma que eles devem ser levados à sério e usados apenas após consulta com um profissional de saúde”.

De acordo com a bula do ibuprofeno, “dados epidemiológicos sugerem que o uso de ibuprofeno, particularmente na dose mais alta (2400 mg diariamente) e em tratamento de longa duração, pode estar associado a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos (trombose) com infarto do miocárdio ou derrame”. E adiciona: “estudos epidemiológicos não sugerem que doses baixas de ibuprofeno (menos que 1200 mg diariamente) estejam associadas com o aumento do risco de eventos trombóticos (tromboses) arteriais, particularmente infarto do miocárdio”.

Na bula do diclofenaco, a fabricante também aponta que o medicamento não é indicado para quem tem doenças cardiovasculares e que pacientes de risco devem ter acompanhamento médico. “Se você tiver doença no coração estabelecida ou nos vasos sanguíneos (também chamada de doença cardiovascular, incluindo pressão arterial alta não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquêmica cardíaca estabelecida, ou doença arterial periférica), o tratamento com diclofenaco sódico geralmente não é recomendado.”

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terça-feira, 7 de março de 2017

Pílula anticoncepcional e risco cardiovascular

Apesar da baixa dosagem hormonal, as pílulas anticoncepcionais ainda aumentam o risco de problemas cardiovasculares

Pílula anticoncepcional (iStockphoto/Getty Images)

As primeiras “pílulas” anticoncepcionais surgidas em 1960 continham dosagens de hormônios até dez vezes maiores que as atuais. Mas, mesmo as novas “pílulas” de baixas dosagens ainda despertam preocupação por seus efeitos adversos.

O estrogênio pode afetar a coagulação, aumentado o risco de tromboses. O derivado de progesterona, também utilizado na fórmula da “pílula”, potencializa esse risco, além de provocar o crescimento de varizes, podendo levar a tromboses nas pernas e até embolia no pulmão. Embora infrequentes, há também algum risco de acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio. Os contraceptivos orais podem ainda aumentar a pressão arterial ou agravar uma hipertensão preexistente. Tudo depende da predisposição de cada mulher.

Muitas “pílulas”, além do poder contraceptivo, aliam benefícios como a melhora da acne e das dores de cabeça, redução de pelos e até benefícios na função sexual, devidos justamente ao progestagênio presente na formulação.

A Organização Mundial de Saúde estabeleceu uma norma a ser utilizada na indicação do uso de contraceptivos. No grupo 1 está a maioria das mulheres, que não tem doenças associadas e por isso pode utilizar a “pílula”, com baixíssimo risco de complicações. Na grupo 2 estão aquelas com historia na família de doenças cardiovasculares, que podem usar o contraceptivo, contudo com mínimo risco. Mulheres hipertensas são classificadas como do grupo 3, onde o medicamento não é recomendado a não ser que não seja possível recorrer a outros métodos contraceptivos não hormonais. Já as mulheres do grupo 4 têm contraindicação formal ao uso da “pílula”, como as fumantes, portadoras de forte enxaqueca ou doença cardiovascular significativa.

As mulheres devem sempre discutir com os seus médicos acerca do tipo, dos benefícios e dos riscos dos contraceptivos orais, sobretudo em relação à saúde do coração e da circulação.


por Por Marcus Malachias
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Conheça os sinais ignorados antes de um infarto

Uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco teve sintomas ignorados pelos médicos, de acordo com novo estudo

Negligência: sinais secundários de ataque cardíaco são frequentemente ignorados durante internações. (iStock)

Você conhece os sinais que antecedem um infarto? Um estudo médico realizado pelo Imperial College de Londres, na Inglaterra, descobriu que, entre 2006 e 2010, 16% das pessoas que morreram devido a ataques cardíacos haviam sido internadas nos 28 dias anteriores. De acordo com informações da BBC Brasil, a pesquisa, publicada recentemente na revista científica The Lancet, mostrou que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito foram observadas até um mês antes da morte em alguns dos casos analisados.

Os pesquisadores analisaram registros hospitalares de 135.950 pessoas com mortes por infarto no Reino Unido durante quatro anos. Desses pacientes, 21.677 não tiveram seus sintomas cardíacos identificados durante a internação. “Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques secundários ou sinais sutis que podem apontar para um infarto que termine em morte num futuro próximo”, explica Perviz Asaria, médico e principal autor do estudo.

Isso chama atenção para um possível descuido dos médicos, de acordo com Jeremy Pearson, diretor médico do Instituto Britânico do Coração. “Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas.”

Sintomas do infarto
Nem sempre a dor no peito é o sintoma mais percebido em casos de ataque cardíaco, principalmente entre mulheres, idosos e diabéticos. Podem ser percebidas dores em outras partes do corpo, como o braço – na maioria das vezes, o esquerdo – mandíbula, pescoço, costas e abdômen. Outros sintomas comuns do infarto são:

Transpiração
Falta de ar
Tosse ou chiado
Sensação de tontura
Ansiedade

Casos de negligência
Alguns casos têm seus diagnósticos confundidos. A britânica Alison Fillingham, enfermeira de 49 anos, estava trabalhando quando sentiu uma dor profunda no pescoço e na clavícula. Na ambulância, ela foi diagnosticada com um ataque de pânico, mas após exames de sangues feitos no hospital, descobriram que, na verdade, Alison havia sofrido um ataque cardíaco.

“Eu fui enfermeira por 24 anos, mas eu não achava que era algo relacionado com meu coração. Meus sintomas não eram típicos. Você espera sentir uma dor no peito, mas não foi nada daquilo”, conta ela, que relatou falta de urgência durante os socorros. “Se meu ataque cardíaco não tivesse sido diagnosticado no hospital, minha artéria teria bloqueado completamente e eu não estaria aqui agora.”

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Por que o risco de infarto aumenta nas festas de fim de ano

Um dos possíveis motivos é o stress decorrente das obrigações familiares, sociais, além dos gastos financeiros

Um estudo australiano comprovou que infartos são mais comuns nos feriados de final de ano do que em outras épocas do ano. Segundo eles, esse efeito pode ser causado pelo stress ou pelo aumento do consumo de álcool e alimentos gordurosos, comuns nessa época. (iStock/Getty Images)

Você já ouviu falar que infartos são mais comuns no Natal e Ano Novo? Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, acabou de comprovar que o risco de ter um ataque cardíaco aumenta em 4% durante os feriados.

De acordo com informações da revista americana Time, por mais de uma década, pesquisadores documentaram o fato de que mais pessoas tendem a morrer de doenças relacionadas ao coração em torno dos feriados de Natal e Ano Novo, em comparação com qualquer outra época do ano. Entretanto, até o momento, muitos associavam esse efeito ao clima frio durante a celebração da data no hemisfério norte.

Para verificar se o clima realmente estava relacionado a esse efeito, o pesquisador Josh Knight e sua equipe analisaram 25 anos de dados sobre a mortalidade na Nova Zelândia, onde o natal é celebrado durante o verão. Ou seja, nada de frio por lá. Os resultados mostraram que, mesmo em temperaturas altas, as mortes por infarto aumentam cerca de 4% durante os feriados de final de ano, em comparação com o resto do ano.

Possíveis causas
Embora os autores desse estudo não tenham analisado a fundo a causa desse fenômeno, pesquisas anteriores apontam para alguns possíveis culpados. Para muitas pessoas, essa época do ano é bastante estressante, uma vez que as obrigações familiares, sociais e financeiras se multiplicam. Isso pode contribuir para a elevação da pressão arterial e agravamento dos fatores de risco para doenças cardíacas.

Outro possível fator é o aumento do consumo de alimentos gordurosos, e, portanto, prejudiciais à saúde do coração. O maior consumo de álcool durante as festas de final de ano também pode ter um papel fundamental no desenvolvimento de problemas de saúde em algumas pessoas.

Segundo Knight também podem haver questões menos óbvias para o aumento de mortes cardíacas nas férias, como o fato de muitas pessoas viajarem durante essa temporada e evitarem procurar ajuda imediata em lugares desconhecidos. Para as pessoas que já estão doentes, pode haver o que os especialistas chamam de um deslocamento da morte. Ou seja, pessoas que tentam adiar a morte até este momento em um esforço para passar mais uma temporada de férias com a família e os amigos.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Contra infarto e AVC, uma dose de ácido acetilsalicílico a cada três dias, diz estudo


Para pacientes de risco, a ingestão de uma dose de ácido acetilsalicílico (AAS) a cada três dias pode ser tão eficiente na prevenção de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e doença vascular periférica quanto consumir o medicamento diariamente. E com uma vantagem: a probabilidade de complicação gastrointestinal diminui.

A conclusão é de um estudo brasileiro apoiado pela FAPESP e pela Biolab Farmacêutica. Os resultados foram publicados no The Journal of Clinical Pharmacology e o artigo foi destacado como “escolha do editor”.

“Há 50 anos o AAS tem sido adotado na prevenção de eventos cardiovasculares, mas seu uso constante pode causar irritação e sangramento gástrico – muitas vezes sem sintomas prévios. Por isso, nos últimos anos, vem se tentando reduzir a dose. Neste estudo, propomos um esquema terapêutico diferente”, disse Gilberto De Nucci, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp) e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), coordenador do Projeto Temático ao qual está vinculado o estudo.

Conforme explicou De Nucci, o ácido acetilsalicílico inibe a ação da enzima cicloxigenase (COX). Nas plaquetas, isso diminui a produção de tromboxano, um tipo de lipídeo que favorece a agregação plaquetária. Por essa razão, na linguagem popular, costuma se dizer que o AAS “afina” o sangue, ou seja, diminui a probabilidade de formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo.

Por outro lado, na mucosa gástrica, a inibição da enzima COX diminui a produção de prostaglandinas – substâncias lipídicas que protegem o estômago e o intestino.

“Originalmente, o AAS americano tinha 325 miligramas (mg) do princípio ativo. Na tentativa de diminuir os efeitos adversos, a dose foi reduzida para 162 mg e, depois, para 81 mg. Também há comprimidos de 75 mg. Mas a verdade é que, até hoje, ainda não se sabe ao certo qual é a dose necessária para obter o benefício cardiovascular”, comentou De Nucci.

No ensaio clínico realizado durante o doutorado de Plinio Minghin Freitas Ferreira, na USP, sob orientação de De Nucci, foi adotada a dose de 81 mg. Vinte e quatro voluntários sadios foram divididos em dois grupos. Metade recebeu AAS todos os dias durante um mês. Os demais receberam o fármaco a cada três dias e, no intervalo, apenas placebo.

Antes e ao final do tratamento, todos os voluntários passaram por diversos exames, entre eles endoscopia, biópsia gástrica e teste de agregação plaquetária. Também foi medido no sangue o nível de tromboxano e, no estômago, o de prostaglandina do tipo 2 (PGE2).

“No grupo que tomou AAS todos os dias, houve uma redução de 50% na síntese de PGE2, enquanto nos voluntários que tomaram a cada três dias não foi observada diferença em relação aos níveis basais. Por outro lado, em ambos os grupos, a inibição de tromboxano foi superior a 95% e o resultado no teste de agregação plaquetária foi equivalente”, contou De Nucci.

Na avaliação de Ferreira, os dados permitem concluir que o uso de AAS a cada 72 horas é tão eficaz quanto – e mais seguro – do que seu uso diário. Essa descoberta, segundo o pesquisador, abre a possibilidade de adotar o fármaco também na prevenção primária de eventos cardiovasculares.

Atualmente, o Food and Drug Administration (FDA) – órgão que regulamenta o consumo de alimentos e de medicamentos nos Estados Unidos – recomenda que o AAS seja usado apenas na prevenção secundária de doenças cardiovasculares, ou seja, em pacientes diagnosticados com doença vascular periférica e os que já tiveram algum episódio de infarto ou AVC e correm risco de um segundo evento. Somente nessa situação, segundo o FDA, os benefícios da terapia suplantariam os riscos de efeitos adversos.

“Com esse novo esquema terapêutico, o AAS também poderia ser usado no tratamento de pacientes que nunca tiveram um evento cardiovascular, mas apresentam alto risco, como os diabéticos”, disse Ferreira.

Patente
Os dois grupos de voluntários que participaram do ensaio clínico receberam, além de AAS, o anti-hipertensivo losartan. Conforme explicou De Nucci, o objetivo foi mostrar que uma droga não influencia a ação da outra.

Em um estudo anterior, publicado no Journal of Bioequivalence & Bioavailability, o grupo já havia mostrado que o AAS não diminui a biodisponibilidade do losartan. As duas drogas são frequentemente associadas no tratamento de pessoas com insuficiência cardíaca, hipertensão e doenças isquêmicas.

“Em parceria com a Biolab, nós solicitamos nos Estados Unidos a patente do esquema terapêutico adotado no estudo. Umas das possibilidades em estudo é lançar um produto que associe, na mesma cartela, o AAS e o losartan ou algum outro medicamento. No primeiro dia, o paciente tomaria os dois fármacos, no segundo e no terceiro, apenas o anti-hipertensivo e placebo e assim por diante. Isso ajudaria as pessoas a tomar os medicamentos corretamente”, afirmou De Nucci.

O artigo Acetylsalicylic Acid Daily vs Acetylsalicylic Acid Every 3 Days in Healthy Volunteers: Effect on Platelet Aggregation, Gastric Mucosa, and Prostaglandin E2 Synthesis (doi: 10.1002/jcph.685) pode ser lido em onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/jcph.685/full .

Karina Toledo _ Agência FAPESP
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Oito benefícios do sexo para a saúde

Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:


Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.

Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.

Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/11730-oito-beneficios-do-sexo-para-a-saude
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terça-feira, 23 de julho de 2013

11 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. "Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp.

Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:



Melhora a circulação - Getty Images

Melhora a circulação
Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia.

Deixa o pulmão mais eficiente
O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica.

Combate a osteoporose
O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

"Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.

Afasta a depressão
Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia.

Aumenta a sensação de bem-estar
Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.

Deixa o cérebro mais saudável
Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia.

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais.

Diminui a sonolência
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp.

Mantém o peso em equilíbrio e emagrece
Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia.

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado

Controla a vontade de comer
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.

Protege contra derrames e infartos
Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom.

Diabetes
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp.

fonte:http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/13697-11-beneficios-da-caminhada-para-o-corpo-e-a-mente
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quinta-feira, 6 de junho de 2013

11 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. "Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp.

Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:


Melhora a circulação
Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia.

Deixa o pulmão mais eficiente
O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica.

Combate a osteoporose
O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

"Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.

Afasta a depressão
Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia.

Aumenta a sensação de bem-estar
Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.

Deixa o cérebro mais saudável
Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia.

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais.

Diminui a sonolência
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp.

Mantém o peso em equilíbrio e emagrece
Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia.

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado

Controla a vontade de comer
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.

Protege contra derrames e infartos
Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom.

Diabetes
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp.

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Cochilada contra o infarto

Fazer uma sesta pode diminuir o risco de morte por doenças cardíacas.

Pesquisadores gregos garantem que o hábito de se tirar uma boa soneca durante o dia, pode ajudar a melhorar a saúde do coração.

O estudo foi feito durante seis anos com mais de 23 mil homens e mulheres com idades entre 20 e 86 anos e que têm o hábito de dar um cochilo de pelo menos meia-hora por dia.

O resultado revelou que estas pessoas tiveram uma redução de quase 40% no risco de desenvolverem alguma doença coronariana.

Segundo os médicos, o hábito da sesta reduz os níveis de estresse, o que pode colaborar para aumentar a resistência do coração aos ataques cardíacos. Mas os pesquisadores alertam que o hábito da soneca deve vir acompanhado de outros hábitos, como uma alimentação saudável e prática de exercícios

Por Marco de Cardoso
fonte:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&url_id=5135
imagem:noticias.r7.com
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