segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Como funciona as dietas e o que é caloria? (Prof. Anderson)

Fonte: Escola Afranio de Oliveira


O que é a Caloria?

Caloria é uma medida de energia, que equivale à quantidade de calor necessário para se elevar de um grau centígrado um grama de água. Como esta unidade de energia é muito pequena utiliza-se, a prática, uma unidade mil vezes maior, ou seja, a quilo-caloria, abreviada pelas letras Kcal.

O maior trabalho do nosso corpo é manter-nos na temperatura de 36,7 graus Celsius. É nesta atividade, de manter a temperatura corporal que uma pessoa normal gasta as energias que consome por dia, em média de 2500 para os homens e 2200 para as mulheres.

Como funcionam as dietas de emagrecimento?

Sabendo que gordura é uma reserva de energia, fica fácil entender as dietas. Ao consumir menos calorias do que precisamos, o corpo começa a consumir o estoque de gordura para suprir a falta de energia, e assim “queima” a gordura acumulada. É por isso que, em qualquer dieta de emagrecimento, deve haver o controle do consumo de calorias. Mas atenção: controlar significa ingerir quantidades corretas, e não fazer cortes abruptos radicais na quantidade de calorias.

Recomendação: O consumo de calorias deve variar em função da quantidade de energia que utilizamos. A dieta de um esportista, por exemplo, deve ser mais rica em calorias que a dieta de um porteiro.

AS CALORIAS

Quando queimamos um grama de gordura produz em torno de nove calorias.

Calculamos o número de calorias de um alimento somando todas calorias produzidas pelas gorduras, proteínas e hidratos de carbono. A mesma quantidade de proteína ou hidrato de carbono gera quatro calorias.

Tabelas de Alimentos e calorias que cada alimento possui:

VERDURAS E LEGUMES

Mandioquinha (100g)

130 calorias

Lentilha (100g)

110 calorias

Feijão-preto (90g)

110 calorias

Alcachofra (120g)

60 calorias

Vagem (125g)

40 calorias

Couve cozida (130g)

40 calorias

Espinafre (180g)

40 calorias

Quiabo (100g)

30 calorias

Cenoura (70g)

30 calorias

Couve-flor (120g)

30 calorias

Tomate (100g)

20 calorias

FRUTAS

Abacate

320 calorias

Salada de Frutas

230 calorias

Manga

110 calorias

Banana

100 calorias

Laranja ou Tangerina

80 calorias

Maçã

80 calorias

Abacaxi (1 fatia)

80 calorias

Goiaba

70 calorias

Mamão

60 calorias

Morango (1 xícara)

50 calorias

Pêssego

40 calorias

BEBIDAS

Milk-Shake de chocolate (1 copo)

380 calorias

Caldo de cana (1 copo)

240 calorias

Caipirinha (1 copo)

200 calorias

Cerveja (meia garrafa)

150 calorias

Leite integral (1 copo)

150 calorias

Coca-Cola (1 lata)

140 calorias

Leite desnatado (1 copo)

120 calorias

Suco de laranja (1 copo)

110 calorias

Vinho tinto (1 taça)

110 calorias

Vinho branco (1 taça)

100 calorias

Água de coco (250ml)

50 calorias

COMIDAS

Lasanha (1 porção)

1285 calorias

Feijoada (1 prato)

935 calorias

Linqüíça (100g)

360 calorias

Cachorro – Quente

290 calorias

Hambúrguer

260 calorias

Bolo de Cenoura c\ cobertura

250 calorias

Pãozinho francês

140 calorias

Leite Condensado (2 colheres)

120 calorias

Bacalhau ou Camarão cozido

100 calorias

Salame (50g)

210 calorias

Bombom

90 calorias

sábado, 8 de agosto de 2009

Mulher tem maior resistência muscular

Fonte: Equipe Bem Estar
Graças ao poder do hormônio estrógeno, o sexo feminino é menos propenso ao cansaço dos músculos...

Graças ao poder do hormônio estrógeno, o sexo feminino é menos propenso ao cansaço dos músculos. Um estudo apresentado no último encontro anual da Sociedade Americana de Fisiologia, em Portland, nos Estados Unidos, revelou que a resistência muscular das mulheres seria três vezes superior à dos homens. A pesquisa foi feita na Universidade do Colorado, também localizada nos Estados Unidos, onde um grupo de cientistas americanos avaliou cerca de vinte participantes de ambos os sexos enquanto praticavam atividade física.

Nos exercícios em que testaram os músculos flexores do cotovelo, por exemplo, os voluntários tiveram que manter os braços em uma posição rígida enquanto medíamos o tempo. Em seguida, deviam segurar uma sacola no punho com um peso equivalente a dois sacos de compras. Os resultados foram surpreendentes. As mulheres demonstraram ser capaz de manter a contração dos músculos por 75% a mais de tempo. Investigações prévias haviam chegado a conclusões similares. Mas esse estudo revelou as razões sobre as diferenças da resistência muscular. As mulheres parecem ter melhor circulação nos músculos, que se tornam menos propensos ao cansaço. Outra descoberta do estudo apóia essa teoria: a pressão sangüínea das mulheres e o ritmo cardíaco também eram mais baixos que os medidos nos homens. Os estrógenos promovem a circulação sangüínea.

A equipe ainda descobriu que as mulheres resistem mais que os homens durante o trabalho aeróbico. Os estrógenos, de novo, podem explicar essa vantagem feminina. Esse hormônio parece ajudar o corpo a conservar os carboidratos de maneira que as mulheres mantêm a energia para usar na hora dos exercícios.

Por Érika Kury

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Manga contra o diabetes

Fonte:Equipe Bem Estar
Veja o que pesquisa sobre essa fruta revelou.

A manga pode ter um bom potencial no combate ao diabetes. Pelo menos é o que mostra um estudo feito na Universidade de São Paulo. Camundongos que ingeriram farinha de manga em sua dieta durante 3 meses, apresentaram uma queda de 66% nos índices de glicemia.

Segundo nutricionistas que participaram da pesquisa, a fruta é rica em fibras, particularmente a pectina, uma fibra solúvel capaz de atrasar o esvaziamento gástrico, tornando mais lenta a taxa de absorção da glicose.

Os cientistas apontam que a manga possui outros componentes importantes para a boa saúde do organismo, como compostos fenólicos e bioflavonóides, que atuam como antioxidantes do organismo, combatendo os radicais livres.

Mas apesar dos bons resultados das pesquisas com os camundongos, os pesquisadores alertam que é preciso um estudo semelhante e mais aprofundado com seres-humanos, para se chegar a uma conclusão definitiva. Estes estudos já começaram, também na USP e devem estar concluídos até o ano que vem.

Por Marco de Cardoso

Gestação e uso de drogas

Especiais
6/8/2009

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avaliou a prevalência do uso de drogas durante a gestação de mil adolescentes atendidas em um hospital público de São Paulo, verificou que o consumo de tabaco, álcool e drogas ilícitas foi de 17,3%, 2,8% e 1,7%, respectivamente.

O objetivo da pesquisa foi descrever as condições sociodemográficas e comportamentais associadas com a gestação na adolescência no hospital, localizado na periferia da zona norte da capital paulista, com alto índice de vulnerabilidade juvenil e no qual 25% dos partos realizados são de adolescentes.

O trabalho, coordenado por Ronaldo Laranjeira, pesquisador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp, integra o Projeto Temático Uso de Drogas por Gestantes Adolescentes, apoiado pela FAPESP para estudar a prevalência do uso de drogas e os fatores de risco para seu uso durante a gravidez.

“Quase um terço das grávidas no Brasil são adolescentes e, nesse estudo específico, estamos falando de mil jovens que estavam no terceiro trimestre de gravidez. Então, considerar que 17,3% delas fumavam durante a gestação é uma estatística alta e preocupante, podendo provocar impactos no feto”, disse Laranjeira à Agência FAPESP.

Quanto ao uso de drogas durante a gestação, as adolescentes que fumavam disseram que ingeriam, em média, cinco cigarros por dia e, do total das que disseram consumir álcool, 26,6% admitiram ter ingerido pelo menos em uma ocasião durante a gestação, sendo 2,8% de forma abusiva.

No que se refere a outros tipos de drogas, como maconha e cocaína, além das 17 (1,7%) que admitiram ter usado durante a gestação, seis (0,6%) relataram uso de droga injetável e 24 (2,4%) disseram ter tido relação com um parceiro usuário de droga injetável.

O levantamento, que foi aprovado pelos Comitês de Ética e Pesquisa da Unifesp, aponta ainda que a média de idade das participantes foi de 17 anos, sendo que 17% tinham até 15 anos.

“Apesar de ficarmos mais atentos à questão do uso de álcool e drogas, que obviamente é o que mais nos preocupa, o assunto da gravidez na adolescência também é um problema de saúde pública muito maior do que imaginávamos”, disse Laranjeira.

Segundo ele, das mil adolescentes analisadas, 93% pertenciam às classes econômicas C, D e E e 68% tinham renda familiar mensal de até quatro salários mínimos, sendo que apenas 9,7% disseram estar trabalhando. Outro dado é que, independentemente da faixa de idade, mais da metade das adolescentes (67,3%) não estudava no momento da entrevista.

Ainda do total, 81,2% não tinham planejado a gestação, 60,2% associavam o abandono da escola com a gravidez e apenas 23,7% faziam uso de método contraceptivo. Em relação ao comportamento sexual, a média de idade de início de atividade sexual foi de 15 anos, variando de 10 a 19 anos.

Tratamento específico

“Um dos resultados que mais impressionam nesse estudo é justamente o alto índice de gravidez entre as adolescentes, sendo que normalmente 20% delas têm o segundo filho ainda na adolescência. E outros estudos indicam que esse alto índice está se mantendo e até aumentando”, disse Laranjeira.

Quanto à estrutura familiar, o estudo mostra que apenas 7,2% das mulheres eram casadas legalmente, mas 62,7% delas disseram viver com um companheiro.

De acordo com Laranjeira, esse e outros estudos conduzidos por pesquisadores da Unifesp têm fornecido subsídios importantes para o estabelecimento de estratégias e políticas públicas específicas para a população feminina.

“Os dados da Uniad têm sido replicados em outras linhas de pesquisa e também temos tentado dialogar com as várias esferas de governo para a criação de políticas públicas voltadas à diminuição da maternidade precoce e do consumo de drogas na adolescência, tanto no que diz respeito às questões preventivas como no âmbito do tratamento”, disse.

Laranjeira antecipa que um dos resultados desses diálogos deverá se concretizar em breve com a criação, pelo governo do Estado de São Paulo, de uma unidade de saúde voltada exclusivamente ao tratamento de mulheres com problemas de dependência química. “Esse é um projeto que deve ser inaugurado ainda este ano em São Bernardo do Campo”, disse.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Hemofilia tipo A

Fonte: Copacabana Runners
O que é, sintomas, tratamento

O que é hemofilia tipo A

Hemofilia tipo A é um problema de coagulação do sangue causado pela mutação do gene fator VIII. Esta é a forma mais comum de hemofilia.

Uma vez que a herança da hemofilia tipo A está ligada ao cromossomo X, os homens são mais afetados, enquanto mulheres podem carregar esse problema genético mas raramente apresentam os sintomas da doença. Em torno de 1 em cada 10 mil homens são afetados.

Sintomas da hemofilia tipo A

Hemofilia ocasiona elevação severa de sangramento por lesões corriqueiras. Os locais de sangramento são:
. articulações,
. músculos,
. trato digestivo,
. cérebro.

As hemorragias nos músculos e articulações são bem comuns em pessoas com hemofilia, enquanto as no trato digestivo e cérebro estão relacionadas a outros problemas de coagulação.
Tratamento da hemofilia tipo A

A maioria dos pacientes com hemofilia requer suplementação regular intravenosa com fator recombinante VIII. Isso é determinado muito individualmente. Um problema em particular do tratamento é o desenvolvimento de anticorpos contra o fator VIII devido às infusões freqüentes.

Além da suplementação de rotina, fator extra concentrado é dado em caso de cirurgia ou depois de trauma. Em algumas pessoas pode ser administrado desmopressina, caso o fator coagulante ainda esteja parcialmente ativo.

Estudo aponta 95 regiões no DNA ligadas ao metabolismo de gorduras

Identificação pode trazer avanços no trato de doenças cardiovasculares.
Regiões do genoma humano estão relacionadas a colesterol e triglicérides.

Do G1, em São Paulo


Um estudo realizado por cientistas do Centro Helmholtz em Munique e coordenado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, identificou 95 loci de genes no genoma humano, cada um deles associado com pelo menos um dos fatores fundamentais ao metabolismo de lipoproteínas: colesterol e triglicérides.

Locus (plural, no latim, loci) são regiões em cada cromossomo nas quais um gene pode ou não estar, exercendo ou deixar de cumprir determinada influência em fenótipos. São posições fixas em um cromossomo.

Divulgado na versão online da revista científica Nature, o estudo foi iniciado para responder a duas questões: existem genes nos loci identificados com o metabolismo de lipídios; se existem, poderiam ter alguma relevância no desenvolvimento de terapias.

Christian Gieger, do Instituto de Epidemiologia do Centro Helmholtz, acredita que a resposta às perguntas é positiva. "Nossa análise permitiu apontar variantes genéticas ligadas não só com altos níves de lipídios, mas também com doenças arteriais coronarianas", afirma o médico.

Do total de loci, 59 foram associadas a uma das quatro feições dos lipidios - colesterol total, LDL (conhecido como "colesterol ruim"), HDL (o "colesterol bom") e triglicérides - pela primeira vez. "Identificar as novas variantes é provavelmente a parte mais interessante do nosso estudo", afirma Tanya Teslovich, pós-doutora e pesquisadora na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan.

Tanya cruzou os resultados de 46 estudos diferentes, que representam informações coletadas junto a mais de 100 mil pessoas, por meio de um processo conhecido como meta-análise.

"É comum o argumento que meta-análises com mais de 100 mil testes têm relevância pequena na biologia de doenças complexas", explica o professor Heinz-Erich Wichmann, diretor do Instituto de Epidemiologia do Centro Helmholtz. "Nosso estudo refuta essa crença, os novos loci descobertos possuem clara relevância clínica e biológica."

Segundo os pesquisadores, a maior parte das variantes genéticas encontradas são associadas com o colesterol ruim (LDL) e também com doenças cardiovasculares. "Nós queremos que o LDL esteja em nível saudável em nosso corpo, mas agora ele pode também prover a pista para compreender patologias e evitá-las com desenvolvimento de terapias."

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Coma arroz preto e dê adeus à barriga

Fonte: emagrecendo
Cultivado há mais de 4 mil anos na China, tem tudo para virar a grande aliada de quem quer emagrecer

Já botou arroz preto no prato hoje? Não? Pois faça isso na sua próxima refeição -- habituando-se a ingeri-lo todos os dias. Assim você nocauteia a balança sem pôr em risco a sua saúde. Pesquisa feita pelo Instituto de Agricultura de Campinas, vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura, revelou que essa variedade contém 20% mais proteína e 30% mais fibras do que a versão integral.

As calorias são praticamente as mesmas – em 100 gramas, o preto traz 359 e o integral, 362.

E por que, então, o arroz preto ajudaria a enxugar as medidas? "Por causa das fibras". Quanto maior a quantidade delas, maior também a queima calórica. Claro, o organismo tem que trabalhar mais para processá-las. Em outras palavras, o metabolismo pisa no acelerador. “Sem contar que as fibras dão saciedade".

Ou seja, você acaba consumindo porções menores. Não custa lembrar que essas substâncias auxiliam o funcionamento do intestino e isso é fundamental para o emagrecimento. E, como se fosse pouco, as fibras modulam a glicemia, a taxa de açúcar no sangue, evitando grandes descargas de insulina – o hormônio que é inimigo de um corpo enxuto –, e, conseqüentemente, o diabete. Por fim, para coroar tantos benefícios do arroz preto para a saúde, mais um dado: ele é quase 11 vezes mais rico em antioxidantes do que seu parente mais próximo, o integral.

Essas moléculas combatem os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e pelo aparecimento de doenças. Em suma, arroz preto no prato todo dia é garantia de organismo em equilíbrio e emagrecimento duradouro.

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