quarta-feira, 3 de maio de 2017

Propriedades e benefícios do Amaranto

O amaranto é uma semente que tem sido cultivada e utilizada em nosso país há milhares de anos. No entanto, é uma grande desconhecida para a maioria das pessoas. Trata-se de um alimento muito saudável, embora pouco frequente na dieta habitual que levamos.

As culturas pré-colombianas que habitavam a Europa eram conhecedoras das numerosas propriedades e benefícios do amaranto, utilizada como um remédio para tratar uma grande variedade de doenças e enfermidades.

O amaranto foi um dos principais alimentos que utilizavam as mencionadas culturas pré-colombianas, junto com o milho e o feijão. Tanto os astecas, como os maias e os incas a consumiam como principal fonte de proteína. Além disso, o amaranto tinha outra conotação de tipo religioso, que era utilizada nos rituais para os deuses e como parte da visão de mundo em cada uma dessas culturas.

Era considerado um alimento de alto valor nutritivo, e também suas propriedades medicinais tem sido demonstradas em diversos estudos durante os últimos anos. Nos tempos antigos, com as folhas do amaranto eram preparadas infusões que serviam para tratar os casos de diarreia. Na verdade, devido ao seu grande fornecimento proteico e ao fato de que contém uma grande quantidade de ferro e cálcio, o amaranto é indicado em dietas para obesidade, assim como para sua prevenção. Também é rico em fibra.


Quanto ao seu uso culinário, ao se tratar de um pseudo-cereal, o amaranto é usado como o arroz, ou seja, se ferve e, em seguida, pode ser usado para preparar todos os tipos de pratos, doces ou salgados e tanto quentes como frios. Além disso, o amaranto pode ser utilizado também passando-o diretamente pela frigideira, tal e como se faz para preparar a pipoca de milho, mas desta obteríamos a pipoca de amaranto, que são um aperitivo com muita proteína e fibra.

Além dos métodos de cozimento descritos anteriormente, as sementes de amaranto podem ser consumidas diretamente sem ser cozidas de nenhuma maneira. Podemos utilizá-las adicionando a algum prato empanado ou uma salada para dar um toque crocante a nossa criação. Também podem ser elaboradas barras de cereais ou biscoitos com elas, misturando apenas chocolate com amaranto.

Os usos do amaranto na cozinha são muito amplos, já que é possível preparar todos os tipos de pratos com esta semente. Incluir esta semente em nossa dieta habitual adicionará uma grande quantidade de nutrientes e nos fornecerá muitos benefícios.

Propriedades do Amaranto:
O amaranto é uma semente com um grande teor de vitaminas, principalmente a A, B, C, B1, B2 e B3. É também uma fonte de ácido fólico e de aminoácidos como a lisina. Entre os minerais que contêm se destaca o fornecimento de niacina, cálcio, fósforo e ferro. Como já mencionamos também anteriormente, o seu teor de proteínas é também muito elevado; tem mais do que o dobro do arroz e 80% mais do que o trigo. Tem também o triplo de aminoácido do que o milho e favorece o equilíbrio de cálcio, fósforo e magnésio, cuja função é nutrir e manter o cérebro em bom estado.

Outros minerais que contêm são potássio, sódio, cobre, zinco e níquel, que ajudam a manter o funcionamento adequado do sistema nervoso central.

Estes minerais, assim como o restante dos nutrientes, se encontram em toda a semente, por isso devemos consumir integralmente. Como dissemos, o amaranto é considerado um pseudo-cereal, o que significa que tem características comuns com outros cereais, mas com outras atípica destes, como é neste caso, o seu alto teor em proteínas, que se o aproximam mais dos legumes.

O grão de amaranto contém um concentrado de proteínas de cerca de 16% aproximadamente, e contém todos os aminoácidos essenciais, exceto a leucina. Seu teor de gorduras é de 7%, e possui também uma grande quantidade de fibras em proporção. Portanto, por todas estas propriedades que mencionamos até agora, o amaranto é recomendado para o tratamento de diversas condições, como a osteoporose, a hipertensão, o câncer de cólon, a constipação, a insuficiência renal crônica ou a hepática e a encefalopatia hepática.

Benefícios do Amaranto:
Apesar de ser uma semente pouco conhecida, o amaranto é totalmente recomendado como parte da nossa dieta regular, já que além de ter um rico sabor, tem um grande fornecimento de nutrientes. Por seu alto teor de proteínas, costuma ser incluído principalmente em dietas vegan, nas quais se buscam as proteínas de origem vegetal de alta qualidade.

Entre os benefícios do amaranto se destaca seu grande poder como antioxidante, o que te permite ter a capacidade de neutralizar os radicais livres que existem no oxigênio. O consumo desta semente pode, portanto, reduzir o estresse oxidativo e, assim, ajudar a reparar e cuidar das células do organismo, mantendo assim uma ótima saúde.

Outro dos benefícios do amaranto reside em seu teor em gorduras boas, fibras e fitosteróis, por isso que o consumo da semente ajudaria na prevenção de diversos tipos de doenças cardiovasculares. Isso se deve ao fato de que é capaz de controlar as dislipidemia e os valores de pressão arterial, de acordo com as descobertas de várias investigações.

Por outro lado, é utilizado para perder peso ou nas dietas de manutenção para prevenir a obesidade, graças ao seu teor em fibra e proteínas. Tem a capacidade de aumentar a saciedade, em maior medida do que o arroz ou a batata, por isso acalma a fome e a vontade de comer sem adicionar uma grande carga extra de calorias.

Além desses benefícios, recomenda-se o consumo de amaranto para adicionar variedade na dieta, já que nossa sociedade está intimamente ligada ao consumo de trigo, deixando de lado uma grande quantidade de cereais e sementes, como a cevada, o centeio, o milho, cujo fornecimento nutritivo é maior do que o do trigo.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Índice de massa corporal e incidência de diabetes tipo 1 e tipo 2 em crianças e jovens: obesidade aumenta em quatro vezes o risco de diabetes do tipo 2

Pouco se sabe sobre a associação entre obesidade e as tendências temporais na incidência de diabetes mellitus em crianças e adultos jovens. Pesquisadores do King’s College London examinaram a incidência recente de diabetes tipo 1 (DM1) e diabetes tipo 2 (DM2) em relação ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças e adultos jovens ingleses.

Para avaliar melhor esta associação, os pesquisadores fizeram uma análise incluindo 369.362 participantes, com idades entre 2 e 15 anos, com medições do IMC no UK Clinical Practice Research Datalink (CPRD), entre 1994 e 2013, avaliando a incidência de DM2 e de DM1.

Houve 654 casos novos de DM2 e 1.318 de DM1. A incidência de DM2 por 100.000 pessoas por ano aumentou de 6,4 em 1994-8 para 33,2 em 2009-13 e a incidência de DM1 aumentou de 38,2 para 52,1 por 100.000 pessoas durante o mesmo período. A incidência de DM2 aumentou em indivíduos com sobrepeso (percentil 85 a 95 para IMC específico da idade e sexo, P=0,01) e obesos (percentil ≥95 para IMC específico da idade e sexo, 

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terça-feira, 2 de maio de 2017

Chá de hibisco com gengibre – Receita

Os chás caíram mesmo no gosto da população, por isso todos os dias, mais e mais pessoas procuram novas receitas, que possam ser usadas para tratar ou prevenir doenças, além da grande procura por chás que ajudam no emagrecimento.
Com o aumento da preocupação com a saúde e a beleza, estar acima do peso vem incomodando muita gente. E na luta contra a balança, além de manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas regularmente, alguns chás podem ajudar a tornar o processo de emagrecimento mais rápido. É o caso do chá de hibisco com gengibre, que vem sendo utilizado como potencializador de dietas no mundo inteiro. Veremos primeiro como se faz o chá e depois veremos como ele funciona no organismo.

Chá de Hibisco com Gengibre – Receita

Ingredientes
Você vai precisar dos seguintes itens:
1 colher de chá de hibisco seco e drenado
1 colher de chá de gengibre ralado (tem que ser fresquinho)
4 copos de água
½ colher de chá de menta (opcional)

Modo de Preparo
Primeiramente, você precisa saber que é importante que o hibisco seja seco e o gengibre seja fresco. Se for o contrário, o chá não terá os efeitos desejados. O gengibre precisa ser descascado e ralado. Não use a raiz com a casca e nem em pedaços.
Depois de se atentar a esses detalhes, coloque o hibisco e o gengibre em um recipiente de plástico. Ferva a água e depois despeje sobre as plantas no recipiente. Cubra e deixe descansar por uns 15 minutos. Você perceberá que o líquido ficará vermelho. Depois é só acrescentar a menta, se desejar, e tomar o chá, morno ou frio.

O chá não deve ser guardado. Por isso, faça somente a quantidade a ser tomada e tome assim que ficar pronto. Se for guardado por muito tempo, ele perde suas propriedades medicinais.

Chá de Hibisco com Gengibre – Como Funciona
Algumas pessoas ficam se perguntando como os chás podem ajudar a emagrecer. Isso se deve às suas propriedades. Cada planta tem um tipo de propriedade, devido às substâncias contidas em suas folhas, caules, flores ou frutos. E essas substâncias podem trazer benefícios para o organismo.

No caso do hibisco, é uma planta com propriedades diuréticas, ou seja, ela facilita a eliminação de toxinas do organismo, dentre elas as gorduras. Por isso, o consumo de chá de hibisco ajuda na eliminação das gorduras acumuladas, além de tratar a retenção de líquidos, outro problema comum de quem tem sobrepeso.

Junto com o gengibre, o hibisco tem a sua ação potencializada. O gengibre é uma planta termogênica, ou seja, aumenta a temperatura do corpo, acelerando o metabolismo. Assim, a perda de peso fica mais rápida e mais fácil.

Emagreça tomando chá de hibisco com gengibre

Contraindicações

Apesar de ser totalmente natural, é preciso conversar com um médico antes de iniciar o tratamento com o chá. Algumas pessoas podem ter alguma reação adversa a algum dos ingredientes.
É importante ressaltar que o gengibre é um alimento estimulante, por isso deve ser evitado à noite, principalmente por pessoas que sofrem de insônia.
O recomendado é que se tome no máximo 3 xícaras do chá por dia. Não exceda esse limite!

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Chás que grávidas podem tomar

Apesar de serem considerados como naturais e benéficos, os chás também podem trazer riscos para a saúde. Isso é válido para qualquer pessoa, no dia a dia, mas, especialmente, durante um período tão especial que é a gravidez.
Duranta a gravidez o risco de tomar alguns chás sem a devida orientação ou acompanhamento médico se torna ainda maior, porque existem ervas capazes de reduzir a produção de leite, atrapalhar o desenvolvimento saudável do feto e provocar o aborto espontâneo. Sabendo disso, as gestantes devem ter muito cuidado ao tomar qualquer tipo de chá. Veja algumas informações sobre infusões que podem ser indicadas ou não para mulheres grávidas.

Chá Preto
O chá preto é uma boa fonte de cafeína, assim como o café. Por isso, ele age como estimulante no organismo. A erva também tem efeito antioxidante, capaz de melhorar o funcionamento do organismo. Para as gestantes, o mais importante é que se observe a quantidade.
Algo como 1 xícara do chá preto por dia não é prejudicial. Porém, o consumo acima de 300 mg por dia (equivalente a 3 xícaras médias) pode aumentar o risco de aborto.

Chá Verde
O chá verde é feito a partir da mesma planta que o chá preto, a Camellia Sinensis, porém com mudanças na forma que a erva é separada. No entanto, existem diferenças consideráveis nos efeitos trazidos pelos dois para as grávidas. O uso do chá verde pelas gestantes deve ser feito com muito cuidado, principalmente nos primeiros meses de gravidez.
As substâncias ativas do chá podem inativar uma enzima que participa do metabolismo do ácido fólico. Como este último é essencial para a formação do feto, não dá para correr riscos.

Grávidas podem tomar chás?

Chá de Hortelã

O chá de hortelã é uma opção interessante para as grávidas que querem amenizar a azia e reduzir um pouco da ansiedade típica do período. O consumo moderado da erva não prejudica a gestação e pode, inclusive, trazer alguns benefícios. Porém, o uso não é recomendado durante a lactação, pois diminuem a produção de leite.
Uma boa dica é preparar o chá com a planta cultivada em casa, que é mais natural e muito simples de se manter. Os chás de sachê também são bons, mas têm menos propriedades e substâncias ativas.

Chá de Gengibre
O chá de gengibre, se for feito apenas com 1 fatia pequena de gengibre pode ser consumido pelas grávidas. Ele é bastante interessante porque atua como um medicamento natural para o enjoo bastante eficaz. Segundo pesquisas, o rizoma pode ser tão ou mais eficiente que os remédios alopáticos usados para esse fim.
Mais uma vez, é importante tomar cuidado com o excesso, pois o gengibre ingerido em grandes quantidades pode elevar a pressão arterial. Grávidas já têm a pressão naturalmente aumentada, então esse é um efeito arriscado para a saúde da mãe e do feto.


Chá de Canela

A canela é bastante benéfica, mas deve ser evitada ao máximo pelas gestantes. Em pequenas quantidades a especiaria é inofensiva, porém o uso do chá pode ser altamente prejudicial para a gestação. Por estimular as contrações uterinas, a canela pode agir como um abortivo natural. Além disso, ela também pode elevar a pressão e trazer complicações para a gestação.
O ideal, portanto, é não consumir o chá durante a gravidez. É importante enfatizar também que a receita não deve, em nenhuma hipótese, ser usada propositalmente para interromper uma gravidez indesejada.

Alguns chás podem ser consumidos durante a gestação

Chás de Frutas
As futuras mamães que querem tomar chás podem aproveitar o sabor das frutas. Duas boas opções são os chás feitos com a casca do abacaxi e da maçã.
As frutas têm papel importante na oferta de nutrientes para o bebê e os chás feitos com elas podem trazer benefícios como: controlar a ansiedade e melhorar a digestão. Um truque é não adoçar as bebidas, porque o açúcar agrava a azia, além de ser ruim para a saúde. Como as frutas são naturalmente adocicadas, o chá fica saboroso sem outros adoçantes.

Chá de Camomila
Outra opção liberada para as gestantes é a camomila. O chá feito com a erva age como um calmante natural. Assim, ajuda a reduzir ansiedade típica da gravidez e os problemas de sono. Porém, é bom não exagerar porque o consumo excessivo da camomila pode trazer efeitos contrários aos desejados.
Prefira tomar 1 xícara antes de dormir ou pela manhã ao acordar.

Chá de Erva Doce
O chá de erva doce também tem efeito calmante, além de trazer benefícios digestivos. Para quem está amamentando, ele ainda estimula a produção de leite. O chá costuma ser indicado para bebês, mas esse uso é um tanto complicado e controverso.
A mãe que consome a erva pode passar algumas de suas substâncias para o bebê ao amamentar. Fora isso, a ingestão de chá para recém-nascidos não é uma boa pedida, porque o organismo deles é muito sensível. Nós não indicamos nenhum alimento para recém nascido sem prescrição médica.

Outros Chás
Todas as ervas podem trazer consequências para o nosso organismo. Por isso, é fundamental procurar um médico antes de fazer uso de qualquer chá durante a gravidez, sobretudo de forma constante.
Apesar de algumas orientações gerais, existem sempre situações específicas que devem ser observadas. Quem faz uso de medicamentos, por exemplo, precisa pensar em interações entre substâncias. Problemas crônicos também interferem no efeito de plantas medicinais. Se você está pensando em tomar qualquer chá, converse com o médico responsável pelo seu pré-natal para recomendações mais seguras.

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Em apenas 10 minutos, você vai estar livre da dor ciática com este maravilhoso método natural!

Sofre muito com dor ciática?. Você vai agora conhecer um tratamento incrível. Quem faz, na grande maioria, o aprova completamente.
O nervo ciático normalmente começa na parte mais baixa das costas, então se espalha pelas nádegas e corre em direção às coxas e às pernas.
As dores nesse nervo são bastante desagradáveis.
Elas produzem diferentes sensações nas pessoas que têm algum tipo de irritação ou compressão no ciático.

Essas sensações podem varia de dor crônica, pernas pesadas, formigamento e desconforto para se sentar.
Os problemas no ciático podem ter várias causas.
Por exemplo, poderiam ser causados por uma hérnia de disco.
Ou por diabetes.

Outra causa pode ser uma condição conhecida como síndrome do piriforme.
E até infecções pelo vírus do herpes podem originar a dor ciática.

As pessoas mais predispostas a desenvolver o problema são as sedentárias, as que estão acima do peso, as que levantam muito peso, as que passam muito tempo sentada com movimentos que forçam as costas (motoristas, por exemplo) e as que têm diabetes.

Como tratar a dor ciática?

É indispensável o acompanhamento de um bom médico para investigar as causas e definir o melhor tratamento.

Como complemento, você pode testar a receita que ensinaremos adiante.

Ela foi gentilmente repassada para nós por um leitor.

Ele garante que, graças a ela, está há 15 anos sem saber o que é uma dor ciática.

E pelas mensagens de outros leitores que já fizeram a receita (já a publicamos noutro post) ela funciona mesmo!

O tratamento é supersimples.

Ele deve ser feito à noite, antes de dormir.

Em um balde de 20 litros, coloque água quente até a metade.


Ponha a água na temperatura mais quente que possa ser suportada pelos pés.

Depois acrescente um punhado de sal e meio litro de vinagre de maçã.

Mexa bem essa mistura.

Coloque os pés dentro do balde e os mantenha lá até que a água esfrie (cerca de dez minutos, dependendo da temperatura ambiente).

Ao tirar os pés, enxugue e envolva-os em uma toalha seca e vá direto para a cama para dormir.

É preciso manter os pés aquecidos.

Por isso durma com uma toalha, um lençol ou colcha envolvendo-os para que fiquem bem aquecidos.

No outro dia, saia da cama com sandálias e não pise no solo sem elas.

Até na hora de tomar banho, use sandálias.

Faça o tratamento uma vez a cada seis meses.

Essa é a receita do leitor, que garante: funciona de verdade.

Agora preste atenção a essas orientações:

- Hipertensos não podem usar o sal comum, e sim o sal do Himalaia.

E mesmo com esse sal, têm que ficar atentos.

- Use um vinagre de maçã de boa qualidade, se possível orgânico.

O sucesso do tratamento depende muito da qualidade do vinagre usado.

Afinal, é o vinagre de maçã o principal agente terapêutico do tratamento.

Importante: devido ao sal, hipertensos não devem fazer esta receita.

Aliás, hipertensos precisam entender que não devem fazer nenhum tratamento com sal.

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Descobertos compostos que podem ajudar no combate ao cancro cítrico

Elton Alisson | Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro e de São José do Rio Preto, em colaboração com colegas da University of Groningen, da Holanda, identificaram uma série de compostos capazes de inibir a ação da bactéria Xanthomonas citri, causadora do cancro cítrico – uma doença que ataca todas as variedades e espécies de citros de importância comercial.

Pesquisadores identificam uma série de compostos que podem ajudar no combate ao cancro cítrico (foto: Wikimedia Commons)

Os resultados do estudo, apoiado pela FAPESP no âmbito de um acordo de cooperação com a Organização Holandesa para Pesquisa Científica (NWO, na sigla em inglês), foram apresentados no “Biobased Economy Workshop”, realizado nos dias 5 e 6 de abril, na Fundação.

“Identificamos dezenas de compostos com potencial para combater a Xanthomonas citri”, disse Henrique Ferreira, professor do Departamento de Bioquímica e Microbiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro, durante palestra no evento.

O pesquisador – em parceria com Luís Octávio Regasini, professor do Departamento de Química e Ciências Ambientais do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (Ibilce) da Unesp de São José do Rio Preto – tem se dedicado a identificar nos últimos anos, por meio de projetos de pesquisa também apoiados pela FAPESP, compostos de baixo impacto ambiental que possam prevenir as plantas cítricas de serem infectadas pela Xanthomonas citri ou o espalhamento da doença para novas áreas.

As formulações bactericidas utilizadas hoje para prevenir a propagação da doença, que causa lesões em folhas, frutos e ramos, provocando sua queda, são à base de cobre – um elemento tóxico que se acumula no meio ambiente.

“Esses produtos podem levar à contaminação do solo e de reservatórios de água”, ressaltou Ferreira.

A fim de encontrar uma alternativa a essas formulações, eles começaram a prospectar compostos que sejam capazes de matar a Xanthomonas citri ao atacar processos vitais, como a divisão celular do microrganismo.

Nesse processo, as células bacterianas inicialmente crescem em razão da duplicação de seu material genético e, ao final, dividem-se em duas células filhas.

Uma etapa crucial desse processo é a montagem do septo divisional – uma estrutura composta principalmente por uma proteína chamada FtsZ, que forma um anel no meio das células quando elas estão prestes a se dividir –, explicou Ferreira.

“Escolhemos essa proteína essencial para o processo de divisão celular da Xanthomonas citri como alvo de compostos antibacterianos”, sublinhou.

Os pesquisadores fizeram então um levantamento de quais compostos são inibidores da FtsZ e notaram que, em comum, eles são polifenóis – substâncias naturais encontradas em plantas, como os flavonoides e os taninos.

A partir dessa observação, eles decidiram avaliar se o ácido gálico poderia ser ativo contra a Xanthomonas citri ou interferir no processo de divisão celular da bactéria.

Ácido orgânico também conhecido como ácido 3,4,5-triidroxibenzoico, o ácido gálico está amplamente presente na natureza e é encontrado em uma série de plantas, como folhas de chá, sendo considerado padrão para o estudo de polifenóis.

“O ácido gálico está envolvido em atividades de proteção e regulação em plantas e apresenta ação biológica contra vários microrganismos”, afirmou Ferreira.

Ação protetiva
Para avaliar se o ácido gálico era capaz de matar a Xanthomonas citri, inicialmente os pesquisadores sintetizaram um conjunto de 15 ésteres do composto, chamados galatos de alquila, e realizaram uma série de testes com essas substâncias para verificar se interferiam na habilidade da bactéria em colonizar citros.

Em um dos testes, as bactérias foram expostas aos compostos e depois inoculadas em folhas de citros para analisar se os galatos de alquila inibiam a capacidade de os microrganismos infectarem as plantas. Os resultados foram positivos. As bactérias perderam a habilidade de colonizar as folhas das plantas.

“Isso é uma evidência a favor do potencial desses ésteres em proteger plantas de serem infectadas pela Xanthomonas citri”, disse Ferreira.

Com o intuito de determinar o mecanismo de ação dos galatos de alquila, os pesquisadores realizaram em parceria com os colegas da universidade holandesa, liderados pelo professor Dirk-Jan Scheffers, alguns experimentos em que usaram a proteína FtsZ purificada de Bacillus subtilis.

Embora essa bactéria apresente características muito distintas da Xanthomonas citri, ambas apresentam um processo conservado de divisão celular, explicou Ferreira.

“Isto significa que observações extraídas sobre os efeitos dos galatos de alquila em FtsZ de Bacillus subtilis poderiam ser extrapoladas para Xanthomonas citri”, afirmou.

Os resultados dos experimentos demonstraram que os compostos também mostraram-se ativos contra o Bacillus subtilis.

Os galatos de alquila também perturbaram a localização subcelular (no interior da célula) da FtsZ de Bacillus subtilis e afetaram o funcionamento da proteína, formando estruturas que podiam ser facilmente observadas por microscopia eletrônica e sedimentadas em centrifugação de alta velocidade.

“Esses resultados sugerem que os galatos de alquila atuam na maquinaria da divisão celular da Xanthomonas citri e também da Bacillus subtilis ”, afirmou Ferreira.

Forma de tratamento
Os pesquisadores estão avaliando, agora, como as plantas cítricas podem ser tratadas com galatos de alquila.

A fim de desenvolver uma forma de imobilizar os galatos na superfícies das plantas, eles iniciaram uma pesquisa em colaboração com Ulrich Schwanenberg, professor da RWTW Aachen University, da Alemanha.

A pesquisa também é apoiada pela FAPESP no âmbito de um acordo de cooperação com o Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF, na sigla em alemão).

“A ideia do projeto é produzir híbridos de galatos de alquila e peptídeos que poderiam se ligar à superfície das folhas”, explicou Ferreira.

Segundo ele, o professor Regasini já produziu mais de 100 compostos promissores. Dentre eles nove novos compostos diferentes dos galatos de alquila, que apresentam maior potencial de combater o cancro cítrico.

Aumento da incidência
De acordo com dados apresentados pelo pesquisador, a incidência da doença tem aumentado nos últimos anos nos pomares em São Paulo – estado responsável por 75% do suco de laranja produzido no Brasil e exportado para o exterior, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos.

Seis meses após uma mudança na legislação estadual sobre controle do cancro cítrico – que entrou em vigor em meados de 2009 e estabeleceu que, independentemente da existência da doença em um pomar, só é obrigatório fazer a erradicação de plantas que estão em um raio de 30 metros de uma planta infectada –, a incidência da doença no Estado de São Paulo aumentou mais de 80%.

Mais recentemente, em 2013, uma nova alteração na lei permitiu que os produtores passassem a eliminar a planta contaminada e pulverizar com cobre as plantas que estiverem em um raio de 30 metros dela.

“Essas mudanças na legislação favoreceram a presença da Xanthomonas citri nos pomares paulistas”, avaliou Ferreira.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Veja os malefícios de tomar leite de caixa e da ultrapasteurização

Profissionais defendem que o consumo do leite UHT deve ser evitado, pois boa parte das vitaminas é eliminada
O hábito de consumir leite de vaca gera controvérsias. Além da discussão sobre o alimento em si, muitas pessoas questionam se existe uma forma que traz mais benefícios ao consumidor: leite de saquinho, caixinha ou em pó. Qual seria o mais nutritivo e com menos malefícios?
Há algum tempo, surgiu na mídia o escândalo do leite, com o objetivo de levar ao conhecimento da população as fraudes praticadas na produção do leite UHT, popularmente conhecido como leite de caixinha.

O processo do “leite de caixa”
O leite vendido em embalagens cartonadas, em forma de caixa, é processado com temperaturas elevadíssimas (daí vem UHT, ultra high temperature), que podem chegar até 150ºC, o que elimina a maior parte dos micróbios contidos no leite.

Foto: depositphotos

O leite sofre o processo de ultrapasteurização, sendo aquecido em uma temperatura que é quase o dobro da normal por certo tempo e depois resfriado. Nesse aquecimento, os micro-organismos benéficos do alimento e que auxiliam na digestão também são mortos, reduzindo o seu valor nutritivo.

Chamado de leite longa vida, o produto não precisa de refrigeração antes de ser aberto e tem prazo de validade de até vários meses. É importante ressaltar que, ao contrário do que muita gente pensa, os responsáveis pela durabilidade do leite tipo UHT não são apenas os conservantes, mas também o processo de aquecimento.

Malefícios do leite de caixinha
Alguns profissionais defendem que o consumo do leite UHT deve ser evitado, pois boa parte das vitaminas do alimento é eliminada durante o processo de aquecimento. O consumo do leite de caixa também gera controvérsias: alguns profissionais não indicam, outros não vêem problemas (e até indicam por conta do cálcio que ele contém), enquanto outros especialistas recomendam que o leite – seja de qual tipo for – seja evitado, pois o cálcio pode ser encontrado em folhas verdes ou no ovo.

Há também os problemas de contaminação e baixas nutritivas que podem ocorrer em quase todos os produtos industrializados.

Há algum tempo, tornaram-se públicos os procedimentos relatados para fraudar o leite, com a adição de soro de queijo, soda cáustica, peróxido de hidrogênio (água oxigenada), citrato de sódio e uma mistura de água, sal e açúcar. De acordo com um artigo publicado por Ismael Maciel de Mancilha, professor de Escola de Engenharia da USP em Lorena, as fraudes apontadas causam mínimo risco à saúde do consumidor, no entanto, interfere negativamente no valor nutritivo do alimento e deve ser rigorosamente combatida pelos órgãos competentes e pelos consumidores. Ainda segundo o professor, o leite de saquinho garante qualidade nutritiva superior ao leite de caixa.

Por Débora Silva
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