quarta-feira, 31 de julho de 2019

Gota: Causas, sintomas e tratamentos

Por Denise Cipolli Terapeuta Holística
Publicado Em 18/02/2010, Revisado Em 30/07/2019

Gota é a inflamação das articulações causada por depósitos no interior de cristais de ácido úrico. Sua presença causa dor, vermelhidão e inchaço. Ela pode afetar qualquer articulação, mas o mais comum e típico é o metatarso-falangeana (primeiro). É 20 vezes mais comum em homens.

Causas da Gota
Níveis elevados de ácido úrico no sangue devido ao aumento da produção ou redução da sua eliminação pelos rins.

Causas emocionais
Você deve controlar suas emoções, pois estas influem poderosamente sobre os estados do corpo. A impaciência, o desespero e a necessidade de controlar ou dominar são algumas das causas energéticas prováveis; essas emoções geram muito estresse interno, alta ansiedade, o que não permite que o corpo reaja da melhor maneira possível.


Gota: Causas, sintomas e tratamentos
É recomendado que você procure leituras que te ajudem a se sentir mais em paz e seguro ou que procure atividades que te ajudem a liberar as tensões e se concentrar mais em sua força pessoal. O Taichi, Yoga e meditação são boas alternativas.

Se te surpreende uma dor aguda, o melhor é que você sinta; a pressão sobre a articulação aumentará a dor e a inflamação. Se possível, se eleve contra a gravidade da área afetada. Experimente um sapato o mais confortável possível, e não aplique gelo nem compressas de água quente.

Sintomas da Gota
Os sintomas de gota na articulação afetada envolvem a inflamação e dor severa ao redor da área, e pele vermelha e brilhante; também pode ocorrer febre leve e, se o processo é repetido ao longo dos anos, podem existir tofos, que são nódulos firmes, feitos de cristais de ácido úrico.

Geralmente na base do dedo do pé ou articulações. A dor é extremamente sensível (qualquer atrito torna-se insuportável).

As articulações afetadas tornam-se vermelhas, quentes, inchadas. A pele sobre as articulações também é vermelha. Em casos de longa data aparecem depósitos de ácido úrico embaixo da pele, orelhas e dorso das mãos principalmente. O excesso de ácido úrico no sangue provoca o aparecimento de pedras nos rins.

Fatores de risco para Gota
Uso de medicamentos:
diuréticos (para urinar), por exemplo, hidroclorotiazida.
Alguns antibióticos.
Algumas doenças do sangue, como leucemia e policitemia.
Histórico familiar de gota.
Homens com mais de 60 anos.
Obesidade.
Diversas doenças, tais como: problemas de tireoide, problema de rim, algumas anemias, hiperlipidemia, pressão arterial elevada, diabetes, doenças vasculares.
Tratamento com radioterapia ou cirurgia.



Como prevenir a Gota

Evitar fatores de risco, tanto quanto possível. Evite comer grandes quantidades de alimentos ricos em ácido úrico como: carne vermelha, anchovas, sardinhas, fígado.

Diagnóstico e tratamentos para Gota
Para diagnóstico, serão feitos exames laboratoriais como os exames de sangue para o controle dos níveis de ácido úrico e urina comum, raios-X.

Para tratar Gota, o objetivo do tratamento é controlar os sintomas e descobrir a causa subjacente. O tratamento para reduzir a gota consiste em levantar a articulação com cuidado, sem realizar grandes esforços, aplicar gelo para reduzir a inflamação e beber bastante água de mineralização fraca, e controlar a obesidade.

Medicação para Gota
Anti-inflamatório para controlar a inflamação das articulações, a indometacina é particularmente eficaz. São usados medicamentos incluindo colchicina ou prednisona, para controle da dor em caso de uma crise aguda.

Para alguns pacientes é indicada uma medicação em longo prazo, como o alopurinol, a fim de reduzir a produção de ácido úrico, probenecida ou para aumentar a excreção do ácido úrico pelos rins. Esses medicamentos têm efeitos colaterais significativos.

Também é muito importante seguir uma dieta baixa em purinas, evitando alimentos como carne vermelha, vísceras, peixes oleosos, frutos do mar, caldos concentrados, levedura de cerveja, levedura de padeiro e álcool.

Beber 10-12 copos de água diariamente. Grandes quantidades de água mantém a urina diluída (que ajuda a prevenir pedras nos rins). Não beber bebidas alcoólicas, especialmente cerveja e vinho tinto (pode piorar ou desencadear uma crise).

Se você estiver com sobrepeso, siga uma dieta para perda de peso com acompanhamento pelo seu médico. Não faça nenhuma dieta radical: uma súbita perda de peso pode causar uma crise de gota.

A primeira crise pode durar alguns dias, as crises recorrentes são comuns quando ainda não existe tratamento ou medidas sanitárias para reduzir os níveis de ácido úrico no sangue. Os sintomas podem ser eliminados mediante tratamento.

fonte
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Pycnogenol: Benefícios e como usar


Pycnogenol se denomina o extrato da casca do pinheiro marítimo francês (Pinus pinaster). A fonte específica trata-se de árvores localizadas na área sudoeste da França, próximo do Bordeaux. Os pinheiros são cultivados durante 30-50 anos, sem a utilização de pesticidas nem herbicidas.

Trata-se de uma patente que se padronizou para obter aproximadamente 60-70% de proantocianidinas. Estas substâncias contêm catequinas, semelhantes às encontradas no chá verde.

Como funciona o Pycnogenol
As catequinas encontradas nesse extrato de casca do pinheiro marítimo são potentes antioxidantes que permitem neutralizar os efeitos prejudiciais dos radicais livres e seu trabalho oxidativo celular. O pycnogenol atua estimulando as células para aumentar o seu potencial antioxidante, além de reduzir no plasma sanguíneo o nível de radicais livres.

Pycnogenol exerce função antiviral e antimicrobiana, o que estimula o sistema imunológico e fortalece as paredes dos vasos sanguíneos e capilares. Portanto, influencia na melhora da circulação, devido ao fato de que previne as possíveis constrições de artérias e coágulos.

Fontes mais ricas de polifenóis e catequinas
Extrato de semente de uva tende a ser confundido com o extrato mencionado, mas são duas fontes diferentes.
Polifenóis de cacau.

Pycnogenol.
A sua presença na forma de suplementos podem ser isolados ou em conjunto com um complexo de substâncias que tenham o objetivo do cuidado articular e ósseo, assim como para o tratamento da falta de irrigação e circulação sanguínea, assim como na presença de varizes.


Como tomar Pycnogenol?

Pycnogel deve ser recomendado por um fitoterapeuta. Geralmente, as doses variam em torno de 50-60 mg por dia, com mudanças significativas se a ingestão for mantida regularmente. Ainda assim, as doses padrão recomendadas se estabelecem em torno de 100-200 mg, não apresentando qualquer perigo tóxico para a saúde.

A forma de tomar Pycnogenol seria dividir a dose diária em 2 partes, para almoço e jantar, ou tomar diretamente a dose no café da manhã.

Benefícios do Pycnogenol para a saúde
Graças às propriedades que detém Pycnogenol, é possível conseguir entre outros, esses benefícios para a saúde:

*Aumenta a resistência no esporte.
*Reduz os casos de asma nas crianças.
*Previne alergias. Tomando Pycnogenol em períodos anteriores as estações que pioram as alergias.
*Melhora o perfil lipídico do sangue. Regulando os níveis de colesterol.
*Melhora a função renal. Aumentando o fluxo de sangue cortical nos rins.
*Diminui as doenças da retina em diabéticos.
*Disfunção erétil.
*Aumento da função cognitiva e melhora da memória.
*Reduz a inflamação.

Por Denise Cipolli Terapeuta Holística de Guaratinguetá, SP
Atenção: O Saúde Canal da Vida é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

Relação entre cintura e estatura pode indicar risco de doença cardiovascular mesmo em pessoas saudáveis

Homens fisicamente ativos e sem sobrepeso, mas com valores de relação cintura-estatura elevados, têm maior chance de desenvolver distúrbios no coração, aponta estudo feito na Unesp (foto: Vitor Engrácia Valenti)

Homens e mulheres com acúmulo excessivo de gordura na região do abdômen têm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares. O alerta tem sido feito há anos por especialistas da área da Saúde, mas não são apenas aqueles com a chamada obesidade abdominal que estão em perigo.

Um novo estudo verificou que pessoas fisicamente ativas e sem sobrepeso, mas com valores de relação cintura-estatura (RCE) próximos do limiar de risco, também têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios no coração comparadas com pessoas com menores valores de RCE.

O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente e Marília, em colaboração com colegas da Oxford Brookes University, na Inglaterra. Resultado de um projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP, o estudo foi publicado na revista Scientific Reports.

“Observamos que pessoas saudáveis e fisicamente ativas, sem sobrepeso e histórico de doenças metabólicas ou cardiovasculares, mas com valores de RCE próximos do limite do fator de risco, também têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios no coração em comparação com aquelas com menor acúmulo de gordura na região da cintura”, disse Vitor Engrácia Valenti, professor da Unesp de Marília e coordenador da pesquisa, à Agência FAPESP.

Segundo Valenti, estudos recentes sugerem que a RCE – obtida pela divisão da circunferência da cintura pela estatura – fornece informações mais precisas de riscos cardiovasculares do que o Índice de Massa Corporal (IMC), que avalia a distribuição de gordura pelo corpo.

Com base nessa constatação, os pesquisadores decidiram investigar se a recuperação do controle autonômico da frequência cardíaca após o exercício físico é diferente entre homens saudáveis com diferentes valores de RCE. Para isso, eles dividiram em três grupos 52 homens saudáveis e fisicamente ativos, com idade entre 18 e 30 anos, de acordo com os valores de RCE.

O primeiro grupo foi composto por homens com menor porcentagem de gordura corporal e com RCE entre 0,40 e 0,449 – abaixo do limiar de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O segundo grupo foi formado por homens com RCE entre 0,45 e 0,50 – próximo ao limiar de risco. E o terceiro grupo, por homens com RCE acima do limite de risco, entre 0,50 e 0,56.

Os participantes foram avaliados durante dois dias. No primeiro, permaneceram 15 minutos sentados e em repouso e, em seguida, fizeram uma corrida em esforço máximo em uma esteira ergométrica, a fim de ter a aptidão física avaliada. Após o exercício, permaneceram sentados por 60 minutos em repouso para se recuperar do esforço.

“O exercício aeróbio comprovou que todos eles eram fisicamente ativos. Não eram atletas, mas tinham o hábito de jogar futebol nos fins de semana, por exemplo”, disse Valenti.

No segundo dia, os participantes do estudo foram submetidos a um protocolo de exercício físico moderado, de caminhada durante 30 minutos em uma esteira com intensidade de aproximadamente 60% do esforço máximo.

A variabilidade da frequência cardíaca foi medida durante o repouso e na primeira hora após os exercícios a fim de avaliar a velocidade de recuperação cardíaca autonômica na sequência da atividade física.

“A medida do tempo de recuperação cardíaca autonômica após o exercício permite avaliar o risco de apresentar uma complicação cardiovascular imediatamente após a atividade física e também estimar o risco de desenvolver uma doença cardíaca”, disse Valenti. “Se a pessoa demora mais tempo para recuperar a frequência cardíaca normal, isso indica que apresenta maior risco de desenvolver distúrbio no coração.”

Interação com o sistema nervoso
As análises das medidas indicaram que os grupos com RCE próximo e acima do limite de risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas apresentaram recuperação cardíaca autonômica mais lenta tanto no esforço máximo como no moderado.

“Constatamos que os voluntários do grupo com valores de RCE próximos ao limite de risco também apresentam maior probabilidade de desenvolver doenças no sistema cardiovascular”, disse Valenti.

Os pesquisadores da Unesp também fizeram análises estatísticas de correlação e regressão linear para verificar se há interação significativa da RCE com a variabilidade da frequência cardíaca dos participantes do estudo após os exercícios físicos.

Os resultados das análises estatísticas indicaram que a relação entre os dois fatores é mais significante nos primeiros 10 minutos da fase de recuperação do exercício, quando o sistema nervoso parassimpático – que restabelece o corpo a um estado de repouso ao diminuir o ritmo cardíaco – está sendo reativado.

“Verificamos que, conforme aumenta o valor da RCE, diminui a atividade do sistema nervoso parassimpático. Isso eleva o risco de desenvolvimento de distúrbios cardiovasculares”, disse Valenti.

O artigo Waist-stature ratio and its relationship with autonomic recovery from aerobic exercise in healthy men (DOI: 10.1038/s41598-018-34246-5), de Anne Michelli G. G. Fontes, Letícia S. de Oliveira, Franciele M. Vanderlei, David M. Garner e Vitor E. Valenti, pode ser lido em www.nature.com/articles/s41598-018-34246-5.

por Elton Alisson | Agência FAPESP
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Casos de sarampo chegam a 10,2 mil

© Tomaz Silva/Agência Brasil Casos de sarampo chegam a 10,2 mil

Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta quarta-feira (9) mostra que os casos confirmados de sarampo no País chegaram a 10.274, entre janeiro de 2019 e esta terça-feira (8). As infecções se concentram no Amazonas e Roraima, que enfrentam um surto da doença. Ao todo, 12 pessoas morreram por causa de complicações do sarampo nesses estados e no Pará.

Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Bahia, Pernambuco, Distrito Federal e Sergipe também registraram casos da doença. O vírus que infectou os pacientes possuiu o mesmo genótipo daquele que circula na Venezuela, o que indica que ele tenha sido importado do país. Há dois anos os venezuelanos sofrem com o surto do sarampo.

Reforço
Contudo, o Ministério da Saúde ressalta que o pico das infecções já passou e que o ritmo de novas notificações tem diminuído. Além do envio de 15,5 milhões de doses da tríplice viral, a pasta também enviou técnicos e equipes de investigação, capacitou profissionais, repasse de apoio financeiro e envio de kits de laboratório, sobretudo ao Amazonas. Com informações do Portal Brasil.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Sistema imunológico é capaz de neutralizar células cancerosas tornando-as dormentes: estudo

Células TRM (em verde claro) cercando e mantendo as células do melanoma (em vermelho) sob controle

Um novo estudo australiano descobriu como o sistema imunológico pode manter células cancerígenas em um estado dormente.
Espera-se que o achado ofereça novos caminhos para a imunoterapia que possam essencialmente impedir o crescimento de um tumor por um período indefinido de tempo.

Equilíbrio imune ao câncer
Ao invés de destruir as células cancerígenas, o novo estudo examinou uma abordagem potencialmente diferente para combater a doença.

Em alguns casos, as células malignas do câncer podem permanecer em estase por períodos prolongados de tempo sem se espalhar ou causar sintomas relacionados à doença.

Esse processo é chamado de equilíbrio imune ao câncer e, embora saibamos que é mediado pelo sistema imunológico do corpo, os cientistas não entendem exatamente como ele funciona.

“O que não entendemos são os mecanismos responsáveis por manter os tumores sob controle e neste estado de dormência”, explica Jason Waithman, da Universidade da Austrália Ocidental, um dos autores do novo estudo. “Tudo o que sabíamos era que essa ‘caixa preta’ de controle do câncer existia – e que, se pudéssemos entender melhor esse processo, poderíamos potencialmente explorá-lo em mais pacientes, salvando mais vidas”.

Células TRM
A pesquisa se concentrou em um tipo de célula imune chamada de célula T de memória residente em tecido (TRM, ou tissue-resident memory no original).

As células TRM foram identificadas há cerca de 20 anos, e são funcionalmente diferentes de outros tipos de células imunes.

A fim de estudar seu efeito no equilíbrio imunológico do câncer, os pesquisadores utilizaram uma nova técnica de imagem para observar o movimento dessas células em tempo real em ratos com uma espécie de melanoma.
“Usando um microscópio especial, pudemos observar as células T se moverem pela pele, encontrar as células do melanoma e controlar o crescimento dessas células”, afirmou Simone Park, outra pesquisadora do estudo da Universidade de Melbourne (Austrália).

Próximos passos
Os pesquisadores também observaram o que acontecia com as células de melanoma quando células TRM não estavam presentes.

Os resultados foram notáveis. O crescimento do tumor foi desencadeado após as células TRM serem removidas. Os cientistas concluíram que elas desempenham um papel fundamental na supressão da progressão do câncer e na manutenção do equilíbrio imunológico contra a doença.

Por enquanto, mais estudos e testes são necessários para entender exatamente como essas células TRM mantêm o câncer adormecido, mas os pesquisadores estão confiantes de que os resultados são transferíveis para seres humanos.
Pesquisas anteriores já descobriram que pacientes com câncer com níveis aumentados de células TRM têm melhores resultados gerais de tratamento.

“O próximo passo da pesquisa é aprofundar o mecanismo para que possamos fazer esse processo acontecer com mais frequência. Esperamos que esta pesquisa leve a novas maneiras de manter o câncer em um estado dormente e, efetivamente, curar pessoas”, concluiu Waithman.

Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature. [NewAtlas]

por Natasha Romanzoti
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

O sarampo voltou e a causa deveria nos envergonhar


De acordo com um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, o número de casos registrados de sarampo aumentou mais de 30% em todo o mundo ano passado.
Este ano, o Ministério da Saúde brasileiro confirmou mais de mil casos no país até agosto. Desde 1999, o Brasil não registrava número tão alto de casos confirmados em um único ano. Na época, foram 908 casos.

Embora seja uma notícia triste, não é inesperada. Os cientistas já alertam há um tempo que o mundo não tem feito o suficiente para melhorar a cobertura de vacinação, fazendo com que essa doença evitável se propague em quase todos os cantos do globo.

Vacinação mundial
Embora o sarampo seja facilmente evitável por meio de duas doses de uma vacina, precisamos de cerca de 95% de cobertura para impedir que surtos aconteçam.

Esse objetivo ainda está longe de ser alcançado. Por quase uma década, não conseguimos que a cobertura de vacinação mundial passasse da marca de 85%.

Depois de anos de insucesso, as lacunas nessa vacinação estão finalmente mostrando suas consequências.

O aumento recente
Em 2017, o relatório constatou que cinco de todas as seis regiões da OMS no mundo experimentaram um surto de casos de sarampo, especialmente as Américas, a Europa e o Mediterrâneo Oriental.

Somente no Pacífico Ocidental o número de casos de sarampo diminuiu.

“Sem esforços urgentes para aumentar a cobertura vacinal e identificar populações com níveis inaceitáveis de crianças sub ou não imunizadas, corremos o risco de perder décadas de progresso na proteção de crianças e comunidades contra essa doença devastadora, mas totalmente evitável”, advertiu Soumya Swaminathan, vice-diretor de programas da OMS.

Consequências mortais
Para realmente entender o quão ruim isso pode ser, é só olhar para trás algumas gerações. Antes de 1963, quando não havia vacina contra o sarampo, o mundo experimentava um grande surto a cada poucos anos, causando 2,6 milhões de mortes anualmente.

Somente cinco décadas depois, estamos mais perto do que nunca de eliminar essa doença altamente contagiosa e potencialmente letal. Na verdade, países como os EUA, o Reino Unido, a Austrália, a Nova Zelândia e o Japão já conseguiram o feito, com muitas outras nações à beira de fazer o mesmo.

O impacto de tais medidas tem sido extraordinário. Desde a virada do século, a vacina contra o sarampo salvou mais de 21 milhões de vidas, diminuindo o número de mortos em 80% em apenas 17 anos.

No entanto, depois de anos de progresso, as coisas começaram a piorar, graças em grande parte à falta de financiamento e ao aumento da desinformação.

Vacine!
Ver o sarampo fazer um retorno global é como ver um personagem em um filme de terror tomar decisões estúpidas e evitáveis. Temos uma maneira segura e eficaz de eliminar o sarampo na ponta dos nossos dedos e, ainda assim, continuamos a não usar a arma em nossas mãos.

Em 2017, o relatório constatou que 20,8 milhões de crianças em todo o mundo não receberam a primeira vacina contra o sarampo.

Com o sarampo representando uma ameaça muito menor, muitas nações se tornaram negligentes em suas tentativas de garantir sua eliminação. Além disso, falsos rumores, equívocos e mitos sobre a vacina serviram para alimentar os recentes surtos.

Na Europa, onde a desinformação sobre a vacina contra o sarampo é particularmente evidente, a cobertura vacinal em algumas áreas é inferior a 70%.

“A complacência sobre a doença e a propagação de falsidades sobre a vacina na Europa, um sistema de saúde em colapso na Venezuela e bolsões de fragilidade e baixa cobertura de imunização na África estão se combinando para trazer um ressurgimento global do sarampo após anos de progresso”, explica Berkley.

Governos, ajam
O relatório clama por uma ação urgente. Os cientistas afirmam que precisamos de investimento sustentado para que os serviços de vacinação de rotina possam ser fortalecidos, especialmente entre as comunidades mais pobres e marginalizadas.

Ao mesmo tempo, argumentam que também precisamos garantir o apoio público às imunizações, combatendo a desinformação e a hesitação em torno das vacinas.
Confira o documento na íntegra, em inglês, aqui. [ScienceAlert, G1]

Por Natasha Romanzoti
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Reposição hormonal natural

A menopausa é uma fase bem complicada na vida das mulheres. É o período em que se encerra o ciclo menstrual da mulher e ela para de ovular, ou seja, a mulher não é mais fértil depois que passa pela menopausa. Normalmente, a menopausa ocorre entre os 45 e 55 anos, mas em muitas mulheres esse processo pode ocorrer antes dos 45, sendo chamada de menopausa precoce, ou depois do 55, sendo chamada de menopausa tardia.

Esse período costuma vir acompanhado de muitos incômodos. O mais comentado entre as mulheres são os calores (ondas muito fortes de calor que vêm acompanhadas de suor intenso). Além de ser incômodo fisicamente, os calores trazem constrangimento.

Dentre os outros incômodos estão a irritabilidade, ressecamento vaginal, perda do desejo sexual, insônia, diminuição da atenção e da memória, perda de massa óssea (osteoporose), aumento do risco cardiovascular, alterações na distribuição da gordura corporal (é normal que a mulher ganhe peso nessa fase) e, em casos mais graves, pode ocorrer a depressão.

Nessa fase é importante que a mulher faça um acompanhamento com o seu ginecologista, e, se for o caso, deve procurar também uma ajuda psicológica. Somente o ginecologista poderá orientar o uso de hormônios sintéticos para tratar os sintomas. Nem todos os profissionais são adeptos a esse tipo de tratamento, pois podem trazer efeitos colaterais. Mas em alguns casos, a reposição hormonal é o mais indicado para a mulher na menopausa.

Aqui no Receita Natural, estamos sempre trazendo opções naturais para tratar diversas doenças. E para amenizar os sintomas da menopausa, temos hoje algumas dicas de reposição hormonal hormonal natural que pode ajudar as mulheres a passarem mais tranquilas por esta fase da vida.

Dicas naturais para reposição hormonal na menopausa

Alimentos à base de soja podem ajudar na reposição hormonal

A primeira coisa a ser ingerida nessa fase são os alimentos à base de soja. Ela é capaz de reduzir as chances de câncer de mama e também a osteoporose. A semente de linhaça é outro alimento que deve ser incluído na dieta. Ela pode ajudar a reduzir os sintomas da TPM, que causa muita irritabilidade, além de outros incômodos. O inhame é ótimo para combater o inchaço e a retenção de líquidos, situações comuns nesta fase da vida. Ele pode ser consumido em sopas e também em forma de suco.

Algumas plantas podem ser usadas para fazer essa reposição de hormônios naturalmente. Veja algumas receitas de chás.

Chá de Folhas de Amoreira
As folhas da amoreira ajudam a reduzir os calores da menopausa, por conterem fitoestrogênios que diminuem a oscilação hormonal na corrente sanguínea.

Para fazer o chá basta ferver 5 folhas de amoreira em 500 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Deve ser tomado diariamente, não ultrapassando a quantidade de 3 xícaras por dia.

Chá de Salva
A salva é uma erva que também pode ajudar a diminuir as ondas de calor, corrigindo os níveis hormonais.

Para fazer o chá adicione 10 g de folhas secas em 1 litro de água fervente. Coar após 10 minutos e tomar morno. Também deve ser tomado diariamente para se obter os resultados esperados.

Ginseng siberiano
Esta planta é indicada para evitar a depressão e diminuir o estresse. Tem propriedades calmantes, ao mesmo tempo que energiza o corpo, devolvendo a libido (desejo sexual) perdido nessa fase.

Pode ser feito o chá da planta. Basta ferver 1 cm da raiz em 200 ml de água. Coar após 5 minutos e tomar morno. Tome 1 xícara diariamente.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Limpe e purifique o fígado tomando água de passas

Aprenda a preparar a água de passas, um remédio natural que purifica o fígado e auxilia no processo de digestão

O fígado é a maior glândula e o segundo maior órgão do nosso corpo, sendo o responsável pela síntese de proteínas, limpeza do sangue e eliminação de toxinas.

Um dos problemas no fígado é o excesso de gordura neste órgão, que atinge principalmente as pessoas com excesso de peso ou que não praticam atividades físicas.

A maior glândula do nosso corpo também é atingida pelo excesso de álcool, uso abusivo de medicamentos e doenças como hepatite e cirrose.

Foto: depositphotos

Existem alguns remédios naturais que ajudam a desintoxicar e recuperar a saúde do fígado. Neste artigo, saiba mais sobre os benefícios da água de passas para o fígado.

Água de passas para limpar o fígado
A água de passas é um incrível remédio natural para o fígado, pois é capaz de estimular os processos bioquímicos do órgão, ajudando-o a depurar melhor o sangue.

Consumir esta bebida no decorrer de quatro dias proporciona muitos benefícios, como uma melhor digestão e aumento da energia para realizar as atividades do dia a dia.

As uvas passas são uma fonte natural de vitaminas e minerais e podem atuar na redução do colesterol ruim e dos triglicérides, além de evitar a prisão de ventre.

Confira a seguir quais são os benefícios da água de passas:

Fonte de antioxidantes
As uvas passas são uma das melhores fontes naturais de antioxidantes, substâncias que combatem o efeito prejudicial dos radicais livres e protegem o nosso organismo de diversas doenças.

Favorece o processo de digestão
O consumo da água de passas favorece a liberação dos sucos gástricos e o melhor processamento dos alimentos. Assim, os nutrientes são absorvidos da maneira adequada.

Depura o organismo e elimina toxinas
Tomar água de passas durante quatro dias seguidos, uma vez ao mês, auxilia no processo de depuração do sangue e estimula a função hepática.

Como preparar a água de passas?
Para aproveitar os benefícios da água de passas e limpar o seu fígado, basta seguir esta receita.

Ingredientes
150 gramas de uvas passas (preferencialmente orgânicas);
400 ml de água.

Modo de preparo e consumo
1) Selecione bem as uvas passas. A dica é evitar aquelas mais brilhantes, optando pelas que apresentem uma coloração mais escura e natural, nem muito duras nem muito macias;
2) Lave bem as uvas passas e reserve-as;
3) Coloque os dois copos de água para ferver e depois acrescente as passas;
4) Deixe cozinhar em fogo bem baixo por 20 minutos;
5) Desligue o fogo e deixe a mistura descansar durante a noite;
6) Na manhã seguinte, separe a água das passas;
7) Beba em seguida, preferencialmente em jejum.

por Débora Silva
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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Fantástica descoberta mostra que as piores infecções poderiam ser curadas sem antibióticos


Um novo estudo liderado pela Universidade Case Western Reserve (Ohio, EUA) mostrou que antibióticos nem sempre são necessários para curar infecções bacterianas resistentes em ratos.

Em vez de matar as bactérias, os pesquisadores trataram os animais infectados com moléculas que bloqueiam a formação de toxinas nelas. Todos sobreviveram.
A equipe de bioquímicos, microbiologistas e médicos especialistas sugere que infecções em humanos poderiam ser curadas da mesma maneira.

Como funciona
As moléculas se agarram a uma proteína causadora de toxinas encontrada em espécies bacterianas gram-positivas, chamada AgrA, tornando-a ineficaz.

Tratar ratos com as moléculas terapêuticas efetivamente curou as infecções causadas por Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA).

A S. aureus é notória por sua capacidade de superar até mesmo os antibióticos mais potentes. Seu arsenal de resistência é amplo, limitando as opções de tratamento.

Resultados
No experimento, o tratamento apenas com moléculas resultou em 100% de sobrevivência, enquanto 70% dos animais não tratados morreram.

As moléculas também parecem dar um impulso aos antibióticos. Ratos sépticos tratados com uma combinação de moléculas e antibióticos tiveram 10 vezes menos bactérias na corrente sanguínea do que os ratos tratados apenas com antibiótico.

“Para pacientes relativamente saudáveis, como atletas que sofrem com MRSA, essas moléculas podem ser suficientes para eliminar uma infecção”, disse Menachem Shoham, professor de bioquímica da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, e principal autor do estudo.

Para pacientes imunocomprometidos, a solução pode ser a terapia combinada de moléculas e um antibiótico de baixa dose. O antibiótico utilizado pode ser um ao qual as bactérias são resistentes em monoterapia, porque as moléculas aumentam a eficácia de drogas convencionais, como a penicilina.

Grande potencial
As pequenas moléculas trabalham contra múltiplas espécies bacterianas. O novo estudo incluiu experimentos preliminares mostrando que elas também são capazes de impedir outras três espécies bacterianas de matarem células imunes.

“Nós provamos a eficácia não só contra o MRSA, mas também contra o Staphylococcus epidermidis, que é notório por entupir cateteres, Streptococcus pyogenes que causam infecções na garganta, Streptococcus pneumoniae e outros patógenos”, disse Shoham.

Com o apoio das moléculas, antibióticos anteriormente obsoletos poderiam ser receitados novamente. “Isso poderia fornecer uma solução parcial para a iminente ameaça global da resistência aos antibióticos”, conclui o pesquisador.

Nova vida aos antibióticos
Os antibióticos matam a maioria das bactérias, mas um pequeno número com resistência natural ao medicamento sobrevive.

Com o tempo, as bactérias resistentes aos antibióticos se multiplicam e se espalham. Segundo estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, pelo menos dois milhões de americanos contraem anualmente uma infecção resistente a antibióticos.

O desarmamento de toxinas representa uma alternativa promissora a esse problema. A eliminação de toxinas libera o sistema imunológico para cuidar dos patógenos bacterianos.

“Sem as toxinas, as bactérias se tornam inofensivas. E, como não precisam das toxinas para sobreviver, há menos pressão para desenvolver resistência”, complementa Shoham.

Estudo com humanos
Os pesquisadores desenvolveram duas pequenas moléculas, F12 e F19, ambas eficazes nos ratos. Agora, estão trabalhando para comercializá-las.

A Universidade Case Western Reserve já emitiu uma licença para a Q2Pharma, uma startup biofarmacêutica de Israel, para desenvolver F12 e F19 para ensaios clínicos com seres humanos.

Os testes iniciais se concentrarão em pacientes que sofrem de infecções sistêmicas resistentes a múltiplas drogas.

Um artigo descrevendo as descobertas foi publicado na revista Scientific Reports. [MedicalXpress]

por Natasha Romanzoti
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Como melhorar a flacidez da pele após o emagrecimento

Depois de perder peso e gordura é muito comum que a pele perca a firmeza, para evitar que isso aconteça, é importante saber como recuperar a elasticidade da pele, passo a passo.

Pense em um balão cheio de ar e, em seguida, esvazie e encha novamente e de novo esvazie. As paredes do balão perdem a elasticidade e firmeza. O mesmo ocorre com a pele, quando você engorda e perde peso várias vezes. Se este é o seu caso, não se preocupe, é possível restaurar a firmeza da pele, apenas é preciso saber como.


Como dar firmeza a pele após perder gordura?
Faça a nutrição da pele corretamente

Para isso, é essencial que você aplique hidratantes ou máscaras naturais que dão firmeza à pele. Com elas, você pode fornecer para a pele proteínas, ácidos graxos, vitaminas e minerais que a pele precisa para aumentar a sua elasticidade.

Melhore a circulação
Para isso, não é apenas essencial realizar uma dieta baixa em gordura, mas existem remédios caseiros e naturais, como, por exemplo, a cavalinha que pode ser útil para melhorar a circulação do sangue, o que vai melhorar a chegada de nutrientes para a pele.

Aplicação de duchas frias
Alguns tratamentos alternativos e populares sugerem a aplicação de duchas frias sobre a pele flácida, já que esta conseguiria contrair a pele e firmá-la.


Exercícios físicos localizados
A flacidez é um dos problemas mais comuns enfrentados por uma pessoa que perde peso, para preveni-la certos exercícios físicos localizados podem ser de grande utilidade.

Cirurgia
Em casos extremos, como os pacientes que se submeteram à cirurgia de emagrecimento, pode ser necessária a cirurgia plástica para eliminar o excesso de pele.

Se você perdeu uma grande quantidade de gordura e/ou peso, precisa dar firmeza e elasticidade à sua pele, não perca essas dicas, com certeza uma ou mais delas te ajudarão.

Não se esqueça de consultar o seu médico ou esteticista diante destes ou outros tratamentos estéticos para combater a pele flácida.

fonte
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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

14 fatos sobre transtorno bipolar que você deveria saber


O transtorno bipolar é uma das condições de saúde mental mais incompreendidas. Se a sua percepção sobre a doença é moldada principalmente por filmes, séries e memes da internet, saiba que a realidade é muito mais sutil do que parece.

Confira 14 fatos sobre o transtorno bipolar:

1 – O transtorno bipolar é uma doença mental caracterizada por mudanças dramáticas de humor e comportamento.
Essas mudanças são conhecidas como “episódios de humor”. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH, dos EUA), existem dois tipos principais de episódios: episódios maníacos e episódios depressivos.

Entre esses episódios, uma pessoa com transtorno bipolar pode ter períodos sem sintomas de mania ou depressão.

2 – Os episódios depressivos bipolares se parecem com a depressão clássica
Sem conhecer a história médica de alguém, é virtualmente impossível determinar se a sua depressão é resultado de transtorno bipolar ou de algo como transtorno depressivo maior.

Em geral, o NIMH destaca estes como os sinais e sintomas de um episódio depressivo bipolar:

*Energia excepcionalmente baixa;
*Diminuição dos níveis de atividade;
*Sentimentos de desesperança e desespero;
*Perda de prazer em atividades;
*Dormir muito pouco ou muito;
*Sentir-se preocupado ou vazio;
*Fadiga;
*Comer muito pouco ou muito;
*Problemas para se concentrar ou lembrar de coisas;
*Pensamentos suicidas.
Episódios graves de depressão também podem envolver psicose, incluindo delírios ou alucinações.

3 – Os episódios maníacos são mais complicados do que simplesmente “estar agitado”
Experimentar a mania não significa necessariamente que uma pessoa simplesmente ande por aí sentindo-se invencível e feliz, explica a Dra. Dolores Malaspina, do departamento de psiquiatria da Icahn Escola de Medicina Monte Sinai (EUA).

O NIMH sugere estes sinais e sintomas:

*Energia excepcionalmente alta;
*Níveis aumentados de atividade;
*Sentir-se agitado ou nervoso;
*Sentimentos de euforia;
*Sentimentos de agitação ou irritabilidade;
*Sentimentos de excesso de confiança;
*Dificuldade para dormir;
*Falar excepcionalmente rapidamente;
*Tentar assumir muitos compromissos ao mesmo tempo;
*Engajar-se em comportamentos de risco, como riscos sexuais ou financeiros que você não correria de outra forma.

4 – A hipomania pode envolver muitos dos mesmos sintomas de mania, mas em menor escala
“Há gravidades diferentes da elevação do humor”, explica Wendy Marsh, diretora da Clínica de Especialidades de Transtornos Bipolares e professora do departamento de psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts (EUA) ao portal SELF.

Na extremidade inferior do espectro está a hipomania, que é quando uma pessoa não experimenta um episódio maníaco completo, apenas alguns dos sintomas em uma escala mais amena. “Pode parecer útil, energia orientada para objetivos”, complementa a Dra. Malaspina.

Também é possível sentir mania total, o que pode se tornar perigoso. “Você pode ter muita crença em si mesmo e mal julgamento”, esclarece a Dra. Malaspina.

Isso pode contribuir para comportamentos como fazer sexo desprotegido ou investir todo o seu dinheiro em um empreendimento comercial. Esse pensamento grandioso também pode se transformar em ilusão. “Quando alguém tem mania, realmente precisa estar sob os cuidados de um médico”, resume.

5 – As pessoas podem experimentar sintomas de mania e depressão ao mesmo tempo
Esses “episódios mistos” envolvem a alta energia e a alta atividade da mania, junto com a desesperança e o desespero da depressão.

“Essa é uma situação realmente de alto risco, porque as pessoas são infelizes e têm toda essa energia extra”, argumenta a Dra. Marsh. Esses episódios são tão ou mais perigosos do que a mania severa, e exigem cuidados imediatos.

6 – Existem vários tipos de transtorno bipolar
Os sintomas do transtorno bipolar podem se apresentar em diferentes gravidades e em várias combinações. De fato, existem quatro condições diferentes relacionadas ao transtorno.

O tipo bipolar I consiste em episódios maníacos com duração de sete dias ou mais, ou sintomas maníacos que duram qualquer período de tempo, mas são graves o suficiente para garantir a hospitalização imediata. Normalmente, também vem com sintomas depressivos que duram pelo menos duas semanas, ou pode causar os episódios mistos que incluem sinais de depressão e mania.

No tipo bipolar II, as pessoas experimentam episódios depressivos juntamente com episódios de hipomania, mas não mania total.

Há ainda uma condição chamada ciclotimia, que se assemelha a uma forma menos grave de transtorno bipolar. Pessoas com ciclotimia apresentam sintomas de hipomania e sintomas de depressão leve por pelo menos dois anos, intercalados com períodos sem sintomas.

No geral, os sintomas não são graves o suficiente para qualificá-los como episódios hipomaníacos ou depressivos reais. A pessoa experimenta “altos e baixos”, mas nunca o suficiente para que pareça realmente disfuncional. Pessoas com ciclotimia não tratada correm um risco maior de desenvolver o transtorno bipolar, no entanto.

Finalmente, podem existir pessoas com sintomas de transtorno bipolar que não se encaixam perfeitamente nos grupos citados acima, de forma que são classificadas como tendo “Outros Transtornos Bipolares e Relacionados Especificados e Não Especificados”, de acordo com o NIMH.

7 – A duração dos episódios de humor pode variar de pessoa para pessoa
Duas semanas é o mínimo estabelecido para um episódio depressivo, segundo o NIMH, mas eles geralmente se estendem por meses.

Mania comumente dura pelo menos uma semana. No entanto, “não há realmente um intervalo fixo”, afirma a Dra. Malaspina.

8 – Não existe uma causa única conhecida do transtorno bipolar
Os cientistas ainda estão investigando as raízes do transtorno, mas já identificaram três fatores de risco que contribuem para a probabilidade de desenvolver a doença: genética, estrutura e funcionamento do cérebro e histórico familiar.

Os especialistas ainda precisam identificar quais genes podem estar envolvidos e em que medida. O mesmo vale para a estrutura e o funcionamento do cérebro; há muito ainda a ser determinado.

O que é mais claro é que o transtorno bipolar tende a ocorrer em famílias. Embora a maioria das pessoas com histórico familiar da doença não a desenvolva, ter pais ou irmãos com transtorno bipolar aumenta suas chances.

9 – É complicado receber um diagnóstico adequado do transtorno bipolar
As pessoas que têm transtorno bipolar são mais propensas a buscar ajuda durante um episódio depressivo do que maníaco ou hipomaníaco, de acordo com o NIMH. Isso porque a mania às vezes pode parecer produtiva, em vez de um problema que requer tratamento.

O diagnóstico de transtorno bipolar demanda o estabelecimento de um histórico de mania e depressão, portanto, se o médico considerar apenas sinais de depressão durante a primeira avaliação, um erro de diagnóstico não é improvável, explica a Dra. Malaspina.

Mesmo que a pessoa primeiro apresente apenas sintomas de depressão, um bom clínico que veja o paciente regularmente deve ser capaz de reconhecer a mania ao longo do tempo e reavaliar seu diagnóstico original.

10 – Crianças e adolescentes podem ter transtorno bipolar também
A maioria das pessoas que têm essa condição desenvolvem-na no final da adolescência ou nos primeiros anos da vida adulta. No entanto, adolescentes e crianças mais jovens podem ter a doença também.

O diagnóstico pode ser ainda mais difícil em crianças e adolescentes porque seus sintomas podem não se encaixar totalmente nos critérios diagnósticos, de acordo com a Mayo Clinic.

Crianças e adolescentes com transtorno bipolar também costumam ter condições de saúde mental ou comportamental concomitantes, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, que dificultam o diagnóstico.

Finalmente, pode ser difícil determinar quando mudanças de humor e comportamento, como níveis de atividade, são simplesmente parte do crescimento ou algo mais. Psiquiatras infantis especializados podem ser úteis nesses casos.

11 – O tratamento quase sempre envolve medicação, mas estas variam muito de pessoa para pessoa
O principal objetivo da medicação é estabilizar o humor de uma pessoa ao longo do tempo, a fim de minimizar o número de episódios maníacos e depressivos que experimentam.

Existem vários tipos de medicamentos eficazes para o transtorno bipolar de diferentes maneiras. Os estabilizadores do humor funcionam diminuindo a quantidade de atividade anormal no cérebro. O lítio é comum. Anticonvulsivantes, inicialmente desenvolvidos para tratar desordens como a epilepsia, também são usados como estabilizadores de humor.

Outra classe de medicamentos prescritos para o transtorno bipolar são antipsicóticos para tratar a mania, de acordo com o NIMH.

Algumas pessoas também se beneficiam de antidepressivos. No entanto, eles têm o potencial de desencadear episódios maníacos. São tipicamente pareados com um estabilizador de humor ou antipsicótico, ou administrados como uma droga que funciona tanto como um antidepressivo quanto como um antipsicótico, segundo a Mayo Clinic.

E há ainda a possibilidade de uso de medicamentos ansiolíticos a curto prazo.

Alguns destes medicamentos são melhores no tratamento de episódios depressivos ou maníacos, por isso combinações são frequentemente mais eficazes. Descobrir a melhor combinação pode ser um desafio no início, mas os médicos quase sempre encontram o equilíbrio certo, embora os remédios precisem ser ajustados com o tempo.

12 – Os medicamentos para transtorno bipolar podem afetar a gravidez e o controle da natalidade
Pessoas com transtorno bipolar que planejam engravidar (ou que já estão grávidas) devem conversar com seus médicos. Medicamentos podem passar pela placenta e entrar no leite materno, e vários remédios usados para tratar o transtorno têm sido associados a um aumento do risco de defeitos congênitos.

Além disso, certos medicamentos para transtorno bipolar, como drogas antiepilépticas, podem diminuir a eficácia das pílulas anticoncepcionais. É preciso se informar se você deseja evitar uma gravidez.

13 – Terapia pode ajudar as pessoas a lidar com o transtorno bipolar
A terapia pode ajudar as pessoas a entenderam como se comportam durante episódios de humor, especialmente quando recebem o diagnóstico.

Com o diagnóstico adequado e uma compreensão de sua condição, a terapia pode ajudar as pessoas a reformularem suas experiências e autoconhecimento.

Ver um profissional de saúde mental também pode ajudar os pacientes a administrarem os estressores em suas vidas, que podem agravar sua condição.

Além disso, os terapeutas podem “perceber” um episódio de humor antes que ele se agrave.

14 – Pessoas com transtorno bipolar podem e levam vidas felizes e saudáveis
Não há dúvida de que viver com transtorno bipolar apresenta seus desafios. Mas é igualmente verdade que, com tratamento adequado, as pessoas podem alcançar estabilidade e felicidade.

É algo que você recebe ajuda, como se você tivesse diabetes”, conclui a Dra. Malaspina. “Com cuidado e tempo, as pessoas podem ficar muito, muito melhor”. [Self]

por Natasha Romanzoti
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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

3 ingredientes para preparar chá e queimar a gordura de vez

Para se livrar o quanto antes dos quilos extras, a natureza pode ser uma grande aliada. Perca peso com esse chá

Por mais que você malhe, corra e se esforce tem sempre aquela gordurinha que insiste em permanecer. Transformar hábitos para que se tornem mais saudáveis são apostas certeiras, como por exemplo, praticar exercício físico e optar por alimentação rica em nutrientes.

Mas, as vezes, queremos uma ajudinha a mais para agilizar o processo e se livrar o quanto antes dos quilos extras e para isso a natureza pode ser uma grande aliada.

Saiba que você pode dar uma ajudinha ao seu organismo por meio de 3 potentes ervas para preparar chá e queimar a gordura de uma vez. Os três ingredientes são: canela, gengibre e mel.

Chá emagrecer com 3 ingredientes poderosos
Canela
A canela contém óleo essenciais cynamaadeido, mucilagem, a-terpineol, tenois, cumarina, eugenol, ácido trans-cinamico, álcool cinamil, hidroxicinamaldeido, o-metoxicinamaldeido, acetato, taninos, limoneno e procianidinas oligomérica.

Na prática, isso significa que seu uso é mais indicado para questões relacionadas a digestão, controle do nível de diabetes, sendo também essa erva anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana e o mais incrível: termogênica.

E é justamente essa última característica que faz com que a perda de peso seja mais eficiente. Graças a sua ação de acelerar o metabolismo, a canela é capaz de auxiliar na perda de gordura corporal.


Gengibre
Já o gengibre possui na sua composição óleo essencial rico em terpenos, fenóis e resinas. Suas propriedades são: carminativa, eupéptica, expectorante, descongestionante, tônica, afrodisíaca, digestiva e sudorífera. A junção da maioria dessas propriedades resulta em um ingrediente imbatível para queimar gordura.

Por conta da sensação de ardência que essa raiz pode provocar, não é indicado para quem tem problemas de estômago, como gastrite, pois seu uso constante pode causar irritação no órgão.

Mel
Além de deixar o chá para queimar gordura mais saboroso, o mel possui propriedades benéficas ao nosso organismo. Ele ajuda no trato de doenças respiratórias, cicatriza, promove a regeneração das células e reforma o sistema imunológico.

Outra atuação importante no organismo de quem quer emagrecer é que o mel facilita a digestão dos alimentos e regula o intestino duas ações fundamentais para as pessoas que desejam perder peso.

Veja também: Qual emagrece mais: chá branco ou verde?

Receita do chá potente para queimar gordura
Para se livrar dos quilos extras, a natureza pode ser uma grande aliada

Emagreça tomando chá de canela, mel e gengibre (Foto: depositphotos)

Ingredientes
– Dois paus de canela;
– 10g de gengibre sem casca;
– 400 ml de água;
– Mel a gosto (coloque pouco para não ficar calórico).

Modo de fazer
Para preparar o chá potente para queima de gordura, coloque a água para ferver. Quando o líquido chegar no ponto de ebulição, coloque os dois paus de canela e o gengibre picado. Deixe no fogo baixo por cerca de 20 minutos. Depois disso, coe e beba. Somente nesse momento, coloque o mel.

Se preferir, tome essa mistura até duas vezes ao dia. Se você tem problemas com pressão baixa, deixe o mel de lado e tome sem adoçar mesmo.

Vale lembrar que toda bebida fitoterápica deve ter indicação médico ou nutricional para que todas as contraindicações sejam evitadas.

Conheça 5 chás que vão lhe ajudar a emagrecer



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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Lápis de olho pode inflamar os olhos? Saiba o que diz uma dermatologista

O terçol surge através de uma inflamação das glândulas da região dos cílios devido a má utilização do lápis

As pessoas quando querem fazer uma maquiagem diferente e forte, acabam optando pelo uso do lápis de olho. E, mesmo que este seja um dos itens mais conhecidos na produção de uma make, pouco se sabe sobre os malefícios que ele pode ocasionar na região ocular, como por exemplo o terçol. Esta condição inflamatória afeta todas as pessoas, independentemente da idade do paciente e pode ser causada pela má utilização desse cosmético.

“O lápis pode, sim, influenciar na formação do terçol, porque muitas vezes o quadro pode acontecer por excesso de gordura, oleosidade local, muito comum nas pessoas que tem blefarite, que é aquela descamação na região da linha dos cílios, mas também por sujidades”, afirma a dermatologista Claudia Marçal, da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Desta forma, é necessário estar atento ao uso e as características do lápis, tendo em vista que o terçol pode surgir através de uma inflamação e pode resultar no processo infeccioso das glândulas na região dos cílios, sendo necessário atenção médica neste último caso.

Foto: depositphotos

Mas, por que que o lápis causa a inflamação nos cílios?
De acordo com a dermatologista, o cosmético pode provocar o terçol por não ser um bom produto ou por não ser usado de maneira apropriada. “Primeiro, se ele não for de qualidade, pode causar uma hipersensibilidade local que pode irritar a região e fazer com que a glândula tente se livrar daquele depósito de pigmento; e além disso, o lápis pode provocar (se não bem retirado com demaquilante após uso da maquiagem) um processo inflamatório pela presença da sujidade que obstrui o ducto de saída da glândula, criando uma inflamação”, explica Cláudia.

Neste sentido, a própria pele se encarrega de formar o terçol na área contaminada, surgindo inicialmente como um nódulo inflamatório, mas com a possibilidade de se desenvolver como um processo infeccioso. E para quem acha que apenas o lápis é capaz de causar este problema, está enganado.

Outras causas para o terçol
“A maquiagem é um dos fatores que propiciam esse processo inflamatório, a oleosidade da própria região quando o paciente tem tendência à blefarite, o estresse e a carência nutricional também estão relacionados com o problema. O terçol pode acometer homens ou mulheres, mas as mulheres acabam sendo mais propensas justamente pelo uso de maquiagens, de cílios postiços, de lápis, enfim, e a inadequada retirada de tudo aquilo que é depositado diariamente naquela região”, comenta a dermatologista.

Como tratar este problema?
Ainda segundo Cláudia Marçal, este tipo de problema quando é inflamatório, se resolve espontaneamente de cinco a sete dias, no máximo. “Quando ele é infeccioso, o paciente precisa buscar ajuda junto ao oftalmologista porque aí é necessário entrar com o uso de um antibiótico tópico”, recomenda a dermatologista.

por Katharyne Bezerra
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Terçol: aprenda a tratar essa enfermidade com o uso de chás

Dois chás são imbatíveis quando o assunto é tratar ou aliviar o desconforto causado pelo terçol

Só quem um dia já acordou com aquele incômodo na pálpebra e viu que estava com terçol, sabe o quão desconfortável pode ser essa pequena infecção. Com o termo médico de hordéolo, podendo este ser interno ou externo, o terçol nada mais é do que um pequeno abcesso que acontece nas bordas das pálpebras e é causado por uma infecção nas glândulas sebáceas ou nos folículos ciliares.

Enquanto os externos duram de sete a dez dias, os internos podem durar diversas semanas. Apesar de serem extremamente incômodos e dolorosos, os terçóis, felizmente não são prejudiciais e não oferecem nenhum perigo para a saúde humana.

Ao contrário do que muitos pensam, o terçol não é contagioso (Foto: depositphotos)

Ao contrário do que muitos pensam, essa doença não é contagiosa e algumas das dicas dadas para que sua duração não se prolongue, são: não ficar tocando, coçando ou tentar perfurar o terçol; além de manter o local higienizado e evitar o uso de maquiagem.

O uso de chás pode acelerar o fim do desconforto causado pelo terçol

Apesar do terçol ser uma doença que não precisa ser tratada, há maneiras de acelerar o fim desse grande incômodo, sendo uma das mais fáceis, práticas e muito eficazes, o uso de chás como medicamentos naturais. Confira a seguir quais podem ser utilizados:

Trate terçol com chá
Chá verde
Queridinho dos que sempre estão em busca de um corpo em forma ou dos que simplesmente querem mantê-lo, o chá verde vai muito além de ser uma bebida que apenas acelera o metabolismo e tem propriedades diuréticas.

Por ter propriedades anti-inflamatórias, ele pode ser utilizado através de pequenas compressas sobre o olho atingido, um método que normalmente é feito com um saquinho de chá industrializado, mas que também pode ser feito em casa.

Ingredientes
1 colher (de chá) de folhas de chá verde trituradas;
250 ml (1 xícara de chá) de água.

Preparo e uso
Coloque a água no fogo e assim que ela começar a ferver, desligue-o e adicione as folhas no recipiente e tampe por cerca de cinco minutos. Após isso, coe com uma peneira e use os resíduos sólidos das folhas para fazer uma espécie de compressa, que deve ser aplicada no olho com o terçol por cerca de cinco minutos. Após isso, por que não tomar o chá e colocar ainda mais nutrientes no corpo?

Chá de cúrcuma
Chamada também de açafrão-da-terra, a cúrcuma é um parente do gengibre e que vai muito além de um simples condimento ou corante. Ela vem sido estudada por ter algumas propriedades que supostamente podem atual na luta contra o mal de Alzheimer.

O açafrão pode ser um grande aliado para tornar essa enfermidade menos desagradável por possuir propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas, sendo essa última muito importante para impedir que haja uma piora no estado do abcesso.

Ingredientes
2 colheres (de sopa) de açafrão;
500 ml (2 xícaras de chá) de água.

Preparo e uso
Coloque a água e o açafrão juntos em um recipiente e leve ao fogo. O fogo só deve ser desligado quando a quantidade de água colocada tenha sido reduzida pela metade. Coe utilizando um pano e use o chá para lavar os olhos de duas até três vezes por dia. Isso pode ser feito até os sintomas desaparecerem.

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