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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Os benefícios do guaraná em pó

Conheça os benefícios do guaraná para a saúde

O guaraná (Paullinia cupana) é uma planta brasileira, muito conhecida por ser o principal ingrediente de refrigerantes de mesmo nome. Mas o que muitas pessoas não sabem é que esta planta tem muitos benefícios para a saúde.

Sua principal propriedade é o seu valor energético. O guaraná é vendido em pó em lojas de produtos naturais. O seu uso trás mais energia, acabando com o cansaço e a indisposição. É indicado para pessoas que querem ganhar massa muscular e fazem musculação, pois além de trazer energia, o guaraná ajuda no ganho de massa.

O guaraná também é encontrado em sua forma natural, e pode ser utilizado para fazer sucos e vitaminas. O pó também é usado no preparo de sucos e vitaminas e podemos encontrá-lo também em forme de xarope. O xarope de guaraná é muito usado no preparo de cremes, sucos e vitaminas de açaí.

O guaraná contém guaranine, uma molécula que está intimamente relacionada com a cafeína, mas cujos efeitos são de 4 à 7 vezes mais forte do que a cafeína. Além disso, o guaraná também contém taninos, que dão à planta suas propriedades adstringentes. Algumas vitaminas, como a Vitamina A, Vitamina E, Vitamina B1, Vitamina B3 e Vitamina PP também estão presentes no fruto do guaraná. Também podemos encontrar os minerais como Cálcio, Magnésio, Ferro, Potássio, Fósforo e pequenas quantidades de Selênio e Estrôncio.

O guaraná também é tido como um afrodisíaco natural, devido à grande quantidade de cafeína e outros elementos energizantes em sua composição. Por isso, quem deseja aumentar o desejo sexual pode usar esse fruto como uma forma de tratamento natural.

Guaraná e os exercícios físicos
Devido suas propriedades energizantes, o guaraná evita a fadiga, dando mais resistência e energia para quem pratica atividades físicas. Ele é mais estimulante que a cafeína, porque é eliminado aos poucos no organismo, dando uma sensação mais duradoura de energia. A planta estimula diretamente o sistema nervoso central e pode ser tomado em pequenas doses para combater a fadiga e aumentar os níveis de atividade.

Guaraná e a perda de peso
Quem quer perder uns quilinhos também pode se beneficiar com o guaraná, pois ele é um alimento termogênico, ou seja, ele acelera o metabolismo, deixando a queima de calorias mais rápida. Ele ainda ajuda a saciar a fome, sem falar que a disposição para as atividades físicas aumentada fará com que a perda de peso se torne mais fácil e rápida.

Guaraná e a pele
O uso constante do guaraná também ajuda a manter uma pele mais bonita e saudável, pois tem propriedade diurética, o que ajuda a eliminar toxinas do corpo, deixando a pele mais bonita, livre de acnes e espinhas.

Guaraná e o estresse
Apesar de ser energizante, o guaraná também é capaz de acalmar, acabando com o estresse do dia-a-dia. Essa propriedade se deve justamente à presença de estimulantes, pois eles aumentam o bom humor, dando uma sensação agradável. O guaraná também tem propriedades analgésicas, que aliviam dores de cabeça, inclusive a enxaqueca.

Guaraná e a saúde mental
Esse fruto, seja em pó, xarope, ou em sua forma natural, pode ajudar a ter uma saúde mental melhor, melhorando a capacidade de raciocínio e aumentando o desempenho intelectual e fazendo com que a capacidade de aprendizado seja mais rápida.

Cuidados com o Guaraná
Apesar de tantos benefícios para a saúde, é preciso ficar atento ao se utilizar esse alimento. Por ser estimulante, deve ser evitado por pessoas que tenham dificuldade para dormir, especialmente na parte da noite. O uso em excesso pode causar irritabilidade, insônia e taquicardia. Sempre consulte seu médico antes de utilizar qualquer medicamento, mesmo que seja natural.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

5 dicas fáceis para melhorar sua saúde mental

Quando você cuida da sua mente, você toma melhores decisões, pensa com mais clareza.

Vive-se em um mundo agitado em que as coisas acontecem em um ritmo rápido e exigem mais das pessoas, da sua capacidade de pensar, para se adaptar ao ambiente em mudança. Portanto, é importante cuidar de si mesmo, melhorando especificamente a sua saúde mental. Todos os dias, há muitas tarefas fáceis de executar que lhe permitirá manter e melhorar a sua mente.

Quando você cuida da sua mente, você toma melhores decisões, pensa com mais clareza, se sente mais otimista, cria e mantém um melhor relacionamento, dorme mais pacificamente, e geralmente vai se sentir alegre.

Abaixo estão alguns dos cinco dicas simples para melhorar a sua saúde mental.

1. Faça escolhas saudáveis
É muito fácil aliviar suas dores de fome tomando um lanche, mas simplesmente trocando o alimento pode ajudar a sua mente ficar mais focado durante todo o dia. Os nutricionistas aconselham que a troca de alimentos que é moderada em proteínas, rica em fibras e baixo índice glicêmico, regula o apetite e consumo de alimentos.

Por exemplo, um bom exemplo de um lanche saudável é comer uma frutas. É possível treinar e convencer o seu cérebro a desejar alimentos mais saudáveis e não ter o prazer quando você consumir lixo ou alimentos açucarados .

Portanto, tente treinar seu cérebro para comer uma fruta em vez de um pacote de batatas fritas no meio da manhã.

Além disso, nunca se esqueça de beber água. Manter o corpo hidratado pode aumentar o poder do cérebro em até 20 por cento.

2. Tenha algum tempo de silêncio
Nosso ambiente tem muito barulho, há tantas atividades que ocorrem em torno de nós que não temos tempo de repouso suficiente. Quando estamos fora, estamos cercados por carros e ruídos públicos de pessoas e agitação geral do ambiente. Quando estamos dentro de casa, como se estivesse em um escritório, estamos rodeados por ruídos de conversas, datilografia, telefones, impressoras, TVs, rádios etc.

Quando é que nossa mente vai ter paz e descanso durante o dia?

Obtendo algum tempo de silêncio através do relaxamento em uma sala silenciosa pode produzir milagres para a nossa saúde mental. Se você fizer isso, irá criar pensamentos focados durante o dia.

A melhor maneira de manter um tempo de silêncio para impulsionar a saúde mental está em tentar alguns exercícios de relaxamento.Por exemplo: oração, respiração profunda, yoga e sonecas curtas, mesmo ao meio-dia.

3. Evite o estresse
Existem muitas formas de stress. As pessoas nem sequer percebem que sofrem de stress, mas o acúmulo de pequenos pensamentos negativos poderia contribuir com um impacto negativo sobre a sua saúde mental e até mesmo física.

Estresse pode causar danos a sua saúde mental, doenças tais como depressão e ansiedade, alterações de personalidade, transtorno bipolar, problemas de comportamento, cognição (pensamento) problemas, etc.

Além de problemas de saúde mental, estresse também pode causar fadiga extrema, sentimentos negativos, perda de cabelo, infertilidade, dores musculares, perda de peso ou ganho, mau funcionamento dos órgãos internos, etc. Sempre tente descobrir o que poderia ser as principais causas do estresse em sua vida. Você pode facilmente descobrir avaliando seu ambiente.

4. Mantenha sua mente ativa
Por exemplo, tente brincar com palavras cruzadas ou quebra-cabeças, ler um livro. Muitas pessoas decidem envolver-se em jogos como uma forma de melhorar o poder do cérebro. Jogos induz excitação, libera emoções positivas que mantem o cérebro ativo e incentiva uma mente afiada, assim você vai melhorar a sua saúde mental. Estudos mostram que os videogames melhorar os tempos de reação em 25 por cento!

5. Fale sobre isso
Tem sido dito que um problema compartilhado é um problema meio resolvido. Quando você segura pensamentos negativos ou sentimentos de raiva, a sua saúde mental esta propenso a sofrer. 

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

5 controversos tratamentos de saúde mental

Transtornos psiquiátricos são geralmente tratados com terapia cognitiva (conversa) e/ou medicamentos, mas quando esses tratamentos não funcionam, médicos e pacientes às vezes se voltam para procedimentos menos comuns, controversos. Embora esses tratamentos, que incluem o envio de “choques elétricos” através do cérebro, possam parecer extremos, alguns estudos sugerem que, em certos pacientes, eles podem ser muito eficazes.
Confira cinco tratamentos não convencionais para problemas de saúde mental:

5. Terapia de eletrochoque

A eletroconvulsoterapia (ECT), usada pela primeira vez em 1930, envolve a colocação de eletrodos na testa do paciente para passar correntes elétricas através de seu cérebro, a fim de induzir uma convulsão com duração de 30 a 60 segundos.
Nos primeiros anos da terapia, os pacientes não recebiam anestesia e elevados níveis de eletricidade eram usados. Hoje em dia, o tratamento é mais seguro, porque os pacientes recebem anestesia e as doses de eletricidade são muito mais controladas, conforme explica a Clínica Mayo, mas o tratamento ainda é controverso.
Isso porque ele pode afetar a memória de curto prazo e, em casos raros, causar problemas cardíacos. Devido a estes efeitos secundários potenciais, a ECT nunca deve ser usada como primeira opção de terapia.
Mas, para as pessoas que já tentaram outros tratamentos e não tiveram nenhuma melhora em seus sintomas, a ETC pode ser muito eficaz: 75 a 85% dos pacientes que recebem a terapia se recuperam de seus sintomas, segundo especialistas.
ECT normalmente é usada para tratar doentes que estejam gravemente depressivos e em risco de suicídio e, em alguns acasos, para tratar esquizofrenia e mania grave.

4. Estimulação cerebral profunda


A estimulação cerebral profunda, que envolve a implantação de um dispositivo que envia impulsos elétricos para o cérebro, está sendo estudada como um tratamento para transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) grave, depressão e dependência de drogas.
A terapia já está aprovada para tratamento de tremores da doença de Parkinson e distonia. Em 2009, a Administração de Alimentos e Drogas dos EUA aprovou a estimulação cerebral profunda para o tratamento de transtorno obsessivo-compulsivo, embora os pacientes sejam obrigados a ter tentado outros tratamentos por pelo menos cinco anos até poderem se qualificar para o procedimento.
Após a estimulação cerebral profunda, alguns pacientes com TOC mostram melhorias no humor, bem como uma diminuição da ansiedade e uma melhor resposta às terapias de comportamento que não estavam funcionando antes.
No entanto, especialistas advertem que o tratamento não é uma cura. “O procedimento simplesmente torna o paciente de TOC grave em um paciente médio”, diz o Dr. Benjamin Greenberg, psiquiatra da Universidade Brown (EUA).

3. Estimulação magnética transcraniana


Outro tratamento não convencional para a depressão é a estimulação magnética transcraniana. O tratamento utiliza campos magnéticos para alterar a atividade em certas regiões do cérebro, e envolve a colocação de uma bobina eletromagnética na testa, mas não necessita de cirurgia.
De acordo com a Clínica Mayo, os pesquisadores não sabem exatamente como o tratamento funciona, mas pensa-se que os campos magnéticos estimulam regiões do cérebro envolvidas no controle do humor.
Em 2008, o processo foi aprovado como tratamento para a depressão em pessoas que não responderam a outras terapias. Possíveis efeitos colaterais incluem dores de cabeça, espasmos faciais, tonturas, e, menos comumente, convulsões e perda de audição.

2. Psicocirurgia


Uma cirurgia no cérebro para transtornos mentais chamada de psicocirurgia (ramo da neurocirurgia que modula a performance do cérebro e assim afeta mudanças na cognição) tem sido praticada desde a década de 1930, embora seja muito controversa. As primeiras operações do tipo, como a lobotomia praticada nos anos 1940 e 50, tiveram sérios efeitos colaterais, incluindo alterações de personalidade.
A prática da psicocirurgia diminuiu após medicamentos psiquiátricos se tornarem amplamente disponíveis, embora um pequeno número de centros médicos continuem a realizar tais procedimentos até hoje.
Um estudo publicado em junho de 2013 analisou os efeitos de um tipo de psicocirurgia chamada de capsulotomia bilateral, que danifica o tecido em uma parte do cérebro chamada de cápsula interna, como um tratamento para um pequeno número de pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Quase metade dos pacientes apresentaram alguma melhora em seus sintomas de TOC, embora 10% experimentaram efeitos colaterais graves, incluindo paralisia.

1. Cogumelos mágicos

O alucinógeno encontrado em cogumelos mágicos, chamado psilocibina, pode ajudar no tratamento de transtornos psiquiátricos como depressão, ansiedade e dependência.
Em um pequeno estudo de 2011, mais de metade das pessoas que receberam uma dose moderada de psilocibina relataram uma experiência “mística”, do tipo que os cientistas acreditam ter benefícios psiquiátricos a longo prazo. Apenas 5% relataram ter efeitos colaterais, tais como medo extremo (paranoia) ou ansiedade. Mesmo um ano depois, 83% dos participantes disseram que as experiências místicas tinham aumentado o seu bem-estar.
A psilocibina está sendo estudada como tratamento para doentes terminais que sofrem de depressão e ansiedade, e para pessoas com vícios difíceis de tratar, incluindo alcoolismo. Um estudo de 2010 sugeriu que a substância pode reduzir a ansiedade e melhorar o humor de pessoas com câncer terminal.[LiveScience]

fonte:http://hypescience.com/5-tratamentos-de-saude-mental-controversos/
Por Natasha Romanzoti
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Transtornos mentais atingem 23 milhões de pessoas no Brasil

Política prioriza doenças graves, mas as mais comuns são depressão, ansiedade e transtornos de ajustamento
28 de junho de 2010 | 21h 11

Agência Brasil

BRASÍLIA - No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais comuns estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mentais ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o País destinou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura dos hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o porcentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva - com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais - tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O País conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o Brasil, há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

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