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sábado, 9 de abril de 2016

Candidíase Oral em Bebês

É normal a existências de alguns tipos de organismos em pequenas quantidades no trato vaginal, digestivo, boca e pele, sem causar doenças ou sintomas. Mas quando ocorre um desequilíbrio e se desenvolvem fungos podemos sofrer com uma infecção. Uma infecção bastante comum em crianças menores de dois anos é a candidíase oral e, embora esta não seja grave precisa ser tratada para evitar complicações.

A candidíase é uma infecção fúngica comum e geralmente inofensiva que aparece na boca e afeta principalmente crianças menores de dois anos de idade.

Os sintomas são evidentes, aparecem manchas em e ao redor da boca do bebê. Estas podem ter cor branca, amarela ou creme, como leite azedo e podem contar também com placas nas gengivas, palato e no interior das bochechas.

Estas manchas não desaparecem facilmente com a limpeza, também o tecido parece vermelho e em carne viva, e inclusive pode chegar a sangrar.

Enquanto pode ser que não incomode o bebê, ainda se não dói, este costuma se mostrar relutante para se alimentar.

Outros sintomas de candidíase oral:

Brilho esbranquiçado em sua saliva.
Irritabilidade, recusa-se a mamar no peito.
Cliques durante a alimentação.
Pouco ganho de peso.
Assaduras.
Salivação abundante.

Tratamento de candidíase oral:
Na maioria dos casos, a candidíase desaparece em alguns poucos dias, sem necessidade de tratamento, mas se persistem são necessárias às consultas com o médico.

Geralmente são receitados géis ou gotas antifúngicas, mas deve ser indicado por um especialista, já que alguns não são adequados para bebês pequenos.

No caso do bebê estar sendo amamentado, tanto a mãe como ele devem ser tratados, já que a infecção pode estar nos mamilos.

Causas da candidíase oral:
A candidíase oral é causada por uma estirpe do fungo Candida albicans, que vive na pele e na boca da maioria das pessoas.

Normalmente, não causa sintomas, mas quando as defesas estão baixas, se reproduzem em grandes quantidades gerando desconforto. Como o sistema imunológico dos recém-nascidos ainda está se desenvolvendo, são mais vulneráveis à infecção.

fonte:saudedicas.com.br
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Como estimular o ouvido do bebê

Seu filhote será capaz de ouvir algum barulho por volta de 21 semanas de sua gravidez. A audição do seu bebê está totalmente maduro no final do seu primeiro mês, mas para realmente apreciar tudo o que está ouvindo vai demorar mais algum tempo.

Desde o início, o bebê vai prestar uma atenção especial às vozes e ser surpreendido por ruídos altos ou inesperados, mas com a idade de três meses, quando ouvir sua voz, você pode olhar diretamente nos olhos, e responder com um gorgolejo, embora ele rapidamente possa perder a concentração, pois não costuma assistir por muito tempo a menos que você estimule.

Alguns bebês tendem a ser mais sensíveis do que outras, uma vez que eles podem ter uma reação mais forte – assustar ou chorar- quando expostos à ruídos altos, mas logo se acalma.
O bebê ouve sons do mundo à sua volta e aprender a se comunicar. Você pode estimular a audição do seu bebê das seguintes formas:

Fale com o seu bebê sempre que estiver perto dele, se estiver com a TV ou rádio ligados, desligue-os para que ele se concentre em sua voz;

Preste atenção quando o bebê fizer um ruído ou som, se ocorrer dele falar, será gratificante para ambos;

Ligue o rádio ou coloque um cd de bebês, pois eles amam a música e os ajuda a relaxar, assim ele vai se familiarizar mais rápido com os sons;

A causa mais comum de perda auditiva em recém-nascidos, é uma infecção de ouvido ou otite, ou até mesmo um resfriado, causa pela qual se acumula um líquido na porção do ouvido médio. Se a infecção de ouvido não vai embora, você tem que ir ao pediatra.

A perda de audição do bebê também pode ser causada por:
Exposição prolongada a elevados decibéis de sons;
Sérias complicações durante o parto;
Lesão cerebral;
História familiar de problemas auditivos;
A exposição a infecções grave durante a gravidez como rubéola;
Prematuridade ou baixo peso ao nascer
Escores de Apgar baixo (exame feito no bebê em até cinco minutos após o nascimento).

fonte: http://www.saudedicas.com.br/saude-infantil/como-estimular-o-ouvido-do-bebe-1111509
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sexta-feira, 18 de março de 2011

Recém-nascidos devem receber somente leite materno, afirma a OMS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 1,5 milhão de crianças podem ser salvas em todo o mundo anualmente se fossem amamentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade e complementar até os dois anos. De acordo com a OMS, apenas 35% das crianças com até seis meses de vida recebem somente o leite materno.

A Organização divulgou que mais de dois terços das 8,8 milhões de mortes anuais de crianças menores de cinco anos são provocadas pela subnutrição. A doença está associada, inclusive, a práticas de alimentação inadequadas, como alimentos na mamadeira, nos primeiros cinco meses de vida.

De acordo com a OMS, aumentar os índices de aleitamento materno é a chave para melhorar a nutrição de crianças em todo o mundo. A Organização de Saúde baseia esta afirmação em dados dos hospitais que receberam o título de Amigos da Criança. Nestas unidades o potencial de oferecer a milhões de bebês um início de vida mais saudável é bastante elevado.


No Brasil, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde revela que os bebês nascidos nas instituições Amigos da Criança mamam por um período maior do que as crianças nascidas em outras maternidades. Atualmente, 335 hospitais brasileiros têm o título, conferido pela OMS em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

A OMS considera o leite materno o alimento ideal para recém-nascidos e crianças pequenas. Ele é seguro e oferece ao bebê todos os nutrientes que precisa para um desenvolvimento saudável, além de conter anticorpos que protegem as crianças de doenças comuns na infância.

Uma das causas apontadas pela OMS para o número reduzido de bebês alimentados somente com leite materno é a falta de orientação e de apoio por parte de profissionais de saúde. O órgão acredita que a desinformação leva as mães a interromperem a amamentação poucas semanas após darem à luz.
http://www.corposaun.com


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Poluição afeta o desenvolvimento do feto durante gestação

Bebês que nascem abaixo do peso normal. Internações por doenças cardiorrespiratórias. Infecções das vias aéreas. Infertilidade masculina. Redução significativa de recém-nascidos do sexo masculino. Estudos divulgados por pesquisadores brasileiros recentemente mostram como os danos à saúde causados pela poluição (tanto das queimadas, como dos carros e das fábricas) são mais extensos e graves do que se imaginava.


O preocupante nesse cenário é que, diferentemente de outras doenças, não há nada que a população possa fazer para se prevenir da poluição – a única estratégia que pode reduzir os impactos é controlar a emissão de poluentes.

Uma pesquisa realizada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) revelou que as queimadas da Amazônia influenciam no desenvolvimento do feto durante a gestação.

Os resultados mostram que a alta exposição ao monóxido de carbono e a material particulado tem uma influência direta no nascimento de bebês com baixo peso (aqueles que nascem com menos de 2,5 kg). Material particulado são as partículas liberadas durante uma queimada. Além dos fragmentos maiores, alguns são tão finos que atingem o aparelho respiratório e a corrente sanguínea.

Ao comparar as mães que sofreram mais exposição a material particulado com aquelas que sofreram menos, o índice de recém-nascidos com baixo peso foi 26% maior no primeiro grupo.

Com relação ao monóxido de carbono, as mães que se expuseram mais a fumaça tiveram um índice 45% de recém-nascidos com baixo peso do que aquelas que sofreram menos exposição.

De acordo com Ageo Mário Candido Silva, pesquisador da UFMT e um dos autores do estudo, o monóxido de carbono inativa a hemoglobina, impedindo que o oxigênio da mãe chegue à placenta. Isso faz com que diminua a quantidade de oxigênio nas células do feto, comprometendo seu desenvolvimento.

Já o material particulado produz um processo inflamatório, gerando substancias tóxicas que também afetam o desenvolvimento do bebê. Para Ageo, a única forma de prevenir esses efeitos é reduzir as queimadas na região.

- O primeiro trimestre da gestação é o da formação. O segundo é o da definição e o terceiro é o da engorda. As maiores ocorrências de baixo peso foram no segundo trimestre, para material particulado, e no terceiro trimestre, para monóxido de carbono.

Os pesquisadores avaliaram todos os nascimentos de 2004 e 2005 em 18 municípios das duas regiões com os maiores índices de queimada no Mato Grosso: Alta Floresta e Tangará da Serra.

Para garantir que os dados pudessem apresentar uma estimativa real da influência das queimadas na gestação, foram excluídos da análise os bebês prematuros, os gêmeos e aqueles cujas mães não dispunham de informações suficientes. Outras variáveis que poderiam influenciar no resultado também foram consideradas, como o sexo do recém-nascido, a escolaridade e faixa etária materna, além do número de consultas pré-natal.

Doenças respiratórias

O problema que as mães do Mato Grosso enfrentam é o mesmo por que passam aquelas das regiões metropolitanas. E a exposição à poluição pode até ser mais grave, de acordo com Eduardo Borges da Fonseca, presidente da Comissão de Medicina Fetal da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

- Quando falamos da poluição de uma cidade como São Paulo, não é apenas monóxido de carbono. O efeito estufa concentra uma série de substâncias tóxicas, que são liberadas pelas fábricas, e aerossóis, dentre outros.

Uma pesquisa divulgada na última semana de outubro pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) comprovou que o acúmulo de partículas e gases nocivos na atmosfera estão provocando doenças respiratórias pré-existentes e podem aumentar o índice de infecções das vias aéreas superiores e pneumonia dos moradores da cidade de São Paulo, em diferentes faixas etárias.

Segundo o presidente do departamento de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), Renato Procianoy, há estudos indicando que, além de nascer com baixo peso, podem nascer mais bebês prematuros.

Outras hipóteses mostram, de acordo com Procianoy, que essa poluição ambiental também poderia afetar o neurodesenvolvimento das crianças – elas teriam um QI um pouco mais baixo.

- As mães não têm o que fazer. O que tem de ser feito é controle ambiental. Essa deve ser a preocupação das pessoas, para que controlem o ar das grandes cidades.

Infertilidade e sexo

De acordo com Fonseca, da Febrasgo, além de provocar restrição do crescimento fetal, essa poluição aumenta a taxa de aborto e a taxa de infertilidade dos dois sexos.

- Isso porque ficam lesados tanto o espermatozoide quanto a fixação do ovo fecundado no útero [processo chamado nidação]. A melhor prevenção é evitar as queimadas e a poluição. Não tem o que fazer.

O urologista Jorge Hallak, coordenador da unidade de toxicologia reprodutiva da USP, vem estudando há alguns anos os efeitos da poluição atmosférica e ambiental sobre a saúde dos homens.

Ao avaliar alguns trabalhadores de rua da capital paulista, como os fiscais de trânsito ("marronzinhos" da CET), e compará-los com homens inférteis e férteis, foram observadas alterações no sêmen dos três grupos de moradores paulistanos. Em alguns aspectos, diz Hallak, o sêmen dos trabalhadores de rua chega a ser de pior função que o dos inférteis.

- Isso não quer dizer que eles sejam inférteis, mas já mostram sinais de deterioração do sêmen. A poluição é, assim, um dos fatores de infertilidade. Há ainda uma tendência de conversão de testosterona [hormônio responsável por características masculinas] em hormônios femininos.

Outra pesquisa em andamento pelo grupo de Hallak revela que a poluição reduz o número de recém-nascidos do sexo masculino. O que justifica esses resultados, segundo o médico, é que os oócitos são mais propensos a serem fecundados por um espermatozoide carregando cromossomo X (presente em homens e mulheres) e que as substâncias tóxicas afetam mais os espermatozoides com o cromossomo Y (que determina o sexo masculino).
Fonte: R7


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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Exercícios durante a gravidez pode impedir bebês de serem obesos.

Fonte: Bemstar

Exercícios durante a gravidez

Praticar atividade física durante a gravidez não é benéfico apenas para as gestantes. Um estudo neozeolandês publicado no Journal of Clinical Endocrinology comprovou que o exercício praticado pela futura mamãe também traz benefícios ao bebê que ela espera. O simples andar de bicicleta durante cinco vezes por semana pode diminuir o peso do bebê em até 150 gramas.

Além disso, a prática de um esporte é suficiente para reduzir os riscos de obesidade e outros problemas de saúde na criança. Os exercícios aeróbicos alteram o ambiente materno e o estímulo nutricional do feto, resultando em redução do peso do bebê, dizem os especialistas. Eles chegaram a essa conclusão depois de dividir 84 grávidas em dois grupos. O primeiro deles praticou sessões de 40 minutos em bicicleta ergométrica até a 36ª semana de gestação. O outro grupo não praticou nenhum exercício físico.

A conclusão foi que as grávidas do primeiro grupo deram à luz bebês menores e mais magros. Ou seja, o peso e o tamanho do recém-nascido estão associados ao risco de obesidade. De acordo com os estudiosos, uma modesta redução nessas medidas pode trazer benefícios a longo prazo para a criança.

Por Carolina Abranches


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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Lei torna obrigatório e gratuito o teste auditivo em bebês


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que torna obrigatória a realização gratuita do exame de triagem auditiva em todos os hospitais e maternidades, nas crianças nascidas em suas dependências. O exame, denominado Emissões Otoacústicas Evocadas, detecta deficiências sutis que não são percebidas no dia a dia. A lei foi publicada no dia 03/08/2010 no "Diário Oficial".

Durante o teste da orelhinha, um pequeno fone é colocado no ouvido do bebê. O aparelho emite um som fraco. O ruído "viaja" pela cóclea. Ao detectar o sinal, os cílios se movimentam e emitem uma resposta, que é registrada pelo equipamento. Se houver problemas na audição, os cílios não se mexem e o aparelho nada registra.

Os especialistas recomendam o exame nos primeiros seis meses de vida. De acordo com a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia apenas de 5% a 10% da população brasileira de recém-nascidos fazem a triagem auditiva durante o ano.

Outros exames essenciais nos primeiros 6 meses de vida e que também são gratuítos:

Teste do pezinho O que é: O exame identifica erros de metabolismo que podem causar deficiência mental, como fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito, além de anemia falciforme, que causa a destruição crônica das hemácias (células vermelhas do sangue).

Quando realizá-lo: Entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê.

Como é feito: A partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido. Não provoca dor à criança.

Disponível na rede pública. Toda criança brasileira tem direito ao teste, gratuito. Existe uma outra versão ampliada que permite identificar mais de 30 doenças, mas não está disponível na rede pública.

Teste do olhinho (ou teste do reflexo vermelho)

O que é: Reconhece doenças como retinoblastoma, o tumor maligno ocular mais frequente em crianças; catarata, que compromete seriamente a visão; e glaucoma congênito, que pode levar à cegueira.

Quando realizá-lo: Nas primeiras 48 horas de vida do bebê.

Como é feito: É um exame ocular realizado em recém-nascidos com oftalmoscópio direto.

Disponível na rede pública. O teste do reflexo vermelho é obrigatório em todas as maternidades e estabelecimentos hospitalares do país.

Da redação Portal Comunidade Diabetes

Nathalia Arduini

Lide Multimídia - Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Dicas sobre alimentação das mulheres na fase da amamentação

Fonte: www.comunidadediabetes.com.br


Se durante a gestação, as futuras mamães já se preocupam com a alimentação, com o intuito de oferecer a melhor forma de nutrição a seus bebês, logo após o nascimento, durante a fase da amamentação, esses cuidados devem permanecer. É o que indica a endocrinologista do Delboni Auriemo, Dra. Yolanda Schrank. Aqui, ela lista algumas dicas para as mulheres que estão passando por esta fase.

Segundo a especialista, durante a amamentação é desaconselhável iniciar uma dieta para emagrecer, o que poderia comprometer a produção de leite e até prejudicar a nutrição do bebê. Nesse período, a mãe necessita de uma alimentação equilibrada, com cerca de 2500 calorias por dia. Para as mães preocupadas com os quilos ganhos durante a gravidez, uma boa notícia "A amamentação ajuda a emagrecer, pois queima calorias", diz Dra. Yolanda.

Não há um cardápio pré-determinado que deva ser seguido à risca, segundo a especialista. O ideal é que a mãe se alimente de forma saudável, várias vezes ao dia, adicionando generosas doses de líquidos. "É importante ingerir ao menos dois litros de água por dia, o que não é muito difícil nessa fase, uma vez que a mulher costuma sentir muita sede durante a produção de leite", explica a endocrinologista.

Uma alimentação rica em carnes brancas magras, legumes, verduras, cereais, alimentos ricos em cálcio (vegetais verdes escuros, leite e derivados) e frutas é a mais recomendada. A ingestão de peixes, linhaça e outros alimentos fontes de ômega 3, no mínimo duas vezes por semana, garante os níveis do ácido graxo essencial no leite materno.

Para as mães vegetarianas, um alerta especial: é preciso redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar de estar ingerindo vitaminas e minerais suficientes para nutrir o bebê.

Uma dúvida constante paira sobre o uso de adoçantes e produtos ligth. Não existe consenso sobre os malefícios dessas substâncias para a saúde da criança, de qualquer forma a recomendação é fazer um uso leve ou moderado dessas substâncias.

Bebidas, álcool e remédios não combinam com amamentação. A mãe que amamenta deve lembrar sempre que essas substâncias, além de causar prejuízos ao próprio organismo, podem afetar o organismo do bebê, por meio do leite materno.

"É importante lembrar que a consulta com um médico especialista ou nutricionista é a opção mais recomendada para quem deseja elaborar um cardápio saudável, com refeições e lanches saudáveis", finaliza a endocrinologista.

Fonte: Renata Silveira, Imagem Corporativa

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