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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Argila tem propriedades terapêuticas antiinflamatórias, emolientes, relaxantes e revitalizantes.
Fonte: Equipe Bem Estar
Com propriedades antiinflamatórias, emolientes, relaxantes, revitalizantes, o uso da argila não tem contra-indicação, pois é totalmente natural. Entre os efeitos no organismo, é capaz de absorver a energia nociva acumulada na área doente. Assim, uma compressa fria de argila transmite energia de elevada qualidade vital, aliviando a região em que foi aplicada e absorvendo o calor da região doente.
Além disso, a ação benéfica da argila permite um equilíbrio térmico, sendo capaz de regularizar a temperatura de órgãos enfermos, uniformizando a irrigação sanguínea. O equilíbrio de temperatura ocorre graças ao efeito dissipador de calor produzido pela compressa de argila fria. Esse efeito é bem conhecido na hidroterapia.
O uso interno da argila tem ação vitalizante e fornece uma carga energética ao organismo. Mas em geral, é recomendada a ingestão em pequenas quantidades. Neste caso, é como se a argila tivesse um efeito homeopático, tornando o organismo mais saudável e dinâmico. E embora não seja uma propriedade aceita por todos os cientistas, a argila tem a capacidade de absorver energias estranhas ao organismo, como é o caso da radiação.
Equipe Bem Star
Dieta da banana: como emagrecer comendo bem
Essa dieta apareceu no programa Mais Você da Ana Maria Braga, muito comentada por ai tem gente alcançando bons resultados e perdendo uns quilinhos preciosos para ficar em forma, afinal gente o verão está longe mas nem tanto já estamos no segundo semestre e uma boa dieta é feita com tempo e bem administrada.Preste atenção na forma como a dieta da banana é feita:
* De manhã coma de 1 a 2 bananas tomando 1 copo de água em temperatura normal;
* Não há restrições alimentares, logicamente se você comer que nem uma louca vai engordar mais e não emagrecer;
* 4 horas antes de dormir faça sua última refeição;
* Procure fazer algum exercício físico;
* Utilizando a mesma balança (há diferenças de auferição que podem dar impressão diferente da verdade), verifique seu peso todos os dias.
A idéia principal da dieta da banana creio que seja realmente tirar a fome, todo mundo sabe que o café da manhã é a refeição mais importante do dia e a banana nesta hora vai dar força para o seu dia transcorrer mais tranquilo, controle a ansiedade e regule a boca tudo vai dar certo e você vai emagrecer! Lembrando sempre comer bem só traz saúde.
Proteína para corredor
Fonte: Runers
Muitos corredores se preocupam em consumir carboidratos depois do treino, mas se esquecem das proteínas, que também são importantes para repor as energias. Suplementos especiais e alimentos como ovo, carne bovina, queijo branco e peito de peru são ricos nesse nutriente. Basta usá-los na dose correta.
Quando se pratica exercício, você precisará de mais carboidrato, e, também, mais proteínas. A recomendação para quem não faz atividade física é ingerir de 0,8g a 1,2g de proteína para cada quilo do corpo. Mas se você for um atleta, isso não será suficiente. O número sobe para de 1,2 a 1,6g de proteína por quilo. E mais, estudos recentes apontam que consumir um volume maior de proteína no café da manhã ajuda a prolongar a saciedade ao longo do dia. Elas ainda servem para melhorar o sistema imunológico, facilitar a recuperação muscular (síntese protéica) e também promover uma pele mais bonita e saudável.
Um corredor de 75 quilos, por exemplo, precisará ingerir, por dia, de 75 a 120g de proteína. Uma boa opção é o ovo. Além de ser digerido com rapidez pelo organismo, a clara possui todos os aminoácidos necessários para a recuperação muscular. A única desvantagem é que você terá de comer vários deles.
A nutricionista Gabriella Guerreiro, da Nutri Essencial Consultoria, dá algumas dicas sobre o consumo de proteínas.
Quando consumir
De acordo com a nutricionista as proteínas não devem ser consumidas em um período muito próximo ao inicio da atividade (30-45 min antes) por terem uma digestão mais demorada. “Elas podem provocar desconforto estomacal durante o exercício. Após a atividade física (até 30 min depois) também não é o ideal pois a prioridade do organismo será sintetizar glicogênio, neste caso a proteína que deveria ser direcionada para sintetizar a massa muscular será quebrada e sua cadeia carbônica aproveitada na gliconeogenese (formação de glicose) e incorporada ao glicogênio”, diz. Use proteína após o treino, preferencialmente em até duas depois de correr, para favorecer a recuperação e a síntese protéica muscular.
Gabriella indica consumir antes do exercício um lanche leve. “Nessa hora, o carboidrato é a pedida ideal. Sem o glicogênio, o organismo utiliza a proteína da massa magra do corpo como energia, isso gera fadiga e cansaço, além de consumir a massa magra. A proteína deve sern usada quando houver um espaço de pelo menos uma hora e meia entre a alimentação e a atividade física. "Ela é digerida de forma lenta e se não houver tempo para digestão, pode causar mal-estar, atrapalhando o desempenho", aponta Gabriella.
Comer mais proteína do que carboidrato, aumentar a performance na corrida?
A proteína será responsável por suprir menos de 10% da sua necessidade de energia, e somente quando você já está com pouco glicogênio. “Carboidratos e gorduras representam mais de 90% do combustível que você usa quando corre”, avalia Gabriella. “Consumir mais proteínas para ganhar energia é perda de dinheiro. Ela reconstrói os tecidos do corpo, e as enzimas, hormônios, células do sistema imunológico e hemoglobina são produzidas de proteínas."
O fato de em algumas situações a ingestão de proteínas ser maior para atividades de resistência em comparação com as de forca é devido a capacidade oxidativa aumentada nos exercícios aeróbios intensos, nos quais as proteínas possuem papel importante na geração de energia, principalmente os aminoácidos de cadeia ramificada, que são preferencialmente oxidados pelo músculo.
Atenção. Para a nutricionista, dietas ricas em proteínas não proporcionam energia suficiente (e adequada) para a realização de exercícios físicos no seu melhor potencial. "Durante a prática de atividades esportivas o organismo utiliza basicamente gorduras e carboidratos (glicose). Se você abusar de uma dieta rica em proteínas há uma diminuição na performance e diversos metabólicos (substâncias) tóxicos podem estar sendo produzidos. Na ausência de carboidrato o organismo não é capaz de construir músculo, mesmo com ingestão alimentar de proteínas.”
Funções da proteína
• construção e manutenção dos tecidos;
• formação de enzimas, hormônios, anticorpos;
• fornecimento de energia e regulação dos processos metabólicos;
• ajudam no crescimento, na regeneração e substituição de diferentes tecidos do corpo, como ossos, músculos, tecidos conectivos e as paredes de órgãos;
• é o principal componente orgânico dos nossos músculos. Como fonte de energia, as proteínas são equivalentes aos carboidratos, fornecendo 4 kcal/g
Por que a proteína ajuda a emagrecer?
Por causa de sua digestão mais lenta, a proteína gera mais saciedade e ajuda a diminuir a ingestão calórica na dieta. "Mas as dietas só com proteínas (Ex: Dr Atkins) geram apenas a perda de massa “magra” (músculo). Há ainda, redução da atividade do pâncreas, que produz a insulina, essencial para aproveitar a energia de alimentos como os carboidratos. Quando esse hormônio fica muito tempo no sangue, ele bloqueia a capacidade do corpo de queimar gorduras. Com isso a perda de peso das pessoas que fazem esta dieta é enganosa: perde-se apenas líquido e massa magra e preserva-se a gordura do corpo", alerta Gabriella, lembrando que com a restrição de carboidratos perde-se água dentro das células já que 1g de carboidrato carrega para dentro da célula uma média de 4 moléculas de água.
“Recomendo sempre associar o consumo de uma fonte de carboidrato simples (ex: massa) com uma fonte de proteína magra. Estudos demonstram que a proteína ajuda a minimizar o impacto glicêmico que o carboidrato tem.”
Qual proteína devemos priorizar
Os alimentos que fornecem proteínas completas (fontes de aminoácidos essenciais) são: leite e derivados (queijo, iogurte, etc.) ovos, carnes de animais, aves e peixes.
Os alimentos que fornecem proteína semi-completas ( por não fornecerem todos os aminoácidos essenciais ) são os grãos de leguminosas secos, sementes oleaginosas e cereais integrais.
As cinco melhores fontes de proteína
ALIMENTO PORÇÃO PROTEÍNA (Gramas)
Animal
Atum - 90g - fornece 22g de proteina
Peru - carne magra 120g - fornece 9g de proteína
Peixe - 90g - fornece 17g de proteína
Ovo, inteiro 1 grande - fornece 6g de proteína
Ovo, clara 1 grande - fornece 4g de proteína
Carne de boi magra - 120g - fornece 24g de proteína
Laticínios
Queijo cottage - 0,5 xícara - fornece 15 gde proteína
Iogurte 0% - 240g - fornece 11g de proteína
Queijo magro - 30g - fornece 8g de proteína
Leite de soja - 200ml - fornece 5g de proteína
Leite desnatado - 240g - fornece 8g de proteína
Vegetais
Feijão cozido - 1 xícara - fornece 14g de proteína
Grão de soja (cru) - 20g - fornece 7g de proteína
Grão de bico - 0,5 xícara - fornece 20g de proteína
Lentilhas - 0,5 xícara - fornece 9g de proteína
Tofu - 105g - fornece 11g de proteína
Proporção (%) ideal de carboidrato, proteína e gordura
Carboidratos: 50 a 60% das calorias. Para as pessoas ativas e aquelas que participam de um treinamento com exercícios, cerca de 60% da ingestão calórica diária deveriam ser fornecidos na forma de carboidratos, predominantemente os complexos.
Lipídeos: são importantes para a preservação da atividade física, os quais entram com alto potencial energético. Recomenda-se que represente 25 a 30% do VET (valor energético total). Lembrando que devemos priorizar as gorduras insaturadas (poliinsaturada e monoinsaturadas).
As gorduras trans são encontradas nas frituras, biscoitos recheados, etc e seu consumo devera ser abaixo de <1 % do VET (valor energético total)
Proteínas: Recomenda-se uma dieta de 10% a 15% proveniente de proteínas, consumo diário de 0,8 a 1,2g de proteínas por quilo de peso por dia para adultos sedentários e para atletas, a ingestão recomendada varia entre 1,2g a 1,8g de proteína/kg de peso, dependendo do esporte que se pratica. O aumento da proteína na dieta é justificado em exercícios intensos e de longa duração e em grandes treinamentos de resistência e atividade envolvida com ganho de massa muscular magra.
Proteína demais
“O excesso da ingestão de proteína pode causar danos para as funções hepática e renal devido à grande quantidade de produção de uréia e outros compostos que podem sobrecarregar o fígado e os rins. O excesso das proteínas é eliminado pelos rins, então elas não são armazenadas.”
Barrinha de proteína e suplementos
Só use as barrinhas se você não conseguir atingir a quantidade ideal de proteínas no dia. “O Whey Protein é um suplemento derivado do leite de vaca, uma proteína saudável, pura e de alta qualidade, solúvel e de fácil digestão. É uma rica fonte de aminoácidos essenciais requeridos diariamente pelo organismo, com pouca gordura e colesterol. As barrinhas de proteína, mesmo contendo uma quantidade menor de proteína e apresentarem gordura, podem ser uma boa pedida na hora de levá-las na bolsa.”
Muitos corredores se preocupam em consumir carboidratos depois do treino, mas se esquecem das proteínas, que também são importantes para repor as energias. Suplementos especiais e alimentos como ovo, carne bovina, queijo branco e peito de peru são ricos nesse nutriente. Basta usá-los na dose correta.
Quando se pratica exercício, você precisará de mais carboidrato, e, também, mais proteínas. A recomendação para quem não faz atividade física é ingerir de 0,8g a 1,2g de proteína para cada quilo do corpo. Mas se você for um atleta, isso não será suficiente. O número sobe para de 1,2 a 1,6g de proteína por quilo. E mais, estudos recentes apontam que consumir um volume maior de proteína no café da manhã ajuda a prolongar a saciedade ao longo do dia. Elas ainda servem para melhorar o sistema imunológico, facilitar a recuperação muscular (síntese protéica) e também promover uma pele mais bonita e saudável.
Um corredor de 75 quilos, por exemplo, precisará ingerir, por dia, de 75 a 120g de proteína. Uma boa opção é o ovo. Além de ser digerido com rapidez pelo organismo, a clara possui todos os aminoácidos necessários para a recuperação muscular. A única desvantagem é que você terá de comer vários deles.
A nutricionista Gabriella Guerreiro, da Nutri Essencial Consultoria, dá algumas dicas sobre o consumo de proteínas.
Quando consumir
De acordo com a nutricionista as proteínas não devem ser consumidas em um período muito próximo ao inicio da atividade (30-45 min antes) por terem uma digestão mais demorada. “Elas podem provocar desconforto estomacal durante o exercício. Após a atividade física (até 30 min depois) também não é o ideal pois a prioridade do organismo será sintetizar glicogênio, neste caso a proteína que deveria ser direcionada para sintetizar a massa muscular será quebrada e sua cadeia carbônica aproveitada na gliconeogenese (formação de glicose) e incorporada ao glicogênio”, diz. Use proteína após o treino, preferencialmente em até duas depois de correr, para favorecer a recuperação e a síntese protéica muscular.
Gabriella indica consumir antes do exercício um lanche leve. “Nessa hora, o carboidrato é a pedida ideal. Sem o glicogênio, o organismo utiliza a proteína da massa magra do corpo como energia, isso gera fadiga e cansaço, além de consumir a massa magra. A proteína deve sern usada quando houver um espaço de pelo menos uma hora e meia entre a alimentação e a atividade física. "Ela é digerida de forma lenta e se não houver tempo para digestão, pode causar mal-estar, atrapalhando o desempenho", aponta Gabriella.
Comer mais proteína do que carboidrato, aumentar a performance na corrida?
A proteína será responsável por suprir menos de 10% da sua necessidade de energia, e somente quando você já está com pouco glicogênio. “Carboidratos e gorduras representam mais de 90% do combustível que você usa quando corre”, avalia Gabriella. “Consumir mais proteínas para ganhar energia é perda de dinheiro. Ela reconstrói os tecidos do corpo, e as enzimas, hormônios, células do sistema imunológico e hemoglobina são produzidas de proteínas."
O fato de em algumas situações a ingestão de proteínas ser maior para atividades de resistência em comparação com as de forca é devido a capacidade oxidativa aumentada nos exercícios aeróbios intensos, nos quais as proteínas possuem papel importante na geração de energia, principalmente os aminoácidos de cadeia ramificada, que são preferencialmente oxidados pelo músculo.
Atenção. Para a nutricionista, dietas ricas em proteínas não proporcionam energia suficiente (e adequada) para a realização de exercícios físicos no seu melhor potencial. "Durante a prática de atividades esportivas o organismo utiliza basicamente gorduras e carboidratos (glicose). Se você abusar de uma dieta rica em proteínas há uma diminuição na performance e diversos metabólicos (substâncias) tóxicos podem estar sendo produzidos. Na ausência de carboidrato o organismo não é capaz de construir músculo, mesmo com ingestão alimentar de proteínas.”
Funções da proteína
• construção e manutenção dos tecidos;
• formação de enzimas, hormônios, anticorpos;
• fornecimento de energia e regulação dos processos metabólicos;
• ajudam no crescimento, na regeneração e substituição de diferentes tecidos do corpo, como ossos, músculos, tecidos conectivos e as paredes de órgãos;
• é o principal componente orgânico dos nossos músculos. Como fonte de energia, as proteínas são equivalentes aos carboidratos, fornecendo 4 kcal/g
Por que a proteína ajuda a emagrecer?
Por causa de sua digestão mais lenta, a proteína gera mais saciedade e ajuda a diminuir a ingestão calórica na dieta. "Mas as dietas só com proteínas (Ex: Dr Atkins) geram apenas a perda de massa “magra” (músculo). Há ainda, redução da atividade do pâncreas, que produz a insulina, essencial para aproveitar a energia de alimentos como os carboidratos. Quando esse hormônio fica muito tempo no sangue, ele bloqueia a capacidade do corpo de queimar gorduras. Com isso a perda de peso das pessoas que fazem esta dieta é enganosa: perde-se apenas líquido e massa magra e preserva-se a gordura do corpo", alerta Gabriella, lembrando que com a restrição de carboidratos perde-se água dentro das células já que 1g de carboidrato carrega para dentro da célula uma média de 4 moléculas de água.
“Recomendo sempre associar o consumo de uma fonte de carboidrato simples (ex: massa) com uma fonte de proteína magra. Estudos demonstram que a proteína ajuda a minimizar o impacto glicêmico que o carboidrato tem.”
Qual proteína devemos priorizar
Os alimentos que fornecem proteínas completas (fontes de aminoácidos essenciais) são: leite e derivados (queijo, iogurte, etc.) ovos, carnes de animais, aves e peixes.
Os alimentos que fornecem proteína semi-completas ( por não fornecerem todos os aminoácidos essenciais ) são os grãos de leguminosas secos, sementes oleaginosas e cereais integrais.
As cinco melhores fontes de proteína
ALIMENTO PORÇÃO PROTEÍNA (Gramas)
Animal
Atum - 90g - fornece 22g de proteina
Peru - carne magra 120g - fornece 9g de proteína
Peixe - 90g - fornece 17g de proteína
Ovo, inteiro 1 grande - fornece 6g de proteína
Ovo, clara 1 grande - fornece 4g de proteína
Carne de boi magra - 120g - fornece 24g de proteína
Laticínios
Queijo cottage - 0,5 xícara - fornece 15 gde proteína
Iogurte 0% - 240g - fornece 11g de proteína
Queijo magro - 30g - fornece 8g de proteína
Leite de soja - 200ml - fornece 5g de proteína
Leite desnatado - 240g - fornece 8g de proteína
Vegetais
Feijão cozido - 1 xícara - fornece 14g de proteína
Grão de soja (cru) - 20g - fornece 7g de proteína
Grão de bico - 0,5 xícara - fornece 20g de proteína
Lentilhas - 0,5 xícara - fornece 9g de proteína
Tofu - 105g - fornece 11g de proteína
Proporção (%) ideal de carboidrato, proteína e gordura
Carboidratos: 50 a 60% das calorias. Para as pessoas ativas e aquelas que participam de um treinamento com exercícios, cerca de 60% da ingestão calórica diária deveriam ser fornecidos na forma de carboidratos, predominantemente os complexos.
Lipídeos: são importantes para a preservação da atividade física, os quais entram com alto potencial energético. Recomenda-se que represente 25 a 30% do VET (valor energético total). Lembrando que devemos priorizar as gorduras insaturadas (poliinsaturada e monoinsaturadas).
As gorduras trans são encontradas nas frituras, biscoitos recheados, etc e seu consumo devera ser abaixo de <1 % do VET (valor energético total)
Proteínas: Recomenda-se uma dieta de 10% a 15% proveniente de proteínas, consumo diário de 0,8 a 1,2g de proteínas por quilo de peso por dia para adultos sedentários e para atletas, a ingestão recomendada varia entre 1,2g a 1,8g de proteína/kg de peso, dependendo do esporte que se pratica. O aumento da proteína na dieta é justificado em exercícios intensos e de longa duração e em grandes treinamentos de resistência e atividade envolvida com ganho de massa muscular magra.
Proteína demais
“O excesso da ingestão de proteína pode causar danos para as funções hepática e renal devido à grande quantidade de produção de uréia e outros compostos que podem sobrecarregar o fígado e os rins. O excesso das proteínas é eliminado pelos rins, então elas não são armazenadas.”
Barrinha de proteína e suplementos
Só use as barrinhas se você não conseguir atingir a quantidade ideal de proteínas no dia. “O Whey Protein é um suplemento derivado do leite de vaca, uma proteína saudável, pura e de alta qualidade, solúvel e de fácil digestão. É uma rica fonte de aminoácidos essenciais requeridos diariamente pelo organismo, com pouca gordura e colesterol. As barrinhas de proteína, mesmo contendo uma quantidade menor de proteína e apresentarem gordura, podem ser uma boa pedida na hora de levá-las na bolsa.”
Consumir leite ajuda a emagrecer, reforçam pesquisas
Não bastasse ser excelente fonte do cálcio, substância vital para formação e preservação, o leite pode ajudar também no processo de perda de peso e, com isso, prevenir problemas como a obesidade, segundo o recente estudo publicado no Journal of the American College of Nutrition.
O artigo mostra que populações de diferentes faixas etárias que consomem leite são mais magras e menos predispostas a obesidade. Além disso, programas de emagrecimento com dietas ricas em leite apresentam maiores taxas de perda de peso, quando comparadas a dietas pobres neste alimento.
De acordo com o estudo, isto acontece porque o alto teor de cálcio presente no leite estimula a queima de gordura no organismo, prevenindo o aumento de peso. Já a falta de cálcio estimula as células de gordura a aumentar seus estoques, e diminui a queima de gordura. Outro mecanismo da ação do cálcio é baseado no fato deste nutriente ter o potencial de se ligar a molécula de gordura e, com isso, impedir sua absorção pelas células.
A nutricionista Cibele Crispim, da consultoria RG Nutri, recomenda o consumo regular para as suas pacientes e diz que os resultados podem ser facilmente observados. “O leite, por seu alto teor de proteínas, está relacionado ao aumento da sensação de saciedade. Além disso, as proteínas também favorecem os processos de crescimento e renovação dos músculos e por isso é um alimento importante para praticantes de exercícios” afirma a especialista.
Em relação ao efeito do cálcio na prevenção da obesidade e na manutenção do peso, observa-se um resultado efetivo conforme o consumo ao longo do tempo. “O ideal é que uma pessoa ingira entre 1000mg e 1200mg de cálcio por dia. Como o leite é a principal fonte deste nutriente, se a pessoa ingerir apenas leite para alcançar a recomendação de cálcio, o consumo deve ser de três a quatro copos por dia”, completa Cibele Crispim.
*Foto: Getty Images
O artigo mostra que populações de diferentes faixas etárias que consomem leite são mais magras e menos predispostas a obesidade. Além disso, programas de emagrecimento com dietas ricas em leite apresentam maiores taxas de perda de peso, quando comparadas a dietas pobres neste alimento.
De acordo com o estudo, isto acontece porque o alto teor de cálcio presente no leite estimula a queima de gordura no organismo, prevenindo o aumento de peso. Já a falta de cálcio estimula as células de gordura a aumentar seus estoques, e diminui a queima de gordura. Outro mecanismo da ação do cálcio é baseado no fato deste nutriente ter o potencial de se ligar a molécula de gordura e, com isso, impedir sua absorção pelas células.
A nutricionista Cibele Crispim, da consultoria RG Nutri, recomenda o consumo regular para as suas pacientes e diz que os resultados podem ser facilmente observados. “O leite, por seu alto teor de proteínas, está relacionado ao aumento da sensação de saciedade. Além disso, as proteínas também favorecem os processos de crescimento e renovação dos músculos e por isso é um alimento importante para praticantes de exercícios” afirma a especialista.
Em relação ao efeito do cálcio na prevenção da obesidade e na manutenção do peso, observa-se um resultado efetivo conforme o consumo ao longo do tempo. “O ideal é que uma pessoa ingira entre 1000mg e 1200mg de cálcio por dia. Como o leite é a principal fonte deste nutriente, se a pessoa ingerir apenas leite para alcançar a recomendação de cálcio, o consumo deve ser de três a quatro copos por dia”, completa Cibele Crispim.
*Foto: Getty Images
Possível vacina contra Aids repercute em jornais do mundo
Folha Online
A possível descoberta de uma vacina contra o vírus do HIV, causador da Aids, foi assunto abordado pelos principais jornais e emissoras do mundo durante a quinta-feira (3). Ontem, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de um estudo em um artigo na revista "Science", no qual apontavam dois anticorpos capazes de aniquilar o vírus.O diário britânico "The Times" classificou a descoberta como o "ponto fraco" do vírus: "a pesquisa para uma vacina contra o HIV deu um passo maior com a descoberta do potencial 'calcanhar-de-Aquiles' do vírus que causa a Aids".
O jornal "The New York Times", reproduzindo o conteúdo da agência de notícias Reuters, dizia que "a descoberta de partículas do sistema imunológico que atacam o vírus da Aids podem finalmente abrir uma alternativa para produção de uma vacina que deve proteger as pessoas contra a infecção mortal e incurável".
Já a revista norte-americana "Time" destacava que, "agora, depois de mais de 15 anos de tentativas e erros neste campo, os pesquisadores do Scripps Research Institute e da Iniciativa Internacional de Vacina para Aids [IAVI, na sigla em inglês], informaram ter descoberto dois novos e poderosos anticorpos para o HIV, o que potencialmente levarão ao desenvolvimento de um método para imunização contra o vírus".
Sob título "Um achado relançou a busca por uma vacina contra o HIV", o espanhol "El País" observou que se trata de "um retorno aos laboratórios" lançado alguns anos após os sucessivos fracassos do protótipo da vacina. "Embora [a pesquisa] seja ainda muito preliminar, podendo levar mais de dez anos antes de se tornar uma droga que pode ser usado em larga escala, [a descoberta] demonstra que o corpo humano tem a capacidade de defender (pelo menos em alguns casos) do vírus."
No francês "Le Monde", "os cientistas agora tentam explorar essas vulnerabilidades vírus da imunodeficiência (HIV), a fim de desenvolver novas abordagens para desenvolver uma vacina. A ideia é prevenir a infecção responsável por mais de 25 milhões de mortes desde 1981. Estes superanticorpos, chamados 'bNAbs', têm extensas capacidades de neutralizar o HIV."
O diário "Chicago Tribune" destacou, na edição desta sexta-feira, as características da pesquisa. "Crucial para esta descoberta é o fato de que os anticorpos miram uma porção do HIV que os pesquisadores não consideraram na sua pesquisa anterior por uma vacina. Além do mais, o alvo é uma porção relativamente estável do vírus, que não tem participação nas extensivas mutações que o HIV faz, a fim de escapar das drogas antivirais e vacinas experimentais prévias."
A rede de televisão britânica BBC observou que outros quatro anticorpos já haviam sido encontrados anteriormente. "No entanto, os quatro trabalharam na proximidade em um lugar do HIV, que comprovou a dificuldade de exploração dos fabricantes de vacina."
Cientistas anunciam maior avanço sobre Alzheimer dos últimos 15 anos
Fonte: Zero Hora
Três novos genes relacionados à doença foram descobertos
Dois grupos de cientistas, um do Reino Unido e outro da França, deram um grande passo adiante nas pesquisas sobre a doença de Alzheimer, ao identificar três novos genes relacionados à doença, o que poderia reduzir em até 20% seus índices de incidência.
Julie Williams, professora da Universidade de Cardiff, no País de Gales, à frente da equipe de pesquisa sobre o tema no Reino Unido, afirmou que se trata "do maior avanço conseguido na pesquisa sobre Alzheimer nos últimos 15 anos". O estudo foi divulgado pela revista Nature Genetics.
Os pesquisadores asseguraram que se as atividades dos genes descobertos forem neutralizadas, poderiam prevenir, em um Estado como o Reino Unido (com uma população de 61 milhões de pessoas), 100 mil novos casos por ano da variante mais comum da dpença neurogenerativa, que se desenvolve em idade mais avançada.
A identificação desses três genes é a primeira desde 1993, ano no qual uma forma mutante de um gene chamado APOE foi responsabilizada por 25% dos casos diagnosticados de Alzheimer.
Dois destes três novos genes, denominados clusterina (ou CLU) e PICALM, foram identificados pela equipe britânica, e o terceiro, chamado receptor complementar 1 (ou CR1), pela equipe francesa.
O gene clusterina é conhecido pela propriedade protetora do cérebro e, da mesma forma que o APOE, ajuda o cérebro a se desfazer da amilóide, uma proteína potencialmente destrutiva.
A novidade é que, segundo o estudo, esses gene também ajudam a reduzir as inflamações que danificam o cérebro, causadas por uma excessiva resposta do sistema imunológico.
Os cientistas acreditam que a inflamação cerebral pode ter um papel muito mais importante no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Poder interagir com estes genes abre as portas para tratamentos novos e mais eficazes. Até o momento não há um tratamento eficaz contra a enfermidade que causa uma deterioração cognitiva e se manifesta por meio de transtorno de conduta, devido à morte de neurônios.
ZERO HORA
Três novos genes relacionados à doença foram descobertos
Dois grupos de cientistas, um do Reino Unido e outro da França, deram um grande passo adiante nas pesquisas sobre a doença de Alzheimer, ao identificar três novos genes relacionados à doença, o que poderia reduzir em até 20% seus índices de incidência.
Julie Williams, professora da Universidade de Cardiff, no País de Gales, à frente da equipe de pesquisa sobre o tema no Reino Unido, afirmou que se trata "do maior avanço conseguido na pesquisa sobre Alzheimer nos últimos 15 anos". O estudo foi divulgado pela revista Nature Genetics.
Os pesquisadores asseguraram que se as atividades dos genes descobertos forem neutralizadas, poderiam prevenir, em um Estado como o Reino Unido (com uma população de 61 milhões de pessoas), 100 mil novos casos por ano da variante mais comum da dpença neurogenerativa, que se desenvolve em idade mais avançada.
A identificação desses três genes é a primeira desde 1993, ano no qual uma forma mutante de um gene chamado APOE foi responsabilizada por 25% dos casos diagnosticados de Alzheimer.
Dois destes três novos genes, denominados clusterina (ou CLU) e PICALM, foram identificados pela equipe britânica, e o terceiro, chamado receptor complementar 1 (ou CR1), pela equipe francesa.
O gene clusterina é conhecido pela propriedade protetora do cérebro e, da mesma forma que o APOE, ajuda o cérebro a se desfazer da amilóide, uma proteína potencialmente destrutiva.
A novidade é que, segundo o estudo, esses gene também ajudam a reduzir as inflamações que danificam o cérebro, causadas por uma excessiva resposta do sistema imunológico.
Os cientistas acreditam que a inflamação cerebral pode ter um papel muito mais importante no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Poder interagir com estes genes abre as portas para tratamentos novos e mais eficazes. Até o momento não há um tratamento eficaz contra a enfermidade que causa uma deterioração cognitiva e se manifesta por meio de transtorno de conduta, devido à morte de neurônios.
ZERO HORA
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Molécula contra diabetes e obesidade
Divulgação Científica
2/9/2009
Agência FAPESP – Mais de 180 milhões de pessoas em todo o mundo têm diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença. E o total continua crescendo em um nível alarmante, o que tem levado centros de pesquisa em diversos países a tentar encontrar alternativas de combate ao problema, que tem entre seus principais fatores de risco a obesidade.
Um grupo internacional de pesquisadores acaba de apresentar um potencial candidato: a proteína TGR5. Os cientistas descobriram que sua ativação é capaz de reduzir o ganho de peso e de tratar o diabetes. O estudo foi publicado nesta quarta-feira (2/9) na revista Cell Metabolism.
Um trabalho anterior do mesmo grupo demonstrou que ácidos biliares (produzidos no fígado e que quebram as gorduras), por meio da ativação da TGR5 em tecidos musculares e adiposos marrom, foram capazes de aumentar o gasto de energia e de prevenir, ou até mesmo de reverter, obesidade induzida em camundongos.
No novo estudo, o grupo coordenado pelos professores Kristina Schoonjans e Johan Auwerx, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, examinou o papel da TGR5 no intestino, onde essa proteína é expressada em células especializadas na produção de hormônios.
Os pesquisadores observaram que essas células, chamadas de células enteroendócrinas TGR5, controlam a secreção do hormônio GLP-1, que tem papel crítico no controle da função pancreática e na regulação dos níveis de açúcar no sangue.
Kristina e Auwerx trabalharam em conjunto com Roberto Pellicciari, da Universidade de Perugia, na Itália, que desenvolveu um ativador para a TGR5, chamado de INT-777, em colaboração com a empresa Intercept Pharmaceuticals, dos Estados Unidos.
O grupo demonstrou que – em testes condições laboratoriais em camundongos – a TGR5 pode efetivamente tratar o diabetes e reduzir a massa corporal. Os autores também mostraram que esses efeitos estavam relacionados ao aumento tanto da secreção da GLP-1 como do gasto energético.
Segundo os pesquisadores, os resultados apontam para uma nova abordagem no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. A alternativa proposta é baseada no aumento da secreção de GLP-1 por meio da administração do ativador da TGR5.
O artigo de Kristina Schoonjans e outros pode ser lido por assinantes da Cell Metabolism em www.cell.com/cell-metabolism.
Grupo internacional demonstra potencial de uma proteína específica na redução de peso e tratamento da obesidade. Estudo foi publicado pela Cell Metabolism
2/9/2009
Um grupo internacional de pesquisadores acaba de apresentar um potencial candidato: a proteína TGR5. Os cientistas descobriram que sua ativação é capaz de reduzir o ganho de peso e de tratar o diabetes. O estudo foi publicado nesta quarta-feira (2/9) na revista Cell Metabolism.
Um trabalho anterior do mesmo grupo demonstrou que ácidos biliares (produzidos no fígado e que quebram as gorduras), por meio da ativação da TGR5 em tecidos musculares e adiposos marrom, foram capazes de aumentar o gasto de energia e de prevenir, ou até mesmo de reverter, obesidade induzida em camundongos.
No novo estudo, o grupo coordenado pelos professores Kristina Schoonjans e Johan Auwerx, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, examinou o papel da TGR5 no intestino, onde essa proteína é expressada em células especializadas na produção de hormônios.
Os pesquisadores observaram que essas células, chamadas de células enteroendócrinas TGR5, controlam a secreção do hormônio GLP-1, que tem papel crítico no controle da função pancreática e na regulação dos níveis de açúcar no sangue.
Kristina e Auwerx trabalharam em conjunto com Roberto Pellicciari, da Universidade de Perugia, na Itália, que desenvolveu um ativador para a TGR5, chamado de INT-777, em colaboração com a empresa Intercept Pharmaceuticals, dos Estados Unidos.
O grupo demonstrou que – em testes condições laboratoriais em camundongos – a TGR5 pode efetivamente tratar o diabetes e reduzir a massa corporal. Os autores também mostraram que esses efeitos estavam relacionados ao aumento tanto da secreção da GLP-1 como do gasto energético.
Segundo os pesquisadores, os resultados apontam para uma nova abordagem no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. A alternativa proposta é baseada no aumento da secreção de GLP-1 por meio da administração do ativador da TGR5.
O artigo de Kristina Schoonjans e outros pode ser lido por assinantes da Cell Metabolism em www.cell.com/cell-metabolism.
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