quinta-feira, 6 de junho de 2013

Sete alimentos que atuam na prevenção do câncer

Veja quais nutrientes combatem células doentes e aumentam a imunidade

Para muitas pessoas, ter ou não um câncer é uma questão de destino. Será? Um estudo publicado na edição de dezembro de 2011 do British Journal of Cancer apontou que 45% dos casos de câncer em homens e 40% dos casos de câncer em mulheres poderiam ser evitados com a adoção de hábitos de vida saudáveis. Dentre esses hábitos, um que se destaca é a alimentação. De acordo com a nutricionista Priscila Cheung, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), uma dieta equilibrada previne não só o desenvolvimento de um câncer, mas de outras inúmeras enfermidades. "Alguns alimentos, entretanto, apresentam destaque quando o assunto é combater a multiplicação de células doentes", afirma. Confira quais são eles:


Brócolis
Um estudo publicado na revista Molecular Nutrition & Food Research já comprovou a atuação dos brócolis na prevenção do câncer. "Graças a diversos compostos, como o fitoquímico sulforafano, eles têm a capacidade de destruir células cancerígenas e deixar as demais intactas", explica a nutróloga Tarama Mazaracki, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Na pesquisa, homens com câncer de próstata que consumiram o vegetal apresentaram inibição de determinada enzima que também é alvo de medicamentos para tratamento da doença. Resultados similares também puderam ser vistos em mulheres com câncer de mama, em estudo divulgado na reunião anual da American Association for Cancer Research.

Chá verde
Queridinho de quem está de dieta, o chá verde não ganha destaque somente por acelerar o metabolismo e evitar a formação de coágulos nas artérias. "A bebida também é rica em antioxidantes, que atuam na prevenção do câncer", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da ABRAN. Isso é o que mostra um estudo divulgado pela Cancer Prevention Research que acompanhou a progressão do câncer de próstata em homens que passaram a tomar cápsulas de uma substância encontrada no chá. Outra pesquisa, da Chun Shan Medical University, em Taiwan, ainda destacou importante atuação do chá verde contra o câncer de pulmão. Segundo ela, uma única xícara por dia reduz em 13 vezes o risco de fumantes desenvolverem a doença.

Alho e cebola
"Alho e cebola pertencem a um mesmo gênero de alimentos que são fonte de determinado fitoquímico envolvido na capacidade de excreção de compostos carcinogênicos", aponta a nutricionista Priscila. Em outras palavras, esses alimentos auxiliam na eliminação de toxinas que favorecem o desenvolvimento de doenças degenerativas, como o câncer. Um estudo publicado no International Journal of Cancer aponta para redução do risco de câncer de intestino, enquanto que uma pesquisa divulgada pelo Epidemiology Biomarkers & Prevention relacionou o consumo dos alimentos a menor probabilidade de câncer de pâncreas.

Tomate
Muitas pessoas associam o tomate à prevenção do câncer de próstata. Não é à toa: o alimento é fonte de licopeno, carotenoide que confere alto grau de proteção contra a oxidação celular, explica a nutricionista Priscila. Segundo ela, é preferível comer o tomate após o aquecimento e acompanhado de uma gordura, como o azeite, para facilitar a absorção da substância pelo organismo. Molho de tomate, portanto, é a melhor escolha para obter o nutriente. Tais benefícios foram comprovados por inúmeros estudos. Entre eles, um publicado no British Journal of Nutrition e conduzido por especialistas da University of Portsmouth, no Reino Unido.

Cenoura
"A cenoura contém uma substância chamada carotenoide, atuante no combate a radicais livres que, quando em excesso, levam a mutações celulares capazes de originar um câncer", explica o nutrólogo Roberto. Tal ação se mostra eficaz principalmente na prevenção do câncer de mama, como mostra um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute que acompanhou mais de 6 mil mulheres. Acerola, abóbora e manga são outras boas fontes desse nutriente.

Uva
Fonte de polifenois, a casca e a semente da uva são outros bons aliados no combate aos efeitos dos radicais livres, aponta a nutróloga Tamara. Para prevenção do câncer, entretanto, não é recomendado obter o nutriente bebendo vinho, pois o álcool pode anular os efeitos anticancerígenos do alimento. Um estudo publicado no Cancer Prevention Research descobriu que o resveratrol aumenta a produção de uma enzima que destrói compostos orgânicos de estrogênio perigosos. Como esse tipo de câncer é hormono-dependente, o controle dos níveis de estrogênio é fundamental para impedir sua evolução.

Frutas vermelhas
Frutas vermelhas, como a framboesa e a amora, são ricas em antocianinas, fitonutrientes que retardam o crescimento de células pré-malignas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos que poderiam estimular o crescimento de um tumor. Um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry mostrou que o consumo desses alimentos reduzir o risco de desenvolver câncer de boca, câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16155-sete-alimentos-que-atuam-na-prevencao-do-cancer
Por Laura Tavares
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11 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. "Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp.

Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:


Melhora a circulação
Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia.

Deixa o pulmão mais eficiente
O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica.

Combate a osteoporose
O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

"Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.

Afasta a depressão
Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia.

Aumenta a sensação de bem-estar
Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.

Deixa o cérebro mais saudável
Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia.

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais.

Diminui a sonolência
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp.

Mantém o peso em equilíbrio e emagrece
Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia.

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado

Controla a vontade de comer
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.

Protege contra derrames e infartos
Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom.

Diabetes
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp.

fonte:http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/13697-11-beneficios-da-caminhada-para-o-corpo-e-a-mente
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Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2

Suplemento rico em ômega-3 eleva nível de hormônio que controla açúcar no sangue

Uma nova pesquisa desenvolvida pela Universidade de Harvard descobriu que os suplementos de óleo de peixe podem reduzir o risco de diabetes tipo 2. Isso acontece porque o ômega-3 presente nas cápsulas aumentam os níveis de um hormônio chamado adiponectina, que está ligado a sensibilidade à insulina. Altos níveis desse hormônio no sangue também têm sido associados a um menor risco de doença cardíaca. Os resultados estão previstos para publicação no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Os autores fizeram uma revisão de 14 ensaios clínicos envolvendo ao todo 682 pessoas que tomaram suplementos de óleo de peixe e 641 que receberam placebos, como girassol ou azeite de oliva. Entre as pessoas tratadas com óleo de peixe, os níveis de adiponectina aumentaram 0,37 microgramas por mililitro de sangue. Este hormônio tem um papel benéfico em processos que afetam o metabolismo, como a regulação do açúcar no sangue e processos inflamatórios.

Devido aos efeitos do óleo de peixe terem variado nos estudos analisados, os pesquisadores sugeriram que os ácidos graxos ômega-3 podem ter um efeito mais forte em certos grupos de pessoas. Os investigadores concluíram, portanto, que a pesquisa não prova uma relação de causa e efeito, e que são necessários mais estudos para determinar quais as pessoas se beneficiariam mais de suplementos de óleo de peixe.

Sete hábitos que previnem o diabetes
Quase 6% dos brasileiros têm diabetes, aponta o Ministério da Saúde. Os dados mostram que nem mesmo o avanço da medicina - que recentemente incluiu a cirurgia bariátrica entre as opções de tratamento - foi capaz de acompanhar os crescentes números dessa doença crônica. A solução? Apostar na prevenção. Vale lembrar que isso não é possível no caso do diabetes tipo 1, pois a não produção de insulina pelo corpo ainda tem causa desconhecida e costuma surgir na infância. Entretanto, a grande preocupação mesmo é o diabetes tipo 2, em que o organismo desenvolve resistência à insulina. Neste caso, é possível se prevenir adotando uma vida saudável. Confira a seguir as recomendações de especialistas para se proteger contra esse mal:


Tenha uma alimentação equilibrada
"A alimentação é um dos pilares mais importantes na prevenção do diabetes", afirma o endocrinologista Fádlo Fraige, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad). Isso porque o excesso de peso é um fator de risco para a doença. "Ingerindo mais calorias do que se gasta, a tendência é que o ponteiro da balança suba", explica. Por isso, elabore refeições ricas em verduras, legumes e frutas e modere no consumo de carboidratos e proteínas.

Afaste o sedentarismo
De acordo com o endocrinologista Balduíno Tschiedel, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, exercícios também são fundamentais para ficar longe do diabetes tipo 2. Mas fique tranquilo. Ninguém precisa fazer uma grande mudança na rotina para atender a esse quesito. "Cerca de 30 minutos de caminhada diariamente já é o bastante para afastar o risco de desenvolver a doença", aponta o especialista. Se possível, entretanto, associe exercícios aeróbicos com atividades que exigem força muscular para queimar calorias e definir o corpo.

Cuide do peso
"O excesso de peso faz com que os tecidos do organismo não consigam captar glicose, apesar da ação da insulina", afirma o endocrinologista Fádlo. Ele explica que a insulina é um hormônio que tem como principal função abrir uma porta de entrada nos tecidos para a absorção da glicose. Por esse motivo, a cirurgia bariátrica se tornou uma boa opção para quem sofre de obesidade e diabetes. Afinal, por meio dela há redução brusca do peso e, consequentemente, melhor captação de glicose.

Maneire no açúcar
Que fique bem claro: comer doce não causa diabetes. "O que favorece o diabetes é o sobrepeso e a obesidade, que podem acontecer graças à ingestão excessiva de doces", explica o endocrinologista Balduíno. Por isso, maneire no consumo. A recomendação merece atenção especial apenas por quem já é portador do diabetes. "Neste caso, a taxa de glicose no sangue pode ficar muito alta, ocasionando a chamada hiperglicemia", complementa.

Não esqueça dos check-ups
O diagnóstico do diabetes muitas vezes é feito quando médicos diversos, como ginecologistas, solicitam uma bateria de exames. Mas ao invés de depender desses especialistas, que tal definir uma data para realizar seus check-ups médicos anualmente? "Dentre os exames solicitados costuma aparecer o de glicemia de jejum e, caso haja suspeita de diabetes, um teste de hemoglobina glicada", explica o endocrinologista Fádlo. O primeiro indica as taxas de açúcar no sangue no momento do exame. O segundo, esses mesmos índices nos últimos 90 dias.

Investigue casos na família
O risco de desenvolver diabetes também aumenta caso o indivíduo tenha familiares portadores da doença. Por isso, buscar saber tais informações pode ser extremamente importante. "Neste caso, o paciente deve realizar o exames de check-up com maior frequência", aponta o endocrinologista Balduíno.

Contorne o pré-diabetes
Ouvir do médico que você tem pré-diabetes não é sentença, é um alerta. "Ainda é possível reverter casos nesse estágio, desde que o paciente se dedique", aponta o endocrinologista Balduíno. Comece a mudança buscando elaborar um cardápio com um nutricionista e estipulando uma rotina de exercícios com um personal trainer.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/16373-oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2
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Hipertensão, diabetes, asma e até idade trazem riscos à gravidez

A saúde da mãe e do bebê fica comprometida se estes quadros não forem bem acompanhados

No dia 28 de maio é lembrado o Dia Nacional da Redução de Mortalidade Materna. De acordo com número da Organização das Nações Unidas (ONU) cerca de 287 mil mulheres morrem diariamente no mundo por problemas relacionados à gravidez. Durante os nove meses da gestação, mãe e feto são praticamente uma pessoa só. E se a mulher tiver algum problema de saúde, é muito provável que o bebê sinta as consequências tanto quanto ela, isso torna o período bem mais arriscado. "Consideramos uma gravidez de risco, quando temos um problema que poderá causar danos tanto para a mãe quanto para o feto, que ocorre, por exemplo, quando temos uma mulher com alguma doença grave", explica Augusto Bussab, ginecologista e especialista em fertilização.

Claro que doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou hipotireoidismo não podem ser curados, apenas tratados e também não pode impedir que mulheres realizem o sonho de ser mães. A solução, nesses casos, é um rigoroso acompanhamento pré-natal, que localizará logo de início qualquer problema, caso a futura mamãe não o saiba de antemão. "No pré-natal as medidas de pressão, peso e os exames de rotina, incluindo o ultrassom, geralmente sinalizam o risco", relata a ginecologista Arícia Giribela, ginecologista e obstetra, membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo (Sogesp).

Por isso mesmo, relatar histórico de família é muito importante nessas ocasiões, já que muitas dessas doenças têm uma correlação com a genética. Vale contar tudo ao médico, inclusive os próprios maus hábitos. E não são apenas enfermidades que entram na lista de possíveis riscos para a gestação. Mas para saber o que esperar em cada caso, listamos quais as condições que podem causar complicações e como é feito o acompanhamento de cada uma delas.


Idade
Quanto mais tarde uma mulher engravida, maiores as chances de apresentar doenças que agravem sua gestação. "A idade está relacionada com gestação de risco. Por exemplo, uma mulher mais velha poderá apresentar problemas cardiovasculares com uma frequência maior que uma mulher mais jovem", expõe o ginecologista Augusto Bussab. Normalmente os riscos se tornam maiores após os 35 anos, mas se você só conseguir engravidar nessa época, não há problema, basta fazer o acompanhamento adequado e seguir as orientações do seu médico.

Obesidade
O aumento de peso está intimamente relacionado a diversos riscos, como o do parto prematuro, entre outros problemas. "Uma gestante que sofre com sobrepeso ou obesidade terá maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, por exemplo, e com isso todas as complicações decorrentes destes problemas", assinala Bussab. Se a gravidez for algo planejado, vale a pena perder alguns quilos para começar já com Índice de Massa Corporal (IMC) dentro do considerado saudável. Mas, caso a gestação tenha começado com um sobrepeso, ainda dá tempo. "O ideal é perder antes, mas o controle rigoroso durante a gestação pode ser feito sem prejuízo do feto", explica a especialista Arícia Giribela.

Hipertensão
A hipertensão pode aparecer durante a gravidez ou já ser uma característica da mãe desde antes. Em ambos os casos, pode trazer diversos riscos à gestante. "A pressão alta altera o fluxo sanguíneo da placenta para o feto causando inúmeros transtornos que podem culminar com sérias complicações como a diminuição do aporte de oxigênio para o feto", explica a ginecologista Arícia. Já no caso da mãe, o quadro pode desenvolver-se para a eclampsia, quando ocorrem convulsões na hora do parto. Por isso é muito importante que a grávida acompanhe sempre essa taxa com seu médico. Ela também pode e deve tomar cuidados, como restringir o sal e controlar o peso. Para as mulheres que já tomavam medicamentos para controlar a pressão, podem ter que fazer troca de medicamento para não prejudicar a criança, mas tudo isso será avaliado pelo médico.

Diabetes
O diabetes também pode aparecer durante a gravidez, quando é chamada de diabetes gestacional, ou já ser um quadro apresentado pela mãe. Em ambos os casos, estar sem acompanhamento médico é nocivo. "A alteração do metabolismo dos açúcares pode trazer malformações fetais importantes, inclusive cardíacas", alerta Arícia. Nesses casos, além do obstetra de confiança, um endocrinologista também acompanha de perto a gestação, para garantir que os níveis de glicose no sangue estejam adequados. Além disso, pode ser necessário o uso de insulina para controlar essas taxas, bem como uma dieta com restrição de açúcar.

Hipotireoidismo
Esse quadro se dá quando a tireoide produz menos hormônios do que necessário e é um quadro que afeta o corpo como um todo, já que a glândula regula o metabolismo. E durante a gravidez o bebê também pode ser prejudicado se o quadro não estiver controlado. "O quadro aumenta o risco de parto prematuro, e traz riscos ao desenvolvimento e à aprendizagem do bebê. Também pode causar descolamento placentário, que é quando a placenta se separa da parede interna do útero antes do nascimento, sendo um risco potencial para a vida tanto materna quanto fetal", considera o ginecologista Bussab. Aqui também é importante que um endocrinologista acompanhe a gestação, até porque será preciso uma maior periodicidade nos exames, afim de se fazer rapidamente qualquer alteração necessária na reposição hormonal, como assinala Arícia.

Cardiopatias
Mulheres com algum problema do coração, como arritmias cardíacas, também precisam de cuidados especiais durante o pré-natal, tanto que essas patologias são uma das maiores causas de morte durante a gestação. "As cardiopatias são perigosas em uma gestação, principalmente se esta gestante não estiver com seu problema controlado. Temos vários tipos de cardiopatias que são bem específicas e conforme o tipo, podemos ter até fetos de baixo peso", explica Bussab. Um dos problemas é que durante a gestação o coração recebe mais trabalho. Há, por exemplo, um aumento da frequência cardíaca a partir da sexta semana. Há casos em que um cardiologista deverá acompanhar de perto a gravidez junto com o obstetra. Pode acontecer também que um problema cardíaco apareça durante a gestação, por isso o médico e a futura mamãe devem ficar atentos a sintomas como palpitações.

Asma
A doença respiratória mais comum e que causa mais complicações é a asma, como explica Arícia. É comum que o quadro se agrave um pouco mais durante a gravidez, já que a elevação do útero comprime o diafragma, causando mais dificuldades para respirar. A menor entrega de ar ao bebê pode fazer que com ele nasça com baixo peso. Já a mãe pode ter complicações como rompimento prematuro da bolsa. "Mas dependerá do grau desta pneumopatologia, assim como no caso de outras", assinala o ginecologista Bussab. Por isso que o pneumologista da futura mamãe deve acompanhar a gestação com o obstetra. Outro fator importante é que a mãe não deixe de tomar seus medicamentos, não apenas para as crises, como também os anti-inflamatórios que previnem as exacerbações. Mas é sempre importante comunicar o ginecologista sobre os medicamentos que estão sendo usados para garantir que o bebê não sofrerá nenhum risco.

Doenças emocionais e mentais
Cada vez mais o número de pessoas com doenças emocionais e mentais aumenta. A depressão, por exemplo, está prevista para ser o quadro mais prevalente em 2030. E apesar de sempre cogitarmos apenas o tipo pós-parto, a mãe também pode ficar deprimida durante a gravidez, o que pode fazer com que ela abandone o pré-natal. Além disso, o tipo de medicação recomendado para esses quadros traz diversos efeitos colaterais, e isso deve ser pesado e observado durante a gestação. "Quando a gestante usa medicações especificas durante os primeiro trimestre, poderemos ter problemas no desenvolvimento fetal. Já se o uso for no final, os efeitos serão como os efeitos colaterais da medicação, e não trarão grandes problemas", avalia o ginecologista Bussab.

fonte:http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/16377-hipertensao-diabetes-asma-e-ate-idade-trazem-riscos-a-gravidez
Por Nathalie Ayres
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5 controversos tratamentos de saúde mental

Transtornos psiquiátricos são geralmente tratados com terapia cognitiva (conversa) e/ou medicamentos, mas quando esses tratamentos não funcionam, médicos e pacientes às vezes se voltam para procedimentos menos comuns, controversos. Embora esses tratamentos, que incluem o envio de “choques elétricos” através do cérebro, possam parecer extremos, alguns estudos sugerem que, em certos pacientes, eles podem ser muito eficazes.
Confira cinco tratamentos não convencionais para problemas de saúde mental:

5. Terapia de eletrochoque

A eletroconvulsoterapia (ECT), usada pela primeira vez em 1930, envolve a colocação de eletrodos na testa do paciente para passar correntes elétricas através de seu cérebro, a fim de induzir uma convulsão com duração de 30 a 60 segundos.
Nos primeiros anos da terapia, os pacientes não recebiam anestesia e elevados níveis de eletricidade eram usados. Hoje em dia, o tratamento é mais seguro, porque os pacientes recebem anestesia e as doses de eletricidade são muito mais controladas, conforme explica a Clínica Mayo, mas o tratamento ainda é controverso.
Isso porque ele pode afetar a memória de curto prazo e, em casos raros, causar problemas cardíacos. Devido a estes efeitos secundários potenciais, a ECT nunca deve ser usada como primeira opção de terapia.
Mas, para as pessoas que já tentaram outros tratamentos e não tiveram nenhuma melhora em seus sintomas, a ETC pode ser muito eficaz: 75 a 85% dos pacientes que recebem a terapia se recuperam de seus sintomas, segundo especialistas.
ECT normalmente é usada para tratar doentes que estejam gravemente depressivos e em risco de suicídio e, em alguns acasos, para tratar esquizofrenia e mania grave.

4. Estimulação cerebral profunda


A estimulação cerebral profunda, que envolve a implantação de um dispositivo que envia impulsos elétricos para o cérebro, está sendo estudada como um tratamento para transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) grave, depressão e dependência de drogas.
A terapia já está aprovada para tratamento de tremores da doença de Parkinson e distonia. Em 2009, a Administração de Alimentos e Drogas dos EUA aprovou a estimulação cerebral profunda para o tratamento de transtorno obsessivo-compulsivo, embora os pacientes sejam obrigados a ter tentado outros tratamentos por pelo menos cinco anos até poderem se qualificar para o procedimento.
Após a estimulação cerebral profunda, alguns pacientes com TOC mostram melhorias no humor, bem como uma diminuição da ansiedade e uma melhor resposta às terapias de comportamento que não estavam funcionando antes.
No entanto, especialistas advertem que o tratamento não é uma cura. “O procedimento simplesmente torna o paciente de TOC grave em um paciente médio”, diz o Dr. Benjamin Greenberg, psiquiatra da Universidade Brown (EUA).

3. Estimulação magnética transcraniana


Outro tratamento não convencional para a depressão é a estimulação magnética transcraniana. O tratamento utiliza campos magnéticos para alterar a atividade em certas regiões do cérebro, e envolve a colocação de uma bobina eletromagnética na testa, mas não necessita de cirurgia.
De acordo com a Clínica Mayo, os pesquisadores não sabem exatamente como o tratamento funciona, mas pensa-se que os campos magnéticos estimulam regiões do cérebro envolvidas no controle do humor.
Em 2008, o processo foi aprovado como tratamento para a depressão em pessoas que não responderam a outras terapias. Possíveis efeitos colaterais incluem dores de cabeça, espasmos faciais, tonturas, e, menos comumente, convulsões e perda de audição.

2. Psicocirurgia


Uma cirurgia no cérebro para transtornos mentais chamada de psicocirurgia (ramo da neurocirurgia que modula a performance do cérebro e assim afeta mudanças na cognição) tem sido praticada desde a década de 1930, embora seja muito controversa. As primeiras operações do tipo, como a lobotomia praticada nos anos 1940 e 50, tiveram sérios efeitos colaterais, incluindo alterações de personalidade.
A prática da psicocirurgia diminuiu após medicamentos psiquiátricos se tornarem amplamente disponíveis, embora um pequeno número de centros médicos continuem a realizar tais procedimentos até hoje.
Um estudo publicado em junho de 2013 analisou os efeitos de um tipo de psicocirurgia chamada de capsulotomia bilateral, que danifica o tecido em uma parte do cérebro chamada de cápsula interna, como um tratamento para um pequeno número de pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Quase metade dos pacientes apresentaram alguma melhora em seus sintomas de TOC, embora 10% experimentaram efeitos colaterais graves, incluindo paralisia.

1. Cogumelos mágicos

O alucinógeno encontrado em cogumelos mágicos, chamado psilocibina, pode ajudar no tratamento de transtornos psiquiátricos como depressão, ansiedade e dependência.
Em um pequeno estudo de 2011, mais de metade das pessoas que receberam uma dose moderada de psilocibina relataram uma experiência “mística”, do tipo que os cientistas acreditam ter benefícios psiquiátricos a longo prazo. Apenas 5% relataram ter efeitos colaterais, tais como medo extremo (paranoia) ou ansiedade. Mesmo um ano depois, 83% dos participantes disseram que as experiências místicas tinham aumentado o seu bem-estar.
A psilocibina está sendo estudada como tratamento para doentes terminais que sofrem de depressão e ansiedade, e para pessoas com vícios difíceis de tratar, incluindo alcoolismo. Um estudo de 2010 sugeriu que a substância pode reduzir a ansiedade e melhorar o humor de pessoas com câncer terminal.[LiveScience]

fonte:http://hypescience.com/5-tratamentos-de-saude-mental-controversos/
Por Natasha Romanzoti
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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Como a dieta ortomolecular combate os radicais livres através da alimentação


Estima-se que cerca de dez mil vezes ao dia as células do corpo são bombardeadas pelos radicais livres. Esses átomos ou moléculas em desequilíbrio são produtos de reações normais do organismo. Altamente reativos, os radicais livres agridem as células. Logo, surge o envelhecimento e com ele as doenças associadas.
O radical livre mais perigoso é o oxigênio, que pode se transformar em superóxido e em peróxido de hidrogênio. Muitos oxidantes podem vir dos poluentes do ar, de produtos químicos ou industriais, dos agrotóxicos ou da combustão de automóveis. O cigarro, a exposição solar, os exercícios físicos exagerados e alguns medicamentos também podem ser responsáveis pelo acúmulo de oxidantes, assim como a depressão, a ansiedade e o medo.

Essencial para quem quer viver bem e de forma saudável, a Prática Ortomolecular visa o tratamento das doenças e a prevenção da saúde através da eliminação dos radicais livres existentes no corpo. É uma medicina natural que utiliza a alimentação funcional como fator determinante de saúde.
Não há como controlar a qualidade do ar que se respira nem os aspectos emocionais, por isso a solução é controlar o que se come. O melhor sistema antioxidante para as células está na alimentação. Por intermédio dos alimentos ricos em antioxidantes pode-se atacar, interceptar e destruir as moléculas de oxigênio maléficas.

Frutas e vegetais possuem antioxidantes poderosos. O ideal é escolher os alimentos mais coloridos, pois quanto mais forte a cor, maior a quantidade de antioxidantes. Cebola roxa, alho cru, verduras de folha verde escura e frutas como goiaba, laranja, melancia e uvas vermelhas são riquíssimos em antioxidantes.
Os radicais livres são eliminados normalmente pelo sistema enzimático antioxidante do corpo. Com a retirada dessas substâncias, é possível equilibrar o organismo e promover o rejuvenescimento celular dos órgãos envolvidos no metabolismo.

Alimentos antioxidantes:
- Acerola, laranja, manga, melão, papaia, morango, limão, kiwi, couve-flor, pimentão, batata – ricos em Vitamina C
- Fígado, batata, carne vermelha, germe de trigo, levedo de cerveja – ricos em Ácido lipóico
- Lecitina de soja, ovos, peixes, couve-flor, amendoim – ricos em Colina
- Damasco, azeite, óleos de germe de trigo, milho, girassol e oliva, leite, batata-doce, abacate, amêndoas – ricos em Vitamina E
- Fígado, leite, ovos, queijo, manteiga, cenoura, espinafre, maracujá, abóbora, acelga, melão – ricos em Vitamina A
- Limão, laranja, lima-da-pérsia, uva, damasco, cereja, ameixa, mamão, pimentão, brócolis – ricos em Bioflavonoides

fonte:http://www.corposaun.com/como-a-dieta-ortomolecular-combate-os-radicais-livres-atraves-da-alimentacao/22628/#more-22628
Por Lais
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