sexta-feira, 4 de abril de 2008

COMO COLOCAR TANTOS BEBÊS E SUAS TRALHAS EM UM ESPAÇO TÃO PEQUENO

Quarto duplo, triplo, quádruplo...
por MAJOY ANTABI, mãe de Raica e dos trigêmeos Henri, Maia e Laila 31 de março, 2008




No início da minha gravidez, passava horas com lápis e papel na mão, tentando achar o melhor modo possível de enfiar três berços, uma cômoda, uma cama, uma cadeira de amamentação entre outras tralhas em um quarto de 5 m2! Desde o início, a idéia era deixá-los juntos! Quase enlouqueci.


Ganhei, então, da minha santa mãe aqueles berços superfofos que são usados na maternidade e, com isso, resolvi meu problema de espaço, mas apenas por dois meses. Depois disso, eles não caberiam nesses berços! Aí tive tempo de mudar de casa, reformar, planejar e tal. Sorte dos bebês, que tiveram dois quartinhos lindos. O primeiro foi bem improvisado e bastante simples.

Mas feito com muuuuuuuuuito amor. Usamos cores bem Pastel e unissex. Paredes brancas e detalhes coloridos apenas na colcha da cama, puxadores da cômoda, trocador e quadros nas paredes. Ficou superclean e bem harmonioso.

Já no segundo quarto, tive mais tempo para planejar e pude, financeiramente, caprichar mais. Tirei a cama da enfermeira, coloquei uma cadeira de amamentação mais confortável e consegui colocar os três berços “de verdade”, paralelos, sem que ficassem esmagados. Pintei meia parede de amarelo bebê com lambri e coloquei motivos de diferentes animais nos protetores de cada um, que combinavam com os puxadores da cômoda. Ficou uma graça!


O quarto dos seus bebês deverá ser um lugar aconchegante. Então, pare de se estressar e vejas algumas dicas:

- Escolha o maior quarto da casa e não pense em colocá-los separados, pelo menos nos primeiros anos de vida.
- Use cores neutras em paredes e móveis e capriche no colorido dos detalhes: protetores de berço, colchas etc.
- Dois berços em quartos pequenos podem ser colocados em L, três berços em quartos pequenos são ideais colocados em U, com quatro berços você pode fazer também um U com dois embaixo, ou colocá-los alinhados em diagonal em uma parede. Tenha um móbile para cada um.
- No quarto você irá precisar, basicamente, de uma cama extra para você, a babá ou a enfermeira “cochilarem” (dormir é quase impossível). Se não couber, não entre em pânico. Camas desmontáveis ou até mesmo colchões resolvem o problema.
- Você vai precisar também de uma cadeira de amamentação bem confortável e uma mesa de apoio para mamadeiras, copo de água etc. E, finalmente, um trocador.
- Há sempre a possibilidade de colocar o trocador no banheiro, ganhando espaço no quarto. Ou de colocar o trocador em cima do berço. Hoje em dia já é possível encontrar estes modelos no mercado. Encontrar estes modelos no mercado.
- Se você tiver mais de um quarto disponível, lado a lado, pense em fazer um quarto com o trocador, armários e a cama da babá e o outro só dos bebês e da amamentação.
- Lembre-se de que mais importante que a decoração é a segurança dos equipamentos escolhidos. Muitas vezes, o barato sai caro. Escolha berços de boa qualidade e pense bem antes de colocar cortinas de pano, bichos de pelúcia, carpete, que, além de serem difíceis de limpar, geralmente causam alergias. Opte por persianas, piso de madeira ou vinil e enfeites, como quadros, caixinhas coloridas e objetos de fácil limpeza.
- Tenha luz com dimer ou um abajur fraquinho. Escolha a melhor babá eletrônica.
- Jamais, nunca, de jeito nenhum, deixe que qualquer pessoa fume no quarto ou perto dele! E nem que entrem para visitá-los com aqueles perfumes fortes. Quem manda é você! Abuse de seus poderes!

MAJOY ANTABI É FUNDADORA DO SITE WWW.MULTIPLOS.COM.BR

Cólica: sobrevivendo ao caos do choro multiplicado

por MAJOY ANTABI, mãe dos trigêmeos Henri, Maia e Laila


DOIS BEBÊS CHORANDO DE CÓLICA AO MESMO TEMPO? POIS É... PARA QUEM TEM GÊMEOS, ESSA É UMA REALIDADE E BEM POSSÍVEL ...

NÃO SERIA ÓTIMO SE NOSSOS BEBÊS VIESSEM AO MUNDO com um contrato assinado de que jamais sentiriam cólicas juntos? Eu escrevi “seria”... porque poucas coisas na vida são do jeito que a gente quer. Então, acalme-se e prepare-se para enfrentar alguns momentos de pânico!

Dos meus três bebês, somente o Henri não sofria desse mal. Acho que ele já pensava que essas coisas são chiliques femininos e deixava tudo para suas irmãs. A Laila e a Maia choravam muito, mas muito mesmo!

A cólica é a dor mais comum entre os bebês recémnascidos. Quando minhas princesas choravam, a primeira coisa que eu fazia era colocá-las em meus seios para que mamassem, mas elas se irritavam ainda mais. Após padecer algumas vezes no paraíso, aprendi a identificar quando elas estavam com cólicas. “O choro é mais agudo e intenso, os bebês chegam a ficar com os rostinhos vermelhos, quase roxos. Além disso, eles esticam as pernas com freqüência”, explica o pediatra neonatologista Marcelo Reibscheid, filho de Ester e Wilfrido.

O Dr. Marcelo me contou que geralmente essas cólicas se estendem até o terceiro mês e podem ser causadas pela ingestão de ar durante as mamadas ou pela própria imaturidade gastro-intestinal dos bebês. Existe também a teoria de que alguns alimentos que comemos durante a amamentação podem ser a causa. Por isso, é fundamental ter uma dieta regrada e sem abusos, acrescenta ele. Eu já tentei comer ou não comer de tudo e, na verdade, o que funcionava pra mim era a coisa mais simples do mundo, mas ao mesmo tempo a mais difícil: manter a calma!

É muito ruim ver nossos filhotes sofrendo juntos e não saber o que fazer ou quem socorrer primeiro. Na maioria das vezes, eu tinha meu marido ou minha mãe comigo, mas alguns dias enfrentei os ataques de cólica sozinha. Nesses momentos, desenvolvi uma técnica própria: eu sentava na cama, acomodava cada uma em uma perna e colocava um pano quente em suas barriguinhas. Transmitia calma, conversava de mansinho, e elas adormeciam.

Sim, aquecer a região do abdome de seus pimpolhos costuma amenizar as contrações. Isso pode ser feito com bolsas térmicas ou fraldas de pano aquecidas com o ferro de passar, sempre com o cuidado de certificar-se de que não estão muito quentes e enrolar as bolsas em uma fraldinha de pano.

Uma coisa eu posso garantir: você irá sobreviver! E pode ter certeza de que, quando esses três meses tiverem terminado, você estará ainda mais preparada e conhecendo sua turma como ninguém. Brincadeiras à parte... meninos também podem sentir cólica!

Fatores que supostamente causam cólicas:
Cigarro
Cafeína
Chocolate
Muita lactose, como leite de vaca, iogurte, queijo, etc.
Alguns medicamentos (consulte sempre seu médico antes de tomar qualquer coisa) Pílulas anticoncepcionais Soja, trigo, milho, nozes e clara de ovo são vilões na Inglaterra Alguns bebês podem reagir a suplementos vitamínicos e ferro, e outros a cheiros fortes como spray de cabelo, perfumes, etc.

E lembre-se: o que é ruim pra um deles pode não afetar em nada o(s) outro(s). Eles são únicos e individuais!

Majoy Antabi é fundadora do site www.multiplos.com.br

UTI neonatal: um bem necessário

por MAJOY ANTABI, mãe dos trigêmeos Henri, Maila e Laila 31 de maio, 2007


NINGUÉM ME CONTOU COMO ERA UMA UTI NEONATAL. MAS MEUS FILHOS ESTIVERAM LÁ, E EU GARANTO: É BOM PODER CONTAR COM ELA

A PRIMEIRA VEZ QUE VI MEUS FILHOS FOI NO DIA seguinte ao parto, em uma foto tirada pelo meu marido com a câmera digital. Em meus sonhos, sempre havia imaginado que os colocaria no colo, encostaria minha bochecha em suas cabecinhas, escutaria seus coraçõezinhos. Mas as coisas foram totalmente diferentes.

Eu dei à luz com quase 36 semanas, um tempo ótimo para trigêmeos. O peso deles também era excelente: o Henri com 2,260 kg, a Maia com 2,280 kg e a Laila com 2,400 kg. Mas, mesmo assim, poucos minutos após o parto, me separaram dos meus tesouros. Por precaução, foram levados à UTI Neonatal. E eu fui levada ao quarto, onde adormeci sob o efeito de um tranqüilizante.

Acordei me sentindo superculpada: havia dormido a noite toda em paz, enquanto meus bebês lutavam pela vida! Desci para a UTI em uma cadeira de rodas (tinha dificuldade para andar devido à cesariana) e, com meus olhos na altura dos bebês, pude tocá-los dentro das incubadoras. Foi quando me senti mãe! Passei horas olhando cada um deles.

Nos dias seguintes, a maratona foi intensa: eu só saía da UTI para me alimentar e tirar leite – o resto do tempo eu dividia irmamente entre os três. Lá conheci médicos que, apesar de serem uns amores, são um pouco frios para dar notícias. Eram melhoras, recaídas, apnéias, e lá estava eu, no meu plantão interminável, aprendendo termos nunca antes ouvidos. Por isso eu aconselho que escolha um pediatra neonatologista de confiança e peça para que ele acompanhe a estada dos bebês na UTI. No meu caso, o acompanhamento do Dr. Marcelo Reibscheid, que hoje espera o Bruno, fez muita diferença.

Foi também lá, na sala de mães da UTI, que conheci uma de minhas melhores amigas, a Andréa Levi, outra mãe de trigêmeos: Nick, Biel e Teté, de 4 anos. Com ela eu almoçava, tirava leite, ria, chorava, me distraía e rezava. Enquanto nós “tricotávamos” com outras mães, víamos como somos abençoadas.

Meus bebês estavam bem, precisavam apenas ganhar peso e aprender a mamar. No terceiro dia, pude pegar a Maia e o Henri no colo. Eles mamaram no peito e passaram o resto do tempo comigo, de mamãe-canguru. No quinto dia, a Laila também pôde sair da incubadora. No final do sétimo dia, eles foram promovidos: passaram para os berços. Foi nesse dia também que tive de ir embora da maternidade. Meu obstetra não tinha mais como me manter lá, pois, até então, eu inventava um monte de complicações para não ter alta.

Com nove dias, levei o Henri e a Maia pra casa – a Laila ainda precisava de mais tempo. Nos dias seguintes, me dividia entre amamentar dois em minha casa e fazer mamãe-canguru na Laila na maternidade. Dizia a ela que melhorasse logo para ir embora e ficar junto de seus irmãos. Funcionou: após dois dias, teve alta e veio pra casa. É incrível como os bebês reagem aos nossos estímulos: dar amor, muito amor, é fazer milagres! Enfim, saiba que não é uma fase fácil, mas, como tudo na vida, é um aprendizado. Com fé, amor, dedicação e paciência, tudo fica mais fácil. Ah, vale lembrar que não são todos os múltiplos que vão para a UTI. Minha amiga Kelly Teixeira teve a Érica, a Geórgia e o Eduardo com 37 semanas de gestação e foram todos pra casa junto com ela!

Majoy Antabi é fundadora do site www.multiplos.com.br

Aumentam alergias e crises respiratórias

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Crises alérgicas têm feito muitos pais conduzirem crianças aos postos e hospitais da cidade (Foto: JOSÉ LEOMAR)

Em tempos de ventos fortes e floração de plantas, crianças sofrem com crises alérgicas e problemas respiratórios

Espirros, tosses, falta de ar, asma, rinite, conjuntivite e alergias. Esses são somente alguns dos problemas alérgicos e respiratórios em crianças pequenas que tanto assustam os pais. E na época de ventos fortes, somados à floração de várias plantas, principalmente do cajueiro, as crises se tornam mais freqüentes, aumentando a procura por tratamento dos postos de saúde e hospitais.

No Hospital Infantil Albert Sabin, por exemplo, essa intensificação da demanda de pacientes com doenças respiratórias já foi percebida. De acordo com a coordenadora da emergência do hospital, Patrícia Sampaio, a situação se repete todos os anos. Segundo a médica, não é possível mensurar esse aumento, mas o problema no período de ventos é fato comprovado.

A médica explicou que a maior parte das consultas é realizada nos próprios postos de saúde. “Nós atendemos somente os casos mais graves como as crises fortes de asma”, diz. Ela lembra que, apesar de intensificadas neste período, as pessoas alérgicas sofrem crises durante todo o ano e existem atitudes que podem evitar o desencadeamento do processo.

A primeira forma de proteger as crianças de alergias, segundo ela, é amamentar a criança exclusivamente até os seis meses de idade, aumentando a imunidade do bebê e adiando o contato com proteínas estranhas. “Mas os casos de alergia têm um componente genético e o cuidado com o ambiente em que uma pessoa que sofre com essa doença deve ser constante”, diz.

Ela lembra, que, apesar dos ventos e da floração de plantas contribuírem para as crises, são os cuidados com a casa da criança que podem evitar ou minimizar os processos alérgicos. Entre os fatores que contribuem para as crises estão fumaça de cigarro, perfumes fortes, inseticida, poeira, bichos de pelúcia, animais com pêlos, cortinas de tecido e ventiladores. Além disso, os alérgicos devem evitar mudanças bruscas de temperatura e dormir com cabelo molhado.

Mas as crianças ou mesmo adultos com alergias não precisam conviver com doenças a vida toda. A médica explica que, afora as medidas profiláticas para evitar as alergias, há tratamentos par alergia, controlando os sintomas, diminuindo a freqüência das crises e minimizar a intensidade.

Ela afirma que, normalmente, após os sete anos de idade, a tendência é que a criança melhore dos problemas respiratórios. Porém, nos casos em que a alergia persiste na adolescência e na vida adulta, há vacinas que podem ser indicadas por um especialista para evitar o desencadeamento de processos alérgicos, dando qualidade de vida aos alérgicos.

RENATA BENEVIDES
Repórter

Entrevista
Crises podem ser evitadas ou minimizadas com tratamento adequado


Por que as crianças são mais afetadas neste período?

O problema sempre ocorre por conta dos ventos mais fortes coincidindo com a floração de plantas, principalmente de árvores como o cajueiro.

O que os pais podem fazer para impedir as crises?

É preciso evitar o fumo dentro de casa ou perto da criança, uso de inseticidas, perfumes fortes, ventilador e tudo que possa desencadear o processo. Caso seja muito necessário usar o ventilador, por conta do calor, a melhor dica é passar um pano úmido no local antes.

Que itens são proibidos na casa de uma pessoa alérgica?

Além da poeira, que exige limpeza constante, essas crianças não devem ter em casa bichos de pelúcia, cortinas de tecido e animais de estimação, principalmente gatos. O jeito é tentar substituir os gatos até os cães por outros bichos como peixe, tartarugas ou outros.

Alimentos também podem causar problemas respiratórios?

Sim. Por isso, é recomendável evitar alimentos com corantes como salgadinhos, biscoitos recheados, refrigerantes, bombons e chocolate.

Os hábitos dessas crianças também devem ser mudados?

Para impedir que uma crise seja desencadeada, é bom não dar banho na criança próximo à hora de dormir, para dar tempo de o cabelo secar, e não expô-la às mudanças de temperatura.

E quando a crise não pode ser evitada, o que fazer?

Os pais devem sempre ter em casa os remédios para alergia, como xaropes, aerossol e bombinhas. Tão logo percebam os primeiros sintomas, devem medicar a criança e não esperar a situação se agravar para somente depois levar ao hospital. O ideal é fazer um tratamento para que a crise comece.

PATRÍCIA SAMPAIO
Coordenadora da Emergência do Hias

As japonesas não engordam nem envelhecem. Descubra porquê

Por Virgínia Vargas 4/4/2008

Depois do sucesso do livro que revela os segredos da boa forma das francesas, chega a vez das japonesas mostrarem os seus truques no livro “Mulheres japonesas não envelhecem nem engordam'’, Editora Rocco. Como fala a autora Naomi Moriyama, no Japão, as taxas de obesidade são as menores do mundo desenvolvido e as mulheres vivem mais tempo do que em qualquer outro lugar na Terra e sem aparentar a idade. E nós, brasileiras, temos muito o que aprender com este povo de tradições milenares.

Constituída basicamente por peixe, legumes, soja, arroz, macarrão, frutas e chás, a alimentação dos japoneses é o grande segredo da longevidade e da boa forma no país. “As refeições japonesas são formadas sempre por cinco pratos servidos simultaneamente: uma sopa, um cozido, um grelhado, guarnições de legumes e arroz”, afirma a nutricionista Joana D`arc Pereira Mura. As frituras até existem, mas são raras. Na maioria das vezes, os alimentos são servidos crus, grelhados, cozidos no vapor ou refogados.

Os peixes são as grandes fontes de proteínas do país, ao lado da soja. Fornecem também ferro e vitaminas do complexo B. O salmão e o atum, muito consumidos no Japão, são ainda ricos em ômega 3. Os legumes, as verduras e as frutas fornecem muitos nutrientes essenciais, fibras e em poucas calorias. Já o arroz é a grande fonte de energia, mas fornece também ferro, vitaminas do complexo B e proteínas.

A soja, além das proteínas, é fonte de isoflavonas e ácidos graxos insaturados, sendo considerado um alimento funcional com ação na prevenção de doenças crônico-degenerativas como o câncer de mama, de cólo de útero e de próstata. Também é uma excelente fonte de minerais como ferro, potássio, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B.

Os chás também garantem saúde às japonesas, que têm o hábito de tomar uma xícara após as refeições. “Beber chá ao final de uma refeição, em vez de, por exemplo, beber um copo de refrigerante gelado durante a mesma, garante o calor necessário ao bom funcionamento do trato digestivo. Além disso, o banchá, chá preparado com as folhas grossas e fibrosas (incluindo também o talo) da Camelia sinensis, a mesma planta do chá verde, é rico em substâncias bioativas e em propriedades antioxidantes”, complementa Joana.

Para completar, as algas que enrolam os sushis e os temakis e são importantes fontes de ferro, cálcio, fósforo e magnésio, além das vitaminas A, B1, B2 e C. “O nori (nome japonês da alga Porphyra), por exemplo, possui muita vitamina C e mais ferro do que o espinafre”, garante a nutricionista Maria Cecília Corsi.

Mas não são só os alimentos que fazem das japonesas campeãs da boa forma e da saúde. Os hábitos de vida trazem mais equilíbrio. “Elas comem devagar, saboreando cada mordida. A apresentação dos alimentos também é fundamental: servidos em pequenas porções, são arrumados em tigelas separadas, de forma a mostrar sua beleza natural”, afirma Joana D’Arc Pereira Mura.

O impacto do utensílio e o ritual alimentar propiciado pelo uso do hashi (aqueles pauzinhos que eles usam para comer) cumprem sua parte na manutenção da boa saúde e da boa silhueta da maioria dos japoneses. “Comer com hashi é diferente de comer com garfo ou colher. Os hashis exigem que se levem porções pequenas à boca. Estimula-se assim toda a fisiologia do sabor levando um tempo maior para comer, saboreando mais a comida. A comida desce confortavelmente pelo esôfago e chega com naturalidade ao estômago, que, aliado a postura correta, consegue proporcionar um tempo maior de ingestão alimentar e conseqüentemente um melhor processo de digestão. Além disso, satisfaz-se comendo menos”, diz Joana.

Uma alimentação saudável é com certeza o melhor caminho para a manutenção da saúde, mas é preciso respeitar os hábitos de cada país. “No Brasil, diferente do Japão, há uma profusão de frutas, verduras e legumes, que lá não existem. Os hábitos japoneses chegam para agregar. Comer moderadamente, fracionar as refeições, reservar mais tempo para as refeições e, com isso comer devagar, mastigando bem cada pedaço de comida, diminuir o estresse diário e tomar mais chá e menos café são atitudes importantíssimas para a saúde, que deviam ser básicas para todos os povos, não só para os japoneses“, completa Joana.

Os segredos das japonesas que você pode e deve levar para a sua vida:
- Elas comem várias pequenas refeições ao longo do dia;
- O café da manhã das japonesas, chamado energético, contém fontes alimentares diversas. Segundo a nutricionista Joana D`arc Pereira Mura o habito de consumir proteínas, fibras e carboidratos no desjejum, com a ingestão de arroz, peixe, verduras (asagohan) e missoshiru (sopa de missô, pasta de soja) é tido como um dos responsáveis pelo baixo índice de obesos no país;
- Numa refeição, elas sempre param de comer antes de se sentirem satisfeitas;
- As refeições são ingeridas devagar, para saborear cada mordida;
- Elas comem muito peixe e quase nunca ingerem carne vermelha ou branca, mais gordurosas e cheias de hormônios;
- Elas tomam muito chá, durante as refeições ou não;
- Elas não comem pão e sim arroz;
- Elas comem muitos legumes e frutas;
- Elas comem em pequenas tigelas, que servem pequenas porções e deixam os alimentos mais atraentes.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Cobertura continua restrita para usuários de planos


Midiacon

Cobertura continua restrita para usuários de planos
Correio da Bahia
A ampliação da cobertura dos planos de saúde ainda não é uma realidade para os consumidores baianos. Em vigor desde ontem, a Resolução nº167 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que determina a inclusão de cerca de 170 novos procedimentos e ...
Planos se queixam de novas normas, mas cumprem regras Diário de Natal
Planos de saúde para novos clientes já estão mais caros O Globo Online
Portal Nacional de Seguros - Jornale Curitiba - Portal Amazônia - Agência Brasil
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Rio tem 67 mortes e 57 mil casos de dengue, diz secretaria


Midiacon

Rio tem 67 mortes e 57 mil casos de dengue, diz secretaria
O Globo Online
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Estado do Rio de Janeiro registrou 57.010 casos de dengue e 67 mortes pela doença neste ano, informou na quarta-feira a Secretaria fluminense de Saúde e Defesa Civil. Houve um aumento de 13 mortes em relação ao balanço ...
Dengue: estado abre vagas para médicos Globo
Novas tendas para dengue podem funcionar em delegacias do Rio Folha Online
Correio do Brasil - Agência Plenarinho - Agência Brasil - Diário do Nordeste (Assinatura)
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