quinta-feira, 18 de maio de 2017
Trombose e arteriosclerose: dois males que o cigarro é capaz de causar
terça-feira, 7 de março de 2017
Pílula anticoncepcional e risco cardiovascular
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Anticoncepcional só deve ser ingerido com prescrição médica, afirma Anvisa
Nossa página no FACEBOOK
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Os sintomas da trombose
fonte
domingo, 1 de maio de 2011
Anticoncepcional aumenta risco de trombose
Levantamento feito por pesquisadores americanos e neozelandeses usando bases de dados dos Estados Unidos e do Reino Unido concluiu que mulheres que tomam anticoncepcionais de última geração têm duas vezes mais risco de ter trombose do que aquelas que tomam pílulas mais antigas, vendida desde a década de 1970.
O estudo realizado com 1,2 milhão de mulheres de 15 a 44 anos de idade, concluiu que as fórmulas com drospirenona, um derivado da progesterona, trazem mais risco do que as com levonorgestrel, outro derivado do hormônio.
De acordo com especialistas, é consenso que pílulas causam alterações na circulação sanguínea. Mas, dependendo do tipo de hormônio e da dosagem, esses efeitos podem ser maiores.
Para o cirurgião vascular Nelson Wolosker, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, o interessante da pesquisa é que foram excluídas todas as pacientes que tinham algum fator de risco para trombose, como histórico familiar, obesidade e tabagismo. O que significa que mesmo mulheres saudáveis podem ter complicações, ainda que a probabilidade seja baixa, explica o médico. E afirma que diante dos resultados da pesquisa, talvez seja melhor usar a pílula antiga.
No estudo, foram registrados 30,8 casos de trombose por 100 mil mulheres que tomaram drospirenona e 12,5 casos por 100 mil que usaram levonorgestrel. Ou seja, quem tem algum fator de risco deve evitar qualquer contraceptivo hormonal e partir para os não hormonais, como o DIU (dispositivo intra-uterino).
Os ginecologistas recomendam que a mulher antes de iniciar a medicação anticoncepcional realize um exame clínico. Embora existam várias fórmulas, cada hormônio tem suas vantagens e desvantagens e é preciso analisar o histórico familiar muito bem.
A trombose causa inchaço, dor e, se o coágulo se desprender, pode levar à embolia pulmonar.
Quem já usa a pílula pode tomar certas precauções, como beber bastante água, usar meias compressoras e não ficar muito tempo sentada, recomendam os médicos.
http://www.corposaun.com
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Alimentos Ricos em Ômega 3
Conhecido como ácido graxo essencial, o Ômega 3 é um tipo de gordura muito importante para a conservação de uma boa saúde. É obtido no organismo apenas pela alimentação, pois o corpo humano não é capaz de produzir Omega 3. Alvo de frequentes pesquisas, ele vêm demonstrando ser uma das “gorduras do bem”, que mais trás benefícios para o coração e sistema circulatório em geral. Além de ser excelente para as grávidas, pois tem influência benéfica na formação mental da criança em gestação.
Os principais benefícios do ômega 3 são: possui atividade antiinflamatória eatividade anti-trombos (entupimento dos vasos sanguíneos); reduz dos níveis de colesterol e triglicerídeos; reduz pressão arterial; previne diabetes; acidente vascular cerebral (derrame); combate artrite reumatóide; asma; síndromes inflamatórias intestinais (colites); alguns tipos de câncer, distúrbios mentais e melhora o humor (previne e trata depressão), o aprendizado e o sistema imunológico.
- Peixes oleosos de água fria: cavala, arenque, sardinha, salmão, atum, e bacalhau, albacora, cação);
- Semente de linhaça;
- Castanhas e nozes;
- Óleos vegetais (azeite, óleo de soja, canola, girassol);
- Vegetais de folhas verdes escuro (espinafre, rúcula, brócoli, couve);
- Sementes de sálvia.
A recomendação é ingerir, diariamente, pelo menos um dos alimentos citados. No caso dos peixes, 2 porções por semana é o suficiente. Lembrando que os peixes devem ser assados, cozidos ou grelhados. Nunca fritados, pois este processo resulta na perca total do ômega 3.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Chocolate
Na hora da escolha do chocolate, o melhor para a saúde é o amargo.
O chocolate surgiu como uma bebida medicinal e religiosa usada pelos povos astecas e maias que viviam na região da América Central há vários séculos. A fruta, com suas sementes e polpa, era utilizada para preparar a bebida. O líquido era reservado para os homens adultos da alta hierarquia indígena. Com o passar dos séculos, a bebida evoluiu e tornou-se hoje um alimento apaixonante. Na hora da escolha para o consumo, no entanto, não é todo o chocolate que faz bem à saúde.
O chocolate semiamargo, escuro, tem excelentes qualidades medicinais. Ele é obtido através da fermentação das sementes secas. Elas são processadas para formar um líquido viscoso e pastoso. Por pressão mecânica a gordura é em parte removida e se obtém o chocolate em pó. Para ser transformado no chocolate que conhecemos, esse pó ganha manteiga de cacau e açúcar, transformando-se no semiamargo, rico em antioxidadente e com excelentes qualidades medicinais. Ele tem ação anti trombótica e protege o revestimento das artérias.
Já o chocolate alcalinizado, o que é fartamente consumido, preparado com produtos químicos para tirar a acidez do chocolate amargo e acrescido de leite e açúcar, não tem qualidades nutricionais. O branco, por exemplo, é preparado com muita gordura, açúcar e é altamente engordativo. Estudos comprovam que a adição de leite ou creme de leite reduz substancialmente suas propriedades antioxidantes.
Na época pré-menstrual ele ajuda a melhorar os sintomas de irritabilidade, depressão e ansiedade da TPM, mas também pode viciar. O chocolate liga-se a receptores canabinoides nas zonas do cérebro junto ao hipotálamo. O odor do chocolate atinge os receptores cerebrais e acalma a vontade de ingeri-lo.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Dieta pobre em carboidratos danifica as artérias, diz estudo
Fonte:BBC
Pesquisa em camundongos indica que dieta rica em proteínas provocou aumento de 15% na arteriosclerose.
Cientistas americanos sugerem que as dietas pobres em carboidratos e ricas em proteínas aumentam o risco de infartos e ataques cardíacos porque causam danos nas artérias.
Os pesquisadores do Beth Deaconess Medical Center, da Universidade de Harvard, testaram três dietas diferentes em camundongos e afirmam que a alimentação rica em peixes, carnes e queijo - como as dietas de Dr. Atkins e South Beach, por exemplo - causaram danos às artérias dos roedores.
Os animais foram divididos em três grupos: o primeiro recebeu uma dieta padrão, o segundo uma dieta ocidental rica em gordura e o terceiro recebeu uma dieta pobre em carboidratos e rica em proteínas.
Depois de 12 semanas, os cientistas analisaram os camundongos e identificaram que a dieta pobre em carboidratos não havia alterado os níveis de colesterol nos animais testados. A equipe identificou, no entanto, uma diferença significativa no impacto na arteriosclerose - formação de uma placa de gordura na parede arterial que pode levar a ataques cardíacos e infartos.
Segundo os resultados, publicados na edição mais recente da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os camundongos que receberam a dieta pobre em carboidratos haviam ganhado menos peso, mas desenvolveram 15% a mais de arteriosclerose do que aqueles com a dieta padrão. O grupo que recebeu a dieta ocidental apresentou um aumento de 9% nos níveis de arteriosclerose.
Os pesquisadores não explicaram as razões para esse efeito negativo nas artérias, mas sugerem que as dietas pobres em carboidratos podem afetar o modo como as células da medula óssea limpam os depósitos de gordura das artérias.
As dietas ricas em proteínas e que reduzem ou cortam o consumo de carboidratos atraíram atenção e controvérsia depois de um aumento de adeptos desses regimes na década de 90.
Efeitos
Segundo o pesquisador Anthony Rosenzweig, principal autor do estudo, os resultados foram tão preocupantes que ele decidiu interromper a dieta pobre em carboidratos que estava seguindo.
"Nossa pesquisa sugere que, pelo menos em animais, essas dietas podem ter efeitos cardiovasculares adversos", disse.
"Tudo indica que uma dieta equilibrada, combinada com exercícios frequentes é provavelmente melhor para a maioria das pessoas", afirmou o pesquisador.
Joanne Murphy, da Stroke Association, também afirmou que uma alimentação equilibrada é a melhor recomendação.
"Sabemos que alimentos como a carne vermelha e produtos lácteos, ricos em proteínas, também contém altos níveis de gordura saturada que podem ficar armazenadas nas artérias", afirmou.
Murphy afirmou ainda que a pesquisa da Universidade de Harvard ainda está no estágio inicial e que ela gostaria de ver mais avanços no assunto.
Ellen Mason, da ONG British Heart Foundation, afirmou que é difícil aplicar os resultados em humanos, mas afirmou que as dietas ricas em proteínas "não são tão saudáveis quanto a alimentação equilibrada". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
sábado, 5 de julho de 2008
Trombose
Trombo (gr. Thrómbos) significa coágulo sangüíneo. Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo.
A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.
Quando o trombo se forma em veias profundas, no interior dos músculos, caracteriza a trombose venosa profunda ou TVP.
Em qualquer localização, o trombo irá provocar uma inflamação na veia, podendo permanecer restrito ao local inicial de formação ou se estender ao longo da mesma, provocando sua obstrução parcial ou total.
Nas veias superficiais, ocorre aumento de temperatura e dor na área afetada, além de vermelhidão e edema (inchaço). |
Nosso corpo é dotado de mecanismos que mantém constante o seu equilíbrio. No sangue há fatores que favorecem a coagulação do sangue, chamados procoagulantes, e fatores que inibem a formação de coágulos, chamados anticoagulantes, responsáveis pela manutenção do sangue em estado líquido. Quando ocorre um desequilíbrio em favor dos procoagulantes, desencadeia a formação do trombo.
Os fatores que favorecem a coagulação são classificados em três grupos:
1 – Estase – é a estagnação do sangue dentro da veia. Isto ocorre durante a inatividade prolongada, tal como permanecer sentado por longo período de tempo (viagens de avião ou automóvel), pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, dificuldade de deambulação, obesidade, etc.
2 – Traumatismo na veia – qualquer fator que provoque lesão na fina e lisa camada interna da veia, tais como trauma, introdução de medicação venosa, cateterismo, trombose anterior, infecções, etc., pode desencadear a trombose.
3 – Coagulação fácil ou Estado de hipercoagulabilidade – situação em que há um desequilíbrio em favor dos fatores procagulantes. Isto pode ocorrer durante a gravidez, nas cinco primeiras semanas do pós-parto, uso de anticoncepcionais orais, hormonioterapia, portadores de trombofilia (deficiência congênita dos fatores da coagulação), etc.
O médico pode diagnosticar uma tromboflebite superficial apenas baseado nos seus sintomas e examinando a veia afetada (sob a pele). No entanto, a TVP pode se apresentar com sintomas não tão exuberantes, dificultando seu diagnóstico. Para ter segurança, o médico pode solicitar exames especiais como o Eco Color Dopper ou a flebografia. Há quem solicite um exame de sangue para dosagem de uma substância, chamada Dímero D, que se apresenta em níveis elevados quando ocorre uma trombose aguda. Embora o teste do Dímero D seja muito sensível, não é muito conclusivo, visto que ele pode estar elevado em outras situações.
A tromboflebite superficial raramente provoca sérias complicações; as veias atingidas podem, na maioria das vezes, ser retiradas com procedimento cirúrgico, eliminando as chances de complicar. No entanto, se a trombose é numa veia profunda, o risco de complicações é grande.
Complicações imediatas ou agudas – a mais temida é a embolia pulmonar. O coágulo da veia profunda se desloca, podendo migrar e ir até o pulmão, onde pode ocluir uma artéria e colocá-lo em risco de vida.
Complicações tardias – tudo se resume numa síndrome chamada Insuficiência Venosa Crônica (IVC), que se inicia com a destruição das válvulas existentes nas veias e que seriam responsáveis por direcionar o sangue para o coração. O sinal mais precoce da IVC é o edema, seguido do aumento de veias varicosas e alterações da cor da pele. Se o paciente não é submetido a um tratamento adequado, segue-se o endurecimento do tecido subcutâneo, presença de eczema e, por fim, a tão temida úlcera de estase ou úlcera varicosa.
O tratamento só deve ser instituído por um especialista. As informações aqui expostas têm como objetivo único lhe orientar para que procure um médico logo que notar qualquer dos sintomas acima relatados. Nunca se automedique.
Se a trombose é superficial, recomenda-se cuidados especiais, tais como aplicação de calor na área afetada, elevação das pernas e uso de antiinflamatórios não esteróides por um período de uma a duas semanas. Deve-se retornar ao especialista, a fim de avaliar a necessidade de tratamento cirúrgico.
Na TVP pode ser necessário manter-se internado durante os primeiros dias, a fim de fazer uso de anticoagulantes injetáveis (Heparinas). Estes previnem o crescimento do trombo e diminuem o risco de embolia pulmonar. Atualmente, pode-se evitar a hospitalização com o uso de heparinas de baixo peso molecular, injetados pelo próprio paciente no espaço subcutâneo da barriga. Depois do tratamento com Heparina, deve-se continuar com o uso de anticoagulantes orais (Warfarin) por um período de três a seis meses. Concomitante com esta medicação, o paciente deve fazer repouso com as pernas elevadas e fazer uso de meia elástica adequada à sua perna. Alguns medicamentos que interferem na ação dos anticoagulantes são proibidos neste período. O médico deve ser consultado sempre que julgar necessário fazer uso de outro tipo de medicação.
Existe procedimentos de exceção para coibir complicações, tais como: colocação de filtro de veia cava, remoção do coágulo (trombectomia) e angioplastia com stent (dispositivo aramado e recoberto com um tecido, o qual evita que a veia se feche novamente).
A principal providência é combater a estase venosa, isto é, fazer o sangue venoso circular, facilitando seu retorno ao coração.
Dentro do possível, atente para estas recomendações:
• Faça caminhadas regularmente.
• Nas situações em que necessite permanecer sentado por muito tempo, procure movimentar os pés como se estivesse pedalando uma máquina de costura.
• Quando estiver em pé parado, mova-se discretamente como se estivesse andando sem sair do lugar.
• Antes das viagens de longa distância, fale com seu médico sobre a possibilidade de usar alguma medicação preventiva.
• Quando permanecer acamado, faça movimentos com os pés e as pernas. Se necessário, solicite ajuda de alguém.
• Evite qualquer uma daquelas condições que favorecem a formação do coágulo dentro da veia, descritas anteriormente.
• Evite fumar e o sedentarismo.
• Controle seu peso.
• Se você necessita fazer uso de hormônios ou já foi acometido de trombose ou tem história familiar de tendência à trombose (trombofilia), consulte regularmente seu médico.
• Use meia elástica se seu tornozelo incha com freqüência.
• Nunca se automedique






