quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Dietas sem carboidratos podem colocar o coração em risco

Na luta contra o excesso de peso, muitas mulheres recorrem às dietas que prometem a redução das medidas em um curto período. Este tipo de alimentação requer atenção aos prejuízos causados à saúde, principalmente para o coração das mulheres.

Segundo um estudo realizado por pesquisadores na Suécia e publicado na revista British Medical Journal (BMJ), em 2012, o consumo de muita proteína e pouco carboidrato - como aconselham muitas dietas - aumentam o risco de doenças cardiovasculares. Os resultados mostraram que as mulheres que consumiam menos carboidrato e mais proteína apresentaram um risco de até 60% mais chances de sofrer uma doença cardiovascular.
De acordo com a nutricionista Sofia Sesti, cooperada a Unimed Costa Oeste, este tipo de dieta faz com que se perca peso em pouco tempo, porém, os benefícios em curto prazo não compensam os prejuízos à saúde cardiovascular. "Quando deixamos de ingerir alimentos que contenham carboidratos, nós promovemos um desequilíbrio do organismo", observa. "Dessa forma, algumas funções vitais que não possuem mais esta substância como fonte energética, passam a sobrecarregar outras atividades do corpo, para tentar manter o equilíbrio", explica a nutricionista.

Os carboidratos têm papel importante na produção de energia. A substância serve também como fonte de glicose. Sem ela, é comum a sensação de fraqueza e cansaço, que pode resultar na hipoglicemia: falta de açúcar no sangue. Queda de cabelo e unhas quebradiças também são sintomas. "A geração de energia acaba sendo feita através das proteínas musculares, contribuindo para enfraquecimento e flacidez dos mesmos. Esse fato resulta em aparente perda de peso, porém o que se perde é massa magra", explica.

A dica para quem quer perder peso é selecionar as fontes de carboidrato ao invés de cortá-las totalmente. Os carboidratos são encontrados nos pães, batatas, mandioca, milho, arroz, trigo, centeio, cereais matinais, doces e açúcares, além dos derivados das massas e farinhas. Segundo Sofia, esse é normalmente o primeiro grupo de alimentos que as mulheres deixam de comer, mas, esta é uma atitude equivocada. "É importante evitar os carboidratos que não agregam valor nutricional à dieta, como os doces, adição de açúcar em líquidos e refrigerantes", observa. "Preferindo os carboidratos integrais como o arroz, a farinha e derivados, conseguimos garantir energia, aumentar a saciedade e perder peso, desde que com moderação", finaliza.

fonte:http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--195-20130123
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Viagra diminui flacidez e queima gorduras, diz jornal

Além de ajudar no desempenho sexual, o Viagra pode ter outro efeito benéfico nos homens: combate a flacidez e queima gorduras, segundo uma investigação citada pelo jornal Daily Mail.

Investigadores descobriram que o medicamento utilizado para o tratamento da disfunção eréctil (nos homens) converte células de gordura indesejável, e queima calorias em vez de armazená-las na cintura. De acordo com Alexandre Pfeifer, que liderou um estudo publicado no Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, o Viagra reduz o risco de doenças ligadas à obesidade.

Pfeifer e sua equipa analisaram o efeito do remédio em células de gordura de ratos, que se mostraram resistentes à obesidade mesmo quando alimentados com uma dieta rica em gordura. No ensaio que durou sete dias, o medicamento da Pfizer impediu que as células de “gordura branca” aumentassem.

Ainda assim, os efeitos do Viagra só podem ser comprovados com estudos adicionais, ressalva a fonte. "Estamos em fase de pesquisa básica, e todos os estudos foram realizados exclusivamente em ratos", acrescentou Pfeifer.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=611296
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Conheça 11 causas pouco conhecidas da prisão de ventre

Descubra doenças e medicamentos que podem estar por trás do incômodo

Os principais culpados da prisão de ventre já são bem conhecidos, como má alimentação, sedentarismo e estresse. "Na maioria das vezes, o aumento da quantidade de fibras e da ingestão de água e a prática de exercícios já conseguem reverter esse problema", conta o gastroenterologista José Roberto de Almeida, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

No entanto, há casos em que apenas essas medidas não são suficientes porque as causas envolvem medicamentos e até outras doenças, como o diabetes. Confira o que médicos também apontam como motivos da temida prisão de ventre e saiba como revertê-los.
Tireoide - Getty Images

Hipotireoidismo

A tiroide é uma glândula localizada no pescoço responsável por produzir hormônios que regulam o funcionamento de diversos órgãos do corpo. Dados do IBGE apontam que por volta de 15% dos brasileiros sofrem de problemas nessa glândula. Um deles é o hipotireoidismo, que é a baixa produção dos hormônios. "Todo o corpo pode sofrer com essa alteração hormonal, incluindo o intestino", explica a gastroenterologista Débora Dourado Poli. A digestão pode ficar mais lenta, por exemplo, provocando a constipação intestinal.

Se você já faz tratamento para problemas na tireoide, converse com o seu médico e verifique se há a necessidade de mudar hábitos ou tomar medicamentos que combatem a prisão de ventre. Tire dúvidas sobre sintomas e tratamento de hipotireoidismo.

Hiperparatiroidismo

Esse problema é menos comum que o hipotiroidismo e está ligádo a uma glândula que fica perto da tireoide, chamada paratireoide. Ela excreta o paratormônio (PTH), que é responsável por regular os níveis de cálcio e fósforo no organismo. No hiperparatiroidismo, o PTH é preoduzido em excesso, aumentando a quantidade de cálcio no sangue - problema chamado hipercalcemia - e provocando a prisão de ventre. Um médico endocrinologista poderá indicar o teste e o tratamento adequados para combater essa condição.

Analgésicos

Pessoas que se recuperam de uma cirurgia ou estão controlando uma dor crônica costumam ser receitadas com analgésicos chamados opioides, que equivalem à morfina. "Esse tipo de analgésico pode levar a uma constipação intestinal, sendo preciso rever os hábitos alimentares para tentar reverter o quadro e, em casos mais extremos, indicar o uso de um laxante", explica a gastroenterologista Débora.

Uso indevido de laxantes

Alguns laxantes apáticos - que irritam mais as mucosas intestinais - podem gerar uma lesão nos nervos que comandam o intestino, criando uma dependência ao uso do remédio. Quanto mais a pessoa usar esse medicamento, mais o intestino pode ficar tolerante e precisar de ainda mais laxante para funcionar. "Faltam mais estudos para comprovar essa relação, mas mesmo assim é importante que as pessoas façam uso de laxante com orientação médica adequada", afirma a gastroenterologista Debora.

Antidepressivos

"Medicamentos para depressão chamados antidepressivos tricíclicos costumam provocar a constipação intestinal", diz Debora Poli. Uma possível explicação para isso é que esses remédios afetam a transmissão dos nervos para que o intestino funcione corretamente. Se você toma esses medicamentos, converse com o seu médico para verificar se realmente pode ser essa a causa da sua constipação. Ele pode indicar a mudança de alguns hábitos e até a troca do tipo de antidepressivo.

Antiácidos

Débora Poli explica que o antiácido feito com hidróxido de magnésio costuma prender o intestino, enquanto o hidróxido de alumínio costuma soltar. "Há antiácidos que possuem uma combinação dessas duas substâncias para deixar o intestino regulado", conta. Por isso, cheque o rótulo antes de comprar o seu remédio contra azia e má digestão.

Doença do intestino irritável

A síndrome do intestino irritável (SII) é uma doença que envolve alterações nos movimentos intestinais, provocando dor abdominal e cãibras. "Esse problema pode trazer tanto constipação quanto diarreia, depende do organismo da pessoa", explica o gastroenterologista José Roberto. Quando há prisão de ventre, a pessoa tem dificuldade na passagem das fezes e sente muita cólica.

A Doença de Crohn, um processo inflamatório intestinal que envolve as paredes do órgão, também pode causar prisão de ventre, embora seja pouco comum. "A maioria das pessoas com essa doença costuma ter diarreia durante as crises", afirma José Roberto.

Gravidez

A gestante passa por uma montanha russa hormonal durante os nove meses que antecedem o parto. Tantas alterações podem interferir no funcionamento do intestino, provocando a prisão de ventre. No último trimestre da gravidez, a pressão do bebê sobre o intestino e outros órgãos também podem atrapalhar a digestão. Por isso, é importante que a futura mamãe adote hábitos alimentares saudáveis e pratique exercícios leves com frequência para manter o intestino em dia desde os primeiros meses de gestação.

Diabetes

Caracterizada pela dificuldade de metabolizar a glicose do sangue, o diabetes pode causar danos nos nervos do corpo (neuropatia diabética), incluindo os nervos que transmitem estímulos para que o intestino se movimente corretamente. Como resultado, surge a desagradável prisão de ventre. Controlar o diabetes, portanto, é fundamental para evitar esse prejuízo aos nervos.

Uso errado de suplementação

Quem usa suplementos alimentares sem orientação médica pode ter problemas de sáude, incluindo o intestino preso. O problema acontece, principalmente, com o excesso de cálcio e ferro, que sobrecarregam e prejudicam o trabalho do intestino. Consulte sempre um médico antes de investir na suplementação e jamais ultrapasse a quantidade que ele recomendar.

Hemorroida

A prisão de ventre favorece o surgimento de hemorroida: quando a pessoa está com o intestino preso e faz força demais para evacuar, as veias do ânus podem ficar doloridas e inchadas. Uma vez que a hemorroida aparece, pode acontecer o inverso: como a pessoa está com dores na região anal, tende a ficar mais tensa. Essa tensão pode interferir nos movimentos intestinais, fazendo com que a prisão de ventre aumente ainda mais. Por isso, o tratamento médico adequado é fundamental para se livrar desse problema.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15972-conheca-11-causas-pouco-conhecidas-da-prisao-de-ventre 
Por Letícia Gonçalves - publicado em 10/01/2013
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Exercício físico ajuda a evitar o agravamento da insuficiência cardíaca

O treinamento físico aeróbico regulou o funcionamento das células cardíacas, restaurou o metabolismo da mitocôndria (acima) e melhorou em 70% o bombeamento de sangue. divulgação

Agência FAPESP – Um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) e divulgado na revista PLoS One mostrou que a prática de exercícios físicos aeróbicos é capaz de interromper o processo degenerativo observado na insuficiência cardíaca, doença caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue adequadamente.

O trabalho é a continuação de uma pesquisa anterior, na qual o grupo coordenado por Julio Cesar Batista Ferreira, do Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, descobriu que o coração insuficiente não bate bem por causa de um defeito no sistema de controle de qualidade das células cardíacas – responsável por destruir proteínas danificadas.

Sem esse mecanismo de limpeza, proteínas altamente reativas se acumulam no citoplasma, interagem com outras estruturas e acabam causando a morte da célula cardíaca, agravando ainda mais o quadro.

No estudo anterior, os cientistas testaram em ratos uma molécula, a βIIV5-3, que foi capaz de normalizar o controle de qualidade e reverter o processo degenerativo (leia mais em agencia.fapesp.br/15571).

No experimento mais recente, também feito com ratos e com apoio da FAPESP, o treinamento aeróbico se mostrou tão eficaz quanto o tratamento farmacológico na reativação do “sistema de limpeza” celular.

“Usamos o mesmo modelo animal, que consiste em amarrar uma das artérias coronárias do rato para induzir um infarto no miocárdio. A falta de irrigação sanguínea causa a morte imediata de aproximadamente 30% das células cardíacas. Após um mês, o animal já apresenta sinais de insuficiência”, contou Ferreira.

Embora o infarto seja a principal causa de insuficiência cardíaca, explicou o pesquisador, esse processo degenerativo é o resultado final comum de diferentes doenças crônicas não tratadas, entre elas a hipertensão, o diabetes e a obesidade. O mal leva à morte 70% dos pacientes afetados nos primeiros cinco anos.

“Após o dano primário, as células restantes têm de trabalhar em dobro para compensar a lesão crônica. Como não estão preparadas para isso, acabam entrando em colapso ao longo do tempo”, disse.

Para avaliar o impacto do exercício físico aeróbico em um coração nessas condições, foi feito um experimento com 27 ratos divididos em três grupos. No primeiro, composto por dez animais, os pesquisadores induziram o infarto e os animais permaneceram sedentários. No segundo, o infarto foi induzido em oito roedores, posteriormente submetidos a um programa de corrida na esteira de uma hora diária, cinco vezes por semana, durante dois meses. O terceiro grupo, considerado o controle, não teve o infarto induzido nem praticou atividade física.

Uma série de medidas foi feita na quarta semana após o infarto para confirmar o quadro de insuficiência cardíaca. Os testes foram repetidos após as oito semanas de treinamento físico.

No grupo dos ratos corredores, a função cardíaca – que é a capacidade do coração em bombear sangue para as artérias – melhorou em torno de 70% quando comparado aos animais infartados e sedentários. A tolerância ao esforço, que corresponde à distância que os animais conseguem correr na esteira, aumentou de 280 metros para 760 metros. Já o consumo máximo de oxigênio, antes reduzido em 20%, atingiu valores equivalentes aos do grupo controle, ou seja, normalizou.

Para entender como o treinamento físico beneficiou o coração, os cientistas realizaram análises moleculares no órgão após o período experimental. “Queríamos descobrir se os exercícios também modulam o sistema de controle de qualidade de proteína e vimos que sim. Tanto quanto o tratamento farmacológico”, disse Ferreira.

De acordo com o pesquisador, um complexo intracelular conhecido como proteassoma é o principal responsável pela degradação das proteínas danificadas. No estudo anterior, o grupo constatou que no coração de portadores de insuficiência cardíaca sua atividade diminui mais de 50%.

“O exercício físico normalizou a atividade do proteassoma no coração dos ratos e, com isso, restaurou o controle de qualidade”, contou Ferreira.

O passo seguinte foi descobrir por que a atividade do proteassoma estava reduzida e como ela voltou ao normal com o treinamento físico. “Esse complexo demanda muita energia para funcionar. Como a principal produtora de energia na célula é a mitocôndria, levantamos a hipótese de que o metabolismo mitoncondrial poderia estar comprometido”, explicou o pesquisador.

Análises moleculares feitas com os corações dos animais e com cultura de células cardíacas mostraram que, de fato, a mitocôndria deixa de funcionar bem na insuficiência cardíaca.

“Ela passa a consumir menos oxigênio, a produzir menos ATP (adenosina trifosfato, molécula que armazena a energia) e a gerar espécies reativas de oxigênio e de nitrogênio em excesso”, contou Ferreira.

Esses radicais livres podem reagir com diferentes moléculas na célula e causar um colapso, afirmou o pesquisador. A oxidação dos fosfolipídeos presentes na membrana da mitocôndria, por exemplo, gera um aldeído extremamente reativo, o 4-hidroxinonenal (4-HNE), que ataca diretamente o proteassoma e inibe seu funcionamento na insuficiência cardíaca.

“O exercício físico foi capaz de restaurar o metabolismo da mitocôndria e, consequentemente, reduzir a liberação de radicais livres e seus subprodutos no coração dos animais com insuficiência cardíaca”, explicou o pesquisador.

No coração dos animais que praticaram exercício físico, os níveis de 4HNE estavam menores e, consequentemente, o proteassoma sofria menor ataque do 4-HNE e funcionava melhor. “O entendimento da integração dos sistemas intracelulares é peça chave na melhor compreensão da biologia da célula cardíaca”, disse Ferreira.

Os experimentos foram realizados durante o mestrado de Juliane Cruz Campos, sob orientação de Ferreira e com Bolsa da FAPESP. O estudo contou com a colaboração dos pesquisadores Alicia Kowaltowski e Patricia Chakur Brum, da USP, além de Daria Mochly-Rosen, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Complemento

A molécula βIIV5-3, desenvolvida pelo grupo de Ferreira em parceria com Stanford, desativa uma proteína chamada PKCβII, que também se liga ao proteassoma e prejudica o controle de qualidade de proteínas.

Os estudos para transformar a βIIV5-3 em um medicamento continuam e, enquanto aguardam financiamento para iniciar os testes em seres humanos, os pesquisadores investigam melhor o funcionamento da molécula no organismo.

No trabalho mais recente, verificou-se que a PKCβII também é uma das responsáveis pelo mau funcionamento das mitocôndrias e, portanto, a βIIV5-3 poderia ajudar também nesse caso.

“Estamos tentando desenvolver um fármaco capaz de atuar em pontos-chave na biologia da célula cardíaca. A βIIV5-3, por exemplo, melhora o controle de qualidade de proteína e restaura o metabolismo celular. Mas não adianta restaurar o controle de qualidade se tiver pouco ATP na célula, pois o proteassoma precisa de muita energia para funcionar”, disse o pesquisador.

Para Ferreira, o exercício físico é uma terapia complementar importante. Pode ajudar a diminuir a dose do remédio e, consequentemente, seus efeitos adversos, além de melhorar a qualidade de vida.

O pesquisador ressaltou, no entanto, a importância de acompanhamento profissional durante o treinamento físico de portadores de doenças cardiovasculares. “O esforço excessivo e mal planejado pode piorar o quadro em vez de ajudar”, alertou.

O artigo Exercise Training Restores Cardiac Protein Quality Control in Heart Failure (doi: 10.1371/journal.pone.0052764), pode ser lido em www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0052764.

fonte:http://agencia.fapesp.br/16730 
Por Karina Toledo
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Alimentos dão uma força para a imunidade

Saiba o que incluir nos pratos de toda a família para evitar um grande número de doenças


Dieta bem variada ajuda a prevenir doenças como câncer e diabetes.

Não é novidade que a saúde de toda a família depende, e muito, dos hábitos alimentares do dia a dia. Manter uma alimentação balanceada, que inclua pelo menos cinco porções de frutas e vegetais por dia, além de grãos integrais, proteínas e gorduras boas, é suficiente, segundo especialistas, para manter uma vida saudável.

Mas, quando alguém começa a ficar doente seguidamente, com muitas gripes e resfriados ou outros problemas, é hora de pensar em incluir alimentos específicos que dão uma turbinada na imunidade da família toda e podem evitar esses problemas, que aparecem principalmente durante as mudanças de estação.

Segundo o nutricionista funcional Fábio Bicalho, que atende em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, o ideal é apostar em uma dieta bem variada, que inclua todos os nutrientes, com frutas, legumes e verduras sempre diversas e coloridas. Assim, diz, é possível prevenir até mesmo doenças como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.

Frutas vermelhas

O grupo de frutas vermelhas, ótima opção para adultos e crianças, que costumam gostar desse tipo de alimento, é um dos primeiros a entrar no cardápio, segundo o nutricionista. “Elas apresentam antioxidantes, ação anti-inflamatória, vitamina C, potássio, taninos e compostos fenólicos, dentro outros fitonutrientes”, explica o médico. Aposte em: amora, romã, framboesa e goji berry.

Cereais integrais

Também indispensáveis, os alimentos desse grupo contém, de acordo com o especialista, vitaminas do complexo B, flavonoides, quinonas, taninos e vitamina E. Não deixe de incluir no cardápio quinoa e amaranto, ricos em todos esses nutrientes.

Oleaginosas

Para completar o cardápio a favor da imunidade, Fábio recomenda esse grupo, que inclui castanha do Pará, macadâmia, avelã e noz. “Têm vitamina E e minerais como selênio, cromo e cálcio, favorecendo o sistema imune”, garante. Coma sem medo!

fonte:http://br.mulher.yahoo.com/blogs/familia/alimentos-d%C3%A3o-uma-for%C3%A7a-para-imunidade-182951103.html 
Por Laura Folgueira | Família
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Sete benefícios da farinha de banana verde para a saúde

Alimento dá uma força na dieta e previne doenças cardiovasculares

Ganhando espaço nas prateleiras de lojas de produtos naturais, a farinha de banana verde é mais um aliado da alimentação saudável. Segundo o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo, essa farinha é rica em amido resistente, um nutriente que não é digerido no estômago, e sim no intestino delgado - e é nesse processo que reside boa parte dos benefícios desse produto. "Na banana verde encontramos de 55 a 93% de amido resistente entre o total de amidos da fruta, já o processo de amadurecimento faz com que ele seja convertido em açúcares, perdendo sua eficácia", diz. Para fazer a farinha, basta cortar a banana verde em rodelas finas e levar ao forno por volta de 30 minutos. Depois de secas, bata as rodelas no liquidificador. A quantidade de consumo recomendada é cerca de duas colheres por dia e você pode acrescentá-la a frutas, sucos ou iogurtes. Conheça os benefícios da farinha de banana verde para a saúde e a dieta:

banana verde - Foto Getty Images

Controla e previne o diabetes

De acordo com o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo, a farinha de banana verde é uma aliada para pessoas com diabetes por ser um alimento de baixo índice glicêmico. "Isso significa que a quantidade de glicose que esse alimento libera no sangue ao ser digerido ocorre de forma lenta e gradual, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados", explica. Por conta disso, o organismo preciso liberar uma quantidade menor de insulina para que a glicose seja corretamente absorvida pelas células, contribuindo para a prevenção do diabetes e ajudando no controle de quem já possui.
bolo de banana - Foto Getty Images 

Melhora o trânsito intestinal

Pelo fato de ser digerida apenas no intestino delgado, o amido resistente da farinha é suscetível à fermentação pelas bactérias do colón. "Esta fermentação resulta na formação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que possuem um papel muito importante na nutrição das células intestinais", afirma o nutricionista Israel. Dessa forma, a farinha de banana verde estimula o desenvolvimento da flora intestinal, melhorando o seu funcionamento, ajudando na digestão e prevenindo problemas como prisão de ventre.

Ajuda a evitar câncer de intestino

O amido resistente presente na farinha de banana verde é digerido pelo nosso corpo como uma fibra insolúvel, e como tal auxilia no trânsito intestinal. "Ao melhorar o funcionamento do intestino, também atuamos no tratamento e prevenção de quadros como diarreia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino", afirma o nutricionista Israel.

Dá saciedade

"Por atuar como uma fibra, o amido resistente atrasa o tempo de absorção dos nutrientes pelas células intestinais, o que traz uma maior sensação de saciedade", explica o nutricionista Ricardo Zanuto, de São Paulo. Para quem está de dieta, a farinha de banana pode ser uma aliada, já que essa saciedade adia a fome e evita os lanches fora de hora.

Fortalece a imunidade

Pouca gente sabe, mas uma flora intestinal funcionando tem um importante papel na prevenção de doenças. De acordo com a nutricionista Cristina Grandjean, do Spa Fazenda Igaratá, em São Paulo, ao estimular o crescimento da flora intestinal benéfica, você intensifica sua capacidade de combater bactérias que entram em nosso organismo por meio da alimentação. "O amido resistente serve como alimento para as bactérias do intestino, que dessa forma se reproduzem com mais facilidade e ajudam a estimular o sistema imunológico."

Reduz os níveis de colesterol

Para entender o mecanismo de ação da farinha de banana verde na redução do colesterol, primeiro é preciso saber que muito do colesterol presente em nosso corpo é produzido pelo próprio fígado, para ajudar na digestão de gorduras. "Depois de ser usado na digestão dos alimentos, ele volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile", explica o nutricionista Israel. Se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, o colesterol não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis da substância no sangue. "A farinha de banana verde reduz a produção de colesterol pelo fígado e ainda auxilia na sua eliminação, impedindo que ele se acumule no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares."

Alivia os sintomas da TPM

A banana é rica em vitamina B6 e triptofano, substâncias necessárias na síntese de serotonina, um neurotransmissor que promove sensação de bem-estar. "Por conta disso e do seu teor de fibras, a farinha de banana melhora o humor e ajuda a diminuir ou até eliminar o inchaço e as cólicas", explica a nutricionista Cristina.

Ajuda na prevenção da osteoporose

O amido resistente da farinha diminui o pH intestinal quando digerido, favorecendo a absorção de alguns nutrientes, entre eles o cálcio. "Se aliarmos o consumo adequado de fibras e cálcio, facilitaremos a absorção desse nutriente, contribuindo para a prevenção da osteoporose", diz o nutricionista Israel. "Além disso, a banana é rica em fósforo, um mineral importante para a formação da matriz óssea que, consequentemente, auxilia no fortalecimento dos ossos", completa Ricardo Zanuto.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15976-sete-beneficios-da-farinha-de-banana-verde-para-a-saude 
 Por Minha Vida - publicado em 15/01/2013
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Câncer de mama: ressonância magnética é importante aliada da mamografia

Estudos indicam que a ressonância magnética é importante aliada da mamografia em pacientes de alto risco para o câncer de mama. Trata-se do tipo de câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países ricos como em países pobres.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), no ano passado foram detectados quase 53 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. Histórico de câncer na família, idade entre 40 e 50 anos, menstruação precoce, menopausa tardia, mulheres que nunca tiveram filhos, uso de anticoncepcionais orais, primeira gestação depois dos 30 anos, alta densidade de tecido mamário e terapia de reposição hormonal estão entre os principais fatores de risco da doença.

Na opinião da médica Vivian Schivartche, radiologista especializada no diagnóstico de câncer de mama, apesar de o ultrassom e a ressonância magnética serem importantes coadjuvantes, o padrão para a detecção da doença continua sendo a mamografia, que é bastante eficiente e deve ser realizada anualmente a partir dos 40 anos. “Apesar de o câncer de mama ter um bom prognóstico quando detectado bem no início, a taxa de mortalidade continua alta no Brasil justamente porque muitas mulheres buscam ajuda médica quando a doença já está em estágio avançado”.

Para a especialista, um grande avanço na detecção precoce do câncer de mama foi a introdução da tomossíntese – ou mamografia tomográfica. “A tomossíntese, também conhecida como mamografia 3D, é muito semelhante à mamografia convencional e é realizada no mesmo tipo de mamógrafo digital, fazendo com que a mama permaneça comprimida por mais alguns segundos e fornecendo então as imagens tomográficas. A grande vantagem dessa técnica é permitir enxergar o câncer numa fase muito precoce e em mamas densas e heterogêneas, que são difíceis para a mamografia convencional. Porém, em situações especiais, em pacientes de alto risco, ou quando persistirem dúvidas, outros exames podem e devem ser realizados”.

Estudo conduzido pela doutora Monica Morrow, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, de Nova York, revela que 16% das pacientes submetidas à ressonância magnética antes da cirurgia para a retirada do tumor tiveram o câncer totalmente removido na primeira vez – contra 8% das que não tiveram indicação do exame. A médica americana afirma que a ressonância magnética produz uma imagem muito mais clara do que o raio-X e o ultrassom. Vale ressaltar que já existem diretrizes da American Cancer Society (ACS) indicando o uso da ressonância magnética em pacientes de alto risco.

fonte:http://www.corposaun.com/cancer-de-mama-ressonancia-magnetica-e-importante-aliada-da-mamografia/22177/
Por Lais
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