segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Micose de unha: tire suas dúvidas sobre o tratamento

Alguns fatores podem fazer com que essa dermatite demore mais tempo para ser curada

A micose de unha é uma dermatose incômoda e antiestética que afeta os pés, principalmente, mas que pode também estar presente nas mãos. Trata-se de uma infecção por fungos que se alimentam da queratina, presente na pele e unhas. Em geral, o paciente primeiro adquire a micose na planta dos pés e, após um período variável de tempo, devido às condições favoráveis para o desenvolvimento desses fungos (sapatos fechados tornam o ambiente quente e úmido), eles acabam por atingir também as unhas.

O problema em relação a essa doença é que o tratamento é longo (média de 12 meses para os pés e quatro meses para as mãos) e os resultados demoram a serem percebidos, levando muitas pessoas a desistirem de se tratar. Além disso, alguns pacientes apresentam condições que dificultam o seu tratamento, o que prolonga ainda mais este período. Elaboramos este post com dicas do que fazer para evitar a reinfecção e sinais de que a sua micose de unha é de tratamento mais complicado.

Como reconhecer o problema?
A micose de unha geralmente se manifesta com manchas brancas na superfície ou embaixo da unha, espessamento da pele sob a unha e da lâmina ungueal em grau variável. Além disso, alterações da coloração podem acompanhar os achados anteriores, variando do branco-amarelado ao acastanhado e até preto. Sempre que observar esse tipo de alteração nas unhas é aconselhável procurar o dermatologista para iniciar rapidamente o tratamento, uma vez que a doença mais avançada tende ser mais difícil de tratar. O melhor tratamento vai ser indicado pelo médico dermatologista e pode consistir de medicações orais, locais ou uma associação de ambas.

Quais os sinais de que o tratamento vai demorar mais?
Os sinais mais importantes que indicam uma maior dificuldade para tratar a onicomicose são: a doença está na lateral da unha e chega até a região da cutícula, intenso descolamento da unha em relação ao leito e quando temos unhas muito espessadas.

Além disso, pacientes que apresentem um crescimento mais lento das unhas - devido a problemas como: hipotireoidismo, doença vascular periférica, diabetes ou simplesmente idade avançada - têm uma maior suscetibilidade para o surgimento da infecção e, uma vez presente, uma maior dificuldade no seu tratamento.

Pacientes do sexo masculino, imunossuprimidos e com doenças associadas que impedem o tratamento oral, também terão uma maior dificuldade de tratamento. Os fungos dermatófitos são mais facilmente eliminados que as leveduras e estas, por sua vez, do que os bolores. Portanto, o tipo de fungo que está envolvido também ajuda a estimar o tempo de tratamento e o que esperar dele.

O que fazer para evitar a reinfecção?
Após fazer o tratamento da micose, é importante tomar alguns cuidados: secar bem os pés antes de calçar os sapatos, limpá-los muito bem e deixá-los no sol, usar talcos antifúngicos para evitar a contaminação e ficar atento a qualquer sinal de retorno da doença.

fonte:http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/17513-micose-de-unha-tire-suas-duvidas-sobre-o-tratamento
imagem:remedioparamicosedeunha.com
Escrito por:Tatiana Gabbi - Dermatologia
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Adote dez passos para prevenir vários tipos de câncer

Entre as mudanças de hábito estão parar de fumar e manter uma alimentação saudável

Segundo o IBGE, o câncer é a segunda maior causa de mortes no Brasil - sendo responsável por 15,6% dos óbitos -, perdendo apenas para doenças cardiovasculares (como infarto e hipertensão). Isso se deve, principalmente, à maior exposição aos fatores de risco, como o cigarro, alimentação inadequada e o abuso do álcool. Em contrapartida, quem segue uma vida mais saudável consegue prevenir-se e diminuir os riscos de ter a doença. Para estimular a população na luta pelo controle e prevenção, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançou uma cartilha listando os dez passos que afastam a doença.

Neste Dia Nacional de Combate ao Câncer (27 de novembro), conheça quais os hábitos recomendados e por que eles são tão necessários para quem quer evitar um câncer.


1. Não fume
Segundo estatísticas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo é a principal causa de câncer evitável no mundo. Ao queimar o cigarro, as consequências são sentidas não apenas por quem fuma, mas também por todos ao seu redor. Para se ter uma ideia, 90% dos casos de câncer de pulmão tem o cigarro como responsável - os outros 10% são decorrentes do fumo passivo. O tabagismo também é o grande culpado por 30% da ocorrência de outros tipos de câncer, como boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia.

O cigarro carrega cerca de 4720 substâncias, sendo mais de 400 delas altamente cancerígenas. Algumas delas, como o benzeno, estão ligada ao câncer de fígado e leucemia. Já o alcatrão está diretamente relacionado aos cânceres de pulmão, vias aéreas, brônquios e bexiga. Veja aqui como as substâncias do cigarro afetam o organismo.

2. Não abuse de bebidas alcoólicas
"O álcool aumenta a chance de desenvolvimento de alguns tumores, como intestino, esôfago e fígado. Mas o que mais se nota é que ele potencializa os efeitos do tabaco", justifica o oncologista Gilberto de Castro Jr., do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Ele explica que, por potencializar os efeitos do cigarro, o risco de um tumor localizado nos órgãos afetados pelo fumo é muito maior.

Além disso, estudos científicos têm relacionado o abuso do álcool com outros tipos de câncer. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, a quantia de 18 gramas (aproximadamente duas doses) de álcool por dia eram suficientes para aumentar significantemente o risco de desenvolver câncer de mama. Com o consumo de 50 gramas diárias, o risco aumenta em 50%. Outro estudo, este realizado pelo Fred Hutchinson Cancer Research Center, especializado em pesquisas sobre câncer nos Estados Unidos, descobriu que as mesmas 50 gramas por dia, em homens, dobram as chances de desenvolver câncer de próstata.

3. Mantenha hábitos de sexo seguro. Use camisinha.
Hoje, sabe-se que o papiloma vírus humano (HPV) - doença sexualmente transmissível - é o principal responsável por alguns tipos de câncer como o câncer do colo do útero, vulva, pênis e orofaringe (garganta). Por isso, a importância de praticar sexo seguro e sempre com o uso da camisinha - até mesmo para o sexo oral.

4. Proteja-se contra a hepatite
O sexo seguro também evita os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado. O uso da camisinha, além de reduzir as chances de cânceres no sistema reprodutor e orofaringe, também pode proteger seu fígado. Isso porque, explica Gilberto de Castro Jr., a hepatite B também é sexualmente transmissível. "Esse tipo de hepatite pode levar à cirrose e evoluir para um câncer do fígado", conta. No caso da hepatite C, o contágio costuma acontecer por contato sanguíneo, mas ela é igualmente um fator de risco a esse tipo de câncer.

5. Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas.
O açúcar, explica o nutrólogo Roberto Navarro, não tem relação direta com os diversos tipos de câncer. No entanto, quando é consumido em excesso, faz o organismo liberar muita insulina para metaboliza-lo. "A insulina muito alta aumenta a produção de uma substância chamada citocina pró-inflamatória. Aqui, está a relação com o câncer. Quanto maior a quantidade dessa substância, maiores as chances de câncer."

Já a carne vermelha, embora traga uma série de benefícios à saúde, não deve ser consumida com abusos. Segundo o nutrólogo, ainda não se sabe certamente quais elementos das carnes vermelhas (de boi e de porco) são cancerígenas. Porém supõe-se que se trata de uma substância chamada ácido aracdônico, presente na gordura dessas carnes. Ela seria responsável por estimular a produção das citocinas pró-inflamatórias.

Em relação às frutas, legumes e verduras, elas são ricas em fibras, o que, segundo o oncologista Gilberto de Castro Jr., protege o intestino contra o câncer.

6. Evite o consumo de alimentos ricos em sódio e conservantes
Os alimentos processados - o que incluem enlatados e embutidos como mortadela, presunto, salame, mortadela, bacon e salsicha -, são ricos em uma substância chamada nitrosamina, que é cancerígena. Por isso, lembra o nutrólogo Roberto Navarro, é importante que esse tipo de alimento seja evitado ao máximo, assim como fast foods que, em geral, são ricos em processados.

Essa correlação já foi estudada pelo National Cancer Institute, nos Estados Unidos, que descobriu que os conservantes contidos nos embutidos, em especial o nitrato e o nitrito, são uma das causas do câncer de bexiga. Isso porque eles passam direto pela urina e podem interferir no tecido da bexiga, ajudando a desenvolver o câncer neste órgão.

7. Cuidado com o sol. Use filtro solar diariamente e evite a exposição entre 10h e 16h.
Os raios UVA e UVB, emanados pelo sol, são os responsáveis pelas alterações celulares que levam ao câncer de pele. Por isso proteger-se do sol é algo tão importante na luta contra o câncer. Além do protetor solar - que, alerta Gilberto de Castro Jr., deve ter o mínimo de fator 20 -, é preferível tomar sol apenas antes das 10h e depois das 16h e não abrir mão de barreiras físicas, como chapéus, guarda-sol, bonés e óculos escuros.

8. Pratique atividades físicas todos os dias. A recomendação é de que o exercício tenha duração mínima de 30 minutos.
A prática de atividades físicas promove um bem geral ao organismo e também protege contra o câncer. Roberto Navarro conta que isso se deve graças à capacidade, em especial de exercícios aeróbicos, de diminuir a circulação das citocinas pró-inflamatórias em nosso organismo.

Alguns estudos preveem esse benefício. Um deles, publicado no Journal of the National Cancer Institute, diz que adolescentes que praticam exercícios físicos estão mais distantes do câncer de mama. Neste caso, isso acontece porque os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrogênio, hormônio que tem sido relacionado ao risco de câncer.

9. Mantenha-se atento à sua saúde Procure assistência especializada caso note qualquer anormalidade em seu corpo.
Sabemos que o nosso corpo dá sinais quando algo não está certo. Isso também vale para casos de câncer. É importante que se preste atenção no corpo, pois só assim é possível notar a presença de algum caroço estranho, uma íngua, mancha na pele ou outro sinal. O oncologista do ICESP aconselha que, ao sinal de algo fora do usual, um médico seja procurado.

10. Faça um check-up anual
É importante realizar todos os exames de diagnóstico precoce indicados pelo seu médico.
Existe uma série de exames que são fundamentais na hora de detectar os diversos tipos de cânceres. Entre eles, Gilberto de Castro Jr. lembra da mamografia, que deve ser feita a partir dos 50 anos para detectar o câncer de mama ou a coleta do PSA - exame de sangue que pode detectar câncer de próstata.

fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/13821-adote-dez-passos-para-prevenir-varios-tipos-de-cancer
Por Ana Paula Araújo
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Dieta baseada em vegetais e com baixo teor de gordura pode ajudar pacientes com câncer de mama

Nutricionista ensina como se rcuperar do câncer com dieta. (Foto: Divulgação)

A maioria dos médicos recomendam várias medidas para controlar o risco de desenvolvimento de câncer de mama. Para a prevenção do câncer, a maioria dos profissionais sugere reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, controlar o peso, não fumar e fazer exercícios.

Para os portadores dessa doenças, o cumprimento dessas recomendações traz benefícios significativos – e vários estudos sugerem que se deve ir mais além. Uma dieta baseada em vegetais e com baixo teor de gordura pode melhorar a qualidade de vida, ajudar na recuperação após o tratamento e reduzir as possibilidades de recorrência.

“Uma dieta baseada em vegetais é alta em nutrientes e compostos que parecem ajudar a proteger nosso corpo contra o câncer e outras doenças”, diz a nutricionista Sonia Murgueytio Jurado, da Clínica Mayo de Jacksonville, na Flórida.

Alimentos de origem vegetal contêm substâncias conhecidas como fotoquímicas. Segundo a nutricionista, que frequentemente aconselha sobreviventes de câncer, os fotoquímicos são simplesmente compostos químicos produzidos pelas plantas.

“Alguns exemplos de fitoquímicos são as ligninas, flavonoides e licopenos, que são encontrados em grãos integrais, amoras, morangos e tomates, respectivamente”, explica Sonia.

Uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos integrais pode garantir os benefícios desses compostos. Além disso, é muito importante reduzir o consumo de gorduras.

Unir alimentos vegetais e/ou com pouca gordura a exercícios físicos é o ideal para os pacientes com câncer. (Foto: …

Confira, a seguir, algumas sugestões para otimizar o consumo dos alimentos recomendados para uma dieta saudável:

Consuma refeições que não contenham carne várias vezes na semana. Busque receitas que incluam vegetais, massa integral ou legumes como alimento principal e seu prato.

Explore uma variedade de grãos integrais. Experimente receitas que incluam grãos e produtos integrais, como cevada, aveia, trigo integral e arroz silvestre.

Prefira o pão integral e os cereais integrais, como a aveia e o cereal de farelos (bran).

Coma frutas em todas as refeições. Use as frutas como sobremesa ou ingredientes de receitas. “Estudos indicam que o consumo de pelo menos cinco porções de frutas e vegetais ao dia pode reduzir a incidência de câncer em cerca de 20%”, diz Sonia Jurado.

Escolha alimentos que não sejam altamente processados e, sempre que possível, frescos e da temporada, para otimizar os nutrientes saudáveis e os antioxidantes.

Para reduzir o consumo de gordura, use azeite de oliva ou óleo de canola em seus pratos. A margarina proveniente dessas fontes também é aceitável.

Limite o consumo de gorduras para 25% a 35% do total de calorias ingeridas. “Por exemplo, limite a quantidade de gordura para não mais de 500 a 700 calorias, em uma dieta de 2.000 calorias”, diz Sonia Jurado.

Prefira laticínios com baixo teor de gordura ou sem gordura.

Para manter um peso saudável, controle as porções de alimentos que consome. Sirva-se das quantidades recomendadas pela pirâmide de alimentos da Clínica Mayo. Qualquer excesso resultará em ganho de peso.

Aprenda a ler as informações sobre o valor nutricional dos alimentos e use essas informações para planejar suas refeições.

Outra recomendação muito importante é fazer exercícios. “Estudos já demonstraram que, para mulheres que são ativas, as probabilidades de desenvolver câncer de mama são 30% menores, do que as das mulheres sedentárias”, explica a médica.

Quanto aos exercícios:
Pratique atividades físicas todos os dias.
Use as escadas em vez de elevadores.
Estacione longe de onde vai, para caminhar mais.
Procure fazer algum exercício aeróbico por 20 a 30 minutos, diariamente (caminhar, correr, nadar, andar de bicicleta).
Consulte o médico, antes de aumentar a quantidade ou mudar significativamente a rotina de seus exercícios.

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/dieta-baseada-em-vegetais-e-com-baixo-teor-de-gordura-pode-ajudar-pacientes-com-c%C3%A2ncer-de-mama.html
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Peixes oleosos: poderosos para uma dieta equilibrada

Peixes oleosos: o caminho para uma dieta equilibrada e ideal. (Foto: iStock)

Cozido, grelhado, assado, frito, cru ou à milanesa, os peixes são ricos em proteínas e indispensáveis para uma dieta saudável. Ao contrário do que se imagina, os peixes oleosos também são alimentos poderosos e trazem inúmeros benefícios à saúde. Por isso, devem estar presentes à mesa.

Conhecidos pelo sabor peculiar, os peixes oleosos como salmão, atum, sardinha, arenque e cavalinha são importantes fonte de ômega 3, com exceção do atum enlatado, que tem pouca quantidade dessa substância. Além de um excelente antiinflamatório natural, o ômega 3 evita doenças do coração, coágulos no corpo e atua nas doenças ósseas.

Estes peixes possuem diversas propriedades terapêuticas como redução da pressão arterial, do nível de colesterol total e do LDL (colesterol ruim) e diminuição dos coágulos do sangue. Eles ainda atuam em doenças inflamatórias como dermatite, artrite reumatóide, psoríase e inflamações no intestino grosso (colites) e protegem o organismo de câncer, aumentando a resistência do corpo.

Ao ingerir ômega 3 é necessário aliar às receitas alimentos fontes de vitamina E para proteger as propriedades atuantes do ômega 3 de serem oxidadas. Sementes como nozes, amêndoas e avelã são fontes da vitamina E. Já os óleos de girassol e linhaça são responsáveis pela vitamina D.

Os peixes defumados, em geral, também são excelente fonte de ômega 3. Na preparação de peixes defumados é adequado associar alimentos que contenham vitamina C, pois também evitam a oxidação e produção de substâncias tóxicas que são subprodutos desta degradação.

O ideal são duas refeições de peixes na semana, em torno de 250g para mulheres e 400g para homens. Vale lembrar que a ingestão de mais de 700g por semana não produz benefícios adicionais à saúde. De acordo com estudos realizados no Instituto do Coração e Pulmão dos EUA, o consumo de 50g de peixe defumado ou 100g de salmão por dia evitam ataques cardíacos.

Valor nutricional dos peixes oleosos:

Rico em fósforo, potássio, folatos, ácido pantotêmico e vitaminas D, B6, B12 e B1.

Salmão cru. (Foto: iStock)

Calorias: cada 100g - 210 calorias

Rica em fósforo, cálcio, vitaminas A, B6 e B12, potássio, sódio e ferro.
Sardinha. (Foto: iStock)

Calorias: cada 100g - 269 calorias

Rica em fósforo, potássio, sódio, vitaminas A, D e B2, magnésio e folatos.
Cavalinha. (Foto: iStock)

Calorias: cada 100g - 138 calorias

Rico em vitaminas A, D e B12, sódio, fósforo e cálcio.
Arenque. (Foto: iStock)

Calorias: cada 100g - 290 calorias

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/peixes-oleosos-dieta-equilibrada.html
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80 formas como o açúcar pode arruinar a sua saúde

Parece apetitoso? Pense duas vezes antes e consumir. (Foto: Thinkstock)

O açúcar já é considerado vilão por muitos motivos: seu alto consumo pode provocar cáries dentárias, engordar, aumentar o surgimento de espinhas na adolescência, influenciar em quadros de diabetes... Enfim, apesar de ser um tempero muito gostoso para alimentos e bebidas, seu consumo em excesso pode ser prejudicial para a saúde de diversas maneiras e em para pessoas em diferentes idades.

Além desses efeitos negativos, existem muitos outros que poucas pessoas conhecem. Para desmascarar todo o mal que o açúcar pode fazer, a especialista em alimentação e nutrição Nancy Appleton, baseando-se em inúmeros trabalhos científicos, elaborou uma lista com inúmeros itens que revelam como o açúcar pode ser prejudicial à saúde.

Confira 80 desses itens da lista e veja como algo tão doce pode trazer resultados tão amargos para o corpo:

Crianças que bebem refrigerantes (que contém altas taxas de açúcar), em geral, ingerem menos leite.
O açúcar pode deprimir o sistema imunológico.
Pode desequilibrar a relação entre os minerais no organismo.
Pode causar hiperatividade, ansiedade, dificuldade de concentração e distúrbios de humor em crianças.
Pode produzir um aumento significativo dos triglicerídeos.
Reduz as defesas orgânias contra infecções bacterianas.
Causa perda da elasticidade e função dos tecidos – quanto mais açúcar você come, mais elasticidade e função você perde.
Reduz lipoproteínas de alta densidade (HDL).
Pode levar à deficiência de cromo.
Pode estar associado ao câncer de ovários.
Pode elevar rapidamente os níveis de glicose.
Causa deficiência de cobre.
Interfere na absorção de cálcio e magnésio
Pode tornar os olhos mais vulneráveis à degeneração macular relacionada à idade.
Pode produzir acidez no trato digestivo.
Pode causar um rápido aumento nos níeis de adrenalina em crianças.
Pode causar envelhecimento precoce.
Pode causar deterioração dos dentes.
Pode levar à obesidade.
Aumenta o risco de doença de Crohn e colites ulcerativas.
Pode causar úlceras gástricas ou duodenais.
Pode causar artrite.
Pode causar distúrbios de aprendizado em crianças
Contribui para a proliferação da Candida albicans – fungo responsável pela candidíase vaginal, entre outras infecções.
Pode ausar cálculos biliais.
Pode causar doenças do coração.
Pode causar hemorroidas.
Pode causar varizes.
Pode levar a doenças periodontais.
Pode contribuir para a osteoporose.
Pode causar diminuição da sensibilidade à insulina.
Pode diminuir a quantidade de Vitamina E no sangue.
Pode reduzir o nível de hormônio do crescimento.
Pod eaumentar o colesterol.
Aumenta a AGEs.
Pode interferir na absorção de proteínas.
Causa alergia alimentar.
Pode contribuir para o eczema em crianças.
Pode causar doenças cardiovasculares.
Pode prejudicar a estrutura do DNA.
Pode alterar a estrutura das proteínas.
Pode causar rugas pela alteração da estrutura do colágeno.
Pode causar catarata.
Pode causar aterosclerose.
Pode aumentar as lipoproteínas de baixa densidade (LDL).
Reduz a capacidade de funcionamento das enzimas.
Seu consumo está associado ao desenvolvimento da doenças de Parkinson.
Pode aumentar a quantidade de gordura no fígado.
Pode aumentar o tamanho e produzir alterações patológicas nos rins.
Pode danificar o pâncreas.
Pode aumentar a retenção de líquidos no organismo.
Causa constipação.
Pode tornar os tendões mais frágeis.
Pode causar dores de cabeça, inclusive enxaqueca.
Desempenha papel no câncer de pâncreas nem mulheres.
Aumenta o risco de câncer no estômago.
Pode aumentar o risco de desenvolver gota.
Pode contribuir para a doença de Alzheimer.
Pode causar adesividade plaquetária, o que contribui para a formação de coágulos sanguíneos.
Pode causar desequilíbrio hormonal; alguns hormônios tornam-se hipoativos e outros se tornam hiperativos.
Pode levar à formação de cálculos renais.
Pode produzir radicais livres e estresse oxidativo.
Pode levar ao câncer do trato biliar.
Aumenta a concentração de ácidos biliares nas fezes e de enzimas bacterianas no cólon, o que pode produzir compostos cancerígenos a câncer de cólon.
É uma substância que causa dependência.
Pode ser tóxico, como o álcool.
Pode agravar a SPM (Síndrome Pré-Menstrual).
Pode diminuir a estabilidade emocional.
Pode piorar os sintomas de crianças com déficit de atenção.
Pode induzir à morte celular.
Pode aumentar a quantidade de alimento que você ingere.
Pode levar ao câncer de próstata.
Desidrata os recém-nascidos.
Pode aumentar os níveis de homocisteína na corrente sanguínea.
Aumenta o risco de câncer d emama.
Pode causar câncer de reto.
Pode causar câncer de rim.
Pode causar câncer de fígado.
Pode aumentar o ácido úrico no sangue.
É um fator de risco para câncer do intestino delgado.

Depois de conferir alguns itens dessa lista, você com certeza não deve mais sentir tanta vontade assim de consumir esse alimento. Contudo, o sabor doce é quase indispensável à dieta de qualquer pessoa. Se você faz questão de adoçar sua receita, opte por outras alternativas como mel (natural e nutritivo), melado de cana ou adoçantes naturais (como o stevita). Contudo, mesmo essas opções devem ser acrescentadas comedidamente, em pequenas quantidades.

**Veja a lista completa aqui.

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/acucar-arruinar-saude-174552194.html
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Sete maneiras de potencializar a caminhada e a corrida na esteira

Alterar ritmo e associar outros exercícios melhoram resultados do treino

Ela está na academia, na sala de ginástica do prédio e se bobear bem aí, no meio da sua sala. A esteira é um dos aparelhos mais populares quando o assunto é atividade física. O motivo é muito simples: seu uso é praticamente intuitivo, basta apertar um botão e sair andando. Nada complicado, não é mesmo? 

Mas aposto que de algumas coisinhas você não sabe. A educadora física Fernanda Andrade, da Sociedade Brasileira de Personal Trainer, conta que, além de usar um tênis específico durante a caminhada e corrida, é preciso manter uma boa postura - com ombros em linha reta e costas e o abdômen firmes e contraídos -, e progredir gradativamente as velocidades, respeitando seus limites. Pronto para investir nas técnicas que transformam a caminhada na esteira num verdadeiro treino? Então escolha a sua favorita a seguir.


Alternar caminhada e corrida
O seu objetivo é emagrecer? Então essa pode ser sua opção: "alternar caminhada e corrida é um excelente método para quem quer perder gordura corporal", explica Fernanda Andrade. "Estudos mostram que treinos feitos dessa forma são muito mais eficientes que aqueles feitos de maneira constantes, do início ao fim". E melhor ainda: essa técnica ajuda também a diminuir a gordura abdominal. O educador físico Felipe Macabeli, coordenador de Cinésio do Centro de Bem-Estar e Fisioterapia Levitas, explica como fazer: "você pode realizar um treinamento intervalado considerando o tempo - o mais fácil e mais usado em esteiras - ou a distância percorrida". Os treinos intervalados podem ser ajustados para você por um educador físico, sempre pensando em atingir seus objetivos.

Aumentar a inclinação da esteira
Aumentar a inclinação da esteira vai deixar o treino mais intenso, já que o efeito é o mesmo sentido ao subir uma ladeira - ou seja, além de caminhar você ainda tem que lutar contra a gravidade. Resultado: músculos a mais e calorias a menos. Panturrilhas, coxas - tanto a parte de trás quanto a da frente - e glúteos são os músculos mais trabalhados. Mas o ajuste deve ser feito com cuidado: "ele deve ser individualizado, não há uma regra, só assim é possível associar a inclinação sem sobrecarregar a coluna lombar do praticante", explica o educador físico Felipe Macabeli. O especialista sugere que, em conjunto com o trabalho aeróbico na esteira, seja feito um trabalho de resistência e de força, como a musculação, específica para a região lombar, abdominal e dos glúteos. Assim o praticamente se sente mais seguro para inclinar o equipamento. Vale fazer a mudança aos poucos para sentir caso surjam efeitos indesejados.

Aumentar a velocidade
Subir a velocidade aumenta o gasto energético e, consequentemente, a quantidade de calorias gastas. "Além disso, fazer a atividade de caminhada em um passo mais rápido gera condições para um melhor condicionamento físico, influenciando o sistema cardiorrespiratório positivamente", explica o educador físico Felipe. Em toda progressão de velocidade, você deve acompanhar os seguintes fatores: nível de intensidade, frequência cardíaca, condições - como dores e cãibras - do corpo no geral, ausência de dores crônicas ou desconforto articular.

A educadora física Fernanda Andrade, recomenda: "a variação de velocidade na esteira é muito boa para aumentar o gasto calórico e a intensidade do treino, mas deve ser sempre orientada por um profissional de educação física, evitando lesões e contusões musculares". Por isso, nada de subir e descer a velocidade por conta própria, peça sempre a ajuda de um profissional. Caso você treine sozinho, faça a alteração bem devagar - aumentando 0,1 Km por semana, por exemplo - e redobre a atenção aos sinais que seu corpo dá.

Mescle com outros aparelhos
"Uma das grandes diferenças que há da esteira para o elíptico e a bicicleta é a maior concentração de trabalho de força periférica que há nestes dois em comparação com a esteira", explica Felipe. Equilibrar a atividade entre esteira e elípticos traz benefícios em dobro e você não se aborrece pela monotonia de utilizar apenas um aparelho. "Mas lembre-se: o mais importante de tudo é o praticante encontrar prazer na atividade proposta", recomenta o educador físico Felipe.

Mudar as direções da passada
Andar na esteira com passadas laterais e até mesmo andar de costas parece impossível? Mas não é. "Este trabalho funcional e válido para pessoas que precisam treinar tais direções para adquirir novas habilidades", explica Felipe. "No caso, para praticantes de caminhada que queiram treinar o equilíbrio e a coordenação, essa pode ser uma boa opção, desde que com orientação adequada de um profissiona".

Busque a orientação de um profissional
Realizar uma avaliação física com um profissional de educação física fará bastante diferença no seu programa de caminhadas na esteira. "Com a avaliação é possível determinar o melhor ritmo para sua caminhada e corrida, determinando as frequências cardíacas ideais para o seu objetivo, bem como traçar sua evolução nos treinos", explica a educadora física Fernanda Andrade.

Respeite seus limites
Sempre! Toda atividade em excesso é prejudicial à condição física. O ideal é que você mantenha o passo de acordo com suas condições físicas atuais. "Todo movimento forçado, desorganizado e com pouca consciência corporal pode trazer desequilíbrios ao organismo ocasionando dores na coluna, quadril, joelhos, tornozelos e excessos musculares tais como contraturas e espasmos duradouros", explica Felipe Macabeli. Lembre-se de tratar o seu corpo com todo respeito e cuidado, evitando a parada forçada do exercício físico.

fonte:http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/16428-sete-maneiras-de-potencializar-a-caminhada-e-a-corrida-na-esteira
Por Manuela Pagan
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