quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Beber leite pode facilitar perda de peso independente da dieta, revela estudo

Pessoas com maior ingestão diária de cálcio emagreceram até 2,5 kg a mais após dois anos
21 de setembro de 2010 | 19h 09

estadão.com.br

Um novo estudo sobre emagrecimento, conduzido pela Universidade Ben-Gurion (BGU) do Negev, em Israel, e publicado na última edição do American Journal of Clinical Nutrition, revela que pessoas que consumiram leite ou produtos lácteos perderam mais peso do que aquelas que tomaram pouco ou nenhum desses alimentos.

Independentemente da dieta, os participantes com a maior ingestão diária de cálcio - o equivalente a 580 mg - perderam cerca de 6 kg ao fim de dois anos. Em comparação, os voluntários com a menor ingestão diária - cerca de 150 mg, ou metade de um copo - perderam apenas 3,5 kg em média.

Além do cálcio, os pesquisadores descobriram que os níveis de vitamina D no sangue interferiram no sucesso da perda de peso. A presença do composto no organismo era maior entre aqueles que perderam mais peso. O estudo confirmou ainda trabalhos anteriores que afirmavam que pessoas com sobrepeso têm níveis mais baixos de vitamina D no sangue.

Participaram da avaliação mais de 300 homens e mulheres com sobrepeso, com idades entre 40 e 65 anos, durante 24 meses. O estudo levou em conta as dietas mediterrânea, de baixo teor de gordura e de pouco carboidrato, e foi conduzido pelo Dr. Danit Shahar, do Centro de Saúde e Nutrição S. Daniel Abraham, da BGU, e da Faculdade de Ciências da Saúde.

Segundo Shahar, "sabe-se que pessoas com excesso de peso apresentam menores níveis de vitamina D, mas este é o primeiro estudo que mostra que o índice realmente aumentou entre as pessoas que emagreceram. Esse resultado durou os dois anos em que a pesquisa foi realizada, independentemente do tipo de dieta que os voluntários seguiram".

A vitamina D aumenta a absorção de cálcio no sangue e pode ser obtida por meio de exposição solar, ingestão de leite fortificado, peixes e ovos. Em geral, os americanos consomem menos que a exigência diária recomendada de vitamina D - encontrada em quatro copos de leite, por exemplo.

O estudo teve o apoio do Ministério da Saúde, do Conselho de Laticínios e da Secretaria de Desenvolvimento Científico de Israel, da Fundação Alemã de Pesquisa e da Fundação de Pesquisa Dr. Robert C. Atkins e Veronica Atkins.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Como parar de fumar e não perder o controle da alimentação?

Parar de fumar
Fonte: Bemstar

Diferente dos costumes antigos, na qual fumar era uma forma de demonstrar poder, inclusão social e de ser descolado. Atualmente esse hábito vem sendo considerado “demodê” – fora de moda. E muitas pessoas tentam de forma errada e compensando na alimentação vencer este vício.

Quando a pessoa resolve parar de fumar tende a ocorrer uma melhora no olfato e no paladar, por isso o apetite parece aumentar. Na verdade, o organismo retoma a vontade de comer certos alimentos ou de comer mais, já que o sabor reaparece na ausência da nicotina.

Para muitos, o cigarro é usado como um suporte para momentos de tensão, irritação, preocupação, etc. Quando você para de fumar, a comida pode, de forma inconsciente, tomar o lugar da nicotina. Além disso, muitos ex-fumantes substituem a pausa no cigarro por uma pausa na comida. E começam a beliscar mais ou comer mais doces e chocolates. É uma maneira de suprir a falta que sentem como se fosse uma busca por uma gratificação oral.

Mesmo assim, é importante lembrar que nem os lanches, nem o cigarro deve ser usado como solução de problemas emocionais. Substituir um pelo outro não é, definitivamente, um hábito saudável. O que é indicado fazer é incluir atividade física e planejar sua alimentação neste momento.

Caso não consiga a recuperar sozinho o bom hábito alimentar, procure ajuda de um nutricionista. Parar de fumar deve ser encarado como algo positivo para a melhor qualidade de vida e não de um martírio para o controle de peso.

Por Fernanda Lage


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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Como Perder Barriga




imagem ilustrativa
Dieta para perder barriga
Um dos temas mais abordados recentemente é perder barriga, claro que não estamos nos referindo à barriga propriamente dita, mas sim aquelas gorduras que ficam no entorno dela, as chamadas gorduras localizadas. Estas todas as pessoas desejam perder, afinal, quem não gostaria de perder barriga? Perder barriga rápido pode ser possível desde que a pessoa siga as regras direitinho, educando a si e a boca, claro.

O primeiro passo para perder barriga e conquistar de vez um lugar entre os que tem barriga sarada e corpo definido é começar a fazer uma boa dieta balanceada em frutas e legumes e pouca carne vermelha. Se você chegou até nossa página é por que está interessado em realmente perder barriga rápido. Se você no entanto me perguntar se existe dieta para perder barriga que funcionam 100%, minha resposta é não. Por que os resultados não dependem somente das dietas e sim da aplicação do próprio ser que está interessado em perder barriga.

A gordura que se acumula na barriga tem sido um grande problema especialmente para os homens, estes têm forte tendência para acumular gordura na região da cintura, o que causa trasntorno e desconforto. Essa gordura na altura da cintura se convencionou chamar de "barriga de chopp", e é comum ver pessoas interessadas em saber "Como perder barriga de chopp".

Dicas para perder barriga

A rotina dos dias modernos tem empurrado homens e mulheres para dentro de suas casas e o conforto do lar muitas vezes faz com que o ser humano deixe de fazer o necessário para fazer o mais fácil. Ao chegar do trabalho liga-se a tv, assiste-se um filme, toma-se um refrigerante ou um chopp e lá se vai sua dieta ou sua saúde corpórea. É ou não um grande pecado para com a saúde? Então como fazer para perder barriga? Seguir dietas milagrosas que promotem a você perder barriga em 6 dias? O mais certo a se fazer é aplicar corretamente as dietas e começar a educar a boa.

Uma das gorduras mais difíceis de se perder é a gordura na barriga. Elas chegam facilmente, com o passar dos anos e o excesso de gordura somada à má alimentação acabam provocando o rápido crescimento da barriga. Para perder barriga no entanto, é muito mais difícil do que obtê-la. Portanto, dê mais valor a alimentos saudáveis e diga não às frituras e comidas rápidas (conhecidos com fastfood). Quando se começa a dar mais valor a alimentos saudáveis os resultados começam a aparecer primeiramente no bem estar. A pessoa passa a se sentir mais leve e solta, o coração com certeza agradece.

Regras e dieta para perder barriga

1º - As gorduras localizadas: Parder as gorduras localizadas é necessário unir a dieta alimentar com exercícios aeróbicos e abdominais, estes passarão a tomar responsabilidade pela definição muscular. A velocidade para o processo de perda de barriga varia de pessoa para pessoa, depende de fatores genéticos, históricos das atividades físicas de cada indivíduo, frequência dos exercícios, as dietas alimentares e claro, a quantidade qualitativa de tecido adiposo.
2º Os treinos: Estes treinos aeróbicos devem combinar no mínimo duas atividades, entre elas posso citar, natação, caminha, bicicleta e corrida. Dependendo de sua capacidade física atual estes atividades devem ter sua prática alternada. Por exemplo, comece com rítmo mais lento e vá aumentando à medida que se sente mais apto para a atividade. Faça mudança de ritimo de 3 a 2 minutos entre as alternâncias.

3º Exercícios Abdominais: Há um crença muito forte de que os exercícios abdominais não ajudam em nada no quesito perder barriga. Isso não é verdade. O que acontece é que muita gente não sabe fazer os exercícios abdominais corretamente. Ao fazer exercícios abdominais, leva em conta as seguintes dicas para perder barriga:

* Faça os exercicios abdominais com as perna estendidas, caso contrário poderá estar forçando sua coluna lombar, levando-o a contrair uma lesão sérissima. Cuidado!;
* Nunca ponha a mão na nuca. Isso pode força as articulação e músculos cervicais. Repito, isso pode provocar lesões sérias. Perder barriga é bom, mas cuidado com as consequências ao fazer exercícios de forma inadequada;
* Levantar a cabeça somente já é suficiente, assim não provocará lesões e terás feito os abdominais corretamente.


Afinal, como disse no início perder barriga é um tema bastante sério e perfeitamente possível emagrecer levando em conta as dietas e exercícios corretos. Diminuindo a quantidade de gorduras localizadas especialmente na região da cintura já podemos ter um bom começo no correto emagrecimento. Para isso é necessário bastante dedicação e força de vontade.

sábado, 18 de setembro de 2010

Saiba mais sobre os multivitamínicos.




Fonte: Bemstar
Multivitamínicos
Muitas vezes não encontramos tempo para comer direito, com a vida agitada que levamos, nos sentimos cansados e estressados. É nessas horas que as pessoas começam a pensar que tem alguma coisa faltando, e aquelas cápsulas de multivitaminas, aparentemente mágicas, começam a fazer parte da alimentação sem nenhuma prescrição.

Multivitamínicos, principalmente sem indicação médica, não são a solução para seus problemas. O que muitas pessoas não sabem é que, assim como a carência, o excesso de vitaminas e minerais também podem ser prejudiciais à saúde.

Atualmente podemos encontrar no mercado inúmeras marcas e tipos de suplementos multivitamínicos, mas é preciso ter consciência de que não existe uma fórmula perfeita. Alguns nutrientes presentes em suplementos podem estar em uma quantidade tão pequena que chega a ser insignificante. Por outro lado, também em quantidade muito maior àquela que devemos ingerir diariamente.

Mais um ponto a ser considerado é: os suplementos que já compramos prontos (ou seja, aqueles que não mandamos manipular) vêm na forma de sal, e não são tão bem absorvidos pelo nosso organismo.

Portanto, se realmente tiver deficiência de um nutriente específico, um suplemento multivitamínico é possível que, além de não suprir adequadamente a sua necessidade desse mesmo nutriente, pode também atrapalhar na sua absorção. Nesses casos, o ideal é que se consulte um profissional que possa indicar um suplemento correto a sua necessidade.

Por Fernanda Lage

Preste atenção no sistema imunológico.



Fonte: Bemstar
Sistema imunológico

É preciso prestar muita atenção no sistema imunológico, não somente no inverno, como faz a maioria das pessoas. A verdade é que ele funciona durante todo o ano, logo, tem de estar operacional todo o tempo.

A nutrição pode ser um forte aliado no auxilio ao sistema imunológico. É importante consumir antioxidantes, como vitamina C e E, que ajudam a combater os microorganismos prejudiciais ao seu organismo.

Como exemplos de boas fontes de vitamina E, estão as sementes de girassol, nozes, amendoins e germes de trigo. Já a vitamina C, pode ser encontrata no pimentão verde, frutos do género citrus (limão, laranja, tangerina, cidra, etc), morango, tomate, bróculos, batata branca, espinafres e meloa. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos da América, a dose diária de vitamina C recomendada é 90 mg.

E ainda: beba um pouco de chá verde todos os dias. Segundo nutricionistas, o chá verde contém propriedades chamadas polifenóis, que funcionam como antioxidantes. Os antioxidantes previnem contra o stress acumulado.

Não podemos deixar de citar o papel importantíssimo das proteinas no funcionamento saudável do sistema imunológico. Outro item indispensável são as fibras, que ajudam a diminuir o colesterol ruim do corpo.

Já a vitamina D é indicada pelos efeitos benéficos à saúde dos ossos, mas também contribui para o bom funcionamento do sistema imunitário. O zinco é um mineral essencial que regula a produção de células imunitárias e fornece resistência.

Como puderam ver, para o organismo funcionar bem é necessário uma alimentação equilibrada, composta por uma variedade de opções como descritas acima. Fiquem ligados!

Por Fernanda Lage

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mais peso depois da dieta? A culpa pode ser dos genes





Estudo espanhol indica que níveis de hormônios do apetite podem influenciar no ganho de peso depois do regime

The New York Times | 14/09/2010 12:03
Foto: Getty Images
Balança: a culpa pelo ganho de peso pode estar no perfil genético



Dependendo de seu perfil genético, algumas pessoas em dieta podem ser mais propensas do que outras a voltar a ganhar os quilos eliminados ao longo do regime, segundo um novo estudo espanhol.

Uma combinação específica de hormônios relacionados ao apetite, como a leptina e a grelina, aparentemente predispõe alguns indivíduos a ganhar peso mesmo depois da dieta. A conclusão da pesquisa foi publicada pela autora do trabalho, a espanhola Ana Crujeiras, do Complexo Hospitalar Universitário de Santiago, na Espanha, na mais recente edição do periódico especializado Jornal Clínico de Endocrinologia e Metabolismo.

A conexão entre os hormônios do apetite e a perda de peso no longo prazo foi estabelecida a partir do trabalho feito com 104 mulheres e homens com sobrepeso ou obesos, todos participantes de um programa de dieta de baixas calorias, com duração de oito semanas.

Antes da dieta, durante o regime e cerca de quatro meses depois do programa, Crujeiras e sua equipe mediram o peso e os níveis de grelina, leptina e insulina no plasma sanguíneo dos participantes. Os que tinham níveis altos de leptina e níveis baixos grelina antes de iniciar a dieta foram mais propensos a readquirir os quilos perdidos depois de terminado o programa.

Leia também

* Caem os mitos da dieta
* Os perigos das dietas das musas

“Acreditamos que essa pesquisa pode ajudar profissionais de nutrição e endocrinologia a identificar quais pessoas precisam de programas de emagrecimento mais especializados, que possam garantir o sucesso em manter o corpo sem os quilos perdidos com a dieta” disse a cientista.

Teste pode identificar alto risco de complicação na gravidez



Marcadores no sangue poderiam apontar risco de pré-eclampsia, condição potencialmente fatal para a mãe

The New York Times | 14/09/2010 11:56
Foto: Reuters
Prevenção: identificar precocemente grávidas com risco de pré-eclampsia ajudaria a evitar mortes pelo problema
Algumas mulheres podem ser particularmente vulneráveis a súbitas e algumas vezes perigosas altas na pressão sanguínea durante a gestação, um quadro conhecido como pré-eclampsia.

Agora, cientistas afirmam ter desenvolvido um método para predizer quais mulheres são mais propensas a ter pré-eclampsia na etapa final da gestação – bem antes de aparecerem os sintomas do problema.

A abordagem se baseia no perfil metabólico de cada mulher e consiste em detectar a presença de metabólitos – substâncias produzidas e excretadas pelo organismo – no plasma sanguíneo. Os cientistas acreditam que a presença dessas substâncias poderia fornecer uma boa indicação do risco de pré-eclampsia.

Ao todo, foram identificados 14 diferentes metabólitos a serem monitorados durante os primeiros estágios da gestação, reportou um grupo de pesquisadores na revista científica Hipertensão.

Embora sejam necessários mais estudos para comprovar a eficácia do teste e incorporá-lo à prática clínica, esse grupo de biomarcadores poderia servir como uma pista bastante precisa sobre se as futuras mamães estão ou não sob risco significativo de desenvolver pré-eclampisa na gravidez.

“Tudo o que sabemos sobre essa condição nos sugere que as mulheres não adoecem e têm pré-eclampsia apenas no final da gestação. O problema provavelmente é originado nos estágios iniciais da gravidez” afirma a líder do estudo, Louise C. Kenny, professora de Ginecologia e Obstetrícia do Centro de Pesquisas Anu, da Universidade de Cork, na Irlanda.

“Para desenvolver estratégias de prevenção e tratamento eficazes – nosso maior objetivo – precisamos conseguir iniciar o tratamento nos estágios iniciais da gravidez. Temos de conseguir dizer quem está sob maior risco e quem não está.”

Pré-eclampsia é uma condição potencialmente fatal, caracterizada por pressão alta e altas taxas de proteína na urina da mãe. Essa condição afeta cerca de 5% das gestantes e é uma das principais causas de morte materna em todo o mundo.

“Trata-se de uma grave síndrome associada à gestação, que gera hipertensão na mãe, pode causar desmaios e até problemas mais graves” explica Jenifer Wu, ginecologista e obstetra do Hospital Lenox Hill, de Nova York.

“O único tratamento possível é fazer o parto. Devido ao alto risco para a vida da gestante, alguns bebês precisam nascer muito antes do tempo, o que aumenta também os riscos de morte da criança” acrescenta Wu, que não está ligada à pesquisa irlandesa.

A pré-eclampsia ainda não foi totalmente compreendida pelos médicos. A suspeita mais estabelecida hoje é de que o problema seria originado a partir de um defeito no desenvolvimento da placenta, que ocorreria nos estágios iniciais da gestação e permaneceria sem detecção até a segunda metade do período gestacional.

Identificar as mulheres com mais risco de desenvolver o problema já nos primeiros meses de gestação seria algo extremamente útil. Buscando uma ferramenta de detecção viável, Kenny e seus colegas voltaram seus olhos para 7 mil mulheres que estavam participando de um estudo internacional sobre primeiras gestações.

Os autores primeiro testaram o grupo de biomarcadores em 60 participantes, todas saudáveis, mães pela primeira vez e – até onde se sabia – com risco baixo para pré-eclampsia, mas que desenvolveram o problema no final da gestação. Estas mulheres, que eram, em sua maioria, neozelandesas bancas de 30 anos, tiveram suas amostras de sangue analisadas 15 semanas depois da concepção. Todas, os pesquisadores descobriram posteriormente, tinham em seu sangue os 14 biomarcadores metabólicos que indicariam o maior risco para o problema. Os resultados destas participantes foram comparados com os de mulheres com a mesma idade, grupo étnico e Índice de Massa Corporal (IMC), mas que tiveram gestações sem a complicação.

A equipe testou o método de diagnóstico metabólico em outro grupo de mulheres na Austrália, que eram ligeiramente mais novas e mais diversas etnicamente. Entre as que desenvolveram pré-eclampsia, 39 tinha os mesmos 14 biomarcadores metabólicos apresentados pelas neozelandesas.

“Com esse conhecimento, mais vigilância e mais intervenções poderão ajudar a melhorar o prognóstico para bebês suas mães com o problema” disse Wu, aplaudindo a pesquisa da colega irlandesa.

Para Arun Jeyabalan, professora assistente do Departamento de Ginecologia, Obstetrícia e Ciências Reprodutivas do Hospital Feminino Magee da Universidade de Pittsburgh (EUA), a possibilidade de identificar precocemente a pré-eclampsia é um grande avanço. A médica, no entanto, lembra que a pesquisa ainda está em seus primeiros passos.

“Espero que isso seja testado em outras populações para confirmar se os resultados são generalizáveis. O mais empolgante sobre esses biomarcadores é que eles podem realmente acabar iluminando as causas do problema” diz a especialista.

Enquanto isso, o trabalho por fazer está em pleno progresso, contam os pesquisadores.

“Nos próximos cinco anos nossa meta e desenvolver um exame de sangue simples, que possa ser disponibilizado a todas as gestantes, para detectar o risco de pré-eclampsia ainda no início da gravidez” afirma o co-autor do estudo, Phil Baker, da Universidade de Alberta, no Canadá.

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