quarta-feira, 6 de maio de 2009

Jovens estão cada vez mais dependentes de medicamentos para melhorar o desempenho sexual

Dr. Ricardo de La Roca
Fonte: IG Jovem
Temos vivenciado um aumento significativo do número de adolescentes e adultos jovens que não conseguem mais ter uma relação sexual se não estiverem sob ação de medicamentos que melhoram o seu desempenho na hora H.

Não existe controle sobre a comercialização dessas drogas, que são facilmente são vendidas em farmácias ou até mesmo em barracas de camelôs, porém, o que muitas pessoas desconhecem ou simplesmente ignoram, é que esses remédios são recomendados apenas a homens que realmente têm problemas de ereção.

Tal “fenômeno” pode ser explicado por causa das mudanças comportamentais que levam meninos, inseguros com a sua sexualidade, literalmente a se viciarem em transar com a ajuda dos efeitos desses medicamentos, criando uma dependência difícil de largar, sem um tratamento psicoterapêutico.

O complexo quanto ao tamanho do pênis, a ejaculação precoce motivada por ansiedade, ou por uma situação mais que normal na vida de todo homem - que é a perda da ereção na hora H - levam jovens saudáveis a procurar, sem a orientação médica, essas drogas.

Como muitos jovens ainda não têm maturidade para perceber os riscos da dependência, ficam reféns de um remédio que só poderia ser usado com a prescrição de um medico. Somente um profissional é capaz de orientar sobre os perigos e os benefícios dessas medicações.

Uma vez dependentes, a avaliação urológica deverá ser feita para poder afastar causas orgânicas de uma disfunção sexual, e se tudo estiver normal, uma terapia é recomendada para que haja o fortalecimento de sua autoestima, a conscientização do problema que gerou essa dependência, e retorno a uma vida sexual plena, consciente, madura e equilibrada.

7 alimentos indispensáveis

Fonte:Terra

Para ter uma alimentação saudável e balanceada é essencial a variação no consumo de alimentos. Cada um tem a sua função e importância na dieta. Mas você sabia que alguns deles exercem funções mais que especiais e não podem faltar na sua mesa? Pois é, nessa matéria você vai conhecer 7 alimentos indispensáveis, que devem estar presentes no seu cardápio, sempre que possível.

Peixe: principalmente os de água fria como salmão, sardinha, atum, tainha e bacalhau, são ricos em ácidos graxos ômega 3. Esse tipo de gordura traz enormes benefícios à saúde. Diminui o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, ajuda a controlar a pressão arterial e auxilia na regeneração das células nervosas diminuindo o risco de desenvolver Mal de Alzheimer. Além do ômega 3, os peixes têm grande quantidade de cálcio, fósforo, ferro e iodo. Não há necessidade de consumir peixe diariamente, em uma frequência de 1 a 2 vezes por semana já está ótimo, de preferência assados, grelhados ou cozidos.

Azeite de oliva: principal representante dos ácidos graxos monoinsaturados, com 83% de ácido graxo oléico. Muitos estudos¹ comprovaram que o consumo moderado de azeite de oliva, devido aos compostos fenólicos, combate a ação dos radicais livres, ajuda a manter os níveis de colesterol total dentro dos limites normais e aumenta os níveis de HDL (colesterol bom). O azeite extra-virgem, contém mais compostos fenólicos que os azeites refinados. 1 colher de sopa de azeite (8g) tem aproximadamente 72kcal.

Brócolis: entre as hortaliças, o brócolis é a que tem maior concentração de ferro, em média 15mg por 100g do vegetal. Além do ferro, o brócolis também é fonte de vitamina C, A, ácido fólico, cálcio, selênio e potássio. Mas a grande vantagem do brócolis está em possuir luteína e bioflavonóides, poderosos antioxidantes.

Alho: fonte de cálcio, ferro, fósforo, magnésio, potássio, selênio e vitamina C. A alicina, substância química que dá o odor e sabor característicos do alho, é a grande responsável pela maioria de suas propriedades funcionais. Entre os benefícios do alho estão: a diminuição dos níveis de colesterol, ação antioxidante, prevenção de doenças cardiovasculares e aterosclerose e diminuição do risco de desenvolver câncer de cólon. Ainda não foi determinada uma quantidade a ser consumida para se obter os benefícios do alho, mas alguns médicos da Alemanha sugerem 4g por dia, o que equivale a 2 dentes de alho. 100g de alho tem em média 134kcal.

Tomate: o tomate e seus derivados são as principais fontes de licopeno, carotenóide que atua no combate aos radicais livres. Alguns estudos sugerem que dietas ricas em licopeno diminuem o risco de ocorrência de câncer de próstata, estômago, pulmão, esôfago, e trazem benefícios para câncer de mama, cervical, pâncreas, reto e cólon. O tomate também é rico em potássio, vitamina C, sódio, cálcio, fósforo, ferro e magnésio. 100g de tomate tem em média 24kcal.

Aveia: além de auxiliar no funcionamento do intestino, devido a grande quantidade de fibras, esse cereal contém betaglucana, fibra solúvel que auxilia na diminuição do colesterol sanguíneo total, no controle da glicemia e pressão arterial, e ainda retarda o esvaziamento gástrico, aumentando a sensação de saciedade. Devido a sua ação no funcionamento do intestino e na diminuição dos níveis de colesterol e pressão arterial, o consumo regular de aveia pode estar associado a prevenção de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer como do intestino e do tubo digestivo. 1 colher de sopa de aveia (20g) tem 1g de fibra e 76kcal.

Maçã: fonte de fósforo, potássio, ferro, vitaminas do complexo B e vitamina C. A principal fibra presente nessa fruta é a pectina, que auxilia na redução dos riscos de problemas cardiovasculares e ainda diminui os níveis de colesterol sanguíneo. Segundo recente estudo publicado no Journal of Medicine Food, o consumo de 2 maçãs por dia, num período de 12 semanas, provocou a diminuição, em média de 20% dos níveis de LDL colesterol (o colesterol ruim). É na casca da maçã que encontramos a maior parte as substâncias ativas. 1 maçã (130g) tem em média 78kcal.

Apesar desses alimentos serem indispensáveis, para ter uma alimentação saudável e balanceada é essencial a variação. Consuma diariamente alimentos de todos os grupos alimentares como: cereais, frutas, verduras, legumes, carnes, leguminosas, leite e derivados, e tenha uma boa nutrição.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sem remédios e sem cirurgia, em um ano e meio Kelly perdeu mais do que pesa hoje


05/05 - 12:49hrs

Vladimir Maluf

Faça as contas: Kelly Bertaco pesava 135 kg e agora pesa 65 kg. Pois é, ela detonou 70 kg, mais do que ela pesa hoje! Isso significa que ela emagreceu “uma Kelly”, até um pouco mais cheinha. A empresária de 31 anos e 1,70 m de altura ainda guarda as calças manequim 58 que usava, que só servem de troféu, pois, hoje, ela veste um jeans número 40 fácil, fácil. “Após tentativas frustradas em dietas radicais, endocrinologistas, nutricionistas, remédios, resolvi fazer uma re-educação alimentar por conta própria. Passei a comer a cada 3 horas alimentos saudáveis e com menos calorias”. Para agilizar o processo, ela também começou a malhar. “No primeiro mês, eliminei 16 kg; em um ano 55 kg; e os 70 kg em um ano e seis meses”, resume Kelly. A empresária chegou a optar por fazer uma cirurgia de redução do estomago, mas, quando estava fazendo os exames pré-operatórios, descobriu que estava grávida do segundo filho e teve que desistir. Depois da maternidade, a decisão pela operação ficou de lado e ela resolveu voltar à boa forma por outros meios. Kelly conta que não foi tão difícil perder tanto peso, pois estava realmentedeterminada a mudar. “Não passei fome. Comia a cada 3 horas. Antes, comia, pastéis, doces, pães, que foram substituídos por frutas, iogurtes desnatados, gelatina, barrinhas de cereais. Para não enjoar, procurava variar os alimentos”, ensina. Sofrimento? Ela enfatiza que não houve. “Para mim, descobri de uma forma gostosa os alimentos. Restrições, sim, mas nada radical”. Para concluir o seu sonho, Kelly fez uma abdominoplastia – cirurgia plástica que reconstitui a parede do abdômen, para retirar a flacidez e estrias. O resultado ficou perfeito! “Também coloquei prótese de silicone nos seios, pois já tinha pouco e depois do emagrecimento ficou flácido”, revela. “Tenho a sensação de ter voltado a ser eu mesma, pois engordei após o casamento e mais duas gravidezes. Hoje, me sinto melhor do que quando tinha 21 anos”. O marido nunca disse nada, mas com certeza adorou a nova mulher. “Ele nunca teve coragem de reclamar quando eu estava obesa, mas percebo que hoje ele tem muito mais ciúme.” Uma das maiores dificuldades para Kelly era encontrar roupas. “Quando algo serve, são roupas de senhora. Me sentia muito mal por isso, pois fui uma jovem de corpo legal e vaidosa. De repente, me via naquela situação. Tinha vergonha que as pessoas que me conheciam antes me vissem como eu estava. Hoje, tenho o maior prazer em encontrar amigos da juventude. Todos falam que eu não mudei nada. Eles nem sabem o quanto eu fiquei diferente...”, brinca.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Gripe Suína - O que é a gripe suína?

Fontes no final da matéria
A gripe suína é uma doença infecciosa respiratória aguda, causada pelo vírus Influenza, do tipo A. Esse vírus possui variantes que acometem não somente os suínos, mas as aves (gripe aviária) e mesmo os seres humanos, causando o conhecido “quadro de gripe”. Os vírus que acometem os animais podem também ser transmitidos ao homem, causando quadro clínico semelhante. Habitualmente estes quadros são sem gravidade. Da mesma forma, o vírus que infecta humanos pode infectar os animais.

O que está ocorrendo no México e em outros países?

No México, em decorrência de um surto de gripe em suínos, algumas pessoas foram infectadas com o Influenza suíno e desenvolveram quadros respiratórios infecciosos. O que chama a atenção é que a doença tem se apresentado, em poucos casos, com sinais e sintomas mais severos que o habitual, levando algumas dessas pessoas ao óbito. Os pacientes acometidos são em sua maioria pessoas jovens, faixa etária que não costuma adquirir esse tipo de infecção. Preocupa ainda o fato de que pessoas que não tiveram contato com suínos infectados contraíram a doença, sugerindo, assim, a capacidade de transmissão de pessoa para pessoa, o que também não é freqüente no caso de gripe suína.

Por que a preocupação dos órgãos de saúde?

Como trata-se de uma doença respiratória, altamente contagiosa, e com suspeita de transmissão de pessoa a pessoa, a disseminação dessa nova variante do Influenza pode assumir proporções graves para a população, não somente do México, mas em todo o mundo.

Por que a gripe suína está acometendo as pessoas dessa forma?

Existem algumas variantes pertencentes aos subtipos do vírus Influenza que possuem alterações genéticas, capazes de atribuir características diferentes da infecção habitual. Estas alterações podem acarretar mudanças no padrão de transmissão do vírus, na forma clínica de apresentação da doença e até mesmo na resposta ao tratamento.

Quais os sinais e os sintomas dessa gripe em humanos?

O quadro clínico pode variar desde a ausência de sintomas até a quadros mais severos. Normalmente os sintomas tem sido de uma gripe mais forte, que se apresenta de maneira repentina, com febre alta (superior a 39ºC), dor de cabeça intensa, dores musculares e de articulações, tosse, irritação nos olhos e fluxo nasal. Para evitar o contágio, é recomendado usar máscara, não cumprimentar com a mão, nem com beijo, e evitar as aglomerações de pessoas.

É seguro comer porco e produtos de carne suína?

Sim, o vírus da gripe suína não resiste à cocção em temperaturas superiores a 70°C, como se recomenda para a preparação de carne de porco e outras carnes para alimentação humana. Nestas condições, não há registro de transmissão da gripe suína por ingestão de alimentos.

Quais medidas já foram tomadas?

A Organização Mundial de Saúde em cooperação com o Centro de Controle de Doenças dos EUA e diversos outros órgãos internacionais emitiram um alerta geral a todos os países informando a necessidade de medidas preventivas para o controle de disseminação da doença. No mundo atual, com grandes centros urbanos e maior número de migrações entre países e continentes, uma doença contagiosa de fácil transmissão (respiratória) pode se disseminar rapidamente, assumindo grandes proporções, o que é chamado de Pandemia.
No Brasil, iniciou-se um Plano de Contingência e Controle da Doença, coordenado pelo Ministério da Saúde, sobretudo nos Portos e Aeroportos nacionais, com o objetivo de realizar uma vigilância da doença através da detecção precoce de possíveis casos. Essas ações serão intensificadas nos vôos provenientes do México, mas como há casos relatados também em outros países, a vigilância é praticamente geral.
Todas as Secretarias Estaduais de Saúde do Brasil também foram acionadas para intensificar o processo de monitoramento e detecção de casos suspeitos de doenças respiratórias agudas, a partir da Rede de Vigilância de Influenza e de Laboratórios.

Quais as recomendações aos viajantes que se destinam às áreas afetadas no México e nos EUA?

- Evitar locais com aglomeração de pessoas;
- Evitar o contato direto com pessoas doentes;
- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Evitar tocar olhos, nariz ou boca;
- Cobrir o nariz e a boca com um lenço quando tossir ou espirrar;
- Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir ou espirrar;
- Em caso de sintomas, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e viagens;
- Não usar medicamentos sem orientação médica.

Quais as recomendações aos viajantes que procedem das áreas afetadas no México e nos EUA?

Viajantes procedentes, nos últimos 10 dias, do México ou das áreas afetadas dos Estados Unidos e que apresentem os sinais e sintomas da gripe suína devem:
- Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima;
- Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

Existe uma vacina para a gripe suína?

A Organização Mundial de Saúde está trabalhando neste sentido, mas ainda não se dispõe de uma vacina específica para este surto, pois é necessário que esta vacina contenha informações das variantes suínas do vírus Influenza, responsáveis pelas infecções atuais. As vacinas de Influenza disponíveis para a gripe em idosos e crianças provavelmente não conferirá proteção contra a gripe suína, não sendo indicadas portanto como medida de proteção ou prevenção.

Como o paciente deve ser tratado?

As informações ainda são insuficientes para fazer recomendações sobre a utilização dos antivirais na prevenção e tratamento da infecção pelo vírus da influenza suína. Os médicos devem tomar decisões baseadas na clínica e avaliação epidemiológica e nos danos e benefícios da profilaxia / tratamento do paciente. Para o atual surto de infecção por gripe suína nos Estados Unidos e México, as autoridades locais estão recomendando a utilização do oseltamivir e zanamivir.

Mantenha-se informado:

Organização Mundial de Saúde (em inglês)
http://www.who.int/csr/disease/swineflu/en/index.html

Centro de Controle de Doenças (em inglês)
http://www.cdc.gov/flu/swine/

Ministério da Saúde do Brasil
www.saude.gov.br

Ministério da Agricultura do Brasil
www.agricultura.gov.br

Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)
www.saude.gov.br/svs

Plano de Preparação para o Enfrentamento da Pandemia de Influenza
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/G estor/visualizar_texto.cfm?idtxt=27999

Agência Nacional de Vigilância Sanitária
www.anvisa.gov.br/viajante

Um ovo por dia aumenta risco de diabetes, diz estudo

Pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Harvard. Risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.

Quem come sete ou mais ovos por semana tem muito mais chances de apresentar diabetes. A conclusão veio da Universidade Harvard e está publicada na revista “Diabetes Care”.

O risco do diabetes aumenta progressivamente com o consumo de ovos por semana. O efeito é diferente entre homens e mulheres. No grupo de maior consumo, com um ovo por dia em média, o risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres. Os ovos são a fonte mais importante de colesterol da dieta humana. Cada unidade contém cerca de 200 mg de colesterol, além de 1,5 g de gordura saturada. Apenas esses dois elementos já aumentam o risco de diabetes.

Esses dados vêm de dois estudos com um número expressivo de participantes. Foram analisados mais de 20 mil homens e 36 mil mulheres, todos profissionais de saúde, saudáveis no início da pesquisa e acompanhados por mais de 20 anos.

Nos dois grupos o número de casos de diabetes, durante o estudo, estava relacionado ao consumo de ovos e altos níveis de colesterol na dieta. A relação entre os ovos e o diabetes se manteve, apesar dos outros fatores de risco habituais para a doença. Uma dieta equilibrada está entre os hábitos saudáveis que podem prevenir o aparecimento de doenças crônicas.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do “Saúde em Foco”, da CBN.

Fonte: G1

Não vá na conversa das dietas milagrosas

04 | 05 | 2009 08.42H
Fonte/O Destak
Os anúncios multiplicam-se com as mais fantásticas das promessas: cinco quilos numa semana, baixar dois números no tamanho das calças, e até um, que elegi como o mais alucinante, que propõe um «Emagreça para Sempre», lembrando a história do cavalo do inglês que quando já passava sem comer, morreu. Todos têm, em jeito de selo de garantia, um «100% de origem natural», particularmente grave quando se sabe que muitos desses produtos não passam por qualquer controlo de qualidade nem fiscalização (não se esqueça de que há venenos 100% naturais).

Para além da publicidade, mal o sol desponta, o conteúdo editorial das revistas femininas multiplica, também, os apelos a milagres que permitam realizar o sonho, que a maioria das mulheres acalenta, de aos 40 anos possuir um corpo de 20, ou de que através de um «abracadabra» qualquer, ser capazes de se caber num biquíni reduzido, sem se assemelharem a uma baleia fora de água (que já agora são mais felizes do que as sereias, cheias de dúvidas existenciais!).

Existem, obviamente, textos sérios, mas muitos outros só podem ser para rir. O que dizer do conselho de que se coma uma única tosta com uma lâmina de queijo magro? Alguém consegue comer «uma única tosta»? Ou os cereais que juram que se só ingerir uma mão-cheia deles, três vezes aos dia, vai perder peso. Alguém duvida?

O sofrimento que provoca o facto de não se ter um corpo «ideal» é imenso, e não há explicações racionais que atenuem essa dor, sobretudo quando aos nossos olhos «toda» a gente tem as medidas de top model. Explorar esse sofrimento é cruelmente fácil, mas muito perigoso, como avisa a Deco. De facto, a maioria destes produtos são laxantes e diuréticos e fazem perder água, o que, se tem efeitos rápidos no ponteiro da balança, desencadeia desequilíbrios com consequências graves (riscos para o coração, fígado, rins, etc.).

A dieta eficaz, diz a Teste Saúde, é aquela em que se perde gordura, a um ritmo lento mas persistente, através de regime equilibrado e da prática de exercício físico. Por isso, se quer perder peso, força!, mas só sob orientação de um médico. Tudo o resto são miragens, que lhe podem custar caro.
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Dietas famosas: perigo no prato

Fonte/ClicRBS
De tempos em tempos, novas dietas com promessas milagrosas surgem na mídia e atraem a atenção de milhares que sonham em dormir gordos e acordar magros. Duas delas são tão famosas que têm até edição em livros.

A Dieta do Dr. Atkins, surgida nos anos 1970, voltou como febre desde o inicio dos anos 2000. Pobre em carboidratos, incentiva o consumo de proteínas e gorduras. Parece um milagre que a pessoa coma bacon e perca peso! A pessoa emagrece mesmo porque o organismo passa a usar tecidos de gordura como fonte de energia. Porém, excesso de gordura pode levar a problemas hepáticos, renais e cardiovasculares.

Outro regime que se tornou popular é a Dieta de South Beach, uma versão amena do regime do Dr. Atkins. Esta, determina também o baixo consumo de carboidratos. Porém, a ingestão excessiva de gorduras e proteínas e o desequilíbrio nutricional podem gerar problemas à saúde.

Para emagrecer e manter o peso conquistado no longo prazo continua valendo a velha e boa fórmula: alimentação balanceada e prática de exercícios físicos.

Conteúdo de terceiros

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