sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O exame de papanicolau poderia ajudar a detectar outros tipos de câncer, além do colo do útero

O câncer é uma doença muito temida e afeta diferentes órgãos do nosso corpo. Atualmente, existem dois tipos de câncer que não apresentam nenhum teste específico para que sejam detectados precocemente: o câncer endometrial e o câncer de ovário. Mas como a ciência está sempre avançando, pesquisas estão sendo realizadas e está sendo testado o denominado PapGene, um teste com base no tradicional exame papanicolau que poderia ajudar a detectar estes tipos de câncer.

Cerca de 200 mil mulheres morre nno mundo a cada ano por causa de dois tipos de câncer que são difíceis de detectar de forma precoce: o do endométrio e do ovário. Agora, um grupo de pesquisadores desenvolveu um novo método de análise que, utilizando o mesmo teste de Papanicolau, permitiria detectar também estas duas doenças. Aqui te contamos mais detalhes sobre essa descoberta promissora.

A citologia vaginal, também chamada de teste de Papanicolau, é um exame ginecológico que todas as mulheres devem fazer regularmente para descartar ou detectar o câncer do colo do útero. Faz parte do exame ginecológico: o ginecologista introduz um instrumento chamado “espéculo” dentro da vagina, que lhe permite ver o colo do útero. Em seguida, faz uma “raspagem” para pegar uma pequena amostra das células que se encontram nele e envia para um laboratório para análise no microscópio.

Agora, um grupo de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, nos Estados Unidos, em colaboração com pesquisadores do Instituto do Câncer de São Paulo, no Brasil, descobriu que o Papanicolau também pode ajudar a detectar o câncer de ovário e o câncer de endométrio.

Para chegar a esses resultados, que foram publicados na revista Science Traslational Medicine, os pesquisadores fizeram uma busca minuciosa das mutações genéticas principais que causam estas duas doenças, e então determinaram as alterações mais importantes em um total de 12 genes, projetando um novo método de análise genética, que denominaram de PapGene, capaz de analisar as amostras das células obtidas mediante o teste citológico.

Assim conseguiram detectar células de câncer de ovário e de câncer endometrial que “escaparam” para o exterior, no colo do útero. Especificamente, em 46 amostras de pacientes que analisaram​​, conseguiram detectar todos os casos de câncer de endométrio (a camada de tecido que reveste o interior do útero).

No caso dos tumores de ovário, no entanto, a eficácia foi menor, foi de apenas 41%. Os cientistas explicaram que isso se deve a uma questão anatômica, já que a distância que existe entre o ovário e o colo do útero faz com que as células demorem mais tempo para chegar ou, inclusive, que nunca cheguem.

Por isso, os especialistas alertam que é preciso ser cauteloso com estes resultados. Ainda é necessário contar com novas pesquisas e mais dados para que o denominado PapGene se converta em um teste eficaz para detectar esses tipos de câncer de maneira precoce.

Leve em conta que, atualmente, não existe nenhum teste capaz de detectar precocemente nem o câncer endometrial nem o câncer de ovário, duas doenças que a cada ano acabam com a vida de cerca de 200 mil mulheres em todo o mundo.

No câncer endometrial, quando as mulheres na menopausa têm sangramento irregular, este pode ser um sinal de alerta que permite detectar o câncer endometrial quando ainda é curável. O câncer de ovário, no entanto, é silencioso, não apresenta sintomas até que tenha progredido.

Por isso, é tão importante contar com algum método de detecção precoce para essas doenças. Neste sentido, os resultados destas pesquisas abrem uma porta de esperança para o futuro. Enquanto isso se lembre que, embora não seja uma garantia, levar um estilo de vida saudável pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de câncer.

fonte:http://www.saudedicas.com.br/noticias/o-exame-de-papanicolau-poderia-ajudar-a-detectar-outros-tipos-de-cancer-alem-do-colo-do-utero-2734459
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Como tratar a síndrome femoro-patelar

O joelho é uma das articulações mais delicadas do nosso corpo, especialmente quando falamos dos atletas, já que ao praticar atividade física esta é a articulação do corpo que com mais frequência é lesionada. 

A síndrome femoropatelar é uma condição que ocorre quando o joelho dói devido ao desgaste da cartilagem na articulação, mas existem tratamentos para curá-la.

Um paciente sofre de síndrome femoro-patelar quando o joelho dói, porque a cartilagem na articulação entre a patela e o fêmur está inflamada. Produz-se por uma alteração anatômica da tíbia, que provoca uma fricção indevida sobre a cartilagem.

É uma síndrome que afeta, principalmente, as meninas e os atletas, especialmente os corredores e os saltadores, que devem flexionar repetidamente o joelho em sua atividade.

Tratamento Para Síndrome Femoro-Patelar:
O tratamento adequado dependerá da causa da lesão. Se existe um grave desvio da rótula ou um desalinhamento por malformações ósseas, a cirurgia normalmente é indicada. Mas é possível corrigir um deslocamento da rótula ate o exterior com fisioterapia e trabalho na academia. Isso será suficiente para restabelecer o equilíbrio nos tendões e nos músculos.

Os objetivos a perseguir são reduzir a dor e a inflamação, recuperar a função do joelho, realinhar a rótula e fortalecer os músculos pertinentes. É importante ser muito cuidadoso antes de retornar a prática esportiva, para não produzir novas lesões.

Quando o paciente está na fase aguda da síndrome femoro-patelar, deve ter a extremidade em repouso, evitando as atividades que produzam desconforto e, inclusive, realizar drenagem na perna durante alguns dias. Se necessário, é possível prescrever uma joelheira para centralizar a rótula em seu lugar.

Uma vez que o paciente é capaz de realizar exercícios na academia, é preciso começar um programa de alongamento e fortalecimento muscular, principalmente do vasto medial, tendo o cuidado de não contrair o vasto lateral.

fonte:http://www.saudedicas.com.br/doencas/como-tratar-a-sindrome-femoro-patelar-2734492
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Novo medicamento poderia fazer idoso de 90 anos ter o sistema imunológico de alguém de 20


Um novo tratamento poderia aumentar, significativamente, a capacidade dos idosos em resistir à gripe e outros vírus.

Os pesquisadores da Universidade de Oxford criaram pesquisaram uma nova aplicação para uma substância já conhecida e afirmam que podem revolucionar a saúde. A droga poderia dar a um paciente de 90 anos o sistema imunológico de alguém com 20 anos.

O tratamento será clinicamente aplicado em humanos nos próximos meses. Isso poderia representar uma revolução contra a gripe. Estima-se que mais de 5.000 idosos morram com a doença, anualmente, apenas na Inglaterra.

As pessoas idosas não reagem tão bem quanto os jovens quando são vacinadas. A droga recém-descoberta poderia aumentar o potencial dessas pessoas em responder às vacinas, reduzindo drasticamente os perigos da influenza, o vírus da gripe.

A substância, chamada de espermidina, mostrou grande impacto em testes realizados em ratos e a tecnologia já está patenteada pelos pesquisadores responsáveis pelo estudo. O próximo passo é realizar testes de larga escala em voluntários.

A pesquisa ainda sugere a possibilidade da substância ser misturada com vacinas já existentes para melhorar seu efeito à respostas imunológicas.


As análises demonstraram que a espermidina pode aumentar a resposta de camundongos contra o vírus influenza (da gripe) e citomegalovírus – uma infecção comum que pode provocar problemas de visão e pneumonia.

Katja Simon, líder do estudo, disse: “As infecções virais como a gripe são desagradáveis para a maioria das pessoas, mas pode ser ainda mais grave se você tem mais de 65 anos. Nosso objetivo é fazer com que a proteção dos idosos seja ainda maior, não somente usando a vacina, mas melhorando sua eficácia com a espermidina”.

Acredita-se que as vacinas diminuem sua eficácia em pessoas mais velhas porque, à medida que envelhecemos, nosso sistema imunológico perde sua “memória”. Torna-se menos eficaz no reconhecimento de infecções, incluindo aquelas que já tivemos no passado. Uma das células envolvidas neste processo é as chamadas células T.

Por isso, quando um idoso tem contato com um vírus e seu corpo é incapaz de oferecer uma resposta imunológica eficaz, existe a possibilidade real de desenvolvimento de uma grave infecção ou morrer devido à complicações.


A espermidina teria a capacidade de restaurar essa memória imunitária, aumentando a eficácia de qualquer vacina.

Daniel Puleston, coautor do estudo, disse: “É o equivalente a uma pessoa de 90 anos responder a vacinação como alguém de 20 anos, o que torna este caminho muito interessante para direcionarmos como um grande potencial de impulsionar a proteção de pessoas mais velhas”.

Ele ainda acrescentou que a espermidina será importante em todo o mundo, ajudando a desenvolver vacinas mais eficazes e espera que em 5 ou 10 anos, a nova descoberta já esteja sendo aplicada nas campanhas governamentais de vacinação.

Saiba mais!

A espermidina reforça um processo chamado de autofagia celular, onde partes de uma célula que possuem defeitos, estão danificadas ou não possuem mais função adequada, são destruídas no interior da própria célula.
Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / Fiamfaam / Flatworldknowledge

fonte:http://www.jornalciencia.com/saude/mente/4418-novo-medicamento-poderia-fazer-idoso-de-90-anos-ter-o-sistema-imunologico-de-alguem-de-20
por Osmairo Valverde
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Esquentar comida no micro-ondas em recipientes de plástico pode provocar diabetes e obesidade, diz pesquisa

Poderia uma comida esquentada no micro-ondas prejudicar sua saúde com infertilidade, diabetes, obesidade e até câncer?

Essas perguntas parecem absurdas e alarmistas e, na verdade, alguns cientistas dizem que realmente é, mas um grupo de cientistas em Bruxelas, na Bélgica, diz que os riscos são reais e levantam questões preocupantes de um número crescente de pessoas que são dependentes das substâncias químicas presentes nas embalagens de produtos alimentícios, cosméticos, vestuário, pasta de dente e enlatados.

Estas substâncias são chamadas de “desreguladores endócrinos”, capazes de interferir no modo como nossas glândulas funcionam e produzem hormônios que regulam praticamente tudo em nossos corpos, incluindo reproduzir, crescer, dormir, além do desenvolvimento mental e a ativação do metabolismo para queimarmos energia.

Os hormônios são mensageiros químicos que viajam através da corrente sanguínea para encontrar a célula alvo em órgãos específicos. Ao encontrar, os receptores recebem a mensagem e desencadeiam uma resposta biológica.


As substâncias encontradas em algumas embalagens, alimentos e cosméticos, interrompem este sistema, enganando órgãos a fazer a coisa errada, na hora errada. Quando elas atingem esses receptores, bloqueando ou imitando os hormônios, várias respostas são desencadeadas.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que mais de 800 substâncias químicas estão sendo usadas em grandes quantidades em milhares de indústrias, oferecendo riscos não só a saúde, mas também ao meio ambiente e a cadeia alimentar.

Um relatório divulgado com 296 páginas, o mais completo até hoje, identifica várias associações negativas pela exposição a estas substâncias “incluindo câncer de mama e de próstata, infertilidade, diabetes, puberdade precoce, doenças autoimunes, asma, problemas cardíacos, AVC (Acidente Vascular Cerebral), transtornos de déficit de atenção e aprendizagem, Mal de Parkinson e Alzheimer”.

O relatório ainda diz que muitas substâncias foram colocadas no mercado sem a realização de testes sobre seu papel sobre a desregulação hormonal dentro do corpo e aconselha que estes testes sejam realizados urgentemente.

Um novo estudo mostrou que o Bisfenol-A e os Ftalatos (agentes plastificantes) podem provocar o desenvolvimento de diabetes tipo 2 e obesidade em crianças expostas.


A Endocrine Society afirmou que o Bisfenol-A é um dos produtos químicos mais preocupantes e é encontrado em uma infinidade de produtos, incluindo garrafas reutilizáveis de refrigerantes e recipientes comuns para armazenar comida.

Em 2011, a União Europeia proibiu o uso de Bisfenol-A na produção de mamadeiras após estudos mostrarem efeitos nocivos sobre o fígado, rins e glândulas mamárias.

Em outro estudo de 2004, 93% das crianças testadas – em um total de 2.500 – apresentaram o Bisfenol-A em sua urina.

O mais adequado seria acondicionar ou esquentar alimentos em embalagens de vidro, já que muitos plásticos contêm o Bisfenol-A e, ao serem aquecidos, liberam a substância mais facilmente. Também não é recomendado tomar o famoso “cafezinho” nos copos de plástico, pois o risco também existe.

Muitas agências de controle alimentar, como a Food Standards Agency, no Reino Unido, rebate as acusações dizendo em nota que “não há provas conclusivas de uma ligação entre os efeitos nocivos sobre a saúde reprodutiva humana e a exposição a esses produtos químicos”.

Mas, a Endocrine Society, que representa 17.000 endocrinologistas em todo o mundo, acredita que não há nenhum controle rígido sobre os níveis máximos toleráveis do Bisfenol-A e que controles rigorosos deveriam ser aplicados imediatamente.

A associação ainda ressalta que os Ftalados (um grupo de produtos químicos usados para fazer plásticos mais flexíveis, encontrados em embalagens de alimentos, mangueiras de jardim e diversos outros objetos) são acusados de deixar características “femininas” em meninos a partir do útero e induzir problemas de comportamento em crianças pequenas.

Seu uso é proibido na União Europeia desde 2005, mas no resto do mundo os Ftalatos ainda são usados em muitos produtos.

“Quase todas as pessoas da Terra têm sido expostas”, disse a Endocrine Society em um comunicado na semana passada.
Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / Vietq / Tudo10

fonte:http://www.jornalciencia.com/saude/mente/4416-esquentar-comida-no-micro-ondas-em-recipientes-de-plastico-pode-provocar-diabetes-e-obesidade-diz-pesquisa
por Osmairo Valverde
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Nutricionista fala sobre os alimentos que previnem e combatem a celulite

A nutricionista Carolina Santos fala sobre os alimentos que previnem e auxiliam no combate á celulite. Uma ajuda muito bem vinda agora que o verão bate á porta. 

Qual mulher não deseja exibir um corpo em forma e sem a "temida" celulite nas praias e piscinas de nosso país? Se esse é o seu caso assista ao vídeo e fique linda e saudável nesse verão, uma vez que os alimentos apresentados são ricos em nutrientes benéficos ao organismo.




fonte:http://www.guiadanutricao.com/2014/11/dieta-prevencao-celulite-verao.html
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Redução de estômago reduz chances de diabetes tipo 2, diz estudo

Pesquisa observou redução de 80% em casos da doença entre pessoas que passaram por redução de estômago; governo do Reino Unido estuda expandir operação para prevenir doença.

James Gallagher - Editor de Saúde da BBC News
Governo considera expandir cirurgia bariátrica para combater diabetes (Foto: Thinkstock)

Um estudo publicado na Lancet Diabetes and Endocrinology afirma que cirurgias bariátricas podem reduzir fortemente as chances de um paciente desenvolver diabetes tipo 2.
Médicos acompanharam cerca de 5.000 pessoas para avaliar o impacto da operação, também conhecida como redução de estômago, na saúde.

Os resultados mostraram uma redução de 80% de incidência da diabetes tipo 2 em pessoas que se submeteram à cirurgia.

A Grã-Bretanha está considerando oferecer o procedimento a milhares de pessoas para prevenir a doença.
Obesidade e diabetes tipo 2 estão fortemente relacionadas - quanto mais gorda é a pessoa, maior o risco de desenvolver a doença.

A incapacidade de controlar os níveis de açúcar no sangue pode resultar em cegueira, amputações e danos nos nervos.
Cerca de um décimo do orçamento do NHS, o sistema de saúde britânico, é gasto em cuidados relativos à doença.

Cirurgia
O estudo acompanhou 2.167 adultos obesos que passaram por cirurgia bariátrica.
Eles foram comparados com 2.167 pessoas obesas que não foram fizeram a operação.
Houve 38 casos de diabetes após a cirurgia, em comparação com 177 em pessoas que não passaram pelo procedimento - uma redução de quase 80%.

Cerca de 3% das pessoas com obesidade mórbida desenvolvem diabetes tipo 2 a cada ano. A cirurgia reduziu a incidência para cerca de 0,5%, o que se equipara à média da população em geral.
O Instituto Nacional de Saúde (The National Institute of Health and Care Excellence) está considerando expandir a cirurgia bariátrica no NHS para reduzir as taxas de diabetes tipo 2.
Pela orientação atual, a cirurgia só é uma opção para pessoas com IMC acima de 35 que tenham outros problemas de saúde.

Mas novas propostas para o sistema público de saúde britânico preveem que a cirurgia seja oferecida a todas as pessoas com este perfil - e ainda a pessoas bem mais magras, dependendo do caso.
A instituição de caridade Diabetes UK diz que cerca de 460 mil pessoas atingirão os critérios para uma avaliação automática sob a nova orientação.
Mas o total dispara para perto de 850 mil quando as pessoas com IMC menor de 30 também são consideradas.

O Instituto Nacional de Saúde prevê números na casa de dezenas de milhares. No entanto, a cirurgia pode custar entre 3 mil e 15 mil libras - cerca de R$ 12 mil a R$ 60 mil - e os planos do instituto têm levantado preocupações de que o NHS não será capaz de pagar o tratamento, mesmo que haja economia no longo prazo.

"A chave é saber não apenas o quanto a cirurgia é efetiva mas o quão segura ela é no longo prazo. Precisamos saber o custo-benefício da cirurgia bariátrica e como ele se pode ser balanceado com o custo de tratamente da diabetes", disse Martin Gullford, do King's College London.

"Esta é uma pesquisa interessante que reforça o que já sabemos sobre como a perda de peso ser importante para a prevenção de diabetes tipo 2. Mas é preciso lembrar que cirurgias têm riscos e que, por isso, a cirurgia bariátrica só deve ser considerada se sérias tentativas para perder peso tiverem sido infrutíferas", disse Simon O'Neill, diretor de inteligência de saúde do Diabetes UK.

"Olhando para o contexto, também precisamos nos concentrar mais, como sociedade, em impedir que as pessoas se tornem obesas. Precisamos saber se as pessoas estão recebendo apoio para perder peso por meio do acesso aos serviços certos para incentivá-las a fazer escolhas saudáveis. "

fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/11/reducao-de-estomago-reduz-chances-de-diabetes-tipo-2-diz-estudo.html
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