sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Nutricionistas apontam alimentos que ajudam a regularizar taxas de colesterol

A partir de agora, os cardiologistas terão novos parâmetros, mais rígidos, para delimitar a medida de colesterol ruim (LDL) em exames

Nilson foi orientado por Carla - Divulgação

Rio - Sabe aquele papo do ‘meu colesterol está alto’, ‘o meu está baixo’? Pois é. Os padrões desse tipo de gordura produzida no fígado (70%) e pelos alimentos (30%), presente em todas as células do corpo e que exerce funções vitais, mudou. A partir de agora, os cardiologistas terão novos parâmetros, mais rígidos, para delimitar a medida de colesterol ruim (LDL) em exames. E para manter as taxas regulares, nutricionistas dão dicas de alimentos amigos do colesterol, como castanhas e nozes, e alertam para os vilões da dieta, como por exemplo, o excesso de sal.

Para quem já sofreu infarto, AVC, derrame ou amputações, por conta de doenças arteriais com risco ‘muito alto’, o recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) é que o colesterol nessas pessoas não passe de 50 miligramas por decilitro (dl) de sangue.

Antes, o tolerável era de 70 miligramas. Mas qual o segredo da alimentação para que os novos parâmetros sejam alcançados? “
"Substituir o consumo de gorduras saturadas por gorduras monoinsaturadas, como a do azeite e do abacate, ajudam nos níveis de colesterol total e LDL", garantiu a nutricionista Carla Wilma de Moraes.

Para evitar hipertensão e aumento dos níveis de colesterol, o plano alimentar precisa ser rico em frutas e vegetais, além de alimentos lácteos sem gordura ou com baixo teor de gordura saturada.

“Produtos integrais e oleaginosas, como castanhas e nozes, de quatro a cinco vezes por semana, também são indicados. O sal de adição (em saleiros) e produtos industrializados devem ser evitados a todo custo”, ensinou.

O motorista Nilson Mariano, de 70 anos, por exemplo, foi alertado por Carla para níveis fora do normal de sua pressão arterial e colesterol. “Aprendi que posso viver exames de colesterol indicarão valores de referência conforme o risco cardíaco de cada paciente. A SBC alerta que os diabéticos devem ter o LDL abaixo de 70 mg/dl. Já o parâmetro para os pacientes sem fatores de risco é de até 130 mg/dl.

“Para alcançar as novas metas preconizadas, individualizadas, além das modificações e adequações ao estilo de vida saudável, com dieta e estímulo para atividades físicas, muitas vezes haverá a necessidade de uso de medicamentos apropriados”, alertou o cardiologista Henrique Tria Bianco, do Departamento de Aterosclerose da SBC.

Os valores de referência para colesterol e triglicérides foram alterados, modificando os limites considerados ideais para pacientes em perfis de risco, especialmente os que já sofreram ou sofrem problemas cardiovasculares graves, como infarto, AVC, derrame ou amputações por doenças arteriais.

Mais e melhor, tomando alguns cuidados simples com a alimentação e praticando exercícios”, apontou.

Os novos coeficientes foram atualizados, de forma pioneira no mundo pela SBC, através da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenão de Aterosclerose.

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Cloreto de magnésio: 5 benefícios do mineral para a saúde

Quando a pessoa tem deficiência de magnésio, suplemento pode trazer melhorias à saúde


O cloreto de magnésio é um dos principais suplementos do mineral magnésio, já que é o formato com que o mineral é melhor absorvido no corpo.

O magnésio é um mineral necessário em diversos processos e reações do organismo, como no uso dos músculos, respiração e até uso do cérebro. Tamanha importância se deve ao fato do magnésio se relacionar com a produção de energia das células. Por isso sua deficiência pode trazer muitas consequências ao corpo, como constipação, problemas no controle da glicemia, problemas cardiovasculares e até mesmo no sistema nervoso.

Por isso mesmo, muitas pessoas com problemas de saúde decorrentes da falta de magnésio podem se beneficiar com a suplementação desse nutriente, através do consumo do magnésio. No entanto, a substância não trará benefícios se a pessoa não tiver deficiência deste mineral.

Portanto, se você acredita que o cloreto de magnésio pode te ajudar, procure antes um médico ou nutricionista que possa analisar se você tem deficiência do mineral e se ele realmente poderá trazer melhoras para sua saúde.

Benefícios do cloreto de magnésio em estudo
Alguns estudos mostram que o cloreto de magnésio pode ser benéfico para algumas situações, como:

Tratamento da diabetes. A insulina, hormônio responsável por colocar a glicose para dentro das células, precisa do magnésio para ser produzida e também para ajudar na metabolização do açúcar. Quando ele não cumpre seu papel corretamente, a pessoa desenvolve um quadro de diabetes.Como pessoas com diabetes têm menos magnésio no organismo (ele costuma ser excretado com a glicose extra do sangue), estudos mostraram a suplementação de cloreto de magnésio em diabéticos melhorou a ação da insulina e consequentemente trouxe um melhor controle do quadro.

TPM e cólicas menstruais. O cloreto de magnésio pode ser eficiente para mulheres. Alguns estudos já mostraram que a suplementação do mineral pode reduzir a TPM e também as cólicas menstruais, se ele for tomado antes da menstruação. Mas não se sabe ainda ao certo o motivo dessa propriedade.

Redução de crises de asma. O magnésio parece ajudar quem tem asma, já que as crises são provocadas pela contração das paredes dos brônquios, estruturas que levam o ar para o pulmão, causando a falta de ar. Alguns estudos indicam que a suplementação com cloreto de magnésio ajuda a dilatar essas estruturas, evitando crises da doença.

Melhora da enxaqueca. O magnésio também tem o poder de relaxar os vasos sanguíneos, da mesma forma que relaxa os brônquios. Dessa forma, ele ajuda na enxaqueca, um tipo de dor de cabeça que ocorre justamente devido a contração e dilatação das veias do crânio.

Problemas de contração muscular em atletas. Pessoas que praticam muita atividade física podem perder magnésio no suor, e ele é extremamente importante para elas, já que possibilita a contração muscular. Portanto, atletas que suplementam cloreto de magnésio conseguem um rendimento melhor nos exercícios. Mas é importante ressaltar: isso não significa que o magnésio melhora a musculatura de quem não faz exercícios.

Cloreto de magnésio emagrece?
Não há evidências científicas de que o cloreto de magnésio possa ajudar a emagrecer. Ele realmente está envolvido no processo de quebra de gordura (chamado de lipólise), no entanto, para que a lipólise aconteça ela precisa primeiro de um estímulo, que normalmente é uma atividade física ou mudanças na dieta. Depois desse estímulo é que o magnésio atua, fazendo com que as células quebrem a gordura e a usem como energia.
Conclusão, o cloreto de magnésio pode até ajudar no emagrecimento, se houver deficiência do mineral, mas para isso ainda é preciso recorrer aos exercícios físicos e dieta balanceada.

Quem tem deficiência de magnésio?
O magnésio é um mineral que pode ser encontrado em diversos alimentos, portanto a alimentação costuma suprir este nutriente. No entanto, existem algumas pessoas mais propensas à carência de magnésio, como:

Pessoas com diabetes: principalmente os que tem a doença mal controlada, já que o magnésio acaba sendo excretado pelo organismo junto com a glicose que não é absorvida pelas célula
Pessoas que ingerem álcool em grandes quantidades: já que a substância impede a absorção do magnésio

Idosos: com a idade o estômago produz menos ácido clorídrico, por isso o magnésio acaba sendo menos absorvido
Pessoas com dietas pouco balanceadas: o magnésio está presente principalmente nas folhas verdes, portanto quem evita esses alimentos pode ter deficiência do nutriente

Alta ingestão de refrigerantes: o fosfato nas bebidas à base de cola inibe a absorção do magnésio

Uso de suplementos de cálcio
Mulheres que tomam anticoncepcionais ou fazem reposição hormonal de estrogênio
Pessoas que tomam laxantes ou diuréticos, medicamentos que fazem com que esse mineral seja excretado mais facilmente.

Contraindicações
O cloreto de magnésio não surtirá efeito se a pessoa não tiver deficiência de magnésio no seu organismo. Além disso, pessoas com insuficiência renal não devem consumir o cloreto de magnésio, já que elas têm dificuldade de excretar o mineral.

Efeitos colaterais
O magnésio em excesso pode causar diarreia, perda de apetite, queda de pressão e fraqueza muscular.

Quantidade recomendada
A quantidade diária recomendada de magnésio varia entre 500 e 1000 mg. Portanto, indica-se começar ingerindo 500 mg do cloreto de magnésio, mas diluindo essa dose ao longo do dia.

Como preparar o cloreto de magnésio
A melhor forma é comprar o cloreto de magnésio em pó e dilui-lo em água filtrada ou mineral. Você pode misturar duas colheres de sopa em um litro de água e consumir apenas 50 mil por dia, tomando uma colher de sopa por vez.

Como conseguir o magnésio naturalmente?
O magnésio pode ser encontrado em diversos alimentos. Sua maior fonte são os vegetais com folhas verdes, já que a clorofila é composta por magnésio. Mas ele também pode ser encontrado em boas quantidades em carnes e cereais e está presente de alguma maneira em quase todos os alimentos.

Fontes e referências
Nutrólogo Roberto Navarro (CRM-SP 78392), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)
Nutróloga Tamara Mazaracki (CRM-RJ 52301716), pós-graduada em medicina ortomolecular
Nutrólogo José Alves Lara Neto (CRM-SP 53895), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)

Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Casca de abacaxi é bom para desinchar: nutricionista ensina a consumir com 2 receitas


Rico em vitaminas do complexo B, pouco calórico, diurético e bastante conhecido por ajudar na digestão, o abacaxi é ótima opção para quem busca emagrecer com saúde por, ainda, driblar a vontade de comer algo doce. E saiba que, além de sua polpa, a fruta ainda tem em sua casca uma boa fonte de nutrientes e, claro, fibras.

Por ser dura e áspera, a casca do abacaxi normalmente é descartada, mas ela pode sim ser utilizada em receitas, de acordo com Lívia Nogueira, nutricionista do Oba Hortifruti. A profissional explica que a casca da fruta agrega mais saúde no preparo de sucos, chás e receitas doces, como bolo e geleia. Confira opções ensinadas pela especialista:


Farofa de casca de abacaxi
Ingredientes:

1 xícara (chá) de casca de abacaxi batida no liquidificador
1 tomate
1 xícara de cenoura ralada
30 ml de óleo de coco
½ kg de farinha de mandioca crua
2 dentes de alho amassados
Sal e pimenta a gosto
1 cebola picada


Modo de preparo:

Leve ao fogo para refogar o óleo de coco, cebola e alho. Acrescente aos poucos as verduras, legumes e deixe refogar. Em seguida, coloque o abacaxi, tempere e, por último, acrescente a farinha de mandioca mexendo sempre, para ficar uma farofa bem solta.


Receita de suco de casca de abacaxi
Ingredientes:

Casca de 1 abacaxi
1 litro de água
Adoçante
Hortelã

Modo de preparo:
Higienize bem a casca do abacaxi, colocando de molho em água clorada (o ideal é usar hipoclorito hortifruti ou água sanitária) com cerca de 10 gotas para 1 litro de água. Deixe mergulhado entre 15 a 30 minutos e depois enxágue bem.

Após a limpeza, bata no liquidificador as cascas da fruta (deixe um pouco de polpa da fruta na casca) com meio litro de água. Coe e bata novamente com a água restante, adoce como preferir e beba em seguida. Para um sabor mais refrescante, a dica é adicionar algumas folhas de hortelã.

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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Como eliminar o refluxo naturalmente



fonte
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8 razões para consumir mingau de aveia todos os dias


Versátil e nutritiva, a aveia combina praticamente com tudo. Ela vai bem com pratos doces, salgados, iogurtes, frutas. Mas sua melhor dupla é, sem dúvida, a boa e velha xícara de leite, combinação que figura nos livros de receitas das famílias brasileiras há décadas. Estamos falando, claro, do mingau.

Com um pouco de leite e algumas colheres de Nesfit Aveia Mix, uma combinação de aveia com outros quatro cereais (quinoa, cevada, milho e arroz), é possível preparar um mingau cremoso e encorpado em poucos segundos, que pode ser servido frio ou mesmo morno, de acordo com seu paladar.

Mas não precisa esquentar para “engrossar” ou esperar de um dia para o outro – o famoso “overnight”? Nada disso. O mingau de aveia agora pode ser feito longe do fogão, o que facilita muito o preparo. Morno ou frio, o mix de aveia da Nesfit preserva todos os nutrientes originais dos grãos.

Além de tudo isso, Nesfit Aveia Mix não contém açúcar e não contém sódio, podendo ser preparado com frutas, sementes, castanhas e outras opções de alimentos naturais e saudáveis, e adoçado com mel e açúcar mascavo ou demerara.

Abaixo, vamos te mostrar bons motivos para comer mingau no seu dia a dia:

1 – Dá para preparar em qualquer lugar
Para muitos, investir em uma alimentação saudável é sinônimo de mais trabalho. Com Nesfit Aveia Mix isso não acontece, muito pelo contrário: de tão prático, você vai ter menos trabalho na hora de preparar seu lanche.
Basta misturar duas colheres de sopa de Nesfit Aveia Mix com 100 ml de leite desnatado morno ou frio e pronto, comidinha gostosa e saudável ao alcance das mãos. Dá para levar o pacotinho na bolsa e preparar onde quiser, no trabalho ou na academia.

2 – Não precisa de fogão ou esperar “overnight”
Quando falamos em mingau, vem à mente a imagem de uma tigela fumegante de creme de aveia, feito no fogão. Esse é um tipo clássico de mingau, claro, e também um pouquinho mais complicado. Ou até esperar o famoso “overnight”, de um dia para o outro para a aveia hidratar e chegar no ponto do mingau.
Pois bem, aqui está mais um bom motivo para colocar a Nesfit Aveia Mix nas refeições do dia a dia: um pouco de leite é mais do que suficiente para encorpar a mistura, transformando-a num mingau cremoso em questão de segundos. Depois, se quiser, finalize com frutas picadas e nuts, que deixam o prato mais saboroso e nutritivo.

3 – Não contém açúcar
Para quem precisa – ou mesmo deseja – controlar o consumo de açúcar no dia a dia, o mingau é um aliado e tanto. Especialmente o mingau de aveia da Nesfit, que não contém nenhum tipo de açúcar ou adoçante artificial.

O grande benefício dessa característica é que você pode personalizar o sabor mais adocicado que vai colocar no seu mingau feito com Nesfit Aveia Mix. A dica é apostar em adoçantes com ingredientes naturais e mais nutritivos, além de frutas in natura. Geleias de frutas, mel e açúcar mascavo são exemplos do que você pode usar.

4 – Grãos integrais
A recomendação de médicos e nutricionistas é clara: o melhor é optar por cereais integrais na nossa alimentação, tais como aveia, cevada, quinoa, arroz, entre outros. Estes alimentos, ricos em fibras e minerais, melhoram a digestão, contribuem para o bom funcionamento intestinal, ajudam a controlar o colesterol e ainda contribuem para o gerenciamento de peso, só para você ter uma ideia dos muitos benefícios dos grãos integrais.

O problema é que as pessoas não costumam variar os tipos de cerais integrais consumidos no dia a dia. A boa notícia é que Nesfit Aveia Mix consegue juntar isso em uma única refeição. O alimento é composto por cereais integrais importantes para a saúde, como aveia em flocos, farinha de cevada, farinha de quinoa e farinha de aveia. Outros cereais nutritivos também entram nesse mix, como as farinhas de arroz e de milho, enriquecidas com ferro e ácido fólico. E para garantir a qualidade do alimento, como em todos os produtos Nesfit, você pode conferir a certificação Cereal Integral Ingrediente nº 1 na embalagem, selo que mostra que o principal ingrediente do produto é integral.

5 – Intestino pontual
Um intestino lento e preguiçoso é capaz de acabar com o dia de qualquer um. O segredo para combater a prisão de ventre e o ressecamento, porém, é bastante simples de colocar em prática. O bom funcionamento do intestino tem tudo a ver com consumo de alimentos fonte de fibras, como a aveia, por exemplo, já que o alimento integral é rico em fibras alimentares. Em contato com a água, elas criam uma espécie de gel que facilita o trânsito intestinal, diminuindo a prisão de ventre e aquela sensação de estar “inchado” o tempo todo.

6 – Apetite na medida certa
Você já teve a impressão de comer razoavelmente bem e, ainda assim, sentir mais fome? É o que acontece quando ingerimos carboidratos simples, como a farinha branca, que são absorvidos rapidamente pelo intestino. No caso da aveia, ocorre justamente o contrário. O alimento possui fibras solúveis que formam um gel viscoso no estômago e intestino e deixam a digestão mais lenta que os cereais refinados, evitando fome exagerada nas próximas refeições.

Como explicamos ali em cima, as fibras aproveitam a água do organismo e formam uma espécie de gel que irá revestir as paredes do estômago e do intestino, retardando o esvaziamento gástrico e prolongando a saciedade. Em outras palavras, você se sente com menos fome por mais tempo, evitando armadilhas com lanchinhos e quitutes muito calóricos ao longo do dia.

7 – Para ficar de bem com a vida
Além de fazer bem para a saúde, a aveia também cuida do nosso bem-estar emocional. Por ser uma fonte de proteína, o cereal integral contém triptofano, um precursor da serotonina. Esse neurotransmissor é responsável pelo controle do nosso humor, abrindo espaço para sentimentos mais alegres e otimistas.
Para que o triptofano se converta em serotonina, é preciso que o organismo esteja em equilíbrio com alguns nutrientes específicos, como o magnésio, que pode ser encontrado na aveia e na cevada, outro ingrediente integral de destaque de Nesfit Aveia Mix. É um prato cheio contra as vibrações negativas, pode acreditar.

8 – Colesterol sob controle
O grande destaque dos cereais integrais, de uma maneira geral, está nas fibras alimentares presentes em cada um deles. A aveia, por exemplo, possui um tipo específico de fibra – as beta-glucanas. No estômago e no intestino delgado, elas se transformam em uma espécie de gel que altera a absorção de colesterol pelo organismo, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares.
Além disso, as fibras beta-glucanas também passam por um processo de fermentação no intestino delgado, liberando ácidos graxos de cadeia curta que reduzem a síntese de lipídios pelo fígado. Combinada a frutas, sementes e vegetais, a aveia torna-se um importante aliado do coração e dos níveis saudáveis de colesterol no sangue.

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Isoflavonas: Uma alternativa para o tratamento dos incômodos da menopausa


Atualmente, o principal foco de interesse dos produtos fotoquímicos se concentra no grupo das isoflavonas. As isoflavonas são substâncias vegetais, que podem atuar como estrogênios (fitoestrogênios) no corpo e tem funções protetoras.

Estes compostos possuem atividade estrogênica e uma grande variedade de propriedades biológicas que podem ter efeito sobre múltiplos processos bioquímicos e fisiológicos.

Embora as isoflavonas estejam amplamente distribuídas no reino vegetal, se encontram em concentrações relativamente elevadas nos legumes e, especificamente, na soja.

O tratamento do climatério e da menopausa com fitoestrogênios surge como possível alternativa para a terapia de reposição hormonal com estrogênios.

Nos últimos anos tem havido um enorme interesse pelos fitoestrogênios particularmente pelos potenciais benefícios para a saúde que uma dieta rica nesses compostos pode proporcionar sobre os processos que dependem dos hormônios.

Terapia De Reposição Hormonal
Atualmente, a maioria dos sintomas associados com a menopausa podem chegar a ser prevenidos com sucesso mediante a terapia de reposição hormonal, no entanto, este tratamento mediante a administração de estrogênios não está isento de riscos potenciais.

Estes riscos incluem a potenciação de tumores de endométrio ou mama ou alterações tromboembólicas, hepáticas e da vesícula biliar. Além disso, este tipo de terapia é contraindicada nos casos com antecedentes de tumores dependentes de estrogênio na mama ou no endométrio, hipertensão grave e diabetes, entre outros.

Devido aos mencionados efeitos colaterais, entre os quais também se incluem a presença de dores de cabeça e náuseas, muitas mulheres na pós-menopausa têm que abandonar a terapia de reposição hormonal (TRH).

Enquanto se segue debatendo sobre os benefícios e os riscos da TRH, aparece como possível alternativa a ingestão de suplementos de soja (ou isoflavonas) na na dieta.

As isoflavonas no tratamento da menopausa
O potencial papel dos suplementos de soja na dieta como alternativa para a terapia de reposição de hormonal tem sido sugerida a partir da observação de que as mulheres asiáticas, consumidoras de uma dieta rica em soja, têm uma incidência de sintomas menopáusicos muito menor em comparação com as mulheres ocidentais. Recentes estudos clínicos têm confirmado que as isoflavonas ajudam a mitigar estes sintomas menopáusicos.

Nos últimos anos têm sido publicados vários artigos científicos sugerindo que os fitoestrogênios ajudam no climatério.

Efeitos dos fitoestrogênios sobre a menopausa

*Reduzem a quantidade de ondas de calor.
*Previnem a perda de massa óssea associada com a osteoporose.
*Exercem um efeito preventivo contra as doenças cardiovasculares, ao reduzir os níveis de colesterol no sangue.
*Reduzem, potencialmente, a incidência de câncer de mama.


Como incorporar as isoflavonas na dieta habitual?
A dose diária recomendada de isoflavonas é de 60 a 80 mg por dia. Esta quantidade pode ser encontrada de forma tradicional em 140 gramas de tofu ou em meio litro de leite de soja.

Embora para a cultura ocidental o consumo de soja represente uma mudança completa nos hábitos alimentares, sua ingestão pode ser realizada graças ao concentrado de isoflavonas, uma fonte tão rica nessas substâncias que fornece ao corpo a dose diária necessária. Já existem medicamentos no mercado por isso você deve consultar o seu médico.

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Remédio caseiro para refluxo gastroesofágico


Os principais remédios caseiros para tratar refluxo são feitos a partir de alimentos que neutralizam a acidez do estômago e diminuem a agressão do esôfago, como limão e vinagre de maçã.

O refluxo ocorre quando o líquido ácido do estômago sobe para o esôfago, causando sensação de dor e queimação principalmente após as refeições.

A lista abaixo traz remédios caseiros utilizados para tratar o refluxo:
Água com limão: beber meio copo de água com limão em jejum e antes das refeições, pois o limão diminui a acidez do estômago, evitando a dor que o refluxo provoca;

Chá de gengibre: melhora a digestão, diminuindo o tempo que o alimento fica no estômago, evitando o refluxo;

Vinagre de maçã: deve-se tomar de 2 a 3 colheres por dia, junto às refeições principais, pois ele ajuda a diminuir a acidez do estômago;

Chá de camomila: tomar de 2 a 3 xícaras de chá por dia, pois ele é um calmante natural, ajudando a relaxar o estômago;

Suco de babosa: devido ao aloe vera, ajuda a tratar a dor e a queimação provocadas pelo refluxo, sendo útil também no tratamento da gastrite.

Esses alimentos devem ser consumidos diariamente para prevenir os sintomas do refluxo e evitar complicações da doença, como esôfago de Barrett ou câncer. Além disso, também é preciso seguir algumas orientações alimentares para melhorar o refluxo.

Dicas simples para tratar o refluxo
Outras dicas importantes para tratar o refluxo são:

*Evitar tomar líquidos durante as refeições;
*Evitar deitar nos 30 minutos após as refeições;
*Mastigar e comer devagar;
*Usar roupas largas que não apertem na cintura;
*Fazer refeições em pequenas quantidades, especialmente ao jantar;
*Comer pelo menos 2 horas antes de dormir;
*Evitar refeições líquidas ao jantar, como sopas ou caldos;
*Deitar na cama para o lado esquerdo, evitando o retorno do conteúdo gástrico à boca.

Outra dica que funciona muito bem é colocar um pedaço de madeira de pelo menos 10 centímetros debaixo dos pés da cama, do lado da cabeceira. Esse calço irá fazer com que o corpo fique levemente inclinado, evitando que o ácido do estômago suba para o esôfago, causando o refluxo.


Caso o tratamento com medicamentos ou remédios naturais não melhore os sintomas, pode ser necessário fazer uma cirurgia para curar o refluxo.

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